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TEIAS DE ARANHA

Quinta-feira, 13.12.12












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BONITINHA E SENSUAL

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PINTURAS EM MÃOS

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UNHAS ARTISTICAS

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ORIENTAL Suzuka-Ishikawa mulher

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BIOGRAFIA LUIZ GONZAGA

Quinta-feira, 13.12.12

 Luiz Gonzaga
Foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, para o resto do país, numa época em que a maioria das pessoas desconhecia o baião, o xote e o xaxado. Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso, entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia e harmonias,  ganhou notoriedade com as antológicas canções "Baião" (1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948), "Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de Dois" (1950).
    Biografia

                                                             Início de vida
Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu numa sexta-feira no dia 13 de dezembro de 1912, numa casa de barro batido na Fazenda Caiçara, povoado do Araripe à 12km de Exu (extremo oeste do Estado de Pernambuco, a 700Km do Recife), segundo filho de Ana Batista de Jesus (Mãe Santana) e oitavo de Januário José dos Santos. Foi batizado na matriz de Exu no dia 05 de janeiro de 1913, pelo Pe. José Fernandes de Medeiros .
Ele deveria ter o mesmo nome do pai, mas na madrugada em que nasceu, seu pai foi para o terreiro da casa e viu uma estrela cadente e mudou de ideia, era o dia de São Luís Gonzaga no mês que se comemora o Natal, o que explica a adoção do sobrenome "Nascimento" .
O lugar no nascimento era no sopé da Serra do Araripe, e inpiraria uma de suas primeiras composições denominada "Pé de Serra". Seu pai trabalhava na roça, num latifúndio, e nas horas vagas tocava acordeão (também consertava o instrumento). Foi com ele que Luiz Gonzaga aprendeu a tocá-lo. Não era nem adolescente ainda, quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai. Autêntico representante da cultura nordestina, manteve-se fiel às suas origens mesmo seguindo carreira musical no sudeste do Brasil.  O gênero musical que o consagrou foi o baião. A canção emblemática de sua carreira foi Asa Branca, que compôs em 1947, em parceria com o advogado cearense Humberto Teixeira.
Antes dos dezoito anos Luiz teve sua primeira paixão: Nazarena, uma moça da região. Foi rejeitado pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, que não o queria para genro e ameaçou-o de morte. Mesmo assim Luiz e Nazarena namoraram algum tempo escondidos e planejavam ser felizes juntos. Januário e Santana lhe deram uma surra ao descobrirem que ele se envolveu com a moça. Revoltado por não poder casar-se com a moça, e por não querer morrer nas mãos do pai dela, Luiz Gonzaga fugiu de casa e ingressou no exército no Crato (Ceará). A partir dali, durante nove anos ele ficou sem dar notícias à família e viajou por vários estados brasileiros, como soldado. Não teve mais nenhuma namorada, passando a ter algumas amantes ao longo da vida.

                                                       Carreira
Em Juiz de Fora, MG, conheceu Domingos Ambrósio, também soldado e conhecido na região pela sua habilidade como acordeonista. A partir daí começou a se interessar pela área musical.

Em 1939, deu baixa do exército na cidade do Rio de Janeiro: Estava decidido a se dedicar à música. Na então capital do Brasil, começou por tocar nas áreas de prostituição da cidade. No início da carreira, apenas solava acordeão (instrumentista), tendo choros, sambas, foxtrotes e outros gêneros da época.

 Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros. Apresentava-se com o típico figurino do músico profissional: paletó e gravata. Até que, em 1941, no programa de Ary Barroso, ele foi aplaudido executando Vira e Mexe , um tema de sabor regional, de sua autoria.  O sucesso lhe valeu um contrato com a gravadora Victor, pela qual lançou mais de 50 músicas instrumentais. Vira e mexe foi a primeira música que gravou em disco.

Veio depois a sua primeira contratação, pela Rádio Nacional. Foi lá que tomou contato com o acordeonista gaúcho Pedro Raimundo, que usava os trajes típicos da sua região. Foi do contato com este artista que surgiu a ideia de Luiz Gonzaga apresentar-se vestido de vaqueiro - figurino que o consagrou como artista.


Para sua alegria, no ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: “OBRIGADO, CANTADOR!”.

Em 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: A mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira.

Também em 1945, uma cantora de coro chamada Odaléia Guedes dos Santos deu à luz um menino, no Rio. Luiz Gonzaga mantinha um caso há meses com a moça - iniciado quando ela já estava grávida - Luiz, sabendo que sua amante ia ser mãe solteira, assumiu a paternidade da criança, adotando-o e dando-lhe seu nome: Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior.
Odaléia, que além de cantora de coro era sambista, foi expulsa de casa por ter engravidado do namorado, que não assumiu a criança. Ela foi parar nas ruas, sofrendo muito, até que foi ajudada e descobriu-se seu talento para cantar e dançar, e ela passou a se apresentar em casas de samba no Rio, quando conheceu Luiz. A relação de Odaléia, conhecida por Léia, e Luiz, era bastate agitada, cheia de brigas e discussões, e ao mesmo tempo muita atração física e paixão. Após o nascimento do menino, as brigas pioraram, já que havia muitos ciúmes entre os dois. Eles resolveram se separar com menos de 2 anos de convivência. Léia ficou criando o filho, e Luiz,às vezes, ia visitá-los .
CAPAS
LUIZ LUA GONZAGA
Em 1946 voltou pela primeira vez a Exu (Pernambuco), e teve um emocionante reencontros com seus pais, Januário e Santana, que há anos não sabiam nada sobre o filho e sofreram muito esse tempo todo. O reencontro com seu pai é narrado em sua composição Respeita Januário, em parceria com Humberto Teixeira.

Em 1948, casou-se com sua noiva, a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que tinha se tornado sua secretária particular, por quem Luiz se apaixonou. O casal viveu junto até o fim da vida de Luiz. Eles não tiveram filhos biológicos, por Helena não poder engravidar, mas adotaram uma menina, a quem batizaram de Rosa.
Nesse mesmo ano Léia morreu de tuberculose, para desespero de Luiz. O filho deles, apelidado de Gonzaguinha, ficou órfão com 2 anos e meio. Luiz queria levar o menino para morar com ele e Helena, e pediu para a mulher criá-lo como se fosse dela, mas Helena não aceitou, juntamente com sua mãe, Marieta, que achava aquilo um absurdo, já que nem filho verdadeiro de Luiz era. Luiz não viu saída: Entregou o filho para os padrinhhos da criança, Leopoldina e Henrique Xavier Pinheiro, criá-lo, no Morro do São Carlos. Luiz sempre visitava a criança e o menino era sustentado com a assistência financeira do artista. Luizinho foi criado como muito amor. Xavier o considerava filho de verdade, e lhe ensinava viola, e o menino teve em Dina um amor verdadeiro de mãe. 
Vida pessoal e família

Luiz não se dava bem com o filho, apelidado de Gonzaguinha. Ele passou a não ver mais o filho na infância do menino e sempre que o via brigava com ele, apesar de amá-lo, achava que ele não teria um bom futuro, imaginando que ele se tornaria um malandro ao crescer, já que o menino era envolvido com amizades ruins no morro, além de viver com malandros tocando viola pelos becos da favela. Dina tentava unir pai e filho, mas Helena não gostava da proximidade deles, e passou a espalhar para todos que Luiz era estéril e não era o pai de Luizinho,[2] mas Luiz sempre desmentia, já que ele não queria que ninguém soubesse que o menino era seu filho somente no civil. Ele amava o menino de fato, independente de ser filho de sangue ou não.
Na adolescência, o jovem se tornou rebelde, não aceitava ir morar com o pai, já que amava os padrinhos e odiava ser órfão de mãe, e dizia sempre que Luiz não era seu pai biológico, o que entristecia-o. Helena detestava o menino e vivia implicando com ele, humilhando-o e por isso Gonzaguinha também não gostava da madastra Helena, o que os afastou e causou mais brigas entre pai e filho, já que Luiz dava razão à esposa. Não vendo medidas, internou o jovem em um colégio interno para desespero de Dina e Xavier.  Gonzaguinha contraiu tuberculose aos 14 anos e quase morreu. Aos 16, Luiz pegou-o para criar e o levou a força para a Ilha do Governador, onde morava, mas por ser muito autoritário e a esposa destratar o garoto, o que gerava brigas entre Luiz e Helena, Gonzaga mandou o filho Gonzaguinha de volta ao internato.
Ao crescer, a relação ficou mais tumultuada, pois o filho se tornou um malandro, tornando-se viciado em bebidas alcoólicas. Ao passar o tempo, tudo foi melhorando quando Gonzaguinha resolveu se tratar e concluiu a universidade, e se tornou músico como o pai. Pai e filho ficaram mais unidos quando em 1979 viajaram o Brasil juntos, quando o filho compôs algumas músicas para o pai. Eles se tornaram muito amigos, e conseguiram em fim viver em paz.

                                      Últimos anos, morte e legado
Luiz Gonzaga sofria de osteoporose havia alguns anos. Morreu vítima de parada cardiorrespiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana.  Seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte (a contragosto de Gonzaguinha, que pediu que o corpo fosse levado o mais rápido possível para Exu, irritando várias pessoas que iriam ao velório e tornando Gonzaguinha "persona non grata" em Juazeiro do Norte) e posteriormente sepultado em seu município natal.
Luiz Gonzaga era Maçon e é o compositor, juntamente com Orlando Silveira, da música "Acácia Amarela". Luiz Gonzaga foi iniciado na Loja Paranapuan, Ilha do Governador, em 03 de abril de 1971.

Em 2012, Luiz Gonzaga foi tema do carnaval da GRES Unidos da Tijuca, com o enredo "O dia em que toda a realeza desembarcou na avenida para coroar o Rei Luiz do Sertão", fazendo com que a escola ganhasse o carnaval deste respectivo ano.
Escreve Ana Krepp em matéria para a Revista da Cultura: "O rei do baião pode ser também considerado o primeiro rei do pop no Brasil. Pop, aqui, empregado em seu sentido original: o de popular. De 1946 a 1955, foi o artista que mais vendeu discos no Brasil, somando quase 200 gravados. 'Comparo Gonzagão a Michael Jackson. Ele desenhava as próprias roupas e inventava os passos que fazia no palco com os músicos', ilustra [o cineasta] Breno [Silveira, diretor de Gonzaga - De pai para filho]. Foi o cantor e músico também o primeiro a fazer uma turnê pelo Brasil. Antes dele, os artistas não saíam do eixo Rio-SP. Gonzagão gostava mesmo era do showbizz: viajar, fazer shows e tocar para plateias do interior."
Em 2012,o filme de Breno Silveira Gonzaga, De Pai Pra Filho, narrando a relação conturbada de Luiz Gonzaga com o filho Gonzaguinha, em três semanas de exibição já alcançara a marca de 1 milhão de espectadores.

Discografia

1956 - Aboios e Vaquejadas
1957 - O Reino do Baião
1958 - Xamego
1961 - Luiz "LUA" Gonzaga
1962 - Ô Véio Macho
1962 - São João na Roça
1963 - Pisa no Pilão (Festa do Milho)
1964 - A Triste Partida
1964 - Sanfona do Povo
1965 - Quadrilhas e Marchinhas Juninas
1967 - O Sanfoneiro do Povo de Deus
1967 - Óia Eu Aqui de Novo
1968 - Canaã
1968 - São João do Araripe
1970 - Sertão 70
1971 - O Canto Jovem de Luiz Gonzaga
1971 - São João Quente
1972 - Aquilo Bom!
1972 - Volta pra Curtir (Ao Vivo)
1973 - A Nova Jerusalém
1973 - Sangue de Nordestino
1973 - Luiz Gonzaga
1974 - Daquele Jeito...
1974 - O Fole Roncou
1976 - Capim Novo
1977 - Chá Cutuba
1978 - Dengo Maior
1979 - Eu e Meu Pai
1979 - Quadrilhas e Marchinhas Juninas, vol. 2 - Vire Que Tem Forró
1980 - O Homem da Terra
1981 - A Festa
1981 - A Vida do Viajante - Gonzagão e Gonzaguinha
1982 - Eterno Cantador
1983 - 70 Anos de Sanfona e Simpatia
1984 - Danado de Bom
1984 - Luiz Gonzaga & Fagner
1985 - Sanfoneiro Macho
1986 - Forró de Cabo a Rabo
1987 - De Fiá Pavi
1988 - Aí Tem
1988 - Gonzagão & Fagner 2 - ABC do Sertão
1989 - Vou Te Matar de Cheiro
1989 - Aquarela Nordestina
1989 - Forrobodó Cigano
1989 - Luiz Gonzaga e sua Sanfona, vol. 2
Sucessos
do Nascimento, Luís Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1950), A dança da moda
Almeida, Onildo (1957), A feira de Caruaru
do Nascimento, Luís ‘Lua’; Dantas, José ‘Zé’ (1953), A letra I
   ; Barbalho, Nelson (1963), A morte do vaqueiro
do Assaré, Patativa (1964), A triste partida
Cordovil, Hervé; Gonzaga, Luís (1953), A vida do viajante
Dantas, José ‘Zé’ (1952), Acauã
    (1962), Adeus, Iracema
Gonzaga, Luís; Dantas, José ‘Zé’ (1953), Á-bê-cê do sertão.
Cordovil, Hervé; Araújo, Manuel ‘Manezinho’ (1952), Adeus, Pernambuco
Gonzaga, Luís; Dantas, José ‘Zé’ (1953), Algodão
Beduíno; Gonzaga, Luís (1951), Amanhã eu vou
Amor da minha vida, 1960
Teixeira, Humberto; Gonzaga, Luís (1947), Asa Branca
   ; Gonzaga, Luís (1950), Assum-preto
Ricardo, Júlio; de Oliveira (1964), Ave-maria sertaneja
Teixeira, Humberto; Gonzaga, Luís (1946), Baião
Nasser, Davi; de Morais, Guio (1951), Baião da Penha
Araújo, Manuel ‘Manezinho’; Renato, José ‘Zé’ (1952), Beata Mocinha
Gonzaga júnior, Luís ‘Gonzaguinha’; Gonzaga, Luís (1965), Boi bumbá
Cavalcanti, Armando; Caldas, Clécius (1950), Boiadeiro
Cacimba Nova, 1964
Portela, Jeová; Gonzaga, Luís (1946), Calango da lacraia
Roxo, Amorim; Gonzaga, José ‘Zé’ (1998), "O Cheiro de Carolina", Sua Sanfona e Sua Simpatia
Chofer de praça, 1950
Cavalcanti, Armando; Caldas, Clécius (1951), Cigarro de paia
Gonzaga, Luís; Dantas, José ‘Zé’ (1950), Cintura fina
Portela, Jeová; Gonzaga, Luís; Lima, Miguel (1945), Cortando pano
Silva, João; Oseinha (1987), De Fiá Pavi
Barroso, Carlos; Teixeira, Humberto (1950), Dezessete légua e meia
do Nascimento, Luís ‘Lua’ Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1954), Feira de gado
do Nascimento, Alcebíades (1948), Firim, firim, firim
Marcolino, José; do Nascimento, Luís ‘Lua’ Gonzaga (1965), Fogo sem fuzil
do Nascimento, Luís ‘Lua’ Gonzaga (1964), Fole gemedor
   ; Dantas, José ‘Zé’ (1950), Forró de Mané Vito
Dantas, José ‘Zé’ (1962), Forró de Zé Antão
Ramos, Severino, Forró de Zé do Baile
de Castro, Jorge; Ramos, José ‘Zé’ (1955), Forró de Zé Tatu
do Nascimento, Luís ‘Lua’ Gonzaga (1957), Forró no escuro
Fuga da África, Luiz Gonzaga (1944)
Hora do adeus, Luiz Queiroga e Onildo Almeida (1967)
Imbalança, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1952)
Jardim da saudade, Alcides Gonçalves e Lupicínio Rodrigues (1952)
Juca, Lupicínio Rodrigues (1952)
Lascando o cano, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1954)
Légua tirana, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1949)
Lembrança de primavera, Gonzaguinha (1964)
Liforme instravagante, Raimundo Granjeiro (1963)
Lorota boa, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1949)
Moda da mula preta, Raul Torres (1948)
Moreninha tentação, Sylvio Moacyr de Araújo e Luiz Gonzaga (1953)
No Ceará não tem disso, não, Guio de Morais (1950)
No meu pé de serra, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1947)
Noites brasileiras, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1954)
Numa sala de reboco, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1964)
O maior tocador, Luiz Guimarães (1965)
O xote das meninas, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1953)
Ô véio macho, Rosil Cavalcanti (1962)
Obrigado, João Paulo, Luiz Gonzaga e Padre Gothardo (1981)
O fole roncou, Luiz Gonzaga e Nelson Valença (1973)
Óia eu aqui de novo, Antônio Barros (1967)
Olha pro céu, Luiz Gonzaga e Peterpan (1951)
Ou casa, ou morre, Elias Soares (1967)
Ovo azul, Miguel Lima e Paraguaçu (1946)
Padroeira do Brasil, Luiz Gonzaga e Raimundo Granjeiro (1955)
Pão-duro, Assis Valente e Luiz Gonzaga (1946)
Pássaro carão, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1962)
Pau-de-arara, Guio de Morais e Luiz Gonzaga (1952)
Paulo Afonso, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1955)
Pé de serra, Luiz Gonzaga (1942)
Penerô xerém, Luiz Gonzaga e Miguel Lima (1945)
Perpétua, Luiz Gonzaga e Miguel Lima (1946)
Piauí, Sylvio Moacyr de Araújo (1952)
Piriri, Albuquerque e João Silva (1965)
Quase maluco, Luiz Gonzaga e Victor Simon (1950)
Quer ir mais eu?, Luiz Gonzaga e Miguel Lima (1947)
Quero chá, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1965)
Padre sertanejo, Helena Gonzaga e Pantaleão (1964)
Respeita Januário, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1950)
Retrato de Um Forró,Luiz Ramalho e Luiz Gonzaga (1974)
Riacho do Navio, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1955)
Sabiá, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1951)
Sanfona do povo, Luiz Gonzaga e Luiz Guimarães (1964)
Sanfoneiro Zé Tatu, Onildo Almeida (1962)
São-joão na roça, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1952)
Siri jogando bola, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1956)
Tropeiros da Borborema, Raimundo Asfora / Rosil Cavalcante
Vem, morena, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1950)
Vira-e-mexe, Luiz Gonzaga (1941)
Xanduzinha, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1950)
Xote dos cabeludos, José Clementino e Luiz Gonzaga (1967)
Bibliografia

Dominique. Vida do Viajante: A saga de Luiz Gonzaga. 2 ed. São Paulo: 34, 1997. ISBN 8573260343
Ângelo, Assis. Eu Vou Contar Pra Vocês. São Paulo: Ícone, 1990. ISBN 8527401312
Luiz Gonzaga: Vozes do Brasil. São Paulo: Martin Claret, 1990. ISBN 8‐572‐32001‐6

Cinema

  • Gonzaga, de pai pra filho, 2012

Monumento mostra o local onde nasceu Luiz Gonzaga do Nascimento, há 100 anos. (Foto: Luna Markman / G1 PE)
Monumento mostra o local onde nasceu Luiz Gonzaga do Nascimento, há 100 anos.
(Foto: Luna Markman / G1 PE)
Fazenda Araripe, onde nasceu Luiz Gonzaga, recebe fãs de todo o país
Residência do Barão de Exu também fica na propriedade.
Moradores da região se orgulham de contar toda a história do Rei do Baião
Carros do Mato Grosso do Sul, Tocantins, Piauí, Ceará, Maranhão, Goiás, São Paulo, Espírito Santo e vários outros cantos do Brasil se dirigiram, na manhã desta quinta-feira (13), para uma fazenda emblemática em Exu, no Sertão de Pernambuco, a Araripe. É que ela ainda guarda construções que marcaram a vida de Luiz Gonzaga, como casas nas quais viveram os pais Januário e Santana, a Igreja de São João Batista, a residência do Barão de Exu. Um monumento ainda mostra o local onde nasceu a criança que se tornaria o Rei do Baião, há exatos cem anos.
A Fazenda Araripe fica a 12 quilômetros de Exu. Uma estradinha de areia e cascalho, envolta de caatinga seca, distante 800 metros da entrada do terreno, leva ao local onde Luiz Gonzaga nasceu, no dia 13 de dezembro de 1912


. Era dia de Santa Luzia, mês do Natal, nascimento de Jesus. Daí a explicação do nome escolhido para o caboclinho, Luiz Gonzaga do Nascimento, segundo filho do sanfoneiro Januário e da agricultora Santana. O padre que batizou o menino sugeriu chamá-lo de Luiz por ter nascido no dia de Santa Luzia; Gonzaga porque o nome completo de São Luiz era Luiz Gonzaga; e nascimento, porque dezembro é o mês do nascimento de Jesus.
O bancário Edson Massariol conheceu o lugar acompanhado do pai Pedro Massariol, que já tinha estado em Exu, em 2008. "Sou fã de Luiz Gonzaga desde 1952, quando eu tinha 18 anos e ele se apresentou na praça da minha cidade, Colatina, no Espírito Santo.
Casa de Januário e Santana, pais do Rei do Baião, foi o cenário da famosa volta do sanfoneiro para a terra natal. (Foto: Luna Markman / G1 PE)
Casa de Januário e Santana, pais do Rei do Baião, foi o cenário da famosa volta do sanfoneiro para a terra natal, cantada em "Respeita Januário". (Foto: Luna Markman / G1 PE)
Eu já tinha escutado ele pelo rádio. A primeira vez foi como a sensação de comer uma coisa gostosa", brincou Pedro. Quando soube da comemoração do centenário, quis que o filho visitasse esse pedaço do Sertão. "Admiro muito a poesia, o talento de Gonzagão. E o Nordeste todo é muito diferente do nosso estado, apesar da seca, é muito bonito", falou Edson.
 Saindo da estradinha de terra, entrando na única "rua" da Fazenda, com poucas casas em cada lado da via, uma de cor lilás chama atenção. O movimento é tão grande lá dentro quanto nas calçadas, cheias de turistas. Ali viveu Chiquinha Gonzaga, irmã do velho Lua. Hoje, é dona Raimunda de Souza, de 77 anos, quem habita o lugar, mais duas filhas e dois netos.
Ela fala, bastante orgulhosa, que seu pai, Jesus de Souza, era primo de Januário. Naquela época, primo de pai era tido como tio. E Santana foi madrinha dela. "Se eles eram boas pessoas? Ave Maria, demais.
Eles tinham muita consideração por nós, um povo bom mesmo", lembrou dona Raimunda, monstrando as fotos dos célebres parentes penduradas nas paredes de reboco.
Agora, a lembrança que não sai da mente dela é a da chegada de Gonzagão, em 1946, após anos no Rio de Janeiro. Prestes a completar 18 anos, Luiz fugiu de casa após desavença com a a mãe para o Crato, no Ceará, onde ingressou no Exército. Pulou de quartel em quartel pelo Brasil, até chegar na capital carioca, onde também iniciou sua carreira artística, tocando sanfona. Só quando ingressou na gravadora RCA e tocou no rádio, considerou-se um artista "de verdade". Então, achou que era hora de regressar a Exu.
"Eu lembro como se fosse hoje. Tinha uns 13 anos. Luiz chegou de madrugada, mas a gente só soube de manhã. Eu tava na roça e mãe me buscou, dizendo que era para eu me arrumar. Fui na casa dele, fui apresentada a ele, que tava todo vestido de branco, sentado em um banco de [madeira] bodocó e a sanfona. Foi festa o dia todinho. Só de pensar que ele morreu, encho os olhos de água. Apesar de ser rei, ele tratava todo mundo igual", contou dona Raimunda, sem largar o braço da repórter. Ela gosta de contar essa história...
13/12/2012 16h54 - Atualizado em 13/12/2012 16h54
Fazenda Araripe, onde nasceu Luiz Gonzaga, recebe fãs de todo o país
Residência do Barão de Exu também fica na propriedade.
Moradores da região se orgulham de contar toda a história do Rei do Baião.
Luna Markman
Do G1 PE, em Exu
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publicado por duronaqueda às 19:46

biografia Nikola Tesla(inventor e cientista)

Quinta-feira, 13.12.12

Nikola Tesla (Nicola Tesla ou Никола Тесла) (Smiljan, Império Austríaco, 10 de Julho de 1856 — Nova Iorque, 7 de Janeiro de 1943) foi um inventor nos campos da engenharia mecânica e electrotécnica, de etnia sérvia nascido na aldeia de Smiljan, Vojna Krajina, no território da atual Croácia. Era súdito do Império Austríaco por nascimento e mais tarde tornou-se um cidadão estadunidense.  Tesla é muitas vezes descrito como um importante cientista e inventor da idade moderna, um homem que "espalhou luz sobre a face da Terra".  É mais conhecido pela suas muitas contribuições revolucionárias no campo do electromagnetismo no fim do século XIX e início do século XX. As patentes de Tesla e o seu trabalho teórico formam as bases dos modernos sistemas de potência eléctrica em corrente alterna (AC), incluindo os sistemas polifásicos de distribuição de energia e o motor AC, com os quais ajudou na introdução da Segunda Revolução Industrial.

Depois da sua demonstração de transmissão sem fios (rádio) em 1894 e após ser o vencedor da "Guerra das Correntes", tornou-se largamente respeitado como um dos maiores engenheiros electrotécnicos que trabalhavam nos EUA.  Muitos dos seus primeiros trabalhos foram pioneiros na moderna engenharia electrotécnica e muitas das suas descobertas foram importantes a desbravar caminho para o futuro. Durante este período, nos Estados Unidos, a fama de Tesla rivalizou com a de qualquer outro inventor ou cientista da história e cultura popular,  mas devido à sua personalidade excêntrica e às suas afirmações aparentemente bizarras e inacreditáveis sobre possíveis desenvolvimentos científicos, Tesla caiu eventualmente no ostracismo e era visto como um cientista louco.  Nunca tendo dado muita atenção às suas finanças, Tesla morreu empobrecido aos 86 anos.

Ficheiro:Tesla young.jpg
Cerca de 1879, aos 23 anos

A unidade de SI que mede a densidade do fluxo magnético ou a indução magnética (geralmente conhecida como campo magnético "B"), o tesla, foi nomeada em sua honra (na Conférence Générale des Poids et Mesures, Paris, 1960), assim como o efeito Tesla da transmissão sem-fio de energia para aparelhos electrónicos com energia sem fio, que Tesla demonstrou numa escala menor (lâmpadas eléctricas) já em 1893 e aspirava usar para a transmissão intercontinental de níveis industriais de energia no seu projecto inacabado da Wardenclyffe Tower.

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Casa onde nasceu Nikola Tesla e estátua na aldeia de Smiljan, Croácia

 parte os seus trabalhos em electromagnetismo e engenharia electromecânica, Tesla contribuiu em diferentes medidas para o estabelecimento da robótica, controle remoto, radar e ciência computacional, e para a expansão da balística, física nuclear,  e física teórica. Em 1943 o Supremo Tribunal dos Estados Unidos acreditou-o como sendo o inventor do rádio.  Muitos das suas realizações foram usadas, com alguma controvérsia, para apoiar várias pseudociências, teorias sobre OVNIs, e as primeiras formas de ocultismo New Age.

Tesla recebeu da Checoslováquia a mais alta ordem do Leão Branco.

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Campo magnético rotativo trifásico
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Turbina de Tesla, 1909


                                                        Primeiros anos
Tesla nasceu na aldeia de Smiljan, Império Austríaco, perto da cidade de Gospic, hoje na actual Croácia, filho de pais sérvios.

O seu certificado de batismo registra que nasceu a 9 de Julho de 1856, filho do Padre Milutin Tesla, presbítero da Igreja Ortodoxa Sérvia, Metropolitanato de Sremski Karlovci, e de Ðuka Mandic. A sua origem paterna supõe-se que seja ou de um dos clãs sérvios locais na região do vale do Tara ou da nobreza herzegovina descendente de Pavle Orlovic  A sua mãe, Ðuka , filha de um padre da Igreja Ortodoxa Sérvia, era proveniente de uma família domiciliada em Lika e Banija, mas com raízes profundas no Kosovo. Era talentosa a fazer utensílios domésticos e memorizou muitos poemas épicos sérvios, mas nunca aprendeu a ler.

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Descarga de Tesla


Nikola foi o quarto de cinco filhos, tendo um irmão mais velho (Dane, que foi morto num acidente equestre quando Nikola tinha cinco anos) e três irmâs (Milka, Angelina e Marica).  A família mudou-se para Gospic em 1862. Tesla frequentou a escola em Karlovac, conseguindo fazer quatro anos em apenas três. 

Tesla estudou depois engenharia electrotécnica na Politécnico Austríaco em Graz (1875). Enquanto aí estava, estudou as utilizações da corrente alterna. Algumas fontes referem que recebeu graus de bacharelato da Universidade ed Graz.  No entanto, a universidade afirma que não recebeu nenhum grau e que não continuou os estudos após o primeiro semestre do terceiro ano, durante o qual deixou de assistir às aulas.  Em Dezembro de 1878 deixou Graz e quebrou todas as relações com a sua família.

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Milutin Tesla, pai de Nikola

Os amigos pensaram que tinha se afogado no Mura. Foi para Maribor, (atual Eslovénia), onde arranjou um primeiro emprego como engenheiro assistente durante um ano. Sofreu um esgotamento nervoso nesta altura. Tesla foi mais tarde persuadido pelo seu pai a frequentar a Universidade Carolina em Praga, onde estudou na época do Verão de 1880. Foi aqui que foi influenciado por Ernst Mach. No entanto, após a morte do seu pai, deixou a universidade, tendo completado apenas um termo. 
Tesla dedicou-se a ler muitas obras, memorizando livros inteiros, tendo supostamente uma memória fotográfica.  Tesla relatou na sua autobiografia que experienciava momentos pormenorizados de inspiração. Durante o início da sua vida, Tesla foi atingido pela doença recorrentemente. Sofria de uma maleita peculiar na qual clarões de luz que o cegavam apareciam em frente aos seus olhos, muitas vezes acompanhados de alucinações.

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Mark Twain no laboratório de Tesla, Primavera de 1894

 A maioria das vezes as visões estavam ligadas a uma palavra ou ideia com a qual se deparava; apenas por ouvir o nome de um assunto, involuntariamente o visionava com detalhes realísticos. Os atuais cinestetas reportam sintomas semelhantes. Tesla podia visualizar uma invenção no seu cérebro na sua forma precisa antes de avançar para a fase da construção, uma técnica por vezes conhecida como pensamento visual. Tesla tinha também muitas vezes flashbacks de acontecimentos anteriores da sua vida; isto começou a ocorrer durante a infância.

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Foto do laboratório de Tesla emColorado Springs, em 1900

Em 1880 mudou-se para Budapeste para trabalhar sob a direcção de Tivadar Puskás numa companhia de telegrafia,  a Companhia Nacional de Telefones. Enquanto aí, conheceu Nebojša Petrovic, um jovem inventor sérvio que vivia na Áustria. Embora o encontro de ambos fosse breve, trabalharam em conjunto num projecto que utilizava turbinas gémeas para criar energia continuamente. Quando começaram as comunicações telefónicas em Budapeste em 1881, Tesla tornou-se o electricista-chefe da companhia, e mais tarde engenheiro do primeiro sistema telefónico do país. Desenvolveu também um aparelho que, de acordo com alguns, era um repetidor ou amplificador de telefone, mas que segundo outros poderia ter sido o primeiro altifalante.

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Museu Nikola Tesla em Belgrado, Sérvia

     França e Estados Unidos
Em 1882 deslocou-se para Paris, França para trabalhar como engenheiro na "Continental Edison Company", desenhando aperfeiçoamentos em equipamentos eléctricos. Também trabalhou em Lyon.

Tesla mudou-se para os Estados Unidos em 1884, estabelecendo-se em Nova Iorque e tornando-se um assistente do famoso cientista da época Thomas Alva Edison. Após um sério desentendimento com este por não haver recebido um gigantesco bônus prometido por Edison (segundo ele, uma brincadeira) por algumas de suas aplicações, aprimoramentos e descobertas (1886), Tesla perde o emprego e passa por um período difícil, realizando trabalho braçal.

Em 1887, consegue realizar um contrato com um grande investidor e vende sua patente da corrente alternada para George Westinghouse, que convence o governo americano a adotar o modelo-padrão de corrente alternada como meio mais eficiente para a distribuição de energia elétrica, contrariando interesses de seu antigo empregador Thomas Edison.

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Quando viaja pelos Estados Unidos e Europa, a partir de 1891, apresenta novos ensaios científicos, detalhando aplicações insuspeitadas sobre a aplicação da corrente alternada de alta frequência e várias outras descobertas. Desenvolve a partir desse período um conjunto extenso de inventos para produção e uso da eletricidade, como o motor elétrico e registra outra centena de patentes, como o acoplamento de dois circuitos por indução mútua, princípio adotado nos primeiros geradores industriais de ondas hertz, o princípio e metodologia de criar energia (corrente alternada) através de campo magnético rotativo, o motor assíncrono de campo giratório, entre outros.

Inventou também a corrente polifásica, comutadores elétricos e ligação em estrela, novos tipos de geradores e transformadores, comunicação sem fio, a lâmpada fluorescente, controle remoto por rádio e protótipos de transmissão de energia.


Certidão de Nascimento de Nikola Tesla (sérvio-eslavo cirílico)

          Vida pessoal
Tesla era fluente em muitos idiomas. Além do sérvio, falava ainda sete outras línguas: checo, inglês, francês, alemão, húngaro, italiano e latim.

Tesla pode ter sofrido de transtorno obsessivo-compulsivo,  e tinha muitas manias e fobias pouco habituais. Fazia as coisas de acordo com o número três, e era inflexível em relação a ficar em quartos de hotel cujo número era divisível por três. Tesla era também notado por ficar fisicamente revoltado por joalharia, sobretudo brincos de pérola. Era fastidioso acerca da limpeza e higiene, e era, segundo a opinião corrente, misofóbico.
Tesla era obcecado por pombos, encomendando sementes especiais para os pombos que alimentava no Central Park e chegando mesmo a trazer alguns com ele para o seu quarto de hotel. Tesla era um amante de animais, lembrando-se muitas vezes com contentamento dum gato que tinha tido na infância, "O Magnífico Macak." Tesla nunca se casou. Era celibatário e afirmava que a castidade era muito útil às suas capacidades científicas.  No entanto, existiram numerosos relatos de mulheres disputando a afeição de Tesla, algumas mesmo loucas de amor por ele. Tesla, embora delicado, reagia de um modo ambivalente a essas mulheres, no sentido romântico.


Monumento de Tesla, o aeroporto "Nikola Tesla" - Belgrade


Tesla era sujeito a se alienar e era geralmente murmurado. No entanto, quando realmente participava na vida social, muitas pessoas o referiam de um modo muito positivo e admirador. Robert Underwood Johnson descreveu-o como atingindo uma "distinta doçura, sinceridade, modéstia, refinamento, generosidade, e força." A sua leal secretária, Dorothy Skerrit, escreveu: "o seu sorriso genial e postura nobre sempre evidenciaram o carácter cavalheiresco que estava tão arraigado na sua alma." Hawthorne, amigo de Tesla, escreveu que "poucas vezes se conhece um cientista ou engenheiro que também seja um poeta, um filósofo, um apreciador de música erudita, um linguista, e um connoisseur de comida e bebida."

No entanto, Tesla por vezes mostrava traços de crueldade; expressava abertamente a sua repulsa por pessoas obesas, tendo despedido certa vez uma secretária devido ao seu peso.  Era também rápido a criticar as roupas dos outros, e em muitas ocasiões ordenou uma subordinada que fosse a casa e mudasse de vestido.

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Wardenclyffe Tower (1901-1917) também conhecida como a Torre de Tesla


Tesla era largamente conhecido pela sua teatralidade, apresentando as suas inovações e demonstrações ao público de uma forma artística, quase como um mágico. Isto parece não estar de acordo com a sua observada propensão à reclusão; Tesla era uma figura complexa. Recusava-se a seguir as convenções sem a sua bobina Tesla bombardeando electricidade através da sala, apesar da audiência muitas vezes estar aterrorizada, embora assegurasse que era tudo absolutamente seguro.

Na meia idade, Tesla tornou-se um amigo muito próximo de Mark Twain, passando ambos muito tempo juntos no seu laboratório e em outros lugares.


Nos seus últimos anos Tesla tornou-se um vegetariano. Num artigo da Century Illustrated Magazine escreveu: "É de certo preferível cultivar vegetais e, penso eu, portanto, que o vegetarianismo é uma alternativa recomendável aos hábitos bárbaros estabelecidos." Tesla argumentava que é errado comer carne cara quando um número tão elevado de pessoas está à fome; também acreditava que a alimentação vegetal era "superior a isso [carne] tanto no desempenho mecânico como mental". Também argumentava que o abate dos animais era "imoral e cruel". 

No final da sua vida sofria de sensibilidade extrema à luz, som e outras influências.

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Gerador AC de Tesla

 A unidade SI tesla (T) que mede a densidade do fluxo magnético ou indução magnética (geralmente conhecida como campo magnético B) foi nomeada em honra de Tesla na Conférence Générale des Poids et Mesures, Paris em 1960. O Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE) do qual Tesla foi vice-presidente também criou um prémio em homenagem a Tesla. Designado por IEEE Nikola Tesla Award, é atribuído a um indivíduo ou equipe que tenha contribuido de um modo extraordinário para a geração ou utilização de energia eléctrica, e é considerado como o prémio de maior prestígio na área da energia eléctrica. A cratera Tesla no lado mais distante da Lua e o planeta menor 2244 Tesla foram também nomeados em sua honra.

Tesla figurou em numerosas notas e moedas de dinar jugoslavo e sérvio. A maior central eléctrica sérvia, a TPP Nikola Tesla, deve o seu nome a Tesla. A 10 de Julho de 2006 o maior aeroporto da Sérvia foi renomeado como Aeroporto Nikola Tesla Belgrado em honra do 150º aniversário do nascimento de Tesla.

A canção "Tesla's Hotel Room" dos Handsome Family, nos eu álbum de 2006 Last Days of Wonder, é uma descrição ficcional dos últimos anos de Tesla no hotel New Yorker.

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 100 dinares sérvios (2007)


O grupo de heavy metal Tesla, que ficou famoso com a sua balada de rock "Love Song", deve o seu nome a Nikola Tesla, e o seu site de Internet contém um link para a página web de Nikola Tesla.

O famoso compositor-cantor sérvio Željko Joksimovic compôs em 2006 a canção instrumental "Nikola Tesla", na voz de Jelena Tomaševic para um filme-documentário na Rádio Televisão da Sérvia. Esta canção foi lançada em 2008 na colecção étnica balcânica “Balkan Routes Vol. 01: Nikola Tesla” que é dedicada a Tesla.

Nos anos após a sua morte, muitas das suas inovações, teorias e alegações têm sido usadas, por vezes de forma forçada e controversa, para apoiar várias teorias excêntricas que não são vistas como científicas. Muito do trabalho próprio de Tesla obedece aos princípios e métodos aceites pela ciência, mas a sua personalidade extravagante e as alegações por vezes pouco realistas, combinadas com o seu génio inquestionável, tornaram-no uma figura popular entre teóricos excêntricos e seguidores de teorias da conspiração sobre "conhecimento oculto". Mesmo durante a sua vida, alguns acreditavam que era realmente um ser angélico venusiano enviado à Terra para revelar conhecimento científico à humanidade.  Esta crença é mantida hoje em dia pelos seguidores do Nuwaubianismo.
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Monumentos
Um monumento a Tesla foi construído nas Cataratas do Niágara, Nova Iorque, EUA. Este monumento é uma cópia do monumento que se encontra em frente da Faculdade de Engenharia Electrotécnica da Universidade de Belgrado. Um outro monumento a Tesla, que o representa sobre uma porção de um alternador, foi construído no Queen Victoria Park nas Cataratas do Niágara, Ontario, Canadá.  O monumento foi inaugurado oficialmente no Domingo, 9 de Julho de 2006 no 150º aniversário do nascimento de Tesla. O monumento foi patrocinado pela Igreja Sérvia de São Jorge, Cataratas do Niágara, e concebida por Les Drysdale de Hamilton, Ontário. O projecto de Drysdale foi o vencedor numa competição internacional. O Aeroporto Internacional de Belgrado chama-se "Aeroporto de Belgrado Nikola Tesla". 
                                  Presença na cultura popular
Nikola Tesla está presente na cultura popular enquanto personagem em livros, filmes, rádio, TV, música, teatro, banda desenhada e jogos de vídeo. A falta de reconhecimento recebida por Tesla durante a vida tornou-o numa figura trágica e inspiradora que se adapta bem à ficção dramática. Tesla tem aparecido sobretudo na ficção científica onde as suas invenções encaixam bem. O impacto das tecnologias inventadas por Nikola Tesla é um tema recorrente em muitos tipos de ficção científica

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Tesla segurando uma lâmpada acesa na mão

É um personagem-chave do filme The Prestige (O Grande Truque no Brasil, O Terceiro Passo em Portugal), onde é interpretado pelo célebre cantor britânico David Bowie.

Nikola Tesla também é citado no jogo eletrônico Fallout 3, lançado originalmente em 2008 para PC, Xbox 360 e Playstation 3 e sua sequencia indireta Fallout: New Vegas, lançado originalmente em 2010 para as mesmas plataformas. No jogo, há livros batizados com o nome de Nikola Tesla, que adicionam experiência em armas de energia ao personagem jogável, e é citado em varios momentos durante o DLC Old World Blues.


Monumento de Tesla em frente à Igreja Ortodoxa Sérvia de São. Sava, New York


Ele também se apareceu na série Sanctuary (2007 - 2011) em que o Nikola Tesla histórico se torna um vampiro como resultado de experiências feitas pelos The Five, grupo que inclui a protagonista da série, a Doutora Helen Magnus (protagonizada por Amanda Tapping. O Tesla da série, interpretado pelo a(c)tor canadiano/canadense Jonathon Young (que já havia interpretado Tesla numa peça teatral), além de grande inventor, é um personagem excêntrico, egoista, por vezes malévolo, sempre rude para com os que considera serem seus inferiores intelectualmente apesar da reconciliação com Henry Foss (protagonizado por seu compatriota o a(c)torRyan Robbins) na 4ª e última temporada da série. E apaixonado por Magnus.


Monumento de Tesla, Niagara Falls, Canadá
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publicado por duronaqueda às 12:52








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