Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Montgomery Clift biografia

Sábado, 12.05.12

                         Montgomery Clift
Edward Montgomery Clift (Omaha, Nebraska, 17 de Outubro de 1920 – Nova York, Nova York, 23 de Julho de 1966) foi um ator estadunidense.




                                         Primeiros anos


Edward Montgomery Clift nasceu em 17 de outubro de 1920 em Omaha. Era filho de William Brooks Clift, vice-presidente do Omaha National Bank, e sua esposa Ethel Fogg (adotada pelos Fogg). Clift tinha uma irmã gêmea fraterna, Roberta, e um irmão, William Brooks Jr. (n. 1918), que teve um filho ilegítimo com a atriz Kim Stanley.
A história de sua mãe, apelidada de "Sunny" marcou sua infância. Sunny foi adotada pelos Fogg e soube aos 18 anos pelo doutor Edward E. Montgomery que seus verdadeiros pais eram Woodbury Blair e Maria Anderson. Os Blair e os Anderson eram conhecidas famílias de políticos e generais da Guerra de Secessão. Sunny lutou toda sua vida para que a reconhecessem e educou seus filhos para que fossem reconhecidos. Em 1928, Monty, como era conhecido, embarcou com seus irmãos e sua mãe em viagens para Europa.

 

                                  carreira


Com sua aparição na Broadway aos treze anos, Clift obteve êxito nos palcos e atuou ali durante dez anos antes de viajar a Hollywood, debutando em Rio Vermelho (1948), com John Wayne. Tanto John Wayne como Walter Brennan se sentiram indignados pela homossexualidade de Clift e mantiveram-se afastados dele durante as gravações do filme. Por sua parte, Clift se sentia ofendido pelas inclinações ultraconservadoras dos atores. Em 1958, recusou um papel em Rio Bravo, que o teria reunido novamente com Wayne e Brennan. Seu papel ficou com Dean Martin. Também em 1948, Clift foi nomeado ao Oscar de melhor ator por sua interpretação em Perdidos Na Tormenta. Desde então, começaria um novo modelo de ator protagonista: sensível, emocional e com uma beleza melancólica, o tipo de homem que uma mulher gostaria de cuidar. Sua carreira esteve repleta de êxitos, interpretando muitos papéis que foram nomeados ao Oscar e convertendo-se em um ídolo por sua presença e atrativo. Suas cenas de amor com Elizabeth Taylor em Um lugar ao sol (1951) estabeleceu um novo padrão para o romance no cinema. Seus pápeis em A Um Passo da Eternidade" (1953), onde interpreta um soldado de infantaria (Robert E. Lee Prewitt), e em Os Deuses Vencidos (1958) são considerados os mais importantes de sua carreira.Em 1956, durante as filmagens de "A Árvore da Vida", Clift foi de encontro a um poste telefónico com o seu Chevrolet, ao tentar sair bêbado de uma festa promovida por Elizabeth Taylor, uma de suas melhores amigas. Ele e Liz Taylor, a quem chamava de Bessie Mae, foram grandes amigos até sua morte. As filmagens de "A Árvore da Vida" ficaram interrompidas até sua recuperação, dois meses depois. Esse episódio marcou o começo de sua dependência de barbitúricos e drogas mais pesadas. Depois do acidente seguiu um caminho de autodestruição que é considerado o "suicídio mais longo vivido em Hollywood".Em seu primeiro filme após o acidente de carro, Clift protagonizou Rio selvagem (1960), junto com Lee Remick, um filme incluído no Registro Nacional dos Estados Unidos. Também co-protagonizaria Os Desajustados de 1961, que foi o último filme feito por Marilyn Monroe e Clark Gable. Monroe, que estava tendo problemas emocionais, descreveu Clift como «a única pessoa que conheço que está pior do que eu». Seu estilo de vida autodestrutivo estava arruinando sua saúde. A Universal mandou-o embora em 1962, durante a gravação de Freud, além da alma por suas frequentes ausências.Em Julgamento em Nuremberg de 1961, Clift teve uma atuação de sete minutos. Também participaram do filme Spencer Tracy, Marlene Dietrich, Maximilian Schell, Burt Lancaster e Judy Garland. O diretor, Stanley Kramer, escreveria em suas memórias que Clift não conseguia recordar suas falas. Mas, ao mesmo tempo, exclamaria: " Clift é um dos três ou quatro maiores atores que existem".

 Sexualidade


Segundo alguns autores, Montgomery Clift era homossexual. Outros argumentam que era bissexual. Seu biógrafo Michelangelo Capua afirma que «Monty dormiu tanto com homens como com mulheres, esperando descobrir suas próprias preferências sexuais». Diz ainda que a mãe de Clift «fala sem problemas da homossexualidade do filho: ‘Monty se deu conta que era homossexual muito cedo. Creio que tinha doze ou treze anos». ("Montgomery Clift: a Biography", p. 22)Patricia Bosworth, que pode falar com sua família e muitas pessoas que conheciam o ator, escreve em seu livro "Montgomery Clift": «Antes do acidente, Monty tinha incontáveis romances com homens e mulheres. Encaixava com sua personalidade ter relações desta maneira…depois do acidente e sua dependência química, passou a ser um homem mais sério e o sexo passou a ser menos importante para ele». De todo modo, sempre deu mais importância aos velhos amigos como Bill Le Massena, Maureen Stapleton, Elizabeth Taylor, Libby Holman e Ann Lincoln.

                      morte


   Montgomery Clift morreu em 23 de julho de 1966 aos 45 anos por complicações de saúde devido a sua dependência ao álcool e às drogas em seu apartamento em Nova York. Foi enterrado no cemitério Quaker, no Brooklyn.

                  


                                                    nomeaçoes

Foi nomeado pela primeira vez para o Oscar de melhor ator por The Search. Seguiram-se indicações por A Place in the Sun, From Here to Eternity e O Julgamento de Nuremberga.


                                                       filmografia

                                                                     

                                                                                 The Search (1948)                                                         Red River (1948)The Heiress (1949)The Big Lift (1950)A Place in the Sun (1951)I Confess (1953)Indescretion of an American WifeFrom Here to Eternity (1953)Raintree County (1957)The Young Lions (1958)Lonelyhearts (1959)Suddenly, Last Summer (1959)Wild River (1960)                                                 

      The Misfits (1961)

Judgment at Nuremberg (1961)Freud (1961)The Defector (1966)                 

mais informaçoes sobre ele


            Apesar de muitos atores e atrizes ir para Hollywood estrelato procurando, os papéis foram invertidos no início de Montgomery Clift. Hollywood foi atrás dele em busca de uma nova estrela. Monty já tinha provado seu talento na Broadway, e os produtores e diretores de Hollywood eram constantemente persegui-lo para estrelar em quase qualquer filme. Em 1946, ele admitiu a seus esforços. Após 12 anos de recusar a cada diretores de cinema roteiro proposto, Monty finalmente encontrei um script muito interessante para rejeitar. Era um western co-estrelado por John Wayne, intitulado Red River. A passagem da Broadway para Hollywood não alterou sua dedicação e desejo de atuar palco, mas a vida de Monty era logo enchido com novas experiências e exóticas. Montgomery Clift nasceu em 17 de outubro de 1920, em Omaha, Nebraska. Seu pai, William Brooks Clift, era um bem sucedido corretor de ações parede Street. Sua mãe, Ethel Anderson, encheram ambos os papéis dos pais, enquanto seu marido estava ausente. Ela costumava tomar Monty, sua irmã gêmea Roberta eo irmão mais velho Brooks em longas viagens para a Europa ou passar o tempo em sua segunda casa em Bermuda, enquanto seu pai estava ocupado com o trabalho em Nova York. Aulas particulares viajou com a família para educar as crianças no estrangeiro. Quando o mercado acionário caiu em 1929, o Clift teve que obedecer a um estilo de vida diferente. Eles se mudaram para uma casa modesta em Sarasota, Flórida, quando Monty tinha 13 anos. Juntou-se um local juventude clube teatral lá e tentou atuar pela primeira vez. Montgomery foi muito comprometido com seu trabalho e sua mãe viu o quão natural ele olhou no palco. Ela começou a empurrar Monty para a carreira de ator. Sua família mudou-se para Sharon, Massachusetts, onde ele fez um teste para um papel na peça da Broadway, "Fly Away Home". Monty foi expulso eo jogo durou duas temporadas. Sua família se mudou para Manhattan quando Monty garantiu mais um chumbo na peça "Natureza Dame." Sua principal em "Dame Nature" lhe rendeu o status de estrela da Broadway com apenas 17 anos. Ao longo dos próximos três anos, Monty assumiu a liderança na Broadway várias peças, incluindo " Não haverá noite "," The Skin of Our Teeth "," Our Town "e" Trincheira na sala. "Durante este tempo, os membros da indústria cinematográfica continuamente tentou persuadi Monty para Hollywood. Ele rejeitou todas as ofertas. Ele gostava de agir, mas ele preferiu o palco, não na câmera. Sua paixão foi para a Broadway. Como acontece com qualquer estrela jovem crescente, novos horizontes foram convidativo, e ele finalmente decidiu visitar Hollywood para conversar, mas ele foi inflexível em ir lá em seus próprios termos. Quando a MGM não lhe daria os acordos que ele pediu, ele saiu do estúdio. Quase imediatamente Artistas Unidos concordou com o que Monty termos e ele foi escalado ao lado de John Wayne e Brennan Walter no que se tornou um dos mais famosos westerns de todos os tempos, "Rio Vermelho". Monty estava animado para tentar um novo tipo de papel com tanto filme atuação e um filme ocidental. Logo depois de "Red River" foi concluído, ele foi convidado para jogar soldado americano Ralph Stevenson, em "A Busca". Essa história de guerra sincera deu Monty sua fama de Hollywood. 


                       ornar-se uma estrela de Hollywood, Monty formado muitas novas amizades. Um de seus amigos mais próximos era Mira Rostova, que treinou Monty em quase todos os papéis atuação que ele tinha. Talvez a mais famosa a amizade na vida de Monty era o seu relacionamento com Elizabeth Taylor. O vínculo entre eles fortaleceu quando os dois estrelaram juntos em "A Place in the Sun". Ele agiria com Taylor em dois outros filmes, "Raintree County" (1956) e "Summer repente Last" (1959). Ele aceitou ambas as funções sem sequer olhar para um script. Ele só queria agir com Taylor. Depois de "A Place in the Sun", Clift não fazer um filme por dois anos. Seu retorno à tela do cinema foi em "From Here to Eternity", que ganhou oito Oscars e ganhou Monty uma indicação de Melhor Ator. Ele passou a estrelar o filme de Hitchcock "Confesso" e do filme "Indiscretion de uma dona de casa americana" antes de tirar outra licença de agir. Monty não foi visto em um palco ou na tela por mais de três anos. Uma noite, em maio de 1957 Monty aceitou o convite de Elizabeth Taylor para um jantar. medo que ele não seria capaz de ver o caminho de casa na estrada sinuosa Monty foi o primeiro a sair naquela noite. Ele saiu da estrada e seu carro colidiu com um poste de telefone . O acidente deixou Monty com uma mandíbula quebrada e nariz, cavidade do seio esmagado, dois dentes e graves lacerações faciais que exigiram cirurgia plástica. Sua recuperação notável deixá-lo voltar para casa depois de apenas oito semanas no hospital. Depois do acidente, Monty atuou em sete filmes e recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em "Julgamento em Nuremberg". Ele também co-estrelou em "The Misfits", que era Marilyn Monroe e último filme de Clark Gable. Monty foi criado para co-estrelar com Elizabeth Taylor em "Reflexões em um Golden Eye", mas as filmagens não começam até que o projeto atual, ela estava trabalhando. Então, nesse meio tempo, ele foi escalado para "O Desertor". Ninguém suspeitava este seria seu último papel. Enquanto esperando para começar a trabalhar em "Reflexões", Clift sofreu um ataque cardíaco e morreu em sua casa em 23 de julho de 1966. Na idade de 45 anos, foi enterrado no Quaker Cemetery, Brooklyn, New York. 



                           

                                    senhor desmanipulador

Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 23:43

A HISTORIA DA BANDA CASA DAS MAQUINAS

Sábado, 12.05.12


Casa das Máquinas


Casa das MáquinasA banda paulistana Casa das Máquinas está de volta. O grupo, que esteve na ativa entre 1973 e 1978, retornará no dia 3 para uma apresentação na segunda edição do festival Psicodália. O evento, voltado para o rock psicodélico e para a cultura hippie (com direito a oficinas artísticas e ambientais, além de exibições de teatro e vídeo) será realizado entre 2 e 5 de fevereiro, na Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina.
- Para nós é ótimo retornar num evento voltado para um lado mais simples da vida - diz o fundador da banda, o baterista Luiz Franco Thomaz, mais conhecido como Netinho, que também integra, desde os anos 60, uma das mais longevas formações do rock nacional, Os Incríveis.
O Casa das Máquinas volta à ativa com dois bateristas, Netinho e seu irmão Marinho, que integrou a banda em 1975. Além deles, o grupo inclui outro músico que fez parte da banda na mesma época, o tecladista Mario Testoni. Completam a formação o guitarrista paulistano (e jazzista) Faiska e, no baixo e nos vocais, Andria Busic, da banda de hard rock Dr. Sin.

Popular, mas sem sucesso

Apesar de ter sido popular entre roqueiros nos anos 70, o Casa das Máquinas não chegou a ser um grande sucesso. Seus hits foram a balada progressiva Vou morar no ar (1975) e o rock'n'roll Casa de rock (1976). A discografia do Casa das Máquinas - que já foi toda reeditada em CD - tem como grande característica o fato de cada álbum seguir um estilo diferente. Casa das máquinas (1974) é mais pop; Lar de maravilhas (1975) é um disco de rock progressivo; já Casa de rock (1976) é totalmente hard.
- No primeiro disco, o som era mais pop porque a fórmula que eu tinha era a dos Incríveis, e era o que eu estava acostumado a fazer. Mas não era bem aquilo que a gente queria. No segundo disco, o Testoni entrou e levou a banda para o som progressivo. O terceiro álbum foi de rock'n'roll, porque saíram vários integrantes e o Piska (guitarrista) passou a ter mais espaço - relembra Netinho.
O baterista conta que, mesmo com as dificuldades enfrentadas por quem abraçava o rock nos anos 70, a banda fazia extensas turnês.
- Não havia empresários de rock na época, e eu sentia uma grande dificuldade de vender a banda. Mas a gente trabalhava de quinta a domingo. Nas turnês, alugávamos ginásios, íamos em madeireiras para comprar material para os cenários e depois caíamos na estrada de novo. - conta Netinho, garantindo que o grupo passou a gerar lucro, apesar dos problemas e da estrutura que a banda queria montar. - Em 1974 a gente tinha 18 pessoas na nossa equipe. A Rita Lee, que surgiu solo pouco depois, tinha quatro ou cinco funcionários.
Netinho garante que muitos fãs pediam a volta do grupo há bastante tempo. O baterista chegou a pensar em reunir a formação original - que contava com ele, Piska, Aroldo Binda (guitarra e vocal), Carlos Geraldo (baixo e vocal) e Pique Riverti (sax e teclados). O problema seria trazer de volta Aroldo, que vive nos Estados Unidos, onde trabalha como roadie. Já Piska, hoje dono de uma produtora, foi para um caminho diferente da proposta da banda: dedica-se a compor hits para artistas como KLB e Zezé di Camargo & Luciano.
- Seria difícil reunir todo esse pessoal - afirma Netinho, que, ainda assim, compôs uma meia dúzia de músicas novas logo que pensou em voltar com o grupo, no ano passado. - Pouco depois, apareceu o convite do Psicodália e eu resolvi aceitá-lo mesmo sem ter a banda formada. Só decidimos o time que vai para o show há dois dias. Estou muito feliz por ter o Andria e o Faíska, que é um guitarrista muito maduro.
O jornalista Bento Araújo, que faz o Poeira Zine, fanzine dedicado ao rock dos anos 70, afirma não gostar de bandas que voltam. Mas acha interessante que o Casa das Máquinas retorne, pelo menos para o festival.
- Vai ser muito bom para a molecada conhecer, e também para quem já curte o som deles. O Casa é uma banda representativa de uma época maldita do rock nacional - afirma.

o triste fim


O Casa das Máquinas terminou em 1978 após um incidente até hoje não explicado. A banda teria se envolvido numa briga, durante a qual morreu um cinegrafista da TV Record.
- Eu estava fora do Brasil nesse dia e, quando voltei, a banda tinha acabado - espanta-se ainda Netinho. - Nunca entendi isso. Nem sei se essa briga realmente aconteceu, porque nenhum integrante diz que participou de nada.
O baterista garante que, no show novo, os fãs do Casa podem esperar um som mais progressivo e elaborado, como o do segundo álbum. (mais informaçoes sobre este fato logo mais abaixo)






Primeiro disco do grande Casa das Máquinas. O Casa, assim como várias bandas brasileiras de rock progressivo dos anos 70, é bastante cultuado no exterior, tamanha a sua qualidade musical.
Estão neste disco: Netinho (bateria), Simbas (vocal), João Alberto (baixo), Pisca (guitarra) e Marinho (piano e minimoog).

Faixas:
1. A natureza
2. Tudo porque eu te amo
3. Mundo de paz
4. Quero que você me diga
5. Canto livre
6. Trem da verdade
7. Preciso lhe ouvir
8. Cantem esse som com a gente
9. Domingo a tarde
10. Sanduíche de queijo



Lar das Maravilhas (1975)

Lar de Maravilhas foi o segundo álbum da banda brasileira Casa das Máquinas. Considerado um dos melhores discos de rock progressivo do rock brasileiro, comparado com o primeiro LP da banda, Casa das Máquinas, esta obra trazia uma grande evolução no estilo musical do grupo. Pique havia deixado o grupo, e em seu lugar foi convocado um virtuoso tecladista chamado Mario Testoni Jr., que Netinho havia conhecido num ensaio da banda de seu irmão Marinho Thomaz, que também entrou para a banda.
Faixas:
1. Vou Morar no Ar
2. Lar de Maravilhas
3. Liberdade Espacial
4. Astralização
5. Cilindro Cônico
6. Vale Verde
7. Raios de Lua
8. Epidemia de Rock
9. O Sol / Reflexo Ativo

Casa de Rock (1976)

Casa de Rock foi o terceiro disco da banda. Um pouco diferente do disco anterior esse era mas voltado a raízes mais Rock and roll. Trazendo o grande sucesso da banda a música de título Casa de Rock, destaque também para Dr Medo e as belas baladas de Certo Sim Seu Errado, Mania de Ser e Lei do Sonho de um Vagabundo.
Faixas:
1. Casa de Rock
2. Pra Cabeça
3. Certo Sim Seu Errado
4. Stress
5. Londres
6. Dr Medo
7. Mania de Ser
8. Lei do Sonho de um Vagabundo
9. Essa é a Vida
10. Eu Queria Ser

Ensaio 2007


01. Vale Verde
02. Dr. Medo
03. Lar de Maravilhas
04. Casa de Rock
05. Pra Cabeça
06. Vou Morar no Ar






ENTREVISTA EXCLUSIVA COM NETINHO(BATERISTA E UM DOS FUNDADORES DA BANDA CASA DAS MÁQUINAS.

    
                                                      

Netinho na Luta

Uma das lendárias e heróicas bandas brasileiras dos anos 70 está de volta. Numa época em que fazer rock de verdade no Brasil era um péssimo negócio (gravar já era difícil; tocar no rádio, praticamente impossível) o Casa das Máquinas lançou três LP e emplacou alguns sucessos. "Casa de Rock", por exemplo, virou uma espécie de hino. E isso numa década que culminaria com a explosão da "disco music", afastando cada vez mais os roqueiros da mídia. O chefe da casa era o baterista Netinho, que vinha dos Incríveis. Quem o imaginava como um músico nostálgico, preso à Jovem Guarda, teve uma surpresa. A evolução do Casa foi notável, partindo de um pop bem produzido, passando pelo progressivo e chegando à linha de frente do rock básico, onde já estavam Made in Brazil e Bixo da Seda.
A volta do Casa das Máquinas começou a nascer em dezembro de 2003. Netinho remontou o grupo para uma apresentação única em Matão, no interior de São Paulo. A resposta do público foi melhor do que a esperada, cantando as músicas, pedindo autógrafos e vestindo camisetas com o nome da banda. Mas o retorno definitivo só agora está acontecendo. A atual formação do Casa traz novamente Netinho e seu irmão Marinho Thomaz na bateria e Mario Testoni Jr. nos teclados. Na guitarra está Sandro Haick, filho de Netinho, que também tocou na última formação dos Incríveis. As novidades são o baixista e vocalista Andria Busic (Dr. Sin) e o cantor Nando Fernandes (Rádio Show, Cavalo Vapor, Hangar) para fechar um supertime de roqueiros da nova e da velha geração. O novo Casa promete. Vem aí um CD com participação de ex-integrantes como Piska, Aroldo, Carlos Geraldo e também alguns convidados especiais. A gravação será no sistema analógico, no estúdio Mosh, com produção conjunta de Netinho, Sandro Haick e Osvaldo Malagutti (dos Pholhas). Nesta entrevista - em que se conversou sobre tudo um pouco, inclusive Incríveis e Originals - Netinho mostra muita vontade de ousar com o Casa das Máquinas. Diz que "nem pensa em comércio" e que o disco terá músicas de "sete, oito, dez minutos" e até uma faixa com três baterias, violinos e trompas.

+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

casa das maquinas fonte wikipedia  e logo abaixo entrevista com simbas o polemico ex casa


                         CASA DAS MQUINAS NO WIKIPEDIA
Casa das Máquinas é uma da banda brasileira de Rock and Roll. Fundada em 1973, gravou três álbuns pela gravadora Som Livre até terminar em 1978. Em 2007 retornou aos palcos no festival Psicodália e está em atividade desde então. Suas principais músicas são Vou Morar no Ar e Casa de Rock.
                                                                         historia
A banda começou quando José Aroldo Binda (Aroldo) e Luiz Franco Thomaz (Netinho), dois ex-integrantes da banda Os Incríveis, juntaram-se a Carlos Roberto Piazzoli conhecido como Pisca , Carlos Geraldo Carge, ex-integrante da banda Som Beat, que tocava baixo e guitarra, e Pique, ex-integrante da banda de Roberto Carlos que tocava órgão, piano, saxofone e flauta. No começo ficaram conhecidos como "os novos Íncríveis", fazendo shows por todo o Brasil. Seu repertório incluia músicas de Elvis Presley, Paul Anka, Chubby Checker, Neil Sedaka, entre outros. Nas apresentações vestiam figurinos, se maquiavam e davam grandes performaces teatrais no palco.
                                                                                o sucesso
Em 1974 entraram em estúdio e gravaram seu primeiro LP, intitulado Casa das Máquinas. Neste primeiro disco a banda seguiu um padrão mais hard rock, que lembrava muito o estilo dos Incríveis.
Com a saída de Pique, logo depois da gravação desse disco, a vaga se abriu para um virtuoso tecladista da época, Mario Testoni Jr., que trouxe Marinho Thomaz (bateria), irmão de Netinho. Ambos deram um grande vigor para a banda na época (foram uma das primeiras bandas de rock a usar dois bateristas[carece de fontes]). Entraram em estúdio e gravaram Lar de Maravilhas em 1975, onde foi adotado um estilo mais progressivo.
Nessa época Netinho conheceu um grande compositor, ainda menor de idade, chamado Catalau, que havia sido descoberto em 1976 por Pisca e Netinho. A primeira letra que fez foi "Rock que se cria". Compõs com a banda dois discos, Lar de Maravilhas (1975) e Casa de Rock (1976).


No disco seguinte ocorreram algumas modificações na formação: Carlos Geraldo e Aroldo saíram e o grupo passou a procurar por um vocalista e um baixista. Foi a vez de Simbas assumir os vocais principais; ex-vocalista do Mountry, banda de bailes e shows da época, Simbas trouxe para o grupo sua voz e seu estilo andrógino no palco. Netinho ofereceu o convite para Simbas logo que chegou de uma viagem a Londres, indicado por Caramês (jornalista da revista POP). Simbas ainda teria tido outra oferta de ser vocalista da banda Tutti Frutti, de Rita Lee, porém optou pela proposta de Netinho e ingressou no Casa das Máquinas. Entraram em estúdio e gravaram Casa de Rock, sem baixista. Pisca fez as linhas de baixo e só depois foi convidado João Alberto para assumir o posto de baixista.
Nessa mesma época o Casa conseguiu uma apresentação na TV Tupi, que não foi ao ar por causa da censura: Simbas teria vestido roupas chamativas e feito movimentos exóticos, e este teria sido o principal motivo. Mais tarde o vídeo estaria disponibilizado na internet. Agora seria a vez de Marinho Testoni deixar a banda: seu contrato acabou na época e ele recebeu uma boa proposta para integrar o grupo Pholhas. Seguindo o caminho a banda continuou sem tecladista fixo: Pisca, que era o gênio instrumental, tocava teclado em algumas musicas que não precisavam de guitarra, como "Vale verde" e "Mania de ser".


Entraram em estúdio e gravaram o videoclipe da música "Casa de Rock" que continha um cenário com máquinas e andaimes, lembrando mesmo o nome da banda, e publicado mais tarde no Fantástico, da TV Globo. Quase no fim da carreira fizeram um show em Santos em 1978 que foi gravado em uma fita cassete e depois pirateado para CD, uma das últimas apresentações do grupo, que depois ficaria parado até dezembro de 2003.
                                                                                   o fim
Casa das Máquinas, enquanto grupo, acabou em 1978, não por um motivo específico, mas por uma conjunção de fatores. Alguns motivos que podem ter causado o fim da banda foram os seguintes:
O mercado fonográfico iniciava o processo de "profissionalização", fechando as portas para aqueles artistas que na época tinham propostas com qualidade, porém que tinham retorno a longo prazo.
A disco music estava crescendo no Brasil, ocupando assim o espaço que antes eram terreno de bandas como o Casa das Máquinas.
A ditadura militar, já em fase de agonia, fazia questão de incomodar ao máximo, bandas como o Casa das Máquinas eram taxados como maconheiros, bichas, arruaceiros e marginais. Utilizavam diversos pretextos para impedir a banda de se apresentarem na TV.
Finalmente, houve o episódio da morte de um cinegrafista da TV Record, depois de uma briga que envolveu alguns membros do grupo. Segundo uma das versões do ocorrido, Simbas, que chegara aos estúdios da Record para se apresentar no programa de Raul Gil em um veículo dirigido por seu irmão, preferiu utilizar-se do portão dos fundos, em vez de entrar pela frente, onde estariam fãs. Enquanto Simbas descarregava seus equipamentos, um motorista de ônibus que encontrou o caminho da saída bloqueado teria começado uma briga, e ao retornar e tentar apartar foi impedido por um câmera da Record, com quem acabou trocando chutes e socos; posteriormente o câmera teria sido internado em um hospital e acabaria falecendo devido a uma perfuração causada por uma fratura de costela. Simbas teve de responder judicialmente, e, apesar de absolvido por homicídio, foi condenado por agressão.

Quando a banda acabou os integrantes tomaram os seguintes rumos: Simbas e Marinho Thomaz receberam o convite de Luiz Carlini para fazerem parte do Tutti Frutti, João Alberto seguiu Marinho Testoni para participar do Pholhas, Pisca permaneceu trabalhando como compositor e arranjador para outros nomes da música brasileira e Netinho retomou em sua antiga banda, Os Incríveis.
                                                                             Briga do Simbas entre Motorista de Onibus e Câmeraman da Record
                        versao popular dos fatos
Vestido de maneira extravagante, Simbas não se conteve diante dos gracejos que lhe dirigiam algumas pessoas naquela oportunidade. Irritado, partiu para a briga. Um cabo-man (“muito doente e que não poderia de forma alguma se envolver em brigas”) da Record levou a pior no incidente e morreu dias depois.
Netinho, que nem sequer estava presente no momento da briga, quase não podia sair às ruas. Por um ano e meio Netinho ficou afastado da vida artística, num sítio em Itapetininga, a 200km de São Paulo. Plantando e cuidando da família.

                                                                                                              a versao dos autos
O rebu todo começou na tarde de 18 de setembro de 1977, um sábado quando o Casa se preparava para uma apresentação na TV Record (SP). Momento antes do programa, na garagem da própria emissora, o carro de Simbas (Nivaldo Alves Hora) e um ônibus da Record bateram. O motorista João Luís da Silva Filho retirava da garagem um ônibus para gravações externas, auxiliado pelo Câmara Lucínio, que fazia sinais para orientar a movimentação do veículo. Na manobra, o ônibus esbarrou levemente num Opala, de onde saltaram os três músicos, reforçados pelo irmão de Simbas. Então, achando que o acidente fora proposital, Simbas passou a discutir e, depois a brigar com Lucínio de Faria, 35 anos, pai de cinco filhos. O grupo começou a agredir João Luís e Lucínio
.
Depois de ser espancado no pátio, o franzino Lucínio foi arrastado para um banheiro da emissora, onde continuou o massacre. Ao encerrar-se a surra, ainda recebeu a última ameaça do chefe da segurança da Record, Wadi Gragnani Dini: seria demitido se contasse à polícia sobre a briga na emissora. Espancado, Lucínio foi embora. Em casa, à noite, Lucínio exibiu os ferimentos ao filho Wilson, então com 12 anos, revelou o que ocorrera e explicou que não podia procurar nem a polícia e nem o hospital. Mas no dia seguinte a saúde piorou e ele precisou procurar o Hospital Bartira, em Santo André, onde 24 horas depois acabou falecendo, vítima de rompimento do fígado e duas costelas fraturadas.
Simbas alegou que foi agredido pelos funcionários da TV e apenas tratou de se defender. Pra isso, contou com a ajuda do guitarrista “Pisca” (Carlos Roberto Piazzoli), Sidney Giraldi e seu irmão menor, de 17 anos, (Nélson Leandro Horas).
Em março de 1983, as testemunhas não se apresentaram e o próprio Wilson (filho de Lucínio) negou que o pai tivesse contado que a agressão fora praticada pelos músicos. Além de explorar essa falha, a defesa dos réus jogou toda a responsabilidade pelos golpes mortais no irmão de Simbas, Nélson, que era menor na época.
Graças a falta de provas, a defesa conseguiu absolver Pisca e Sidney. Simbas, por homícido culposo, foi condenado a um ano de prisão, mas beneficiado com sursis por ser primário. Os três continuaram em liberdade.

                                                                  a volta do casa
A possibilidade do retorno da banda havia sido estudada há tempos, em dezembro de 2003. Netinho remontou a banda para uma apresentação única em Matão, interior de São Paulo, e a resposta do publico foi melhor que a banda esperava. Nessa formação contaram com Netinho, Marinho Testoni e Marinho Thomaz, e foram chamados Nando Fernandes vocais, Andria Busic (Dr. Sin)no baixo e Sandro Haick na guitarra.
O retorno concretizou-se no final de 2007. A banda prepara um novo álbum para 2008, trinta anos após seu antecessor. Além de canções inéditas dando sequência à carreira, contará com algumas regravações em novos arranjos.
Em janeiro de 2008 foram convidados para tocarem no Festival Psicodália de Carnaval, na Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina, com um público de 3000 pessoas e um repertório totalmente inédito. A formação que se apresentou festival em 3 de fevereiro de 2008 contou com Netinho, seu irmão Marinho Thomaz, Marinho Testoni, Andria Busic e Faiska.

                                                                                 Formação atual
                              Mário Franco Thomaz (Marinho) (1975-presente) - bateria e vocal.
                             João Luiz - (2010-presente) - vocal.
                              Leonardo Testoni (2010-presente)- guitarra.
                               Mário Testoni Jr. (1975-presente) - órgão, teclados e piano
                                  Fábio Cesar - (2010-presente) - baixo.

                                                                                                                                                             
 Discografia
   Estúdio
1974 - Casa das Máquinas
1975 - Lar de Maravilhas
1976 - Casa de Rock
[editar]Bootleg
1978 - Ao Vivo em Santos
    Coletânea
2000 - Pérolas
[editar]Demo
2008 - Ensaio 2007

 entrevista com Simbas, ex – vocalista da Casa das Máquinas.
creditos   Anderson Rangel
 central rock net  http://centralrocknet.com.br/index.php?news=24

Central Rock: Mesmo fora dos palcos você tem sido procurado pela mídia e faculdades para matérias. Como se sente com tanto reconhecimento? 


Simbas: Me sinto honrado por ser lembrado até hoje pelas pessoas que me procuram interessados por entrevistas ou participações em seus shows. Muito bom poder falar de uma época a qual eu vivenciei.



Central Rock: Há possibilidade de você voltar aos palcos com a Casa das Máquinas ou uma outra banda?


Simbas: A possibilidade sempre existe, mas, não é tão simples assim. Hoje existe muitos fatores que me faz pensar muito bem sobre um retorno aos palcos ou um revival.



Central Rock: Qual sua opinião sobre os revivals?


Simbas: Acho interessante essas reuniões. Poder reunir velhos amigos e reviver uma época a qual ficou marcada na história da musica brasileira.



Central Rock: Sobre suas performances na Virada Cultural 2007 e no mês (julho) do rock, o que tem a nos dizer?


Simbas: Foi uma honra muito grande ter participado da Virada ao lado de grandes amigos, bandas e músicos, Tutti Frutti, Serguei, Made in Brazil, Percy e tantos outros. Foi demais! Ainda participei de outras apresentações do show do Made no Dia Mundial do Rock. Eu me sinto privilegiado por ser convidado para essas apresentações, mas sempre escolho com quem e onde me apresentar.



Central Rock: O que você faz atualmente? 


Simbas: Eu continuo no meio musical, só que agora, por trás dos palcos. Trabalhando com produção de eventos, bandas, enfim. Uma área a qual eu me identifico muito.



Central Rock: Quais são as lembranças do tempo em que esteve nos palcos cantando?


Simbas: As melhores sem dúvida. Os grandes e bons shows, dos amigos. As coisas boas sempre marcam.



Central Rock: Ao fim desta entrevista o espaço é seu. 


Simbas: Valeu por esta entrevista, pelo convite, e abraço a todos os ouvintes (rádio) e leitores (revista) da Central Rádio Rock e a você Anderson Rangel.


              A Central Rock traz até você entrevista com esta lenda viva
Central Rock: Mesmo fora dos palcos você tem sido procurado pela mídia e faculdades para matérias. Como se sente com tanto reconhecimento? 
Simbas: Me sinto honrado por ser lembrado até hoje pelas pessoas que me procuram interessados por entrevistas ou participações em seus shows. Muito bom poder falar de uma época a qual eu vivenciei.

Central Rock: Há possibilidade de você voltar aos palcos com a Casa das Máquinas ou uma outra banda?
Simbas: A possibilidade sempre existe, mas, não é tão simples assim. Hoje existe muitos fatores que me faz pensar muito bem sobre um retorno aos palcos ou um revival.

Central Rock: Qual sua opinião sobre os revivals?
Simbas: Acho interessante essas reuniões. Poder reunir velhos amigos e reviver uma época a qual ficou marcada na história da musica brasileira.

Central Rock: Sobre suas performances na Virada Cultural 2007 e no mês (julho) do rock, o que tem a nos dizer?
Simbas: Foi uma honra muito grande ter participado da Virada ao lado de grandes amigos, bandas e músicos, Tutti Frutti, Serguei, Made in Brazil, Percy e tantos outros. Foi demais! Ainda participei de outras apresentações do show do Made no Dia Mundial do Rock. Eu me sinto privilegiado por ser convidado para essas apresentações, mas sempre escolho com quem e onde me apresentar.
Central Rock: O que você faz atualmente? 
Simbas: Eu continuo no meio musical, só que agora, por trás dos palcos. Trabalhando com produção de eventos, bandas, enfim. Uma área a qual eu me identifico muito.

Central Rock: Quais são as lembranças do tempo em que esteve nos palcos cantando?
Simbas: As melhores sem dúvida. Os grandes e bons shows, dos amigos. As coisas boas sempre marcam.

Central Rock: Ao fim desta entrevista o espaço é seu. 
Simbas: Valeu por esta entrevista, pelo convite, e abraço a todos os ouvintes (rádio) e leitores (revista) da Central Rádio Rock e a você Anderson Rangel.
 

     organazido por senhor desmanipulador

Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 19:45

SPECTACULAR walpaper CG IMAGES ESPETACULAR WALPAPER IMAGENS CG

Sábado, 12.05.12

SPECTACULAR walpaper CG IMAGES ESPETACULAR WALPAPER IMAGENS CG






































































































Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 15:59

SPECTACULAR walpaper CG IMAGES ESPETACULAR WALPAPER IMAGENS CG

Sábado, 12.05.12

SPECTACULAR walpaper CG IMAGES ESPETACULAR WALPAPER IMAGENS CG






































































































Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 15:59

INCRIVEIS PAPEIS DE PAREDE CG WALPAPER CG

Sábado, 12.05.12

SUPER CG WALPAPERINCRIVEIS PAPEIS DE PAREDE CG WALPAPER CG

































































































Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 14:40

INCRIVEIS PAPEIS DE PAREDE CG WALPAPER CG

Sábado, 12.05.12

SUPER CG WALPAPERINCRIVEIS PAPEIS DE PAREDE CG WALPAPER CG

































































































Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 14:40

VINGADORES EDIÇOES ESPECIAS COVERS CAPAS DAS EDIÇOES ESPECIAIS DE VINGADORES

Sábado, 12.05.12

VINGADORES EDIÇOES ESPECIAS COVERS CAPAS DAS EDIÇOES ESPECIAIS DE VINGADORES







































Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 13:26

VINGADORES EDIÇOES ESPECIAS COVERS CAPAS DAS EDIÇOES ESPECIAIS DE VINGADORES

Sábado, 12.05.12

VINGADORES EDIÇOES ESPECIAS COVERS CAPAS DAS EDIÇOES ESPECIAIS DE VINGADORES







































Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 13:26

AVENGERS VINGADORES SPOTLIGHT 1989-1991 COVERS

Sábado, 12.05.12

AS CAPAS DE AVENGERS VINGADORES SPOTLIGHT 1989-1991 COVERS





















Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 13:15

AVENGERS VINGADORES SPOTLIGHT 1989-1991 COVERS

Sábado, 12.05.12

AS CAPAS DE AVENGERS VINGADORES SPOTLIGHT 1989-1991 COVERS





















Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 13:15

AVENGERS VINGADORES SOMBRIOS 2009-2010 COVERS

Sábado, 12.05.12

AS CAPAS DE AVENGERS VINGADORES SOMBRIOS 2009-2010 COVERS

















Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 13:11

AVENGERS VINGADORES SOMBRIOS 2009-2010 COVERS

Sábado, 12.05.12

AS CAPAS DE AVENGERS VINGADORES SOMBRIOS 2009-2010 COVERS

















Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 13:11

AVENGERS VINGADORES SECRETOS COVERS

Sábado, 12.05.12

AS CAPAS DE AVENGERS VINGADORES SECRETOS COVERS

























Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 13:03

AVENGERS VINGADORES SECRETOS COVERS

Sábado, 12.05.12

AS CAPAS DE AVENGERS VINGADORES SECRETOS COVERS

























Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 13:03

AVENGERS VINGADORES INICIATIVA COVERS

Sábado, 12.05.12
AS CAPAS DE AVENGERS VINGADORES INICIATIVA COVERS

































Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 12:56

AVENGERS VINGADORES INICIATIVA COVERS

Sábado, 12.05.12
AS CAPAS DE AVENGERS VINGADORES INICIATIVA COVERS

































Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 12:56

AVENGERS Vingadores Especiais e Mini-Series COVERS

Sábado, 12.05.12

CAPAS DE AVENGERS  Vingadores Especiais e Mini-Series COVERS 






























































 
Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 12:48

AVENGERS Vingadores Especiais e Mini-Series COVERS

Sábado, 12.05.12

CAPAS DE AVENGERS  Vingadores Especiais e Mini-Series COVERS 






























































 
Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 12:48

A HISTÓRIA DOS SECOS E MOLHADOS

Sábado, 12.05.12




A HISTÓRIA DOS SECOS E MOLHADOS


Durou um ano, um ano e meio no máximo. Foi o suficiente para marcar uma geração e fazer história. Até hoje, os Secos & Molhados são lembrados por quem viveu a onda e cultuados por muita gente que nem era nascida quando o Brasil conheceu aqueles músicos de cara pintada, roupas e adereços coloridos, uma coreografia nunca vista antes e, principalmente, uma música original (ainda que não revolucionária como a de outra banda “cult” da época, os Mutantes) e de primeiríssima qualidade.
“Surgiram e acabaram logo (...) como se tivessem sido o brilho súbito de um quasar, uma suave explosão, um sonho irrepetível”, escreveu o jornalista Luiz Carlos Maciel no encarte do CD da série Dois Momentos que juntou os LPs dos Secos & Molhados de 1973 e 1974. O som do Secos & Molhados era resultado da bagagem musical do criador da banda, o português João Ricardo (violões, harmônica e voz), de Ney Matogrosso (voz) e Gerson Conrad (violões e voz). O rock era a referência principal, mas Ney levava um conhecimento de música brasileira que os outros não possuíam.
“O Vira”, do primeiro LP do Secos & Molhados (1973), da gravadora Continental, é uma das primeiras músicas que me lembro de ter ouvido na vida. Para mim, e para muitas crianças, a letra era lúdica e repleta de referências: remetia a histórias contadas pelos pais, fantasias, brincadeiras e cores. Os adultos ficaram fascinados pelo som e pelo visual dos músicos – e, também, pelos requebros de Ney Matogrosso, que despertaram a libido de muitas mulheres e homens. A aparição no programa de estréia do “Fantástico”, em setembro de 1973, transformou o Secos & Molhados em mania nacional: em apenas um mês, foram vendidas 300.000 cópias do LP de estréia – um número inimaginável numa época em que os LPs mais vendidos alcançavam 50.000 cópias por ano. Dez meses depois, a marca de um milhão estava prestes a ser superada.
O nome da banda era uma frase comumente vista nos empórios e mercados: para resumir a variedade de artigos à venda, muitos proprietários escreviam na fachada que vendiam “secos e molhados”. A famosa capa do LP de 1973 mostra Ney, João, Gerson e o baterista Marcelo Frias com as cabeças “servidas” em bandejas colocadas sobre uma mesa com garrafas de vinho, pães, batatas, cebolas, biscoitos e grãos – os tais “secos e molhados” encontrados nos empórios. Mas, quando o disco chegou às lojas, Frias já estava fora do grupo. Existem duas versões para sua saída. Uma: ele se recusava a usar maquiagem e seguir o visual dos outros integrantes. Outra: em dúvida quanto às perspectivas de sucesso do Secos & Molhados, o baterista teria preferido continuar a trabalhar por conta própria em vez de se comprometer em tempo integral com uma banda ainda não consagrada.
“Sangue Latino”, “O Vira” e “Rosa de Hiroshima” foram as faixas de maior sucesso. Quem comprou o disco pôde conferir ainda “Amor”, “O patrão nosso de cada dia”, “Assim assado”, “Mulher barriguda”, “El Rey”, “Prece cósmica”, “Rondó do capitão”, “As andorinhas” e “Fala”, que completavam a obra. Poetas de primeira linha tiveram obras musicadas por João e Gerson. “Rosa de Hiroshima” era de Vinicius de Moraes; “Rondó do capitão”, de Manuel Bandeira; e “As andorinhas”, de Cassiano Ricardo.




O Secos & Molhados tinha tudo para fazer sucesso por muitos anos, mas as brigas internas colocaram tudo a perder. João Ricardo colocou seu pai, João Apolinário (jornalista, crítico de teatro e co-autor de algumas letras das músicas do S&M), para empresariar a banda. Depois de muitas discussões, Ney e Gerson, descontentes com várias coisas (a partilha do dinheiro era apenas uma delas), decidiram sair.
A dissolução do Secos & Molhados foi anunciada em agosto de 1974, um dia depois da apresentação do clipe de “Flores astrais” no “Fantástico”. Todo o esquema de divulgação do segundo LP foi desativado e o disco teve vendagem e execução pífias – ao menos se comparadas às do disco de estréia. Uma pena, pois era tão bom quanto o primeiro e prosseguia na linha de musicar poemas de artistas consagrados: “Tercer Mundo” (de Julio Cortazar), “Não: não digas nada” (de Fernando Pessoa) e “O hierofante” (de Oswald de Andrade) estavam ao lado de “Flores astrais”, “Medo mulato”, “Oh! Mulher infiel”, “Vôo”, “Angústia”, “O doce e o amargo”, “Preto velho” e “Delírio” – todas excelentes. O álbum tinha outras duas faixas. “Toada & Rock & Mambo & Tango & etc” era um protesto contra a censura, com Ney, João e Gerson sussurrando “Diga que não sei de nada/nem posso saber” ao som de guitarra, baixo, bateria e sanfona. “Caixinha de música do João” era uma instrumental acompanhada pelos “lá-lá-lás” de Ney.
(Vale mencionar o lançamento, em 1980, de um LP com o registro do histórico show do Secos & Molhados que lotou o Maracanãzinho em 1974. Infelizmente, a gravação é muito ruim: em vários momentos, as vozes dos cantores desaparecem ou são abafadas pelos instrumentos. Dispensável e nunca relançado, mas os vinis existentes são oferecidos a preços inacreditavelmente altos nos sebos e sites de compras.)
Em 1975, todos os (ex-)integrantes do Secos & Molhados lançaram trabalhos. O LP de Ney, “Água do Céu-Pássaro”, estourou com a faixa “América do Sul” – apenas o primeiro dos muitos sucessos de uma carreira solo que dura até hoje e já rendeu 29 álbuns. Gerson gravou um LP em dupla com Zezé Motta, “Gerson Conrad e Zezé Motta”. Depois, lançou apenas um disco, “GC”, em 1981. Teve pouca repercussão, tanto na época quanto em 2002, quando foi relançado em CD com o nome “Rosto Marcado”. Gerson foi bem sucedido como arquiteto, profissão que já vislumbrava quando entrou para o Secos & Molhados. João Ricardo lançou um LP homônimo (chamado por muitos de “álbum rosa” devido à cor da roupa com que ele posou para a foto de capa) e prosseguiu compondo e gravando. Seu trabalho mais recente, “Puto”, é de junho de 2007.
Determinar o período de existência do Secos & Molhados pode suscitar longas (e infrutíferas) discussões. Para o público e para muitos historiadores, a banda existiu apenas entre meados de 1973 e agosto de 1974 – ou seja, a fase de sucesso comercial. Mas o nome Secos & Molhados foi registrado por João Ricardo em 1970. Ney entrou no final de 1971 e Gerson no começo do ano seguinte. Até a gravação do primeiro LP, vários outros músicos passaram pelo S&M.
Após a saída de Ney e Gerson, João Ricardo lançou, além dos trabalhos solo, cinco ou seis discos do Secos & Molhados. Cada um teve uma formação diferente e nenhum chegou perto do sucesso de 1973/1974, apesar da divulgação gerada pelo nome e pelas muitas referências ao período da “formação clássica”. “Secos & Molhados”, de 1978, abre com uma faixa intitulada “Que fim levaram todas as flores?”. Dois anos depois, viria “Secos e Molhados” (assim mesmo, com o “&” sendo substituído por “e” na arte da capa), que fecha com “Vira Safado”. O LP “A volta do Gato Preto” (1988) tentou reviver a receita de outrora no título, no visual extravagante do músico Totô Braxil (parceiro de João até 1990) e na própria capa (uma foto de João e Totô sentados a uma mesa repleta de elementos presentes na capa do LP de 1973). A impressão geral é que João Ricardo nunca admitiu que, para o grande público, o Secos & Molhados acabou com a saída de Ney e Gerson em 1974.
Encontrar o CD “Dois em um”, que juntou os LPs de 1973 e 1974, não é tarefa das mais difíceis. Vale a pena ouvi-lo e conferir por que o Secos & Molhados é lembrado até hoje.


                          













SOBRE A LENDA DE QUE O KISS SE INSPIROU NO SECOS E MOLHADOS PARA CANTAR DE CARA PINTADA 

O baixista/vocalista Gene Simmons contou ao site brasileiro Comércio do Jahu que o novo álbum da banda será completado em julho e o lançamento deverá se dar em setembro.
Dentre outras coisas, o repórter perguntou sobre a história que relata que o Kiss se inspirou no SECOS & MOLHADOS para se apresentar com maquiagem, confira:
Há uma espécie de lenda urbana aqui no Brasil que conta o seguinte: nos anos 1970, vocês estiveram no México e viram o show de um grupo brasileiro chamado Secos & Molhados. Dali, copiaram a ideia de se apresentar com maquiagem pesada, mascarados.
Simmons: "Conheço essa lenda. Já ouvimos falar dessa história. Não é verdade. Muitas pessoas acreditam nisso, mas também há muitas pessoas que acreditam em discos voadores, não?"PALAVRAS DE Gene Simmons.
Dudu Bertholini entrevista Ney Matogrosso Quando uma entrevista parece mais uma conversa entre um artista cheio de experiência e outro que, apesar de também ter muita bagagem, pergunta e ouve cheio de curiosidade, o assunto fica muito mais divertido. É assim o clima da entrevista que o Dudu Bertholini fez com Ney Matogrosso para a edição de lançamento da revista on-line denguemag.com.
“Eu sempre ouvi dizer, e eu acho que seja muito verdade, e você vai me dizer se é verdade ou se é lenda urbana: o Kiss copiou o Secos & Molhados, gente!”. São perguntas como essa, e nesse tom, que a conversa anda. Não podia ter entrevistador melhor que o Dudu – ao menos eu nunca duvidei que ele gostasse tanto do Ney Matogrosso. E este, como sempre, responde tudo com muita calma, não foje de nada, e mostra porquê vale a pena ser ouvido.
             Sim, o Kiss copiou as caras pintadas do Secos & Molhados. Segundo o Ney, basta olhar a data de lançamento dos primeiros discos das duas bandas. Ele ainda explica porque decidiu, lá no começo dos anos 70, se maquiar daquele jeito, para ficar de certa forma incógnito, e poder enfrentar a repressão, provocar muito nos palcos. Suas inspirações vão de Carmen Miranda, Nureyev, teatro Kabuki à cultura indígena brasileira, desde sempre. Uma das maiores curiosidades que Ney comenta na entrevista é que ele sempre foi discreto no dia-a-dia. “Eu gosto de observar”, ele diz, explicando porque prefere calça jeans e camiseta até hoje, e deixa para seus shows a extravagância.

 senhor desmanipulador

Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 01:23

VINGADORES COSTA OESTE 1984-1994 covers

Sábado, 12.05.12

as capas da revista  VINGADORES COSTA OESTE 1984-1994







































































































Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 00:15

VINGADORES COSTA OESTE 1984-1994 covers

Sábado, 12.05.12

as capas da revista  VINGADORES COSTA OESTE 1984-1994







































































































Contador de visitas
计数器
Contador de visitas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 00:15








comentários recentes




subscrever feeds