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Quarta-feira, 09.05.12

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a historia dos vingadores

Quarta-feira, 09.05.12

os vingadores







                                                            OS VINGADORES



Os Poderosos Vingadores são um grupo de super-heróis de história em quadrinhos publicados nos Estados Unidos pela editora Marvel Comics. O grupo é em certo sentido uma resposta da Marvel para a Liga da Justiça, editada pela DC Comics.
Na histórica ficcional do grupo, seus membros fundadores são heróis consagrados da editora: Thor, Homem de Ferro,Vespa, Homem-Formiga e Hulk; o Capitão América foi o primeiro membro recrutado. A equipe tem molde de um clube, possuindo mesmo um mordomo que os serve, de nome Jarvis. No universo fictício de histórias em quadrinhos da Marvel (o Universo Marvel), a equipe tradicionalmente é a primeira a ser chamada pelo governo dos EUA quando defrontado por desafios de ordem cósmica.
 

                                                     
PUBLICAÇAO
               A primeira aparição dos Vingadores nos quadrinhos foi em sua própria revista, intitulada The Avengers, em Setembro de 1963 (o mesmo mês de estreia de X-Men). A equipe foi criada por Stan Lee, Jack Kirby e Dick Ayers, como uma resposta à Liga da Justiça, cuja revista reunia em uma história os principais heróis da DC Comics. A Liga da Justiça já inspirara uma primeira resposta da Marvel Comics, o Quarteto Fantástico, que todavia era um grupo de heróis novos, assim como o subsequente X-Men. Os Vingadores, reunidos dois anos depois do Quarteto, foram os primeiros da Marvel fiéis ao conceito da equipe de super-heróis já estabelecidos.
 
Diferente de outras equipes do universo Marvel, os Vingadores receberam reconhecimento oficial do governo, quase desde o início com autoridade aceita internacionalmente durante a maior parte de sua história. O grupo é conhecido por reunir os "heróis mais poderosos da Terra" e ao longo de sua história manteve essa premissa, com exceção da segunda formação: foi quando houve uma reformulação chefiada pelo Capitão América que recrutou vilões regenerados e não tão poderosos como Gavião Arqueiro e os mutantes Mercúrio e sua irmã, a Feiticeira Escarlate. Mas a equipe retomaria sua condição de "a mais poderosa" nos anos 1970, com a proposta de "combater vilões que nenhum herói conseguiria sozinho", e com isso fazendo uma mescla com os membros fundadores e os novos recrutas.
Com a finalidade de ser a equipe de "Heróis Mais Poderosos da Terra", os Vingadores tem contados com humanos, inumanos, heróis mecânicos, vilões regenerados e seres sobrenaturais. A despeito de suas diferenças (que facilmente terminam em brigas), eles têm conseguido se unir em uma equipe coesa, para combater extraordinárias ameaças ao mundo, se reunindo ao som de seu grito de guerra: "Avante, Vingadores!".
 
Nos Estados Unidos, a revista sempre recebeu um cuidado especial da Marvel e teve alguns dos melhores escritores e desenhistas da indústria das histórias em quadrinhos trabalhando nela ao longo dos anos, com o título se mantendo como o favorito dos fãs. A série continua, virtualmente sem interrupções, até os dias atuais, com as histórias explorando a ideia do que significas ser humano ou super-humano e o papel e as responsabilidades de ser um super-herói.
Dois títulos acompanhantes foram publicados nos anos 1980. Os Vingadores da Costa Oeste Volume 1, foi uma série limitada com quatro edições, com o #1 estreando em Setembro de 1984; Volume 2 (mais tarde renomeada de Vingadores da Costa Oeste a partir do #47) como uma série regular durando 102 edições de Outubro de 1985 a Janeiro de 1994. E Solo Avengers (renomeada para Avengers Spotlight) que durou 40 edições de 1987 a 1989.

A revista foi relançada três vezes nos últimos dez anos. A primeira vez, em 1996, era parte da saga Heróis Renascem. A segunda, um ano depois, retornou a equipe à sua continuidade original; e a terceira vez, em 2005, quando surgiram os New Avengers ou os Novos Vingadores, após o fim da antiga equipe, e também como uma estratégia de marketing.
                                                                 
                                                                NO BRASIL
           Mesmo durando pouco na história da revista americana, a segunda formação acabou se tornando a mais conhecida no Brasil na década de 60, em função da adaptação de algumas de suas histórias para o desenho animado do Capitão América de 1966. Isso porque a série dos Vingadores não foi publicada pela Ebal. A fase de Stan Lee só foi conhecida em meados de 1976, quando a Bloch lançou uma revista mensal chamada Os Vingadores, que teve curta duração. Somente com a Editora Abril, que passou a publicar as histórias na década de 80 na revista Heróis da TV, com a cronologia iniciando-se a partir da entrada do Visão na equipe, ou seja, já na fase de Roy Thomas, é que os fãs brasileiros puderam acompanhar as aventuras do grupo com maior regularidade.

                                            PRIMEIRAS AVENTURAS
 

                 Loki, o deus Asgardiano da trapaça, traçou uma vingança contra seu meio-irmão Thor, atraindo o Hulk para concretizar seu plano. Loki enviou um pedido de socorro para Thor, que também foi recebido pelo Homem-Formiga, a Vespa e o Homem de Ferro. Após derrotarem Loki, o Homem-Formiga conclui que os cinco trabalharam bem juntos e sugeriu que eles formassem uma força conjunta. A Vespa nomeou o grupo e assim nasciam Os Vingadores.
A escalação da equipe mudou quase que instantaneamente: o Homem-Formiga se tornou o Gigante, e o Hulk, ao perceber o quanto os outros temiam sua personalidade instável, deixou-a ao final da segunda edição. A tentativa de conter o Hulk levou os Vingadores a combater Namor, O Príncipe Submarino, e isso por sua vez, levou a equipe ao primeiro marco em sua história - o retorno do Capitão América, em The Avengers #4 (Março de 1964). O patriótico herói dos anos 1940 foi encontrado congelado em animação suspensa desde o fim da Segunda Guerra Mundial. E precisava de um lugar onde pudesse se ajustar já que era um homem afastado décadas de seu tempo.
O Capitão América se uniu à equipe iniciando uma quase indelével associação. Mesmo quando a liderança foi tomada por outros, Capitão América sempre foi o comandante tático dos Vingadores em campo e poucos hesitavam em obedecer suas ordens.
 
Os membros originais a participar dos Vingadores são conhecidos como "membros fundadores", responsáveis pelo bom nome da equipe. Capitão América ganhou o título de "membro fundador" no lugar do Hulk (como revelado em Avengers Vol. 3 #1, de fevereiro de 1998). Juntos, os Vingadores combateram vilões como o inimigo do Capitão América do tempo da guerra Barão Zemo; a vilania do viajante do tempo Kang, o Conquistador; Conde Nefária e os Homens Lava, e os Mestres do Terror, um grupo de vilões capaz de combater os Vingadores.
O próximo marco foi em Avengers #16, no qual todos os membros deixaram a equipe com exceção do Capitão América. Eles foram substituídos por Gavião Arqueiro, a Feiticeira Escarlate e Mercúrio, todos ex-vilões que queriam começar uma nova vida
 
                                                 ANOS 80
               Essa é uma fase muito conhecida pelos aficionados por HQ no Brasil, em que a Abril editou regularmente as aventuras do grupo na antiga revista Heróis da TV. Fatos marcantes são (não está em ordem cronológica):
Surgimento de Mântis, destinada a se tornar a Madona celestial, e a morte do vingador Espadachim.
O casamento do Visão com a Feiticeira Escarlate.
Novas aventuras dos Guardiões da Galáxia, supergrupo do século XXX, que surgiu pela primeira vez no Brasil numa revista da RGE, numa aventura do Coisa com o Capitão América.
A batalha contra Korvac, um antigo vilão dos Guardiões da Galáxia que tornou-se um semideus ao absorver todo o conhecimento da nave de Galactus e voltou-se para propósitos mais elevados. Na batalha contra o vilão todos os heróis aparentemente morrem, menos Thor, e o vilão só é derrotado porque sentiu seu amor sendo traído pela sua esposa, receosa da guerra que seguiria-se a vitória de seu marido sobre os vingadores.
A luta contra Ultron, poderoso robô criado por Hank Pym e o surgimento de Jocasta, construto robótico criado para receber a essência da Vespa


                                       MASSACRE E HEROIS RENASCEN
                 Outro marco da história do grupo ocorreu durante a Saga Massacre, quando o megavilão Massacre, uma entidade psíquica formada pelas frustrações de Charles Xavier ligadas à essência maligna de Magneto, tentou dominar a Terra. Foi necessária a ação conjunta dos Vingadores, Quarteto Fantástico, Hulk e X-Men, além da ajuda do Dr.Destino, para detê-lo. Aparentemente, todos os heróis não mutantes se sacrificaram para derrotar o vilão; mas, na realidade, todos foram transportados para uma realidade alternativa criada inconscientemente por Franklin Richards, onde se passaram os acontecimentos da série Heróis Renascem. Por conter tanto roteiros quanto arte polêmicas, a serie Heróis Renascem ou o terceiro volume dos Vingadores, bem como os outros títulos da serie (Homem de Ferro, Quarteto Fantástico, e Capitão América) retornaram ao Universo Marvel normal, e o que ocorreu nestes eventos pós-Massacre é desconsiderado por muitos.

                                        VINGADORES A QUEDA
 
                    Após um colapso mental, a Feiticeira Escarlate destruiu a Mansão dos Vingadores e matou o Homem-Formiga, Gavião Arqueiro e o seu marido Visão. Depois disso, os Vingadores se debandaram. Posteriormente, alterada por seu colapso mental, a Feiticeira Escarlate veio a ocasionar o evento chamado Dinastia M, em que a realidade foi drasticamente alterada; quando finalmente foi restaurada, houve uma diminuição exponencial do número de mutantes no planeta Terra (reduzidos para 198, sendo antes milhares ou até mesmo milhões). Entre os que ficaram sem poderes foram Charles Xavier, Magneto e Mercúrio.
              
                          OS NOVOS VINGADORES

                   Após um colapso mental, a Feiticeira Escarlate destruiu a Mansão dos Vingadores e matou o Homem-Formiga, Gavião Arqueiro e o seu marido Visão. Depois disso, os Vingadores se debandaram. Posteriormente, alterada por seu colapso mental, a Feiticeira Escarlate veio a ocasionar o evento chamado Dinastia M, em que a realidade foi drasticamente alterada; quando finalmente foi restaurada, houve uma diminuição exponencial do número de mutantes no planeta Terra (reduzidos para 198, sendo antes milhares ou até mesmo milhões). Entre os que ficaram sem poderes foram Charles Xavier, Magneto e Mercúrio.
                            VINGADORES SOMBRIOS


Após a Invasão Secreta da raça alienigena conhecida como Skrulls, a organização mundial mantedora da paz, S.H.I.E.L.D. foi desmantelada, e substituida por uma nova organização, a M.A.R.T.E.L.O. comandada por Norman Osborn.
Aproveitando-se disso, Norman criou uma nova Iniciativa e sua própria equipe de Vingadores. Isso acabou provocando uma divisão do grupo, passando a ter 3 equipes de Vingadores agindo.
Os Vingadores de Norman Osborn (Vingadores Sombrios), classificados como Vingadores ofíciais, pois eles trabalhavam para a M.A.R.T.E.L.O.. Esta equipe era formada por: Venom (Mac Gargan), Wolverine (Daken), Miss Marvel (Carla Sofen), Gavião Arqueiro (Mercenário), Capitão Marvel (Noh-Varr), Sentinela (Robert Reynolds) e Ares, sendo liderados pelo Patriota de Ferro (Norman Osborn).
Consqüentemente, outras equipes de heróis surgiram para combater Osborn. Entre elas, uma nova formação dos Novos Vingadores: Ronin (Clint Barton) (líder), Luke Cage, Homem-Aranha (Peter Parker), Wolverine (James Howlett), Mulher-Aranha, Harpia (Bobbi Morse), Miss Marvel (Carol Danvers) e Capitão América (Bucky Barnes).
Outro grupo de Vingadores anti-Osborn era os Poderosos Vingadores, tendo como membros: Vespa (Henry Pym) (líder), Amadeus Cho, Hércules (Heracles), Visão, Estatura, Agente Americano, Jocasta, Mercúrio e a misteriosa Feiticeira Escarlate (Loki), contando com participações esporádicas de Homem de Ferro e Hulk
                                                      A ERA HEROICA
 
               Após a conclusão da minissérie Cerco, que concluiu o Reinado Sombrio, todas as séries dos Vingadores em circulação na época foram canceladas e uma nova série, intitulada simplesmente Avengers, foi lançada em maio de 2010. O lançamento marca o início da nova saga da editora intitulada A Era Heroica. Após seis anos de histórias sombrias, incluindo Guerra Civil que tornou o Homem de Ferro "O Homem mais Importante do Mundo" e provocou a morte do Capitão América, o editor-chefe da Marvel anunciou que "A Era Heroica será mais otimista. Eles passaram pelo inferno e voltaram a ser os caras bons". A série esta sendo escrita por Brian Michael Bendis e tem John Romita Jr. como ilustrador regular, os membros da equipe são Capitão América (Bucky), Homem de Ferro, Thor, Wolverine, Homem-Aranha, Mulher-Aranha e Gavião Arqueiro.
No primeiro arco de história a equipe recrutou Noh-Varr (que agora usa o nome de Protetor) para ajuda-los a construir uma máquina do tempo para salvar o futuro. Posteriormente, por indicação de Bruce Banner, o Hulk Vermelho também foi recrutado para a equipe.
Um segundo título intitulado Secret Avengers, também estreou em maio de 2010, com total liberdade para as histórias. A série é escrita por Ed Brubaker e o artista regular é o brasileiro Mike Deodato (que fora encarregado dos Vingadores Sombrios no Reinado Sombrio). A nova série dos Novos Vingadores estrou em junho de 2010. Também é escrita por Brian Michael Bendis só que o artista é Stuart Immonen. O quarto título é Avengers Academy (Academia dos Vingadores) e foi lançado também em junho, substituindo a Iniciativa. Essa série esta sendo escrita por Christos Gage e desenhada por Mike McKone.
Membros dos Vingadores Secretos: Cavaleiro da Lua, Fera, Homem Formiga III (Eric O'Grady), Máquina de Combate, Nova, Steve Rogers, Valquíria, Viúva Negra.
Membros dos Novos Vingadores: Coisa, Homem-Aranha, Luke Cage, Miss Marvel, Jessica Jones, Wolverine
Alunos da Academia de Vingadores: Tática (Jeanne Foucault), Vigoroso (Ken Mack), Radiação (Jennifer Takeda), Réptil (Humberto Lopez - o único membro que já havia aparecido nos gibis antes), Chocante (Brandon Sharpe), Véu (Madeline Berry)
Professores da Academia de Vingadores: Justiça, Mercúrio, Speedball, Tigresa, Vespa II (Hank Pym)
                                                           MEMBROS E EX-MEMBROS
                     Os Vingadores já tiveram diversas formações durante sua existência, incluindo os Poderosos Vingadores, os Novos Vingadores/Vingadores Secretos e os Vingadores Sombrios de Norman Osborn.
Membros Atuais
Luke Cage, Capitão América (Bucky Barnes), Amadeus Cho, Gavião Arqueiro (Lester), Patriota de Ferro, Jocasta, Harpia (Bobbi Morse), Ms. Marvel (Carol Danvers), Ms. Marvel (Karla Sofen), Mercúrio (Pietro Maximoff), Ronin (Clint Barton), Sentinela (Robert Reynolds), Mulher Aranha (Jessica Drew), Venom(Mac Gargan), Homem-Aranha (Peter Parker), Estatura (Cassandra Lang), Agente Americano (John Walker), Visão, Vespa (Homem-Formiga/Gigante/Golias/Jaqueta Amarela, Henry Pym), Wolverine (Akihiro), Wolverine (James Howlett)
Ex-membros
Homem-Formiga (Scott Lang), Ares, Fera (Hank McCoy), Cavaleiro Negro (Dane Whitman), Pantera Negra (T'Challa), Viúva Negra (Natasha Romanova), Capitão América (Steve Rogers), Capitã Bretanha (Kelsey Leigh), Capitã Marvel (Monica Rambeau), Capitão Marvel (Noh-Varr), Cristalys (Crystalia Maximoff), Falcão de Aço (Chris Powell), Demolição (Dennis Dunphy), Doutor Druida (Anthony Druid), Doutor Estranho (Stephen Strange), Eco (Maya Lopez), Falcão (Sam Wilson), Asa de Fogo (Bonita Juarez), Flama (Angelica Jones), Gilgamesh, Felina (Patsy Walker), Hércules (Heracles), Hulk (Bruce Banner), Tocha Humana (Jim Hammond), Mulher Invisível (Susan Richards), Punho de Ferro (Danny Rand), Homem de Ferro (Anthony Stark), Valete de Copas (Jonathan Hart), Justiça (Vance Astrovik), Relâmpago Vivo (Miguel Santos), Homem-Maquina (X-51/Aaron Stack), Mantis, Senhor Fantástico (Reed Richards), Cavaleiro da Lua (Marc Spector), Serpente da Lua (Heather Douglas), Quasar (Wendell Vaughn), Rage (Elvin Holiday), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Feiticeira Escarlate (Loki), Homem-Areia (William Baker), Sersi, Mulher-Hulk (Jennifer Walters), Garras de Prata (Lupe Santiago), Mulher-Aranha (Julia Carpenter), Starfox (Eros), Araia (Walter Newell), Sub-Mariner (Namor McKenzie), Espadachim (Jacques Duquesne), Coisa (Benjamin Grimm), Thor (Thor Odinson), Trovejante (Eric Masterson), Tigresa (Greer Nelson), Triatlo (Delroy Garrett Jr.), Two-Gun Kid (Matt Hawk), Máquina de Combate (James Rhodes), Vespa (Janet Van Dyne), Magnum (Simon Williams)
Outros (Honorários, Reservas, ect)
Moira Brandon, Capitão Marvel (Mar-Vell), Charlie-27, Deathcry, Homem de Ferro (Jovem Tony Stark de uma linha temporal alternativa), Rick Jones, Magdalene, Major Victory (Vance Astro, Vance Astrovik de um futuro alternativo), Marrina (Marrina Smallwood), Martinex (Martinex T'Naga), Máscara (Whitney Frost) (bio-duplicata, falecida), Nikki (Nicholette Gold), Starhawk (Aleta Ogord), Starhawk (Stakar Ogord), Espadachim (Phillip Jarvert), Whizzer (Bob Frank), Jaqueta Amarela (Rita DeMara), Yondu (Yondu Udonta)
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
                             VINGADORES O FILME 2012
 
                      Os Vingadores é um filme americano de super-heróis produzido pela Marvel Studios e distribuído pela Walt Disney Pictures.[4] Baseado na equipe de super-heróis homônima da Marvel Comics, o filme foi escrito e dirigido por Joss Whedon e estrelado por Robert Downey, Jr., Mark Ruffalo, Jeremy Renner, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson e Chris Evans. Seu lançamento nos EUA está previsto para 04 de maio de 2012, em 3D.[5]
O longa-metragem foi anunciado em abril de 2005 e faz parte do chamado "Marvel Cinematic Universe" - um universo ficcional compartilhado por filmes independentes produzidos pela Marvel Studios -, cruzando vários filmes de super-heróis da Marvel, incluindo Homem de Ferro (2008), O Incrível Hulk (2008), Homem de Ferro 2 (2010), Thor (2011) e Capitão América: O Primeiro Vingador ( 2011).
                                       ENREDO
  Nick Fury (Samuel L. Jackson), diretor da agência de espionagem SHIELD, chega a um centro de pesquisa remoto durante uma evacuação. O Tesseract, uma fonte de energia de potencial desconhecido, já ativada, abriu um portal através do espaço, do qual o deus nórdico exilado Loki (Tom Hiddleston) ressurgia. Loki leva o Tesseract (conhecido nos quadrinhos como Cubo Cósmico), e usa suas habilidades para controlar as mentes de várias pessoas da SHIELD, inclusive o agente Clint Barton (Jeremy Renner), e o consultor físico Dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgard), a fim de que eles o ajudassem em sua fuga.
 
Em resposta ao ataque, Fury reativa a Iniciativa Vingadores. A agente Natasha Romanoff (Scarlett Johanson) é enviada até a Índia para recrutar o Dr. Bruce Banner (Mark Ruffalo), enquanto o agente Philip Coulson (Clark Gregg), vai até Tony Stark (Robert Downey Jr.) e pede que ele veja a pesquisa do Dr. Selvig. Fury vai até Steve Rogers (Chris Evans), com uma missão para recuperar o Tesseract de Loki. Durante seu exílio, Loki encontrou os Chitauri, uma raça alienígena buscando conquistar a Via Láctea com o Tesseract. Em troca da Tesseract, os Chitauri concordam em ajudar Loki a dominar a Terra.
Capitão América, Homem de Ferro e a Agente Romanoff viajam para a Alemanha para exilar Loki, que está recuperando irídio necessário para estabilizar o poder de Tesseract e exigindo que os civis se ajoelhem diante dele. Depois de uma batalha com o Capitão América, Loki se rende e é escoltado de volta para um avião da SHIELD. No entanto, Thor (Chris Hemsworth), irmão adotivo de Loki e o deus nórdico do trovão, chega e tenta tirar Loki do avião para conversar com ele. Homem de Ferro e Capitão América enfrentam Thor, Loki e, eventualmente, é devolvido ao Helicarrier, porta-aviões High-Tech, e colocado em uma cela projetada para prender o Hulk.
 

                                                ELENCO
Robert Downey Jr. como Tony Stark/Homem de Ferro
Chris Evans como Steve Rogers/Capitão América
Mark Ruffalo como Bruce Banner/Hulk
Chris Hemsworth como Thor
Scarlett Johansson como Natasha Romanoff/Viúva Negra
Jeremy Renner como Clint Barton/Gavião Arqueiro
Samuel L. Jackson como Nick Fury
Tom Hiddleston como Loki
Cobie Smulders como Maria Hill
Clark Gregg como Agente Phil Coulson
Gwyneth Paltrow como Pepper Potts
Stellan Skarsgård como Erik Selvig

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                                                            OS VINGADORES



Os Poderosos Vingadores são um grupo de super-heróis de história em quadrinhos publicados nos Estados Unidos pela editora Marvel Comics. O grupo é em certo sentido uma resposta da Marvel para a Liga da Justiça, editada pela DC Comics.
Na histórica ficcional do grupo, seus membros fundadores são heróis consagrados da editora: Thor, Homem de Ferro,Vespa, Homem-Formiga e Hulk; o Capitão América foi o primeiro membro recrutado. A equipe tem molde de um clube, possuindo mesmo um mordomo que os serve, de nome Jarvis. No universo fictício de histórias em quadrinhos da Marvel (o Universo Marvel), a equipe tradicionalmente é a primeira a ser chamada pelo governo dos EUA quando defrontado por desafios de ordem cósmica.
 

                                                     
PUBLICAÇAO
               A primeira aparição dos Vingadores nos quadrinhos foi em sua própria revista, intitulada The Avengers, em Setembro de 1963 (o mesmo mês de estreia de X-Men). A equipe foi criada por Stan Lee, Jack Kirby e Dick Ayers, como uma resposta à Liga da Justiça, cuja revista reunia em uma história os principais heróis da DC Comics. A Liga da Justiça já inspirara uma primeira resposta da Marvel Comics, o Quarteto Fantástico, que todavia era um grupo de heróis novos, assim como o subsequente X-Men. Os Vingadores, reunidos dois anos depois do Quarteto, foram os primeiros da Marvel fiéis ao conceito da equipe de super-heróis já estabelecidos.
 
Diferente de outras equipes do universo Marvel, os Vingadores receberam reconhecimento oficial do governo, quase desde o início com autoridade aceita internacionalmente durante a maior parte de sua história. O grupo é conhecido por reunir os "heróis mais poderosos da Terra" e ao longo de sua história manteve essa premissa, com exceção da segunda formação: foi quando houve uma reformulação chefiada pelo Capitão América que recrutou vilões regenerados e não tão poderosos como Gavião Arqueiro e os mutantes Mercúrio e sua irmã, a Feiticeira Escarlate. Mas a equipe retomaria sua condição de "a mais poderosa" nos anos 1970, com a proposta de "combater vilões que nenhum herói conseguiria sozinho", e com isso fazendo uma mescla com os membros fundadores e os novos recrutas.
Com a finalidade de ser a equipe de "Heróis Mais Poderosos da Terra", os Vingadores tem contados com humanos, inumanos, heróis mecânicos, vilões regenerados e seres sobrenaturais. A despeito de suas diferenças (que facilmente terminam em brigas), eles têm conseguido se unir em uma equipe coesa, para combater extraordinárias ameaças ao mundo, se reunindo ao som de seu grito de guerra: "Avante, Vingadores!".
 
Nos Estados Unidos, a revista sempre recebeu um cuidado especial da Marvel e teve alguns dos melhores escritores e desenhistas da indústria das histórias em quadrinhos trabalhando nela ao longo dos anos, com o título se mantendo como o favorito dos fãs. A série continua, virtualmente sem interrupções, até os dias atuais, com as histórias explorando a ideia do que significas ser humano ou super-humano e o papel e as responsabilidades de ser um super-herói.
Dois títulos acompanhantes foram publicados nos anos 1980. Os Vingadores da Costa Oeste Volume 1, foi uma série limitada com quatro edições, com o #1 estreando em Setembro de 1984; Volume 2 (mais tarde renomeada de Vingadores da Costa Oeste a partir do #47) como uma série regular durando 102 edições de Outubro de 1985 a Janeiro de 1994. E Solo Avengers (renomeada para Avengers Spotlight) que durou 40 edições de 1987 a 1989.

A revista foi relançada três vezes nos últimos dez anos. A primeira vez, em 1996, era parte da saga Heróis Renascem. A segunda, um ano depois, retornou a equipe à sua continuidade original; e a terceira vez, em 2005, quando surgiram os New Avengers ou os Novos Vingadores, após o fim da antiga equipe, e também como uma estratégia de marketing.
                                                                 
                                                                NO BRASIL
           Mesmo durando pouco na história da revista americana, a segunda formação acabou se tornando a mais conhecida no Brasil na década de 60, em função da adaptação de algumas de suas histórias para o desenho animado do Capitão América de 1966. Isso porque a série dos Vingadores não foi publicada pela Ebal. A fase de Stan Lee só foi conhecida em meados de 1976, quando a Bloch lançou uma revista mensal chamada Os Vingadores, que teve curta duração. Somente com a Editora Abril, que passou a publicar as histórias na década de 80 na revista Heróis da TV, com a cronologia iniciando-se a partir da entrada do Visão na equipe, ou seja, já na fase de Roy Thomas, é que os fãs brasileiros puderam acompanhar as aventuras do grupo com maior regularidade.

                                            PRIMEIRAS AVENTURAS
 

                 Loki, o deus Asgardiano da trapaça, traçou uma vingança contra seu meio-irmão Thor, atraindo o Hulk para concretizar seu plano. Loki enviou um pedido de socorro para Thor, que também foi recebido pelo Homem-Formiga, a Vespa e o Homem de Ferro. Após derrotarem Loki, o Homem-Formiga conclui que os cinco trabalharam bem juntos e sugeriu que eles formassem uma força conjunta. A Vespa nomeou o grupo e assim nasciam Os Vingadores.
A escalação da equipe mudou quase que instantaneamente: o Homem-Formiga se tornou o Gigante, e o Hulk, ao perceber o quanto os outros temiam sua personalidade instável, deixou-a ao final da segunda edição. A tentativa de conter o Hulk levou os Vingadores a combater Namor, O Príncipe Submarino, e isso por sua vez, levou a equipe ao primeiro marco em sua história - o retorno do Capitão América, em The Avengers #4 (Março de 1964). O patriótico herói dos anos 1940 foi encontrado congelado em animação suspensa desde o fim da Segunda Guerra Mundial. E precisava de um lugar onde pudesse se ajustar já que era um homem afastado décadas de seu tempo.
O Capitão América se uniu à equipe iniciando uma quase indelével associação. Mesmo quando a liderança foi tomada por outros, Capitão América sempre foi o comandante tático dos Vingadores em campo e poucos hesitavam em obedecer suas ordens.
 
Os membros originais a participar dos Vingadores são conhecidos como "membros fundadores", responsáveis pelo bom nome da equipe. Capitão América ganhou o título de "membro fundador" no lugar do Hulk (como revelado em Avengers Vol. 3 #1, de fevereiro de 1998). Juntos, os Vingadores combateram vilões como o inimigo do Capitão América do tempo da guerra Barão Zemo; a vilania do viajante do tempo Kang, o Conquistador; Conde Nefária e os Homens Lava, e os Mestres do Terror, um grupo de vilões capaz de combater os Vingadores.
O próximo marco foi em Avengers #16, no qual todos os membros deixaram a equipe com exceção do Capitão América. Eles foram substituídos por Gavião Arqueiro, a Feiticeira Escarlate e Mercúrio, todos ex-vilões que queriam começar uma nova vida
 
                                                 ANOS 80
               Essa é uma fase muito conhecida pelos aficionados por HQ no Brasil, em que a Abril editou regularmente as aventuras do grupo na antiga revista Heróis da TV. Fatos marcantes são (não está em ordem cronológica):
Surgimento de Mântis, destinada a se tornar a Madona celestial, e a morte do vingador Espadachim.
O casamento do Visão com a Feiticeira Escarlate.
Novas aventuras dos Guardiões da Galáxia, supergrupo do século XXX, que surgiu pela primeira vez no Brasil numa revista da RGE, numa aventura do Coisa com o Capitão América.
A batalha contra Korvac, um antigo vilão dos Guardiões da Galáxia que tornou-se um semideus ao absorver todo o conhecimento da nave de Galactus e voltou-se para propósitos mais elevados. Na batalha contra o vilão todos os heróis aparentemente morrem, menos Thor, e o vilão só é derrotado porque sentiu seu amor sendo traído pela sua esposa, receosa da guerra que seguiria-se a vitória de seu marido sobre os vingadores.
A luta contra Ultron, poderoso robô criado por Hank Pym e o surgimento de Jocasta, construto robótico criado para receber a essência da Vespa


                                       MASSACRE E HEROIS RENASCEN
                 Outro marco da história do grupo ocorreu durante a Saga Massacre, quando o megavilão Massacre, uma entidade psíquica formada pelas frustrações de Charles Xavier ligadas à essência maligna de Magneto, tentou dominar a Terra. Foi necessária a ação conjunta dos Vingadores, Quarteto Fantástico, Hulk e X-Men, além da ajuda do Dr.Destino, para detê-lo. Aparentemente, todos os heróis não mutantes se sacrificaram para derrotar o vilão; mas, na realidade, todos foram transportados para uma realidade alternativa criada inconscientemente por Franklin Richards, onde se passaram os acontecimentos da série Heróis Renascem. Por conter tanto roteiros quanto arte polêmicas, a serie Heróis Renascem ou o terceiro volume dos Vingadores, bem como os outros títulos da serie (Homem de Ferro, Quarteto Fantástico, e Capitão América) retornaram ao Universo Marvel normal, e o que ocorreu nestes eventos pós-Massacre é desconsiderado por muitos.

                                        VINGADORES A QUEDA
 
                    Após um colapso mental, a Feiticeira Escarlate destruiu a Mansão dos Vingadores e matou o Homem-Formiga, Gavião Arqueiro e o seu marido Visão. Depois disso, os Vingadores se debandaram. Posteriormente, alterada por seu colapso mental, a Feiticeira Escarlate veio a ocasionar o evento chamado Dinastia M, em que a realidade foi drasticamente alterada; quando finalmente foi restaurada, houve uma diminuição exponencial do número de mutantes no planeta Terra (reduzidos para 198, sendo antes milhares ou até mesmo milhões). Entre os que ficaram sem poderes foram Charles Xavier, Magneto e Mercúrio.
              
                          OS NOVOS VINGADORES

                   Após um colapso mental, a Feiticeira Escarlate destruiu a Mansão dos Vingadores e matou o Homem-Formiga, Gavião Arqueiro e o seu marido Visão. Depois disso, os Vingadores se debandaram. Posteriormente, alterada por seu colapso mental, a Feiticeira Escarlate veio a ocasionar o evento chamado Dinastia M, em que a realidade foi drasticamente alterada; quando finalmente foi restaurada, houve uma diminuição exponencial do número de mutantes no planeta Terra (reduzidos para 198, sendo antes milhares ou até mesmo milhões). Entre os que ficaram sem poderes foram Charles Xavier, Magneto e Mercúrio.
                            VINGADORES SOMBRIOS


Após a Invasão Secreta da raça alienigena conhecida como Skrulls, a organização mundial mantedora da paz, S.H.I.E.L.D. foi desmantelada, e substituida por uma nova organização, a M.A.R.T.E.L.O. comandada por Norman Osborn.
Aproveitando-se disso, Norman criou uma nova Iniciativa e sua própria equipe de Vingadores. Isso acabou provocando uma divisão do grupo, passando a ter 3 equipes de Vingadores agindo.
Os Vingadores de Norman Osborn (Vingadores Sombrios), classificados como Vingadores ofíciais, pois eles trabalhavam para a M.A.R.T.E.L.O.. Esta equipe era formada por: Venom (Mac Gargan), Wolverine (Daken), Miss Marvel (Carla Sofen), Gavião Arqueiro (Mercenário), Capitão Marvel (Noh-Varr), Sentinela (Robert Reynolds) e Ares, sendo liderados pelo Patriota de Ferro (Norman Osborn).
Consqüentemente, outras equipes de heróis surgiram para combater Osborn. Entre elas, uma nova formação dos Novos Vingadores: Ronin (Clint Barton) (líder), Luke Cage, Homem-Aranha (Peter Parker), Wolverine (James Howlett), Mulher-Aranha, Harpia (Bobbi Morse), Miss Marvel (Carol Danvers) e Capitão América (Bucky Barnes).
Outro grupo de Vingadores anti-Osborn era os Poderosos Vingadores, tendo como membros: Vespa (Henry Pym) (líder), Amadeus Cho, Hércules (Heracles), Visão, Estatura, Agente Americano, Jocasta, Mercúrio e a misteriosa Feiticeira Escarlate (Loki), contando com participações esporádicas de Homem de Ferro e Hulk
                                                      A ERA HEROICA
 
               Após a conclusão da minissérie Cerco, que concluiu o Reinado Sombrio, todas as séries dos Vingadores em circulação na época foram canceladas e uma nova série, intitulada simplesmente Avengers, foi lançada em maio de 2010. O lançamento marca o início da nova saga da editora intitulada A Era Heroica. Após seis anos de histórias sombrias, incluindo Guerra Civil que tornou o Homem de Ferro "O Homem mais Importante do Mundo" e provocou a morte do Capitão América, o editor-chefe da Marvel anunciou que "A Era Heroica será mais otimista. Eles passaram pelo inferno e voltaram a ser os caras bons". A série esta sendo escrita por Brian Michael Bendis e tem John Romita Jr. como ilustrador regular, os membros da equipe são Capitão América (Bucky), Homem de Ferro, Thor, Wolverine, Homem-Aranha, Mulher-Aranha e Gavião Arqueiro.
No primeiro arco de história a equipe recrutou Noh-Varr (que agora usa o nome de Protetor) para ajuda-los a construir uma máquina do tempo para salvar o futuro. Posteriormente, por indicação de Bruce Banner, o Hulk Vermelho também foi recrutado para a equipe.
Um segundo título intitulado Secret Avengers, também estreou em maio de 2010, com total liberdade para as histórias. A série é escrita por Ed Brubaker e o artista regular é o brasileiro Mike Deodato (que fora encarregado dos Vingadores Sombrios no Reinado Sombrio). A nova série dos Novos Vingadores estrou em junho de 2010. Também é escrita por Brian Michael Bendis só que o artista é Stuart Immonen. O quarto título é Avengers Academy (Academia dos Vingadores) e foi lançado também em junho, substituindo a Iniciativa. Essa série esta sendo escrita por Christos Gage e desenhada por Mike McKone.
Membros dos Vingadores Secretos: Cavaleiro da Lua, Fera, Homem Formiga III (Eric O'Grady), Máquina de Combate, Nova, Steve Rogers, Valquíria, Viúva Negra.
Membros dos Novos Vingadores: Coisa, Homem-Aranha, Luke Cage, Miss Marvel, Jessica Jones, Wolverine
Alunos da Academia de Vingadores: Tática (Jeanne Foucault), Vigoroso (Ken Mack), Radiação (Jennifer Takeda), Réptil (Humberto Lopez - o único membro que já havia aparecido nos gibis antes), Chocante (Brandon Sharpe), Véu (Madeline Berry)
Professores da Academia de Vingadores: Justiça, Mercúrio, Speedball, Tigresa, Vespa II (Hank Pym)
                                                           MEMBROS E EX-MEMBROS
                     Os Vingadores já tiveram diversas formações durante sua existência, incluindo os Poderosos Vingadores, os Novos Vingadores/Vingadores Secretos e os Vingadores Sombrios de Norman Osborn.
Membros Atuais
Luke Cage, Capitão América (Bucky Barnes), Amadeus Cho, Gavião Arqueiro (Lester), Patriota de Ferro, Jocasta, Harpia (Bobbi Morse), Ms. Marvel (Carol Danvers), Ms. Marvel (Karla Sofen), Mercúrio (Pietro Maximoff), Ronin (Clint Barton), Sentinela (Robert Reynolds), Mulher Aranha (Jessica Drew), Venom(Mac Gargan), Homem-Aranha (Peter Parker), Estatura (Cassandra Lang), Agente Americano (John Walker), Visão, Vespa (Homem-Formiga/Gigante/Golias/Jaqueta Amarela, Henry Pym), Wolverine (Akihiro), Wolverine (James Howlett)
Ex-membros
Homem-Formiga (Scott Lang), Ares, Fera (Hank McCoy), Cavaleiro Negro (Dane Whitman), Pantera Negra (T'Challa), Viúva Negra (Natasha Romanova), Capitão América (Steve Rogers), Capitã Bretanha (Kelsey Leigh), Capitã Marvel (Monica Rambeau), Capitão Marvel (Noh-Varr), Cristalys (Crystalia Maximoff), Falcão de Aço (Chris Powell), Demolição (Dennis Dunphy), Doutor Druida (Anthony Druid), Doutor Estranho (Stephen Strange), Eco (Maya Lopez), Falcão (Sam Wilson), Asa de Fogo (Bonita Juarez), Flama (Angelica Jones), Gilgamesh, Felina (Patsy Walker), Hércules (Heracles), Hulk (Bruce Banner), Tocha Humana (Jim Hammond), Mulher Invisível (Susan Richards), Punho de Ferro (Danny Rand), Homem de Ferro (Anthony Stark), Valete de Copas (Jonathan Hart), Justiça (Vance Astrovik), Relâmpago Vivo (Miguel Santos), Homem-Maquina (X-51/Aaron Stack), Mantis, Senhor Fantástico (Reed Richards), Cavaleiro da Lua (Marc Spector), Serpente da Lua (Heather Douglas), Quasar (Wendell Vaughn), Rage (Elvin Holiday), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Feiticeira Escarlate (Loki), Homem-Areia (William Baker), Sersi, Mulher-Hulk (Jennifer Walters), Garras de Prata (Lupe Santiago), Mulher-Aranha (Julia Carpenter), Starfox (Eros), Araia (Walter Newell), Sub-Mariner (Namor McKenzie), Espadachim (Jacques Duquesne), Coisa (Benjamin Grimm), Thor (Thor Odinson), Trovejante (Eric Masterson), Tigresa (Greer Nelson), Triatlo (Delroy Garrett Jr.), Two-Gun Kid (Matt Hawk), Máquina de Combate (James Rhodes), Vespa (Janet Van Dyne), Magnum (Simon Williams)
Outros (Honorários, Reservas, ect)
Moira Brandon, Capitão Marvel (Mar-Vell), Charlie-27, Deathcry, Homem de Ferro (Jovem Tony Stark de uma linha temporal alternativa), Rick Jones, Magdalene, Major Victory (Vance Astro, Vance Astrovik de um futuro alternativo), Marrina (Marrina Smallwood), Martinex (Martinex T'Naga), Máscara (Whitney Frost) (bio-duplicata, falecida), Nikki (Nicholette Gold), Starhawk (Aleta Ogord), Starhawk (Stakar Ogord), Espadachim (Phillip Jarvert), Whizzer (Bob Frank), Jaqueta Amarela (Rita DeMara), Yondu (Yondu Udonta)
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                             VINGADORES O FILME 2012
 
                      Os Vingadores é um filme americano de super-heróis produzido pela Marvel Studios e distribuído pela Walt Disney Pictures.[4] Baseado na equipe de super-heróis homônima da Marvel Comics, o filme foi escrito e dirigido por Joss Whedon e estrelado por Robert Downey, Jr., Mark Ruffalo, Jeremy Renner, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson e Chris Evans. Seu lançamento nos EUA está previsto para 04 de maio de 2012, em 3D.[5]
O longa-metragem foi anunciado em abril de 2005 e faz parte do chamado "Marvel Cinematic Universe" - um universo ficcional compartilhado por filmes independentes produzidos pela Marvel Studios -, cruzando vários filmes de super-heróis da Marvel, incluindo Homem de Ferro (2008), O Incrível Hulk (2008), Homem de Ferro 2 (2010), Thor (2011) e Capitão América: O Primeiro Vingador ( 2011).
                                       ENREDO
  Nick Fury (Samuel L. Jackson), diretor da agência de espionagem SHIELD, chega a um centro de pesquisa remoto durante uma evacuação. O Tesseract, uma fonte de energia de potencial desconhecido, já ativada, abriu um portal através do espaço, do qual o deus nórdico exilado Loki (Tom Hiddleston) ressurgia. Loki leva o Tesseract (conhecido nos quadrinhos como Cubo Cósmico), e usa suas habilidades para controlar as mentes de várias pessoas da SHIELD, inclusive o agente Clint Barton (Jeremy Renner), e o consultor físico Dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgard), a fim de que eles o ajudassem em sua fuga.
 
Em resposta ao ataque, Fury reativa a Iniciativa Vingadores. A agente Natasha Romanoff (Scarlett Johanson) é enviada até a Índia para recrutar o Dr. Bruce Banner (Mark Ruffalo), enquanto o agente Philip Coulson (Clark Gregg), vai até Tony Stark (Robert Downey Jr.) e pede que ele veja a pesquisa do Dr. Selvig. Fury vai até Steve Rogers (Chris Evans), com uma missão para recuperar o Tesseract de Loki. Durante seu exílio, Loki encontrou os Chitauri, uma raça alienígena buscando conquistar a Via Láctea com o Tesseract. Em troca da Tesseract, os Chitauri concordam em ajudar Loki a dominar a Terra.
Capitão América, Homem de Ferro e a Agente Romanoff viajam para a Alemanha para exilar Loki, que está recuperando irídio necessário para estabilizar o poder de Tesseract e exigindo que os civis se ajoelhem diante dele. Depois de uma batalha com o Capitão América, Loki se rende e é escoltado de volta para um avião da SHIELD. No entanto, Thor (Chris Hemsworth), irmão adotivo de Loki e o deus nórdico do trovão, chega e tenta tirar Loki do avião para conversar com ele. Homem de Ferro e Capitão América enfrentam Thor, Loki e, eventualmente, é devolvido ao Helicarrier, porta-aviões High-Tech, e colocado em uma cela projetada para prender o Hulk.
 

                                                ELENCO
Robert Downey Jr. como Tony Stark/Homem de Ferro
Chris Evans como Steve Rogers/Capitão América
Mark Ruffalo como Bruce Banner/Hulk
Chris Hemsworth como Thor
Scarlett Johansson como Natasha Romanoff/Viúva Negra
Jeremy Renner como Clint Barton/Gavião Arqueiro
Samuel L. Jackson como Nick Fury
Tom Hiddleston como Loki
Cobie Smulders como Maria Hill
Clark Gregg como Agente Phil Coulson
Gwyneth Paltrow como Pepper Potts
Stellan Skarsgård como Erik Selvig

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A HISTORIA DA MARVEL COMICS

Quarta-feira, 09.05.12

a historia da marvel


                                                      MARVEL COMICS


Marvel Comics, apelidada de House of Ideas ("Casa das Idéias") é uma editora americana de banda desenhada (português europeu) ou história em quadrinhos (português brasileiro) pertencente à Walt Disney Company, ao comprar em 2009, por 4 bilhões de dólares, a Marvel Entertainment. Com sede na 387 Park Avenue South, em Nova Iorque, é uma das mais importantes editoras do gênero no mundo, tendo criado muitos dos mais importantes e mais populares super-heróis, anti-heróis e vilões das histórias em quadrinhos. Entre as revistas mais famosas da Marvel, encontram-se o Quarteto Fantástico, Homem-Aranha, O Incrível Hulk, Capitão América, O Justiceiro, Os Vingadores, Demolidor, Thor, Homem de Ferro, Surfista Prateado, os X-Men, Blade:O Caçador de Vampiros, Motoqueiro Fantasma entre muitos. A partir da década de 1960, tornou-se uma das maiores empresas estadunidenses neste ramo, ao lado da DC Comics - sua principal concorrente - e da Image Comics. O catálogo da Marvel, possui 5,000 personagens
                                                           HISTORIA
A Marvel Comics foi fundada nos anos 30 do século XX, por Martin Goodman, como Timely Comics[5]. Goodman, um editor de revistas pulp que começou a vender um pulp de faroeste em 1933, expandiu-se para um emergente -e até então bastante popular- novas histórias em quadrinhos.[6] Goodman começou sua nova linha de sua existente empresa na 330 West 42nd Street, New York City, New York. Ele oficialmente detinha os títulos de editor, editor-executivo e gerente de negócios, com Abraham Goodman oficialmente listado como publisher.[6] A sua primeira publicação ocorreu em 1939, com o primeiro número da revista Marvel Comics, onde se deram as primeiras aparições do super-herói Tocha Humana e do anti-herói Namor, o Príncipe Submarino. O conteúdo deste sucesso de vendas veio de uma outra publicação, Funnies, Inc., mas no ano seguinte, teve sua própria equipe no lugar. Com a segunda edição, o título da série mudou para Marvel Mystery Comics[7].
O primeiro editor de quadrinhos da Marvel, o também roteirista e desenhista Joe Simon, se juntou a quem seria brevemente considerado uma lenda das HQ, Jack Kirby, para criar o primeiro herói patriota, o Capitão América, em Captain America Comics #1. (Março 1941). Capitão América logo virou um sucesso com uma circulação de quase um milhão. Portanto, nos anos 40 a Timely tornou-se muito conhecida.
Em 1939, Goodman contratou o primo de sua esposa,[8] Stanley Lieber, como auxiliar de escritório em geral.[9] Quando o editor Simons deixou a companhia no final de 1941, Goodman fez de Lieber - até então a escrevendo sob pseudônimo como "Stan Lee" - editor provisório da linha de quadrinhos, uma posição que Lee manteve durante décadas, exceto por três anos durante o serviço militar na II Guerra Mundial. Lee escreveu extensivamente para a Timely Comics, contribuindo para vários títulos diferentes.
O mercado americano de quadrinhos de super-heróis caiu no pós-guerra. A Editora de Goodman deixou de publicar a maior parte, e expandiu-se para uma ampla variedade de gêneros que a Timely Comics ainda não havia publicado, com ênfase no gênero de horror, faroeste, humor, funny-animal,crime, quadrinhos de guerra, e posteriormente, acrescentando uma porção de jungle books, títulos de romance, e até mesmo espionagem, aventura medieval, histórias da Bíblia e esportes. Como outras editoras, Goodman também cortejou os leitores do sexo feminino com quadrinhos principalmente humorístico sobre modelos e mulheres famosas.
Nos anos 50, a Marvel atravessou tempos difíceis, da mesma maneira que as outras editoras. Goodman começou a publicar com nome de Atlas, uma distribuidora de sua propriedade, em Novembro de 1951. Atlas, ao invés de inovar, seguia as seguintes tendências populares na televisão e no cinema - faroestes e dramas de guerra em vigor por um tempo, monstros de cinema drive-in em outro - e mesmo outras revistas em quadrinhos, especialmente a linha de terror da EC Comics. A Atlas também publicou uma infinidade de títulos para crianças e humor adolescente, incluindo Homer the Happy Ghost de Dan DeCarlo (fantasma à la Gasparzinho) e Homer Hooper (adolescente à la Archie Andrews). A editoa tentou sem sucesso ressuscitar os super-heróis entre 1953 e 1954, como o Tocha Humana (arte de Syd Shores e Dick Ayers, alternadamente), o Namor (quase todas histórias escritas e desenhadas por Bill Everett), e Capitão América (escritor Stan Lee e desenhada John Romita Sr.). A Atlas tinha no minímo cinco escritores oficiais(chamados oficialmente de editores) além de Stan Lee: Hank Chapman, Paul S. Newman, Don Rico, Carl Wessler e o futuro cartunista da Revista MAD, Al Jaffee.
No final dos anos 50 e início dos 60, o sucesso da DC Comics ao reviver o gênero de super-heróis nas histórias em quadrinhos (principalmente com a Liga da Justiça) fez com que a Marvel seguisse o mesmo caminho. Os principais expoentes desta época foram os seus empregados Stan Lee (edição e argumento) e Jack Kirby (arte), responsáveis pela criação do Quarteto Fantástico. A revista foi um enorme sucesso o que levou a Marvel a publicar outros títulos de super-heróis, entre os quais se destacou o gibi do personagem Homem-Aranha, criado por Stan Lee e Steve Ditko.
As histórias da Marvel distinguiam-se das demais pelo universo em que se desenvolviam ter características mais próximas da realidade, sendo mais humanizado e verossímil. Os argumentos exploravam a caracterização dos personagens. No caso do Homem-Aranha, ele era um jovem herói com alguma falta de auto-estima e muitos problemas mundanos, semelhantes ao de muitos adolescentes. Este novo olhar acabou por incentivar uma revolução nas histórias em quadrinhos (banda desenhada) estadunidenses com o passar do tempo. Até mesmo a concorrente DC Comics adotou algumas inovações realizadas pela Marvel em suas histórias. Stan Lee ganhou prestígio e foi durante alguns anos o diretor da empresa.
No início dos anos 70, uma série de novos directores trabalharam para a empresa em mais uma época não favorável para esta indústria. No entanto, no final dessa década, a Marvel estava novamente de boa saúde, graças a novas estratégias de marketing na distribuição e à renovação do título dos X-Men, arquitetado principalmente por Chris Claremont e John Byrne.
Nos anos 80, Jim Shooter era o diretor. Apesar da sua personalidade controversa, conseguiu eliminar alguns dos males da empresa - como a não publicação das revistas no prazo devido - e promover um renascimento criativo na Marvel, fazendo com que seus gibis tornassem-se ainda mais vendidos .
Em 1981, a Marvel comprou os estúdios de animação DePatie-Freleng Enterprises do famoso animador do desenho da A Pantera Cor-de-Rosa, Friz Freleng. A empresa foi rebatizada de Marvel Productions Ltd. e produziu séries de desenhos animados bastante conhecidas, como G.I. Joe, Transformers e Muppet Babies.
Em 1988, a Marvel foi comprada pelo investidor/empresário Ronald Perelman, que colocou a empresa na Bolsa de Nova Iorque e promoveu o aumento do número de títulos publicados. Entretanto, a empresa vendeu o seu catálogo de animação à Saban Entertainment e fechou permanentemente o estúdio de animação, optando por contratar terceiros para produzir seus projetos de animação.
A Marvel ganhou bastante dinheiro no início dos anos 90 devido ao boom das histórias em quadrinhos (banda desenhada) nos EUA, mas no meio da década enfrentou graves problemas financeiros, com acusações de que Perelman havia tirado todo o dinheiro da empresa em proveito próprio. Como consequência, a Marvel anunciou que o seu distribuidor exclusivo passaria a ser o Heroes World, que fez com que toda a indústria de distribuição de revistas de histórias em quadrinhos (banda desenhada) sofresse um grande abalo. A perda potencial da maior empresa da indústria, originou o encerramento das atividades da maioria dos distribuidores. No momento, existe apenas uma grande distribuidora de histórias em quadrinhos (banda desenhada) nos EUA: a Diamond Distribution. Muitos peritos julgam que esse fato causou um imenso dano à indústria das histórias em quadrinhos (banda desenhada).
No auge da crise,o investidor Carl Icahn tentou obter o controlo da Marvel, mas após arrastadas batalhas jurídicas, o controle da empresa foi entregue em 1997 à Isaac Perlmutter, proprietário da Toy Biz, uma das empresas do grupo. Com o seu sócio Avi Arad e os seus nomeados (e controversos) editor Bill Jemas e diretor Joe Quesada, Perlmutter reergueu a Marvel. Além da revitalização das revistas da empresa, alguns dos seus personagens foram licenciados para se tornarem filmes de sucesso, principalmente X-Men, X-Men Origins: Wolverine, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Hulk, Homem de Ferro e Blade.
A Marvel mantém-se a principal editora estadunidense de histórias em quadrinhos (banda desenhada), mesmo numa altura em que a indústria é apenas uma fração do que foi décadas atrás. Há pelo menos três décadas, a principal concorrente, DC Comics, está abaixo da Marvel em vendas. Stan Lee já não está oficialmente ligado à empresa, mas permanece sendo o nome mais conhecido e importante na indústria e ocasionalmente demonstra o seu carinho pelos personagens, em edições especiais ou declarações públicas.
Em 2001, a Marvel Comics retirou-se da Comics Code Authority e estabeleceu o seu próprio sistema de classificação para as suas revistas. Criou também novas linhas editoriais, incluindo uma destinada a adolescentes mais velhos (Marvel Knights) e outra a adultos: a (MAX). Outro fator marcante na história da Marvel no início do novo milênio foi sua parceria com Hollywood, que resultou em várias adaptações de sucesso, iniciadas com o filme do Homem-Aranha, em 2002.
Em 2006, a Marvel lançou uma Mega-Saga intitulada Guerra Civil, onde a comunidade heróica viu-se dividida, devido a uma Lei de Registro de Super-Humanos[14]. Essa saga discutiu, de maneira profunda, vários fatores políticos e éticos, aumentando ainda mais a verossimilhança do Universo Marvel com o universo real. Nestes mesmo ano a empresa criou sua própria enciclopédia wiki em seu website.
Em 2007 a empresa inovou novamente, anunciando a Marvel Digital Comics Unlimited, um arquivo digital de cerca de 2.500 edições de histórias em quadrinhos antigas, disponíveis para leitura após o pagamento de uma pequena taxa mensal ou anual
Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por 4 bilhões de dólares em dinheiro e ações.
                                                              EDITORES CHEFE DA MARVEL COMICS

                   O editor-chefe supervisiona as decisões criativas de maior escala dentro da companhia. O cargo evoluiu lentamente. Nos primeiros anos, a empresa teve um único editor a supervisionar a linha inteira. Com o crescimento da companhia, tornou-se cada vez mais comum para os títulos ser inspecionado em separado. O conceito de "escritor-editor" evoluiu com Cainã Silva, que escrevia e geria mais de uma linha de produção. Porém, enquanto Lee deteve grande poder dentro da empresa durante sua gestão, quando o editor Martin Goodman promoveu as mudanças na estrutura de sua empresa e os quadrinhos tornaram-se um divisão relativamente pequena, seus sucessores tiveram participações de escalas variáveis dentro da gestão corporativa.
A década de 70 foi marcada por uma grande quantidade de editores-chefe. Com grande rotatividade de nomes, parece que alguns foram nomeados como mera extensão de suas funções editoriais. Somente quando Jim Shooter assumiu em 1978, o cargo foi claramente definido.
Em 1994, a Marvel aboliu o cargo, substituindo Tom DeFalco por um grupo de 5 editores, que receberam cada um o título de editor-chefe, tendo outros editores subordinados a si. Porém, no mesmo ano, o cargo foi restaurado, sendo entregue a Bob Harras. Em 2000, Joe Quesada assumiu a posição
                             1939-1941 - Joe Simon
1941-1942 - Stan Lee
1942-1945 - Vincent Fago-(atuou durante o Serviço Militar de Stan Lee)
1945-1972 - Stan Lee
1972-1974 - Roy Thomas
1974-1975 - Len Wein
1974-1975 - Marv Wolfman ("black-and-white magazines",
1975-1976 - Mary Wolfman - toda a linha
1976-1976 - Gerry Conway
1976-1978 - Archie Goodwin
1978-1987 - Jim Shooter
1987-1994 - Tom DeFalco
1994-1995 - Período Sem Editor-Chefe Oficial
1995-2000 - Bob Harras
2000-2011 - Joe Quesada

                                         MARVEL NOS PAISES LUSOFONOS


             Os personagens da Marvel Comics têm sido, ao longo dos anos, publicadas nas mais diferentes editoras brasileiras e portuguesas. Em Abril de 1940, Namor estreia em Gibi Mensal 142 da RGE (atual Editora Globo).[17] (tornando errônea a comemoração de 40 anos da Marvel no Brasil, já que a mesma celebra 70 anos em 2009, contando os anos da Timely[18]) A partir de 1967 foram lançados pelo Editora Ebal como estratégia de uma grande campanha publicitária da companhia Shell, que distribuía exemplares das revistas gratuitamente nos postos de gasolina. No filme brasileiro O Homem Nu (1968), produzido com parte do patrocinio obtido pela citada companhia, pode-se ver com destaque posters com os 5 super-heróis Marvel do desenho animado de 1966, colocados em uma vitrine: Capitão América, Hulk, Thor, Namor e Homem de Ferro. No Brasil, os gibis Marvel são publicados atualmente pela editora Panini, sendo seus personagens Wolverine, Homem-Aranha, Hulk, Demolidor, X-Men, O Justiceiro e Blade entre os mais populares.
         

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A HISTORIA DA MARVEL COMICS

Quarta-feira, 09.05.12

a historia da marvel


                                                      MARVEL COMICS


Marvel Comics, apelidada de House of Ideas ("Casa das Idéias") é uma editora americana de banda desenhada (português europeu) ou história em quadrinhos (português brasileiro) pertencente à Walt Disney Company, ao comprar em 2009, por 4 bilhões de dólares, a Marvel Entertainment. Com sede na 387 Park Avenue South, em Nova Iorque, é uma das mais importantes editoras do gênero no mundo, tendo criado muitos dos mais importantes e mais populares super-heróis, anti-heróis e vilões das histórias em quadrinhos. Entre as revistas mais famosas da Marvel, encontram-se o Quarteto Fantástico, Homem-Aranha, O Incrível Hulk, Capitão América, O Justiceiro, Os Vingadores, Demolidor, Thor, Homem de Ferro, Surfista Prateado, os X-Men, Blade:O Caçador de Vampiros, Motoqueiro Fantasma entre muitos. A partir da década de 1960, tornou-se uma das maiores empresas estadunidenses neste ramo, ao lado da DC Comics - sua principal concorrente - e da Image Comics. O catálogo da Marvel, possui 5,000 personagens
                                                           HISTORIA
A Marvel Comics foi fundada nos anos 30 do século XX, por Martin Goodman, como Timely Comics[5]. Goodman, um editor de revistas pulp que começou a vender um pulp de faroeste em 1933, expandiu-se para um emergente -e até então bastante popular- novas histórias em quadrinhos.[6] Goodman começou sua nova linha de sua existente empresa na 330 West 42nd Street, New York City, New York. Ele oficialmente detinha os títulos de editor, editor-executivo e gerente de negócios, com Abraham Goodman oficialmente listado como publisher.[6] A sua primeira publicação ocorreu em 1939, com o primeiro número da revista Marvel Comics, onde se deram as primeiras aparições do super-herói Tocha Humana e do anti-herói Namor, o Príncipe Submarino. O conteúdo deste sucesso de vendas veio de uma outra publicação, Funnies, Inc., mas no ano seguinte, teve sua própria equipe no lugar. Com a segunda edição, o título da série mudou para Marvel Mystery Comics[7].
O primeiro editor de quadrinhos da Marvel, o também roteirista e desenhista Joe Simon, se juntou a quem seria brevemente considerado uma lenda das HQ, Jack Kirby, para criar o primeiro herói patriota, o Capitão América, em Captain America Comics #1. (Março 1941). Capitão América logo virou um sucesso com uma circulação de quase um milhão. Portanto, nos anos 40 a Timely tornou-se muito conhecida.
Em 1939, Goodman contratou o primo de sua esposa,[8] Stanley Lieber, como auxiliar de escritório em geral.[9] Quando o editor Simons deixou a companhia no final de 1941, Goodman fez de Lieber - até então a escrevendo sob pseudônimo como "Stan Lee" - editor provisório da linha de quadrinhos, uma posição que Lee manteve durante décadas, exceto por três anos durante o serviço militar na II Guerra Mundial. Lee escreveu extensivamente para a Timely Comics, contribuindo para vários títulos diferentes.
O mercado americano de quadrinhos de super-heróis caiu no pós-guerra. A Editora de Goodman deixou de publicar a maior parte, e expandiu-se para uma ampla variedade de gêneros que a Timely Comics ainda não havia publicado, com ênfase no gênero de horror, faroeste, humor, funny-animal,crime, quadrinhos de guerra, e posteriormente, acrescentando uma porção de jungle books, títulos de romance, e até mesmo espionagem, aventura medieval, histórias da Bíblia e esportes. Como outras editoras, Goodman também cortejou os leitores do sexo feminino com quadrinhos principalmente humorístico sobre modelos e mulheres famosas.
Nos anos 50, a Marvel atravessou tempos difíceis, da mesma maneira que as outras editoras. Goodman começou a publicar com nome de Atlas, uma distribuidora de sua propriedade, em Novembro de 1951. Atlas, ao invés de inovar, seguia as seguintes tendências populares na televisão e no cinema - faroestes e dramas de guerra em vigor por um tempo, monstros de cinema drive-in em outro - e mesmo outras revistas em quadrinhos, especialmente a linha de terror da EC Comics. A Atlas também publicou uma infinidade de títulos para crianças e humor adolescente, incluindo Homer the Happy Ghost de Dan DeCarlo (fantasma à la Gasparzinho) e Homer Hooper (adolescente à la Archie Andrews). A editoa tentou sem sucesso ressuscitar os super-heróis entre 1953 e 1954, como o Tocha Humana (arte de Syd Shores e Dick Ayers, alternadamente), o Namor (quase todas histórias escritas e desenhadas por Bill Everett), e Capitão América (escritor Stan Lee e desenhada John Romita Sr.). A Atlas tinha no minímo cinco escritores oficiais(chamados oficialmente de editores) além de Stan Lee: Hank Chapman, Paul S. Newman, Don Rico, Carl Wessler e o futuro cartunista da Revista MAD, Al Jaffee.
No final dos anos 50 e início dos 60, o sucesso da DC Comics ao reviver o gênero de super-heróis nas histórias em quadrinhos (principalmente com a Liga da Justiça) fez com que a Marvel seguisse o mesmo caminho. Os principais expoentes desta época foram os seus empregados Stan Lee (edição e argumento) e Jack Kirby (arte), responsáveis pela criação do Quarteto Fantástico. A revista foi um enorme sucesso o que levou a Marvel a publicar outros títulos de super-heróis, entre os quais se destacou o gibi do personagem Homem-Aranha, criado por Stan Lee e Steve Ditko.
As histórias da Marvel distinguiam-se das demais pelo universo em que se desenvolviam ter características mais próximas da realidade, sendo mais humanizado e verossímil. Os argumentos exploravam a caracterização dos personagens. No caso do Homem-Aranha, ele era um jovem herói com alguma falta de auto-estima e muitos problemas mundanos, semelhantes ao de muitos adolescentes. Este novo olhar acabou por incentivar uma revolução nas histórias em quadrinhos (banda desenhada) estadunidenses com o passar do tempo. Até mesmo a concorrente DC Comics adotou algumas inovações realizadas pela Marvel em suas histórias. Stan Lee ganhou prestígio e foi durante alguns anos o diretor da empresa.
No início dos anos 70, uma série de novos directores trabalharam para a empresa em mais uma época não favorável para esta indústria. No entanto, no final dessa década, a Marvel estava novamente de boa saúde, graças a novas estratégias de marketing na distribuição e à renovação do título dos X-Men, arquitetado principalmente por Chris Claremont e John Byrne.
Nos anos 80, Jim Shooter era o diretor. Apesar da sua personalidade controversa, conseguiu eliminar alguns dos males da empresa - como a não publicação das revistas no prazo devido - e promover um renascimento criativo na Marvel, fazendo com que seus gibis tornassem-se ainda mais vendidos .
Em 1981, a Marvel comprou os estúdios de animação DePatie-Freleng Enterprises do famoso animador do desenho da A Pantera Cor-de-Rosa, Friz Freleng. A empresa foi rebatizada de Marvel Productions Ltd. e produziu séries de desenhos animados bastante conhecidas, como G.I. Joe, Transformers e Muppet Babies.
Em 1988, a Marvel foi comprada pelo investidor/empresário Ronald Perelman, que colocou a empresa na Bolsa de Nova Iorque e promoveu o aumento do número de títulos publicados. Entretanto, a empresa vendeu o seu catálogo de animação à Saban Entertainment e fechou permanentemente o estúdio de animação, optando por contratar terceiros para produzir seus projetos de animação.
A Marvel ganhou bastante dinheiro no início dos anos 90 devido ao boom das histórias em quadrinhos (banda desenhada) nos EUA, mas no meio da década enfrentou graves problemas financeiros, com acusações de que Perelman havia tirado todo o dinheiro da empresa em proveito próprio. Como consequência, a Marvel anunciou que o seu distribuidor exclusivo passaria a ser o Heroes World, que fez com que toda a indústria de distribuição de revistas de histórias em quadrinhos (banda desenhada) sofresse um grande abalo. A perda potencial da maior empresa da indústria, originou o encerramento das atividades da maioria dos distribuidores. No momento, existe apenas uma grande distribuidora de histórias em quadrinhos (banda desenhada) nos EUA: a Diamond Distribution. Muitos peritos julgam que esse fato causou um imenso dano à indústria das histórias em quadrinhos (banda desenhada).
No auge da crise,o investidor Carl Icahn tentou obter o controlo da Marvel, mas após arrastadas batalhas jurídicas, o controle da empresa foi entregue em 1997 à Isaac Perlmutter, proprietário da Toy Biz, uma das empresas do grupo. Com o seu sócio Avi Arad e os seus nomeados (e controversos) editor Bill Jemas e diretor Joe Quesada, Perlmutter reergueu a Marvel. Além da revitalização das revistas da empresa, alguns dos seus personagens foram licenciados para se tornarem filmes de sucesso, principalmente X-Men, X-Men Origins: Wolverine, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Hulk, Homem de Ferro e Blade.
A Marvel mantém-se a principal editora estadunidense de histórias em quadrinhos (banda desenhada), mesmo numa altura em que a indústria é apenas uma fração do que foi décadas atrás. Há pelo menos três décadas, a principal concorrente, DC Comics, está abaixo da Marvel em vendas. Stan Lee já não está oficialmente ligado à empresa, mas permanece sendo o nome mais conhecido e importante na indústria e ocasionalmente demonstra o seu carinho pelos personagens, em edições especiais ou declarações públicas.
Em 2001, a Marvel Comics retirou-se da Comics Code Authority e estabeleceu o seu próprio sistema de classificação para as suas revistas. Criou também novas linhas editoriais, incluindo uma destinada a adolescentes mais velhos (Marvel Knights) e outra a adultos: a (MAX). Outro fator marcante na história da Marvel no início do novo milênio foi sua parceria com Hollywood, que resultou em várias adaptações de sucesso, iniciadas com o filme do Homem-Aranha, em 2002.
Em 2006, a Marvel lançou uma Mega-Saga intitulada Guerra Civil, onde a comunidade heróica viu-se dividida, devido a uma Lei de Registro de Super-Humanos[14]. Essa saga discutiu, de maneira profunda, vários fatores políticos e éticos, aumentando ainda mais a verossimilhança do Universo Marvel com o universo real. Nestes mesmo ano a empresa criou sua própria enciclopédia wiki em seu website.
Em 2007 a empresa inovou novamente, anunciando a Marvel Digital Comics Unlimited, um arquivo digital de cerca de 2.500 edições de histórias em quadrinhos antigas, disponíveis para leitura após o pagamento de uma pequena taxa mensal ou anual
Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por 4 bilhões de dólares em dinheiro e ações.
                                                              EDITORES CHEFE DA MARVEL COMICS

                   O editor-chefe supervisiona as decisões criativas de maior escala dentro da companhia. O cargo evoluiu lentamente. Nos primeiros anos, a empresa teve um único editor a supervisionar a linha inteira. Com o crescimento da companhia, tornou-se cada vez mais comum para os títulos ser inspecionado em separado. O conceito de "escritor-editor" evoluiu com Cainã Silva, que escrevia e geria mais de uma linha de produção. Porém, enquanto Lee deteve grande poder dentro da empresa durante sua gestão, quando o editor Martin Goodman promoveu as mudanças na estrutura de sua empresa e os quadrinhos tornaram-se um divisão relativamente pequena, seus sucessores tiveram participações de escalas variáveis dentro da gestão corporativa.
A década de 70 foi marcada por uma grande quantidade de editores-chefe. Com grande rotatividade de nomes, parece que alguns foram nomeados como mera extensão de suas funções editoriais. Somente quando Jim Shooter assumiu em 1978, o cargo foi claramente definido.
Em 1994, a Marvel aboliu o cargo, substituindo Tom DeFalco por um grupo de 5 editores, que receberam cada um o título de editor-chefe, tendo outros editores subordinados a si. Porém, no mesmo ano, o cargo foi restaurado, sendo entregue a Bob Harras. Em 2000, Joe Quesada assumiu a posição
                             1939-1941 - Joe Simon
1941-1942 - Stan Lee
1942-1945 - Vincent Fago-(atuou durante o Serviço Militar de Stan Lee)
1945-1972 - Stan Lee
1972-1974 - Roy Thomas
1974-1975 - Len Wein
1974-1975 - Marv Wolfman ("black-and-white magazines",
1975-1976 - Mary Wolfman - toda a linha
1976-1976 - Gerry Conway
1976-1978 - Archie Goodwin
1978-1987 - Jim Shooter
1987-1994 - Tom DeFalco
1994-1995 - Período Sem Editor-Chefe Oficial
1995-2000 - Bob Harras
2000-2011 - Joe Quesada

                                         MARVEL NOS PAISES LUSOFONOS


             Os personagens da Marvel Comics têm sido, ao longo dos anos, publicadas nas mais diferentes editoras brasileiras e portuguesas. Em Abril de 1940, Namor estreia em Gibi Mensal 142 da RGE (atual Editora Globo).[17] (tornando errônea a comemoração de 40 anos da Marvel no Brasil, já que a mesma celebra 70 anos em 2009, contando os anos da Timely[18]) A partir de 1967 foram lançados pelo Editora Ebal como estratégia de uma grande campanha publicitária da companhia Shell, que distribuía exemplares das revistas gratuitamente nos postos de gasolina. No filme brasileiro O Homem Nu (1968), produzido com parte do patrocinio obtido pela citada companhia, pode-se ver com destaque posters com os 5 super-heróis Marvel do desenho animado de 1966, colocados em uma vitrine: Capitão América, Hulk, Thor, Namor e Homem de Ferro. No Brasil, os gibis Marvel são publicados atualmente pela editora Panini, sendo seus personagens Wolverine, Homem-Aranha, Hulk, Demolidor, X-Men, O Justiceiro e Blade entre os mais populares.
         

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Joseph Balsamo, Count de Cagliostro

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Joseph Balsamo, Count de Cagliostro


 
  O mistério envolve os homens que passam suas vidas a serviço da humanidade e mantêm-se extremamente dedicados somente aos seus superiores. Os padrões de julgamento social e a moralidade convencional não podem ser separados de seus caracteres. O mistério que envolve Alessandro, Count di Cagliostro, foi montado por boatos e calúnias sem fundamento a uma tal extensão que, “Sua história aceita é muito bem conhecida para precisar ser repetida, e sua verdadeira história nunca foi contada”. A pesquisa conscienciosa tem dissipado as nuvens dos boatos e da difamação o suficiente para revelar à análise imparcial uma vida nobre permeada com sabedoria e envolvida pela compaixão.
“Não posso”, testemunhou Cagliostro, “falar positivamente com relação ao lugar onde nasci, nem dos pais de quem nasci”. Seus inimigos diziam que ele era José Balsamo, um famoso aventureiro e criminoso da Sicília, mas suas palavras e atos negam essa identificação. Ninguém que reconhecesse Balsamo veio a público para estabelecer a relação. De acordo com o próprio Cagliostro, ele viveu como uma criança chamada Acharat no palácio do Mufti Salahayyam em Medina. Seu governador, um Adepto Oriental chamado Althotas, disse-lhe que ele nascera de nobres pais cristãos, porém se recusou a falar mais. Referências casuais, contudo, levaram Cagliostro a acreditar que ele nascera em Malta. Althotas tratava-o como um filho e cultivava sua aptidão para as ciências, especialmente botânica e química. Cagliostro aprendeu a respeitar a religião e a lei em cada cultura e região. “Ambos nos vestimos como Maometanos e estamos externamente de acordo com a devoção do Islam, mas a verdadeira religião foi impressa em nossos corações”. Quando criança, aprendeu os idiomas árabe e orientais e também muito sobre o Egito antigo.
Aos doze anos, Althotas levou-o a Mecca, onde permaneceram por três anos. Quando Acharat encontrou o Sharif, ambos imediatamente sentiram uma forte ligação e choraram na presença um do outro. Embora passassem muito tempo juntos, o Sharif recusou-se a discutir a origem de Acharat, embora uma vez o tivesse avisado de que “se algum dia eu deixasse Mecca, estaria ameaçado com as maiores infelicidades, e acima de tudo ordenou-me cautela com a cidade de Trebizond”. A uniformidade da vida no palácio falhou em saciar a sede por conhecimento e experiência de Acharat e a tempo ele decidiu ir para o Egito com Althotas. Na hora da partida, o Sharif despediu-se dele chorando, com as palavras, “Filho infeliz da natureza, adeus”.
No Egito, ele aprendeu que as pirâmides continham segredos desconhecidos pelo turista. Foi admitido pelos sacerdotes do templo “a lugares tais, que nenhum outro viajante comum jamais havia entrado antes”. Após três anos de viagem “pelos principais reinos da África e da Ásia”, ele chegou a Rhodes em 1766, onde pegou um navio francês para Malta. Enquanto estava hospedado no palácio de Pinto, Grão Mestre de Malta, o Cavalheiro d’Aquino de Caramanica apresentou-o à ilha. “Foi aqui que eu pela primeira vez assumi o modo de vestir Europeu e com ele o nome de Conde Cagliostro”. Althotas apareceu com a roupa e a insígnia da Ordem de Malta.
“Tenho todas as razões para acreditar que o Grão Mestre Pinto estava familiarizado com minha verdadeira origem. Freqüentemente me falava do Sharif e mencionava a cidade de Trebizond, porém jamais consentiria em entrar em outros detalhes particulares sobre o assunto.” Com base nesta referência, alguém especulou que Cagliostro era o filho do Grão Mestre Pinto e uma nobre senhora de Trebizond, mas Cagliostro, ele mesmo, jamais expressou esta opinião. Enquanto ainda em Malta, Althotas faleceu. Minutos antes de sua passagem, ele declarou a Cagliostro: “Meu filho, conserve para sempre diante de seus olhos o temor a Deus e o amor de suas pequenas criaturas; logo você estará convencido, pela experiência, de tudo aquilo que tenho lhe ensinado”.
Com a permissão relutante do Grão Mestre, Cagliostro deixou Malta na companhia do Cavalheiro d’Aquino para a Sicília, as Ilhas Gregas, e finalmente, Nápoles, o lugar natal do Cavalheiro. Enquanto o Cavalheiro se ocupava com assuntos pessoais, Cagliostro prosseguiu para Roma. Retirou-se para um apartamento para melhorar seu italiano, mas logo o cardeal Orsini solicitou sua presença e, através dele, conheceu vários cardeais e príncipes romanos.
Em 1770, com a idade de vinte e dois anos, ele conheceu e se apaixonou por Seraphina Feliciani. Embora ela fosse a dona do seu amor e devoção pelo resto de suas vidas, ela nunca foi capaz de totalmente romper com a Igreja e seria usada como “a ferramenta dos Jesuítas”. Aconteceu que a natureza de Cagliostro, boa ao extremo, e a total confiança que colocava em seus amigos foram a causa de seus desapontamentos. A generosidade de Cagliostro logo esgotou suas fontes e o casal foi desfeito quando viajavam para visitar amigos em Piemonte e Genova. Mas em julho de 1776, quando chegaram a Londres, estavam outra vez em boas situação, porém a causa de seu progresso fica, como sempre, perdida em mistério.
Eles se hospedaram e logo atraíram admiradores, ainda que ninguém tivesse certeza de onde se originavam, ou qual era seu itinerário recente. Um laboratório foi montado num aposento para estudos de Física e Química. A grande generosidade de Cagliostro levou um grupo de impostores gananciosos a tentar trapaceá-lo através de processos legais que exigiam dinheiro, acusando-o de praticar bruxaria. Esta última acusação foi retirada imediatamente, mas uma coalizão de advogados e juízes desonestos arrancaram-lhe cada centavo que puderam antes que o Conde ficasse livre de suas intrigas. Suas intenções ficaram evidentes pelo fato de que, finalmente, todos eles, de alguma forma, morreram na prisão ou foram executados por fraude, perjúrio e outros crimes. Cagliostro recusou a oportunidade de propor recursos reparatórios, mas decidiu deixar a Inglaterra.
Antes da partida, contudo, tanto ele como a condessa foram admitidos na Loja Esperança da ordem da Estrita Observância. Seu lema era “União, Silêncio, Virtude”, seu trabalho filantropia e seu estudo, ocultismo. Através desta Ordem, Cagliostro espalharia a Maçonaria Egípcia por toda a Europa. Deixando Londres em Novembro de 1777 com apenas cinqüenta guinéus, viajou para Bruxelas “onde encontrei a Providência esperando que enchesse meu bolso outra vez”. Esta é sempre a história de Cagliostro. Quando ele aparece na história, ele tem tudo, não pede nada e deixa tudo generosamente.
Veio para Hague, onde foi recebido como um Franco-maçom pela loja local da Ordem da Estrita Observância. Seu discurso sobre Maçonaria Egípcia, a mãe do puro impulso Maçônico, motivou a Loja a adotar o Rito Egípcio tanto para homens como para mulheres. A Condessa Cagliostro foi instalada como Grã-Mestra. Aqui emergiu a missão de Cagliostro de purificar, restaurar e elevar a Maçonaria ao nível de verdadeiro ocultismo. Esta tarefa comanda o centro das atenções pelo do resto de sua vida. Como suas numerosas profecias sobre grandes e pequenos assuntos indicavam, ele tinha uma visão clara da iminente arrancada da ordem social, política e religiosa da Europa. Ele antevia que somente nas Lojas unificadas os servidores dos homens sábios do Oriente poderiam, poderiam atuar junto tanto os nobres e os homens comuns em mútua lealdade aos mais altos ideais e guiar a Europa através da transição em direção a uma era iluminada.
Ao passar por Nuremberg, ele trocou sinais secretos com um Franco-Maçom, hospedando-se no mesmo hotel. Quando indagado quem era, Cagliostro desenhou num papel a serpente mordendo sua cauda. O hóspede, imediatamente, reconheceu um grande ser numa missão importante e, tirando um rico anel de diamante de sua mão, investiu-o em Cagliostro. Quando ele chegou a Leipzig, a Ordem estava preparada para homenageá-lo com um lauto banquete preparado para um dignitário visitante, mas havia chegado a época de ser colocada a Maçonaria Egípcia em sua verdadeira perspectiva. Após o jantar, Cagliostro fez um discurso sobre o sistema e seu significado. Ele convocou os Maçons reunidos para adotarem o Rito, porém a direção da Loja hesitou. Cagliostro avisou que o momento da escolha para Maçonaria havia chegado e profetizou que a vida do chefe – Herr Scieffort – estava na balança: se a Maçonaria Egípcia não fosse abraçada, Scieffort não sobreviveria durante aquele mês. Scieffort recusou a aceitar modificações em sua Loja, e cometeu suicídio poucos dias depois. Abalados e intrigados, os membros da Loja aclamaram Cagliostro, e seu nome foi ouvido pela cidade. Enquanto ele continuava a viagem, as Lojas da Ordem da Estrita Observância calorosamente lhe davam boas vindas.
Seguiu para Mittau, capital de Duchy de Courland e centro de estudos ocultos, ali chegando em março de 1791. Cagliostro explicou o significado da Maçonaria Egípcia em termos de regeneração moral da humanidade. Embora o homem tenha conhecido a natureza da deidade e o mundo, os profetas, apóstolos e padres da Igreja apropriaram-se deste conhecimento para seus próprios fins. A Maçonaria Egípcia continha as verdades que poderiam restaurar este conhecimento numa humanidade renovada. O Marechal Von Medem e sua família convidaram Cagliostro para ficar em Courland e apresentaram-no às pessoas de influência. O longo interesse de Von Medem pela alquimia logo se voltou para outros fenômenos, e ele pediu insistentemente a Cagliostro que demonstrasse os poderes que, segundo boatos, ele possuía. A princípio relutante, ele finalmente produziu uma quantidade de fenômenos, além suas curas medicinais universalmente aclamadas.
Cagliostro agora deixou que soubessem que ele era o Grande Cophta da Loja, um sucessor na linhagem de Enoch, e que ele, obedientemente, recebia ordens de “seus chefes”. Infelizmente, a vontade de apoiar a Maçonaria Egípcia alimentava-se da insaciável fome por mais fenômenos. Cagliostro mostrou seus poderes em numerosas ocasiões, mas recusava-se a ser empurrado para um mercado atacadista de milagres. E pela primeira vez ele se viu chamado de impostor, quando não atendia aos pedidos. “O espiritismo nas mãos de um Adepto se torna magia”, H.P.Blavatsky escreveu, “pois ele é versado na arte de entremesclar as leis do Universo, sem quebrar nenhuma delas e sem por isso violar a natureza”. Ela disse que homens tais como Mesmer e Cagliostro “controlam os Espíritos, em vez de permitir que seus assuntos sejam controlados por eles; e o Espiritismo está a salvo nas suas mãos”. Mas, Cagliostro explicou, tais poderes eram para serem usados para o bem do mundo e não para a gratificação da curiosidade ociosa.
Ele decidiu ir para São Petersburg, onde foi aceito na Loja e inúmeras curas foram testemunhadas, mas não receberam com calor a idéia da Maçonaria Egípcia. Recusando-se a produzir os fenômenos, pensaram que era um curador, não um mago. Varsóvia respondeu melhor, contudo. Lá ele encontrou o Conde Moczinski e o Príncipe Adam Poninski, que insistiu com Cagliostro para ficar em sua casa. Ele aceitou a Maçonaria Egípcia e uma grande parte da sociedade polonesa o seguiu. Dentro de um mês, uma Loja para o Rito Egípcio foi fundada. Em 1780 ele foi recebido em várias ocasiões pelo Rei Stanislaw Augustus. Descreveu o passado e predisse o futuro de uma senhora da Corte que duvidou de seus poderes. Ela, imediatamente, atestou o passado, enquanto a história provou a verdade no futuro.
Cagliostro deixou Varsóvia em 26 de junho e não foi visto até 19 de setembro, quando chegou a Strasburgo. Multidões aguardavam na Ponte de Keehl para ver sua carruagem e ele foi aclamado quando entrou na cidade. Imediatamente, começou a atender aos pobres, libertando devedores da prisão, curando os doentes e fornecendo remédios gratuitamente. Tanto os amigos quanto os inimigos concordavam que Cagliostro se recusava a receber qualquer remuneração ou benefício por seus incansáveis trabalhos. Embora a nobreza se tornasse interessada, ele se recusava a produzir fenômenos, salvo em seus próprios e estritos termos. Logo ficou íntimo do Cardeal de Rohan, para quem ele previu a hora exata da morte da Imperatriz Maria Theresa. O cardeal convidou-o a se hospedar em seu palácio e mais tarde declarou que ele havia testemunhado em várias ocasiões Cagliostro produzir ouro num vaso alquímico. “Posso dizer-lhe com certeza”, ele insistiu com uma senhora que duvidava da habilidade de Cagliostro, “que ele nunca pediu ou recebeu qualquer coisa de mim”.
O General Laborde escreveu que nos três anos que Cagliostro viveu em Strasburgo ele atendeu quinze mil pessoas doentes, das quais apenas três morreram. Sua reputação foi confirmada quando ele salvou o Marquês de Lasalle, Comandante de Strasburgo, de um caso desesperador de gangrena. Durante este período, o primo do Cardeal, Príncipe de Soubise, adoeceu em Paris. Os médicos não lhe deram nenhuma esperança de cura e o Cardeal, alarmado, suplicou a ajuda de Cagliostro. Este viajou incógnito a Paris com o Cardeal, e o Príncipe recuperou a saúde em uma semana. Somente após a cura foi sua identidade anunciada, para espanto da faculdade de medicina parisiense.
Quando estava em Strasburgo, Cagliostro recebeu a visita de Lavater, o fisiognomonista de Zurique, que indagou acerca da fonte do grande conhecimento de Cagliostro. “In verbis, in herbis, in lapidibus”, ele respondeu, sugerindo três grandes tratados de Paracelso. Foi naquela época que Cagliostro foi tocado pela condição de pobreza de um homem chamado Sacchi e empregou-o em seu hospital. No espaço de uma semana, Cagliostro descobriu que o homem era um espião de alguns médicos invejosos e havia extorquido dinheiro de seus pacientes a fim de torná-lo desacreditado. Posto para fora do hospital, Sacchi ameaçou a vida de Cagliostro e foi imediatamente expulso de Strasburgo pelo Marquês de Lasalle. Sacchi inventou e publicou uma história difamatória na qual afirmava que Cagliostro era um filho criminoso de um cocheiro napolitano. Esse absurdo estava destinado a ser usado contra Cagliostro pelo resto de sua vida.
O Cardeal de Rohan, que havia instalado um busto de Cagliostro talhado pelo escultor Houdon em seu estúdio em Saverne, surgiu em sua defesa. Três cartas chegaram em março de 1783 da Corte de Versalhes, para o Real Baylor de Strasburgo. A primeira, do Conde de Vergennes, Ministro dos Negócios Estrangeiros, dizia: “O Sr. Di Cagliostro pede apenas por paz e segurança. A hospitalidade lhe assegura ambas. Conhecendo as inclinações naturais de V.S., estou convencido de que se apressará a cuidar para que desfrute de todos os benefícios e amenidades que ele pessoalmente merece”. A segunda veio do Marquês de Miromesnil, Guardador do Selo: “O Conde di Cagliostro tem estado comprometido ativamente no auxílio dos pobres e infelizes, e sou conhecedor de um fato notavelmente humanitário desempenhado por esse estrangeiro, que merece lhe seja garantida proteção especial”. A terceira, do Marechal de Segur, Ministro da Guerra, dizia: “O Rei encarrega V.S. que cuide não somente de que ele não seja atormentado em Strasburgo, como também que deva receber nessa cidade toda consideração totalmente merecida pelos serviços que tem prestado aos doentes e aos pobres”.
Em junho chegou uma carta de Nápoles, informando-lhe de que o Cavalheiro d'Aquino, seu companheiro em Malta, estava seriamente doente. Apressou-se a ir para Nápoles, apenas para encontrar o Cavalheiro morto. A Loja União Perfeita saudou-o com homenagens e ali ficou por vários meses, já que o governo napolitano tinha acabado de remover o banimento da Franco-Maçonaria. Bordeaux convidou-o a ir para lá, e ele decidiu assim fazer, viajando em lentas etapas.
O Conde de Saint-Martin já havia preparado terreno em Bordeaux e Lyons para instituir o Rito Retificado de Saint-Martin, que havia purificado e enobrecido a idéia da Maçonaria. O Duque de Crillon e Marechal de Mouchy pessoalmente lhe deram as boas vindas, mostrando-lhe a cidade e homenageando-o em banquetes. Os pobres afluíam até ele e eram curados. Em Bordeaux, Cagliostro teve um sonho no qual era levado a uma brilhante câmara, na qual sacerdotes egípcios e nobres Maçons estavam sentados. “Esta é a recompensa que você terá no futuro”, uma grande voz anunciou, “mas por enquanto você deve trabalhar ainda com mais diligência” Havia chegado o tempo de enraizar firmemente a Maçonaria Egípcia.
Alquier, Grão Mestre em Lyons, chefiou um grupo de delegações solicitando que ele se estabelecesse ali permanentemente. Aceito com toda a cerimônia dentro da Loja Lyons, foi convidado a fundar uma Loja para a Maçonaria Egípcia. Uma captação feita entre Maçons forneceu fundos para construírem um belo prédio, de acordo com as instruções de Cagliostro. Logo teve início a construção da Loja da Sabedoria Triunfante, a qual foi a Loja Mãe de todos os Maçons Egípcios, e a Cagliostro foi dado completo gerenciamento da Loja de Alquier.
Cagliostro instruiu seus novos discípulos a se retirarem em meditação por três horas diariamente, pois o conhecimento é adquirido pelo “preenchimento de nossos corações e mentes com a grandeza, a sabedoria e o poder da divindade, aproximando-nos dela através de nosso fervor”. Cada um deve cultivar a tolerância por todas as religiões, uma vez que existe a verdade universal em seus âmagos; segredo, porque é o poder da meditação e a chave da iniciação; e o respeito pela natureza, pois ela contém o mistério do divino. Com estas três diretrizes como base, o discípulo poderia esperar pela imortalidade espiritual e moral. A motivação que deverá estar sempre em mente é “Qui agnoscit mortem, cognoscit artem” – aquele que tem conhecimento sobre a morte, conhece a arte de dominá-la.
Tendo estabelecido a Maçonaria Egípcia sobre as firmes fundações erigidas por Saint-Martin, Cagliostro não estava destinado a testemunhar seu florescimento no grande templo para ela construído. O Cardeal de Rohan insistiu com veemência que ele viesse a Paris. A Ordem dos Philaléthes tinha organizado a Convenção Geral da Maçonaria Universal. Maçons proeminentes de todas as Lojas da Europa tinham vindo para a primeira assembléia realizada em novembro de 1784. Mesmer e Saint-Martin foram convidados. Agora era a chance para a bênção final do Rito Egípcio – “onde A Sabedoria triunfará” – fosse confirmada. Cagliostro decidiu ir em janeiro de 1785. Deixando os negócios da Loja em ordem, ele escolheu os oficiais permanentes e lembrou-lhes de seus compromissos.
“Nós, os Grandes Cophtas, fundadores e Grão Mestres da Suprema Maçonaria Egípcia em todas as quadrantes orientais e ocidentais do globo, damos ciência a todos aqueles que verão o que está aqui presente,que em nossa estada em Lyons muitos membros deste Oriente que seguem o rito ordinário, e que carregam o título de “Sabedoria”, tendo manifestado a nós seu ardente desejo de se submeterem ao nosso governo e de receberem de nós a iluminação e os poderes necessários para conhecerem e propagarem a Maçonaria em sua verdadeira forma e pureza original, atendemos aos seus pedidos, persuadidos de que, aos lhes fornecermos sinais de nossa boa vontade, conheceremos a grata satisfação de termos trabalhado para a glória do Eterno e para o bem da humanidade. Em aditamento, instruímos cada um dos irmãos que andem constantemente no estreito caminho da virtude e que mostre, pela propriedade desta conduta, que conhecem e amam os preceitos e o propósito de nossa Ordem.”
Quando Cagliostro chegou a Paris, tentou viver uma vida retirada, de modo a trabalhar pela união das Ordens Maçônicas. Mas os doentes irromperam em sua casa e ele outra vez passou longas horas curando-os. Panfletos surgiram por toda Europa com um retrato do divino Cagliostro, desenhado por Bartolozzi, sob o qual se escreveram as seguintes palavras: “Reconheçam as marcas do amigo da humanidade. Cada dia é marcado por novo benefício. Ele prolonga a vida e socorre o indigente, o prazer de ser útil é sua única recompensa.”
Cagliostro veio para auxiliar o progresso da Maçonaria Egípcia. Rapidamente fundou duas Lojas. Savalette de Langes convidou-o a se unir à Philaléthes, junto com Saint-Martin. Este último recusou, com base em que a Ordem seguia práticas espíritas, porém Cagliostro aceitou provisoriamente, e declarou sua missão:
“O desconhecido Grão Mestre da verdadeira Maçonaria lançou seus olhos sobre os Philalétheanos... Tocado pelo sincero reconhecimento de seus desejos, ele se digna estender sua mão sobre eles, e consente em conceder-lhes um raio de luz dentro da escuridão de seu templo. É o desejo do Desconhecido Grão Mestre provar a eles a existência de um Deus – a base de sua fé; a dignidade original do homem, seus poderes e destino... É por atos e fatos, pelo testemunho dos sentidos, que eles conhecerão DEUS, O HOMEM e as coisas espirituais intermediárias (princípios) existentes entre eles: dos quais a verdadeira Maçonaria dá os símbolos e indica o verdadeiro caminho. Que eles, os Philaléthes abracem as doutrinas desta verdadeira Maçonaria, submetam-se às normas de seu chefes, e adotem sua constituição. Mas, acima de tudo, que o Santuário seja purificado; saibam os Philaléthes que a luz pode apenas descer dentro do Templo da Fé (baseada no conhecimento), não dentro daquele do Ceticismo. Que se dediquem às chamas as vaidades acumuladas em seus arquivos; pois é apenas sobre as ruínas da Torre da Confusão que o Templo da Verdade pode ser erigido.”
Após infrutíferas negociações, ele enviou a seguinte mensagem: “Saibam que não estamos trabalhando para um homem, porém para toda a humanidade. Saibam que desejamos destruir o erro – não somente um simples erro, porém todos os erros. Saibam que esta política é dirigida não contra exemplos isolados de perfídia, porém contra todo um arsenal de mentiras.”
Finalmente, após ter ficado claro que a grande Convenção não chegaria a nenhum acordo, ele enviou a última e triste carta: “Já que vocês não têm fé nas promessas do Deus Eterno ou de Seu ministro na terra, eu os abandono a vocês mesmos, e lhes digo esta verdade: não é mais minha missão ensinar-lhes. Infelizes Philaléthes, vocês semearam em vão; vocês colherão apenas ervas daninhas”. Assim, foi perdida a maior possibilidade de lançar as fundações da Fraternidade Universal à época de Cagliostro.
O restante da vida de Cagliostro é trágico. O cardeal de Rohan desejou obter um lugar na corte, porém Maria Antonieta não gostava dele. Madame de Lamotte, desconhecida da Rainha, viu uma chance para um grande ganho pessoal na frustração do Cardeal. Fazendo-se de confidente da Rainha, ela forjou cartas de Maria Antonieta para de Rohan e fingiu que levava respostas de volta a Versalhes. Finalmente ela induziu o Cardeal a comprar um ostentoso colar no valor de um milhão e seiscentos mil livres para a Rainha, colocando o valor em sua conta. Quando a primeira prestação venceu, a Rainha, que não sabia nada do negócio, não pagou e de Rohan foi forçado a honrá-lo. A batalha que se seguiu na Corte viu Madame de Lamotte defendendo-se e acusando a Rainha de trapaça e Cagliostro de roubar o colar que ela mesma havia quebrado e vendido.
A Rainha ficou furiosa, e todas as partes envolvidas no caso foram encarceradas na Bastilha. Embora Cagliostro fosse completamente inocente, tanto ele como Seraphina passaram seis meses na prisão. O caso alcançou tão horríveis proporções que a velha e abusiva denúncia de Sacchi veio a público e lida contra Cagliostro, mas o Parlamento de Paris ordenou sua supressão por ser “injuriosa e caluniadora”. Finalmente Cagliostro foi declarado inocente e libertado diante de dez mil parisienses que esperavam por ele. O “Caso do Colar de Diamantes” é em geral admitido como sendo o prólogo da Revolução [francesa]. Maria Antonieta considerou a libertação de Cagliostro e do Cardeal como um ataque à sua reputação. O Rei ordenou que Cagliostro deixasse a França e afastou o Cardeal de suas atribuições.
Cagliostro viajou para a Inglaterra, porém seus inimigos, agora completamente cientes da total natureza de sua missão, viram a chance de destruí-lo. Mal havia chegado à Inglaterra quando o famoso editor do vicioso Correio da Europa o atacou. Cagliostro alojou Seraphina com o artista de Loutherbourg e viajou para a Suíça em 1787. Seraphina juntou-se a ele na companhia de Loutherbourg imediatamente depois. A Maçonaria Egípcia era praticada por pequenos grupos em Bale e Bienne, mas não puderam apoiar o casal Cagliostro. Já que seus próprios poderes somente poderiam ser usados para os outros e não para si mesmo, e agora que os outros o rechaçavam, ele era forçado a viajar sem repouso.
Por volta de 1789 ele chegou a Roma para encontrar-se em segredo com Franco-Maçons da Loja Verdadeiros Amigos. A Igreja, porém, totalmente ciente da ameaça espiritual que Cagliostro apresentava para ela, enviou dois Jesuítas fazendo-se de convertidos para a Maçonaria Egípcia. Na ocasião em que eram admitidos à Ordem, eles convocaram a policia papal, e o casal os Cagliostro foi levado para a prisão no Castelo Santo Ângelo em 17 de dezembro. Se Seraphina se voltou contra Cagliostro ou sucumbiu por medo diante da Inquisição, não está claro. Mas seus depoimentos foram prejudiciais. Após dúzias de interrogatórios, nos quais a trama foi ameaçadoramente disposta, a Inquisição soube apenas o que todo mundo sabia: que Cagliostro era um Maçom, um herege pela sua crença de que todas as religiões são iguais, e que desprezava a intolerância religiosa. A farsa terminou em 21 de março de 1791, quando a Inquisição condenou Cagliostro à morte. Entretanto, antes de o Papa assinar a sentença, um estrangeiro apareceu no Vaticano. Dando uma palavra ao Secretário do Cardeal, foi imediatamente admitido em audiência. Após sua saída, o Papa comutou a sentença para prisão perpétua.
Seraphina foi libertada apenas para ser presa por novas acusações e internada no convento de Santa Apolônia de Trastevere. Nada mais se soube sobre ela e seu corpo nunca foi encontrado. Cagliostro foi enviado ao Castelo São Leo e colocado no topo inacessível de um rochedo. Lá ele pereceu até 1795. Uma inscrição que fez na parede de sua cela tem a data de 15 de março. Roma reportou que ele morreu em 26 de agosto. Aqui acaba a história, mas a tradição maçônica sussurra que Cagliostro escapou da morte. Endreinek Agardi de Koloswar relatou que o Conde d’Ourches, que quando criança havia conhecido Cagliostro, jurou que o Senhor e a Senhora de Lasa, saudados em Paris em 1861, não eram ninguém menos que o Conde e a Condessa Cagliostro. Com o nascimento envolto em mistério, Cagliostro saiu desta vida também em mistério, conquanto sua existência tenha sido dedicada ao serviço da humanidade e à esperança da imortalidade espiritual.
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              MAIS INFORMAÇOES SOBBRE   Cagliostro    Joseph Balsamo, o conde de Cagliostro - Necromancer, Hypnotist, e charlatão.
       No verão de 1893, um mágico que se chama "Cagliostro" foi surpreendente Paris com seus feitos de finde-siècle magia. Sendo um estudante de ocultismo em geral, mas mais particularmente de magia natural e prestidigitação, fui ver o necromante do século XIX exibem suas maravilhas. Eu vi ilusões inteligentes realizados durante a noite, mas nada que animado o meu interesse especial como um devoto do. Estranho e maravilhoso, até que o prestidigitador veio a sua peça de resistência da Máscara de Balsamo Isso despertou a minha atenção a sinalização. O fantaisiste apresentou uma pequena mesa, undraped, que ele colocou no corredor central do teatro, e então repassados ??para exame a máscara de um homem, muito parecido com uma máscara mortuária, mas ao contrário do que mori medonho memento das informações que era finamente mascarado sob modelado em cera e artisticamente colorida.
"Messieurs et mesdames", disse o professor de magia e mistério ", essa máscara é uma perfeita semelhança de Joseph Balsamo, o conde de Cagliostro, o feiticeiro famoso do século XVIII. É uma reprodução de uma máscara mortuária que está contido em o museu secreto do Vaticano em Roma. Eis eu coloco a máscara sobre a mesa em seu meio. Pergunte a qualquer pergunta que você vontade de Balsamo, e ele vai responder. "
A máscara abalou para lá e para cá com efeito estranho na licitação do mágico, batendo para fora respostas a perguntas frequentes colocadas pelos espectadores. Era um truque engenhoso elétrica. Estando já familiarizado com o segredo da experiência surpreendente em magia natural, eu evidenciada nenhuma emoção no comportamento extraordinário da máscara. Mas eu estava muito interessado na própria máscara. Era de fato uma verdadeira figura do grande Cagliostro, o príncipe dos charlatães, o necromante famoso do antigo regime, que predisse a queda da Bastilha, o amigo do peito do cardeal de Rohan, e arco-mestre da Maçonaria Oculta? Eu reparado ao escritório do gerente, no encerramento da "soirée magique" e procurou uma em-mágico que tinha o cognome de Cagliostro.
"É monsieur um amador aspirante que deseja ter aulas de prestidigitação de M. de Cagliostro?"
"Não!" , Eu respondi.
"Perdão! Então senhor está desejoso de adquirir os segredos de alguns dos jeux pouco?"
Eu respondi, como antes, pela negativa. O gerente deu de ombros, brincou com sua pesada corrente de relógio, e elevou as sobrancelhas interrogativamente.
"Gostaria apenas de saber se a máscara de Balsamo foi realmente modelada a partir de uma verdadeira máscara mortuária do assistente do velho mundo."
"Monsieur, posso responder a essa pergunta", disse o homem de teatro, "sem um apelo ao artista que fez esta noite. Ela foi tirada de uma semelhança do feiticeiro do século XVIII, e não uma máscara mortuária como foi dito, mas um gravura velha rara publicado no ano de 1789. Infelizmente, esta imagem não está na nossa posse. No entanto, você pode ser capaz de pegar um nas lojas de antiquários do quai Voltaire. "
Agradeci o gerente para sua informação, e voltei ao meu hotel. A história sobre a morte de máscara na posse do Vaticano era simplesmente uma parte do jargão do prestidigitador, mas tudo é permitido em uma sessão espírita prestidigitação.

Cagliostro! Cagliostro! Fui perseguido durante todo o dia seguinte, e por semanas depois, com visões do mago. "Ah, a máscara de miseráveis ??da Balsamo:" Eu disse dentro de mim, "por que você me enfeitiçou, portanto, com seu sorriso, falsa oleaginosa?" Eu tomei a assombrar o livro, bancas e lojas de antiguidades das quais, na esperança de pegar algumas gravuras raras do arco charlatão. Meus trabalhos não foram em vão. Tive a sorte de descobrir um volume pouco curiosos, a vida de Cagliostro, traduzido do italiano trabalho impresso sob os auspícios da Câmara Apostólica, Roma, 1790. Foi intitulado "Vie de Joseph Balsamo, Connu Sous le Nom Cagliostro Conde de, d'après l'Traduite originais italien, Imprime a la Chambre Apostolique;. Notas enrichie curieuses De, et ornec Retrato filho de Paris ... et Estrasburgo. ... 1791. "O frontispício era um retrato gravado de Cagliostro. Sim, aqui foi o grande mágico me olhando de fora o mofado, desbotada páginas de uma crónica singular de idade. Um mundo de leigos astutos revelado nas profundezas de suas ousadas, os olhos brilhando. Seus lábios grossos com um sorriso de sutileza Luciferiana. Aqui, na verdade, era um estudo de Lavater. De um velho Norman Bouquiniste eu comprei um folheto, escrito em Inglês, tratando da carreira de Cagliostro, durante os anos 1786 e 1787, intitulado: ". Vida do Conde Cagliostro, etc Vendido por T. Hookham Bond Street, Londres, 1787 . " É, também, continha uma gravura de Balsamo, com vista para a Bastilha, onde ele definhou muito cansado
Meses que antecedem o julgamento romântica do "Colar de Diamantes", uma causa célebre conhecido por todos os estudantes da história da França. Eu era incapaz de ressuscitar quaisquer outros retratos do charlatão durante a minha estada em Paris, embora eu passei dias procurando por eles nas lojas pouco escuro do quai Voltaire. Na minha volta para a América, eu visitei a esplêndida biblioteca da Faculdade de Medicina Museu do Exército, em Washington, e me deparei com uma série de belas gravuras do século XVIII do impostor, formando parte de uma notável colecção de retratos de famosos médicos do mundo . Cagliostro, ser lembrado, posou como um médico maravilha. Ele realizou algumas curas notáveis ??que são bem atestadas. Ele fez uso da hipnose em sua prática médica com grande sucesso, sendo familiarizados com Mesmer e suas teorias. Mesmer e Cagliostro, embora charlatães, estavam à frente do seu tempo no reconhecimento do hipnotismo como agente curativo.
A literatura sobre o assunto de Cagliostro não é volumosa, que consiste principalmente de folhetos raros em francês e alemão, escrito por aqueles que tinham conhecimento pessoal com ele. A biografia Inquisição é bastante bom.
O arco-mago apareceu em cena mortal quando os tempos eram "fora do comum." Foi a última parte do que estranho, romântica do século XVIII, de ceticismo e credulidade. O velho mundo como um queijo Cheshire enorme estava sendo mordiscado longe de dentro, até pouco, mas a casca ficou para contar o conto. O tecido podre da sociedade francesa em particular, estava prestes a cair nas chamas sulfurosas da Revolução, e as próprias pessoas que estavam a sofrer mais na calamidade estavam fazendo o seu melhor para ajudar no processo de desintegração social e política, aparentemente descuidado da tempestade iminente cujo nuvens negras foram lentamente se juntando. O mais cético a idade, mais credulidade existente. O homem começa por negar, e, em seguida, duvida de suas dúvidas. Charles Kingsley diz: "E assim aconteceu, que este século XVIII, que é geralmente considerado o mais" materialista "de épocas, era, na verdade, mais um" espiritualista ". O solo foi bem fertilizado para a vinda de Cagliostro, o semeador de superstição. Cada variedade de misticismo apelavam à mente imaginativa. Havia alguns dos illuminati,  rosacruzes, Occult alchemists.and Maçons.
E agora para uma breve revisão da carreira do charlatão mais notável que o mundo jamais visto, um homem que "se profundamente impressionado sobre a história do seu tempo. Príncipes e nobres se aglomeravam para suas operações mágicas. Eles prostraram-se diante dele por horas . seus cavalos e seus treinadores e texturas rivalizava com a de um rei em magnificência. Ele foi oferecido e recusado o trono ducal. " Goethe e Catherine II escreveu peças sobre ele.
Joseph Balsamo, o filho de Peter Balsamo e Braconieri Felicia, tanto da média de extração, nasceu em Palermo, no dia 08 de junho de 1743. Ele recebeu os rudimentos de uma educação no Seminário de St. Roche, Palermo. Na idade de treze anos, de acordo com o biógrafo Inquisição, ele foi confiada aos cuidados do Pai-Geral da Benfratelli, que o levou para o convento dessa ordem em Caltagirone. Lá ele colocou sobre o hábito de noviça, e, sendo colocado sob a tutela do perfumista, ele aprendeu com ele os primeiros princípios da química e da medicina. Ele provou incorrigível, e abandonou o convento para uma vida dissipada em Palermo. Ele foi acusado de forjar os bilhetes de teatro e uma vontade, e, finalmente, teve de fugir da cidade por ter enganado um homem chamado Marano de sessenta peças de oito, prometendo ajudá-lo a desenterrando um tesouro enterrado por meios mágicos. Marano entrou na caverna, e descobriu, não um tesouro, mas uma multidão de cúmplices Balsamo, que, disfarçado de espíritos infernais que lhe foi administrado uma surra terrível. Furiosos com o engano praticado sobre ele, o ourives infeliz jurou assassinar o feiticeiro fingido, Balsamo, mas que a juventude engenhosa tem segurança para Messina, onde ele caiu com um alquimista chamado Althotas passear, ou Altotas, que falava várias línguas. Eles viajaram para Alexandria, no Egito, e, finalmente, trouxe até à ilha de Malta. Lá eles permaneceram por algum tempo, trabalhando no laboratório do Grão-Mestre dos Cavaleiros de Malta. Althotas ter morrido, Balsamo foi para Nápoles. Depois disso, ele visitou Roma, e se casou com uma menina bonita do povo, Lorenza Feliciani. Em companhia de um vigarista que se chama o marquês d'Agliata, ele teve uma série de aventuras de má reputação em Itália, Espanha e Portugal.
Em 1776 ele chegou em Londres, Inglaterra. Ele havia assumido vários apelidos durante o curso de sua carreira, mas agora ele se chamava Conde di Cagliostro, trabalhador das maravilhas, especialmente na medicina. Ele levou cerca de duas substâncias misteriosas - um pó vermelho, conhecido como seu "Matéria Prima", com a qual ele transmuta metais menos nobres em ouro, e seu "Vinho egípcio," com a qual a vida prolongada. Ele predisse os números da sorte em uma loteria e entrou em uma dificuldade com uma quadrilha de estelionatários, que o levaram a fugir da Inglaterra para evitar ser preso. Depois de perambular em vários países - Bélgica, Holanda, Alemanha e Rússia - ele veio a Paris, e criado por um mago verdadeiro, e fundador da ordem oculta da Maçonaria Egípcia, a verdadeira forma do que deveria ter sido comunicada pelo Grande Cophta, ou Sumo Sacerdote dos egípcios, para Cagliostro. Estes graus foram conferidos apenas sobre os Mestres Maçons, mas Balsamo também instituiu uma ordem de maçons do sexo feminino, de modo a não desiludir as senhoras e privá-los dos ramos mais altos de conhecimento oculto. Poder sobre o mundo espiritual foi prometido para aqueles que se tornaram adeptos da Maçonaria egípcia. É difícil dizer onde Cagliostro foi iniciado nos graus da Maçonaria. Eu tive alguma correspondência com estudiosos maçônicos na Inglaterra e no continente, mas eles têm sido capazes de lançar nenhuma luz sobre o assunto. Afirma-se que ele recebeu os graus da Loja Azul no mês de abril de 1776, na Loja Esperança, n º 369, realizada na Taberna do Rei Cabeça, em Londres, mas não há nenhuma evidência real em apoio desta afirmação. Sua primeira loja foi aberta egípcio em Estrasburgo em 1779. Em 1782 ele inaugurou a loja de "Sabedoria Triunfante" (La Sagesse Triomphante) em Lyon, França, e em 1785 a famosa loja em Paris. Cagliostro é considerado o maior impostor maçônica "do mundo. Suas pretensões foram duramente repudiado pelos membros ingleses da fraternidade, e muitas das lojas da Continental. Mas o fato é que ele fez milhares de incautos. Cagliostro declarou que Moisés, Elias e Cristo eram os Superiores Secretos da ordem. As reuniões do culto egípcio eram nada mais do que sessões espíritas, durante o qual as comunicações foram realizadas com os habitantes elfo das esferas celestes.
Sua estada em Paris causou o maior furor. Gravuras, medalhões e bustos de mármore dele todo decorado o montras. Ele foi chamado de "Cagliostro divino." Para um daqueles retratos antigos é acrescentado o seguinte verso:
"De L'Ami des Humains reconnaissez traços Les: Tous ses jours sont marques par de nouveaux bienfaits, Il prolonge la Vie, ele secourt l'indigência; Le plaisir d'être utile est seul recompensa SA".
Havia gravatas e chapéus uma Cagliostro la. Ele deu grandes somas para os pobres e curado as suas doenças de forma gratuita, para o desgosto dos praticantes legítimos. Sua casa estava sempre repleta de convidados nobres, que vieram para testemunhar as sessões estranhos. As pessoas iam para cear com os tons de Voltaire, Rousseau, e outras celebridades mortas, antigas e modernas - convocados a partir do "profundo vasty" para divertir uma aristocracia frívola. Como foram esses fantasmas evocados? Espelhos côncavos, escondida confederados, e imagens lançadas sobre a fumaça de incenso queima, constituem a arte da fantasmagoria.
Arthur Edward Waite, autor de várias obras sobre a história da magia e alquimia, embora reconhecendo o fato de Cagliostro "truques transcendental", parece pensar o mago chamado estava realmente possuído de dons ocultos de algum tipo que ajudou nenhum pouco sua incomparável rogueries. Ele diz: "O conhecimento místico que além da idade em que ele viveu foi, sem dúvida, dele, e embora ele ainda era superficial, ele tinha um gênio para fazer mais do mesmo". Falando da carreira do charlatão em Paris, Waite diz: "Ele assumiu agora o papel de um mago prático, e surpreendeu a cidade pela evocação de fantasmas, que ele causou a aparecer, por vontade do pesquisador, em um espelho ou em um vaso de água cristalina. Esses fantasmas igualmente representados os seres vivos e mortos, e como às vezes conluio parece ter sido quase impossível, e como a teoria da coincidência é absurda, não há razão para supor que ele produziu resultados que devem, por vezes, ter espantado a si mesmo. Todos Paris, de qualquer forma, foi criado pensando em seus encantos e prodígios, e é sério afirmou que Luís XVI foi tão encantada com "le divin Cagliostro," que ele declarou quem feriu deve ser considerado culpado de traição. No Versailles, e na presença de vários ilustres nobres, ele disse ter causado a aparição em espelhos e vasos, e não apenas dos espectros de pessoas ausentes ou falecidos, mas os seres animados e comovente de uma descrição fantasmagórica, incluindo muitos homens mortos e mulheres selecionados pelos espectadores atônitos ".
Talvez a verdade da questão é que Cagliostro havia tropeçado sobre alguns dos fatos do hipnotismo e telepatia, que quando exibiu com o bom mise-en-scene produzido efeitos maravilhosos semelhantes à magia verdadeira.
Um interessante caneta-retrato do mago está contida nas memórias do Conde Beugnot, que conheci na casa de Madame la Motte, em Paris. Beugnot diz:
"Cagliostro era de estatura mediana, um pouco corpulento, com uma tez de oliva, um pescoço muito curto, rosto redondo, dois olhos grandes em um nível com as bochechas, e um largo, nariz arrebitado .... Seu cabelo estava vestida de uma nova forma de França, sendo dividida em várias pequenas mechas unidas atrás da cabeça, e foram torcido para cima, em que foi chamado então um clube.
"Ele usava naquele dia um casaco cinza-ferro do francês fazer, com rendas de ouro, um colete escarlate enfeitada com rendas espanhol larga, calças vermelhas, com a espada em loop para a saia do casaco e um chapéu atado com uma pena branca, a decoração um último ainda exigido de saltimbancos, dente de gavetas, e outros profissionais médicos que proclamam e varejo suas drogas ao ar livre. Cagliostro partiu este traje de rendas babados, vários anéis valiosos, e sapatos de fivelas que eram, é verdade, do design antigo, mas brilhante o suficiente para ser levado para os diamantes reais .... O rosto, traje e todo o homem fez uma impressão em mim que eu não poderia impedir. eu ouvia a conversa. Ele falou algum tipo de medley, metade francês e metade italiano, e fez muitas citações que podem ser árabe, mas que ele não incomodar-se a traduzir. Eu não conseguia se lembrar mais de suas conversas do que o herói tinha falado do céu, das estrelas, de o Grande Segredo, de Memphis, do sumo sacerdote, da química transcendental, de gigantes e bestas monstruosas, de uma cidade dez vezes maior que Paris, no meio de África, onde teve correspondentes. "
No dia dia 22 de agosto de 1785, Cagliostro foi preso sob uma lettre-de-cachet, e lança-se a Bastilha, acusado de cumplicidade no "Affaire du Collier," como é chamado nos arquivos mofo do Parlamento francês. Absolvido pela Justiça, ele foi banido da França por ordem de Louis XVI. Ele foi para a Inglaterra, e lá, no dia 20 de junho de 1786, previu a queda da Bastilha, declarando que iria ser levantado do chão e convertido em um passeio público. Como esta profecia se cumpriu, a história vai testemunhar.
Cagliostro tinha um negócio peculiar, na qual estavam gravadas as letras misteriosas "LPD" Estas cartas são supostamente para defender a frase latina ", Lilia pedibus destrue", que traduzido significa, "pisa aos pés os lírios" - em alusão à queda do monarquia francesa. Muitos escritores teosóficos têm colocado crença implícita na missão de Cagliostro como o emissário secreto de um Corpo Oculto trabalhar para a regeneração da humanidade.
Levando esta idéia para um tema, Alexandre, o Grande - que da caneta, não pela espada tem construído uma série de romances improváveis ??embora altamente romântica sobre a personalidade de Cagliostro, intitulado "As Memórias de um médico" e "O Diamante Colar ". Em verdade, em verdade, Dumas pai tinha uma imaginação elástica!
Depois de fazer sua profecia sobre a Bastilha, Cagliostro partiu para seu velho posição de vantagem, o Continente. Ele não foi capaz de impressionar os cabeças-duras, práticos ingleses com suas pretensões de poderes ocultos. Os maçons repudiou-o com desprezo, e não é uma cópia rara de idade, muito valorizado por colecionadores, que retrata o desmascaramento do famoso mágico em uma das lojas de Londres. As autoridades policiais dos diversos países teve por este tempo tornar-se plenamente consciente de imposturas de Cagliostro. Ele foi proibido de praticar o seu sistema peculiar da medicina e da Maçonaria na Áustria, Alemanha, Rússia e Espanha. Desenhado como uma agulha de magnetita na rocha, ele foi para Roma. Isso foi em 1791. Ele foi preso pela Santa Inquisição e condenado à morte como um feiticeiro e maçom, mas o Papa Pio VI comutou a pena de prisão perpétua no castelo sombrio de San Leon, Urbino. Aqui em um calabouço subterrâneo, ele preocupava-lhe a vida no silêncio e na escuridão, até o ano de 1795, quando ele morreu. Um inspetor francês de prisões italianas, que visitou a fortaleza de San Leon, 06 de março de 1795, relatou que viu uma frase com autógrafo escrito por Cagliostro na parede calabouço. Cagliostro esposa morreu em um convento, sinceramente arrependido de seus pecados.
Cagliostro casa no bairro de Marais, Paris, continua de pé - um memorial em pedra de seu antigo mestre. Situa-se no St. rue Claude a um ângulo de os Beaumarchais Boulevard. Ele era originalmente propriedade dos Orvilliers Marquês d', e foi selecionado e fornecido pelo cardeal de Rohan como residência para o Grande Cophta. A mansão sombria de idade teve uma história peculiar. Cagliostro desocupado-lo no dia 13 de Junho de 1788, por ocasião do seu exílio da França. Tudo durante a Grande Revolução a casa permaneceu fechada e intacta. Dezoito anos de repouso imperturbado faleceu. A poeira baixou espessa sobre os laboratórios, sobre a sessão de salas e salões; aranhas construíram suas teias sobre os tetos dourados. Finalmente, no ano napoleônica de 1805, as portas da mansão foram desprendeu, e os móveis e objetos antigos raros pertencentes ao ilusionista mortos foram leiloados. Uma multidão ociosa de QUID de freiras se reuniram para testemunhar a venda das retortas, cadinhos, elixires, et cetera; para erguer cerca de, e especular sobre as escadas secretas
que corria através das paredes do edifício. Em 1855 houve alguns reparos feitos. Os salões grandes foram cortados em pequenos apartamentos.
As pessoas passam e re-passar esse fantasma casa todos os dias, mas não um em cem sabe que o grande mago residia uma vez lá, e prendeu a corte alta. Como uma esfinge enorme, que dormita na luz solar do século XIX, alegremente inconsciente do mundo animado sobre isso, e sonhos do velho mundo sonhos de amor e beleza, de magia e mistério. Se essas paredes mudos pudesse falar, o que histórias fascinantes da superstição e da loucura que possam se desdobrar para os nossos ouvidos se perguntando! Sim, nesta casa antiga, que remonta à pré-revolucionária Paris, ao antigo regime, o necromante grande conhecido como Cagliostro viveu, no auge de sua fama, poderoso como um nobre, admirado, ou melhor, adorado por dupes principescos. Nesses anos dourados de sua vida, ele nunca foi assombrado por visões perturbadoras das masmorras da Santa Inquisição, bocejando para recebê-lo? Ah, quem pode dizer! Graças às fofocas memórias de escritores do período, eu sou capaz de dar uma caneta-retrato, composto se quiser, de algumas das cenas que foram promulgadas na mansão antiquada.
É noite. As lanternas balançando nas ruas de Paris vislumbre de idade irregularmente. Silêncio paira sobre a cidade com asas sombrias. Nenhum som é ouvido salvar o barulho da patrulha em suas rondas. A rue St. Claude, no entanto, é toda a animação e confusão. Um grande "soirée magique" está sendo realizada na casa de Monsieur le Comte de Cagliostro. Pesados ??antigas carruagens moda ficar na frente da porta, com cocheiros pendendo de sono nas caixas, e linkboys jogos rudes uns com os outros no canil. Um estrondo na rua - ha, há, lacaios! Saiam da frente! Aí vem o treinador do meu Senhor Cardeal, Príncipe Louis de Rohan. Há um clarão de tochas. Servos em liveries lindos de vermelho e dourado, com perucas empoadas, abra a porta do veículo, e deixe descer as escadas com um acidente. Monsenhor le Cardinal, celebrante da missa no palácio real de Versalhes, o homem do prazer e do alquimista, desce. Ele está envolto em um manto escuro, como se para disfarçar tribunal, mas é apenas um pretexto educado. Ele entra na mansão de seu amigo do peito, Cagliostro, o mago. Dentro, tudo é uma chama de luz. Um busto em tamanho real dos ornamentos Cagliostro divinas o foyer. Os visitantes são recebidos em um apartamento mobiliado generosamente no segundo andar. Além disso é a sala de sessão, uma câmara misteriosa pendurados com roupagem sombria. Velas de cera em castiçais de prata de altura, dispostos sobre o lugar em pentágonos e triângulos místicos, iluminam o lugar.
No centro da sala está uma mesa com um pano preto, em que são bordadas  em vermelho os símbolos do mais alto grau dos Rosacruzes. Sobre esta shekinah estranho é colocado o aparelho cabalístico do necromante - pouco estranho figuras egípcias de Isis, Osíris, frascos de águas lustrais, e um grande globo cheio de água clarificada. É tudo muito estranho. Atualmente os convidados estão sentados em um círculo em volta do altar, e formar uma cadeia magnética. Como a frase cronistas antigos que, para eles entra Cagliostro, o Grande Cophta, o homem que viveu há milhares de anos, habitadas em roupas vistosas, como o arco-hierofante de um antigo templo egípcio. O clarividente é agora trazido, uma criança de pureza angelical, que nasceu sob uma constelação certa, de nervos delicados, grande sensibilidade, e, além disso, os olhos azuis. Ela é ordenado a ajoelhar-se diante do mundo, e relacionar o que ela vê nele. Cagliostro faz passar por cima dela, e comanda os gênios para entrar na água. A alma do vidente é penetrado com a aura magnética que emana do mago. Ela se torna agitada, range os dentes, e declara que ela vê os eventos que ocorrem naquele momento em Viena, São Petersburgo, Roma e Kamschatka.
Cada um dos presentes é transportado com alegria. Monsenhor le Cardinal de Rohan é encantado, encantado, e elogia o necromante para os céus. Como estranho e maravilhoso! Albertus Magnus, Nostradamus e Apolônio de Tiana não devem ser comparados com o Cagliostro todo-poderoso. Na verdade ele é o descendente dos taumaturgos egípcios.
A sessão é seguida por um banquete. Rosa de folhas são regados ao longo dos convidados do teto dourada, plashes água perfumada em fontes, e uma orquestra oculta de violinos, flautas e harpas toca melodias suaves. A cena lembra uma das festas esplêndidas das voluptuaries romanos nos dias decadentes do império. A bela Lorenza Feliciani, esposa, de enchanter empate, discursos eruditamente de silfos, salamandras e gnomos, no jargão dos Rosacruzes. O cardeal, suas veias em fogo com amor e champanhe, olha amorosamente para ela. Mas ele está pensando o tempo todo da aristocrática Marie  Antoinette, que o trata com desprezo tão cruel. Mas Cagliostro prometeu para ganhar a rainha para ele, para derreter seu coração gelado com amor-philters e talismãs mágicos. Deixe-o, mas possuem a sua alma na paciência um pouco. Tudo vai ficar bem. Sim, de fato, bem o suficiente para pousar o prelado altivo na Bastilha, e iniciar o mágico em que a trajectória descendente da Inquisição em Roma.
A noite se esvai. As luzes do salão de banquete queimar mais e mais. Finalmente, o dames Grandes e os senhores levar a sua partida. Quando o carro último rolou na escuridão Cagliostro, e sua esposa bocejar cansado, e se aposentar aos seus respectivos apartamentos para dormir. Os áugures de Roma, diz um poeta latino, não conseguia olhar para o outro sem rir. Cagliostro e Lorenza em licitação uns aos outros sorrisos boa-noite de câmbio de astúcia incalculável. As máscaras caíram esfinge de seus rostos, e eles sabem uns dos outros para ser - charlatães e impostores, predando sobre uma  sociedade supersticiosa.    O mago está sozinho. Ele coloca a sua luz de cera em cima de uma escrivaninha, e joga-se em uma poltrona diante da lareira grande, entalhada e dourada com a imagem de muitos grotesco. As chamas das toras em chamas tecer todos os tipos de formas fantásticas sobre piso e teto. O vento uiva sem na chaminé como um espírito perdido. As figuras bordadas na tapeçaria assumir formas monstruosas de presságio do mal - alguazils, inquisidores encapuzadas e carcereiros com chaves enferrujados e as correntes.
Mas o mágico não vê nada de tudo isso, não ouve o grito de alerta do vento: ele está pensando em seus alojamentos recém-nascidos do Ocultismo egípcio, e de ouro louis d'or para ser conjurada dos cofres de seus dupes parisienses.
Originalmente publicado na revista Cosmopolitan. Outubro 1899.

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Ayn Rand

Quarta-feira, 09.05.12

                                                                   Ayn Rand

“O egoísta não é uma pessoa incapaz de amar; mas sim o único capaz disso. Para dizer “Eu amo você, é preciso primeiro saber dizer  “Eu”.” - Any Rand


Logo no início de sua vida Alissa Rosenbaum (este é seu verdadeiro nome de Ayn Rand)  mostrou-se ser audaciosa demais quando comparada a homens e mulheres de sua época. Any Rand era independente demais para os comunistas da época e inteligente demais para um ser humano de qualquer período histórico.  Ayn concebia o egoísmo como a única forma não hipócrita de comportamento e portanto o valor final no qual deveria estar baseada toda a moral:
“Se uma vida pode ter uma “Canção tema” – e eu acredito que todas aquelas que valeram algo tenham –  então a minha seria melhor expressa e uma única palavra: individualismo.
Ayn Rand nasceu no dia 2 de Fevereiro de 1905 em São Petersburgo, Rússia. Aos doze anos a pequena Alissa, já havia escrito várias histórias (em geral durante as aulas maçantes de história) e decidido que seria uma escritora. Ayn tinha a ânsia criadora típica de um demiurgo e desejava criar histórias, pessoas e acontecimentos infinitamente mais interessantes do que aqueles que ela confrontava em sua vida diária.
Este pequeno detalhe de sua infância já mostrava o desejo inerente em sua personalidade de superar a realidade por meio da criação humana. E de fato, passados os anos, todos os quatro romances da autora despontam entre as 10 melhores ficções escritas no século XX
Sua visão individualista da história e da humanidade era aritmeticamente oposta aos ideais que motivavam a Revolução Russa que explodiu em 1917 quando ela tinha apenas doze anos. Em sua opinião a ideologia comunista, especialmente quanto a centralização diretiva do Estado, roubava-lhe direito de definir sua própria vida e de viver para si. Ela acreditava que essa ideologia era voltada para destruir o indivíduo inteligente, transformando indivíduos pensantes em abelhas operárias.  A formação da União Soviética e diversos regimes autoritários posteriores comprovaram as teses de Rand.
Em plena revolução Russa As vésperas de todo o poderio que foi a União Soviética, Rand não tinha medo de se arriscar em a defender ideais de livre iniciativa e propriedade privada. No entanto, a luta de Rand nunca foi pelo sistema capitalista em si, mas sim pelo modo racional de se pensar:
“Não sou primariamente uma advogada do capitalismo, mas do egoísmo; e não sou primariamente uma advogada do egoísmo, mas da razão.“
É graças a seu racionalismo irretocável que Any Rand, chegará a todas as suas conclusões e é também graças a sua forma clara de pensar que ela ganhou tantos inimigos e é por isso que desponta entre as personalidades mais evitadas pelos pensadores do início do século XX.
Suas idéias deram origem a uma linha de pensamento conhecida como Objetivismo e como o satanismo este movimento é baseado no Individualismo, no egoísmo e no uso da razão em prol da vitalidade humana.  Sendo assim seu primeiro trabalho foi desconstruir as bases dos valores morais vigentes da irracionalidade do altruísmo e do auto-sacrifício:
"Observe o que a ética altruísta faz à vida de um homem. A primeira coisa que ele aprende é que a moralidade é sua inimiga: não ganha nada com ela, apenas perde; tudo o que pode esperar se for moral são perdas auto-impostas, dores auto-impostas e o manto cinzento e deprimente de uma obrigação incompreensível. Ele pode esperar que os outros possam, ocasionalmente, sacrificar-se em seu benefício, assim como ele se sacrifica de má vontade, em benefício deles, mas ele sabe que tal relacionamento só produzirá ressentimentos mútuos, não prazer – e que, moralmente, essa troca de valores será como uma troca de presentes de Natal não desejados e não escolhidos que nenhum deles se permite, moralmente, comprar para si mesmos."
Ayn Rand entende que é o indivíduo e não a sociedade que deve ser a base de qualquer consideração moral, porque a razão é uma característica do indivíduo, e não da sociedade, e é através da razão que pode-se definir um código de valores útil e coerente para guiar o comportamento:
"Vocês alardeiam que a moralidade é social, e que o homem não precisaria da moralidade em uma ilha deserta. É numa ilha deserta que ele mais precisaria dela! Deixe que ele pretenda, em um tal lugar, quando não há nenhuma vítima que ele possa espoliar, que rocha é casa, que areia é vestimenta, que alimento vai cair em sua boca sem causa e esforço, que ele vai ter uma colheita amanhã devorando seu estoque de sementes hoje -- e a realidade o varrerá da face da terra, como ele merece. A realidade lhe mostrará que a vida é um valor a ser comprado, e que o pensamento é a única moeda suficientemente nobre para adquiri-lo"
Rand é, portanto uma das pioneiras em minar as bases de uma antiga moralidade judaica/cristã de modo tão claro e racional. Sua preocupação, no entanto não é simplesmente destruir conceitos estabelecidos, mas substitui-los por modelos mais racionais e proveitosos para a natureza humana.  Em suas obras, Rand defende brilhantemente que o egoísmo é o mais racional e proveitoso de todos os sistemas morais e que deve portanto ser a base de toda a virtude:
"Dado que a natureza não provê o homem com uma forma automática de sobrevivência  ele tem de sustentar sua vida através do seu próprio esforço. O homem precisa agir para manter sua vida. Se não o fizer, morre, deixa de existir. A vida só é mantida através de um processo de ação que a gera e sustenta. O homem é, portanto, diariamente confrontado com a mais genuína de todas as decisões: a de continuar vivendo ou perecer, a da existência e da não-existência. É por isso que precisa de um código de valores para orientar suas decisões e ações.”
“O valor supremo do homem é, portanto, sua própria vida. Sem ela não há nenhum outro valor. Tudo o mais que tem valor para o homem tem valor intermediário, derivativo. O valor supremo, o fim em si mesmo, é a manutenção da vida, porque sem ela nada mais existe para o ele, nada mais pode lhe ter valor. “
Assim Rand nos confronta com a mais básica decisão de todo o organismo vivo e criatura humana: “Quero viver?”.  Se sim, então a razão humana deverá o guiar uma ética racional e conseqüentemente egoísta que lhe dirá que princípios de ação são necessários para implementar sua escolha.  A liberdade é claro prevalece, mas se o individuo não escolher agir egoisticamente, então o fará em próprio prejuízo, como mostra a citação que fecha e conclui o nosso ensaio:
“A vida do homem, como a de qualquer outro organismo, depende, do ponto de vista material, de haver suficiente combustível (alimentação) para que ele sobreviva, mas depende, também, do ponto de vista do organismo, de ele tomar as ações necessárias para se apropriar desse combustível e fazer dele uso apropriado. Se ele não escolher viver, a natureza se encarrega dele" .
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++MAIS INFORMAÇOES SOBRE ELA RETIRADA DO WIKPEDIA

                       Ayn Rand, nascida Alissa Zinovievna Rosenbaum, (São Petersburgo, 2 de Fevereiro de 1905 — Nova Iorque, 6 de Março de 1982) foi uma escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa norte-americana de origem judaico-russa, mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances The Fountainhead (que foi lançado no Brasil com o título de "A Nascente" e deu origem a um filme homónimo conhecido no Brasil por "Vontade Indômita") e Atlas Shrugged ("A Revolta de Atlas" no Brasil). Nascida e educada na Rússia, Rand imigrou para os Estados Unidos em 1926. Ela trabalhou como roteirista em Hollywood e teve uma peça produzida na Broadway, em 1935-1936. Ela alcançou a fama com seu romance The Fountainhead, publicado em 1943, que em 1957 foi seguido por seu melhor e mais conhecido trabalho, o romance filosófico Atlas Shrugged.Sua filosofia e sua ficção enfatizam, sobretudo, suas noções de individualismo, egoísmo racional, e capitalismo. Seus romances preconizam o individualismo filosófico e liberalismo econômico. Ela ensinava:

                        Que o homem deve definir seus valores e decidir suas ações à luz da razãoQue o indivíduo tem direito de viver por amor a si próprio, sem se sacrificar pelos outros e sem esperar que os outros se sacrifiquem por eleQue ninguém tem o direito de usar força física para tomar dos outros o que lhes é valioso ou de impor suas ideias sobre os outrosUm admirador de Ayn Rand organizou, em 1972, o Partido Libertário Americano, cujo programa original tinha os traços que ela mesma defendia nos anos 40.Um de seus principais pupilos foi Alan Greenspan, mais tarde presidente do Banco Central dos Estados Unidos (a Reserva Federal).

            HomenagemAyn Rand, escritora, dramaturga e filósofa, tem milhões de fãs pelo mundo. Mas um deles é especial: um homem rodou quase 20 mil quilômetros, em 30 estados dos EUA, para rabiscar uma mensagem que só poderia ser vista pelo Google Earth: "Leia Ayn Rand".Nick Newcomen fez uma viagem de mais de 30 dias que cobriu o país de costa a costa. Primeiro, ele identificou em um mapa a rota que ele precisaria percorrer para deixar a mensagem clara. Depois, colocou um dispositivo de GPS em seu carro para rastrear o caminho e pegou a estrada."A principal razão por que eu fiz é por ser um fã de Ayn Rand", diz ele. "Na minha opinião, se as pessoas lerem seus livros e levarem a sério as suas ideias, o país e o mundo seriam lugares melhores."Iniciando a sua viagem em Marshall, Texas, ele ligou o aparelho quando ele queria escrever uma letra e desligou o aparelho entre as letras. Os dados registrados no GPS foram carregados para o Google Earth para produzir a imagem acima.Informações sobre os livros de Ayn Rand e detalhes da viagem de Nick estão no site World's Biggest Writing.

               OBRAS


FicçãoNight of January 16th (1934) ISBN 0-452-26486-3We the Living (1936) ISBN 0-451-18784-9Anthem (1938) ISBN 0-451-19113-7The Fountainhead (1943) ISBN 0-451-19115-3Atlas Shrugged (1957) ISBN 0-451-19114-5Não-ficçãoFor the New Intellectual (1961) ISBN 0-451-16308-7The Virtue of Selfishness (with Nathaniel Branden) (1964) ISBN 0-451-16393-1Capitalism: The Unknown Ideal (com Nathaniel Branden, Alan Greenspan e Robert Hessen) (1966) ISBN 0-451-14795-2Introduction to Objectivist Epistemology (1967) ISBN 0-452-01030-6The Romantic Manifesto (1969) ISBN 0-451-14916-5The New Left: The Anti-Industrial Revolution (1971) ISBN 0-452-01184-1Philosophy: Who Needs It editado postumamente por Leonard Peikoff (1982) ISBN 0-451-13893-7

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Arthur Schopenhauer

Quarta-feira, 09.05.12


                  Filho de Heinrich Floris Schopenhauer e Johanna Schopenhauer, na exata data de 22 de fevereiro de 1788, em Danzig, nasce um dos filósofos que posteriormente seria considerado, dentre todos os outros de sua época, o mais pessimista. E é fato inegável que, ainda hoje, quase 150 anos depois de sua morte, prevalece esse título.



Filosofia Schopenhauriana
Basicamente, em suma, uma filosofia romântica e irracionalista. Sem receio, podemos afirmar que a filosofia schopenhaueriana foi um grande progresso na disseminação do pensamento filosófico irracionalista no século XIX, se delongando em apogeu também no século XX. Essa afirmação é, certamente, indiscutível, pois sabemos que não há outro filósofo que tenha se destacado mais que Arthur Schopenhauer no irracionalismo até os dias contemporâneos.
Ateu que era, é bastante citado nas comunidades relacionadas ao ateísmo. Essa ligação schopenhaueriana perdura na atualidade, como se pode testemunhar, por exemplo, no site Ateus.Net.
Não é minha pretensão, como já ficou claro, mastigar aqui todo desenvolvimento ideológico do schopenhauerismo. Contudo, ressalvo que a leitura de O Mundo Como Vontade e Representação é altamente satisfatória e deve ser efetuada por qualquer indivíduo interessado por uma filosofia séria.


Vampirismo Filosófico
Entretanto, o que seria uma filosofia séria? Eis, pois, um bom contexto para se utilizar fielmente da concepção schopenhaueriana; O estudo de Parerga e Paralipomena nos fornece, então, uma noção para responder esse questionamento. Usaremos o termo genérico de vampirismo filosófico.
Certa busca vampiresca é enfatizada pelo autor com o seguinte ditame: Ler apenas os autores que dão seu próprio sangue por seus livros; Aqueles que escrevem com toda a sua dedicação. E Arthur Schopenhauer é, sem dúvida, um dos nomes mais indicados para a resolução desse verdadeiro vampirismo filosófico.

Faz-se válido de nota o fato de que o próprio Nietzsche, veio, mais tarde, a incorporar essa idéia claramente schopenhaueriana. E isso é, inclusive, citado por Morbitvs Vividvs em biografia nietzschiana disponibilizada aqui, no MorteSubita.Org.

Estrutura Literária
Sua Opus Magna é O Mundo Como Vontade e Representação, de 1819 (Originalmente, Die Welt als Wille und Vorstelling); O pilar de todo o legado filosófico que o schopenhauerismo possui; Muito embora, seu livro Parerga e Paralipomena (Parerga und Paralipomena), de 1851, seja o mais popular. Juntamente com essas duas obras já citadas, outras três são consideradas principais e merecem constar como indicadas: Sobre a Raiz Quádrupla do Princípio da Razão Suficiente (1813), Sobre a Vontade da Natureza (1836) e Os Dois Problemas Fundamentais da Ética (1841).

Destinada a obra-prima mencionada, o site LivrariaCultura.com.br apresenta a seguinte sinopse para a mais recente edição nacional encontrada no mercado (Unesp): “A mais completa edição em língua portuguesa do grande clássico da filosofia alemã, 'O mundo como vontade e como representação', traduzido por Jair Barboza. É imprescindível para o vislumbre do horizonte em que se movem as chamadas filosofias do impulso com sua reflexão sobre o irracional e o inconsciente, bem como uma crítica a esse irracional que também passa por uma crítica da razão. A obra se subdivide em quatro livros. Dois elegem o tema da Representação e dois, o tema da Vontade, e cada livro assume um ponto de vista diferente da consideração”.

Do parágrafo acima, já se pode deduzir que é um estudo amplo e que depende de um perspectivismo versátil para sua resolução.

É digno de ser lembrado o tratado inicialmente intitulado Erística. Não foi concluído pelo autor, e, no entanto, a priori, pode ser visto como um recomendável suplemento aos estudantes schopenhauerianos, ou uma visão diferente para os aristotélicos, já que as dialéticas erísticas de Schopenhauer e de Aristóteles (384 a. C. – 322 a. C.) são o foco. De qualquer forma, não pode ser considerada obra estrutural, mesmo porque está inconclusa.


Influências Filosoficas
Uma grande marca que ficou no campo da filosofia alemã depois das contribuições de Schopenhauer, foi uma inédita visão aderente ao budismo e ao hinduísmo na metafísica. Não vou me estender expondo esses determinados tópicos nessa resumida biografia, cuja qual o leitor está tendo acesso, porém, no entanto, recomendar que eles sejam devidamente estudados é um acréscimo importante.

Platão (428/27 a. C. – 347 a. C.), Hobbes (1588 – 1679) e Goethe (1749 – 1832) influenciaram as idéias de Arthur Schopenhauer; Não obstante, nenhuma dessas influências se compara com a desempenhada por Kant (1724 – 1804), a qual se mostra visceral.

Houveram muitos influenciados pelo schopenhauerismo, mais tarde. Homens tais como Nietzsche (1844 – 1800) e Freud (1856 – 1839), atualmente, muito conhecidos.

Ora, se pudermos designar um antônimo relativo para “Schopenhauer”, esse antônimo é, sem sombra de dúvida, “Hegel (1770 – 1831)”. Como já trouxe à baila o humor ácido e perspicaz de meu amigo Thiago (Atonalismo.BlogSpot.Com), a idéia hegeliana se assemelha mais com a de um poeta dadaísta. Aliás, essa perspectiva é estreitamente schopenhaueriana.


Vida de Schopenhauer
Enquanto vivo, Arthur foi, além de filósofo, professor universitário da Universidade de Berlim; Função na qual não obteve muito sucesso, visto que precisamente nesse período, o pensamento hegeliano estava em ascensão na cadeia filosófica da Alemanha.

Em 21 de setembro dos confins de 1860, aos 72 anos, vítima de pneumonia, morre um dos maiores filósofos germânicos. No entanto, sua existência foi eternizada pelo respectivo e rico espólio filosófico dele herdado por nós.
Emblema Arquétipo
Por uma assídua schopenhaueriana...

Sim, é verdade que existiu tal grande homem: Paradoxalmente, aquele que soube aceitar, sem ludibriar a si próprio, sua pequenez; A pequenez da humanidade que se julga transcender, estruturada em suas mentiras;

Sim, é verdade que existiu tal homem que abriu os olhos para uma realidade nua e crua, inflamada nas profundezas do saber humano. Bem como mencionava acertadamente Lord Byron (1788 – 1824), a árvore do conhecimento não é a mesma árvore que a da vida. Poucos são os que encaram os ramos dessa sentença;

Sim, é verdade que existiu tal exemplo e modelo personificado do Saber que subordina o estéril Crer;

Ele é chamado Arthur Schopenhauer.
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MAIS INFORMAÇOES SOBRE   Arthur Schopenhauer

Arthur Schopenhauer (Danzig, 22 de Fevereiro 1788 — Frankfurt, 21 de Setembro 1860) foi um filósofo alemão do século XIX.
Seu pensamento é caracterizado por não se encaixar em nenhum dos grandes sistemas de sua época. Sua obra principal é O mundo como vontade e representação (1819), embora o seu livro Parerga e Paralipomena (1851) seja o mais conhecido. Schopenhauer foi o filósofo que introduziu o budismo e o pensamento indiano na metafísica alemã. Ficou vulgarmente conhecido por seu pessimismo e entendia o budismo (e a essência da mensagem cristã, bem como o essencial da maior parte das culturas religiosas de todos os povos em todos os tempos) como uma confirmação dessa visão realista-pessimista. Schopenhauer também combateu fortemente a filosofia hegeliana e influenciou fortemente o pensamento de Eduard von Hartmann e Friedrich Nietzsche.
IDEIAS
Ver artigo principal: Pensamentos de Arthur Schopenhauer
O pensamento de Schopenhauer parte de uma interpretação de alguns pressupostos da filosofia kantiana, em especial de sua concepção de fenômeno. Esta noção leva Schopenhauer a postular que o mundo não é mais que representação. Esta conta com dois polos inseparáveis: por um lado, o objeto, constituído a partir de espaço, tempo e o princípio de causalidade; por outro, a consciência íntima e subjetiva acerca do mundo, sem a qual este não existiria. Contudo, Schopenhauer rompe com Kant, uma vez que este afirma a impossibilidade da consciência alcançar a coisa-em-si, isto é, a realidade não fenomênica. Segundo Schopenhauer, ao tomar consciência de si em nível radical, o homem se experiencia como um ser movido por aspirações e paixões. Estas constituem a unidade da vontade, compreendida como o princípio norteador da vida humana. Voltando o olhar para a natureza, o filósofo percebe, analogicamente, esta mesma vontade presente em todos os seres, figurando como fundamento de todo e qualquer movimento (muito embora Schopenhauer trabalhar com o conceito de vontade metaforicamente, no sentido de que, dentre todos os fenômenos, o fenômeno da vontade é o que mais se aproxima e melhor representa a natureza da coisa-em-si). Portanto, para Schopenhauer, a vontade como que corresponde à coisa-em-si, dando-se, deste modo, como o substrato último de toda realidade minimamente experienciável (e minimamente experienciável porque, aos olhos de Schopenhauer, a vontade, rigorosamente falando, não possui status metafísico no sentido clássico de algo situado além e fora da experiência, mas sim, poder-se-ia dizer, uma espécie de status "introfísico", na medida em que é a experiência mais imediata, profunda, radical e íntima do mundo, primeiramente sendo percebida de forma direta por nós em nós mesmos compreendidos como "complexo intelecto-corporal" e, depois, suposta analogicamente, isto é, indiretamente, nos demais corpos/objetos). De se ver, assim, o princípio ontológico basilar dessa concepção schopenhaueriana, a saber, "o postulado da uniformidade da natureza em dimensão não fenomênica".
O impulso do desejo, não se dá de forma consciente: ele, ao contrário, se desdobra desde o inorgânico até o homem, que deseja sua preservação. A consciência humana seria uma mera superfície, tendendo a encobrir, ao conferir causalidade a seus atos e ao próprio mundo, a irracionalidade inerente à vontade. Sendo deste modo compreendida, ela constitui, igualmente, a causa de todo sofrimento, uma vez que lança os entes em uma cadeia perpétua de aspirações sem fim, o que provoca a dor de permanecer algo que jamais consegue completar-se. Daí a nota pessimista consequente no pensamento de Schopenhauer: o prazer consiste apenas na supressão momentânea da dor; esta é a única e verdadeira realidade.

   
  Contudo, há alguns caminhos (estéticos) que possibilitam ao homem escapar da vontade, e assim, da dor que ela acarreta. A primeira via é a da arte. Schopenhauer traça uma hierarquia presente nas manifestações artísticas, na qual cada modalidade artística, ao nos lançar em uma pura contemplação de ideias, nos apresenta um grau de "objetidade" da vontade. Partindo da arquitetura como seu grau inferior, ao mostrar a resistência e as forças intrínsecas presentes na matéria, o último patamar desta contemplação reside na experiência musical; a música, por ser independente de toda imagem externa, é capaz de, se não nos apresentar, pelo menos nos aproximar da pura Vontade em seus movimentos próprios; a música é, pois, de certa forma, a própria vontade encarnada. Tal contemplação, trazendo a vontade para diante de nós, consegue nos livrar, momentaneamente, de seus liames. Mas a arte representa apenas um paliativo para o sofrimento humano.
Uma outra possibilidade de escape, conquanto indireta, é apontada através da moral. A conduta humana deve voltar-se para a superação do egoísmo; este, muito basicamente, provém da ilusão de individuação, pela qual um indivíduo deseja, constantemente, suplantar os outros. A compreensão da vontade faz aparecer todos os entes desde seu caráter único, o que leva, necessariamente, a um sentimento de compaixão e a uma prática de justiça e caridade - o que não significa que, para Schopenhauer, a moralidade seja, no primário e essencialmente (tal qual a arte e a ascese), "uma via para a felicidade pessoal": apenas que, praticando-a, indiretamente o agente termina por fruir a dita felicidade entendida em termos de anulação do egoísmo; significa dizer que, pelo menos no âmbito da moralidade, a felicidade própria (seja a de base egoísta ordinária, seja a de base contemplativa) não é a razão de ser ou o motivo premente e imediato da ação do agente, embora este lograr afastar, mediante a prática moral, mesmo que por curto período de tempo, o sofrimento ligado ao querer egoísta.
Finalmente, a suprema felicidade somente pode ser conseguida pela anulação da vontade (isto é, pela ascese). Tal anulação é encontrada por Schopenhauer no misticismo hindu, particularmente no budismo; a experiência do nirvana constitui a aniquilação desta vontade última, o desejo de viver. Somente neste estado, o homem alcança a única felicidade real e estável. Contudo, reveste-se de suma importância frisar o objeto dessa via ascética, seja ele, a felicidade de tipo contemplativa ou a bem-aventurança, uma vez que, o ascetismo relacionado ao escopo da felicidade, não pode ser visto, nos quadros da filosofia schopenhaueriana, como algum tipo de nível ou momento da experiência moral (já que o valor moral das ações, para Schopenhauer, está, justamente, no desinteresse pessoal em prol do interesse alheio, vale dizer, no não se preocupar, ao menos em linha de princípio, com a felicidade própria, mas com a felicidade do outro) e sim como o caminho mais seguro para quem pretende ter e gozar uma felicidade não tão instável como aquela radicada na satisfação dos desejos e das necessidades. Numa palavra, na satisfação da vontade material. Portanto, por mais que Schopenhauer não tenha colocado a questão nesses termos, o ascetismo (do modo como ele o concebe) está mais para um tipo de "eudaimonismo espiritual" do que para um "grau da vida moral", por continuar sendo um ideal comprometido com a busca da "felicidade", da "bem-aventurança".
A felicidade pela via da satisfação é (para o indivíduo consciente que pensa e diagnostica sua condição existencial) insustentável, porquanto a vontade é insaciável; se assim é, somente uma outra via que não a da satisfação pode nos levar a uma felicidade menos frustrante. A via constatada por Schopenhauer, naturalmente, é a oposta, ou seja, a da negação da vontade, traduzida em termos de conhecimento liberto dos grilhões da vontade egoísta, portanto, um conhecimento não mais à serviço da vontade, donde o esteticismo schopenhaueriano, pois todo conhecimento que não tem por finalidade atender às demandas do egoísmo faz-se contemplativo, dado que limita-se a assistir à vida, seja do ponto de vista da arte (criação e/ou contemplação do belo), da moral (contemplação da igualdade fundamental que subjaz a tudo e, consequentemente, a consciência do respeito pelo outro por sabê-lo um igual) ou da ascese (abstenção completa da vontade material de vida, intelectualizando-se e espiritualizando-se

                           Uma outra via para a felicidade sustentável ainda é possível entrever na obra de Schopenhauer, e que merece crédito por haver sido, a julgar pela aparência, atestada por seu próprio estilo de vida. Trata-se da via da "perfeição" ou da "vida integral" (a qual, diga-se de passagem, remonta à Antiguidade, não sendo, portanto, uma novidade introduzida por Schopenhauer). Com efeito, nesta, a felicidade não é vista em termos de "estado" de quietude (nirvana), tampouco em termos de "momento" (satisfação). Diferentemente, toma-se a bem-aventurança em termos de "atividade", voltada ao trabalho e ao aperfeiçoamento das potencialidades humanas mais nobres, como as de caráter estético, teorético e ético - sem prejuízo da valorização da prudência para com os negócios práticos do dia a dia, do bem-estar e dos prazeres saudáveis ligados ao corpo. Há quem diga que a ausência expressa dessa modalidade na tela das ideias de Schopenhauer, pode ter tido por motivação certa convicção arraigada do filósofo quanto à raridade do tipo aspirante à perfeição, não se dando, pois, ao trabalho de teorizar e tampouco prescrever a via em questão (inobstante o testemunho de sua vida pessoal a favor dessa tese, a qual poderia ser vista como uma espécie de meio-termo entre a via da afirmação alienada da vida e a da negação desesperada). Assente isso, faz-se compreensível a brincadeira de Alain de Botton (a propósito de uma série de tevê realizada por ele sobre o tema do amor do modo como pensado por Schopenhauer) a respeito de ter sido o filósofo (comumente tido por pessimista), talvez, o homem mais feliz do mundo. De fato, a crer em seus biógrafos, Schopenhauer foi um homem saudável durante praticamente toda a sua vida, relativamente rico, dotado de extraordinária inteligência (tanto teorética quanto prática), sensibilidade estética refinada e razoável disposição moral, o que o coloca bem próximo, pois, do arquétipo do homem saudável e economicamente independente (ou seja, digno) de um lado (o da sobrevivência) e teorético, esteta e político-moral de outro (o da existência, isto é, da cultura), a que visa a perspectiva da perfeição ou da integralidade (como, por exemplo, a aristotélica e a epicurista-tardia).
Acentua-se ainda o valor das meditações críticas de Schopenhauer sobre a problemática da liberdade e da necessidade, máxime no campo da Ética (Moral e Direito). De maneira bastante sucinta, diga-se que, para Schopenhauer, não há falar em liberdade (no sentido de livre-arbítrio), por ser o homem tão determinado como todos os demais seres, repousando a ilusão da liberdade no fato da natureza fluída do "conhecimento (conjunto de representações)", não na natureza do "querer", bem como na ignorância quanto à maneira peculiar e complexa do princípio da causalidade próprio à espécie humana.
A filosofia de Schopenhauer influenciou marcadamente vários pensadores, entre os quais destacam-se: Eduard von Hartmann, Nietzsche, Hartmann, Simmel, Thomas Mann,Bergson e Freud.

                                                                                                  PRINCIPAIS OBRAS

                                  As Dores do Mundo
Sobre a Raiz Quádrupla do Princípio da Razão Suficiente (1813)
Sobre a Visão e as Cores (1815)
O Mundo como Vontade e Representação (1819)
Sobre a Vontade da Natureza (1836)
Os Dois Problemas Fundamentais da Ética (1841)
Parerga e Paralipomena (1851)
Metafísica do Amor/Metafísica da Morte
A Arte de se Fazer Respeitar
A Arte de Insultar
Sobre o Ofício do Escritor
A Arte de Ter Razão ou Como Vencer um Debate sem Precisar ter Razão
A Arte de Ser Feliz
A Arte de Lidar com as Mulheres
Aforismos para a Sabedoria de Vida
Sobre a Vida Universitária
Sobre o Fundamento da Moral
O Livre Arbítrio (Pela Academia Real)


                                                                                                    Contexto filosófico e cultural

Filho de Heinrich Floris Schopenhauer, comerciante da cidade de Danzig, na Prússia (atualmente Gdansk, na Polônia), o filósofo Arthur Schopenhauer estava destinado a seguir a profissão de seu pai. Por isso, a família nunca se preocupou muito com sua educação intelectual e, quando contava apenas doze anos de idade, em 1800, induziu-o a empreender uma série de viagens importantes para um futuro comerciante. Schopenhauer percorreu a Alemanha, a França, a Inglaterra, a Holanda, a Suíça, a Silésia e a Áustria. Mas seu interesse não foi despertado por aquilo que seu pai mais desejava: o que fez de mais importante, durante essas viagens, foi redigir uma série de considerações melancólicas e pessimistas sobre a miséria da condição humana. Em abril de 1804, visitou o arsenal de Toulon, onde teve contato com os condenados às galés. Ele registrou em seu diário suas impressões sobre essa visita, que o marcou profundamente. Em 1805, a família fixou-se em Hamburgo e o obrigou a cursar uma escola comercial. A morte do pai (presumivelmente cometeu suicídio) permitiu-lhe, contudo, abandonar para sempre os estudos comerciais e voltar-se para uma carreira universitária, como era seu desejo. Assim, Schopenhauer passou a dedicar-se aos estudos humanísticos, ingressando no Liceu de Weimar em 1807; dois anos depois, encontrava-se na faculdade de medicina de Göttingen, onde adquiriu vastos conhecimentos científicos.
Em 1811, na Universidade de Berlim, assistiu aos cursos dos filósofos Schleiermacher (1768-1834) e Fichte (1762-1814). Este último seria, mais tarde, acusado por Schopenhauer de ter deliberadamente caricaturado a filosofia de Kant (1724-1804), tentando “envolver o povo alemão com a neblina filosófica”. Em 1813, Schopenhauer doutourou-se pela Universidade de Berlim com a tese Sobre a Quádrupla Raiz do Princípio de Razão Suficiente.
Nessa época, sua mãe, Johanna Schopenhauer, estabeleceu-se em Weimar, onde começou a obter progressivo sucesso como novelista e passou a freqüentar os círculos mundanos que Schopenhauer detestava e se esforçava por ridicularizar ao máximo. As relações entre os dois deterioraram-se a ponto de Johanna declarar publicamente que a tese de seu filho não passava de um tratado de farmácia; em contrapartida, Schopenhauer afirmava ser incerto o futuro de sua mãe como romancista e que ela somente seria lembrada no futuro pelo fato de ser sua progenitora.
Apesar dessas brigas, Schopenhauer freqüentou durante algum tempo o salão de sua mãe. Ali tornou-se amigo de Goethe (1749-1832), que reconhecia seu gênio filosófico e sugeriu-lhe que trabalhasse numa teoria antinewtoniana da visão. A partir dessa sugestão, Schopenhauer escreveu Sobre a Visão e as Cores, publicado em 1816.
Em 1814, Schopenhauer rompeu definitivamente com a família e, quatro anos depois, concluiu sua principal obra, O Mundo como Vontade e Representação. Em 1819, o livro foi publicado, mas, um ano e meio após, haviam sido vendidos apenas cerca de 100 exemplares. A crítica também não foi favorável à obra.
Durante os anos de 1818 e 1819, Schopenhauer passou uma temporada na Itália: ao voltar, sua situação econômica não era das melhores. Solicitou então um posto de monitor na Universidade de Berlim, valendo-se de seu título de doutor e passando por uma prova que consistia numa conferência. Admitido em 1820, encarregou-se de um curso intitulado A Filosofia Inteira, ou O Ensino do Mundo e do Espírito Humano. O título do curso devia-se, provavelmente, a Hegel (1770-1831), que na época era um dos mais reputados professores da Universidade de Berlim. Tentando competir com Hegel, Schopenhauer escolheu o mesmo horário utilizado pelo rival, mas a tentativa redundou em fracasso completo: apenas quatro ouvintes assistiam a suas aulas. Ao fim de um semestre, renunciou à universidade.
Em 1821, envolveu-se em um acidente que teve desagradáveis conseqüências econômicas e, sobretudo, viria causar-lhe periódica crise de depressão psicológica. Nessa época, o filósofo residia numa pensão, cujos principais locatários, em sua grande maioria, eram senhoritas de idade avançada. Essas pensionistas tinham o desagradável hábito de espionar a chegada de supostas amantes, recebidas por Schopenhauer em seus aposentos. Certa noite, quando uma costureira chamada Caroline-Louise Marquet dedicava-se a esse mister, Schopenhauer, perdendo a paciência, atirou-a escada abaixo. Como resultado, foi processado e acabou sendo condenado a pagar trezentos thalers de despesas médicas. Além disso, ficava obrigado a pagar sessenta thalers anuais, até a morte de Caroline, que somente veio a falecer vinte anos depois. Durante todo esse tempo, Schopenhauer entrava em depressão nervosa, uma vez por ano, todas as vezes que era obrigado a pagar a pensão. Sua revolta dizia respeito menos à quantia desembolsada do que àquilo que sentia como injustiça cometida pelas autoridades.
Entre 1826 e 1833, Schopenhauer empreendeu freqüentes viagens, adoeceu por diversas vezes e tentou uma segunda experiência como professor da Universidade de Berlim. Foi mais uma tentativa fracassada, somente contrabalançada pela crítica elogiosa a seu O Mundo como Vontade e Representação, publicada no periódico Kleine Bücherschau.
Em 1833, depois de muitas hesitações, o filósofo resolveu fixar-se em Frankfurt, onde permanecera até sua morte em 1860. Durante os vinte e sete anos que passou na cidade, levou uma vida solitária, acompanhado por seu cão. Sua predileção por animais era filosoficamente justificada; segundo Schopenhauer, entre os cães, contrariamente ao que ocorre entre os homens, a vontade não é dissimulada pela máscara do pensamento.
Dedicado exclusivamente à reflexão filosófica, Schopenhauer trabalhou intensamente em Frankfurt, redigindo e publicando diversos livros. Em 1836, veio a lume o ensaio Sobre a Vontade na Natureza, que deveria completar o segundo livro de O Mundo como Vontade e Representação. Na mesma época, redigiu também dois ensaios sobre moral. O primeiro, escrito para concorrer a um concurso da Academia de Ciências de Trondheim (Noruega), intitula-se Sobre a Liberdade da Vontade. O segundo, O Fundamento da Moral, concorreu ao concurso da Academia de Copenhague e continha verdadeiros insultos a Hegel e a Fichte, que provocaram escândalo; embora fosse o único concorrente, o livro não foi premiado. Posteriormente, os dois ensaios seriam reunidos sob o título de Os Dois Problemas Fundamentais da Ética e publicados em 1841. Três anos depois, surgiu a segunda edição de O Mundo como Vontade e Representação, enriquecida com alguns suplementos. Apesar disso, não teve sucesso.
O mesmo não ocorreu com a última obra escrita e publicada por Schopenhauer. Intitulava-se Parerga e Paralipomena e continha pequenos ensaios sobre os mais diversos temas: política, moral, literatura, filosofia, estilo e metafísica, entre outros. A obra alcançou inesperado sucesso, logo depois de ser publicada em 1851. A partir daí, a notoriedade do autor espalhou-se pela Alemanha e depois pela Europa. Um artigo de Oxford, publicado na Inglaterra, deu início à grande difusão de sua filosofia. Na França, muitos filósofos e escritores viajaram até Frankfurt para visitá-lo. Na Alemanha, a filosofia de Hegel entrou em declínio e Schopenhauer surgiu como ídolo das novas gerações.
Assim, os últimos anos da vida de Schopenhauer proporcionaram-lhe um reconhecimento que ele sempre buscou. Artigos críticos surgiram em grande quantidade nos principais periódicos da época. A Universidade de Breslau dedicou cursos à análise de sua obra e a Academia Real de Ciências de Berlim propôs-lhe o título de membro, em 1858, que ele recusou.
Dois anos depois, a 21 de setembro de 1860, Arthur Schopenhauer, que Nietzsche (1844 – 1900) chamaria "o cavaleiro solitário", faleceu, vítima de pneumonia. Contava, então, 72 anos de idade.

                                                                                                     Pensamentos políticos e sociais
                                          Pensamentos sobre as mulheres                
No ensaio de Schopenhauer acerca das mulheres de 1851("Of Women", "Über die Weiber", texto completo), ele expressou sua oposição ao que chamou de "estupidez germano-cristã" sobre questões femininas. Ele argumentou que a "está na natureza da mulher obedecer", e se opôs ao poema em honra das mulheres de Friedrich Schiller, "Dignidade das Mulheres" ("Dignity of Women"). O ensaio oferece dois elogios, no entanto: que "as mulheres são decididamente mais sóbrias nos seus julgamentos que os [homens] são" e são mais simpáticas aos sofrimentos alheios. Porém, a última parte foi considerada como uma fraqueza ao invés de uma virtude humanitária.
As escritas controversas de Schopenhauer influenciaram várias pessoas, de Friedrich Nietzsche à feministas do século 19.A análise biológica de Schopenhauer da diferença entre os sexos, e seus papéis separados na luta pela sobrevivência e reprodução, antecipam alguns argumentos que foram posteriormente ventilados por sociobiologistas e psicólogos evolucionários no século 20.
Após o já idoso Schopenhauer ter posado para uma escultura de Elisabet Ney, ele teria dito à amiga de Richard Wagner, Malwida von Meysenbug, "Eu ainda não fiz meu último pronunciamento sobre as mulheres. Eu acredito que se uma mulher obter êxito em se retirar da coletividade, ou preferir se desenvolver além dela, não deixará de progredir, até mais do que um homem."
                                                                                                        CRONOLOGIA



                                                                         1788 - Nascimento de Schopenhauer em Dantzig, no dia 22 de fevereiro.
Kant: Crítica da razão prática.
1789 - Revolução Francesa
George Washington é o primeiro presidente dos Estados Unidos.
1790 - Kant: Crítica da faculdade de julgar.
1793 - Os Schopenhauer se mudam para Hamburgo.
1794 - Fichte: Fundamentos da doutrina da ciência em seu conjunto.
1800 - Schelling: Sistema do idealismo transcendental.
1800-1805 - Destinado por seu pai ao comércio, Schopenhauer realiza uma série de viagens pela Europa ocidental: Áustria, Suíça, França, Países Baixos, Inglaterra. Isso lhe rende um Diário de viagem e um excelente conhecimento do francês e do inglês.
Napoleão é imperador pela Europa.
Beethoven compõe a Heróica.
1805 - Suicida-se o pai de Schopenhauer; este permanece em Hamburgo, renuncia à carreira comercial para dedicar-se aos estudos nos liceus de Gota e de Weimar, e sua mãe muda-se para Weimar.
Napoleão é rei da Itália.
1807 - Hegel: A Fenomenologia do Espírito.
1808 - Fichte: Discurso à nação alemã.
Goethe: As afinidades eletivas e Fausto (primeira parte).
1811 - Ingresso de Schopenhauer na Universidade de Berlim, onde estuda filosofia.
1813 - Schopenhauer: Da quádrupla raiz do princípio da razão suficiente (tese de doutorado).
Nascimento de Kierkegaard.
1814 - Schopenhauer rompe relações com a mãe e muda-se para Dresden.
Napoleão abdica e se retira para a ilha de Elba.
Morre Fichte.
1815 - Derrota de Napoleão em Waterloo. O Congresso de Viena reorganiza a Europa sob o signo da Santa Aliança.
1816 - Schopenhauer: Da visão e das cores.
1818 - Hegel na universidade de Berlim, onde lecionará até a sua morte.
1819 - Schopenhauer: O mundo como vontade e representação.
1820 - Schopenhauer começa a lecionar em Berlim com o título de privat-dozent. Fracassa.
1825 - Nova tentativa na universidade de Berlim. Novo fracasso. Schopenhauer renuncia à docência e passa a viver daí em diante com a herança paterna.
1830 - Hegel: Enciclopédia das ciências filosóficas (edição definitiva).
1831 - Morre Hegel.
1832 - Morre Goethe.
1833 - Schopenhauer estabelece-se em Frankfurt, onde residirá até sua morte.
1836 - Schopenhauer: Da vontade na natureza.
1839 - Schopenhauer recebe um prêmio da Sociedade Norueguesa de Ciências de Drontheim por uma dissertação sobre "A liberdade da vontade".
1840 - A dissertação "Sobre o fundamento da moral" não recebe prêmio da Sociedade Real Dinamarquesa de Ciências de Copenhague.
1841 - Schopenhauer publica suas duas dissertações de concurso sob o título de Os dois problemas fundamentais da ética.
Feuerbach: A essência do cristianismo.
1843 - Kierkegaard: Temor e tremor.
1844 - Schopenhauer: O mundo como vontade e representação, segunda edição acompanhada de Suplementos.
Stirner: O único e sua propriedade.
Marx e Engels: A sagrada família ou Crítica da crítica crítica contra Bruno Bauer e sócios.
Kiergaard: O conceito da angústia.
Nascimento de Nietzsche.
1846 - Comte: Discurso sobre o espírito positivo.
1848 - Marx e Engels: Manifesto do Partido Comunista.
Revolução na França e na Alemanha. Sua correspondência confirma que Schopenhauer desejou e apoiou a repressão em Frankfurt.
1851 - Schopenhauer: Parerga e Paralipomena. Êxito e primeiros discípulos, Frauenstädt, Gwinner etc.
1856 - Nasce Freud.
1859 - Darwin: A origem das espécies.
1860 - Schopenhauer morre em 21 de setembro





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publicado por duronaqueda às 19:36

Apolônio de Tiana

Quarta-feira, 09.05.12
                                                               

                                     APOLONIO





Ele nasceu há aproximadamente dois milênios. Realizou milagres, curou os doentes, alimentou os famintos e expulsou os demônios. Por onde passava promulgava a paz para as multidões que o seguiam. Denunciava os opressores do povo e por fim foi julgado e condenado em um tribunal romano, até hoje nada se sabe de seu cadáver. Se perguntássemos sobre quem você acha que está lendo, com certeza poderia confundir esse pequeno currículo com o de uma popular lenda urbana. Mas trata-se da vida de Apolônio de Tiana, um misterioso personagem cuja vida é tão apaixonante para os que a conhecem quanto desconhecida para a maioria das pessoas.
Muito do que sabemos de sua vida chegou até nos graças à biografia encomendada pela imperadriz romana Julia Domna ao filósofo e historiador Filostratus. A monarca não viveu para ver o resultado final do texto que ficou pronto alguns anos depois de sua morte. O testemunho de Filostratus, entitulado "A Vida de Apollonius de Tyana", serviu como base para todas as discussões posteriores sobre esta enigmática figura. Trata-se de um livro especialmente importante porque contém trechos de manuscritos disponíveis ao autor mas que já não existem mais, incluindo cartas do próprio Apolônio e o diário de Damis, seu fiel discípulo.
 
Sua obra escrita é bastante vaga e pouco chegou até os dias de hoje. Aqui merece destaque o Nuctemeron, antigo manuscrito atribuído a Apolônio, importante o bastante para ser incluído como apêndice na obra "Dogma e Ritual da Alta Magia" de Eliphas Levi. No Nuctemeron os ensinamentos de Apolônio de Tiana estão dispostos como em um relógio em 12 horas. Cada hora traz uma instrução especial até que o ciclo se feche para recomeçar, nos lembrando da necessidade de sempre reforçá-los. Embora apresentado numa linguagem alegórica de dificil acesso o Nuctemeron ganhou uma grande reputação entre os estudantes de Alta Magia.
 
Leia aqui o Nuctemeron.
A vida de Apolônio de Tiana
A fonte bibliográfica de Filostratus ainda recebe o endosso das fontes do mundo árabe medieval. Entre eles Apolônio recebe o nome de Abuluniyu, Balinas ou ainda Balinus e as lendas descritas são consistentes com o testemunho europeu. Entre estas fontes destacam-se o Kitab Sirr al-aliqa ( Livro da Criação), o Risala fi tair ar-ru?aniyat (Tratado da influência dos seres espirituais nas coisas compostas), o al-Mud?al al-kabir (Introdução ao uso de Talismãs), o Kitab alasim Balinas al-akbar (Grande Livro de Talismãs e Apolônio) e o Kitab Ablus al-?akim (Livro do sábio Apolônio). Todos eles de autoria atribuída ao nosso personagem.
Segundo todas estas narrativas, Apolônio de Tiana nasceu na Grécia, na região da Capadócia turca, aproximadamente no ano 4 A.C. Discipulo da escola neo-pitagórica, destacou-se como notável filósofo e professor. Muitos de seus pensamentos, mesmo após tantos séculos, ainda se encontram presentes nas universidades e academias ao redor do mundo, sendo uma grande influência para o pensamento científico contemporâneo.
Assim como todo personagem que surgiu há mais de mil anos e se envolvia com misticismo, seu nascimento está envolto de mistérios e lendas. Conta-se que sua mãe teve um sonho durante o qual sonhou que estava grávida. Ao acordar passou a encabeçar a lista da mães virgens tão comuns à mitologia universal.
Pouco sabemos sobre sua infância diante da qual os registros históricos se calam. Todavia sabemos que aos quatorze anos foi levado para estudar com Eutidemo, professor de retórica em Tarso. Sentiu tanta repulsa com os costumes do povo de lá que convenceu seu pai adotivo a mudar-se para outra vizinhança. Tornou-se neo-pitagórico e portanto frugal e vegetariano. Se abstinha do vinho, das casas de banho e das mulheres. Andava sempre descalço com roupas muito simples e sentiu-se desde muito jovem atraído a uma  vida de contemplação e ascetismo. Conta-se que até os 15 anos era um rapaz calado pouco dado a conversas e interações sociais, pronunciando sempre o mínimo de palavras necessário. Mais tarde quando seu pai adotivo morreu doou toda sua herança aos pobres da região mostrando definitivamente seu desapego aos bens materiais.
O ponto culminante de sua vida foi a descoberta do túmulo de Hermes Trimegistro, acompanhado de vários manuscritos que são significativos para o hermetismo dos dias de hoje. No Kitab Sirr al-aliqa ele descreve este importante descoberta que serviu de ponte entre as escolas de mistérios egípcias e os taumaturgos do primeiro século. Entre estes manuscritos estavam a famosa Tábua da Esmeralda, por este motivo alguns historiadores a colocam como sendo da autoria do próprio Apolônio, embora ele mesmo negue esta hipótese nas fontes árabes acima citadas. Depois desta descoberta começou aos poucos a ganhar atenção de todos com quem entrava em contato pois apregoava a doutrina hermética abertamente para as massas. Seu estilo obscuro e setencioso aos poucos o fez rodeado de pessoas interessadas. Artesãos abandonavam seus ofícios para ouví-lo e cidades próximas enviavam embaixadores para visitá-lo. Os árabes criaram poemas em sua homenagem e é dito que seu nome chegou com admiração até mesmo aos brahmanes da Índia, aos magos da Pérsia e aos sacerdotes egípcios.

Durante sua fase adulta Apolônio viajou por boa parte do Oriente e Mediterrâneo visitando templos, corrigindo costumes que achava intoleráveis e reformando toda forma de abuso. Seus ensinamentos eram sempre acompanhados de toda sorte de prodígios. Em Éfeso ganhou notoriedade por acabar com uma praga simplesmente repreendendo-a. Em Coríntio realizou exorcismos públicos. Às margens do Eufrates profetizou o futuro do imperador Nerón da Babilônia. Viajou ainda pelo Egito, Etiópia e outros países e povoados sempre rodeado de muitos seguidores. Finalmente, visitou a itália e ressuscitou uma mulher.
Passava ele pelo funeral desta mulher que pertencia a uma importante família consular e, aproximando-se de seus ouvidos, pronunciou algumas palavras místicas. Ela abriu os olhos e levantou-se confusa. Apolônio foi levado para a casa de seus pais, que lhe ofereceram uma considerável quantia em dinheiro, que ele aceitou apenas para dar de volta como dote à donzela. O episódio deu ao mago uma fama sem precedentes e isso bastou para ganhar a desconfiança das autoridades.
Suas viagens foram interrompidas depois que se estabeleceu em Roma. Acusado de atiçar o povo, de conspirar contra o imperador Domiciano e de cometer o sacrilégio de não se curvar perante a éfige de césar, Apolônio foi desnudado, acorrentado e confinado em um calabouço, onde algumas versões da história dizem que finalmente morreu em 97 D.C.. Outra versão conta que foi lhe dada a chance de reconhecer publicamente seu erro e assim ganhar o indulto romano, entretanto Apolônio negou-se a aceitar seus atos como um erro sendo em seguida condenado à morte. Suas últimas palavras teriam sido: ‘Não podem deter minha alma, nem sequer meu corpo’. Tendo dito isso diante do tribunal seu corpo se desvaneceu desaparecendo diante dos olhos de todos os presentes.
Após seu inexplicável desaparecimento houveram ainda relatos de aparecimentos seus em Dicearquia e posteriormente em Creta onde conta-se teria finalmente falecido. Sua fama de milagreiro e a lenda de toda sua vida fizeram com que muitas pessoas acreditassem que ele fosse imortal. Fato é que nunca encontraram seu corpo.
 
A reputação de Apolônio de Tiana
Com o passar dos anos sua figura ganhou contornos populares, sendo inclusive adorado com um semi-deus em certos povoados, onde hinos eram escritos e estátuas levantadas em sua homenagem. Conta-se que o imperador Alessandro Severo tinha um retrato seu em seu oratório pessoal, ao lado das figuras de Cristo, Vopisco e Orfeo. Até o século V sua reputação era forte mesmo entre os cristãos. Prova disso é que Leon, ministro do rei dos visigodos pediu que o bispo de Auvernia traduzisse a obra de Filostrato dedicada a Apolônio. Ao terminar a tradução Sidônio remeteu ao ministro uma carta na qual exaltava todas as grandes virtudes do filósofo dizendo que para ser um ser humano perfeito só faltava que fosse cristão.
A opinião do bispo não foi seguida pelo restante da igreja. Infelizmente as similaridades entre a vida de Apolônio e a vida do Jesus bíblico acabou gerando uma grande desconfiança entre os sacerdotes. Desconfiança essa que culminou numa grande inimizade dentro da igreja romana e em uma campanha de difamação. Apolônio era então apresentado como impostor e falso-profeta que tentava enganar e desencaminhar os fiéis. Num segundo momento seus detratores o elevaram ao título de filho do diabo e perigoso necromante a serviço das forças infernais.  Por fim, sua figura foi largada ao esquecimento geral.
Essa má fama persistiu até meados do século XVI, quando as cabeças pensantes do iluminismo, incluindo Voltaire, começaram a advogar suas próprias ideias ético-religiosas opondo-se à igreja e propondo uma religião não-denominacional mais compatível com a razão. Em 1680 Charles Blunt, publicou a primeira tradução em inglês do livro de Filostratus, incluindo uma poderosa introdução pessoal anti-clerical. Nos anos seguintes as similaridades da vida de Apolônio com a de Jesus dominou a polêmica sobre a originalidade do cristianismo. Teosofistas passaram a considerá-lo duas encarnações do mesmo mestre enquanto Marquês de Sade fazia pouco de ambos em seus contos. Pouco depois Ezra Pound associou Apolônio com o culto solar destacando-o como um rival messiânico de Cristo,  identificado-o com uma cosmovisão de supremacia ariana de mitologia anti-semita.
No século XX Apolônio entra de vez para o universo da ficção e sua figura ganha ares cada vez mais lendários. No livro de Gerald Messadié "O homem que virou deus" Apolônio aparece como um poderoso filósofo e mago contemporâneio de Jesus. Este autor francês narra em sua obra inclusive um encontro entre os dois personagens. No cinema aparece como personagem do filme "As 7 Faces do Dr. Lao" e é ainda retratado na trilogia Illuminatus de Ribert Anton Wilson como tendo uma discussão com Abbie Hoffman, hippie ativista norte-americano.
Conclusão
Com toda a discussão sobre quem copiou e quem foi copiado, a verdade é que suas histórias de Jesus e Apolônio de Tiana são muito semelhantes. Nascidos na mesma época (Cristo também nasceu entre 4 e 6 a.C), mortos no mesmo séculos e com atos que inspiraram muitos... a diferença apontada por muitos pesquisadores é de que a vida de Apolônio recebeu atenção de muitas pessoas que a resgistrou, não apenas na região em que viveu mas nas regiões vizinhas, coisa que não aconteceu com seu xará Galileu, o que faz muitos apontarem para a possibilidade de Jesus ser uma cristificação da imagem de Apolônio. Mais do que isso, muitos dos rituais e símbolos usados nos sacramentos romanos podem ser seguidos de volta no tempo até repousarem nos pés de Apolônio. O missal, o altar, as vestimenta dos padres e muitos outros detalhes não tem qualquer relação com as histórias descritas na bíblia, mas podem facilmente ser atribuidas a uma herança direta aos elementos de alta magia apresentados por Apolônio.                  
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    MAIS INFORMAÇOES SOBRE APOLONIO



              


A Sexta Hora


Até onde acaba de chegar a nossa exposição, diz:
"O Espírito permanece impassível.
Ele vê o monstro infernal vir ao Seu encontro e está sem medo."
Pudemos, então, estabelecer que a Quinta Hora foi a "Hora da Vitória", na qual o candidato nos Mistérios Gnósticos, primeiramente, lança um olhar retrospectivo e depois, sob nenhuma condição, toma a decisão de não mais trabalhar com as forças e os métodos da vida antiga; porque, se o fizesse, essas forças, como que automaticamente, passariam a governá-lo.
Em seguida, dirige os seus olhos para o futuro, onde, provido de forças completamente novas, isto é, provido das forças das Grandes Águas, as Forças do Espirito Sétuplo, como servo de Deus e dos homens, toma sobre si a sua tarefa.
Após ter comemorado a sua vitória, o candidato se encontra em seu caminho de desenvolvimento, pela primeira vez, como homem perfeitamente livre, dentro da natureza da morte.
Agora, para ele, valem integralmente as palavras: "Está no mundo mas não é do mundo."
(Nota: S.Estrelas - Vejam aqui os mesmos ensinamentos dos Anciões e de Maria e suas Estrelas, assim como de outras consciências multidimensionais, que nos dizem a mesma coisa, e Apolônio o disse a 2000 anos, o que fica evidente ser a Verdade e o Saber, o mesmo em todo o sempre, ele existe no aqui agora, que pode ter sido a 2000 anos ou nos dias de hoje em nosso momento, a Verdade é a mesma, esta alem de qualquer tempo espaço, simplesmente É ou então não é a verdade, mas a ilusão disfarçada de
verdade, disfarce muito bem feito pelos ditos deuses, que da Luz nos privaram. Mas a Luz agora retorna e nos liberta das sombras dominantes).
Muitos foram os místicos que procuraram dar solução a essas palavras, fugindo, literal e corporalmente, do mundo.
  Ocultaram-se atrás das grossas paredes dos mosteiros, ocultaram-se em lugares inacessíveis das florestas virgens ou das montanhas e, isto não bastando, procuraram ainda, no interior das paredes dos mosteiros, o isolamento em celas.
Mas agora não se trata de paredes e celas em lugares isolados, mas trata-se de estar no mundo, no sentido mais amplo da palavra.
 E, em meio deste mundo, o candidato provará que é uma peça valiosa e atuante a serviço do mundo e da humanidade; uma peça ativa, perfeitamente mergulhada na vida da natureza da morte, tendo como objetivo poder assim aproximar-se de todos os que, nessa mesma natureza, se encontram aprisionados.
E, deste modo, está o candidato no mundo e no entanto não pertence ao mundo!
Esse é o segredo da Arte Hermética.
O "não pertencer ao mundo" não é nenhuma fuga do mundo, nenhuma inimizade pelo mundo ou pela vida, mas é estar no mundo, servi-lo e, através dos Mistérios Gnósticos e com o seu auxilio, vencer interiormente este mundo, por meio do Nascimento da Alma e do Novo Estado de Consciência.
E alcançar o poder, mediante o novo estado de ser, manter impassível o Espirito diante dos ataques e da tirania dialéticos.
Semelhante homem tornou-se um homem sem medo.
Ele se encontra, em sentido gnóstico, enobrecido para o serviço à humanidade.
Ele pode caminhar sossegadamente pelo mundo e, não obstante, contar com perigos, porém ele não os teme, devido a Nova Força interior.
Penetrar nessa superior e profunda Liberdade, deve ser o anseio mais profundo e a meta de todo aluno da Escola Espiritual, porquanto toda forma dialética de liberdade é um grande e fundamental embuste, uma auto-ilusão absoluta e sempre uma forma de aprisionamento.
Permiti, pois, que acompanhemos o rumo da verdadeira Liberdade de um tal servo da humanidade, dentro da vida dialética.
  Ele realiza sua tarefa por incumbência da Luz Universal.
Por isso ele recebe o título de Rei-Sacerdote.
Seu sacerdócio é-nos compreensível porque ele serve a Deus e ao homem, ele é uma luz, na Senda, para o pesquisador.
A sua realeza devemos compreendê-la no sentido clássico.
Um rei, em sentido fundamental, é um monarca, um homem que se tornou autônomo, um homem que, vivendo verdadeiramente o sacerdócio, elevou-se a essa autonomia.
Não há poder algum (afora o da Gnosis,) que esteja acima do dele.
Não há na dialética domínio algum em que ele não poderia penetrar para realizar sua tarefa.
Com certeza, já deveis ter lido na Escritura Sagrada Universal acerca da verdadeira realeza da alma, da realeza que foi libertada pelo Espírito.
Compreende-se que um tal Sacerdócio Real, um estado de ser absoluto, seja necessário para o Obreiro do Reino de Deus!
Por isso que semelhante Sacerdócio Real é, por exemplo, indicado como Sacerdócio Real de Melquisedec, o do misterioso dirigente de uma Ordem elevada, a Ordem de Melquisedec.
Melquisedec é a entidade que representa a Superior Justiça Divina, e reside na eqüidade do Divino Reino da Paz.
Por isso, diz-se que ele é Rei de Salém, Rei do Reino da Paz.
Todos, portanto, e na Sexta Hora de sua viagem para a Vida Universal começam a sua tarefa em serviço integral, são reis-sacerdotes segundo a Ordem de Melquisedec, com que se indica, na natureza da morte, a elevada autonomia e a inviolabilidade desse sacerdócio.
Assim, precisais compreender bem que o candidato nos Mistérios Gnósticos, candidato que ingressou na Ordem do Sacerdócio Real e executa o seu trabalho prestimoso, tem mais o que fazer, do que talar e testemunhar a respeito da vida libertadora do estado da alma.
Mediante exemplo dinâmico e vivo, e mediante a construção de um "campo de trabalho", um tal rei-sacerdote precisa estimular os pesquisadores a tomarem em suas mãos o cajado de peregrino.
  Este trabalho é, porém, tão somente uma relativa e pequenina parte do que, efetivamente, vai ser realizado.
O campo de atividade, ao qual o Rei-Sacerdote deve dirigir-se, é tão extenso, que é quase impossível fazer-se dele uma idéia.
Quem, pois, quer também compreender, mais ou menos, o significado da Sexta Hora, deve procurar dar uma vista de olhos nesse "campo de atividade", para abranger algo de sua grandiosidade e inviolabilidade.
Vivemos num mundo de ilusões, cujas causas, em sua maioria, encontram-se veladas.
Quem quer realmente auxiliar uma criatura, em todos os seus caminhos, pelo campo da existência, deve conhecer as mais recônditas causas desta vida.
Todos nós possuímos caracteres distintos, e não obstante sermos seres humanos, possuímos tipos basicamente diferentes, e, nas mesmas situações, pensaremos, sentiremos e agiremos diferentemente.
As atividades psicológicas são, quanto às causas e os resultados, inteiramente individuais.
Poderíamos liquidar essas diferenças falando em: passado, karma, estado de sangue, fatores hereditários, raça, povo, vida burguesa, mas, com tais palavras, pouco damos a entender basicamente.
Pois, quando dizemos que somos produtos do passado, então ainda nada dissemos da verdadeira natureza desse passado; e não é nada fácil sondar completamente esse passado, ainda que seja um pouco dele.
Na Escola aproximando-nos desse problema quando dizermos que toda manifestação de vida é a conseqüência de uma certa radiação eletromagnética de natureza cósmica.
Mas também assim ainda nada dissermos daquilo que se encontra por trás.
Os raios cósmicos, no que se refere ao seu objetivo, vêm diretamente a nós ou não?
Existem forças ou seres que a esse respeito ocasionam transformações que as distorcem com segundas intenções?
Existem talvez ainda outras obstruções?
Não seria que vários reinos de vida estariam se influenciando reciprocamente, fazendo surgir assim toda a espécie de radiações secundárias?
Deste modo podereis propor uma série de perguntas, e, quando na Escola da Rosacruz dizermos simplesmente que há uma radiação dialética e uma radiação gnóstica, estamos unicamente balbuciando o primeiro princípio de uma ciência da radiação, que deve ser investigada, ciência esta da qual se devem explicar todas as causas e estados da vida, antes de que se possa falar de um verdadeiro auxílio, de uma verdadeira terapia.
O que sabemos basicamente um do outro?
Vemos uns aos outros fazer coisas estranhas, funestas, deploráveis muitas vezes consternados, perguntamos por que?
E assim assomam muitas perguntas!
Por que um vem para a Escola da Rosacruz e um outro não?
Por que muitos, que estavam a ponto de encontrar a Rosacruz, no último momento, recuaram?
Que influências invisíveis fizeram-no mudar de direção?
Eis por que o verdadeiro e profundo amor ao próximo requer que se saiba por que alguém pensa, sente e age assim como o faz.
Que forças, em toda sua variegada multiplicidade, governam o homem?
 É possível, uma vez descoberta a fonte dessas forças, obstruí-las ou desviá-las de seu curso em relação a determinados grupos humanos?
Percebeis que possuir o domínio e o conhecimento da ciência da radiação,
(Nota: S.Estrelas - Temos de levar em conta que nessa época tudo era velado, oculto, ao se referir a radiação, bem pode ser o que hoje é Vibração assim como gnose se refere a ciência do conhecimento oculto, já não mais oculto hoje, tudo nos foi revelado. Bem da para ver como os ensinamentos que hoje nos são transmitidos por elevadas consciências, já eram de á muito conhecido, pelos menos para os que procuravam o Saber e sentido de nossa existência. Deixa bem claro, nesta Sexta Hora, o motivo dos ensinamentos serem praticamente secretos, pois poucos tinham suficiente crescimento interior para assimilá-lo e também deveriam ocultar-se para não serem perseguidos pelo sistema imposto, pelos dominadores, que tem o controle deste há 300.000 anos, e pensam continuar, mas deu, não vão mais, hoje temos a Luz que se manifesta e a tudo e a todos Ilumina e Despeta para a verdadeira vida).
em sentido universal, é uma necessidade para se executar verdadeiro serviço ao próximo?
Os Antigos distinguiram muitos grupos de radiações, segundo os seus efeitos.
Eles personificaram esses grupos e assim fala-se de deuses, ídolos e espíritos.
Mediante muitas invocações e apelos, mediante muitas práticas ocultas, procurou-se, em seguida, limitar a eficácia de certas radiações em sua atividade; ao mesmo tempo, procurou-se estimular outras radiações.
Assim, descobrimos que se trata de uma antiga ciência que, em certo sentido, perdeu-se, foi esquecida e arruinou-se, por ter sido empregada, ilegitimamente.
Essa ciência só deve ser conhecida e utilizada, quando se está animado de intenções verdadeiramente gnósticas(divinas,elevadas, espirutuais) intenções que a todos nós são diariamente sugeridas.
Podemos esboçar para vós essa Ciência (ciência que há muitas dezenas de milhares de anos esteve em poder da humanidade), para com segurança e rapidamente aplainar, um para o outro e conjuntamente, o Caminho para a Vida Libertadora.
Porém, desde há muito que esse Antigo Saber, outra vez foi retirado para os Mistérios da Ordem de Melquisedec, e só é presenteada àqueles que, na Sexta Hora, devem iniciar o seu trabalho auxiliador..
Em nosso próximo artigo, vos falaremos acerca dessa Ciência das Radiações Cósmicas, sobre sua natureza, objetivo e prática, a fim de pôr o significado da Sexta Hora do Nuctemeron sob luz clara.
Uma parte da Sexta Hora foi agora esclarecida para vós, justamente a que diz:
"O Espirito permanece impassível. Ele está sem medo."
A outra parte: "Ele vê o monstro infernal vir ao seu encontro", deve ainda seguir-se, e com estas últimas palavras faz-se, sob certos aspectos, referencia às Radiações Intercósmicas.

O Espirito permanece impassível.
Ele vê o monstro infernal vir ao Seu encontro e está sem medo.
Examinaremos neste artigo a segunda parte da Sexta Hora, cujo texto completo diz:
"O Espirito permanece impassível.
Ele vê o monstro infernal vir ao Seu encontro e está sem medo."

Temos, por conseguinte, de responder à pergunta:
Por que o homem liberto da dialética, mas que ainda nela se encontra em atividade a serviço do mundo e da humanidade, está absolutamente sem medo, apesar de ver aproximar de si o monstro infernal?
É necessário que compreendais bem que esse "sem medo" nada tem a ver com um eventual medo atinente a si mesmo, medo que se refira ao seu próprio estado de ser, porquanto o candidato, já na Quinta Hora, obteve a vitória sobre a morte e sobre a matéria.
Por isso que é compreensível, quando ele dá inicio a sua tarefa de libertação da humanidade, não pode, de nenhum modo, tratar-se de um vulgar medo atinente à sua existência, e, por conseguinte, também atinente à típica luta dialética pela existência.
O liberto tornou-se "sem medo" em relação à existência e, por isso, não tem nenhum sentido, na Sexta Hora, referir-se novamente a um estado que se relaciona com o ser natural.
Além disso, seria desperdício de preciosas palavras, visto que, conforme pudestes concluir conosco, o conjunto concernente ao Nuctemeron, às 12 Horas Mágicas, se caracteriza por uma formulação especialmente concisa.
Todo esse conjunto pode ser posto numa folha de papel.
Por conseguinte, Apolônio de Tiana ligou à Sexta Hora uma toda outra intenção, e assim faz-se necessário uma exposição bem pormenorizada.
Tende em vista, nesta afirmação, a constituição de um microcosmo.
Como sabemos, o quadro exterior de um microcosmo consiste, primeiramente e por fora, no grande campo magnético.
Em seguida, encontramos o sétuplo ser áurico, que se compõe de camadas de diferentes potências, e está semeado de pontos magnéticos.
No interior desse ser áurico vemos um espaço aparentemente vazio, e falamos de campo de respiração ou de campo astral, e nesse campo de respiração encontramo-nos como personalidade.
Pois bem, queremos muito especialmente chamar a vossa atenção para esse "campo de respiração" do microcosmo. Verdadeiramente, na Escola, nunca fizemos um estudo minucioso desse campo.
Bem que sabíamos, entretanto, que o "campo de respiração" é um campo organizado, e que nele circulam várias correntes de energia de natureza astral, correntes que estão ligadas ao sistema fígado-baço. ( Nota: S.Estrelas -
Além disso, no "campo de respiração" habitam forças das quais o microcosmo precisa ser libertado, forças demoníacas, auto geradas, que estorvam os homens, forças que, para eles, podem ser fatais, muitas vezes.
Apolônio de Tiana deseja que o candidato, em sua reflexão sobre a Sexta Hora, tome conhecimento desse fato e descubra que espécie de forças se fazem presentes no "campo de respiração", ou corpo astral de um microcosmo.
E quando nos aprofundarmos no assunto, constataremos que, jamais houve momento, para nenhum microcosmo, em que o seu "campo de respiração" não estivesse povoado.
Numa das precedentes exposições sobre o Nuctemeron, ficamos sabendo que se deve processar geral purificação e ordenação das várias tensões e radiações magnéticas nos vários órgãos e esferas do microcosmo.
No entanto, queremos dizer-vos que, quando num microcosmo tensões estas que entravam e prejudicam os homens, acontececertas tensões magnéticas são constatadas, esclarecidas e dissolvidas, que no lugar delas sempre surgirão outras relações magnéticas.
Em que se concentram, no decorrer dos anos, os vossos pensamentos, sentimentos, forças volitivas e atividades, que na maioria das vezes determinam vossas ações?
Sabeis que determinados pensamentos e sentimentos se vos impõem periodicamente.
Eles influenciam vossa secreção interna, vosso sangue e vosso fluido nervoso.
E, com a regularidade de um relógio, permaneceis ocupados com as conseqüências corporais de todas essas influências, abertas ou veladamente, hesitando ou com muito medo, e, como que sujeitos a uma pressão ou, talvez, com certo agrado, ou ainda com profundo desgosto, passais a ações que se harmonizam com essas influências. Muitos lutam desesperadamente contra essas inclinações, mas não há ninguém que possa dominá-las.
O homem é obrigado a obedecê-las, ainda quando põe em suas ações maior ou menor dose de cultura, de modo que as conseqüências correspondentes talvez satisfaçam à sua consciência ou a iludam.
Procura-se enfeitar todo esse processo com uma etiqueta psicológica, filosófica.
Discute-se academicamente sobre ele e procura-se dissecá-lo psico-analiticamente.
Buscam-se vias que nos dêem um comportamento pelo qual o nosso próprio grande conflito de consciência, causado por todos esses impulsos e sentimentos animalescos, possa ser eliminado, possa ser dissolvido psico-analiticamente.
A razão mais profunda de tudo isso radica, sem exceção, no "campo de respiração" do microcosmo, no qual tem sua base todos os estados magnéticos, tensões, tendências e forças.
Algumas dessas tensões entram pelo sistema fígado-baço, e fala-se então de subconsciente.
  Outras se põem a caminho através do cerebelo pela medula alongada ao coração, e fala-se então em desejos, anseios e estados sentimentais.
Outras ainda penetram pelas aberturas da pineal e perturbam os órgãos sensoriais e os órgãos intelectivos e, por fim, os órgãos da vontade, e quando o fogo da vontade é atiçado então surge a irrupção, como lei natural.
Por que sois assim como sois?
Por que agis do modo como agis?
A resposta podeis encontrá-la no "campo de respiração" (Plano Astral) e em seus habitantes.
Muitas dessas forças que lá residem, lá já se encontravam ao nascerdes, porquanto o microcosmo, que vos mantém cercados, não era puro e virgem ao nascerdes!
 Antes de vós já existiram muitos outros habitantes em vosso microcosmo.
Ele é uma casa que já foi habitada muitas vezes.
E muitos moradores do "campo de respiração", que se fazem constatar desde o inicio, nos pressionam.
Eles foram tomando o governo em vossa vida e a impelem em direções várias.
Eles ganham poder sobre vós em concordância com as vossas experiências e situações.
Talvez tenhais admitido que todos os povos primitivos, com sua crença em demônios, com seu perfeito animismo, foram insensatos, incongruentes.
Não, nesse ponto todos eles são igualmente naturais e verídicos.
Eles não desmentem os fatos, não sabem outro caminho senão admitir a realidade e a ela corresponder.
Eles procuram servir, em perfeita rendição e por turno, todos os seus deuses do "campo de respiração", a fim de satistazê-los e assim não aumentar as tensões.
O que os primitivos povos fazem, aberta e naturalmente, todo povo culto faz às escondidas e sob muitos disfarces, mesmo com o nome Jesus Cristo na boca.
Compreendeis o que pensamos a respeito de semelhante cultura.
 Não há homem algum de estrutura dialética, que não sirva aos seus deuses do "campo de respiração"!
Isto não é nenhuma acusação, mas tão somente expomo-vos a realidade, retiramos as máscaras.
Não há homem dialético algum e nenhum homem espiritual que possa subtrair-se da direção das forças magnéticas de seu "campo de respiração".
Por isso, não deveis presumir o que na realidade não sois.
Somos, em sentido mais profundo, pobres homúnculos, todos, segundo a natureza, joguetes das forças magnéticas.
Dos artigos precedentes vimos que, para o grande conflito de consciência e principalmente para o portador do Átomo Original, a vida, em sua totalidade, é um conflito de consciência e a única solução reside em fazer se desenvolver na Gnosis outras e novas forças magnéticas no "campo de respiração".
Realizamos isto, em primeiro lugar, mediante fé inabalável, profunda ânsia e dedicação que não conhece solução de continuidade.
Este é o segredo do sucesso.
Denominamo-lo:
"ESTAR SOBRE O TAPETE."

Se tiverdes êxito em introduzir algumas dessas forças magnéticas libertadoras em vosso "campo de respiração", obedecendo-as, seguindo-as perfeitamente, ao se fazerem valer através de um dos canais em vossa vida, e vós, nessa força, resistis, do vosso íntimo, às outras forças, então estareis no bom caminho.
E o candidato segue esse caminho como já o consideramos na Segunda Hora.
Vosso "campo de respiração" microcósmico é a vossa esfera vital, literalmente vosso "campo de respiração", vossa esfera particular e perfeitamente equivalente ao grande campo de respiração do cosmos-terra.
Se o vosso "campo de respiração" é de natureza inteiramente dialética, isto significa que ele se coaduna com o grande campo de respiração exterior, do qual encheis os vossos pulmões.
Assim, a vossa pequena natureza encontra-se perfeitamente sintonizada com a grande natureza, com todas as conseqüências resultantes desse aprisionamento.
Mas, quando mediante verdadeiro discipulado e realização enérgica e não há nenhum outro caminho, sois bem sucedidos em fazer desenvolver e manter forças magnéticas gnósticas em vosso campo de respiração, então também muda para vós o grande campo de respiração.
Então não mais assimilais o seu veneno, os seus demônios e todos os perigos que a humanidade demoníaca, a dialética demente faz aí vibrar, mas então só podereis inalar o que serve para a vossa paz, para a vossa saúde e magnificência, e aí se modifica a vossa respiração.
Prestai, pois, atenção à Sexta Hora.
O Irmão da Sexta Hora, como homem perfeitamente liberto e servo da humanidade, encontra-se absoluta e evidentemente, em seu trabalho, em país inimigo.
Por conseguinte, é uma verdade que salta aos olhos o fato de que as inúmeras tensões magnéticas monstruosamente infernais - agrupadas em grandes poderes no grande "campo de respiração" cósmico - vão contra esse irmão, porque o Servo da Luz está a ponto de arrebatar as vítimas desses poderes.
Mas um obreiro dessa categoria está absolutamente sem medo.
  Ele não está temeroso com relação a si mesmo, o que é evidente!
Ele também não tem receio quanto ao resultado de seu trabalho salvador, libertador!
Disto queremos tratar mais de perto.
Suponde que procurais salvar uma alma, estando vós na condição de liberto.
Os poderes infernais levantam-se contra vós, eles não podem prejudicar-vos, mas sim, o objeto de vossa assistência.
Os grandes poderes infernais enclausuram aquela criatura, à qual estendeis as vossas mãos. Puxam-na com força!
Ela é como um joguete em seus braços de vampiro!
E ao mesmo tempo, compreendeis também, por que todo Servo da Luz Universal é mal compreendido em seu trabalho, por que ele é alvo de injurias, de grande ódio, de inospitalidade, oposição, calúnia e hostilidade organizada.
Por que precisa estar continuamente de guarda com relação às suas atividades, mesmo em seu ambiente imediato.
A inimizade e o ódio sistemático e natural do monstro infernal assaltam-no dia e noite naqueles que ainda se prestam para tanto.
 No entanto, tudo isto não o perturba.
Seu espirito está impassível, ele, o servo, está sem medo, não está preocupado, mesmo quando é ameaçado por aqueles para os quais volta-se o seu amoroso interesse.
Então não será ele vencido pela dor, pelo pesar e pela desgraça, por todas estas experiências com a humanidade possessa?
Não, porque ele sabe perfeitamente que é senhor absoluto.
Ele vencerá!
Mas como?
Porque em todos os seus caminhos está cercado e acompanhado, dia e noite, pela Justiça Vingadora de Deus.
Que é isto?
Seria uma especulação acerca do deus do Velho Testamento?
Não, todo Irmão da Luz possui em seu "campo de respiração" uma força magnética, uma tensão magnética que, de fato, pode ser denominada justiça vingadora, força que o acompanha e o protege de modo absoluto, força que, pelos Rosacruzes Clássicos, e sem nisto quererem ser do Velho Testamento, foi denominada Jeová.
Eles se colocaram, conscientemente, em todos os seus trabalhos, sob a Sombra de Suas Asas.
E quando o monstro infernal faz uma tentativa de oposição ao amoroso trabalho de colheita, quer direta quer indiretamente através de terceiros, e o Irmão obreiro não se perturba absolutamente e não tem nenhum medo e, segundo os padrões dialéticos não desenterra o machado de guerra para a luta pela existência, então a Força Jeovática que o acompanha, que o penetra e o cerca, falará por seu intermédio e o auxiliará através de todos os perigos, até que o seu objetivo tenha sido atingido.
Seria então essa Justiça Jeovática uma radiação vingativa, rancorosa, sedenta de sangue e mortal?
Não, ela é um Fogo Protetor.
Quem agride ou insulta esse fogo, ou de algum modo o ameaça, é, em conseqüência disto e em tempo determinado, queimado por ele!
Quem presta cuidadosa atenção a isso e conhece a história da Santa Obra e de seus obreiros, sempre verá confirmada essa lei de proteção.
Essa é a explicação da Sexta Hora de Apolônio de Tiana.
Um fogo, que concede a vida a todos os seres animados, é governado pela vontade de homens puros.
O Iniciado estende a mão e o sofrimento transforma-se em paz. 



SENHOR DESMANIPULADOR




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