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CAPAS AMERICAN FLAGG 1983-1988

Terça-feira, 10.04.12


















































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SEXTA-FEIRA 13

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SATANIK

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LOBISOMEM

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KRIMINAL

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HISTORIAS FANTASTICAS

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FRANKENSTEIN

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TUMBA DE DRACULA,DRACULA,HISTORIAS REAIS(CAPA

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CLASSICOS DE PAVOR

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CINE MISTERIO

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AVENTURAS MACABRAS

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ALMANAQUE DE TERROR

Terça-feira, 10.04.12



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CAPAS DE TEROR DA EDITORA BLOCH A MUMIA

Terça-feira, 10.04.12




















Bloch Editores
História
Foi por décadas um dos mais importantes conglomerados da imprensa no Brasil. O Grupo Bloch começou a ser erguido pelo imigrante ucraniano Adolpho Bloch em 1952, e na sua melhor fase era composto por duas gráficas, uma fábrica de tintas, editora e distribuidora de livros didáticos e revistas, um teatro, 16 emissoras de rádio e cinco de TV, que compunham a Rede Manchete.
A revista Manchete, que vendia 120 mil exemplares, em 1957, foi sempre o carro-chefe da empresa. Chegou a superar a tradicional concorrente O Cruzeiro e lançou nomes ilustres como Rubem Braga e Fernando Sabino.
História em Quadrinhos
Nos anos 70, a Bloch publicou quadrinhos dos super-heróis Marvel no polêmico formatinho e criou o Clube do Bloquinho, idéia de Wilson Viana, o Capitão Aza.
Fim da Editora
A Bloch Editores teve sua falência decretada em agosto de 2000.
Em dezembro de 2002, os principais títulos das revistas da Bloch Editores – Manchete, Pais & Filhos, Ele & Ela e Fatos & Fotos – foram leiloados. O comprador foi Marcos Dvoskin, ex-diretor geral da Editora Globo, que criou a Manchete Editora.
O acervo fotográfico da massa falida da Bloch Editores, que reúne as fotografias produzidas pelos profissionais das revistas Manchete, Fatos e Fotos, Amiga, Desfile, Sétimo Céu, Geográfica Universal e Pais & Filhos, não recebeu nenhum lance em seu primeiro leilão, a 22 de novembro de 2009. O acervo contém mais de 12 milhões de fotos de acontecimentos históricos entre 1952 e 2000, das guerras aos concursos de miss, das Copas do Mundo às manifestações contra o regime militar, incluindo algumas não-publicadas, e foi avaliado em 2 milhões de reais. Mesmo partindo-se numa segunda tentativa com lance mínimo equivalente à metade da avaliação, não houve interessados.Finalmente, o acervo fotográfico foi arrematado por 300 mil reais, em um leilão no dia 5 de maio de 2010, no Rio de Janeiro.  O comprador atende pelo nome de Luiz Fernando Fraga Barbosa. O arquivo encontra-se em paradeiro desconhecido.Além disso, surgiram questionamentos e processos na Justiça referentes ao modo como foi vendido o acervo e Direitos Trabalhistas.

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CAPAS DE TEROR DA EDITORA BLOCH A MUMIA

Terça-feira, 10.04.12




















Bloch Editores
História
Foi por décadas um dos mais importantes conglomerados da imprensa no Brasil. O Grupo Bloch começou a ser erguido pelo imigrante ucraniano Adolpho Bloch em 1952, e na sua melhor fase era composto por duas gráficas, uma fábrica de tintas, editora e distribuidora de livros didáticos e revistas, um teatro, 16 emissoras de rádio e cinco de TV, que compunham a Rede Manchete.
A revista Manchete, que vendia 120 mil exemplares, em 1957, foi sempre o carro-chefe da empresa. Chegou a superar a tradicional concorrente O Cruzeiro e lançou nomes ilustres como Rubem Braga e Fernando Sabino.
História em Quadrinhos
Nos anos 70, a Bloch publicou quadrinhos dos super-heróis Marvel no polêmico formatinho e criou o Clube do Bloquinho, idéia de Wilson Viana, o Capitão Aza.
Fim da Editora
A Bloch Editores teve sua falência decretada em agosto de 2000.
Em dezembro de 2002, os principais títulos das revistas da Bloch Editores – Manchete, Pais & Filhos, Ele & Ela e Fatos & Fotos – foram leiloados. O comprador foi Marcos Dvoskin, ex-diretor geral da Editora Globo, que criou a Manchete Editora.
O acervo fotográfico da massa falida da Bloch Editores, que reúne as fotografias produzidas pelos profissionais das revistas Manchete, Fatos e Fotos, Amiga, Desfile, Sétimo Céu, Geográfica Universal e Pais & Filhos, não recebeu nenhum lance em seu primeiro leilão, a 22 de novembro de 2009. O acervo contém mais de 12 milhões de fotos de acontecimentos históricos entre 1952 e 2000, das guerras aos concursos de miss, das Copas do Mundo às manifestações contra o regime militar, incluindo algumas não-publicadas, e foi avaliado em 2 milhões de reais. Mesmo partindo-se numa segunda tentativa com lance mínimo equivalente à metade da avaliação, não houve interessados.Finalmente, o acervo fotográfico foi arrematado por 300 mil reais, em um leilão no dia 5 de maio de 2010, no Rio de Janeiro.  O comprador atende pelo nome de Luiz Fernando Fraga Barbosa. O arquivo encontra-se em paradeiro desconhecido.Além disso, surgiram questionamentos e processos na Justiça referentes ao modo como foi vendido o acervo e Direitos Trabalhistas.

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Salman Rushidie

Terça-feira, 10.04.12





Salman Rushidie

Tempos atrás uma escritor poderia passar meses na cadeia se não tomasse cuidado com o que colocasse no papel, poderia arruinar toda a sua vida com uma simples estrofe. Eram tempos difíceis, mas as palavras, talvez por serem armas de poucos eram muito mais temidas e perigosas. Hoje estamos acostumados a ler todo o tipo de coisa, não existe mais aquele lado romântico aonde mesmo indo a forca o escritor sabia que sua mensagem havia mexido com alguém e realizado alguma coisa. São poucos os artistas que conseguem irritar as autoridades com uma idéia e uma caneta na mão, e é exatamente este o caso do Indiano Salman Rushdie
De personalidade assumidamente anti-islâmica e rebelde o autor confessa. “Tenho um talento especial para irritar as pessoas. Sou um inimigo natural.”. Salman é declaradamente  anti-religioso se considerarmos como religião as manifestações institucionalizadas encontradas ao redor do mundo. Segundo ele ”inventamos Deus só por duas razões: para saber de onde viemos e como devemos nos comportar. Mas as origens das religiões são falsas e quando impõem uma ética, as pessoas começam a ser torturadas e mortas". Ou seja o escritor coloca-se desde inicio contra toda a religião oficial, e talvez por ter nascido no oriente devotou-se a ser um inimigo especial do Islamismo.
Sua carreira começou com a publicação daquele que talvez exatamente por ser o mais ousado e criticado seja até hoje é seu livro mais vendido; “Versos Satânicos” conta de forma romanceada a experiência pessoal do autor com o islamismo e sua subseqüente frustração. O livro conta com diálogos inteligentes, narrações surrealistas e fatos concretos e históricos. O livro todo de forma implícita ou explicita reserva criticas acidas ao niilismo, ao cristianismo, ao hinduismo, ao ocidente ao oriente, e, mas especialmente as nações islâmicas.
Entre diversas outras criticas encontramos, por exemplo, as evidências de que o Alcorão foi inventado por Mohammad, e que esta suposta revelação surgia de acordo com as necessidades, políticas, econômicas, e até mesmo pessoais do período em que o dito profeta vivia em determinado momento. Segundo Salman e diversos outros estudiosos, Mohamad sofria de ataques epiléticos e soube da mesma forma que os xamãs ameríndios transformar sua estranheza em uma ferramenta de controle sobre os outros homens. O profeta do Islam soube servir-se de sua debilidade para confirmar suas revelações, afirmando que suas crises eram devidas a contatos diretos e diálogos espirituais que tinha com o Arcanjo Gabriel.
No meio do romance Rushdie ainda faz referência aos primórdios pré-islamicos quando Allah ainda era somente o nome de um entre centenas de ídolos adorados  do panteão árabe.  Allah e suas filhas Al Lat, Al Uzza e Manat eram largamente adorados em toda a Meca e região. No inicio da pregação de Maomé era permitido adorara Allah e parar pela intercessão de suas filhas, somente mais tarde quando sua influência cresceu é que o culto único a Allah foi imposto.  
Como se não fosse o bastante Rushdie expôs de forma nua e crua a opressão contra a mulher e o fascínio e medo do mundo islâmico de ser dominado pelos valores do Novo Oeste. Segundo o autor “Para um número imenso de muçulmanos "crentes", "o islã" representa, de maneira confusa e apenas semi-analisada, não apenas o temor a Deus -e, desconfia-se, é realmente mais de temor do que de amor que se trata-, mas também um conjunto de costumes, opiniões e preconceitos que incluem as práticas alimentares, a reclusão ou quase reclusão forçada de "suas" mulheres, os sermões proferidos pelos mulás de sua preferência, a aversão à sociedade moderna em geral, repleta de música, sexo e a ausência do divino e uma aversão (e medo) mais específica diante da perspectiva de que o mundo que os cerca possa ser dominado pelo estilo ocidental de vida -"ocidentoxicado", por assim dizer.”
Seu livro seria visto com curiosidade e interesse por ocidentais, já menos ligados a forças religiosas do que o restante do mundo, mas no oriente, especialmente nas nações islâmicas onde a teocracia ainda está acima do individuo, o livro foi declarado uma das maiores blasfêmias já escritas e a reação muçulmana foi fortíssima. Protestos e manifestações titânicas vieram das massas muçulmanas da Turquia, Índia e Paquistão. Em outros países a reação foi ainda mais forte.
Com a publicação de Versos Satânicos, o aiatolá Khomeini, a figura mais forte e carismática do mundo muçulmano naquele período, declarou através de um decreto religioso que " é obrigações de todo o glorioso povo muçulmano cooperar para que o autor dos Versos Satânicos, livro que é contra o Islam, o Profeta e o Alcorão, e todos os que estão envolvidos na sua publicação e estavam conscientes do seu conteúdo, sejam desde agora condenados à morte por ofensas graves contra Allah." Livrarias foram saqueadas, e incendiadas. Uma fundação iraniana conhecida como Khordad ofereceu a recompensa de dois milhões e meio de dólares  a quem desse provas de ter matado Rushdie.  Além disso mais de quinhentos iranianos ofereceram vender um dos seus rins voluntariamente para financiar a execução do autor.
Rushdie passou toda a década seguinte vivendo na clandestinidade fugindo de país em país, trocando constantemente de identidade e endereço.  Companhias aéreas se recusavam a transporta-lo sob a alegação deste ser uma ameaça para a segurança dos outros passageiros. Em 1989 Khomeini morreu e segundo as leis islâmicas em que um decreto religioso só pode ser anulado por que o decretou, a condenação de Salman passou a ser eterna. Dois anos depois, Hitoshi  Igarashi, tradutor de Versos Satanicos para o japonês foi morto a facadas por radicais islâmicos, Ettore Capriolo, tradutor italiano teve mais sorte e sobreviveu por pouco de um ataque em Milão e em 1993 William Nygarrad, editor norueguês do livro escapa da morte após levar quatro tiros nas costas. Os Editores Chineses da obra receberam mais de cinco mil cartas ameaçadoras inclusive mais de vinte ameaças de bomba.
Hoje em dia Rushidie já aparece mais na mídia, mas ainda faz parte do programa de proteção da policia britânica para a qual pediu exílio.  De cabelos grisalhos com sua terceira esposa e talvez mais sarcásticos do que antes o autor é um dos inimigos mais ativos do fundamentalismo religioso. Seu nome tornou-se símbolo de uma nova forma critica de se  pensar e se expressar que vem contribuindo na luta contra o fundamentalismo no Oriente. A cada ano mais e mais “Rushies” surgem. Como o próprio autor gosta de colocar: “Ou os muçulmanos reformulam o Islam, ou os Rushdies farão isso por eles.” Mesmo perseguido e condenado à morte, Salman foi autor de mais alguns livros, todos é claro primando por sua própria dose de rebeldia contra o status quo. Segundo suas próprias palavras, seu plano pessoal para a vida é escrever livros até cair e morrer nesse processo. “Sinto que minha cabeça está cheia de livros", diz ele. De qualquer forma, o escritor arca com as responsabilidades de dizer para a massa ignorante o que ela não quer ouvir. A grande ironia é que o homem que “matou” o Profeta profetizou seu próprio futuro em sua própria obra, como lemos no seguinte trecho de Versos Satanicos:
“Um livro é o produto de um contrato com o Diabo que inverte o contrato Faustiniano,  disse ele à Allie. Dr. Faustus sacrificou  sua eternidade em troca de dois anos de poder; o escritor concorda em arruinar sua vida e ganhar (se tiver sorte!) senão a eternidade, pelo menos a posteridade. De qualquer forma é sempre o Diabo que sai ganhando.” Salman foi um destes que teve sorte e saiu ganhando talvez por ser o próprio Diabo. Ele realizou o sonho romântico de todo artista, afinal seus inimigos foram no fim os maiores promotores da própria obra que os denegria. Rushidie tornou-se imortal no exato momento em que foi condenado à morte.


senhor desmanipulador            

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publicado por duronaqueda às 12:50

PHOLHAS

Terça-feira, 10.04.12



                                 


PHOLHAS-Biografia
http://www.jovemguarda.com.br/img/discografia/megatons/pholhas-lp-pholhas.jpg
Primeira formação da banda PHOLHAS com Hélio Santisteban, Paulo Fernandes, Oswaldo Malagutti Jr. e Wagner Tadeu Benatti "Bitão"-1968 a 1978



BIOGRAFIA COMPLETA DOS PHOLHAS
No final de 1968 na cidade de São Paulo, três rapazes: Paulo Fernandes, Oswaldo Malagutti e Helio Santisteban, haviam acabado de deixar a banda “Wander Mass Group” e pretendiam montar outro grupo que tivesse mais a ver com sua personalidade musical. Convidaram então o amigo Wagner “Bitão” Benatti, experiente guitarrista e vocalista (autor inclusive da música Tijolinho - um dos grandes sucessos da Jovem Guarda) que aceitou prontamente o convite e no início de 1969, mais precisamente no dia 18 de fevereiro, os quatro rapazes fizeram o 1o ensaio oficial da nova banda que ainda não tinha nome. Pouco tempo depois um grande amigo dos rapazes que estava sempre presente aos ensaios - Marco Aurélio o “Lelo”, sugeriu o nome PHOLHAS, que grafado com “PH” ficava bem original e foi logo aceito com entusiasmo por todos sem restrições.
Em maio daquele mesmo ano a banda fez sua estréia tocando em bailes e rapidamente fixou-se como uma das melhores de São Paulo conquistando cada vez mais seguidores fiéis nas suas apresentações.
Com essa crescente popularidade era inevitável que o caminho natural das coisas fosse a gravação do 1o disco, o que tornou-se realidade em 1972 quando dois diretores da gravadora RCA Victor foram a um ensaio dos rapazes ficando impressionados com a qualidade instrumental-vocal e as composições da própria banda, que havia optado por cantar e compor em inglês, até porque na época a maioria da programação das rádios e TVs era de sucessos internacionais e a MPB não tinha a mesma força como atualmente.
Em setembro de 1972 os PHOLHAS lançam seu 1° LP: Dead Faces do qual foi extraido um compacto duplo com as canções My Mistake, Pope, Shadow of love e My first girl, que chegou ao 1o lugar das paradas em apenas 3 meses após o lançamento, vendendo a fabulosa quantia de 450.000 cópias! Isso lhes rendeu o primeiro disco de ouro da carreira. O grande público chegou até a pensar que os PHOLHAS fossem um grupo estrangeiro, mas sempre fizeram questão de explicar que eram apenas 4 músicos brasileiros cantando em inglês com o objetivo de internacionalizar seu trabalho. A seguir vieram as canções She Made Me Cry, I Never Did Before e Forever, todas com vendagem superior a 300.000 cópias, firmando os PHOLHAS como um dos maiores fenômenos musicais brasileiros o que levou a RCA em 1975 a lançar o LP Dead Faces na Espanha e em toda América do Sul com o título “HOJAS” dando mais um disco de ouro ao grupo.
Em 1977 após 5 anos de seguidos sucessos a banda (bem como a maioria dos artistas da época) viu-se um pouco fora da nova onda mundial que surgia e estava fazendo a cabeça da moçada: a “discotheque”, tipo de música “mecanizada” que reinou absoluta em todas as casas de “shows”, rádios e TVs durante muito tempo. Os rapazes dos PHOLHAS não estavam dispostos a fazer esse tipo de música, nada tinha a ver com eles, preferindo dedicar-se com mais afinco à montagem do próprio estúdio de gravação. Porem, por obrigações contratuais e cedendo às fortes pressões da gravadora, gravaram o LP “O SOM DAS DISCOTHEQUES” contendo “covers” dos principais sucessos do gênero, chegando a vender mais de 150.000 cópias. Nessa ocasião Hélio Santisteban resolveu fazer carreira solo saindo então da banda. Em seu lugar entrou o tecladista Marinho Testoni, ex “Casa das Máquinas”. Resolveram então experimentar uma mudança radical no trabalho lançando no final de 1977 o disco “PHOLHAS” voltado para o rock progressivo com “pinceladas” do bom e velho rock’n’roll tradicional, tudo cantado em português como já vinham querendo fazer a algum tempo. O disco não chegou a ter uma vendagem igual aos anteriores mas acabou virando “cult” e ainda hoje é muito disputado pelos colecionadores.
Em 1978, é a vez de Oswaldo Malagutti deixar a banda para dedicar-se exclusivamente ao seu recem montado estúdio de gravações que hoje veio a tornar-se um dos maiores e melhores da América Latina o MOSH STUDIOS. Em seu lugar entrou o excelente baixista João Alberto que vinha de um vasto curriculo de bandas e naquele momento estava vindo da banda “Casa das Máquinas”.
No final de 1979 Hélio Santisteban abandona a carreira solo e a banda o acolhe novamente.
Preparam então um novo trabalho voltado ao estilo que os consagrou: cantando e compondo em inglês e lançam “Memories” no inicio de 1980.
Em 1981 Marinho Testoni sai da banda e a partir daí os PHOLHAS trabalham incessantemente compondo e produzindo muito, a agenda de “shows” cresce novamente. Nos anos seguintes lançam os discos:
· “PHOLHAS”, de 1982 , último disco gravado na RCA.
· “WINGS”, de 1985, gravadora Lupsom, cujo título refere-se à versão para o inglês que fizeram do clássico Asa Branca do mestre Luis Gonzaga.
· “THE NIGHT BEFORE”, de 1987, gravadora Lupsom.

· “CÔRTE SEM LEI”, de 1988, gravadora Ecosom. Foi o 2o disco gravado em português.
· “DISCO DE OURO”, CD de 1995, gravadora BMG/RCA, relançamento dos maiores sucessos da carreira do grupo.
· “PHOLHAS, 25 ANOS”, de 1996, gravadora Laser, CD comemorativo dos 25 anos de gravações da banda reunindo 8 “covers” de grandes sucessos internacionais dos anos 60 e 70, duas canções inéditas: TRUE LOVE e WHEN YOU SAID GOODBYE e as regravações de My Mistake e She Made Me Cry.
· “PHOLHAS Forever, 26 anos”, de 1998, gravadora Laser, reunindo 12 “hits” dos anos 60 e 70, porem com novos arranjos.
· “DEAD FACES”, CD de 1999, gravadora BMG, relançamento remasterizado do 1o LP.
· “HITS BRASIL”, CD duplo da Globo Music lançado no inicio de 2000 reunindo os principais artistas brasileiros dos anos 70 que gravavam exclusivamente em inglês. Neste CD os PHOLHAS participam com My Mistake e She Made Me Cry.
· “PHOLHAS – Ao Vivo no Brasil!”, CD gravado ao vivo entre 2000 e 2001 em várias cidades brasileiras. É a primeira gravação independente da banda.
· “PHOLHAS, 70’s GREATEST HITS”, de 2003, gravadora BMG, considerado um dos melhores trabalhos vocais e instrumentais da banda, reunindo 14 grandes “hits” dos anos 70, recriados com novos arranjos. Como curiosidade este CD traz as participações especiais de 2 músicos convidados: Oswaldo Malagutti, 1° baixista da banda, nas musicas My Mistake e Stormy, e Marinho Testoni nos teclados.
· “PHOLHAS”, CD de 2005, gravadora SONY serie MAXXIMUM, reunindo 17 canções que foram grandes sucessos da banda, sendo que algumas antes só existiam em vinil:
· “PHOLHAS FOREVER”, 2009. Este é o 2° CD independente e a exemplo do primeiro só é comercializado nos “shows”.
No final de 2007 Helio Santisteban deixa definitivamente a banda, a partir de então Bitão, Paulinho e João Alberto resolvem não ter mais um tecladista fixo e sim um tecladista especialmente convidado para cada apresentação. Essa formula deu tanto certo que virou um atrativo a mais dos shows!

Em 2009 completando 40 anos ininterruptos de boa música, os PHOLHAS acumularam uma vasta experiência musical, colecionando vários discos de ouro, conquistando cada vez mais uma legião incrível de admiradores e firmando-se definitivamente como um dos maiores nomes do cenário “pop”, comprovado tanto nas gravações quanto nas apresentações que fazem por todo o Brasil e América do Sul e para comemorar lançaram o CD independente “PHOLHAS – Forever” (atualmente disponível somente nas apresentações) e o novo show “PHOLHAS – 40 Anos” que vem sendo aclamado pela critica como um dos melhores do gênero, tendo como destaque - alem das próprias canções, grandes “hits” dos “Bee Gees”, “Creedence Clearwater Revival”, “Elvis Presley”, “Rolling Stones” e é claro, uma bela homenagem à banda que foi a mais importante na carreira dos PHOLHAS: “The Beatles”.
Formação da banda em 2008: Da esquerda para a direita: PAULO FERNANDES, BITÃO, MARINHO e JOÃO ALBERTO. A banda continuava fazendo seus shows sem a presença do HÉLIO SANTISTEBAN que saiu em carreira solo. O Bitão assume de vez os vocais principais da banda. Logo depois, sai o MARINHO TESTONI que era músico convidado para os teclados.
Formação da banda PHOLHAS anos 2008/2009/2010 e 2011, agora oficialmente com JOÃO ALBERTO(BAIXO E VOCAIS), PAULO FERNANDES(BATERIA E VOCAIS) E WAGNER T.BENATTI "BITÃO"(GUITARRA E LEAD VOCAL). Eles convidam sempre um tecladista para fazer shows pelo Brasil afora.
um pouco mais sobre a formação atual da banda PHOLHAS:
BITÃO
(Guitarras
e Vocais)
Nome: Wagner Tadeu Benatti
Aniversário: 20/01/51
Local de Nascimento: São Paulo, Capital
BANDAS ANTERIORES
• THE BATS
• QUATRO SEM E UM
• COM ÓCULOS
• MEGATONS
• OS WALDSONS
• THE MASKERS
• COKE LUXE
• ROCKTERAPIA
• WOMP!
PAULO FERNANDES (Bateria e Vocais)
Nome: Paulo Roberto Fernandes
Aniversário: 20/08/51
Local de nascimento: São Paulo, Capital
BANDAS ANTERIORES
• ATLANTIS
• WANDER MASS GROUP
PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS
• ROCKTERAPIA
• NUNO MINDELIS
JOÃO ALBERTO (Baixo e Vocais)
Nome: João Alberto Martinez Florentino
Aniversário: 24/06/51
Local de nascimento: São Paulo, Capital
BANDAS ANTERIORES
• PORÃO 99
• OS BOTÕES
• DAVE MACLEAN
DEAD FACES - 1973 - RCA
N° de Catálogo: 103.0078
Lado A:
The other one
She made me cry
The world's truth
The Beauty of your soul
My mistake
Dead faces
Lado B:
In my way
I never did before
It's gonna be hard
Your mother doesn't really appreciate our friendship but I don't mind
Angel's spring
The king's walk

1973/1974-Compacto duplo+bônus-Raríssimo!
Ano: 1973/1974
Gravadora: RCA
N° de Catálogo: 102.0021
Compacto duplo
01-My mistake
02-Pope
03-Shadow of love
04-My first girl
05-She made me cry(bônus)
06-Your mother really doenst' apreciate too much our(bônus)
07-Forever(bônus)

Ano: 1974
Gravadora: RCA
N° de Catálogo: 991.0201
Compacto duplo
(Gravado em castelhano para lançamento na América do Sul)
Lado A:
Mi culpa
Ella me hizo llorar
Lado B:
Nunca lo hice antes
Que difícil es
FOREVER - 1974 - RCA
Lado A:
Forever
Good-bye
Flowers in the rain
Alone and free
Sally bell
I still remember
Lado B:
The king of space
Special girl
So long folks
The game is getting money
We're all mad
Only one pineapple
HOJAS - 1975 - RCA
N° de Catálogo: SPL1-9204
Lado A:
The other one
She made me cry
The world's truth
The Beauty of your soul
My mistake
Dead faces
Lado B:
In my way
I never did before
It's gonna be hard
Your mother doesn't really appreciate our friendship but I don't mind
Angel's spring
The king's walk
PHOLHAS - 1975 - RCA
N° de Catálogo: 110.0011
Lado A:
Get back
Anymore
I'm down
My sad blues
Lonely boy
Sunshine
Lado B:
My sorrow
I'll make your day bright
Clouds
I use to sleep
No more chances
Bye people
DISCO DE OURO - 1977 - RCA
N° de Catálogo: 109.0022
Lado A:
My mistake
Forever
The other one
I'm down
Shadow of love
My sorrow
In my way
Lado B:
She made me cry
I never did before
Anymore
Special Girl
Sunshine
Get back
Dead faces


PHOLHAS - 1977 - RCA
N° de Catálogo: 109.0217
Lado A:
Panorama
Imigrantes
Somente Rock'n'Roll
Solidão
Metro-trem
Lado B:
Anoiteceu
Águas passadas
Dr. Silvana
Pra ser mais eu
Luzes / Câmera / Ação
O SOM DAS DISCOTEQUES - 1978 - RCA
N° de Catálogo: 103.0247
Lado A:
Night fever
I just want to be your everything
Don't let me be misunderstood
You should be dancing
Disco Inferno
San Francisco
Ma baker
Lado B:
Easy
Baby come back
The house of the rising sun
What's your name, what's your number
Zodiacs
I love you
L
MEMORIES - 1980 - RCA
N° de Catálogo: 103.0342
Lado A:
You are the light of my life
Carousel
Happy train
I remember
Memories
Ready to take a chance again
Lado B:
Poor side of town
I love you
Remember the night before
Good times
I hope to meet you
Moonlight serenade
DISCO DE OURO VOL. II - 1981 - RCA
N° de Catálogo: 109.0061
Lado A:
Only you
I remember
Flowers in the rain
Angel's spring
Poor side of town
Yes it's romantic
No more chances
Lado B:
Moonlight serenade
My first girl
I love you,
I'll make your day bright
You are the light of my life
I still remember
Good-bye

PHOLHAS - 1982 - RCA
N° de Catálogo: 109.0096
Lado A:
Like an angel
You are my life
Tenderness
What can we do?
When you come back
Serenata ao luar
Lado B:
Sunshine and tears
Hope
Somewhere there's a love
Park avenue
Sweet darling
Nobody knows

WINGS - 1985 - LUPSOM
N° de Catálogo: 825.396-1
Lado A:
Song for John
Remember the park
Forever
The night before
Sunday morning
Lado B:
Wings
I love you so much
You are my sky
She made me cry
My mistake
THE NIGHT BEFORE - 1987 - LUPSOM
N° de Catálogo: 2L9.0009
Lado A:
The night before
Forever
She made me cry
Remember the park
Song for John
Lado B:
My mistake
I love you so much
Sunday morning
Wings
You are my sky
OLHAS.rar
CÔRTE SEM LEI - 1988 - LUPSOM
N° de Catálogo: 2E3.000-4
Lado A:
Corte sem lei,
Acende a luz
Mania de sentir
Você hoje é mulher
Outro verão
Meu erro
Lado B:
Eu e você
Seu destino era eu
Pela cidade
Nada pra esperar
Cena a dois
Um sonho a dois

Ano: 1996 - Gravadora: LASER
N° de Catálogo: LCD-50.019
Título: PHOLHAS 25 Anos
All by myself
I started the joke
A whiter shade of pale
Skyline pigeon
Venus
Have you ever seen the rain
How can you mend a broken heart
Listen to the music
When you said goodbye
True love
My mistake
She made me cry

Ano: 1997 - Gravadora: LASER
N° de Catálogo: LCD-80.002
Título: PHOLHAS 26 Anos
It's too late
Forever
Proud Mary
Stormy
Smoke gets in your eyes
Bus Stop
All in love is fair
If
Blue suede shoes
Unchained melody
Reflections of my life
In my way

1998-pholhas 28 anos especial
01 - The night before.mp3
02 - Sunday morning.mp3
03 - Twilight time.mp3
04 - Wings (asa branca).mp3
05 - Song for John.mp3
06 - Sweet memories.mp3
07 - Remember the park.mp3
08 - I Love you so much.mp3
09 - Just a dream ago.mp3
10 - You're my sky.mp3
11 - Just the way you are.mp3
12 - The end.mp3
1998-PHOLHAS-27 ANOS-SELEÇÃO DE OURO
gravadora: LASER RECORDS
Ano: 1998
01 - My Mistakes
02 - Forever
03 - She Made Me Cry
04 - Have You Ever Seen The Rain
05 - When You Said Goodbye
06 - In My Way
07 - Bus Stop
08 - You Make Me Feel Brand New
09 - True Love
10 - Smoke Gets In Your Eyes
11 - Traces
12 - Venus
13 - There Is A Kind Of Hush
14 - I Started A Joke
15 - If You Don´t Know Me By Now

1998-PHOLHAS ao vivo no Pelourinho-Salvador-Ba(audio DVD)




2000-Pholhas-100 anos de música-RCA-Coletânea-1
faixas:
01-Only you
02-I remember
03-Flowers in the rain
04-Angel s'pring
05-Poor side of down
06-Yes, it's romantic(instrumental)
07-No more changes(to love me)
08-Moonlight serenade
09-My first girl
10-I love you
11-I'll make your day bright
12-you are the light of my life
13-Still remember
14-Goodbye
15-Forever
16-My mistake
17-Shadow of love
2000-Pholhas-100 anos de música-RCA-Coletânea-2
Continuação: parte 2 do album duplo.
faixas:
18-Dead faces
19-Night fever
20-Baby come back
21-Sunshine
22-Get back
23-Memories
24-Special girl
25-Your raimbow
26-Panorama
27-Anymore
28-She made me cry
29-If you don't know me by now

Ano: 2000 - Gravadora: Pholhas Records
N° de Catálogo: 10.358
Título: AO VIVO! NO BRASIL
She made me cry
Get back
Stormy
A whiter shade of pale
Venus
The other one
Unchained melody
My mistake
Listen to the music
It's too late
I never did before
Have you ever seen the rain
Proud Mary,
Forever
If
Blue suede shoes
Ano: 2003 - Gravadora: BMG Brasil
N° de Catálogo: 82876501862
Título: PHOLHAS, 70’s GREATEST HITS
These eyes
Who´ll stop the rain
Easy
My mistake
My pledge of love
A whiter shade of pale
Stormy
How deep is your love
Forever
Yellow river
She made me cry
You make me feel brand new
No matter what
Your song
Ano: 2005 - Gravadora: Sony Music
N° de Catálogo: 828767130026
Título: MAXXIMUN: PHOLHAS
My Mistake
She Made Me Cry
In My Way
Forever
Special Girl
The Other One
I Never Did Before (Mr.X)
Dead Faces
My Sorrow
Sunshine
Anymore
Get Back
I´m Down
Pope
My First Girl
Flowers in the Rain
No Matter What
2006-PHOLHAS-20 super sucessos-Coletânea
l
2006-Pholhas-Rock Hits-Coletânea alternativa-1
Esta é uma coletânea alternativa que montei com as músicas mais quentes e roqueiras da banda PHOLHAS.
faixas:
01-In my way
02-the word's truth
03-Dead faces
04-your mother really doens't appreciate too much our friendship...
05-the king of space
06-Sally bell
07-we're all mad
08-My sad blues
09-I'm down
10-I'll make your day bright
11-I used to sleep
12-No more chances
13-Bye people
14-have your ever seen the rain
15-Venus
16-Listen to the music
17-blue suede shoes
18-bus stop
19-proud Mary
20-In my way(version 97)
2006-Pholhas-Rock Hits-Coletânea alternativa-2
faixas:
21-Song for John(homenagem ao John Lennon)
22-Love you so much
23-The night before
24-Sunday morning
25-Venus(live 2000)
26-Listen to the music(live 2000)
27-Proud mary(live 2000)
28-Have you ever seen the rain(live 2000)
29-Blue suede shoes(live 2000)
30-Only you
31-Pour side of town
32-I'll make your day bright
33-Night fever
34-Wholl' stop the rain
35-My pledge of love
36-Yellow river
37-No matter what
38-These eyes
39-Pope
40-My first girl
41-The king's walk(instrumental)
42-Only one pineapple(grand final)-instrumental

Ano: 2009 - Produção Independente
Título: PHOLHAS FOREVER
Forever
My Mistake
Who´ll Stop the Rain
You Make Me Feel Brand New
Easy
My Pledge of Love
Stormy
Bus Stop
She Made Me Cry
Yellow River
Smoke Gets in Your Eyes
If
In My Way
These Eyes
It´s too Late
Sunshine
Dead Faces

SITE OFICIAL DA BANDA PHOLHAS: http://www.pholhas.com.br/
BLOGS:
http://pholhascuriosidades.blogspot.com/
http://pholhasnews.blogspot.com/
AGENDA: http://agendapholhas2010.blogspot.com/
CONTATOS PARA SHOWS: através do e-mail pholhas@pholhas.com.br OU Pelo fone em horário comercial: 0xx11-32030816
FOTOS: http://picasaweb.google.com/banda.pholhas

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Terça-feira, 10.04.12
 



            Hanna Barbera                            


                     

Um mundo mágico atrás da tinta
Para a maioria de nós, o mundo da animação continua a existir na memória. Não importa quantos anos possam se passar. Ainda podemos recordar vividamente aqueles momentos mágicos quando figuras animadas ganhavam vida própria.
Na sala de um cinema lotado, nossos barulhentos e festivos amigos se regozijavam quando o rato iludia o gato. Olhos arregalados, quando os heróis e heroínas do reino dos contos de fadas dançavam diante de nós.
Na sala de estar, gargalhadas e mais gargalhadas quando um desembaraçado urso, com um chapéu em forma de torta, surrupiava outra cesta de piquenique. Ou quando um inocente morador de subúrbio, em pele de leopardo, berrava por outro plano fracassado.
Não são meramente desenhos e croquis. Mesmo brotando da imaginação de ilustradores, animadores, atores e diretores, eles residem em um canto das nossas mentes, tão reais quanto nossos vizinhos da porta ao lado.

Bill Hanna

Joe Barbera
Dois homens de estilos e temperamentos amplamente diferentes, transformaram um sonho em um império. Fizeram sucesso ao unir suas aspirações e seus talentos, criando 2 décadas dos clássicos desenho Tom & Jerry. Adquiriram assim, um grande domínio em criar desenhos animados para TV, chegando até os mais longínquos cantos do globo.
Joseph Barbera, o artista de New York e sua caneta rápida sempre a mão. William Hanna, um cara de fala mansa, do meio oeste com uma habilidade prodigiosa como empreendedor. Fundaram a HB Productions, uma empresa que o programa 60 minutos, um telenoticiário da CBS chamou de a GM da animação.

Independente de sua longevidade como uma equipe, Hanna Barbera conquistou seu status como uma história americana de sucesso, numa época em que a animação para televisão era considerada nada realista e contraproducente. Desenvolveram e aperfeiçoaram suas técnicas. Tornaram possível produzir um grande número de desenhos animados todas as semanas.
Várias gerações de jovens dos anos 60 desenvolveram uma crescente parcela de afeição e entusiasmo por um destemido urso do parque Jellystone. Não é exagero declarar que Bill Hanna e Joe Barbera mudaram para sempre a face da nossa TV.
Desenvolveram uma nova forma de humor que condizia com os menos pacientes e mais bem informados. Rápido, básico e sem enfeites, eles projetaram as sutilezas da animação com muita sátira e vários truques. Hanna Barbera sentiu que os jovens e seus "pais" que assistiam a Dom Pixote respondiam apreciativamente, e aqueles que usavam o imaginário ao assistir Pepe Legal reconheciam sua alegre sátira às trama de faroeste concebidas pelos produtores de filmes. Encontraram mais motivos para rir das artimanhas dos suburbanos da Idade da Pedra Fred e seu amigo Barney, cujas vidas tão coincidentemente fariam com que eles se espelhassem no século XX.
Quando é que a magia começou? Em que momento no tempo aqueles dois homens de experiências completamente diferentes iniciaram uma parceria criativa que sobreviveu por meio século?
Por sua própria conta, nenhuma faísca centelhou, nenhuma chama iluminou os céus, quando eles se encontraram pela primeira vez em 1937 no novo departamento de desenhos animados da MGM.
Havia respeito mútuo e admiração, mais nada.

Tom e Jerry
Com o passar de um ano, sentaram–se em carteiras frente a frente e mesclaram seus talentos para criar a estória de um gato chamado Tom e um pequeno, mas porém esperto, rato chamado Jerry. O resto é animação e a magia, que se estenderam por duas décadas. Mais tarde se transformou num mundo de desenhos, habitado por personagens como Dom Pixote, Zé Colmeia, Fred Flintstone, Wally Gator, Touché, Matraca Trica, Os Impossíveis, Manda Chuva, Pepe Legal, Penélope Charmosa, e muito, muito, muito mais!!!
Texto extraído do livro
The Art of Hanna Barbera
by Ted Sennett
tradução: Rodrigo Palhares
 Willian Hanna - Um dos gênios criadores da HB Productions


William Hanna ou William Denby "Bill" Hanna nasceu no dia 14 de julho de 1910, em Melrose, Novo Mexico, filho de William J. Hanna, de origem irlandesa e Avice Hanna. Durante sua juventude, entre 1925 a 1928, estudou engenharia na faculdade Compton High School, mas sua paixão e talento para o desenho fizeram ele se aventurar na realização de desenhos animados.


Hanna teve sua chance em 1932, quando descobriu que a Leon Schlesinger Productions, que produzia os desenhos para a Warner Bros estava contratando pessoal. Com seu talento natural para o desenho não foi difícil ele ser aceito pela a vaga e logo passou a encabeçar o departamento de desenho. Ele permaneceu na companhia até em 1933, quando Hugh Harman e Rudolf Ising deixaram o estúdio de Schlesinger para produzirem desenhos de maneira independente para a Metro-Goldwyn-Mayer. Vendo nisso uma grande oportunidade de trabalho, Hanna foi trabalhar com os dois.


Em 1936, Hanna dirigiu o seu primeiro curta metragem animado chamado "To Spring" (A Primavera). No ano seguinte, em 1937, a Metro-Goldwyn-Mayer resolveu criar o seu próprio departamento de animação e deixaram de negociar com Harman-Ising. Hanna deixou a empresa e se juntou a MGM como diretor principal das séries de curta metragens para o cinema, tais como "The Captain and the Kids". Nesse mesmo ano chegava a empresa Joseph Barbera e em 1939 os dois começaram a trabalhar juntos e criar um laço de amizade muito forte entre os dois.


A primeira produção em que Hanna e Barbera trabalharam juntos foi em "Puss Gets the Boot", que foi realizada em 1940 e acabou sendo indicada ao Oscar como o Melhor Curta Metragem de Animação daquele ano, além disso apresentaram os seus personagens mais famosos, Tom e Jerry.


Após o fechamento do departamento de animação da MGM, Hanna resolveu abrir a companhia Shield Production, juntamente com Jay Ward, mas a empresa fechou em pouco tempo. Depois disso resolveu juntamente com seu amigo Joseph Barbera fundar a produtora H-B EnterprisesProductions para produzir o desenho animado "The Ruff and Reddy Show" para a televisão. Em 1959 a H-B passou a se chamar Hanna-Barbera Productions.


Com o decorrer do tempo, o estúdio Hanna-Barbera se converteu numa das mais importantes companhias produtoras de desenhos animados para a televisão, criando uma série de personagens e animações que ficaram famosas no mundo inteiro. Desde 1967 a Hanna-Barbera Productions passou a ser subsidiária da Taft Broadcasting Company, que depois passou a se chamar Great American Communications.


Em 1991 a Hanna-Barbera foi vendida a Turner Broadcasting, mas apesar disso Hanna e Barbera continuaram trabalhando na empresa como assessores e participando periodicamente de novos programas e colaborando para novos curtas metragens animadas como "Hard Luck Duck" em 1995 e "Wind-p Wolf" em 1996, praticamente o último trabalho da dupla. William Hanna morreu em North Hollywood, aos 90 anos de idade, em 22 de março de 2001, de um câncer na garganta. Ele foi enterrado no cemitério Ascension Cemetery, em Lake Forest, Califórnia.
Joseph Barbera - Um dos gênios criadores da HB Productions


Joseph Barbera ou Joseph Roland "Joe" Barbera nasceu no dia 24 de março de 1911, em Nova Iorque e passou a sua infância no bairro de Little Italy, onde vivia junto aos seus pais. A origem do nome Barbera não tem uma explicação muito clara. Muitos afirmam que seus pais era de origem libanesa, outros no entanto sugerem que eram de origem espanhola.


Durante a grande depressão norte-americana passou a trabalhar como cartunista para uma revista e em 1932 se uniu a Van Beuren Studios como animador e roteirista e nessa época fez trabalhos para Cubby Bear e Rainbow Parades, inclusive co-produzindo Tom e Jerry até o fechamento da Van Beren em 1936.


Atraído por um melhor salário, Barbera deixou a Terrytoons, saiu de Nova Iorque para se unir a equipe de animadores da Metro-Goldwyn-Mayer que ficava na Califórnia em 1937. No ano seguinte começou a trabalhar juntamente com William Hanna, dirigindo os desenhos animados.


Barbera criava os storyboards e Hanna se encarregava de sua coordenação. Eles se deram muito bem e se entrosavam perfeitamente. Na MGM criaram o desenho animado "Puss Gets the Boot" em 1940 e também o primeiro curta metragem de Tom e Jerry, que acabou sendo indicado ao Oscar como o Melhor Curta Metragem daquele ano.


A parceria entre Hanna e Barbera junto a Tom e Jerry lhe renderam 7 Oscars, além de 14 indicações como melhor curta metragem animada. Assim os dois permaneceram no estúdio de animação da MGM até fins de 1955, quando o departamento de animação da empresa acabou sendo encerrada.


Com o fechamento, Hanna e Barbera resolveram criar seu próprio estúdio e assim nascia a Hanna-Barbera Productions, que acabou se convertendo no maior estúdio de animação para a televisão. O primeiro trabalho da nova companhia foi a produção do desenho "The Ruff & Reddy Show" e depois disso não pararam mais e criaram um centenas de desenhos animados e também programas em live-action.


A produtora Hanna-Barbera prosperou até 1991, quando os dois resolveram vender a empresa para a Turner Entertainment, mas tanto Hanna, quanto Barbera permaneceram trabalhando como assessores para as novas produções, incluindo a série "What-a-Cartoon!". No dia 18 de dezembro de 2006, morria em Los Angeles, Joseph Barbera, aos 95 de idade.

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publicado por duronaqueda às 12:35

BENITO DI PAULA-Biografia

Terça-feira, 10.04.12
 


         BENITO DI PAULA-Biografia 





Benito di Paula, nascido Uday Veloso (Nova Friburgo, 28 de Novembro de 1941) , é um pianista, cantor e compositor brasileiro. Uday Veloso ganhou fama nacional com o pseudônimo de Benito Di Paula. Nascido em 1941, em Nova Friburgo-RJ, é um dos grandes nomes da canção nacional dos anos 70. Foi crooner de boates do Rio de Janeiro, e depois continuou tocando na noite paulistana. Iniciou carreira pela gravadora Copacabana no início dos anos 70. Seu estilo musical é conhecido como "samba jóia", ao combinar o samba tradicional com piano e arranjos românticos e jazzisticos.
Benito di Paula, nascido Uday Veloso (Nova Friburgo, 28 de Novembro de 1941) , é um pianista, cantor e compositor brasileiro.
Uday Veloso ganhou fama nacional com o pseudônimo de Benito Di Paula. Nascido em 1941, em Nova Friburgo-RJ, é um dos grandes nomes da canção nacional dos anos 70. Foi crooner de boates do Rio de Janeiro, e depois continuou tocando na noite paulistana. Iniciou carreira pela gravadora Copacabana no início dos anos 70. Seu estilo musical é conhecido como "samba jóia", ao combinar o samba tradicional com piano e arranjos românticos e jazzisticos. Seu primeiro disco "Benito Di Paula" de 1971, foi censurado por trazer a música "Apesar de Você" de Chico Buarque.
Seu segundo LP, "Ela" também não trouxe grande êxito. Mas estourou as paradas com o terceiro, "Um Novo Samba", onde já aparecia na capa com sua longa barba e cabelos, inúmeras correntes, brincos, pulseiras, etc. O grande sucesso desse disco foi a música "Retalhos de Cetim".
Teve inúmeros sucessos ao longo de sua carreira como "Charlie Brown", "Vai Ficar Na Saudade", "Se Não For Amor", "Amigo Sol, Amiga Lua", "Mulher Brasileira". Chegou nos anos 70, a disputar a venda de LPs juntamente com Roberto Carlos, tendo composto muitas músicas para este.
Comandou o programa "Brasil Som 75" na TV Tupi em 1975. Tem mais de 25 discos gravados, tendo parte importante de sua obra relançada em CD, devido ao sucesso de suas músicas. Chegou a fazer sucesso em nível internacional também, principalmente na América Latina.
Teve parte de sua história contada no livro "Eu Não Sou Cachorro Não" do historiador, jornalista e escritor baiano Paulo César de Araújo.
1971 - Benito Di Paula
1972 - Ela 1974 - Gravado Ao Vivo 1974 - Um Novo Samba
1975 - Benito Di Paula 1975 - Brasil Som 75 1976 - Benito Di Paula
1977 - Benito Di Paula 1978 - Benito Di Paula
1979 - Benito Di Paula
1980 - Benito Di Paula 1981 - Benito Di Paula
1982 - Benito Di Paula 1983 - Bom Mesmo É o Brasil 1984 - Que Brote Enfim o
Rouxinol Que Existe em Mim 1985 - Nação
1986 - Instrumental
1987 - Quando a Festa Acabar 1990 - Fazendo Paixão
1992 - A Vida Me Faz Viver
1994 - Pode Acreditar 1996 - Baileiro

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publicado por duronaqueda às 12:29

BIOGRAFIA DE LEE FALK

Terça-feira, 10.04.12

"Lee" Falk, é o criador de duas das mais bem sucedidas e de longa-running acção-aventura tiras em quadrinhos a história da arte: "Mandrake o Mago" e "O Fantasma". Ele começou sua carreira, que resultou na criação destes dois clássicos fantasia quadrinhos como um 19-year-old college student. "Mandrake o Mago", foi a primeira acção-aventura mágica strip em que foi o principal tema.
Lee Falk nasceu 12 de abril de 1911, em St. Louis, Mo na sua primeira viagem fora de sua terra natal Midwest, uma dapper Falk chegou sem aviso nos escritórios de William Randolph Hearst's King Features Syndicate, em Nova Iorque em 1934. Ele tinha com ele uma comic-strip dramatização de um hipnotizador que usou seus poderes para a direita males, através do combate criminosos e inimigos do seu país. Foi a era dourada de Quadrinhos, e os inumeráveis homens jovens que apareceu no King Features com os seus trabalhos foram orientados a deixar os seus quadrinhos para revisão. Mas Falk usou seu filme-star boa aparência e profundo, teatrais voz para convencer o recepcionista para lhe permitir ver o topo quadrinhos editor
.

Foi um ano de crescimento explosivo para os quadrinhos como o negócio familiar gag-a-dia páginas de passatempo popular deu lugar a uma nova ação para tiras ansioso público. "Mandrake o Mago" chegou na mesma época excitante que testemunharam o nascimento de "Flash Gordon", "Jungle Jim", "Agente Secreto X-9" e "Terry e os Piratas". Hoje, o tuxedoed, mustached mágico permanece um dos mais famosos personagens do comic-strip médio, suas aventuras que aparecem em mais de 125 jornais em todo o mundo.
Falk tinha ainda dois anos de faculdade para concluir quando "Mandrake" entrou em syndication. Para dar tempo para os estudos, ele colaborou com Phil Davis, comercial um artista que viveu em St. Louis. Davis chamou a tira até que ele morreu em 1965. Falk encontrado trabalhando com um artista agradável e decidiu continuar sob essa situação. Fred Fredericks tem chamado "Mandrake" desde 1965.
Falk's misterioso mago foi imediatamente uma sensação mundial. Mandrake, que sempre usa o seu poder lendário de hipnotismo e ilusão para combater o crime, trabalhou seu Debonair mágica para encontrar um lugar nos corações de banda desenhada buffs em todos os lugares. "Mandrake" é também a primeira banda desenhada com um elenco de crimes raciais integrados-combatentes. Mandrake's parceiro na aventura é o gigantesco Lothar, um dos poucos heróis Africano-Americano para comparecer regularmente nos quadrinhos. Mandrake é também ajudado por sua namorada, a encantadora e exótica princesa Narda
.

Só dois anos mais tarde, Falk desenvolveu ainda outro blockbuster. "O Fantasma" fez sua estréia no jornal quadrinhos páginas em fevereiro 17, 1936. Falk combinado o seu amor épica de poesia, contos de fadas e histórias de cavalaria para criar o rebitar, mito-carregados costumed lenda do primeiro super-herói, "O Fantasma", também conhecido como "The Ghost Who Walks", "The Man Who Can't Die "e" O Guardião do Leste Dark ".
"O Fantasma" se tornou uma atração para o que se tornou praticamente uma indústria construída em torno de sobrenatural homens e mulheres. King Features distribui "O Fantasma", hoje em dia, mais de 500 jornais. Está traduzido em 15 línguas. Ray Moore foi o artista original de "O Fantasma". De 1947 a 1961, Wilson McCoy chamou a alma. Sy Barry assumiu em 1962 e continuou desenho "O Fantasma" até que ele se aposentou em 1994. Desde então, George Olesen foi o artista de "O Fantasma".
"O Fantasma" foi um hit instantâneo internacional, inspirando-comic book coleções em todo o mundo a partir de Itália para a Austrália antes mesmo de o primeiro comic-book versão surgiu nos Estados Unidos em 1938. Falk recounted frequentemente com profunda satisfação o fato de que seu personagem Phantom desde inspiração para a resistência combatentes na Noruega durante a II Guerra Mundial. Especialmente na Escandinávia, bem como na Austrália, o Fantasma continua a inspirar inúmeras dedicados fãs de hoje, ter alcançado popularidade difundida através fã clubes, forte e publicação licenciada mercadoria vendas e Web sites.

Falk assimilado a criação de uma banda desenhada para escrever uma peça de teatro: "Penso que a arte de escrever uma tira cômica é mais próxima ao teatro e ao cinema técnica do que qualquer outro escrito que eu conheço. Quando eu criar histórias de" Mandrake "e" Phantom ", Eu escrevo um cenário completo para o artista em que eu detalhe a descrição da cena, a acção e os figurinos. Se estão a ser introduzidos novos personagens, eu escrever suas descrições juntamente com o diálogo para cada painel. Com um tal cenário em frente do ele, um cameraman e poderia aproveitar esta dispará-la ou um artista cómico pode tomar o cenário e desenhá-la. "
Hollywood entrou chamando pela primeira vez em 1942, quando Columbia Pictures Corp filmado Falk's "Mandrake o Mago". Em 1944, "O Fantasma", foi um dos heróis do mundo topo acção, e Columbia Pictures Corp libertado um Cliffhanger série. Em 1986, "O Fantasma" surgiu como um King Features Entertainment Television propriedade em uma série animada chamada "Defensores da Terra." A série estrelou mais de três King Features' famoso comic-strip personagens: Flash Gordon, Príncipe Valente e Mandrake o Mago. Em 1994, Hearst Entertainment produzidos "Phantom 2040," um conjunto de uma série animar grim mundo quase 50 anos no futuro. Em 1996, a Paramount Pictures liberou uma nova versão teatral de "O Fantasma", estrelando Billy Zane é o título de papel
.

Lee Falk foi um graduado da Universidade de Illinois. Ele passou quatro anos escrevendo copiar e direcionando rádio mostra para uma agência de publicidade, em St. Louis. Uma vez ele estava confortavelmente situado como o produtor de dois dos mais bem sucedidos elementos sensationally em jornais diários, Falk teve a globetrotting. Durante muitos anos as aventuras de ambos "O Fantasma" e "Mandrake" foram tão frequentemente como não definida para o papel em quartos de hotel em uma das grandes capitais do mundo.
O inesgotável notícias continuaram a vir uma após a outra até que a II Guerra Mundial interveio. Imediatamente após Pearl Harbor foi atacada, o patriota Falk assumiu funções em operações secretas inteligência com o Gabinete de Informação e Guerra se tornou chefe da sua divisão de rádio em línguas estrangeiras. Em 1944, Falk alistado no Exército dos Estados Unidos.
E as notícias continuaram ainda que, após a guerra, cada vez mais virado para playwrighting Falk e produção teatral. Durante muitos anos, ele era o proprietário do Verão de teatros em Massachusetts e um inverno teatro, em Nassau, Bahamas. O Paul Robeson Uta Hagen-produção de "Othello" foi apresentada pela primeira vez neste país em Cambridge Falk's Summer Theater. Falk produzidas mais de 300 peças de teatro, apresentando talentos tais como Ethel Waters, Sylvia Sidney, Chico Marx, Marlon Brando e Ezio Pinza
.

100, com estrelas como Dame maio Whitty em "Night Must Fall", Ann Corio e Karl Malden em "Sailor Beware", e Charlton Heston em "Bell, Book and Candle".
Falk também escreveu quase uma dezena de peças e dois musicais, "Feliz Dollar" e "Mandrake o Mágico e da feiticeira."
Até o momento da sua morte, o perito histórias ainda roamed todos os cantos do globo e continuou a regente o jornal diário e domingo aventuras dos dois "O Fantasma" e "Mandrake o Mago".
"Lee viveu uma vida tão espectaculares como os dos personagens que ele criou", Jay Kennedy, King Features editor-chefe, disse. "Ele era uma figura central por trás do surgimento de aventura tiras na década de 1930. A popularidade deste género alargado aos gibis também. Ventiladores de sua alma, em particular, e revistinha fãs em todo lugar devemos Lee Falk uma dívida de gratidão. 
"

agora um pouco mais sobre ele tradusido do wikipedia ingles
        Lee Falk

Lee Falk, nascido Leon Harrison Gross (28 de abril de 1911 - 13 de março de 1999), foi um escritor americano, diretor de teatro e produtor, mais conhecido como o criador dos populares histórias em quadrinhos O Fantasma e Mandrake, o Mágico . No auge da sua popularidade, essas tiras atraiu mais de 100 milhões de leitores a cada dia. Falk também escreveu contos, e contribuiu para uma série de romances de celulose sobre o Phantom. 
Um dramaturgo e teatral diretor / produtor , Falk dirigiu atores como Marlon Brando , Charlton Heston , Paul Newman , Chico Marx e Ethel Waters .

      Vida e carreira

Falk nasceu em St. Louis, Missouri , onde passou sua infância e sua juventude. Sua mãe era Eleanor Alina (um nome que ele, de alguma forma, utilizado tanto em sua Mandrake o mágico e As histórias Fantasma), e seu pai era Benjamin Gross. Ambos seus pais eram judeus . Lee nasceu e foi criado judaica. Benjamin Bruto morreu quando Falk era apenas um menino, e depois de um tempo, sua mãe se casou com Eleanor Albert Falk Epstein, que se tornou a figura do pai de Lee Falk e seu irmão, Leslie. Falk mudou seu sobrenome após deixar a faculdade. Ele tomou o nome do meio de seu padrasto, mas "Lee" tinha sido o seu apelido desde a infância, para que ele tomou esse nome também. Seu irmão, Leslie, também tomou o nome de "Falk".
Quando Falk iniciou a sua história em quadrinhos e quadrinhos escrita e desenho carreira, sua biografia oficial afirmou que ele era um viajante do mundo experiente, que tinha estudado com místicos orientais. Na verdade, Falk tinha simplesmente tornou-se, a fim de parecer mais como o tipo certo de pessoa a escrever sobre itinerante heróis como Mandrake o mágico e O Fantasma .  Sua viagem a Nova York para lançar Mandrake the Magician para publicação pelo Features Syndicate Rei era naquele tempo mais distante que ele tinha viajado de casa, em St. Louis. Mais tarde na vida, no entanto, ele se tornou um viajante do mundo experiente para real - pelo menos em parte, segundo ele, para evitar o constrangimento de ter seu blefe inadvertidamente chamado por viajantes genuínos que querem trocar anedotas.
Durante a Segunda Guerra Mundial , Falk também trabalhou como chefe de propaganda para a nova estação de rádio KMOX em St. Louis, onde se tornou o líder da divisão linguística rádio estrangeira do Escritório de Informação de Guerra. 
WAY better than Billy Zane's.
aqui aparece seu personagen fantasma na primeira adaptaçao para o cinema

Lee Falk casada três vezes, a Louise Kanaseriff, Moorehead Constance Lilienthal, e Moxley Elizabeth (curiosamente, ele se casou com Elizabeth, um respeitado encenador, não muito tempo antes, ele decidiu retratar o casamento de O Fantasma da personagem namorada Diana Palmer em Falk é A história em quadrinhos Fantasma). Elizabeth às vezes também o ajudou com os scripts em seus últimos anos. Ela mesmo de terminar suas últimas As histórias fantasma depois que ele morreu. Falk foi pai de três filhos, Valerie (sua filha com Louise Kanaseriff), e Diane e Conley (sua filha e filho com Constance Moorehead Lilienthal).
Falk morreu de insuficiência cardíaca em 1999. Ele viveu os últimos anos de sua vida em Nova York, em um apartamento com uma vista panorâmica do horizonte de Nova York e do Central Park, ele passou seus verões em uma casa em Cape Cod. Ele literalmente escreveu suas histórias em quadrinhos a partir de 1934 para os últimos dias de sua vida, quando no hospital ele chicoteou a sua máscara de oxigênio para ditar suas histórias. No entanto, novos episódios de O Fantasma, Mandrake e também o mago, ainda estão sendo atraídos por outros, tanto como histórias em quadrinhos e nas histórias em quadrinhos (com a mais nova adição ao fantasma vindo de Livros Moonstone ). Novas versões de cinema e TV de seus personagens de quadrinhos também são relatados para estar próxima.
Seu enterro foi em Brooklyn Cypress Hills Cemeter
y


mandrake tambem teve sua adaptaçao

   Criação de Mandrake o mágico e O Fantasma

Falk tinha um fascínio por mágicos de palco desde que ele era um menino. Falk, de acordo com suas próprias lembranças, esboçou o primeiro Mandrake poucos as tiras em quadrinhos do mágico si mesmo. Quando perguntado por que o mago parecia tanto com ele mesmo, ele respondeu: "Bem, é claro que ele fez. Eu estava sozinho em uma sala com um espelho, quando eu tirei ele!"
O Fantasma foi inspirado pelo fascínio de Falk de mitos e lendas, como os cerca de El Cid , o rei Arthur , nórdicos e gregos folclore heróis e populares personagens de ficção como " Tarzan "e" Mowgli "de Rudyard Kipling do Livro da Selva . Ele era fascinado por bandidos da Índia e, portanto, baseou sua primeira história em quadrinhos em fantasma como "Irmandade Singh". Falk inicialmente considerado a idéia de chamar seu personagem "O Espírito Gray", mas finalmente decidiu que preferia "O Fantasma". Falk revelou em uma entrevista que Robin Hood , que foi muitas vezes descrito como calças desgastando, inspirou o traje colante de "O Fantasma", que é conhecido por ter influenciado toda a super-herói-indústria. Na rede A & E o programa biografia Fantasma, Falk explicou que do grego bustos de pedra inspirou a noção de pupilas dos olhos de "O Fantasma" não mostrando sempre que ele usava máscara. Os bustos antigos gregos não tinham pupilas dos olhos, que Falk sentiu lhes deu um olhar, desumano interessante. Também é provável que o olhar de "O Fantasma" inspirou o olhar do que hoje se tornou conhecido como o "super-herói".
Falk originalmente pensado que seus quadrinhos iria durar algumas semanas no máximo. No entanto, ele escreveu há mais de seis décadas, até os últimos dias de sua vida
.


                                                                                                    Teatro

Paixão que vem de Falk grande após cartooning foi o teatro e palco jogadas . Durante sua vida, Falk correu cinco teatros, em um momento ou outro, e ele produziu cerca de 300 peças, e também dirigiu cerca de 100 deles. Falk escreveu 12 peças, incluindo dois musicais: Dólar feliz e Mandrake the Magician, que foram baseados em seu personagem de quadrinhos. Depois da morte de Falk, sua viúva Elizabeth dirigiu um musical chamado Mandrake, o Mágico eo Enchantress, que foi escrito por Falk, e que era praticamente o mesmo que o seu anterior Mandrake the Magician musical. Algumas de suas peças atraiu famosos atores e atrizes, como Marlon Brando , Charlton Heston , Celeste Holm , Constance Moore , Basil Rathbone , Chico Marx , Ethel Waters , Paul Newman , Ezio Pinza , James Mason , Jack Warner , Shelley Winters , Farley Granger , Eve Arden , Alexis Smith , Victor Jory , Cedric Hardwicke , Eva Marie Saint , Eva Gabor , Sarah Churchill , James Donn , Eddie Bracken , Ann Corio , Robert Wilcox e Paul Robeson para realizar neles.
Os atores e atrizes foram todos pagos pelo seu trabalho, mas muitos deles trabalhavam em pequenas frações do que eles normalmente ganham com seu trabalho no cinema. Falk tinha orgulho de afirmar que Marlon Brando recusou uma oferta de US $ 10.000 por semana, para atuar em peças da Broadway , em favor de trabalhar para Falk em Boston no jogo, Armas eo Homem. Em 1953, o contrato de Brando para o jogo de Falk paga menos de R $ 500 por semana
.

Prêmios e reconhecimento

Falk ganhou muitos prêmios por sua dedicação ao campo da escrita para os quadrinhos e teatro. Aqui estão alguns deles selecionados:
Prêmio Yellow Kid (1971)
Lifetime Achievement Award romana
Adamson Award de melhor estrangeiro quadrinhos criador (Suécia, 1977)
Dourado Adamson (Suécia, 1986)
Cartunistas Sociedade Nacional 's Silver Award T-Square (1986)
Em maio de 1994, sua cidade natal São Luís homenageou com Lee Falk dia.
Por ocasião da estréia do filme, O Fantasma , estrelado por Billy Zane , Falk foi felicitado por carta do presidente Bill Clinton com seus melhores desejos.
Lee Falk também tem sido um candidato a uma estrela no Passeio da Fama de St. Louis muitas vezes, mas até agora não chegou votos suficientes da comissão
.
origen destas duas imagens do mandrake
http://comicsgoldenage.blogspot.com.br/2010_05_01_archive.html

          Citações
"Eu dou 100% do meu tempo ao teatro, eo que sobra vai para os quadrinhos ..."
"Minha política é apenas com a democracia e para baixo com as ditaduras."
"Cada artista, fora de seus próprios interesses e imaginação, cria seu próprio mundo em sua faixa - isto é verdade de Peanuts, Bailey Beetle, Popeye, todas as tiras de bom e você não realizar esta imitando outros -. Que você venha com seu próprio . idéia para mim, o Fantasma e Mandrake são muito reais - mais muito do que as pessoas que andam em torno de quem eu não vejo muito Você tem que acreditar em seus próprios personagens "..
"'O Fantasma' é um modelo maravilhoso, porque ele ganha contra o mal. Mal não triunfa contra o Fantasma ... Ele odeia ditadura, e é a favor da democracia. Ele também se opõe a qualquer violação dos direitos humanos.
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publicado por duronaqueda às 12:20








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