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MULHERES PIN UP 02

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MARGARIDA

Quinta-feira, 31.05.12


Margarida (Daisy Duck no original em inglês), é uma das personagens de banda desenhada/história em quadrinhos e cartoon/desenho animado da Walt Disney. Ela foi criada como a contraparte feminina e namorada de Pato Donald, e apareceu pela primeira vez no cartoon Mr. Duck Steps Out em 1940. No Brasil, esta história foi publicada em 1973, na revista "Cinqüentenário Disney 1", com o título "Donald Encontra Margarida".
Margarida tem o temperamento de Donald, mas tem um grande controle sobre este, e tende a ser mais sofisticada que seu namorado. Ela geralmente não usa calças ou vestido. Ela é mais geralmente mostrada tendo uma grande afinidade com Donald.
Margarida substitui (ou, segundo algumas fontes, representa uma forma posterior de) um interesse amoroso antigo chamada Donna Duck, que apareceu pela primeira vez no cartoon Don Donald em 1937. Em uma tira de 1951, Donna voltou, por continuidade retroativa como uma garota pato mexicana que funcionava como rival pela afeição de Donald.
Margarida é a tia das trigêmeas Lalá, Lelé e Lili (April, May and June Duck), que servem como contraparte de Huguinho, Zezinho e Luizinho (Huey, Dewey and Louie).

    Em algumas aparições, Margarida é apresentada como amiga íntima de Minnie Mouse.
Margarida teve seus prórios quadrinhos no Brasil, por duas vezes. Na primeira série, que durou de Julho de 1986 até Fevereiro de 1997 teve 257 edições; quinzenais até a edição 243 e mensais da 244 até a 257  .
A segunda edição durou de Setembro de 2004 até Janeiro de 2007. Teve apenas 25 edições, mensais.
                                         
    Almanaque da Margarida
Teve duas edições, de periodicidade irregular. A número 1 em Novembro de 1988 e a número 3 em Julho de 1996. Por um erro de numeração, não existe o número 2, pulou-se direto para o 3 


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MARGARIDA

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Margarida (Daisy Duck no original em inglês), é uma das personagens de banda desenhada/história em quadrinhos e cartoon/desenho animado da Walt Disney. Ela foi criada como a contraparte feminina e namorada de Pato Donald, e apareceu pela primeira vez no cartoon Mr. Duck Steps Out em 1940. No Brasil, esta história foi publicada em 1973, na revista "Cinqüentenário Disney 1", com o título "Donald Encontra Margarida".
Margarida tem o temperamento de Donald, mas tem um grande controle sobre este, e tende a ser mais sofisticada que seu namorado. Ela geralmente não usa calças ou vestido. Ela é mais geralmente mostrada tendo uma grande afinidade com Donald.
Margarida substitui (ou, segundo algumas fontes, representa uma forma posterior de) um interesse amoroso antigo chamada Donna Duck, que apareceu pela primeira vez no cartoon Don Donald em 1937. Em uma tira de 1951, Donna voltou, por continuidade retroativa como uma garota pato mexicana que funcionava como rival pela afeição de Donald.
Margarida é a tia das trigêmeas Lalá, Lelé e Lili (April, May and June Duck), que servem como contraparte de Huguinho, Zezinho e Luizinho (Huey, Dewey and Louie).

    Em algumas aparições, Margarida é apresentada como amiga íntima de Minnie Mouse.
Margarida teve seus prórios quadrinhos no Brasil, por duas vezes. Na primeira série, que durou de Julho de 1986 até Fevereiro de 1997 teve 257 edições; quinzenais até a edição 243 e mensais da 244 até a 257  .
A segunda edição durou de Setembro de 2004 até Janeiro de 2007. Teve apenas 25 edições, mensais.
                                         
    Almanaque da Margarida
Teve duas edições, de periodicidade irregular. A número 1 em Novembro de 1988 e a número 3 em Julho de 1996. Por um erro de numeração, não existe o número 2, pulou-se direto para o 3 


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A HISTORIA DO TIO PATINHAS

Quinta-feira, 31.05.12



Patinhas McPato ou Patinhas Mac Patinhas, conhecido como Tio Patinhas (Scrooge McDuck), é uma personagem estadunidense de ficção criado pelo cartunista Carl Barks. Sua primeira aparição em quadrinhos se deu em dezembro de 1947.
Ao longo das décadas, Patinhas foi promovido de coadjuvante nas histórias do universo de Patópolis a protagonista de suas próprias aventuras, com direito a participação em vários especiais de televisão, filmes e videogames. A série de animação de 1987 DuckTales acompanha as aventuras de Patinhas, seus sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho , pois Donald entra para a marinha no primeiro episodio do desenho animado.
O nome original de Patinhas, Scrooge McDuck, se baseia no avarento Ebenezer Scrooge, personagem principal do Conto de Natal de Charles Dickens. Tal como muitos outros habitantes de Patópolis, Patinhas se tornou popular no mundo inteiro, mais ainda na Europa, e tem sido traduzido em inúmeros idiomas.

        História nos quadrinhos


                                                      Primeira aparição

Tïo Patinhas, surgiu nos quadrinhos em dezembro de 1947 em "Natal nas Montanhas" ("Christmas on Bear Mountain"), história escrita e desenhada por Carl Barks. Patinhas era um velho barbudo, de óculos e razoavelmente rico, que andava curvado sobre sua bengala e vivia isolado numa "grande mansão". Na história, Patinhas convida seu sobrinho Pato Donald e sobrinhos-netos Huguinho, Zezinho e Luisinho para sua cabana nas montanhas, planejando armar um susto e divertir-se com a desgraça dos sobrinhos.
A figura de um pato escocês já havia sido usada pela Disney em um desenho chamado O Espírito de 1943, propaganda americana de guerra e que, portanto, é considerado um desenho banido comercialmente. Naquela ocasião esse pato fora a parte da consciência do Pato Donald, ou seja, a parte poupadora, que estava em conflito com a parte gastadora, curiosamente parecida com o futuro personagem Gastão, que também seria recriado na mesma época que Patinhas.



             Personagem regular

Na verdade, Barks criara Patinhas para uma aparição única, mas logo decidiu que poderia aproveitar o personagem em outras histórias. Barks seguiu retocando a aparência e a personalidade de Patinhas nos anos subsequentes.Em sua segunda história, “O Segredo do Castelo” (publicada em junho de 1948 e, no Brasil, em capítulos, nos três primeiros números da revista brasileira O Pato Donald, lançada pela Editora Abril em julho de 1950), Tio Patinhas recrutava seus sobrinhos para procurarem um tesouro escondido no castelo ancestral da família McPatinhas, na Escócia. Em “Perdendo a Esportiva" ("Foxy Relations", novembro de 1948) surge o tradicional título e bordão de Patinhas: “O pato mais rico do mundo”.

                           Primeiras pistas sobre o passado de Patinhas



"Donald na África" ("Voodoo Hoodoo"), publicada em agosto de 1949, foi a primeira história a dar pistas do passado de Patinhas com a apresentação de dois personagens. Um era Foola Zoola, um velho feiticeiro africano e chefe da tribo de vodu que lançou uma maldição sobre Patinhas como vingança pela destruição de sua aldeia e tomada das terras de sua tribo décadas antes.
Patinhas confidenciou a seus sobrinhos que usara um exército de “cortadores de gargantas” para fazer a tribo abandonar suas terras, a fim de estabelecer uma colônia de exploração de diamantes. A história diz que o evento se deu em 1879, mas a data seria posteriormente corrigida para 1909 para encaixar-se com a história pessoal de Patinhas.
O outro era Bombie the Zombie, o instrumento de maldição e vingança do feiticeiro. Pelo que consta, ele passou décadas em busca de Patinhas até chegar a Patópolis, confundindo Donald com Patinhas. Bombie não era realmente um morto-vivo e Foola Zoola não praticava necromancia.
Barks, com uma nota do ceticismo freqüente em suas histórias, explicou que o zumbi era uma pessoa viva; não tinha morrido, mas de algum modo caiu na influência de um feiticeiro. Embora algumas cenas da história fossem pretendidas como paródia do filme ‘’White Zombie’’ de Bela Lugosi, a história é a primeira a focalizar não apenas o passado de Patinhas, mas a também tocar nos aspectos mais sombrios de sua personalidade.


                                       precursores de historias anteriores

“Trail of the Unicorn”, publicada em fevereiro de 1950, apresentou o zoológico particular de Patinhas. Um de seus pilotos tinha conseguido fotografar o último unicórnio vivo, que habitava o lado indiano dos Himalaias. Em proposta a seus sobrinhos Donald e Gastão, Patinhas ofereceu uma recompensa ao primeiro que capturasse o unicórnio para sua coleção de animais.Esta foi também a história que apresentou seu avião particular. Mais tarde Barks estabeleceu Patinhas como um experiente aviador. Donald tinha sido mostrado anteriormente como também sendo um aviador hábil, e Mac Mônei também em histórias posteriores. Em comparação, Huguinho, Zezinho e Luisinho foram descritos somente tomando lições de vôo na história “Frozen Gold” (publicada em janeiro de 1945).Em “The Pixilated Parrot”, publicada em julho de 1950, surge a precursora da Caixa-Forte de Patinhas. Esta história diz que o edifício-sede de Patinhas contém “três acres cúbicos de dinheiro” Dois assaltantes sem nome que aparecem momentaneamente durante a história são considerados os precursores dos Irmãos Metralha.

 Patinhas como personagem principal

“The Magic Hourglass” (publicada no Brasil em 1969 com o título de Meu Reino por uma ampulheta), publicada em setembro de 1950, é considerada a primeira história a mudar o foco das histórias de Pato Donald para Tio Patinhas. Durante a história, apresentaram-se diversos novos temas para Patinhas.Pela primeira vez, Donald declara que seu tio praticamente é o dono de Patópolis, uma afirmação que mais tarde o rival de Patinhas Patacôncio levaria a disputa. Patinhas dá a primeira dica de que não nasceu na riqueza, pois lembra ter comprado a ampulheta da história em Marrocos, quando era um menino de cabine na tripulação de um navio. É também a primeira história em que Patinhas menciona o conhecimento de outras línguas e outros alfabetos além do latino, pois durante a história ele fala árabe e lê o alfabeto árabe.O tema seria desenvolvido em histórias posteriores. Barks e o roteirista contemporâneo de Patinhas Don Rosa retrataram o personagem como fluente em árabe, holandês, alemão, mongol, espanhol, maia, finlandês e vários dialetos de chinês. Patinhas aprendeu esses idiomas em muitos anos vivendo ou viajando em várias regiões do mundo. Outros roteiristas mostraram Patinhas como tendo pelo menos noções básicas de várias outras línguas.

O Patinhas de “The Magic Hourglass” é mostrado mais positivamente que em histórias anteriores, mas também vemos seu lado de vilania. O objetivo de Patinhas é retomar uma ampulheta mágica que dera a Donald sem saber que funcionava como um amuleto protetor para ele. Para convencer seus sobrinhos a devolvê-la, Patinhas os persegue atavés de Marrocos, aonde tinham ido parar anteriormente na história. Digna de nota é a cena em que Patinhas põe Donald amarrado e faz cócegas nele com uma pena para conseguir que ele revele o paradeiro da ampulheta. Finalmente Patinhas consegue recuperá-la, trocando-a por um jarro de água, pois encontrara seus sobrinhos exaustos e sem suprimentos no meio do deserto. Patinhas explica que pretendia dar uma oferta melhor, mas não podia resistir a ter alguém à sua mercê sem tirar vantagem disso.
Patinhas ganhou mais importância com o início da publicação de revistas escritas por Carl Barks com o título "Uncle Srooge" em 1952. A 1º revista foi publicada em Março de 1952 com a história "Only a Poor Old Man" em português "Nadando em Dinheiro ou Pobre Tio Patinhas", publicada em Portugal na revista "Obras-Primas da Bd Disney 9", "Carl Barks 1952-1954".

                          
                                                 

  Desenvolvimentos finais

Em “A Financial Fable”, publicada em março de 1951, Patinhas dá a Donald algumas lições de produtividade como fonte de riqueza, junto com as leis de oferta e demanda. Mais importante, foi a primeira história em que Patinhas observa como Huguinho, Zezinho e Luisinho são diligentes e industriosos, o que os tornava mais semelhantes a Patinhas do que a Donald. O vínculo entre tio-avô e sobrinhos-netos se fortaleceria em histórias posteriores.
“Terror of the Beagle Boys”, publicada em novembro de 1951, apresentou os leitores aos Irmãos Metralha, apesar de o Patinhas da história parecer já ser conhecido deles. “The Big Bin on Killmotor Hill” apresentou a Caixa-Forte de Patinhas, construída no Morro Mata-Motor no centro de Patópolis.
A esta altura, Tio Patinhas já era familiar aos leitores nos Estados Unidos e na Europa. Outros roteiristas e artistas Disney além de Barks começaram a usar o personagem em suas histórias, como o italiano Romano Scarpa. Em março de 1952 a Western Publishing, editora dos quadrinhos Disney nos EUA, lançou a primeira edição da revista ‘’Uncle Scrooge’’, destacando Patinhas como protagonista. A história em destaque, “Only a Poor Old Man” se tornou, junto com “Back to the Klondike” (publicada em março de 1953), a maior influência na definição do caráter, passado e crenças do personagem.
Daí em diante, Barks produziu a maior parte de suas histórias mais longas e aventurescas para a ‘’Uncle Scrooge’’, enquanto as histórias de dez páginas da ‘’Walt Disney’s Comics and Stories’’ continuaram a destacar Donald e focalizar na comédia. Nas histórias de Patinhas, os sobrinhos eram escalados como assistentes, acompanhando o velho pato em suas aventuras pelo mundo. Esta mudança de foco de Donald para Patinhas também se refletiu nas histórias de outros roteiristas contemporâneos. Patinhas continua sendo uma figura central do universo de quadrinhos dos patos.       

                                                                                   

        Moralidade e crenças

Como homem de negócios e caçador do tesouros, Patinhas é notável por sua necessidade de criar novos objetivos e enfrentar novos desafios. Conforme o personagem criado por Barks, para Patinhas “sempre há um novo arco-íris.” A frase foi usada como título de um dos quadros mais conhecidos de Barks retratando Patinhas. Os períodos de inatividade entre aventuras e a falta de desafios sérios tendem a deprimir Patinhas de vez em quando; algumas histórias descrevem esta fase como tendo efeitos negativos em sua saúde.Nas histórias do roteirista Guido Martina e ocasionalmente nas de outros, Patinhas tem um cinismo notável, especialmente quanto a idéias de moralidade nos negócios e à busca de seus objetivos. Estes traços de caráter se afastam do conceito original criado por Barks, mas têm sido aceitos como uma interpretação válida da maneira de pensar de Patinhas.Entretanto, Patinhas parece ter um sentido pessoal de honestidade que lhe assegura um certo autocontrole. Como conseqüência, pode freqüentemente ser visto mudando seu curso de ação quando dividido entre uma perseguição sem escrúpulos de seu objetivo real e usar as táticas que considera mais honestas. Por vezes, pode sacrificar seu objetivo para permanecer dentro dos limites de seu sentido de honestidade. Diversos fãs do personagem consideram que essas interpretações de Patinhas acrescentam profundidade à sua personalidade: baseado nas decisões que faz, Patinhas pode ser o herói ou o bandido de suas histórias. Este é um traço em comum com seu sobrinho Pato Donald. O sentido de honestidade Patinhas também o torna diferente de seu rival Mac Mônei, que não conhece tais entraves em suas próprias ações.Patinhas tem um temperamento explosivo e raramente hesita em usar de violência contra quem provoca sua ira; entretanto, parece se opor ao uso de força letal. Às vezes até poupou as vidas dos inimigos que tinham ameaçado sua própria vida. De acordo com a própria explicação de Patinhas, fez aquilo (não "matar) para não carregar sentimento de culpa sobre suas mortes, mas geralmente não espera nenhuma gratidão deles. Patinhas também expressou opinião de que só nos contos de fadas os maus se tornam bons, e que é velho demais para acreditar em contos de fadas.Carl Barks deu a Patinhas uma ética definitiva consoante com a era em que construiu sua fortuna. É óbvio que a criação de Barks é avessa à desonestidade na busca do dinheiro. O Patinhas de Don Rosa é uma caricatura do original de Barks, mostrando muito mais freqüentemente a raiva, a malícia e a violência em resposta às situações. Quando os produtores dos estúdios Disney contemplaram pela primeira vez fazer um desenho animado de Patinhas nos anos 50, os diretores não tiveram nenhuma compreensão do caráter de Patinhas McPatinhas: simplesmente o viram como uma versão de Ebenezer Scrooge, um personagem pouco simpático. No fim, arquivaram a idéia porque um pato que só era louco por dinheiro não era engraçado o bastante. Muitos dos quadrinhos europeus de Patinhas também tenderam à comédia.Barks faz uma defesa aberta do capitalismo e a denúncia de todo sistema político que “tenta fazer a todos exatamente iguais”, que é a filosofia marxista da igualdade em todas as coisas. A igualdade sob a lei é boa, mas a igualdade real na riqueza ou na natureza simplesmente não funciona. Patinhas ao mesmo tempo é moralmente justo e explora as pessoas (tais como seu sobrinho Donald, a 30 centavos por hora) para acumular sua fortuna. Patinhas McPatinhas é um capitalista nobre, da forma como Barks o concebeu. Outros quadrinistas geralmente não    



                                             A morte de Tio Patinhas

Na década de 1990, o fanzine alemão Der Hamburger Donaldist pediu a Don Rosa que clarificasse a morte de Tio Patinhas, pelo que Don Rosa lhes enviou uma ilustração onde se vê o Pato Donald, Huguinho, Zezinho e Luisinho e a Margarida chorando diante de um túmulo em cuja lápide está escrito o nome do Tio Patinhas com a data 1867-1967. Em 1991, o fanzine alemão em posse da polêmica ilustração de Don Rosa, publicou-a na sua edição #77, decretando dessa forma o falecimento do Tio Patinhas.A Disney, posteriormente, oficializou a sua morte ao publicar a imagem no especial Walt Disney Treasures - Uncle Scrooge - A Little Something Special - Sixty Years of Comics Riches. 

Pórem, mesmo depois de sua morte feita por Don Rosa, Patinhas ainda aparece vivo nos   quadrinhos dos dias de hoje, tendo aproximadamente 143 anos 

     Rivais e inimigos


Mac Mônei --- Pão-duro que é o segundo pato mais rico do mundo;Patacôncio --- Milionário mão aberta, de família rica, o segundo pato mais rico de Patópolis;Maga Patalógica --- Bruxa que vive à beira do vulcão Vesúvio e é louca pela moedinha número 1;Irmãos Metralha --- Grupo de ladrões que vivem tentando roubar a Caixa-Forte;Irmãos Dalton --- Grupo de malfeitores que tentaram roubar ações e minas de ouro, em   Dawson  

              No Brasil



Tio Patinhas está presente nos quadrinhos no Brasil desde 1950, quando foi atração da edição número 1 de O Pato Donald. A revista Almanaque Tio Patinhas (mais tarde simplesmente Tio Patinhas) foi lançada em 1963, mantendo-se como um título de sucesso da Editora Abril até hoje.


Desde os anos 60 os artistas de quadrinhos brasileiros têm produzido incontáveis histórias de Tio Patinhas, o que reforçou seu posto de destaque entre as personagens Disney. A maioria das histórias brasileiras retrata o cotidiano do jornal de Patinhas A Patada, no qual Donald e Peninha são repórteres.             Biografia


Nasceu em 1867 em Glasgow, Escócia. Barks diz que Patinhas parece ser o renascimento do Capitão P.A. Tinhas (Matey McDuck, futuramente Malcolm McDuck). Tio Patinhas ganhou sua primeira moeda de 10 centavos (a famosa Moedinha Número 1) quando tinha 10 anos de idade, em 1877. Essa que viria a se tornar seu precioso amuleto da sorte. Três anos depois (1880), ele partiu para a América. Depois de muitas aventuras finalmente chegou no Klondike, em 1898. Lá ele acha uma pedra dourada, do tamanho de um ovo de gansa. No ano seguinte, ele conquistou seu primeiro milhão e comprou o terreno da Colina Mata-motor, que pertencia a Patus Quela (irmão de Vovó Donalda), filho de Cipriano Patus e neto de Cornélio Patus.Finalmente em 1902 ele chega a Patópolis. Depois de alguns eventos dramáticos com os Irmãos Metralha e o Presidente Roosevelt, ele botou abaixo o velho Forte Patópolis e ergueu sua famosa Caixa-Forte. Nos anos seguintes, Tio Patinhas viajou ao redor do mundo a fim de aumentar sua fortuna. Durante essas viagens, ele aprende a falar diversos idiomas e tem contacto com outras culturas. Enquanto isso, sua família cuidou de sua Caixa-Forte e em 1908 (aproximadamente) contratou Dona Cotinha como secretária do Tio Patinhas. Em 1930, quando Tio Patinhas finalmente voltou a Patópolis, já era o pato mais rico do mundo. Porém, ele tinha mudado. Outrora afável e gentil, tornara-se avarento e temperamental. Assim, até sua própria família o abandonou.Em 1942, Tio Patinhas deixa seu império e se aposenta, passando a viver em uma mansão luxuosa, com um estilo de vida completamente diferente do que ele vivia anteriormente. No dia de Natal do ano de 1947, finalmente ele se reencontrou com seu sobrinho Donald, que só o conhecia quando criança, junto com Huguinho, Zezinho e Luizinho, sobrinhos de Donald. Nos 20 anos seguintes eles viveram grandes aventuras, nunca antes imaginadas.Depois de voltar a vida pública em 1947, Tio Patinhas fez um imenso esforço para manter sua fortuna e continuar sendo o pato mais rico do mundo. Após 1947 os Irmãos Metralha foram uma ameaça constante para sua fortuna, enquanto Mac Mônei e Patacôncio tentavam todos os tipos de truques para passar o Tio Patinhas para trás. Além deles, a bruxa italiana Maga Patalójika (desde 1960) passa a perseguir a Moeda Número 1 do Tio Patinhas. Ele vem tendo sucesso em suas lutas, mas nunca há muito tempo para descansar até que ocorra a próxima batalha…Faleceu em 1967 com 100 anos de idade.             O Universo de Tio Patinhas
O universo do Tio Patinhas se refere ao conjunto das aventuras e das experiências de vida do velho sovina, segundo numerosos autores. Em A Saga do Tio Patinhas, de Don Rosa, foi criada uma cronologia popular relatando as aventuras de Patinhas, baseada nos "fatos" mais importantes da vida do quaquilionário. Rosa omitiu deliberadamente A ampulheta mágica, pois não acredita que Patinhas deva sua fortuna a um amuleto. Se bem que a história de Barks não diz que a ampulheta realmente funciona como um amuleto para Patinhas.

Além dos muitos personagens fictícios, freqüentemente os autores levam figuras históricas a conhecer Patinhas no curso de sua vida, como o presidente norte-americano Theodore Roosevelt (pelo menos três vezes).                                 Em outros meios


A estréia de Patinhas em desenho animado (exceto por uma breve ponta na abertura do Clube do Mickey) se deu no curta-metragem de 1967 Scrooge McDuck and Money, no qual ensina a seus sobrinhos algumas lições básicas sobre finanças.Mais tarde, voltou como Ebenezer Scrooge em Um Natal de Mickey Mouse (1983), uma versão animada do clássico de Dickens. Apareceu no papel de si mesmo no especial de televisão Soccermania com Pateta.O maior papel de Patinhas fora dos quadrinhos viria em 1987 como protagonista de DuckTales, um seriado de animação livremente baseado nas histórias de Carl Barks. Patinhas torna-se o guardião de Huguinho, Zezinho e Luisinho quando o Donald se alista na Marinha.Patinhas ainda participaria em Raw Toonage, Mickey Mouse Works e Disney's House of Mouse e dos filmes para vídeo Era uma Vez no Natal do Mickey e Era Outra Vez no Natal do Mickey; do videogame Kingdom Hearts II, nos três videogames DuckTales e em alguns jogos gerais de tema Disney.

                                          A Saga do Tio Patinhas


Keno Don Hugo Rosa reuniu inúmeros elementos das histórias clássicas de Carl Barks para construir uma extensa e completa biografia do pato, contando toda a sua jornada desde a infância pobre na Escócia até sua consagração como o pato mais rico do mundo. O resultado foi publicado em doze capítulos sob o título A Saga do Tio Patinhas.Don Rosa, depois de concluir A Saga do Tio Patinhas, escreveu mais sete histórias que se encaixam entre os capítulos da Saga. Em uma oitava história, os Metralhas usam uma máquina do Professor Pardal para entrar no sonho de Patinhas (que sonhava com as suas aventuras da juventude), com o propósito de obterem o código secreto da caixa-forte.                     
O primeiro dos manuais Disney inteiramente produzido no Brasil foi o Manual do Tio Patinhas (1972). Em 1977 Patinhas ganhou destaque como personagem do fascículo número 1 do Grande Almanaque Disney, relançado como O Grande Livro Disney. 
 
Porcolino Leitão --- Agiota com quem Patinhas teve a primeira e única dívida.     .

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A HISTORIA DO TIO PATINHAS

Quinta-feira, 31.05.12



Patinhas McPato ou Patinhas Mac Patinhas, conhecido como Tio Patinhas (Scrooge McDuck), é uma personagem estadunidense de ficção criado pelo cartunista Carl Barks. Sua primeira aparição em quadrinhos se deu em dezembro de 1947.
Ao longo das décadas, Patinhas foi promovido de coadjuvante nas histórias do universo de Patópolis a protagonista de suas próprias aventuras, com direito a participação em vários especiais de televisão, filmes e videogames. A série de animação de 1987 DuckTales acompanha as aventuras de Patinhas, seus sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho , pois Donald entra para a marinha no primeiro episodio do desenho animado.
O nome original de Patinhas, Scrooge McDuck, se baseia no avarento Ebenezer Scrooge, personagem principal do Conto de Natal de Charles Dickens. Tal como muitos outros habitantes de Patópolis, Patinhas se tornou popular no mundo inteiro, mais ainda na Europa, e tem sido traduzido em inúmeros idiomas.

        História nos quadrinhos


                                                      Primeira aparição

Tïo Patinhas, surgiu nos quadrinhos em dezembro de 1947 em "Natal nas Montanhas" ("Christmas on Bear Mountain"), história escrita e desenhada por Carl Barks. Patinhas era um velho barbudo, de óculos e razoavelmente rico, que andava curvado sobre sua bengala e vivia isolado numa "grande mansão". Na história, Patinhas convida seu sobrinho Pato Donald e sobrinhos-netos Huguinho, Zezinho e Luisinho para sua cabana nas montanhas, planejando armar um susto e divertir-se com a desgraça dos sobrinhos.
A figura de um pato escocês já havia sido usada pela Disney em um desenho chamado O Espírito de 1943, propaganda americana de guerra e que, portanto, é considerado um desenho banido comercialmente. Naquela ocasião esse pato fora a parte da consciência do Pato Donald, ou seja, a parte poupadora, que estava em conflito com a parte gastadora, curiosamente parecida com o futuro personagem Gastão, que também seria recriado na mesma época que Patinhas.



             Personagem regular

Na verdade, Barks criara Patinhas para uma aparição única, mas logo decidiu que poderia aproveitar o personagem em outras histórias. Barks seguiu retocando a aparência e a personalidade de Patinhas nos anos subsequentes.Em sua segunda história, “O Segredo do Castelo” (publicada em junho de 1948 e, no Brasil, em capítulos, nos três primeiros números da revista brasileira O Pato Donald, lançada pela Editora Abril em julho de 1950), Tio Patinhas recrutava seus sobrinhos para procurarem um tesouro escondido no castelo ancestral da família McPatinhas, na Escócia. Em “Perdendo a Esportiva" ("Foxy Relations", novembro de 1948) surge o tradicional título e bordão de Patinhas: “O pato mais rico do mundo”.

                           Primeiras pistas sobre o passado de Patinhas



"Donald na África" ("Voodoo Hoodoo"), publicada em agosto de 1949, foi a primeira história a dar pistas do passado de Patinhas com a apresentação de dois personagens. Um era Foola Zoola, um velho feiticeiro africano e chefe da tribo de vodu que lançou uma maldição sobre Patinhas como vingança pela destruição de sua aldeia e tomada das terras de sua tribo décadas antes.
Patinhas confidenciou a seus sobrinhos que usara um exército de “cortadores de gargantas” para fazer a tribo abandonar suas terras, a fim de estabelecer uma colônia de exploração de diamantes. A história diz que o evento se deu em 1879, mas a data seria posteriormente corrigida para 1909 para encaixar-se com a história pessoal de Patinhas.
O outro era Bombie the Zombie, o instrumento de maldição e vingança do feiticeiro. Pelo que consta, ele passou décadas em busca de Patinhas até chegar a Patópolis, confundindo Donald com Patinhas. Bombie não era realmente um morto-vivo e Foola Zoola não praticava necromancia.
Barks, com uma nota do ceticismo freqüente em suas histórias, explicou que o zumbi era uma pessoa viva; não tinha morrido, mas de algum modo caiu na influência de um feiticeiro. Embora algumas cenas da história fossem pretendidas como paródia do filme ‘’White Zombie’’ de Bela Lugosi, a história é a primeira a focalizar não apenas o passado de Patinhas, mas a também tocar nos aspectos mais sombrios de sua personalidade.


                                       precursores de historias anteriores

“Trail of the Unicorn”, publicada em fevereiro de 1950, apresentou o zoológico particular de Patinhas. Um de seus pilotos tinha conseguido fotografar o último unicórnio vivo, que habitava o lado indiano dos Himalaias. Em proposta a seus sobrinhos Donald e Gastão, Patinhas ofereceu uma recompensa ao primeiro que capturasse o unicórnio para sua coleção de animais.Esta foi também a história que apresentou seu avião particular. Mais tarde Barks estabeleceu Patinhas como um experiente aviador. Donald tinha sido mostrado anteriormente como também sendo um aviador hábil, e Mac Mônei também em histórias posteriores. Em comparação, Huguinho, Zezinho e Luisinho foram descritos somente tomando lições de vôo na história “Frozen Gold” (publicada em janeiro de 1945).Em “The Pixilated Parrot”, publicada em julho de 1950, surge a precursora da Caixa-Forte de Patinhas. Esta história diz que o edifício-sede de Patinhas contém “três acres cúbicos de dinheiro” Dois assaltantes sem nome que aparecem momentaneamente durante a história são considerados os precursores dos Irmãos Metralha.

 Patinhas como personagem principal

“The Magic Hourglass” (publicada no Brasil em 1969 com o título de Meu Reino por uma ampulheta), publicada em setembro de 1950, é considerada a primeira história a mudar o foco das histórias de Pato Donald para Tio Patinhas. Durante a história, apresentaram-se diversos novos temas para Patinhas.Pela primeira vez, Donald declara que seu tio praticamente é o dono de Patópolis, uma afirmação que mais tarde o rival de Patinhas Patacôncio levaria a disputa. Patinhas dá a primeira dica de que não nasceu na riqueza, pois lembra ter comprado a ampulheta da história em Marrocos, quando era um menino de cabine na tripulação de um navio. É também a primeira história em que Patinhas menciona o conhecimento de outras línguas e outros alfabetos além do latino, pois durante a história ele fala árabe e lê o alfabeto árabe.O tema seria desenvolvido em histórias posteriores. Barks e o roteirista contemporâneo de Patinhas Don Rosa retrataram o personagem como fluente em árabe, holandês, alemão, mongol, espanhol, maia, finlandês e vários dialetos de chinês. Patinhas aprendeu esses idiomas em muitos anos vivendo ou viajando em várias regiões do mundo. Outros roteiristas mostraram Patinhas como tendo pelo menos noções básicas de várias outras línguas.

O Patinhas de “The Magic Hourglass” é mostrado mais positivamente que em histórias anteriores, mas também vemos seu lado de vilania. O objetivo de Patinhas é retomar uma ampulheta mágica que dera a Donald sem saber que funcionava como um amuleto protetor para ele. Para convencer seus sobrinhos a devolvê-la, Patinhas os persegue atavés de Marrocos, aonde tinham ido parar anteriormente na história. Digna de nota é a cena em que Patinhas põe Donald amarrado e faz cócegas nele com uma pena para conseguir que ele revele o paradeiro da ampulheta. Finalmente Patinhas consegue recuperá-la, trocando-a por um jarro de água, pois encontrara seus sobrinhos exaustos e sem suprimentos no meio do deserto. Patinhas explica que pretendia dar uma oferta melhor, mas não podia resistir a ter alguém à sua mercê sem tirar vantagem disso.
Patinhas ganhou mais importância com o início da publicação de revistas escritas por Carl Barks com o título "Uncle Srooge" em 1952. A 1º revista foi publicada em Março de 1952 com a história "Only a Poor Old Man" em português "Nadando em Dinheiro ou Pobre Tio Patinhas", publicada em Portugal na revista "Obras-Primas da Bd Disney 9", "Carl Barks 1952-1954".

                          
                                                 

  Desenvolvimentos finais

Em “A Financial Fable”, publicada em março de 1951, Patinhas dá a Donald algumas lições de produtividade como fonte de riqueza, junto com as leis de oferta e demanda. Mais importante, foi a primeira história em que Patinhas observa como Huguinho, Zezinho e Luisinho são diligentes e industriosos, o que os tornava mais semelhantes a Patinhas do que a Donald. O vínculo entre tio-avô e sobrinhos-netos se fortaleceria em histórias posteriores.
“Terror of the Beagle Boys”, publicada em novembro de 1951, apresentou os leitores aos Irmãos Metralha, apesar de o Patinhas da história parecer já ser conhecido deles. “The Big Bin on Killmotor Hill” apresentou a Caixa-Forte de Patinhas, construída no Morro Mata-Motor no centro de Patópolis.
A esta altura, Tio Patinhas já era familiar aos leitores nos Estados Unidos e na Europa. Outros roteiristas e artistas Disney além de Barks começaram a usar o personagem em suas histórias, como o italiano Romano Scarpa. Em março de 1952 a Western Publishing, editora dos quadrinhos Disney nos EUA, lançou a primeira edição da revista ‘’Uncle Scrooge’’, destacando Patinhas como protagonista. A história em destaque, “Only a Poor Old Man” se tornou, junto com “Back to the Klondike” (publicada em março de 1953), a maior influência na definição do caráter, passado e crenças do personagem.
Daí em diante, Barks produziu a maior parte de suas histórias mais longas e aventurescas para a ‘’Uncle Scrooge’’, enquanto as histórias de dez páginas da ‘’Walt Disney’s Comics and Stories’’ continuaram a destacar Donald e focalizar na comédia. Nas histórias de Patinhas, os sobrinhos eram escalados como assistentes, acompanhando o velho pato em suas aventuras pelo mundo. Esta mudança de foco de Donald para Patinhas também se refletiu nas histórias de outros roteiristas contemporâneos. Patinhas continua sendo uma figura central do universo de quadrinhos dos patos.       

                                                                                   

        Moralidade e crenças

Como homem de negócios e caçador do tesouros, Patinhas é notável por sua necessidade de criar novos objetivos e enfrentar novos desafios. Conforme o personagem criado por Barks, para Patinhas “sempre há um novo arco-íris.” A frase foi usada como título de um dos quadros mais conhecidos de Barks retratando Patinhas. Os períodos de inatividade entre aventuras e a falta de desafios sérios tendem a deprimir Patinhas de vez em quando; algumas histórias descrevem esta fase como tendo efeitos negativos em sua saúde.Nas histórias do roteirista Guido Martina e ocasionalmente nas de outros, Patinhas tem um cinismo notável, especialmente quanto a idéias de moralidade nos negócios e à busca de seus objetivos. Estes traços de caráter se afastam do conceito original criado por Barks, mas têm sido aceitos como uma interpretação válida da maneira de pensar de Patinhas.Entretanto, Patinhas parece ter um sentido pessoal de honestidade que lhe assegura um certo autocontrole. Como conseqüência, pode freqüentemente ser visto mudando seu curso de ação quando dividido entre uma perseguição sem escrúpulos de seu objetivo real e usar as táticas que considera mais honestas. Por vezes, pode sacrificar seu objetivo para permanecer dentro dos limites de seu sentido de honestidade. Diversos fãs do personagem consideram que essas interpretações de Patinhas acrescentam profundidade à sua personalidade: baseado nas decisões que faz, Patinhas pode ser o herói ou o bandido de suas histórias. Este é um traço em comum com seu sobrinho Pato Donald. O sentido de honestidade Patinhas também o torna diferente de seu rival Mac Mônei, que não conhece tais entraves em suas próprias ações.Patinhas tem um temperamento explosivo e raramente hesita em usar de violência contra quem provoca sua ira; entretanto, parece se opor ao uso de força letal. Às vezes até poupou as vidas dos inimigos que tinham ameaçado sua própria vida. De acordo com a própria explicação de Patinhas, fez aquilo (não "matar) para não carregar sentimento de culpa sobre suas mortes, mas geralmente não espera nenhuma gratidão deles. Patinhas também expressou opinião de que só nos contos de fadas os maus se tornam bons, e que é velho demais para acreditar em contos de fadas.Carl Barks deu a Patinhas uma ética definitiva consoante com a era em que construiu sua fortuna. É óbvio que a criação de Barks é avessa à desonestidade na busca do dinheiro. O Patinhas de Don Rosa é uma caricatura do original de Barks, mostrando muito mais freqüentemente a raiva, a malícia e a violência em resposta às situações. Quando os produtores dos estúdios Disney contemplaram pela primeira vez fazer um desenho animado de Patinhas nos anos 50, os diretores não tiveram nenhuma compreensão do caráter de Patinhas McPatinhas: simplesmente o viram como uma versão de Ebenezer Scrooge, um personagem pouco simpático. No fim, arquivaram a idéia porque um pato que só era louco por dinheiro não era engraçado o bastante. Muitos dos quadrinhos europeus de Patinhas também tenderam à comédia.Barks faz uma defesa aberta do capitalismo e a denúncia de todo sistema político que “tenta fazer a todos exatamente iguais”, que é a filosofia marxista da igualdade em todas as coisas. A igualdade sob a lei é boa, mas a igualdade real na riqueza ou na natureza simplesmente não funciona. Patinhas ao mesmo tempo é moralmente justo e explora as pessoas (tais como seu sobrinho Donald, a 30 centavos por hora) para acumular sua fortuna. Patinhas McPatinhas é um capitalista nobre, da forma como Barks o concebeu. Outros quadrinistas geralmente não    



                                             A morte de Tio Patinhas

Na década de 1990, o fanzine alemão Der Hamburger Donaldist pediu a Don Rosa que clarificasse a morte de Tio Patinhas, pelo que Don Rosa lhes enviou uma ilustração onde se vê o Pato Donald, Huguinho, Zezinho e Luisinho e a Margarida chorando diante de um túmulo em cuja lápide está escrito o nome do Tio Patinhas com a data 1867-1967. Em 1991, o fanzine alemão em posse da polêmica ilustração de Don Rosa, publicou-a na sua edição #77, decretando dessa forma o falecimento do Tio Patinhas.A Disney, posteriormente, oficializou a sua morte ao publicar a imagem no especial Walt Disney Treasures - Uncle Scrooge - A Little Something Special - Sixty Years of Comics Riches. 

Pórem, mesmo depois de sua morte feita por Don Rosa, Patinhas ainda aparece vivo nos   quadrinhos dos dias de hoje, tendo aproximadamente 143 anos 

     Rivais e inimigos


Mac Mônei --- Pão-duro que é o segundo pato mais rico do mundo;Patacôncio --- Milionário mão aberta, de família rica, o segundo pato mais rico de Patópolis;Maga Patalógica --- Bruxa que vive à beira do vulcão Vesúvio e é louca pela moedinha número 1;Irmãos Metralha --- Grupo de ladrões que vivem tentando roubar a Caixa-Forte;Irmãos Dalton --- Grupo de malfeitores que tentaram roubar ações e minas de ouro, em   Dawson  

              No Brasil



Tio Patinhas está presente nos quadrinhos no Brasil desde 1950, quando foi atração da edição número 1 de O Pato Donald. A revista Almanaque Tio Patinhas (mais tarde simplesmente Tio Patinhas) foi lançada em 1963, mantendo-se como um título de sucesso da Editora Abril até hoje.


Desde os anos 60 os artistas de quadrinhos brasileiros têm produzido incontáveis histórias de Tio Patinhas, o que reforçou seu posto de destaque entre as personagens Disney. A maioria das histórias brasileiras retrata o cotidiano do jornal de Patinhas A Patada, no qual Donald e Peninha são repórteres.             Biografia


Nasceu em 1867 em Glasgow, Escócia. Barks diz que Patinhas parece ser o renascimento do Capitão P.A. Tinhas (Matey McDuck, futuramente Malcolm McDuck). Tio Patinhas ganhou sua primeira moeda de 10 centavos (a famosa Moedinha Número 1) quando tinha 10 anos de idade, em 1877. Essa que viria a se tornar seu precioso amuleto da sorte. Três anos depois (1880), ele partiu para a América. Depois de muitas aventuras finalmente chegou no Klondike, em 1898. Lá ele acha uma pedra dourada, do tamanho de um ovo de gansa. No ano seguinte, ele conquistou seu primeiro milhão e comprou o terreno da Colina Mata-motor, que pertencia a Patus Quela (irmão de Vovó Donalda), filho de Cipriano Patus e neto de Cornélio Patus.Finalmente em 1902 ele chega a Patópolis. Depois de alguns eventos dramáticos com os Irmãos Metralha e o Presidente Roosevelt, ele botou abaixo o velho Forte Patópolis e ergueu sua famosa Caixa-Forte. Nos anos seguintes, Tio Patinhas viajou ao redor do mundo a fim de aumentar sua fortuna. Durante essas viagens, ele aprende a falar diversos idiomas e tem contacto com outras culturas. Enquanto isso, sua família cuidou de sua Caixa-Forte e em 1908 (aproximadamente) contratou Dona Cotinha como secretária do Tio Patinhas. Em 1930, quando Tio Patinhas finalmente voltou a Patópolis, já era o pato mais rico do mundo. Porém, ele tinha mudado. Outrora afável e gentil, tornara-se avarento e temperamental. Assim, até sua própria família o abandonou.Em 1942, Tio Patinhas deixa seu império e se aposenta, passando a viver em uma mansão luxuosa, com um estilo de vida completamente diferente do que ele vivia anteriormente. No dia de Natal do ano de 1947, finalmente ele se reencontrou com seu sobrinho Donald, que só o conhecia quando criança, junto com Huguinho, Zezinho e Luizinho, sobrinhos de Donald. Nos 20 anos seguintes eles viveram grandes aventuras, nunca antes imaginadas.Depois de voltar a vida pública em 1947, Tio Patinhas fez um imenso esforço para manter sua fortuna e continuar sendo o pato mais rico do mundo. Após 1947 os Irmãos Metralha foram uma ameaça constante para sua fortuna, enquanto Mac Mônei e Patacôncio tentavam todos os tipos de truques para passar o Tio Patinhas para trás. Além deles, a bruxa italiana Maga Patalójika (desde 1960) passa a perseguir a Moeda Número 1 do Tio Patinhas. Ele vem tendo sucesso em suas lutas, mas nunca há muito tempo para descansar até que ocorra a próxima batalha…Faleceu em 1967 com 100 anos de idade.             O Universo de Tio Patinhas
O universo do Tio Patinhas se refere ao conjunto das aventuras e das experiências de vida do velho sovina, segundo numerosos autores. Em A Saga do Tio Patinhas, de Don Rosa, foi criada uma cronologia popular relatando as aventuras de Patinhas, baseada nos "fatos" mais importantes da vida do quaquilionário. Rosa omitiu deliberadamente A ampulheta mágica, pois não acredita que Patinhas deva sua fortuna a um amuleto. Se bem que a história de Barks não diz que a ampulheta realmente funciona como um amuleto para Patinhas.

Além dos muitos personagens fictícios, freqüentemente os autores levam figuras históricas a conhecer Patinhas no curso de sua vida, como o presidente norte-americano Theodore Roosevelt (pelo menos três vezes).                                 Em outros meios


A estréia de Patinhas em desenho animado (exceto por uma breve ponta na abertura do Clube do Mickey) se deu no curta-metragem de 1967 Scrooge McDuck and Money, no qual ensina a seus sobrinhos algumas lições básicas sobre finanças.Mais tarde, voltou como Ebenezer Scrooge em Um Natal de Mickey Mouse (1983), uma versão animada do clássico de Dickens. Apareceu no papel de si mesmo no especial de televisão Soccermania com Pateta.O maior papel de Patinhas fora dos quadrinhos viria em 1987 como protagonista de DuckTales, um seriado de animação livremente baseado nas histórias de Carl Barks. Patinhas torna-se o guardião de Huguinho, Zezinho e Luisinho quando o Donald se alista na Marinha.Patinhas ainda participaria em Raw Toonage, Mickey Mouse Works e Disney's House of Mouse e dos filmes para vídeo Era uma Vez no Natal do Mickey e Era Outra Vez no Natal do Mickey; do videogame Kingdom Hearts II, nos três videogames DuckTales e em alguns jogos gerais de tema Disney.

                                          A Saga do Tio Patinhas


Keno Don Hugo Rosa reuniu inúmeros elementos das histórias clássicas de Carl Barks para construir uma extensa e completa biografia do pato, contando toda a sua jornada desde a infância pobre na Escócia até sua consagração como o pato mais rico do mundo. O resultado foi publicado em doze capítulos sob o título A Saga do Tio Patinhas.Don Rosa, depois de concluir A Saga do Tio Patinhas, escreveu mais sete histórias que se encaixam entre os capítulos da Saga. Em uma oitava história, os Metralhas usam uma máquina do Professor Pardal para entrar no sonho de Patinhas (que sonhava com as suas aventuras da juventude), com o propósito de obterem o código secreto da caixa-forte.                     
O primeiro dos manuais Disney inteiramente produzido no Brasil foi o Manual do Tio Patinhas (1972). Em 1977 Patinhas ganhou destaque como personagem do fascículo número 1 do Grande Almanaque Disney, relançado como O Grande Livro Disney. 
 
Porcolino Leitão --- Agiota com quem Patinhas teve a primeira e única dívida.     .

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publicado por duronaqueda às 22:22

porque o ceu e azul

Quinta-feira, 31.05.12

           porque o ceu e azul

A resposta está em como os raios solares interagem com a atmosfera.
Quando a luz passa através de um prisma, o espectro é quebrado num arco-íris de cores. Nossa atmosfera faz o mesmo papel, atuando como uma espécie de prisma onde os raios solares colidem com as moléculas e são responsáveis pelo dispersão do azul.
Quando olhamos a cor de algo, é porque este "algo" refletiu ou dispersou a luz de uma determinada cor associada a um comprimento de onda. Uma folha verde utiliza todas as cores para fazer a fotossíntese, menos o verde, porque esta foi refletida. Devido ao seu pequeno tamanho e estrutura, as minúsculas moléculas da atmosfera difundem melhor as ondas com pequenos comprimentos de onda, tais como o azul e violeta. As moléculas estão espalhadas através de toda a atmosfera, de modo que a luz azul dispersada chega aos nossos olhos com facilidade.
Luz azul é dispersada dez vezes mais que luz vermelha.
A luz azul tem uma frequência ( ciclos de onda por segundo ) que é muito próximo da frequência de ressonância dos átomos, ao contrário da luz vermelha. Logo a luz azul movimenta os elétrons nas camadas atômicas da molécula com muito mais facilidade que a vermelha. Isso provoca um ligeiro atraso na luz azul que é re-emitida em todas as direções num processo chamado dispersão de Rayleigh ( Físico inglês do século 19 ). A luz vermelha, que não é dispersa e sim transmitida, continua em sua direção original, mas quando olhamos para o céu é a luz azul que vemos porque é a que foi mais dispersada pelas moléculas em todas as direções.
Luz violeta tem comprimento de onda menor que luz azul, portanto dispersa-se mais na atmosfera que o azul. Porque então não vemos o céu violeta ? Porque não há suficiente luz ultravioleta. O sol produz muito mais luz azul que violeta.
Quando o céu está com cerração, névoa ou poluição, há partículas de tamanho grande que dispersam igualmente todos os comprimentos de ondas, logo o céu tende ao branco pela mistura de cores. Isso é mais comum na linha do horizonte.
No vácuo do espaço extraterrestre, onde não há atmosfera, os raios do sol não são dispersos, logo eles percorrem uma linha reta do sol até o observador. Devido a isso os astronautas vêem um céu negro.
Em Júpiter o céu também é azul porque ocorre o mesmo tipo de dispersão do azul na atmosfera do planeta como na Terra. Porém em Marte o céu é cor de rosa, ja que há excessiva partículas de poeira na atmosfera Marciana devido à presença de óxidos de ferro originários do solo. Se a atmosfera de Marte fosse limpa da poeira, ela seria azul, porém um azul mais escuro já que a atmosfera de Marte é muito mais rarefeita.


Porque o pôr do sol e a alvorada são vermelhos ?


Quando o sol está no horizonte, a luz leva um caminho muito maior através da atmosfera para chegar aos nossos olhos do que quando está sobre nossas cabeças. A luz azul nesse caminho foi toda dispersada , a atmosfera atua como um filtro , e muito pouca luz azul chega até você, enquanto que a luz vermelha que não é dispersada e sim transmitida alcança nossos olhos com facilidade. Nessa hora a luz branca está sem o azul.Durante a dispersão da luz nas moléculas ocorre o fenômeno de interferência destrutiva em que a onda principal se subdivide em várias outras de menor intensidade e em todas direções, porém mantendo a energia total conservada. O efeito disto é que a luz azul do sol que vinha em linha reta passa a ir em todas as direções. Ao meio dia todas as direções estão próximas de nós mas no entardecer a dispersão leva para longe do nosso campo de visão o azul já que a luz solar percorre uma longa tangente na circunferência da terra até chegar aos nossos olhos. Além disso, o vermelho e o laranja tornam-se muito mais vívidos no crepúsculo quando há poeira ou fumaça no ar, provocado por incêndios, tempestade de poeira e vulcões. Isso ocorre porque essas partículas maiores também provocam dispersão com a luz de comprimento de onda próximos, no caso o vermelho e laranja.

       

 Porque as nuvens são brancas ?


Nas nuvens existem partículas ( gotas de água ) de tamanhos muito maiores que o comprimento de ondas da luz ocorrendo dispersão generalizada em todo o espectro visível e iguais quantidades de azul, verde e vermelho se juntam formando o branco.



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publicado por duronaqueda às 20:36

VIOLETA DE OUTONO biografia

Quinta-feira, 31.05.12



VIOLETA DE OUTONO - Biografia 

Violeta de Outono é uma banda de rock brasileira, que surgiu na cidade de São Paulo, em meados de março de 1984. Suas músicas tem em sua essência o rock progressivo psicodélico e o som psicodélico
Início
Em 1981, após o termino das atividades de sua primeira banda (Lux), o vocalista Fábio Golfetti conhece o baterista Claudio Souza, e juntos, participam da primeira formação da banda carioca Zero, ficando somente até gravar um dos primeiros singles da banda.
Após sairem do Zero, Fábio Golfetti e Claudio Souza se juntam ao baixista e fotógrafo Angelo Pastorello, e formam em 1984 a banda Violeta de Outono.
Primeiras gravações
Em 1986, com os primeiros shows, a banda começa a ter um público cativo, e acaba sendo convidada pela loja de discos Wop-Bop para lançar um EP com apenas três músicas, dentre elas Outono, uma das músicas mais conhecidas da banda.
Após o bom resultado do lançamento do EP, a banda assina com a gravadora RCA (hoje BMG), que lança em 1987 pelo selo Plug, o primeiro LP, batizado de "Violeta de Outono", que além de Outono, continha músicas como Declínio de Maio, Dia Eterno e o cover de Tomorrow Never Knows dos Beatles.
Já em 1989 é lançado o segundo LP, intitulado "Em Toda Parte", que acaba não tendo o mesmo resultado do LP de estreia. Neste LP destaca-se a música-título do álbum.

 Pós RCA / Surgimento do Invisible Opera of TibetPorém, com o fim do selo Plug da RCA, o Violeta de Outono acaba ficando sem gravadora, e neste período o vocalista Fábio Golfetti lança, através do produtor dos primeiros LPs da banda, um flexi-disc intitulado Numa Pessoa Só, sob o nome de Opera Invisível, um projeto o vocalista segue ao longo dos anos.
Durante o início dos anos 90, o Violeta de Outono faz alguns shows esporádicos com Claudio Fontes na bateria, no lugar de Claudio Souza que se afasta da banda. Neste mesmo período Fabio Golfetti resolveu abraçar de vez o projeto "Invisible Opera of Tibet", conceito idealizado por Daevid Allen, do Gong, e que tinha como princípio a junção de uma visão em comum do universo e uma evolução espiritual, ligando músicos de vários pontos do planeta. Começou a aquecer o selo Invisível, que depois do single solo de Fabio, lançou (ao lado de Renato Mello e da cantora May East), o disco The Eternal Voice.
A partir desta data, o "Invisible Opera of Tibet" começou a tocar em pequenas casas de São Paulo, com a mesma formação do "Violeta de Outono", porém com um som mais experiemental e com um pequeno público.
A VoltaNestes shows como "Invisible Opera of Tibet", surge em 1994 a idéia de fazer um show como "Violeta de Outono". O resultado foi a casa cheia.

Discografia   





Violeta de Outono 


 


Violeta de Outono (2007) Volume 7 

01-Além do Sol 
02-Caravana 
03-Broken Legs 
04-Eyes Like Butterflies 
05-Em Cada Instante 
06-Pequenos Seres Errantes 
07-Ponto de Transição 
08-Fronteira 




Violeta de Outono (2005) Ilhas 

01 - Linguas de gato em gelatina 
02 - Mahavishnu 
03 - Blues 
04 - Estrelas 
05 - Ecos 
06 - Eclipse 
07 - Supernova 
08 - Azul 
09 - Transe 
10 - Cartas 
11 - Júpiter 
12 - Dança 
13 - Moon Princess 








Violeta de Outono (1999) Mulher na montanha 

01 - Mulher Na Montanha 
02 - Lírio De Vidro 
03 - Outro Lado 
04 - Total Silêncio 
05 - Lágrimas do Dragão 
06 - Creme Gelado, Desculpe 
07 - Espelhos Planos 
08 - Duna 
09 - Flutuando 
10 - Sonho 
11 - Terra Distante 
12 - Ilusão 
13 - Trópico 
14 - Reflexos Da Noite 
15 - Astronomy Dominé 





 


Violeta de Outono (1997) Live At Rio Art Rock Festival '97 

01 - Astronomy Dominé 
02 - Mulher Na Montanha 
03 - Outro Lado 
04 - Dia Eterno 
05 - Eclipse 
06 - Noturno Deserto 
07 - Faces 
08 - Sombras Flutuantes 
09 - Declínio De Maio 
10 - Tomorrow Never Knows 
11 - Em Toda Parte 





 


Violeta de Outono (1989) Em Toda Parte 

01 - Retorno 
02 - Rinoceronte Na Montanha De Geléia 
03 - Em Toda Parte 
04 - Vênus 
05 - Outra Manhã 
06 - Ilhas 
07 - Aqui E Agora 
08 - Dança 
09 - Lunática 




 


Violeta de Outono (1988) The Early Years 

01- Citadel 
02 - Interstellar Overdrive 
03 - Blues For Findlay 
04 - Within You Without You 
05 - Echoes / No Quarter 





 


Violeta de Outono (1987) Violeta de Outono 

01 - Dia Eterno 
02 - Outono 
03 - Declínio De Maio 
04 - Noturno Deserto 
05 - Faces 
06 - Sombras Flutuantes 
07 - Tomorrow Never Knows 
08 - Luz 





 


Violeta de Outono (1986) Eclipse 

01 - Dia Eterno 
02 - Outono 
03 - DeclíNio De Maio 
04 - Outra Manha 
05 - Sombras Flutuantes 
06 - Luz 
07 - Reflexos Da Noite 
08 - Tomorrow Never Knows 
09 - Em Toda Parte 
10 - Interstellar Overdrive 
11 - Citadel 
12 - Blues For Findlay 
13 - Within You Without You 





 


Violeta de Outono (1986) Reflexos da Noite Ep 

01 - Outono 
02 - Trópico 
03 - Reflexos da Noite 
04 - Vênus 
05 - Em Toda Parte 
06 - Rinoceronte na Montanha de Geléia 
07 - Em Toda Parte 2 (Reprise) 
08 - Outra Manhã 
09 - O Returno 
10 - Aum 
11 - Numa Pessoa Só (Invisible Opera Co Of Tibet) 




 


Violeta de Outono (1985) Memóries Demo 

01 - Outono 
02 - Transe 
03 - Dia Eterno 
04 - Fim do Comeco (Declinio de Maio) 
05 - Luz 
06 - Tomorrow Never Knows 
07 - Violeta '67 (Reflexos da Noite) 
08 - Noturno 
09 - Autumn (Instrumental) 
10 - Heavy Man 
11 - Floating World 
12 - The Visitor 
13 - People 
14 - Time 
15 - Material                                  

16 - Transformation 
17 - Material 

formaçoes ao longo do tempo


1990 a 1992
Fabio Golfetti/ guitarra/ vocal • Angelo Pastorello/ baixo • Claudio Fontes/ bateria
1992 a 2000
Claudio Souza - bateria • Fabio Golfetti - guitarra e vocal • Angelo Pastorello - baixo
2000 a 2001
Gregor Izidro - bateria • Fabio Golfetti - guitarra e vocal • Sandro Garcia - baixo
2001 a 2003
Gregor Izidro - bateria • Fabio Golfetti - guitarra e vocal • Angelo Pastorello - baixo
2003 a 2005
Claudio Souza - bateria • Fabio Golfetti - guitarra e vocal • Angelo Pastorello - baixo
2005 a 2005
Claudio Souza - bateria • Fabio Golfetti - guitarra e vocal • Angelo Pastorello - baixo • Fernando Cardoso - teclados
a partir de 2005
Claudio Souza - bateria • Fabio Golfetti - guitarra e vocal • Gabriel Costa - baixo • Fernando Cardoso - teclados

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publicado por duronaqueda às 20:08

a historia da dc comics

Quinta-feira, 31.05.12

a historia da dc comics










DC Comics é uma editora norte-americana de histórias em quadrinhos e mídia relacionada, sendo considerada uma das maiores companhias ligadas a este ramo no mundo. A empresa é subsidiária da companhia Time Warner e detém a propriedade intelectual de muitos dos mais famosos personagens de quadrinhos daquele país, como Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, Flash, Aquaman e seus grupos como Liga da Justiça da América, Sociedade da Justiça da América, Novos Titãs, Renegados, Aves de Rapina, Patrulha do Destino, Legião dos Super-Heróis, All-Star Squadron, entre outros. Por décadas a DC tem sido uma das duas maiores companhias de quadrinhos daquele país, ao lado da Marvel Comics (sua rival histórica). Originalmente, a companhia era conhecida como National Comics e com o tempo passou a adotar a sigla "DC" que originalmente se referia a Detective Comics, uma de suas revistas mais vendidas (a qual é publicada até hoje e apresenta histórias de Batman).Localizada originalmente na cidade de Nova Iorque no número 432 da Fourth Avenue, a DC foi sucessivimente realocada e hoje está no número 1700 da Avenida Broadway.

Major Malcolm Wheeler-um dos pioneiros dc

    Origens

A empresa atual é uma amálgama de várias companias. National Allied Publications foi fundada por Major Malcolm Wheeler-Nicholson em 1934 para publicar More Fun Comics/Fun: The Big Comic Magazine #1 (Fev. 1935), mais tarde conhecida como New Fun e More Fun. A primeira revista em quadrinhos com mais quadrinhos originais do reprints de tiras de jornais, tinha o formato tablóide e 36 páginas. No sexto número houve o debut de Jerry Siegel e Joe Shuster, os futuros criadores do Superman que iniciaram sua carreira com o mosqueteiro "Henri Duval" e sob pseudônimo de "Leger e Reuths", as aventuras do combatente sobrenatural do crime Dr. Ocult.
Wheeler-Nicholson criou uma segunda revista, New Comics, que estreou em dezembro de 1935 e se tornou célebre por iniciar a Era de Ouro dos Quadrinhos americanos.
O terceiro e último título foi Detective Comics, com premiere em março de 1937. Era uma série de antologias que se tornou uma sensação quando introduziu Batman no número 27 (maio/1939). Porém, a esta altura, Wheeler-Nicholson já encerrara sua participação na empresa. Em 1937 de modo a honrar compromissos, Wheeler-Nicholson aceitou Harry Donenfeld como sócio, formando a Detective Comics, Inc., juntos com Jack S. Liebowitz. Como suas dívidas continuavam, Wheeler-Nicholson foi obrigado a sair da empresa.
Pouco tempo foi a National Allied Publications publicou aquele que pode ser considerado seu quarto título Action Comics, que trouxe a estréia do Superman, um personagem que Wheeler-Nicholson não esteve diretamente envolvido, e o editor Vin Sullian escolheu para iniciar a série.
National Allied Publication e Detective Comics, Inc., claramente duas companhias com os mesmos donos (ainda que com cotas acionárias distintas) se fundiram em National Comics, em 1944. A National ainda absorveu a All-American Publications empresa de Maxwell Gaines e Jack Liebowitz..
Apesar do nome oficial ser National Comics e National Periodical Publications, o logo "Superman-DC" foi usado na linha, e a empresa era coloquialmente conhecida como DC Comics, por anos antes da adoção oficial do nome.

    era de ouro

A empresa de Wheeler-Nicholson foi a pioneira nos quadrinhos estadunidenses, publicado regularmente o primeiro material produzido para este formato, e não reimpressão de tiras de jornal, começando com More Fun Comics/Fun: The Big Comics Magazine # 01 em fevereiro de 1935, renomeado para New Fun após o primeiro número. A empresa também foi a primeira a apresentar super-heróis, começando com Action Comics # 01 em 1938. Como as vendas do título alcaçaram índices extratosféricos e as pesquisas de marketing confirmaram que o personagem Superman, foi a principal razão, o período chamado de Era de Ouro dos quadrinhos começou. Como resposta, a companhia introduziu outros personagens que se tornaram populares como Batman, Mulher-Maravilha e o primeiro grupo de super-heróis, a Sociedade da Justiça da América.
A empresa iniciou processos agressivos contra imitador por violações de copyright por outras companhias como Wonderman (criação de Will Eisner) da Fox Comics, que de acordo com o testemunho da corte era uma cópia do Superman.
Isto foi extentido à Fawcett Comics por seu personagem SHAZAM, que durante um tempo foi o personagem mais bem vendido. Isto iniciou uma batalha judicial que terminou em 1955 quando a Fawcett desistiu e deixou de publicar os personagens, cedendo os seus personagens para a DC Comics, que ironicamente retomou o personagem em 1973. Apesar da retomada de 1973, da retomada de 1987 e ainda em nova tentativa em 1995, com a série The Power of SHAZAM!, Capitão Marvel jamais voltaria a ter a mesma popularidade. Houve ainda outra disputa jurídica envolvendo o nome Capitão Marvel: durante o período 1955-1973, quando o personagem original não foi publicado a Marvel Comics registrou os direitos de Capitão Marvel e atualmente a DC Comics só pode usar o nome SHAZAM nas capas, ainda que internamente continue a usar Capitão Marvel.
Quando a popularidade dos super-heróis diminuiu no final dos anos 1940, a DC deu foco a outros gêneros, como ficção científica, westerns (faroeste), humor e romance. Lentamente, devido aos debates contra os quadrinhos de horror e crimes, a empresa deixou de publicá-los. Apesar da redução nas tiragens, títulos como Action Comics e Detective Comics sobreviveram ao final de sua própria era.





              Era de prata


 No meio da década de 1950, o diretor editorial Irwin Donenfeld e o publisher Liebowitz trabalharam com o editor Julius Schwartz em uma edição única do Flash, parte da série de testes de personagens chamada Showcase. Em vez de reviver o velho personagem, Schwartz pediu que os escritores Gardner Fox e Robert Kanigher e os artistas Carmine Infantino e Joe Kubert criassem um novo velocista, atualizando e modernizando a identidade civil do Flash, seu uniforme e sua origem, agora com um toque de ficção científica. A popularidade do Flash reformulado provou que era possível fazer o mesmo com o Lanterna Verde e muitos outros personagens, iniciando ali aquilo que os fãs de quadrinhos chamam de a Era de Prata dos quadrinhos. O tom da Era de Prata era modificar as origens, em geral místicas dos personagens da Era de Ouro, para algo mais plausível dentro dos conceitos vigentes. Uma grande mudança pode ser vista em Lanterna Verde, que originalmente tinha uma lanterna mística e agora era membro de uma polícia intergaláctica, ainda que seus poderes fossem basicamente os mesmos.
Os personagens da National continuaram a crescer, em especial sob a batuta do editor do títulos do Superman, Mort Weisinger, que introduziu personagens como Supermoça, Bizarro e Brainiac. As séries do Batman, tiveram um afastamento dos artistas iniciais, e sob a batuta do editor Jack Schiff, introduziu os poucos famosos Batwoman, Batmoça e Bat-mirim numa tentatiza de modernizar as séries com elementos de ficção científica. Felizmente, o sucessor de Schiff, Schwartz, junto com o artista Carmine Infantino, promoveu uma revitalização do homem-morcego, que ficou conhecida como "New Look", dando ênfase ao personagem como detetive. Ao mesmo tempo, Kanigher, editor da Mulher-Maravilha introduziu com sucesso a família da personagem, tendo aventuras em um contexto mitológico.
Com o lançamento da série de televisão Batman na ABC (American Broadcasting Company) houve um significativo aumento de vendas, além de popularidade dos personagens em outras mídias.
Em 1967, Carmine Infantino, artista de Batman, tornou-se diretor editorial, e com o crescimento da popularidade da rival Marvel Comics, ameaçando o topo de número 1 da indústria, ele trouxe para a companhias talentos como Steve Ditko (Homem-Aranha) e novatos promissores como Neal Adams (X-Men). Ele também substituiu alguns editores por artistas-editores como Kubert e Dick Giordano.
Os novos editores recrutaram jovens novos criadores num esforço para capturar as vendas e permitir a captura de crianças, e a permanência delas enquanto adolescentes e estudantes. Alguns novos talentos como Dennis O'Neil, que trabalhou em Green Lantern/Green Arrow (Lanterna Verde/Arqueiro Verde) e Batman, trouxe luzes à indústria.[8] Apesar disto, o período é caracterizado por uma praga de séries de curta duração, que começam fortes e fraquejam rápido.
Em 1969, Nation Comics fundiu-se Warner Bros/7 Arts. No ano seguinte, Jack Kirby deixou a Marvel para criar um série de aventuras temática que é conhecida na sua coletividade como Jack Kirby's Fourth World|The Fourth World|O Quarto Mundo, introduzindo Os Novos deuses, Sr. Milagre e O Povo da Eternidade, que enfrentavam o arquivilão Darkseid em um reino extradimensional chamado Apokolips. Quando as vendas não atingiram o experado, Kirby vinculou seus personagens ao universo ficcional padrão da DC Comics. Ele também criou uma série chamada Kamandi, sobre um adolescente em um pós-apocaliptico mundo de animais falantes.

   Jenette Kahn, conhecida editor de revistas para crianças, substituiu Infantino em janeiro de 1976. DC teve uma dramática experiência de competição com a novata Marvel Comics, cujo nome era DC Explosion, que resultou no cancelamento de vários novos títulos, entre eles Firestorm e Shade, the changing man, assim a DC Explosion tornou-se para a indústria DC Implosion.Procurando novas maneiras de conquistar mercado, o novo administrador da publisher Kahn, o vice-presidente Paul Levitz e o editor Dick Giordano coordenaram uma quantidade grande de talentos instáveis. Por fim, seguindo o exemplo da Atlas/Seaboard Comics e algumas companhias independentes como Eclipse Comics, a DC começou a oferecer royalties e parcerias. A DC, nesta período, emulou uma tradição iniciada na TV, e trouxe o conceito de mini-séries, que converteu em séries limitadas, que termitiu flexibilidade para narrar histórias.Estas mudanças refletiram-se na vindoura série The New Teen Titans (Os Novos Titãs no Brasil) do escritor Marv Wolfman e do artista George Pérez, dois talentos populares com história de sucesso na Marvel Comics. Este título de super-grupo, teve uma similariedade superficial com a série The Uncanny X-Men, mostrando que parte das vendas vem da estabilidade de boas equipes criativas. A dupla de criadores ainda foi capaz de tomar a vantagem da mini-série a seu favor, criando um título chamado Tales of the New Teen Titans, para narra a origem de personagens recém surgidos na série.Esta revitalização iniciou um grandioso projeto que modificou a linha completa da DC Comics, na série Crisis on Infinite Earths (Crise nas Infinitas Terras, no Brasil), que deu uma rara oportunidade de descartar a bagagem de 50 anos de histórias dos personagens DC e revisar os maiores personagens da empresa.Ao mesmo tempo o escritor britânico Alan Moore revigorou uma série de terror menor, conhecida como Swamp Thing/Saga of the Swamp Thing (Monstro do Pântano, no Brasil) e teve seu trabalho aclamado, criando um espaço equivalente a invasão de músicos de seu país (este movimento é chamado Invasão Britânica). Vários escritores britâncios, incluindo Neil Gaiman e Grant Morrison, iniciaram colaboração com a empresa. O resultado trouxe um material de horror sofisticado e fantasia não apenas para títulos que abandonaram o Comics Code mas para títulos que foram criados para atenderem um público adulto, mas somente em 1993 é que o selo (imprint) Vertigo foi oficialmente estabelecido (as primeiras colaborações de Alan Moore em Swamp Thing datam de 1983, e Neil Gaiman em Sandman é de 1989)                            O sucesso da mini-séries Batman: The Dark Knight Returns (O Cavaleiro das Trevas, no Brasil), por Frank Miller, e Watchmen, por Alan Moore e Dave Gibbons, trouxe atenção para as mudanças na DC. Esta nova liberdade criativa somado com publicidade massiva permitiu a DC desafiar a Marvel pela liderança da indústria.O meio da década de 1980 viu o fim da muitas séries antigas de guerras, que em geral estavam sendo impressas desde a década de 1960. Estes títulos, alguns com mais de 100 números incluem Sgt. Rock, G.I. Combat, The Unknown Soldier, e Weird War Tales.Em 1989, a DC começou a publicar sua DC Archive Editions, que encadernava antigas e raras revistas em formato de capa-dura, papel melhor e recolorização.

ANIMAL MAN #3

            A década de 1990


              A indústria de quadrinhos experimental teve um breve boom no início da década, graças à combinação de especulação dos quadrinhos como colecionáveis e muitas histórias que ganharam a atenção do mainstream. Histórias longas como A morte do Superman (onde Superman é morto) e A queda do morcego (onde Batman é aleijado), resultam em grandes alterações nas vendas, mas o aumento foi temporário, e logo a indústria retornou para baixas vendas.
Selos como Piranha Press e outros foram introduzidos para facilitar a diversificação e a especialização da linhas de marketing. Elas introduziram o uso de cláusulas que incluíram os direitos para os autores e licenciaram material de outras companhias. A DC também incrementou sua linha de trade paperbacks (edições encadernadas), incluindo coleções de graphic novels.
DC fez um acordo com Milestone Media que criou uma linha de quadrinhos que apresentou diferenças culturais e raciais dos super-heróis padrões; através de linha Milestone, que cessou a publicação após um curto período, restante apenas a popular personagem Static Shock, que tem uma série de animação.
Paradox Press foi estabelecida para publicar material conhecido como Big Book of... uma série de livros temáticas e a graphic novel Road to Perdition (Estrada para perdição, que foi filmado com Paul Newman), matendo um selo separado com estilo e audiências próprias.
Ao mesmo tempo, em 1998 a DC adquiriu o selo Wildstorm de Jim Lee, e deu foco especial à linha ABC, criada e controlada pelo britânico Alan Moore, que introduziu Tom Strong, Promethea e League of Extraordinary Gentleman.


          ano 2000

          Em março de 2003, a DC adquiriu os direitos para publicar a longa série de fantasia Elfquest previamente auto-publicada pelos criadores Wendy Pini e Richar Pini através da bandeira WaRP Graphics|Warp Graphics[10]. No ano seguinte a DC criou a linha editorial CMX para publicar mangá traduzido para o inglês, além de temporariamente adquirir os direitos para a publicação de graphic novels européias da Humanoids Associados. Também criou um selo chamado Johnny DC para a audiência jovem.
Em 2004, a DC começou um lento trabalho em grupo para a seqüência de Crise nas Infinitas Terras, prometendo substanciais mudanças para o Universo DC. Em 2005, a empresa publicou várias mini-séries que preparam o público e os personagens para os conflitos existentes em Crise Infinita.
Após a conclusão desta série, os títulos da DC pularam um ano na continuidade de sua histórias. Este evento recebeu o nome de One Year Later, e os atos que ocorreram durante o ano saltado serão narrados na série semanal 52 que será publicada em 2006 e 2007. Misteriosamente a série 52, que tinha tudo para um início brilhante e um sofrido final, consegue manter suas vendas acima das 100 mil cópias mesmo à altura da 25ª semana.
Também em 2005 a DC lançou uma linha All-Star permitindo a grandes autores narrarem suas versões de grandes personagens. Em julho, lançou All Star Batman and Robin the Boy Wonder, por Frank Miller e Jim Lee, e em novembro, All Star Superman, com Grant Morrison.
Em 2006, a CMX começou a publicar a webcomics Megatokyo em formato impresso, e surgiu o segundo grande filme com um personagem DC em 10 anos, Superman Returns, que foi lançado em julho. No ano anterior, Batman Begins havia resgatado o homem-morcego para o cinema.
Em Maio de 2010, DC cancela a linha CMX, a Megatokyo foi o único título da CMX que continuou a ser publicado pela editora
Em Setembro de 2010, foi anunciado o fim da Wildstorm.
Em Janeiro de 2011, a Editora deixa de usar o Comics Code Authority e criar um sistema próprio de classificação etária.

                                                                     DC Entertainment


                           Em setembro de 2009, a Warner Bros anunciou que a DC Comics se tornaria uma subsidiária da DC Entertainment Inc., com Diane Nelson, presidente da Warner Premiere, tornando-se presidente da nova empresa e da DC Comics o "Publisher" Paul Levitz passou a ser editor e consultor geral.                                  Em 18 de fevereiro de 2010, a DC Entertainment coloca Jim Lee e Dan DiDio como co-editores da DC Comics, Geoff Johns como Diretor de Criação da DC Comics, John Rood como Vice-presidente de Vendas, Marketing e Desenvolvimento de Negócios e Patrick Caldon como Vice-presidente de Finanças e Administração.


       História dos Logo da DC Comics


                                  O primeiro logo da DC Comics apareceu em março de 1940 em seus títulos. As letras DC são abreviação de Detective Comics, o nome de um dos títulos de Batman. O logo pequeno, sem fundo, lê-se "A DC Publication".
Em novembro de 1941 introduziram um logo atualizado. Esta versão tinha quase o dobro do tamanho da primeira, e assim como a primeira versão teve um fundo branco. O nome do Superman foi acrescido a "A DC Publication", efetivamente informando que Superman e Batman estavam juntos na mesma companhia. Este logo foi o primeiro a ocupar o topo esquerdo da capa das revistas, e desde então usualmente permanece lá.
Em novembro de 1949, o logo foi modificado, incorporando o nome formal da companhia (National Comics Publications) no logo. Este logo então serve como corpo para o mascote Johnny DC, no meio da década de 1960.
Em outubro de 1970, o logo circular foi brevemente retirado em favor de um simples "DC" num retângulo com o nome da série, ou do astro da revista, o logo em muitos números de Action Comics, por exemplo, lê-se "DC Superman". Uma imagem do personagem chave aparece acima ou abaixo do retângulo. Para revistas que não tem um astro, como House of Mystery ou Liga da Justiça, o título e "DC" aparecem em um logo estilizado, como um morcego para House of Mystery. Este uso de personagens como logo ajudou a estabelecer como marcas registradas, e foi similar ao uso contemporâneo da Marvel de seus personagens como parte de suas capas.
As séries "100 Page Super-Spectacular" and posteriormente 100-page e "Giant" múmeros publicados de 1972 e 1974 apresentaram um logo que era exclusivo para estas edições, onde as letras "DC" aparecem em um simples sans serif typeface, num círculo. Uma variante mostrava as letras num quadrado.
Em julho de 1972, os títulos apresentaram um novo logo circular. As letras DC foram transformados em uma espécie de bloco que mantém a definição mesmo após as revisões posteriores.
Em dezembro de 1973, este logo foi modificado com a adição das palavras "The Line of DC Super-Stars" e o tema de estrela continuou nos logos posteriores. Este logo foi posto no centro do alto das capas de agosto de 1975 a outubro de 1976.
Quando Jenette Kahn assumiu a chefia em 1976, ele encomendou ao designer gráfico Milton Glaser para desenvolver um novo logo. Popularmente conhecido como DC Bullet, sua premiere foi em fevereiro de 1977.
Em julho de 1987, DC lançou edições alternativas de Justice League #3 e The Fury of Firestorm #61 com um novo logo. Ele apresentava uma foto do Superman num círculo circundado pelas palavras "SUPERMAN COMICS."Este capas alternativas foram lançadas para testes de mercado.
Em 08 de maio de 2005, um novo logo foi revelado, estreiando nos títulos DC em junho de 2005 na série DC Special: The Return of Donna Troy #1 e sendo seguido pelo resto dos títulos.
Este novo logo foi criado para designar as propriedades da DC em outras mídias como o filme Batman Begins e as séries de tv Smallville e Justice League Unlimited, assim como outros colecionáveis.
O logo foi apelidado de DC Spin e foi desenvolvido por Josh Beatman dos Brainchild Studios.                                                                                                           



                    

                                               Logo da DC Shoes

Em 2008, a DC processou a empresa de roupas DC Shoes por uso ter a logomarca parecida com o logo da editora, porém a DC Shoes descobriu que a DC Comics não tinha registro da logomarca e processou a DC Comics pelo uso indevido.                                                                                                        

                            

                 no brasil

A DC Comics iniciou sua trajetória no Brasil pelas mãos de Adolfo Aizen, no Consórcio Nacional. Superman teve sua primeira aparição na A Gazetinha nº 445, de 17 de dezembro de 1938 e do Batman em O Lobinho nº 7, de 1º de novembro de 1940, e depois foram transferidos para a EBAL, numa parceria que só encerrou em 1983, já sem brilho de antes e com atrasos constantes. Em 1984 a Editora Abril iniciou a publicação de títulos da DC Comics usando o sistemas de mix em revistas formatinho em cores de 84 a 100 páginas, trazendo em média 4 histórias.
No final de 2002, a DC Comics passou a ser publicada pela Panini Comics no Brasil, em revistas mix com 100 páginas, em cores e "formato americano" (17 x 26 cm), geralmente com quatro histórias.

                                                                   criadores


          Em ordem cronológica
Jerry Siegel and Joe Shuster  (Superman)
Bob Kane and Bill Finger  (Batman)
Martin Nodell and Bill Finger  (Green Lantern)
Gardner Fox and Harry Lampert  (Flash)
William Moulton Marston  (Wonder Woman)
Paul Norris and Mort Weisinger  (Aquaman)
Jack Kirby  (New Gods, The Demon)
Julius Schwartz  (editor)
Gardner Fox (Hawkman)
Jerry Robinson  (Batman)
Dick Sprang  (Batman)
Wayne Boring  (Superman)
Jim Mooney  (Supergirl)
Mort Weisinger  (editor)
Joe Kubert  (Sgt. Rock)
Carmine Infantino  (The Flash)
Gil Kane  (Green Lantern, The Atom)
John Broome  (Green Lantern)
Murphy Anderson  (Superman)
Curt Swan  (Superman)
Dick Dillin  (Justice League)
George Klein  (Superman, Legion of Super-Heroes)
Nick Cardy  (Teen Titans)
Steve Ditko  (The Creeper, Blue Beetle)
Neal Adams  (Batman, Green Lantern/Green Arrow)
Dennis O'Neil  (Batman, Green Lantern/Green Arrow)
Marshall Rogers  (Batman)
Dick Giordano   (Batman)
Vince Colletta  (DC art director; Jack Kirby's initial Fourth World inker)
Archie Goodwin
Scott Shaw!  (Captain Carrot e o Zoo Crew)
Jim Shooter  (Legion of Super-Heroes)
Paul Levitz  (Legion of Super-Heroes)
Keith Giffen  (Legion of Super-Heroes, Justice League International, 52)
Marv Wolfman  (The New Teen Titans, Crisis on Infinite Earths)
George Pérez  (The New Teen Titans, Crisis on Infinite Earths)
Doug Moench
Gerry Conway   (Batman, co-criador de Nuclear)
Steve Englehart
Roy Thomas  (Justice Society revival)
Alan Moore  (Watchmen, Swamp Thing)
Frank Miller  (Batman: The Dark Knight Returns, Batman Year One)
John Byrne  (Superman, Wonder Woman)
John Ostrander  (Suicide Squad)
Jerry Ordway  (Superman, The Power of Shazam!)
Dan Jurgens  (Superman)
Roger Stern  (Superman)
Mike W. Barr  (Camelot 3000)
Chuck Dixon  (Nightwing)
Barbara Kesel
Karl Kesel  (Superman)
Neil Gaiman  (The Sandman)
Alan Grant  (Lobo, Batman)
Grant Morrison  (Animal Man, Doom Patrol, All Star Superman, Seven Soldiers, 52)
Mark Waid  (Kingdom Come, The Flash)
Alex Ross  (Kingdom Come, Justice)
James Robinson  (Starman)
Devin Grayson  (Titans, Nightwing)
Geoff Johns  (Infinite Crisis, Teen Titans, JSA, The Flash)
Jeph Loeb  (Batman)
Greg Rucka  (Checkmate, Wonder Woman, 52)
Jim Lee  (Superman, Batman)
Gail Simone  (Birds of Prey, Superman, The All-New Atom)
Jamal Igle  (Firestorm)
Judd Winick  (Outsiders, Batman: Under the Hood)
Carlos Pacheco  (Superman, Arrowsmith, JLA-JSA, Green Lantern)
Kurt Busiek  (Superman, Astro City, Arrowsmith, Aquaman: Sword of Atlantis)



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