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Antônio Carlos Magalhães

Quinta-feira, 19.04.12

                   
                                                     

                                                         Antônio Carlos Magalhães (1927 - 2007

Reeleito em 66, licenciou-se no ano seguinte para concorrer à prefeitura de Salvador. Realizou um mandato voltado para reformas administrativas e urbanas, possibilitando sua eleição para governador do estado em 1970. Nesta gestão, Antônio Carlos Magalhães se dedicou basicamente à obras públicas. Em 1975, foi nomeado por Geisel para a presidência da Eletrobrás e três anos depois exercia novamente o governo da Bahia, permanecendo no cargo até 83 com as mesmas diretrizes do primeiro mandato. Com o fim do bipartidarismo se filiou ao PDS.
Em 1985, foi nomeado Ministro de Estado das Comunicações, onde permaneceu até 1990, quando foi novamente eleito governador de seu estado natal. Atualmente, Antônio Carlos Magalhães é senador filiado ao PFL e presidente do Senado Federal.

Nascido em Salvador, Antônio Carlos Peixoto Magalhães ingressou aos dezesseis anos na carreira jornalística através do jornal "Estado da Bahia". Em 1952, se formou em medicina, passando a trabalhar na saúde pública e como professor na Faculdade da Bahia. Politicamente, pertencia a corrente de Juraci Magalhães, participando como seu acessor da Assembléia Legislativa baiana em 54. Nesse mesmo ano foi eleito deputado estadual pela UDN e, em 1958, era deputado federal pela Bahia, permanecendo no cargo nas eleições seguintes. Contrariando as suas bases partidárias, apoiou Juscelino Kubtscheck em seu governo, discordou da liderança de Carlos Lacerda e exerceu forte oposição ao governo João Goulart. Com a assinatura do AI-2 (Ato Institucional N.2) e o bipartidarismo, filiou-se a Arena, sendo um dos seus principais organizadores e o seu primeiro presidente.



Antônio Carlos Magalhães

Antônio Carlos Peixoto de Magalhães (Salvador, 4 de setembro de 1927 — São Paulo, 20 de julho de 2007) foi um médico, empresário e político brasileiro com base eleitoral na Bahia, estado que governou por três vezes (duas vezes foi nomeado pelo Regime Militar Brasileiro), além de ter sido eleito senador em 1994 e em 2002. Egresso da UDN, ARENA e PDS, teve o PFL/DEM como sua última agremiação partidária. Era conhecido pelo acrônimo ACM.

Biografia

Filho de Francisco Peixoto de Magalhães Neto e Helena Celestina de Magalhães, iniciou sua vida política já nos tempos de estudante, tendo sido presidente do grêmio estudantil do Colégio Estadual da Bahia, do Diretório Acadêmico da Faculdade de Medicina e do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Formou-se então em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia em 1952 e logo foi alçado ao posto de professor-assistente no ano seguinte. Em 1954 foi eleito deputado estadual pela União Democrática Nacional (UDN), legenda pela qual foi eleito deputado federal em 1958 e 1962. Arguto, foi um dos grandes amigos do presidente Juscelino Kubitschek apesar de pertencerem a partidos opostos. Simpático aos movimentos que redundaram na deposição do presidente João Goulart através do Golpe Militar de 1964 e na consequente instauração do Regime Militar, ingressou na ARENA e foi reeleito deputado federal em 1966, entretanto quase não exerceu o mandato em virtude de ter sido nomeado prefeito de Salvador em 10 de fevereiro de 1967 pelo governador Luiz Viana Filho renunciando ao cargo em 6 de abril de 1970. Meses depois foi indicado como governador da Bahia pelo presidente Emílio Garrastazu Médici sendo referendado pela Assembleia Legislativa para um mandato de quatro anos. Ávido por fazer o sucessor (sua preferência recaia sobre Clériston Andrade) teve que se conformar com a indicação de Roberto Santos para sucedê-lo no Palácio de Ondina. Após passar oito meses fora do poder foi nomeado presidente da Eletrobrás pelo presidente Ernesto Geisel em novembro de 1975, cargo ao qual renunciou em 1978 a fim de ser indicado, com sucesso, para o seu segundo mandato como governador da Bahia, mandato cumprido integralmente.
Protagonizaria um dos episódios mais tensos da história política brasileira.
Na ocasião, Cavalcanti, ainda no mandato de deputado federal, discursava na Câmara dos Deputados. No discurso, acusava o então presidente do Banco do Brasil, Clemente Mariani, de desvio de verbas. Antônio Carlos Magalhães, então deputado e baiano como Mariani, defendera o conterrâneo respondendo que "vossa excelência pode dizer isso e mais coisas, mas na verdade o que vossa excelência é mesmo, é um protetor do jogo e do lenocínio, porque é um ladrão."
Tenório Cavalcanti, então, sacou o seu revólver e berrou: "Vai morrer agora mesmo!". Todos os membros da Câmara Federal correram para tentar impedir o assassinato. Segurando o microfone, Antônio Carlos Magalhães não se deu por vencido, mas tremendo gritou: "Atira!". Tenório, no fim, resolveu não atirar, rindo da situação em que ACM se encontrava, recolheu o revólver, dizendo que "só matava homem".
O deputado Tenório Cavalcanti teve suas armas apreendidas e seus direitos políticos cassados pelo governo militar em 1964 com a interveniência direta de ACM.
Após a reformulação partidária filiou-se ao PDS em fevereiro de 1980 mantendo incólume sua condição de líder político apesar do duro golpe sofrido às vésperas das eleições de 1982 quando um acidente aéreo vitimou Clériston Andrade, candidato situacionista ao governo da Bahia. Refeito da tragédia, ACM indicou João Durval Carneiro como candidato a governador, opção afinal vitoriosa. Entusiasta da candidatura de Mário Andreazza à sucessão do presidente João Figueiredo, opôs-se firmemente ao nome de Paulo Maluf como candidato após sua vitória sobre Andreazza na convenção nacional do PDS realizada em 11 de agosto de 1984 pela contagem de 493 votos a 350. Episódio singular de sua postura antimalufista aconteceu três semanas após a convenção pedessista quando, na inauguração do novo terminal de passageiros do aeroporto de Salvador, o Ministro da Aeronáutica, Délio Jardim de Matos, criticou a postura dos dissidentes do PDS em favor da candidatura de Tancredo Neves no que ACM respondeu: "Trair a Revolução de 1964 é apoiar Maluf para presidente".
Decisivo para a vitória oposicionista no Colégio Eleitoral em 15 de janeiro de 1985, Antônio Carlos Magalhães foi indicado Ministro das Comunicações por Tancredo Neves sendo confirmado no cargo por José Sarney (aliás, foi o único ministro civil que permaneceu no cargo durante os cinco anos de governo do maranhense). Curiosamente ACM foi guindado à condição de ministro de estado ainda filiado ao PDS visto que só ingressaria no PFL em 6 de janeiro de 1986.
Seu grupo político sofreu uma derrota em 1986 quando Waldir Pires venceu Josaphat Marinho na disputa pelo governo do Estado, ano em que enfrentou um drama familiar sem precedentes: a morte de sua filha, Ana Lúcia Maron de Magalhães, No dia da eleição, agrediu um repórter da TV Itapoan, então afiliada do SBT. De volta à seara política o poderio de ACM na política estadual foi revigorado a partir da renúncia de Pires ao governo em 14 de maio de 1989 com o fito de concorrer ao cargo de vice-presidente da República (PMDB) na chapa de Ulysses Guimarães, intento que não sobreviveu ao primeiro turno das eleições. Ainda em 1989 ACM sofreu um infarto e teve que passar por uma cirurgia, o que não o impediu de ser eleito governador do estado em 1990 ainda em primeiro turno.
Aliado de Fernando Collor até a última hora, teve uma influência política reduzida durante o governo Itamar Franco, mas reverteu tal situação ao se posicionar como um dos artífices da aliança entre o PSDB e o PFL que elegeu o senador Fernando Henrique Cardoso presidente da República em 1994, mesmo ano em que Antônio Carlos Magalhães foi eleito senador pela Bahia e Paulo Souto governador do estado. Embora aliado importante do Governo Federal (seu filho, Luís Eduardo Magalhães, presidiu a Câmara dos Deputados entre 1995/1997), ACM se opôs com firmeza à liquidação do Banco Econômico expondo assim sua face de "Toninho Malvadeza", epíteto usado por adversários políticos que qualificavam sua ação política como "truculenta". Já seus acólitos preferiam identificá-lo como "Toninho Ternura".
Em 1996 seus aliados venceram as eleições para a Prefeitura de Salvador pela primeira vez na história com a candidatura de Antônio Imbassahy, que seria reeleito no ano 2000 na mais evidente prova de que o "carlismo" era a maior força política da Bahia. Eleito presidente do Senado Federal para o biênio 1997/1999 sofreu um duríssimo golpe com a morte de seu filho Luís Eduardo em 21 de abril de 1998, mesmo assim colheu importantes vitórias àquele mesmo ano com a reeleição de FHC para a Presidência da República e a de César Borges para o governo da Bahia. Foi reeleito presidente do Senado Federal para o biênio 1999/2001, tendo antes ocupado a Presidência da República entre 16 e 24 de maio de 1998 em razão de uma viagem do titular ao exterior, visto que tanto o vice-presidente Marco Maciel, quanto o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, estavam impedidos de assumir o cargo durante o período eleitoral sob pena de inelegibilidade.

     Renúncia
A partir de abril do ano 2000 protagonizou uma série de ofensas e trocas de acusações com o senador paraense Jader Barbalho, contenda que tinha como plano de fundo a sucessão de ACM na presidência do Senado Federal. À medida que era criticado por seu contendor, Antônio Carlos respondia elevando cada vez mais o tom das críticas, fato que recrudesceu às vésperas da eleição para a mesa diretora do Senado em 14 de fevereiro de 2001 quando Jader, enfim, derrotou o senador Arlindo Porto (PTB-MG) e foi alçado à presidência da casa. Ao longo de seus embates com Jader (que recebera o apoio do PSDB para se eleger), ACM desfere críticas ao Governo Federal, a quem acusa de conivência com a corrupção, postura que leva à demissão os ministros Waldeck Ornélas (Previdência Social) e Rodolpho Tourinho (Minas e Energia), ambos indicados por ele, o que enfraqueceu sua posição nas hostes situacionistas. Dias depois surge a informação de que Antônio Carlos Magalhães tivera acesso a uma lista de votação onde constava o voto de cada um dos senadores que participaram da sessão que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF), acusado de envolvimento na obra superfaturada da sede do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. A referida lista teria sido apresentada a ACM pelo senador José Roberto Arruda (PSDB-DF), então líder do governo.
Alvos de um pedido de quebra de decoro parlamentar após uma investigação conduzida pelo Conselho de Ética do Senado, os dois parlamentares negaram envolvimento no caso, porém a confissão de Regina Borges, então diretora da Empresa de Processamento de Dados do Senado, de que a lista foi entregue por ela a Arruda a pedido do próprio senador e depois mostrada por este último a ACM tornou insustentável a posição dos dois que, sem saída, apresentaram seus pedidos de renúncia para evitar a cassação de seus mandatos e a consequente perda dos direitos políticos e assim Arruda renunciou em 24 de maio de 2001 e Antônio Carlos Magalhães no dia 30 de maio. Em lugar de ACM foi empossado seu filho, o empresário Antônio Carlos Magalhães Júnior. De volta a Bahia acompanhou os eventos que levariam Jader Barbalho a renunciar ao mandato de senador e nas eleições de 2002 colheu as últimas vitórias de seu esquema político com a volta de Paulo Souto ao governo e a conquista de mais um mandato de senador.
 De volta ao Senado
Empossado em 1º de fevereiro de 2003 logo ACM interrompeu a "trégua política" concedida a Luiz Inácio Lula da Silva e passou a fazer uma oposição veemente ao governo e aos aliados deste, todavia o definhar de sua até então inabalável e incontestável liderança tomou forma em 2004 quando o oposicionista João Henrique Carneiro (PDT) foi eleito prefeito de Salvador em segundo turno ao derrotar o "carlista" César Borges e no ano seguinte foi a vez de Antônio Imbassahy deixar o PFL e se abrigar no PSDB.
Em 2006 seus candidatos a governador (Paulo Souto) e a senador (Rodolpho Tourinho) não foram reeleitos sendo derrotados respectivamente por Jaques Wagner (PT) e João Durval Carneiro (PDT), este último pai do prefeito de Salvador. Embora seu filho Antônio Carlos Magalhães Júnior tenha pendores políticos, a continuidade de sua vida política do clã parece uma tarefa que cabe a seu neto Antônio Carlos Magalhães Neto, eleito deputado federal em 2002, 2006 e 2010.
Governo da Bahia

Exerceu ACM três mandatos como governador da Bahia.
No primeiro governo foi eleito por via indireta - em plena Ditadura Militar - pelos deputados estaduais, ACM representava a ARENA (partido do Regime) e vinha de uma administração da Prefeitura da Capital onde arregimentara poderes que o capacitaram a receber o apoio total do sistema. Tomou posse a 15 de março de 1971, e o carlismo - então uma força restrita à capital - ganha todo o Estado. Já em seu discurso de posse, ACM não nega sua ambição:
    São palavras evangélicas: aquele a quem muito se entregou, muito mais se exigirá. Sei que recebo muito, diria mesmo que recebo tudo, e estou consciente de que os baianos poderão exigir de mim trabalho, seriedade no trabalho da administração, uma vida permanentemente voltada para o bem comum.   
ACM atuou durante a fase do Milagre econômico. A Bahia entrou em um processo acelerado de industrialização, com a instalação, em Camaçari, de indústrias no Polo Petroquímico. Na Capital, Salvador, governada por um fiel aliado (Clériston Andrade), ACM realiza obras de grande impacto, abrindo as chamadas "avenidas de vale", modernizando o tráfego da cidade e driblando sua topografia acidentada da parte velha. Também no turismo Salvador deu um importante salto: de 400 apartamentos em 1970, passou para 2400 ao fim de sua administração.
Ao largo das realizações da sua administração, crescia também a sua importância política no estado: faz o sucessor, Roberto Santos, além de manter sob sua égide o prefeito da capital. O carlismo consolida-se como a maior força política do Estado, e que cruzaria todo o final do século XX adentrando o XXI.
No segundo governo tomou posse à 15 de março de 1979, sucedendo a Roberto Santos - numa continuidade clara da primeira administração.
ACM, gozando de grande popularidade, mantinha sob sua égide a maioria ampla dos mais de trezentos prefeitos do Estado, e a quase totalidade das bancadas de deputados federais e estaduais - o que lhe credenciam a, pela primeira vez, intervir com voz ativa em assuntos federais, estando no poder o presidente General Figueiredo.
Em seu discurso de posse atesta esse domínio:
    Desde 1970, tive a honra de conduzir e liderar as insofismáveis vitórias da Arena em nosso estado, de tal forma que nem o mais impenitente adversário pôde levantar dúvidas quanto ao merecimento e à lisura do nosso trabalho. E foram essas vitórias que situaram, tão bem, a Bahia no cenário nacional.   
Também o prefeito da capital é homem de sua confiança: Mário Kertész - que já lhe servira como secretário, no governo anterior.
Estende seu poder também ao Poder Judiciário, ao nomear seu Chefe da Casa Civil, o advogado Paulo Furtado, para o cargo de desembargador - sem que este jamais houvesse exercido a magistratura: na Bahia. Este mandato também fora conquistado de forma indireta.
No terceiro governo, com a renúncia do governador Waldir Pires em 14 de maio de 1989, ACM chamou novamente a si a tarefa de disputar o cargo máximo do estado. Pela primeira vez disputando um pleito direto, já dono de vasta rede de telecomunicações, tem como seu adversário o ex-afilhado Roberto Santos. A oposição é derrotada e ACM reconquista o poder ainda no primeiro turno.
O carlismo assenta-se, de forma quase definitiva, na Bahia, referendado desta vez pela legitimidade das eleições. ACM não voltou a perder mais o governo do Estado, nele colocando seus aliados, por sucessivos mandatos. Dirigiu então, cada vez mais, suas atenções para Brasília, paulatinamente promovendo a imagem de seu filho Luís Eduardo Magalhães.

Falecimento

Antônio Carlos Magalhães já estava internado havia cerca de quarenta dias, depois de uma infecção generalizada a qual o forçou a ser sedado e depender de aparelhos. Sofreu uma parada cardíaca, que piorou o quadro clínico do político, levando-o ao falecimento às 11 horas e 40 minutos do dia 20 de julho de 2007, no InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), por falência múltipla dos órgãos e insuficiência cardíaca.
Com sua morte, aos 79 anos, ACM foi substituído por seu filho, Antônio Carlos Magalhães Júnior, que assumiu a vaga como suplente até o final da legislatura já iniciada pelo senador, que se encerra no ano de 2011. O senador foi enterrado no cemitério do Campo Santo, no centro da capital baiana, ao lado de seu outro filho, Luís Eduardo Magalhães.
 

Antônio Carlos Magalhães
43.º Governador da Bahia Bahia
Mandato15 de março de 1991
até 12 de abril de 1994
Antecessor(a)Nilo Moraes Coelho
Sucessor(a)Ruy Trindade
39.º Governador da Bahia Bahia
Antecessor(a)Roberto Santos
Sucessor(a)João Durval Carneiro
37.º Governador da Bahia Bahia
Antecessor(a)Luiz Viana Filho
Sucessor(a)Roberto Santos
Vida
Nascimento4 de setembro de 1927
Salvador
Falecimento20 de julho de2007 (79 anos)
São Paulo
PartidoDEMPDSARENAUDN
ProfissãoMédicoEmpresário e Político

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publicado por duronaqueda às 23:59

Antônio Conselheiro

Quinta-feira, 19.04.12


                                           



Nascido no Ceará, Antônio Mendes Maciel, o Antônio Conselheiro, não possuía emprego fixo. Viajava pelo nordeste onde acabou ganhando fama de milagreiro. Foi acusado de assassinato na Bahia, mas voltou para lá ao ser julgado inocente. Ligou-se a campanha de reformas e renovação espiritual da Igreja, mas logo foi proibido pela mesma de fazer pregações devido a sua crescente popularidade.
Em 1893 foi preso por não pagar impostos. Depois de libertado se dirigiu para Canudos, onde fundou uma comunidade cujos princípios eram propriedade comum das terras e divisão dos bens adquiridos. Antônio Conselheiro se transformou numa lenda que se espalhou por todo o país. A população do povoado chegou a 25/30 mil habitantes que recuperaram a região, criando rebanhos e plantando para o próprio consumo. O governo não tolerou essa iniciativa de independência e logo mandou tropas para controlar os "fanáticos". Foram necessárias umas três expedições para massacrar o povoado, apesar dos canhões e metralhadoras. Antônio Conselheiro foi assassinado e posteriormente decaptado, tendo sua cabeça sido enviada para estudos científicos. Sobre a Revolta de Canudos, Euclides da Cunha escreveu Os Sertões, livro que consagrou o autor.
                            

Antônio Vicente Mendes Maciel (Vila do Campo Maior, 13 de março de 1830 — Canudos, 22 de setembro de 1897), mais conhecido na História do Brasil como Antônio Conselheiro, foi um líder social brasileiro.
Figura carismática, adquiriu uma dimensão messiânica ao liderar o arraial de Canudos, um pequeno vilarejo no sertão da Bahia, que atraiu milhares de sertanejos, entre camponeses, índios e escravos recém-libertos, e que foi destruído pelo Exército da República na chamada Guerra de Canudos em 1897.
A imprensa dos primeiros anos da República e muitos historiadores, para justificar o genocídio, retrataram-no como um louco, fanático religioso e contra-revolucionário monarquista perigoso.
Infância e vida no Ceará
1830 – Nasce Antônio Vicente Mendes Maciel, no dia 13 de março de 1830, na Vila de Quixeramobim, interior do Ceará, então um pequeno povoado perdido em meio à caatinga do sertão central da paupérrima província do "Ceará Grande". Desde o início da vida, seus pais queriam que Antônio seguisse a carreira sacerdotal, pois entrar para o clero era naquela época uma das poucas brechas que os pobres teriam para ascender socialmente. Com a morte de sua mãe, em 1834, a meta de transformar Antônio Vicente em padre tem seu fim. Seu pai casa-se novamente; há registros de que a madrasta espancava e maltratava o menino severamente
1855 – Morre o pai de Antônio, e ele é obrigado a abandonar os estudos e assumir o comércio da família aos 25 anos de idade; malogram de vez quaisquer sonhos sacerdotais. Estes negócios não vão nada bem (mais tarde Antônio será processado devido a não quitação de suas dívidas) 
1857 – Antônio casa-se com Brasilina Laurentina de Lima, jovem filha de um tio seu. No ano seguinte, o jovem casal muda-se para Sobral, onde Antônio Vicente passa a viver como professor do primário, dando aulas para os filhos dos comerciantes e fazendeiros da região, e mais tarde como advogado prático, defendendo os pobres e desvalidos em troca de pequena remuneração. Passa a mudar-se constantemente, em busca de melhores mercados para seus ofícios; primeiro vai para Campo Grande (atual Guaraciaba do Norte), depois Santa Quitéria e finalmente Ipu, então um pequeno povoado localizado bem na divisa entre os sertões pecuaristas e a fértil Serra da Ibiapaba.
1861 - Flagra a sua mulher em traição conjugal com um sargento de polícia em sua residência na Vila do Ipu Grande. Envergonhado, humilhado e abatido, abandona o Ipu e vai procurar abrigo nos sertões do Cariri, já naquela época um pólo de atração para penitentes e flagelados, iniciando aí uma vida de peregrinações pelos sertões do nordeste.
Revista Ilustrada, de Angelo Agostini, veículo de propaganda republicana durante o Império, retratava Conselheiro de forma caricatural, com séqüito de bufões armados com velhos bacamartes, tentando "barrar" a República.
Exemplo de como a imprensa da época reagiu ao messianismo.
Peregrinações

  • 1874
     - No Sergipe, o jornal O Rabudo traz a primeira menção pública de Antônio Maciel como penitente conhecido nos sertões: Há seis meses que por todo o centro desta Província e da Província da Bahia, chegado (diz ele) do Ceará, infesta um aventureiro santarrão que se apelida por Antonio dos Mares. O que, a vista dos aparentes e mentirosos milagres que dizem ter ele feito, tem dado lugar a que o povo o trate por S. Antônio dos Mares. Esse misterioso personagem, trajando uma enorme camisa azul que lhe serve de hábito a forma do de sacerdote, pessimamente suja, cabelos mui espessos e sebosos entre os quais se vê claramente uma espantosa multidão de bichos (piolhos). Distingue-se pelo ar misterioso, olhos baços, tez desbotada e de pés nus; o que tudo concorre para o tornar a figura mais degradante do mundo. (O Rabudo, 22 de Novembro de 1874)
    1876
     - Já famoso como "homem santo" e peregrino, Antônio Conselheiro é preso nos sertões da Bahia, pois corre o boato de que ele teria matado mãe e esposa. É levado para o Ceará, onde se conclui que não há nenhum indício contra a sua pessoa: sua mãe havia morrido quando ele tinha seis anos. Antônio Conselheiro é posto em liberdade e retorna à Bahia.
    1877
     - O Nordeste do Brasil passa por uma das mais calamitosas secas de sua história; levas de flagelados perambulam famintos pelas estradas em busca de socorro governamental ou de ajuda divina; bandos armados de criminosos e flagelados promovem justiça social "com as próprias mãos" assaltando fazendas e pequenos lugarejos, pois pela ética dos desesperados "roubar para matar a fome não é crime". Cresce a notoriedade da figura de Antônio Conselheiro entre os sertanejos pobres; para eles, Antônio Conselheiro, ou o "Bom Jesus", como também passa a ser chamado, seria uma figura santa, um profeta enviado por "Deus" para socorrê-los.
    1888
     – Fim da escravidão; muitos ex-escravos, libertos e expulsos das fazendas onde trabalhavam sem ter então nenhum meio de subsistência, partem em busca de Conselheiro

      Arraial de Canudos

1893 – Cansado de tanto peregrinar pelos sertões e então sendo um "fora da lei", Conselheiro decide se fixar à margem Norte do Rio Vaza-Barris, num pequeno arraial chamado Canudos.  Nasce ali uma experiência extraordinária: em Bello Monte (como a rebatizou Antônio Conselheiro, apesar de encontrar-se num vale cercado de colinas), os desabrigados do sertão e as vítimas da seca eram recebidos de braços abertos pelo peregrino. Era uma comunidade onde todos tinham acesso à terra e ao trabalho sem sofrer as agruras dos capatazes das fazendas tradicionais. Um "lugar santo", segundo os seus adeptos. Os grandes fazendeiros e o clero sentem que seu poder está sendo ameaçado, e começam a se articular em busca de uma "solução" ao problema.

   A Guerra de Canudos
 
1896 – Ocorre o episódio que desencadeia a Guerra de Canudos: em 24 de novembro deste ano, é enviada a primeira expedição militar contra Canudos, sob comando do Tenente Pires Ferreira. Mas a tropa é surpreendida pelos "fanáticos" de Antônio Conselheiro, durante a madrugada, em Uauá. Após uma luta corpo-a-corpo são contados mais de cento e cinquenta cadáveres de conselheiristas. Do lado do exército morreram oito militares e dois guias. Estas perdas, embora consideradas insignificantes quanto ao número nas palavras do comandante, ocasionaram o retiro das tropas.  Em 29 de dezembro de 1896 tem início uma segunda expedição militar contra Canudos. Assim como a primeira, esta expedição foi violentamente debelada pelos Conselheiristas.
1897 – Tem início a terceira expedição contra Canudos; comandada pelo capitão Antônio Moreira César, conhecido como "o Corta-Cabeças", por suas façanhas "heróicas" na Revolução Federalista, no Rio Grande do Sul. Mas, acostumado aos combates tradicionais, Moreira César não estava preparado para eliminar Canudos, e foi abatido por tiros certeiros de homens leais a Antônio Conselheiro. A tropa foge em debandada, deixando para trás armamentos e munição. Para os conselheiristas, trata-se de uma prova cabal da "santidade" do beato de Belo Monte. Em 5 de abril de 1897 tem início a quarta e última expedição contra Canudos; desta vez o cerco foi implacável; até muitos dos que se rendiam foram mortos; eliminar Canudos e seus "fanáticos habitantes" tornou-se uma questão de honra para o exército.

     Morte
22 de setembro de 1897 - Morre Antônio Conselheiro. Não se sabe ao certo qual foi a causa de sua morte. As razões mais citadas são ferimentos causados por uma granada, e uma forte "caminheira" (disenteria).
5 de outubro de 1897 - São mortos os últimos defensores de Canudos, e o exército inicia a contagem das casas do arraial.
6 de outubro de 1897 - O cadáver de Antônio Conselheiro é encontrado enterrado no Santuário de Canudos  , sua cabeça é cortada e levada até a Faculdade de Medicina de Salvador para ser examinada pelo Dr. Nina Rodrigues, pois para a ciência da época, "a loucura, a demência e o fanatismo" deveriam estar estampados nos traços de seu rosto e crânio. O arraial de Canudos é completamente destruído.
3 de março de 1905 - Um incêndio na antiga Faculdade de Medicina do Terreiro de Jesus, em Salvador (BA), destrói a cabeça de Antônio Conselheiro, que lá se encontrava desde o final da guerra de Canudos, em outubro de 1897.

     Antônio Conselheiro, Louco?
O diagnóstico de louco o mais específicamente de portador de uma Psicose sistemática progressiva (termo equivalente ao delírio crônico proposto por Magnan) e a paranóia dos italianos, (referindo-se à Eugênio Tanzi e Gaetano Riva) por uma célebre autoridade sanitária da época, o Dr. Nina Rodrigues (1862 - 1906), no qual se fundamentram os escritos da época (inclusive de Euclides da Cunha), ainda hoje se constitui como um entrave para o reconhecimento de seu mérito como líder comunitário empreendedor, responsável pela organização de mais de 24 mil pessoas em um ambiente extremamente adverso    e até mesmo como um homem religioso com verdadeiros ideais cristãos como se propunha a ser.
A pecha de loucura e fanatismo com os conceitos da época de psicologia das multidões inspiradas na obra de Gustave Le Bon (1841—1931) também são responsáveis por toda uma lógica de interpretação das revoltas sociais como ocasionadas por influência de uma personalidade psicopática, a insanidade moral proposta por Henry Maudsley (1835–1918), num ambiente de ignorância, pobreza ou degenerescência tal como se designava na época, incluindo entre esses fatores psicossociais características biológico raciais.  

   Memorial Antônio Conselheiro
Há dois centros culturais relacionados à Antônio conselheiro e a Guerra de Canudos um localizado em Quixeramobim no interior do Ceará, conta a história de seu conterrâneo, está situado no centro da cidade, próximo ao Banco do Brasil. O outro situado em Canudos, Bahia, criado pelo Decreto 33.333, de 30 de junho de 1986, (publicado no Diário Oficial de 1º de julho) mantido e administrado em parceria com a UNEB.

                                                    Antônio Conselheiro (1828 - 1897)



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publicado por duronaqueda às 23:49

BRAD BARRON

Quinta-feira, 19.04.12



















O QUE FOI ESCRITO SOBRE BRAD BARRON 


ISSO É COMO UM ITALIANO COMIC BATIDA STEVEN SPIELBERG Um artigo de Lorenzo Viganò, aparecendo em " Corriere della Sera - Revista ", 12 de Maio de 2005:" (...) No centro de ambas as histórias está a luta para defender a humanidade, visto no filme ( Guerra dos Mundos - ed. Nota) através dos olhos de um pai que está tentando resgatar sua filha e, no álbum, por aqueles de um "herói de necessidade absoluta" que está desesperadamente à procura de sua família ... ".
Um ano e meio para salvar o mundo Um artigo por Gianluca Rocco, aparecendo em " Giudizio Universale ", Maio de 2005:" (...) Brad Barron tem um mergulho profundo nas húmus fértil de filmes B, especialmente aqueles produzidos entre os anos cinquenta e os anos setenta, sem esquecer de atualizar os personagens e motivos típicos para coincidir com os temas de filmes mais recentes. Pulp é a palavra de ordem, assim como foi para os quadrinhos terríveis de cinquenta anos atrás, uma outra fonte de inspiração para Faraci ...
Brad Barron - OLHE PARA FORA PARA O ESTILO CLOONEY Hard-Boiled Um artigo por Andrea Cavalcanti, publicada no " La Provincia di Como ", 05 de maio de 2005:" (...) Mas Tito Faraci não consegue esconder sua satisfação, tanto humanos como pessoal, a criação de Brad Barron. "Eu vou estar 40 a 23 de maio. que eu tinha feito uma aposta comigo mesmo que no momento em que eu era 40, eu teria conseguido criar um personagem só para mim. Bem 'Trouxe-lo, mesmo a tempo ... "

PRESENTATATION DO SERGIO BONELLI NOVA SÉRIE Editore. EUA, nos anos 1950: A FICÇÃO CIENTÍFICA adve Um artigo de Cesare Balbo, aparecendo em " L'Espresso on-line ", 04 de maio de 2005:" (...) Brad Barron, pensado por Tito Faraci, é um cavaleiro solitário andar sem Side Kick, ao contrário de Tex Willer, "aquila della notte", que poderia contar com sua confiança pard Kit Carson. O script tem uma coesa estória que será alcançado pouco a pouco como se desenrolam os capítulos com a história contada subjetivamente pelo personagem, que transmite o fluxo de sua consciência através das legendas em primeira pessoa ...
 
Um novo herói na Sergio Bonelli Editore'S Editore, um artigo por Stefano Gorla, aparecendo em " Letture ", Maio de 2005:" (...) comic A que dá um novo sopro de vida para os stylemes do herói que sempre foram muito amados pelo Milanese editora, e que são aqui re-interpretados com as raspas da sensação contemporânea, fazendo referência ao imaginário popular dos anos cinquenta do século passado ... "
HERÓI QUE PARECE GEORGE CLOONEY Um artigo de Stefano Gorla, aparecendo em " Famiglia Cristiana ", 01 de maio de 2005:" Ele tem as iniciais de casal - como Dylan Dog - as características de George Clooney e do calibre dos heróis de uma época anterior Este. é o personagem Bonellian novo, Brad Barron, o trabalho de Tito Faraci, um dos autores mais apreciados das histórias em quadrinhos sobre a cena atual ... "
Brad Barron, HERO NOVO SERGIO BONELLI, fará sua estréia nas bancas ESTE 6 VINDA DE MAIO Um artigo de Fabio Canesi, aparecendo em " La Cronaca di Cremona ", 11 de Abril de 2005:" (...) Claro que é óbvio que a maior atenção deve ser ser reservados para Brad Barron, o herói que tenha nascido da pena inspirada Tito Faraci e os traços cada vez mais finos da escova Fabio Celoni de (...) Em um período que dificilmente pode ser chamado favorável (...) não se pode deixar de aplaudir a coragem que levou Sergio Bonelli e sua equipe para lançar um novo álbum no mercado editorial ...
Brad Barron - O NOVO "TERMO" HERÓI Um artigo de Filippo Mazzarella, aparecendo em " Il Corriere della Sera ", 17 de Março de 2005:" Um cenário retro (anos cinquenta), cenários de ficção científica, os alienígenas do mal que remonta à "Guerra dos Mundos ":. elementos arquetípicos, para ser usado como a intersecção de diferentes gêneros (noir, oeste, celulose, histórias de guerra), formando o ponto de partida para experiências Ele é um herói solitário, cujos dias (no mundo da edição, que é) são numbered.We ter algumas reflexões sobre ele por seu criador, o escritor Tito Faraci ... "
FONTE  http://www-en.sergiobonellieditore.it/auto/componi_recensioni?id_personaggio=22

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publicado por duronaqueda às 18:27

BRAD BARRON

Quinta-feira, 19.04.12



















O QUE FOI ESCRITO SOBRE BRAD BARRON 


ISSO É COMO UM ITALIANO COMIC BATIDA STEVEN SPIELBERG Um artigo de Lorenzo Viganò, aparecendo em " Corriere della Sera - Revista ", 12 de Maio de 2005:" (...) No centro de ambas as histórias está a luta para defender a humanidade, visto no filme ( Guerra dos Mundos - ed. Nota) através dos olhos de um pai que está tentando resgatar sua filha e, no álbum, por aqueles de um "herói de necessidade absoluta" que está desesperadamente à procura de sua família ... ".
Um ano e meio para salvar o mundo Um artigo por Gianluca Rocco, aparecendo em " Giudizio Universale ", Maio de 2005:" (...) Brad Barron tem um mergulho profundo nas húmus fértil de filmes B, especialmente aqueles produzidos entre os anos cinquenta e os anos setenta, sem esquecer de atualizar os personagens e motivos típicos para coincidir com os temas de filmes mais recentes. Pulp é a palavra de ordem, assim como foi para os quadrinhos terríveis de cinquenta anos atrás, uma outra fonte de inspiração para Faraci ...
Brad Barron - OLHE PARA FORA PARA O ESTILO CLOONEY Hard-Boiled Um artigo por Andrea Cavalcanti, publicada no " La Provincia di Como ", 05 de maio de 2005:" (...) Mas Tito Faraci não consegue esconder sua satisfação, tanto humanos como pessoal, a criação de Brad Barron. "Eu vou estar 40 a 23 de maio. que eu tinha feito uma aposta comigo mesmo que no momento em que eu era 40, eu teria conseguido criar um personagem só para mim. Bem 'Trouxe-lo, mesmo a tempo ... "

PRESENTATATION DO SERGIO BONELLI NOVA SÉRIE Editore. EUA, nos anos 1950: A FICÇÃO CIENTÍFICA adve Um artigo de Cesare Balbo, aparecendo em " L'Espresso on-line ", 04 de maio de 2005:" (...) Brad Barron, pensado por Tito Faraci, é um cavaleiro solitário andar sem Side Kick, ao contrário de Tex Willer, "aquila della notte", que poderia contar com sua confiança pard Kit Carson. O script tem uma coesa estória que será alcançado pouco a pouco como se desenrolam os capítulos com a história contada subjetivamente pelo personagem, que transmite o fluxo de sua consciência através das legendas em primeira pessoa ...
 
Um novo herói na Sergio Bonelli Editore'S Editore, um artigo por Stefano Gorla, aparecendo em " Letture ", Maio de 2005:" (...) comic A que dá um novo sopro de vida para os stylemes do herói que sempre foram muito amados pelo Milanese editora, e que são aqui re-interpretados com as raspas da sensação contemporânea, fazendo referência ao imaginário popular dos anos cinquenta do século passado ... "
HERÓI QUE PARECE GEORGE CLOONEY Um artigo de Stefano Gorla, aparecendo em " Famiglia Cristiana ", 01 de maio de 2005:" Ele tem as iniciais de casal - como Dylan Dog - as características de George Clooney e do calibre dos heróis de uma época anterior Este. é o personagem Bonellian novo, Brad Barron, o trabalho de Tito Faraci, um dos autores mais apreciados das histórias em quadrinhos sobre a cena atual ... "
Brad Barron, HERO NOVO SERGIO BONELLI, fará sua estréia nas bancas ESTE 6 VINDA DE MAIO Um artigo de Fabio Canesi, aparecendo em " La Cronaca di Cremona ", 11 de Abril de 2005:" (...) Claro que é óbvio que a maior atenção deve ser ser reservados para Brad Barron, o herói que tenha nascido da pena inspirada Tito Faraci e os traços cada vez mais finos da escova Fabio Celoni de (...) Em um período que dificilmente pode ser chamado favorável (...) não se pode deixar de aplaudir a coragem que levou Sergio Bonelli e sua equipe para lançar um novo álbum no mercado editorial ...
Brad Barron - O NOVO "TERMO" HERÓI Um artigo de Filippo Mazzarella, aparecendo em " Il Corriere della Sera ", 17 de Março de 2005:" Um cenário retro (anos cinquenta), cenários de ficção científica, os alienígenas do mal que remonta à "Guerra dos Mundos ":. elementos arquetípicos, para ser usado como a intersecção de diferentes gêneros (noir, oeste, celulose, histórias de guerra), formando o ponto de partida para experiências Ele é um herói solitário, cujos dias (no mundo da edição, que é) são numbered.We ter algumas reflexões sobre ele por seu criador, o escritor Tito Faraci ... "
FONTE  http://www-en.sergiobonellieditore.it/auto/componi_recensioni?id_personaggio=22

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