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BIOGRAFIA-Janis Joplin

Quinta-feira, 09.10.14

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Posso não durar tanto quanto as outras cantoras, mas sei que posso destruir-me agora se me preocupar demais com o amanhã.
— Janis Joplin
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 Janis Joplin
Janis Lyn Joplin (Port Arthur, 19 de Janeiro de 1943 — Los Angeles, 4 de Outubro de 1970) foi uma cantora e compositora norte-americana. Considerada a "Rainha do Rock and Roll" , "a maior cantora de rock dos anos 60"  e "a maior cantora de blues e soul da sua geração" , ela alcançou proeminência no fim dos anos 60 como vocalista da Big Brother and the Holding Company e, posteriormente, como artista solo, acompanhada de suas bandas de suporte, a Kozmic Blues e a Full Tilt Boogie.
Janis Joplin Stress Grey
Influenciada por grandes nomes do jazz e do blues como Aretha Franklin, Billie Holiday, Etta James, Tina Turner, Big Mama Thornton, Odetta, Leadbelly e Bessie Smith , Janis fez de sua voz a sua característica mais marcante , tornando-se um dos ícones do rock psicodélico e dos anos 60.  Todavia, problemas com drogas e álcool encurtaram sua carreira. Morta em 1970 devido à uma overdose de heroína , Janis lançou apenas quatro álbuns: Big Brother and the Holding Company (1967), Cheap Thrills (1968), I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama! (1969) e o póstumo Pearl (1971), o último com participação direta da cantora.

 Biografia
Janis nasceu na cidade de Port Arthur, Texas, nos Estados Unidos. Ela cresceu ouvindo músicos de blues, tais como Bessie Smith, Leadbelly e Big Mama Thornton e cantando no coro local. Joplin concluiu o curso secundário na Jefferson High School em Port Arthur no ano de 1960, e foi para a Universidade do Texas, na cidade de Austin, onde começou a cantar blues e folk com amigos.
Cultivando uma atitude rebelde, Joplin se vestia como os poetas da geração beat, mudou-se do Texas para San Francisco em 1963, morou em North Beach, e trabalhou como cantora folk.

 A banda assinou um contrato com o selo independente Mainstream Records e gravou um álbum em 1967. Entretanto, a falta de sucesso de seus primeiros singles fez com que o álbum fosse retido até seu sucesso posterior.
O destaque da banda foi no Festival Pop de Monterey, com uma versão da música "Ball and Chain" e os marcantes vocais de Janis. Cheap Thrills de 1968 fez o nome de Janis, foi seu álbum de maior sucesso, continha a música Piece of my heart que atingiu o 1º lugar nas paradas da Billboard e se manteve na posição durante oito semanas não consecutivas.

Ao sair da banda Big Brother (final de 1968), Janis formou um grupo chamado Kozmic Blues Band, que a acompanhou no festival de Woodstock e gravou o álbum I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama! (1969), premiado como disco de ouro mas sem o mesmo sucesso de Cheap Thrills. O grupo se separou, e Joplin formou então o Full Tilt Boogie Band. O resultado foi o álbum Pearl (1971), lançado após sua morte, e que teve como destaque as músicas "Me and Bobby McGee" (de Kris Kristofferson), e "Mercedes-Benz", escrita pelo poeta beatnik Michael McClure.

As últimas gravações que Janis fez foram Mercedes Benz e Happy Trails, sendo a última feita como um presente de aniversário para John Lennon que faria aniversário em 9 de outubro, em entrevista, Lennon contou que a fita chegou em sua casa após a morte de Janis.

  Janis Joplin no Brasil
Janis Joplin esteve no Brasil em fevereiro de 1970, na tentativa de se livrar do vício da heroína. Durante a sua estada, fez topless em Copacabana, bebeu muito, cantou em um bordel, foi expulsa do Hotel Copacabana Palace por nadar nua na piscina e quase foi presa, pelas suas atitudes na praia, consideradas "fora do normal". 
Como era época de carnaval, tentou participar de um desfile de escola de samba, porém teve acesso negado por um segurança que desconfiou de sua vestimenta hippie. Janis teve uma breve relação amorosa com o rockeiro brasileiro Serguei. (ele nega,fica a duvida no ar talvez pelo fato de ser homosexual ele diz não vai saber?)

  Morte

No dia 3 de outubro de 1970, Janis visitou o estúdio Sunset Sound Recorders em Los Angeles, Califórnia, para ouvir o instrumental da música de Nick Gravenite, Buried Alive in the Blues, a gravação dos vocais estava agendada para o dia seguinte, pela noite ela foi para o hotel, no dia das gravações (4 de outubro) não apareceu no estúdio, então John Cooke (empresário da banda) foi até o hotel, onde a encontrou morta, vítima de overdose de heroína possívelmente combinada com efeitos do alcool.

   Sua morte ocorreu quando tinha apenas 27 anos. Foi cremada no cemitério-parque memorial de Westwood Village, em Westwood, Califórnia. Durante a cerimônia, suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico.
O álbum Pearl foi lançado 6 meses após sua morte. O filme The Rose, com Bette Midler, baseou-se em sua vida.
Ela hoje é lembrada por sua voz forte e marcante, bastante distante das influências folk mais comuns em sua época, e também pelos temas de dor e perda que escolhia para suas músicas
.

                              
           Discografia

Big Brother and the Holding Company
Big Brother & the Holding Company - 1967
Cheap Thrills - 1968
Live at Winterland '68 - 1999
Kozmic Blues Band
I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama! - 1969
Full Tilt Boogie Band
Pearl - 1971
Big Brother and the Holding Company / Full Tilt Boogie Band
Joplin: In Concert - 1972

                             
       The Rose
The Rose (br / pt: A Rosa) é um filme estadunidense de 1979, do gênero drama biográfico, dirigido por Mark Rydell, com roteiro baseado na vida de Janis Joplin, e com Bette Midler no papel principal.


                  Principais prêmios e indicações

O filme concorreu ao Oscar, ao BAFTA e ao Prêmio César, e venceu o Globo de Ouro nas categorias de melhor atriz de cinema - musical / comédia (Bette Midler), melhor som original - cinema e nova estrela do ano em cinema (feminino) (Bette Midler).

 Elenco

Bette Midler como Mary Rose Foster (The Rose)
Alan Bates como Rudge Campbell
Frederic Forrest como Houston Dyer
Harry Dean Stanton como Billy Ray
Barry Primus como Dennis
David Keith como Pfc. Mal
Sandra McCabe como Sarah Willingham
Will Hare como Mr. Leonard
James Keane como Sam
Doris Roberts como Mrs. Foster
Danny Weis como Danny, líder da banda e guitarrista do "The Rose Band"

    
        Trilha sonora

O álbum The Rose do filme foi produzido por Paul A. Rothchild, o produtor do último álbum de Janis Joplin, Pearl.
A canção-título, composta por Amanda McBroom, aparece no final do filme durante os créditos. Bette Midler, com a canção ficou em terceiro lugar nas paradas dos Estados Unidos e ganhou um disco de ouro em 1980.
"Whose Side Are You On" (Kenny Hopkins, Charley Williams) — 3:58
"Midnight In Memphis" (Tony Johnson) — 3:23
"Concert Monologue" — 2:42
"When a Man Loves a Woman" (Calvin Lewis, Andrew Wright) — 4:42
"Sold My Soul To Rock 'N' Roll" (Gene Pistilli) — 3:23
"Keep On Rockin'" (Sam Hagar, John Carter) — 3:02
"Love Me with a Feeling" (Hudson Whittaker) — 3:38
"Camellia" (Stephen Hunter) — 2:42
"Homecoming Monologue" — 1:22
"Stay with Me" (Jerry Ragaovy, George Weiss) — 5:00
"Let Me Call You Sweetheart" (Beth Slater Whitson, Leo Friedman) — 1:30
"The Rose" (Amanda McBroom) — 3:40

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BIOGRAFIA-Janis Joplin

Quinta-feira, 09.10.14

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Posso não durar tanto quanto as outras cantoras, mas sei que posso destruir-me agora se me preocupar demais com o amanhã.
— Janis Joplin
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 Janis Joplin
Janis Lyn Joplin (Port Arthur, 19 de Janeiro de 1943 — Los Angeles, 4 de Outubro de 1970) foi uma cantora e compositora norte-americana. Considerada a "Rainha do Rock and Roll" , "a maior cantora de rock dos anos 60"  e "a maior cantora de blues e soul da sua geração" , ela alcançou proeminência no fim dos anos 60 como vocalista da Big Brother and the Holding Company e, posteriormente, como artista solo, acompanhada de suas bandas de suporte, a Kozmic Blues e a Full Tilt Boogie.
Janis Joplin Stress Grey
Influenciada por grandes nomes do jazz e do blues como Aretha Franklin, Billie Holiday, Etta James, Tina Turner, Big Mama Thornton, Odetta, Leadbelly e Bessie Smith , Janis fez de sua voz a sua característica mais marcante , tornando-se um dos ícones do rock psicodélico e dos anos 60.  Todavia, problemas com drogas e álcool encurtaram sua carreira. Morta em 1970 devido à uma overdose de heroína , Janis lançou apenas quatro álbuns: Big Brother and the Holding Company (1967), Cheap Thrills (1968), I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama! (1969) e o póstumo Pearl (1971), o último com participação direta da cantora.

 Biografia
Janis nasceu na cidade de Port Arthur, Texas, nos Estados Unidos. Ela cresceu ouvindo músicos de blues, tais como Bessie Smith, Leadbelly e Big Mama Thornton e cantando no coro local. Joplin concluiu o curso secundário na Jefferson High School em Port Arthur no ano de 1960, e foi para a Universidade do Texas, na cidade de Austin, onde começou a cantar blues e folk com amigos.
Cultivando uma atitude rebelde, Joplin se vestia como os poetas da geração beat, mudou-se do Texas para San Francisco em 1963, morou em North Beach, e trabalhou como cantora folk.

 A banda assinou um contrato com o selo independente Mainstream Records e gravou um álbum em 1967. Entretanto, a falta de sucesso de seus primeiros singles fez com que o álbum fosse retido até seu sucesso posterior.
O destaque da banda foi no Festival Pop de Monterey, com uma versão da música "Ball and Chain" e os marcantes vocais de Janis. Cheap Thrills de 1968 fez o nome de Janis, foi seu álbum de maior sucesso, continha a música Piece of my heart que atingiu o 1º lugar nas paradas da Billboard e se manteve na posição durante oito semanas não consecutivas.

Ao sair da banda Big Brother (final de 1968), Janis formou um grupo chamado Kozmic Blues Band, que a acompanhou no festival de Woodstock e gravou o álbum I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama! (1969), premiado como disco de ouro mas sem o mesmo sucesso de Cheap Thrills. O grupo se separou, e Joplin formou então o Full Tilt Boogie Band. O resultado foi o álbum Pearl (1971), lançado após sua morte, e que teve como destaque as músicas "Me and Bobby McGee" (de Kris Kristofferson), e "Mercedes-Benz", escrita pelo poeta beatnik Michael McClure.

As últimas gravações que Janis fez foram Mercedes Benz e Happy Trails, sendo a última feita como um presente de aniversário para John Lennon que faria aniversário em 9 de outubro, em entrevista, Lennon contou que a fita chegou em sua casa após a morte de Janis.

  Janis Joplin no Brasil
Janis Joplin esteve no Brasil em fevereiro de 1970, na tentativa de se livrar do vício da heroína. Durante a sua estada, fez topless em Copacabana, bebeu muito, cantou em um bordel, foi expulsa do Hotel Copacabana Palace por nadar nua na piscina e quase foi presa, pelas suas atitudes na praia, consideradas "fora do normal". 
Como era época de carnaval, tentou participar de um desfile de escola de samba, porém teve acesso negado por um segurança que desconfiou de sua vestimenta hippie. Janis teve uma breve relação amorosa com o rockeiro brasileiro Serguei. (ele nega,fica a duvida no ar talvez pelo fato de ser homosexual ele diz não vai saber?)

  Morte

No dia 3 de outubro de 1970, Janis visitou o estúdio Sunset Sound Recorders em Los Angeles, Califórnia, para ouvir o instrumental da música de Nick Gravenite, Buried Alive in the Blues, a gravação dos vocais estava agendada para o dia seguinte, pela noite ela foi para o hotel, no dia das gravações (4 de outubro) não apareceu no estúdio, então John Cooke (empresário da banda) foi até o hotel, onde a encontrou morta, vítima de overdose de heroína possívelmente combinada com efeitos do alcool.

   Sua morte ocorreu quando tinha apenas 27 anos. Foi cremada no cemitério-parque memorial de Westwood Village, em Westwood, Califórnia. Durante a cerimônia, suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico.
O álbum Pearl foi lançado 6 meses após sua morte. O filme The Rose, com Bette Midler, baseou-se em sua vida.
Ela hoje é lembrada por sua voz forte e marcante, bastante distante das influências folk mais comuns em sua época, e também pelos temas de dor e perda que escolhia para suas músicas
.

                              
           Discografia

Big Brother and the Holding Company
Big Brother & the Holding Company - 1967
Cheap Thrills - 1968
Live at Winterland '68 - 1999
Kozmic Blues Band
I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama! - 1969
Full Tilt Boogie Band
Pearl - 1971
Big Brother and the Holding Company / Full Tilt Boogie Band
Joplin: In Concert - 1972

                             
       The Rose
The Rose (br / pt: A Rosa) é um filme estadunidense de 1979, do gênero drama biográfico, dirigido por Mark Rydell, com roteiro baseado na vida de Janis Joplin, e com Bette Midler no papel principal.


                  Principais prêmios e indicações

O filme concorreu ao Oscar, ao BAFTA e ao Prêmio César, e venceu o Globo de Ouro nas categorias de melhor atriz de cinema - musical / comédia (Bette Midler), melhor som original - cinema e nova estrela do ano em cinema (feminino) (Bette Midler).

 Elenco

Bette Midler como Mary Rose Foster (The Rose)
Alan Bates como Rudge Campbell
Frederic Forrest como Houston Dyer
Harry Dean Stanton como Billy Ray
Barry Primus como Dennis
David Keith como Pfc. Mal
Sandra McCabe como Sarah Willingham
Will Hare como Mr. Leonard
James Keane como Sam
Doris Roberts como Mrs. Foster
Danny Weis como Danny, líder da banda e guitarrista do "The Rose Band"

    
        Trilha sonora

O álbum The Rose do filme foi produzido por Paul A. Rothchild, o produtor do último álbum de Janis Joplin, Pearl.
A canção-título, composta por Amanda McBroom, aparece no final do filme durante os créditos. Bette Midler, com a canção ficou em terceiro lugar nas paradas dos Estados Unidos e ganhou um disco de ouro em 1980.
"Whose Side Are You On" (Kenny Hopkins, Charley Williams) — 3:58
"Midnight In Memphis" (Tony Johnson) — 3:23
"Concert Monologue" — 2:42
"When a Man Loves a Woman" (Calvin Lewis, Andrew Wright) — 4:42
"Sold My Soul To Rock 'N' Roll" (Gene Pistilli) — 3:23
"Keep On Rockin'" (Sam Hagar, John Carter) — 3:02
"Love Me with a Feeling" (Hudson Whittaker) — 3:38
"Camellia" (Stephen Hunter) — 2:42
"Homecoming Monologue" — 1:22
"Stay with Me" (Jerry Ragaovy, George Weiss) — 5:00
"Let Me Call You Sweetheart" (Beth Slater Whitson, Leo Friedman) — 1:30
"The Rose" (Amanda McBroom) — 3:40

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BIOGRAFIA-Jair Rodrigues

Quinta-feira, 09.10.14

 Jair Rodrigues
Jair Rodrigues de Oliveira (Igarapava, 6 de fevereiro de 1939 — Cotia, 8 de maio de 2014) foi um cantor brasileiro, pai de Luciana Mello e Jair Oliveira.

 Primeiros anos
Nascido em Igarapava, o cantor foi criado em Nova Europa, também interior paulista.2 Durante a juventude, teve várias profissões. Foi engraxate, mecânico e pedreiro, até participar de um programa de calouros da Rádio Cultura e se classificar em primeiro lugar.

Carreira
A carreira musical de Jair Rodrigues começou quando ele se tornou crooner no meio dos anos 50 na cidade de São Carlos,  lá chegando em 1954 e participando da noite são-carlense,  que era intensa na época, também com participações na Rádio São Carlos como calouro e com apresentações, vivendo intensamente nessa cidade até o fim da década.

Em 1958 Jair Rodrigues prestou o serviço militar no Tiro de Guerra de São Carlos, como Soldado Atirador nº 134, que na época era denominado TG 02-043. No início da década de 60, ele foi tentar o sucesso na capital do estado e acabou por participar de programas de calouros na televisão. Em 1965, Elis Regina e Jair Rodrigues fizeram muito sucesso com sua parceria em O Fino da Bossa, programa da TV Record.

Em 1966, o cantor participou e venceu o Festival da Canção de 1966 com a música Disparada, de Geraldo Vandré e Théo de Barros,1 empatando com a música "A Banda", de Chico Buarque. Conhecido por cantar sambas, Jair surpreendeu o público com uma linda interpretação da canção. Disparada. A partir daquele momento, sua carreira decolou e seu talento assegurou décadas de sucesso ao cantor. Nesse período, o artista realizou turnês por Europa, Estados Unidos e Japão.

Em 1971, gravou o samba-enredo Festa para um Rei Negro, da Acadêmicos do Salgueiro, do Rio de Janeiro. Jair interpretou ainda sucessos sertanejos como O Menino da Porteira, Boi da Cara Preta e Majestade o Sabiá. Nas décadas seguintes, sua produção diminuiu de volume. Entretanto, Jair Rodrigues continuaria conhecido por sua grande energia e sua alegria contagiante.

  Discografia
Vou de samba com você (1964)
O samba como ele é (1964)
Dois na Bossa - Elis Regina e Jair Rodrigues (1965)
O sorriso do Jair (1966)
Dois na Bossa nº 2 - Elis Regina & Jair Rodrigues (1966)
Dois na Bossa nº 3 - Elis Regina & Jair Rodrigues (1967)
Jair (1967)
Menino rei da alegria (1968)
Jair de todos os sambas (1969)
Jair de todos os sambas nº 2 (1969)
Talento e bossa de Jair Rodrigues (1970)
É isso aí (1971)
Festa para um rei negro (1971)
Com a corda toda (1972)
Orgulho de um sambista (1973)
Abra um sorriso novamente (1974)
Jair Rodrigues dez anos depois (1974)
Ao vivo no Olympia de Paris (1975)
Eu sou o samba (1975)
Minha hora e vez (1976)
Estou com o samba e não abro (1977)
Pisei chão (1978)
Antologia da seresta (1979)
Couro comendo (1979)
Estou lhe devendo um sorriso (1981)
Antologia da seresta nº 2 (1981)
Alegria de um povo (1981)
Jair Rodrigues de Oliveira (1982)
Carinhoso (1983)
Luzes do prazer (1984)
Jair Rodrigues (1985)
Jair Rodrigues (1988)
Lamento sertanejo (1991)
Viva meu samba (1994)
Eu sou… Jair Rodrigues (1996)
De todas as bossas (1998)
500 anos de folia-100% ao vivo (1999)
500 anos de folia vol. 2 (2000)
Intérprete (2002)
A nova bossa (2004)
Alma negra (2005)
Jair Rodrigues - Programa Ensaio - Brasil 1991 (CD e DVD) (2006)
Festa Para Um Rei Negro (CD e DVD) (2009)

O cantor era casado com Clodine Mello, com quem tinha os filhos Jair Oliveira e Luciana Mello, também cantores. 

O cantor morreu no dia 8 de maio de 2014 na sauna de sua casa, em Cotia, Grande São Paulo.

MATERIA TERRA

Sexta, 6 de fevereiro de 2009, 18h06 

Jair Rodrigues comemora 50 anos de carreira com show em SP
Neste mês, Jair Rodrigues tem dois grandes motivos para comemorar. O primeiro é o seu aniversário de 70 anos, no dia 6, o outro é o cinqüentenário de sua carreira. Em homenagem às duas datas, ele se apresenta no Auditório Ibirapuera, nesta sexta, dividindo o palco com Pelé, Alcione, Chitãozinho e Xororó, Pedro Mariano, Rappin Hood, Simoninha, Max de Castro e Jorge Aragão. No sábado, ele canta os sucessos da carreira acompanhado de sua banda.
Jair Rodrigues de Oliveira nasceu em Igarapava, interior de São Paulo, mas foi criado em Nova Europa, onde morou até 1954, quando se mudou para São Carlos com a família.Durante a juventude, teve várias profissões. Foi engraxate, mecânico e pedreiro, até participar de um programa de calouros da Rádio Cultura e se classificar em primeiro lugar. A partir daí passou a atuar como crooner (cantor de casas noturnas), radicando-se na capital paulista em 1960.Em 1964, lançou seu primeiro compacto, chamado Vou de Samba com Você. Depois veio O Samba Como Ele É, que continha O Morro Não Tem Vez, música de Tom Jobim e Vinicius de Moraes que se tornou o primeiro grande sucesso do cantor.

Seu nome ficou mais conhecido quando gravou Deixa Isso pra Lá (Alberto Paz/ Edson Menezes), marcada pelo gesto que fazia com a palma da mão. Por essa canção, Jair Rodrigues foi considerado o primeiro artista brasileiro a gravar um rap, devido aos versos "deixa que digam, que pensem, que falem" em ritmo funkeado.A ascensão do músico estava só começando. Em 1965, Jair Rodrigues substituiu Baden Powell em um show realizado no Teatro Paramount, em São Paulo. Foi nessa ocasião que cantou pela primeira vez ao lado de Elis Regina, com quem lançou em seguida três LPs ao vivo, Dois na Bossa, volumes 1, 2 e 3. O sucesso foi tanto que os dois passaram a comandar o programa O Fino da Bossa, da TV Record, um dos mais importantes musicais da televisão brasileira.
Em 1966, sua interpretação de Disparada (G. Vandré/ T. Barros) empatou com A Banda de Chico Buarque em primeiro lugar no Festival da Record. No mesmo ano lançou um de seus maiores sucessos, Tristeza (Niltinho/ Haroldo Lobo).

E a popularidade não ficou restrita ao Brasil, Jair também se apresentou em festivais como o MIDEM (França), o Montreux (Suiça) e o San Remo (Itália). Com Elis Regina e o Zimbo Trio ele se apresentou no Cassino Estoril, em Portugal, no Teatro Famoso, na Argentina, e no Cine Ávis, em Angola.Jair Rodrigues foi o primeiro grande cantor a gravar e fazer sucesso com samba-enredo de escolas do Rio, principalmente os da Acadêmicos do Salgueiro, como Bahia de Todos os Deuses (Bala/ Manuel Rosa), Festa para um Rei Negro (Zuzuca) e Mangueira, Minha Querida Madrinha (Tengo-Tengo).Outras músicas que se tornaram populares na voz de Jair Rodrigues foram Triste Madrugada (Jorge Costa), Casa de Bamba (Martinho da Vila) e Vai, Meu Samba (Ari do Cavaco/ Otacílio de Souza).
Do primeiro EP em 1964 até 1985, o músico lançou um disco por ano, sempre fazendo muito sucesso e ganhando notoriedade. Hoje, casado há 35 anos com Claudine, com quem teve dois filhos, Jair e Luciana, Jair Rodrigues leva uma vida mais tranqüila, mas ainda mantém uma agenda regular de shows, discos e turnês.

De geração em geração
Os filhos de Jair Rodrigues, Luciana Mello, 30 anos, e Jair Oliveira, 33, antigamente conhecido como Jairzinho, também fazem sucesso. Ainda na infância, os irmãos montaram a banda Jairzinho e a Patrulha do Barulho, que durou apenas um ano. Logo depois, Jairzinho entrou para a Turma do Balão Mágico, que deu origem ao programa infantil Balão Mágico, na Rede Globo, e foi sucesso na década de 1980.Após o final do programa, Jairzinho começou a cantar ao lado de Simony, mas abandonou a carreira e só a retomou em 2000 com o álbum solo Dis'ritmia. Na época, o violonista, arranjador, produtor, compositor e cantor surpreendeu quem ainda se lembrava dele como o garoto do Balão Mágico. Desde então, usa o nome Jair Oliveira. Seu último CD, intitulado Simples, foi lançado 2006 pelo selo S de Samba, do qual é um dos sócios.Já Luciana começou com uma carreira solo aos quinze anos, quando gravou um disco com a participação de Emilio Santiago. Depois, participou do projeto Artistas Reunidos, em 1999, ao lado de Jairzinho, Wilson Simoninha, Max de Castro e Pedro Mariano. Seu segundo álbum, "Assim Que Se Faz", foi lançado em 2000. O último trabalho é Nêga, de 2007.

MATERIA SOBRE A MORTE DE JAIR RODRIGUES NO UOU

Morre, aos 75 anos, o cantor Jair Rodrigues
O cantor Jair Rodrigues morreu nesta quinta-feira (8), aos 75 anos, em sua casa em Cotia, na Grande São Paulo. Exame preliminar do IML (Instituto Médico Legal) apontou que a causa da morte foi um infarto do miocárdio. O assessor de imprensa do artista, Giuliano Spadari, afirmou ao UOL que Jair foi encontrado por funcionários da família, por volta das 10h, na sauna de sua casa.O velório do corpo do cantor --conhecido por sucessos como "Deixa Isso Pra Lá" e por suas parcerias com Elis Regina-- será realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo, com início previsto para as 20h. O enterro está marcado para as 11h de sexta-feira no cemitério Gethsemani, no Morumbi.
De acordo com o produtor e cunhado do cantor, Pedro Melo, Jair Rodrigues fez um check up no hospital Oswaldo Cruz há três meses, e não apresentava problemas de saúde. Ele cumpria normalmente a agenda de shows e sua última apresentação foi na terça (6), em Minas Gerais. Indiretamente, o músico também estava "em cartaz" em São Paulo, interpretado pelo ator Ícaro Silva, em "Elis, A Musical". O elenco prepara uma homenagem a ele na apresentação desta noite.

Rodrigues deixa a mulher Clodine, dois filhos (os também cantores Luciana Mello e Jair Oliveira) e quatro netos. Parentes e amigos, entre eles o cantor Simoninha, filho de Wilson Simonal, foram à residência do cantor para confortar a família. Em mensagem em sua página no Facebook, Luciana Mello descreveu a morte como um "momento difícil e sofrido" e agradeceu o carinho recebido.
A notícia da morte do cantor repercutiu imediatamente nas redes sociais entre os colegas do samba, do rap e até da música sertaneja, à qual Rodrigues também se associou ao cantar "Disparada", na TV nos anos 60. "Foram muitos anos que a gente se relacionou em eventos. Ele irradiava alegria", comentou Chitãozinho à TV Globo nesta manhã.

Jair, filho da bossa e pai do rap
Jair Rodrigues de Oliveira nasceu no dia 6 de fevereiro de 1939 em Igarapava, interior de São Paulo. Ele iniciou a carreira musical nos anos de 1950 e, na década seguinte, atingiu o sucesso em programas de calouros na televisão.Em 1964 gravou seu disco de estreia, "Vou de Samba com Você, que já apresentava um de seus maiores sucessos, "Deixa Isso Pra Lá", considerado como uma das músicas precursoras do rap, que só viria a nascer duas décadas depois. O álbum traz também "Brasil Sensacional" e "Marechal da Vitória", canções que embalaram a vitória da seleção brasileira de futebol na Copa do Chile.Ao lado de Elis Regina, Jair Rodrigues se tornou um dos grandes nomes do samba ao participar do notório "O Fino da Bossa", programa da TV Record que foi ao ar entre 1965 e 1967.
Com jeito brincalhão de malandro e voz potente, Jair ficou nacionalmente conhecido através dos duetos com a "Pimentinha". O trabalho rendeu três discos: "Dois na Bossa" nos volumes 1, 2 e 3, gravados ao vivo. Na época, foi um dos primeiros registros a atingir mais de 1 milhão de cópias.

A interpretação de Jair ganhou dimensão que ressoa até hoje principalmente com a canção "Disparada", de Geraldo Vandré e Théo de Barros. A canção sertaneja foi sensação no Festival da Música em 1966, principalmente pelo fato de Jair ter ficado conhecido como um artista do samba. "Disparada" acabou empatada com "A Banda", de Chico Buarque.Jair realizou turnês pela Europa, Estados Unidos e Japão. Em 1971, gravou o samba-enredo "Festa para um Rei Negro", da Acadêmicos do Salgueiro.
Carismático, Jair Rodrigues revisitou o disco "Dois na Bossa" no palco dedicado a Elis Regina na Virada Cultural de 2012, em São Paulo. Na ocasião, ele afirmou que Elis havia sido um "grande amor". Ele voltaria a relembrar da época ao assistir o espetáculo "Elis, a Musical", quando aplaudiu de pé e foi homenageado pelo público.

Em julho do ano passado, Rodrigues se viu envolvido em uma polêmica após aparecer em Brasília ao lado de artistas que se declaravam contrários à aprovação de um projeto de lei que criou regras mais rígidas para o funcionamento do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). Posteriormente, o cantor negou ao UOL que estivesse do lado do Ecad: "Eu não represento o Ecad e o Ecad não me representa", disse.
O último trabalho, o disco duplo "Samba Mesmo", é uma homenagem do cantor ao samba e à seresta, e foi lançado em fevereiro.

Homenagem de Dilma Rousseff ao cantor Jair Rodrigues
A página da presidente Dilma Rousseff no Facebook homenageou o cantor Jair Rodrigues, que morreu nesta quinta-feira (8). O tributo traz uma imagem com a foto do artista, sorridente, com um trecho da canção "Disparada", escrita por Geraldo Vandré e Théo de Barros e interpretada por Jair Rodrigues.O cantor Jair Rodrigues morreu nesta quinta-feira (8), aos 75 anos, em sua casa em Cotia, na Grande São Paulo. Exame preliminar do IML (Instituto Médico Legal) apontou que a causa da morte foi um infarto do miocárdio. O assessor de imprensa do artista, Giuliano Spadari, afirmou ao UOL que Jair --conhecido por sucessos como "Deixa Isso Pra Lá" e por suas parcerias com Elis Regina-- foi encontrado por funcionários da família, por volta das 10h, na sauna de sua casa. 
O velório será realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo, com início previsto para as 20h. O enterro está marcado para as 11h de sexta-feira no cemitério Gethsemani, no Morumbi.

Ainda de acordo com sua assessoria, Jair Rodrigues não apresentava problemas de saúde e cumpria normalmente a agenda de shows. Uma de suas últimas apresentações foi no dia 5 de abril no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, com ingressos esgotados. Indiretamente, o músico também estava "em cartaz" em São Paulo, interpretado pelo ator Ícaro Silva, em "Elis, A Musical". O elenco prepara uma homenagem a ele na apresentação desta noite.Rodrigues deixa a mulher Clodine, dois filhos (os também cantores Luciana Mello e Jairzinho) e quatro netos, que estão reunidos na casa do artista.Parentes e amigos, entre eles o cantor Simoninha, filho de Wilson Simonal, também chegaram para confortar a família. Em mensagem em sua página no Facebook, Luciana Mello descreveu a morte como um "momento difícil e sofrido" e agradeceuo carinho recebido.A notícia da morte do cantor repercutiu imediatamente nas redes sociais entre os colegas do samba, do rap e até da música sertaneja, à qual Rodrigues também se associou ao cantar "Disparada", na TV nos anos 60. "Foram muitos anos que a gente se relacionou em eventos. Ele irradiava alegria", comentou Chitãozinho à TV Globo nesta manhã.

MATERIA DO G1 

Jair Rodrigues morre aos 75 anos
Segundo produtora, cantor estava em casa, em Cotia (SP).
Ele era conhecido por sucessos como 'Disparada' e 'Deixa isso pra lá'
Morreu Jair Rodrigues, aos 75 anos, de infarto agudo do miocárdio, informou a assessoria de imprensa do cantor. O corpo foi encontrado na sauna da casa em que Jair morava, em Cotia (SP), na manhã desta quinta-feira (8), e seguiu para o Instituto Médico Legal no começo da tarde. O velório acontece na Assembleia Legislativa, em São Paulo, a partir das 20h, aberto ao público.O enterro está marcado para o Cemitério Gethsêmani no Morumbi na sexta-feira (9), às 11h, apenas para familiares e amigos.
Iraci dos Santos, amiga da família, disse ao G1 que seu filho Alex Dorival, afilhado de Jair, estava na casa do cantor na noite desta quarta. Segundo ela, Jair se despediu e foi para a sauna por volta de 22h. Iraci contou que Jair foi encontrado morto nesta manhã, na sauna.

Começo nos anos 60
Jair Rodrigues de Oliveira nasceu em Igarapava (SP), em 6 de fevereiro de 1939. Pai dos também cantores Jair de Oliveira e Luciana Mello, ele começou sua carreira nos anos 1960, em programas de calouros. Três anos antes, foi crooner em casas no interior de São Paulo.

Em 1962, gravou aquele que é considerado seu registro de estreia, um disco de 78 rotações. Segundo o perfil, duas das músicas, "Brasil sensacional" e "Marechal da vitória", tinham como tema a Copa do Mundo daquele ano, no Chile, que foi vencida pela seleção brasileira.
Em 1964, gravou seus dois primeiros LPs, "Vou de samba com você" e "O samba como ele é". Seu maior sucesso no período foi a música "Deixa isso pra lá", tida como precursora do rap no Brasil.
Marcada pelo movimento característico das mãos de Jair Rodrigues, a faixa foi regravada em 1999 em parceria com o grupo Camorra, diz o perfil.

Jair Rodrigues também ficou conhecido pelo trabalho ao lado de Elis Regina. Os dois iniciaram a colaboração em 1965 e lançaram o disco ao vivo "Dois na bossa".
A boa repercussão do LP rendeu o convite para apresentar o programa "O Fino da Bossa", que estreou em maio daquele ano na TV Record. Com Elis, o cantor lançou em 1966 e 1967 outros dois volumes da série "Dois na bossa".A vitória no II Festival de Música Popular Brasileira, em 1966, foi outro ponto marcante da carreira de Jair Rodrigues.
Ele concorreu com "Disparada", escrita por Geraldo Vandré e Teo de Barros). Na final, dividiu o primeiro lugar com "A banda", composição de Chico Buarque interpretada na ocasião por Nara Leão.
Em 1975, nasceu Jair Oliveira, o Jairzinho. Foi estrela do grupo infantil Balão Mágico e depois passou a cantar MPB.

Quatro anos depois, nasceu Luciana Mello. Influenciada pelo pai e pelo irmão, também seguiu a carreira musical.
Nos últimos anos, Jair Rodrigues seguia na ativa em projetos com os filhos, em discos lançados por ele e também ao participar de homenagens para Elis Regina. Em 2012, participou de eventos que lembraram os 30 anos de morte da cantora.
Ele seguia em turnê para divulgar seu disco mais recente, "Samba mesmo", que teve dois volumes lançados em março deste ano. Jair tinha apresentações marcadas para os próximos dias em Florianópolis e Contagem (MG).
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BIOGRAFIA-Jair Rodrigues

Quinta-feira, 09.10.14

 Jair Rodrigues
Jair Rodrigues de Oliveira (Igarapava, 6 de fevereiro de 1939 — Cotia, 8 de maio de 2014) foi um cantor brasileiro, pai de Luciana Mello e Jair Oliveira.

 Primeiros anos
Nascido em Igarapava, o cantor foi criado em Nova Europa, também interior paulista.2 Durante a juventude, teve várias profissões. Foi engraxate, mecânico e pedreiro, até participar de um programa de calouros da Rádio Cultura e se classificar em primeiro lugar.

Carreira
A carreira musical de Jair Rodrigues começou quando ele se tornou crooner no meio dos anos 50 na cidade de São Carlos,  lá chegando em 1954 e participando da noite são-carlense,  que era intensa na época, também com participações na Rádio São Carlos como calouro e com apresentações, vivendo intensamente nessa cidade até o fim da década.

Em 1958 Jair Rodrigues prestou o serviço militar no Tiro de Guerra de São Carlos, como Soldado Atirador nº 134, que na época era denominado TG 02-043. No início da década de 60, ele foi tentar o sucesso na capital do estado e acabou por participar de programas de calouros na televisão. Em 1965, Elis Regina e Jair Rodrigues fizeram muito sucesso com sua parceria em O Fino da Bossa, programa da TV Record.

Em 1966, o cantor participou e venceu o Festival da Canção de 1966 com a música Disparada, de Geraldo Vandré e Théo de Barros,1 empatando com a música "A Banda", de Chico Buarque. Conhecido por cantar sambas, Jair surpreendeu o público com uma linda interpretação da canção. Disparada. A partir daquele momento, sua carreira decolou e seu talento assegurou décadas de sucesso ao cantor. Nesse período, o artista realizou turnês por Europa, Estados Unidos e Japão.

Em 1971, gravou o samba-enredo Festa para um Rei Negro, da Acadêmicos do Salgueiro, do Rio de Janeiro. Jair interpretou ainda sucessos sertanejos como O Menino da Porteira, Boi da Cara Preta e Majestade o Sabiá. Nas décadas seguintes, sua produção diminuiu de volume. Entretanto, Jair Rodrigues continuaria conhecido por sua grande energia e sua alegria contagiante.

  Discografia
Vou de samba com você (1964)
O samba como ele é (1964)
Dois na Bossa - Elis Regina e Jair Rodrigues (1965)
O sorriso do Jair (1966)
Dois na Bossa nº 2 - Elis Regina & Jair Rodrigues (1966)
Dois na Bossa nº 3 - Elis Regina & Jair Rodrigues (1967)
Jair (1967)
Menino rei da alegria (1968)
Jair de todos os sambas (1969)
Jair de todos os sambas nº 2 (1969)
Talento e bossa de Jair Rodrigues (1970)
É isso aí (1971)
Festa para um rei negro (1971)
Com a corda toda (1972)
Orgulho de um sambista (1973)
Abra um sorriso novamente (1974)
Jair Rodrigues dez anos depois (1974)
Ao vivo no Olympia de Paris (1975)
Eu sou o samba (1975)
Minha hora e vez (1976)
Estou com o samba e não abro (1977)
Pisei chão (1978)
Antologia da seresta (1979)
Couro comendo (1979)
Estou lhe devendo um sorriso (1981)
Antologia da seresta nº 2 (1981)
Alegria de um povo (1981)
Jair Rodrigues de Oliveira (1982)
Carinhoso (1983)
Luzes do prazer (1984)
Jair Rodrigues (1985)
Jair Rodrigues (1988)
Lamento sertanejo (1991)
Viva meu samba (1994)
Eu sou… Jair Rodrigues (1996)
De todas as bossas (1998)
500 anos de folia-100% ao vivo (1999)
500 anos de folia vol. 2 (2000)
Intérprete (2002)
A nova bossa (2004)
Alma negra (2005)
Jair Rodrigues - Programa Ensaio - Brasil 1991 (CD e DVD) (2006)
Festa Para Um Rei Negro (CD e DVD) (2009)

O cantor era casado com Clodine Mello, com quem tinha os filhos Jair Oliveira e Luciana Mello, também cantores. 

O cantor morreu no dia 8 de maio de 2014 na sauna de sua casa, em Cotia, Grande São Paulo.

MATERIA TERRA

Sexta, 6 de fevereiro de 2009, 18h06 

Jair Rodrigues comemora 50 anos de carreira com show em SP
Neste mês, Jair Rodrigues tem dois grandes motivos para comemorar. O primeiro é o seu aniversário de 70 anos, no dia 6, o outro é o cinqüentenário de sua carreira. Em homenagem às duas datas, ele se apresenta no Auditório Ibirapuera, nesta sexta, dividindo o palco com Pelé, Alcione, Chitãozinho e Xororó, Pedro Mariano, Rappin Hood, Simoninha, Max de Castro e Jorge Aragão. No sábado, ele canta os sucessos da carreira acompanhado de sua banda.
Jair Rodrigues de Oliveira nasceu em Igarapava, interior de São Paulo, mas foi criado em Nova Europa, onde morou até 1954, quando se mudou para São Carlos com a família.Durante a juventude, teve várias profissões. Foi engraxate, mecânico e pedreiro, até participar de um programa de calouros da Rádio Cultura e se classificar em primeiro lugar. A partir daí passou a atuar como crooner (cantor de casas noturnas), radicando-se na capital paulista em 1960.Em 1964, lançou seu primeiro compacto, chamado Vou de Samba com Você. Depois veio O Samba Como Ele É, que continha O Morro Não Tem Vez, música de Tom Jobim e Vinicius de Moraes que se tornou o primeiro grande sucesso do cantor.

Seu nome ficou mais conhecido quando gravou Deixa Isso pra Lá (Alberto Paz/ Edson Menezes), marcada pelo gesto que fazia com a palma da mão. Por essa canção, Jair Rodrigues foi considerado o primeiro artista brasileiro a gravar um rap, devido aos versos "deixa que digam, que pensem, que falem" em ritmo funkeado.A ascensão do músico estava só começando. Em 1965, Jair Rodrigues substituiu Baden Powell em um show realizado no Teatro Paramount, em São Paulo. Foi nessa ocasião que cantou pela primeira vez ao lado de Elis Regina, com quem lançou em seguida três LPs ao vivo, Dois na Bossa, volumes 1, 2 e 3. O sucesso foi tanto que os dois passaram a comandar o programa O Fino da Bossa, da TV Record, um dos mais importantes musicais da televisão brasileira.
Em 1966, sua interpretação de Disparada (G. Vandré/ T. Barros) empatou com A Banda de Chico Buarque em primeiro lugar no Festival da Record. No mesmo ano lançou um de seus maiores sucessos, Tristeza (Niltinho/ Haroldo Lobo).

E a popularidade não ficou restrita ao Brasil, Jair também se apresentou em festivais como o MIDEM (França), o Montreux (Suiça) e o San Remo (Itália). Com Elis Regina e o Zimbo Trio ele se apresentou no Cassino Estoril, em Portugal, no Teatro Famoso, na Argentina, e no Cine Ávis, em Angola.Jair Rodrigues foi o primeiro grande cantor a gravar e fazer sucesso com samba-enredo de escolas do Rio, principalmente os da Acadêmicos do Salgueiro, como Bahia de Todos os Deuses (Bala/ Manuel Rosa), Festa para um Rei Negro (Zuzuca) e Mangueira, Minha Querida Madrinha (Tengo-Tengo).Outras músicas que se tornaram populares na voz de Jair Rodrigues foram Triste Madrugada (Jorge Costa), Casa de Bamba (Martinho da Vila) e Vai, Meu Samba (Ari do Cavaco/ Otacílio de Souza).
Do primeiro EP em 1964 até 1985, o músico lançou um disco por ano, sempre fazendo muito sucesso e ganhando notoriedade. Hoje, casado há 35 anos com Claudine, com quem teve dois filhos, Jair e Luciana, Jair Rodrigues leva uma vida mais tranqüila, mas ainda mantém uma agenda regular de shows, discos e turnês.

De geração em geração
Os filhos de Jair Rodrigues, Luciana Mello, 30 anos, e Jair Oliveira, 33, antigamente conhecido como Jairzinho, também fazem sucesso. Ainda na infância, os irmãos montaram a banda Jairzinho e a Patrulha do Barulho, que durou apenas um ano. Logo depois, Jairzinho entrou para a Turma do Balão Mágico, que deu origem ao programa infantil Balão Mágico, na Rede Globo, e foi sucesso na década de 1980.Após o final do programa, Jairzinho começou a cantar ao lado de Simony, mas abandonou a carreira e só a retomou em 2000 com o álbum solo Dis'ritmia. Na época, o violonista, arranjador, produtor, compositor e cantor surpreendeu quem ainda se lembrava dele como o garoto do Balão Mágico. Desde então, usa o nome Jair Oliveira. Seu último CD, intitulado Simples, foi lançado 2006 pelo selo S de Samba, do qual é um dos sócios.Já Luciana começou com uma carreira solo aos quinze anos, quando gravou um disco com a participação de Emilio Santiago. Depois, participou do projeto Artistas Reunidos, em 1999, ao lado de Jairzinho, Wilson Simoninha, Max de Castro e Pedro Mariano. Seu segundo álbum, "Assim Que Se Faz", foi lançado em 2000. O último trabalho é Nêga, de 2007.

MATERIA SOBRE A MORTE DE JAIR RODRIGUES NO UOU

Morre, aos 75 anos, o cantor Jair Rodrigues
O cantor Jair Rodrigues morreu nesta quinta-feira (8), aos 75 anos, em sua casa em Cotia, na Grande São Paulo. Exame preliminar do IML (Instituto Médico Legal) apontou que a causa da morte foi um infarto do miocárdio. O assessor de imprensa do artista, Giuliano Spadari, afirmou ao UOL que Jair foi encontrado por funcionários da família, por volta das 10h, na sauna de sua casa.O velório do corpo do cantor --conhecido por sucessos como "Deixa Isso Pra Lá" e por suas parcerias com Elis Regina-- será realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo, com início previsto para as 20h. O enterro está marcado para as 11h de sexta-feira no cemitério Gethsemani, no Morumbi.
De acordo com o produtor e cunhado do cantor, Pedro Melo, Jair Rodrigues fez um check up no hospital Oswaldo Cruz há três meses, e não apresentava problemas de saúde. Ele cumpria normalmente a agenda de shows e sua última apresentação foi na terça (6), em Minas Gerais. Indiretamente, o músico também estava "em cartaz" em São Paulo, interpretado pelo ator Ícaro Silva, em "Elis, A Musical". O elenco prepara uma homenagem a ele na apresentação desta noite.

Rodrigues deixa a mulher Clodine, dois filhos (os também cantores Luciana Mello e Jair Oliveira) e quatro netos. Parentes e amigos, entre eles o cantor Simoninha, filho de Wilson Simonal, foram à residência do cantor para confortar a família. Em mensagem em sua página no Facebook, Luciana Mello descreveu a morte como um "momento difícil e sofrido" e agradeceu o carinho recebido.
A notícia da morte do cantor repercutiu imediatamente nas redes sociais entre os colegas do samba, do rap e até da música sertaneja, à qual Rodrigues também se associou ao cantar "Disparada", na TV nos anos 60. "Foram muitos anos que a gente se relacionou em eventos. Ele irradiava alegria", comentou Chitãozinho à TV Globo nesta manhã.

Jair, filho da bossa e pai do rap
Jair Rodrigues de Oliveira nasceu no dia 6 de fevereiro de 1939 em Igarapava, interior de São Paulo. Ele iniciou a carreira musical nos anos de 1950 e, na década seguinte, atingiu o sucesso em programas de calouros na televisão.Em 1964 gravou seu disco de estreia, "Vou de Samba com Você, que já apresentava um de seus maiores sucessos, "Deixa Isso Pra Lá", considerado como uma das músicas precursoras do rap, que só viria a nascer duas décadas depois. O álbum traz também "Brasil Sensacional" e "Marechal da Vitória", canções que embalaram a vitória da seleção brasileira de futebol na Copa do Chile.Ao lado de Elis Regina, Jair Rodrigues se tornou um dos grandes nomes do samba ao participar do notório "O Fino da Bossa", programa da TV Record que foi ao ar entre 1965 e 1967.
Com jeito brincalhão de malandro e voz potente, Jair ficou nacionalmente conhecido através dos duetos com a "Pimentinha". O trabalho rendeu três discos: "Dois na Bossa" nos volumes 1, 2 e 3, gravados ao vivo. Na época, foi um dos primeiros registros a atingir mais de 1 milhão de cópias.

A interpretação de Jair ganhou dimensão que ressoa até hoje principalmente com a canção "Disparada", de Geraldo Vandré e Théo de Barros. A canção sertaneja foi sensação no Festival da Música em 1966, principalmente pelo fato de Jair ter ficado conhecido como um artista do samba. "Disparada" acabou empatada com "A Banda", de Chico Buarque.Jair realizou turnês pela Europa, Estados Unidos e Japão. Em 1971, gravou o samba-enredo "Festa para um Rei Negro", da Acadêmicos do Salgueiro.
Carismático, Jair Rodrigues revisitou o disco "Dois na Bossa" no palco dedicado a Elis Regina na Virada Cultural de 2012, em São Paulo. Na ocasião, ele afirmou que Elis havia sido um "grande amor". Ele voltaria a relembrar da época ao assistir o espetáculo "Elis, a Musical", quando aplaudiu de pé e foi homenageado pelo público.

Em julho do ano passado, Rodrigues se viu envolvido em uma polêmica após aparecer em Brasília ao lado de artistas que se declaravam contrários à aprovação de um projeto de lei que criou regras mais rígidas para o funcionamento do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). Posteriormente, o cantor negou ao UOL que estivesse do lado do Ecad: "Eu não represento o Ecad e o Ecad não me representa", disse.
O último trabalho, o disco duplo "Samba Mesmo", é uma homenagem do cantor ao samba e à seresta, e foi lançado em fevereiro.

Homenagem de Dilma Rousseff ao cantor Jair Rodrigues
A página da presidente Dilma Rousseff no Facebook homenageou o cantor Jair Rodrigues, que morreu nesta quinta-feira (8). O tributo traz uma imagem com a foto do artista, sorridente, com um trecho da canção "Disparada", escrita por Geraldo Vandré e Théo de Barros e interpretada por Jair Rodrigues.O cantor Jair Rodrigues morreu nesta quinta-feira (8), aos 75 anos, em sua casa em Cotia, na Grande São Paulo. Exame preliminar do IML (Instituto Médico Legal) apontou que a causa da morte foi um infarto do miocárdio. O assessor de imprensa do artista, Giuliano Spadari, afirmou ao UOL que Jair --conhecido por sucessos como "Deixa Isso Pra Lá" e por suas parcerias com Elis Regina-- foi encontrado por funcionários da família, por volta das 10h, na sauna de sua casa. 
O velório será realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo, com início previsto para as 20h. O enterro está marcado para as 11h de sexta-feira no cemitério Gethsemani, no Morumbi.

Ainda de acordo com sua assessoria, Jair Rodrigues não apresentava problemas de saúde e cumpria normalmente a agenda de shows. Uma de suas últimas apresentações foi no dia 5 de abril no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, com ingressos esgotados. Indiretamente, o músico também estava "em cartaz" em São Paulo, interpretado pelo ator Ícaro Silva, em "Elis, A Musical". O elenco prepara uma homenagem a ele na apresentação desta noite.Rodrigues deixa a mulher Clodine, dois filhos (os também cantores Luciana Mello e Jairzinho) e quatro netos, que estão reunidos na casa do artista.Parentes e amigos, entre eles o cantor Simoninha, filho de Wilson Simonal, também chegaram para confortar a família. Em mensagem em sua página no Facebook, Luciana Mello descreveu a morte como um "momento difícil e sofrido" e agradeceuo carinho recebido.A notícia da morte do cantor repercutiu imediatamente nas redes sociais entre os colegas do samba, do rap e até da música sertaneja, à qual Rodrigues também se associou ao cantar "Disparada", na TV nos anos 60. "Foram muitos anos que a gente se relacionou em eventos. Ele irradiava alegria", comentou Chitãozinho à TV Globo nesta manhã.

MATERIA DO G1 

Jair Rodrigues morre aos 75 anos
Segundo produtora, cantor estava em casa, em Cotia (SP).
Ele era conhecido por sucessos como 'Disparada' e 'Deixa isso pra lá'
Morreu Jair Rodrigues, aos 75 anos, de infarto agudo do miocárdio, informou a assessoria de imprensa do cantor. O corpo foi encontrado na sauna da casa em que Jair morava, em Cotia (SP), na manhã desta quinta-feira (8), e seguiu para o Instituto Médico Legal no começo da tarde. O velório acontece na Assembleia Legislativa, em São Paulo, a partir das 20h, aberto ao público.O enterro está marcado para o Cemitério Gethsêmani no Morumbi na sexta-feira (9), às 11h, apenas para familiares e amigos.
Iraci dos Santos, amiga da família, disse ao G1 que seu filho Alex Dorival, afilhado de Jair, estava na casa do cantor na noite desta quarta. Segundo ela, Jair se despediu e foi para a sauna por volta de 22h. Iraci contou que Jair foi encontrado morto nesta manhã, na sauna.

Começo nos anos 60
Jair Rodrigues de Oliveira nasceu em Igarapava (SP), em 6 de fevereiro de 1939. Pai dos também cantores Jair de Oliveira e Luciana Mello, ele começou sua carreira nos anos 1960, em programas de calouros. Três anos antes, foi crooner em casas no interior de São Paulo.

Em 1962, gravou aquele que é considerado seu registro de estreia, um disco de 78 rotações. Segundo o perfil, duas das músicas, "Brasil sensacional" e "Marechal da vitória", tinham como tema a Copa do Mundo daquele ano, no Chile, que foi vencida pela seleção brasileira.
Em 1964, gravou seus dois primeiros LPs, "Vou de samba com você" e "O samba como ele é". Seu maior sucesso no período foi a música "Deixa isso pra lá", tida como precursora do rap no Brasil.
Marcada pelo movimento característico das mãos de Jair Rodrigues, a faixa foi regravada em 1999 em parceria com o grupo Camorra, diz o perfil.

Jair Rodrigues também ficou conhecido pelo trabalho ao lado de Elis Regina. Os dois iniciaram a colaboração em 1965 e lançaram o disco ao vivo "Dois na bossa".
A boa repercussão do LP rendeu o convite para apresentar o programa "O Fino da Bossa", que estreou em maio daquele ano na TV Record. Com Elis, o cantor lançou em 1966 e 1967 outros dois volumes da série "Dois na bossa".A vitória no II Festival de Música Popular Brasileira, em 1966, foi outro ponto marcante da carreira de Jair Rodrigues.
Ele concorreu com "Disparada", escrita por Geraldo Vandré e Teo de Barros). Na final, dividiu o primeiro lugar com "A banda", composição de Chico Buarque interpretada na ocasião por Nara Leão.
Em 1975, nasceu Jair Oliveira, o Jairzinho. Foi estrela do grupo infantil Balão Mágico e depois passou a cantar MPB.

Quatro anos depois, nasceu Luciana Mello. Influenciada pelo pai e pelo irmão, também seguiu a carreira musical.
Nos últimos anos, Jair Rodrigues seguia na ativa em projetos com os filhos, em discos lançados por ele e também ao participar de homenagens para Elis Regina. Em 2012, participou de eventos que lembraram os 30 anos de morte da cantora.
Ele seguia em turnê para divulgar seu disco mais recente, "Samba mesmo", que teve dois volumes lançados em março deste ano. Jair tinha apresentações marcadas para os próximos dias em Florianópolis e Contagem (MG).
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Hardcase,malibu comics(capas)

Quinta-feira, 09.10.14

Hardcase

Hardcase é uma série de quadrinhos escrita por James Hudnall para Malibu Comics 'Ultraverso marca, que durou 26 edições. A série era sobre Tom Hawke, que se tornou um dos primeiros Ultras publicamente conhecidos (o termo geral para superhumans no Ultraverso).



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Hardcase é uma série de quadrinhos escrita por James Hudnall para Malibu Comics 'Ultraverso marca, que durou 26 edições. A série era sobre Tom Hawke, que se tornou um dos primeiros Ultras publicamente conhecidos (o termo geral para superhumans no Ultraverso).



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A Tumba de Drácula - Bloch # 05(LEITURA ONLINE)

Quinta-feira, 09.10.14































































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