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Com amor

Quinta-feira, 03.05.12


“E, sobre tudo isto, revesti-vos de caridade, que é o vínculo da perfeição.” - Paulo. (Colossenses, 3:14.)
Todo discípulo do Evangelho precisará coragem para atacar os serviços da redenção de si mesmo.
Nenhum dispensará as armaduras da fé, a fim de marchar com desassombro sob tempestades.
O caminho de resgate e elevação permanece cheio de espi-nhos.
O trabalho constituir-se-á de lutas, de sofrimentos, de sacrifí-cios, de suor, de testemunhos.
Toda a preparação é necessária, no capítulo da resistência; entretanto, sobre tudo isto é indispensável revestir-se nossa alma de caridade, que é amor sublime.
A nobreza de caráter, a confiança, a benevolência, a fé, a ciência, a penetração, os dons e as possibilidades são fios precio-sos, mas o amor é o tear divino que os entrelaçará, tecendo a túnica da perfeição espiritual.
A disciplina e a educação, a escola e a cultura, o esforço e a obra, são flores e frutos na árvore da vida, todavia, o amor é a raiz eterna.
Mas, como amaremos no serviço diário?
Renovemo-nos no espírito do Senhor e compreendamos os nossos semelhantes.
Auxiliemos em silêncio, entendendo a situação de cada um, temperando a bondade com a energia, e a fraternidade com a justiça.
Ouçamos a sugestão do amor, a cada passo, na senda evoluti-va.
Quem ama, compreende; e quem compreende, trabalha pelo mundo melhor.
 

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publicado por duronaqueda às 22:18

Em silêncio

Quinta-feira, 03.05.12


“Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos do Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus.” - Paulo. (Efésios, 6:6.)
Se sabes, atende ao que ignora, sem ofuscá-lo com a tua luz.
Se tens, ajuda ao necessitado, sem molestá-lo com tua posse.
Se amas, não firas o objeto amado com exigências.
Se pretendes curar, não humilhes o doente.
Se queres melhorar os outros, não maldigues ninguém.
Se ensinas a caridade, não te trajes de espinhos, para que teu contacto não dilacere os que sofrem.
Tem cuidado na tarefa que o Senhor te confiou.
É muito fácil servir à vista. Todos querem fazê-lo, procuran-do o apreço dos homens.
Difícil, porém, é servir às ocultas, sem o ilusório manto da vaidade.
É por isto que, em todos os tempos, quase todo o trabalho das criaturas é dispersivo e enganoso. Em geral, cuida-se de obter a qualquer preço as gratificações e as honras humanas.
Tu, porém, meu amigo, aprende que o servidor sincero do Cristo fala pouco e constrói, cada vez mais, com o Senhor, no divino silêncio do espírito...
Vai e serve.
Não te dêem cuidado as fantasias que confundem os olhos da carne e nem te consagres aos ruídos da boca.
Faze o bem, em silêncio.
Foge às referências pessoais e aprendamos a cumprir, de coração, a vontade de Deus.

chico xavier emmanuel

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publicado por duronaqueda às 22:12

O necessário

Quinta-feira, 03.05.12


“Mas uma só coisa é necessária.” - Jesus. (Lucas, 10:42.)
Terás muitos negócios próximos ou remotos, mas não poderás subtrair-lhes o caráter de lição, porque a morte te descerrará realidades com as quais nem sonhas de leve...
Administrarás interesses vários, entretanto, não poderás controlar todos os ângulos do serviço, de vez que a maldade e a indiferença se insinuam em todas as tarefas, prejudicando o raio de ação de todos os missionários da elevação.
Amealharás enorme fortuna, todavia, ignorarás, por muitos anos, a que região da vida te conduzirá o dinheiro.
Improvisarás pomposos discursos, contudo, desconheces as conseqüências de tuas palavras.
Organizarás grande movimento em derredor de teus passos, no entanto, se não construíres algo dentro deles para o bem legítimo, cansar-te-ás em vão.
Experimentarás muitas dores, mas, se não permaneceres vigilante no aproveitamento da luta, teus dissabores correrão inúteis.
Exaltarás o direito com o verbo indignado e ardoroso, todavia, é provável não estejas senão estimulando a indisciplina e a ociosidade de muitos.
“Uma só coisa é necessária”, asseverou o Mestre, em sua lição a Marta, cooperadora dedicada e ativa.
Jesus desejava dizer que, acima de tudo, compete-nos guardar, dentro de nós mesmos, uma atitude adequada, ante os desígnios do Todo-Poderoso, avançando, segundo o roteiro que nos traçou a Divina Lei. Realizado esse “necessário”, cada acontecimento, cada pessoa e cada coisa se ajustarão, a nossos olhos, no lugar que lhes é próprio. Sem essa posição espiritual de sintonia com o Celeste Instrutor, é muito difícil agir alguém com proveito.

 chico xavier emmanuel

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publicado por duronaqueda às 22:08

Vê como vives

Quinta-feira, 03.05.12


E chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas e disse-lhes: negociai até que eu venha.” - Jesus. (Lucas, 19:13.)
Com a precisa madureza do raciocínio, compreenderá o homem que toda a sua existência é um grande conjunto de negócios espirituais e que a vida, em si, não passa de ato religioso permanente, com vistas aos deveres divinos que nos prendem a Deus.
Por enquanto, o mundo apenas exige testemunhos de fé das pessoas indicadas por detentoras de mandato essencialmente religioso.
Os católicos romanos rodeiam de exigências os sacerdotes, desvirtuando-lhes o apostolado. Os protestantes, na maioria, atribuem aos ministros evangélicos as obrigações mais completas do culto. Os espiritistas reclamam de doutrinadores e médiuns as supremas demonstrações de caridade e pureza, como se a luz e a verdade da Nova Revelação pudessem constituir exclusivo patrimônio de alguns cérebros falíveis.
Urge considerar, porém, que o testemunho cristão, no campo transitório da luta humana, é dever de todos os homens, indistin-tamente.
Cada criatura foi chamada pela Providência a determinado setor de trabalhos espirituais na Terra.
O comerciante está em negócios de suprimento e de fraterni-dade.
O administrador permanece em negócios de orientação, distribuição e responsabilidade.
O servidor foi trazido a negócios de obediência e edificação.
As mães e os pais terrestres foram convocados a negócios de renúncia, exemplificação e devotamento.
O carpinteiro está fabricando colunas para o templo vivo do lar.
O cientista vive fornecendo equações de progresso que me-lhorem o bem-estar do mundo.
O cozinheiro trabalha para alimentar o operário e o sábio.
Todos os homens vivem na Obra de Deus, valendo-se dela para alcançarem, um dia, a grandeza divina. Usufrutuários de patrimônios que pertencem ao Pai, encontram-se no campo das oportunidades presentes, negociando com os valores do Senhor.
Em razão desta verdade, meu amigo, vê o que fazes e não te esqueças de subordinar teus desejos a Deus, nos negócios que por algum tempo te forem confiados no mundo.

 chico xavier

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publicado por duronaqueda às 22:02

Quem lê, atenda

Quinta-feira, 03.05.12






                         

“Quem lê, atenda.” - Jesus. (Mateus, 24:15.)
Assim como as criaturas, em geral, converteram as produções sagradas da Terra em objeto de perversão dos sentidos, movimento análogo se verifica no mundo, com referência aos frutos do pensamento.
Freqüentemente as mais santas leituras são tomadas à conta de tempero emotivo, destinado às sensações renovadas que condigam com o recreio pernicioso ou com a indiferença pelas obrigações mais justas.
Raríssimos são os leitores que buscam a realidade da vida.
O próprio Evangelho tem sido para os imprevidentes e levia-nos vasto campo de observações pouco dignas.
Quantos olhos passam por ele, apressados e inquietos, anotando deficiências da letra ou catalogando possíveis equívocos, a fim de espalharem sensacionalismo e perturbação? Alinham, com avidez, as contradições aparentes e tocam a malbaratar, com enorme desprezo pelo trabalho alheio, as plantas tenras e dadivosas da fé renovadora.
A recomendação de Jesus, no entanto, é infinitamente expres-siva.
É razoável que a leitura do homem ignorante e animalizado represente conjunto de ignominiosas brincadeiras, mas o espírito de religiosidade precisa penetrar a leitura séria, com real atitude de elevação.
O problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a Divina Vontade.

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publicado por duronaqueda às 21:43

os tres patetas The Three Stooges

Quinta-feira, 03.05.12

Os Três Patetas foram um vaudeville americano e comédia do início e meados do século 20 conhecido por seus inúmeros sujeitos curtos filmes. Sua marca registrada era físico farsa e extrema palhaçada . Em filmes, os Stooges foram vulgarmente conhecido por seus primeiros nomes: "Moe, Larry, Curly e" ou "Moe, Larry e Shemp", entre outras formações. Eles começaram como "Ted Healy e seus Cavalheiros do Sul", que composto Moe Howard , Larry Fine e Shemp Howard . Este trio original foi um filme intitulado Soup to Nuts depois que Shemp deixou o grupo para seguir carreira solo e foi substituído por seu irmão Curly Howard . Esta encarnação da equipe foi o primeiro a ser conhecido em filmes como Os Três Patetas .
Shemp voltou ao grupo após Curly sofreu um debilitante curso maio 1946, restabelecendo o original line-up até novembro de 1955, quando Shemp morreu de um ataque cardíaco . A fim de completar quatro Shemp era-shorts, filme ator Joe Palma foi usado como um temporário corpo duplo para Shemp, antes de Joe Besser tornou-se a substituição a longo prazo como o Stooge terceiro. Em última análise, Joe DeRita (apelidado de "Curly Joe") substituiu Joe Besser em 1958. O ato recebeu um novo impulso ao longo dos anos 1960 como tarifa kiddie popular até paralisando Larry Fine acidente vascular cerebral em janeiro de 1970 efetivamente marcou o fim do próprio ato. Moe tentou, sem sucesso, uma última vez para reviver os Stooges com o antigo ator coadjuvante Emil Sitka preenchendo para Larry. Larry finalmente sucumbiu a uma série de cursos adicionais em janeiro de 1975, seguido por Moe, que morreu de câncer de pulmão maio 1975.




e aqui as capas da adapitaçao em quadrinhoa



















































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publicado por duronaqueda às 19:45

os tres patetas The Three Stooges

Quinta-feira, 03.05.12

Os Três Patetas foram um vaudeville americano e comédia do início e meados do século 20 conhecido por seus inúmeros sujeitos curtos filmes. Sua marca registrada era físico farsa e extrema palhaçada . Em filmes, os Stooges foram vulgarmente conhecido por seus primeiros nomes: "Moe, Larry, Curly e" ou "Moe, Larry e Shemp", entre outras formações. Eles começaram como "Ted Healy e seus Cavalheiros do Sul", que composto Moe Howard , Larry Fine e Shemp Howard . Este trio original foi um filme intitulado Soup to Nuts depois que Shemp deixou o grupo para seguir carreira solo e foi substituído por seu irmão Curly Howard . Esta encarnação da equipe foi o primeiro a ser conhecido em filmes como Os Três Patetas .
Shemp voltou ao grupo após Curly sofreu um debilitante curso maio 1946, restabelecendo o original line-up até novembro de 1955, quando Shemp morreu de um ataque cardíaco . A fim de completar quatro Shemp era-shorts, filme ator Joe Palma foi usado como um temporário corpo duplo para Shemp, antes de Joe Besser tornou-se a substituição a longo prazo como o Stooge terceiro. Em última análise, Joe DeRita (apelidado de "Curly Joe") substituiu Joe Besser em 1958. O ato recebeu um novo impulso ao longo dos anos 1960 como tarifa kiddie popular até paralisando Larry Fine acidente vascular cerebral em janeiro de 1970 efetivamente marcou o fim do próprio ato. Moe tentou, sem sucesso, uma última vez para reviver os Stooges com o antigo ator coadjuvante Emil Sitka preenchendo para Larry. Larry finalmente sucumbiu a uma série de cursos adicionais em janeiro de 1975, seguido por Moe, que morreu de câncer de pulmão maio 1975.




e aqui as capas da adapitaçao em quadrinhoa



















































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publicado por duronaqueda às 19:45

Austin Osman Spare

Quinta-feira, 03.05.12

Austin Osman Spare

Austin Osman Spare foi um dos artistas gráficos mais completos de seu tempo. Foi também um ocultista altamente capacitado que praticava uma forma de magia característica dos iniciados do Caminho da Mão Esquerda (este termo tem sido mal-interpretado pela maioria dos escritores ocultistas; no livro "Aleister Crowley and the Hidden God", Kenneth Grant aborda o tema em questão adequadamente, explicando com maestria inquestionável que o termo significa especìficamente "o Caminho utilizado por aqueles que se valem das energias sexuais para adquirir controle dos mundos invisíveis"). Spare foi reconhecido como um Mestre deste Caminho por aqueles em condição de avaliar tais práticas e iniciou o núcleo de um movimento conhecido como Zos Kia Cultus.
Não se deve pensar que basta ser iniciado de alguma fraternidade esotérica para se conseguir acesso à corrente mágica deste Cultus, nem que isto foi fácil mesmo à época de Spare. Para se beneficiar desta poderosa prática de magia, será necessário colocar-se em sintonia com o Espírito do Culto.
A vida pessoal de Spare, por mais interessante que seja, não acrescenta muito à sua obra; apesar disto, forneceremos aqui alguns detalhes biográficos apenas para situà-la no tempo. Austin Osman Spare manteve um interesse perpétuo sobre a teoria e a prática da bruxaria, que começou em sua infância em virtude de seu relacionamento pessoal com sua babá, uma velha mulher do interior da Inglaterra chamada Paterson e que dizia ser descendente direta de uma linhagem das famosas feiticeiras de Salem. Se analisarmos a obra de Spare, reconheceremos nìtidamente a influência direta de uma corrente mágica vital que, certamente, só é transmitida por via oral e que indiscutìvelmente só poderia ter sido ensinada por um iniciado de alguma antiga tradição oculta.
Etimologicamente, feitiçaria ou bruxaria significa "aprisionar espíritos dentro de um círculo". Não é a mesma coisa que praticar "magia", que é a "arte de fazer 'encantamentos' ou 'fascínios'". Os métodos de Spare parecem pertencer mais à bruxaria que à magia, embora certamente envolvam ambas as técnicas.
Para Spare, do mesmo modo que para Aleister Crowley, a sexualidade é o centro da bruxaria e da magia, e é a chave para ambos os sistemas. Entretanto, se para Spare a bruxaria é um meio de realização do prazer, de transformação da velhice em juventude, de feiura em beleza, da natureza em arte, para Crowley ela é um meio de adquirir e irradiar poder, transformando a fraqueza em força e a ignorância em conhecimento. Ambos tiveram seus preceptores: Crowley foi fortemente influenciado por MacGregor Mathers, Grão-Mestre da antiga Ordem Hermética da Aurora Dourada, uma pessoa de energia marcial, enquanto Spare foi grandemente influenciado por uma feiticeira, Paterson, a bruxa arquetípica, velha e feia, que podia transmutar-se numa criatura de extraordinário poder de sedução a seu bel-prazer.
Crowley e Spare foram atraídos cada qual por diferentes gurus que influenciaram tanto seu caráter quanto sua obra. Isto explica porque Spare ficou tão pouco tempo na 'Fraternidade da Estrela de Prata' (Brotherhood of the Silver Star, ou A\A\ - Argenteum Astrum, fundada por Aleister Crowley a partir dos ensinamentos da Golden Dawn, Aurora Dourada, e para a qual Spare entrou em 10 de julho de 1910 com o motto de Yihoveaum, que significa "Eu Sou AUM", 'eu sou a eternidade'): a disciplina que era exigida por Crowley para os membros de sua fraternidade não combinava com a concepção de liberdade de Spare, que consistia na expressão artística irrestrita do "sonho inerente" que é, de certa forma, idêntico à Verdadeira Vontade (Thelema) formulada por Crowley. Para Spare, entretanto, a transformação deste "sonho inerente" em algo real exigia um tipo de liberdade diferente daquela idealizada por Crowley. O resultado foi que Crowley, dois anos antes de sua morte em 1947, perguntado sobre o que achava de Spare, respondeu que este se havia tornado um 'irmão negro' (mago negro, um termo usado em ocultismo para representar alguém que deliberadamente se afasta da corrente evolutiva, passando a considerar como objetivo primordial o culto à sua personalidade) pelo cultivo do 'auto-amor' através do prazer. Se Crowley tinha ou não razão acaba não prejudicando o fato de que a contribuição de Spare para o moderno ocultismo foi tão grande quanto sua arte. Em duas ocasiões anteriores, em 1921 e em 1923, Crowley escrevera que seu discípulo "aprendeu muito do 'Livro da Lei' (que forma a base do Culto de Thelema de Crowley, psicografado pelo mesmo no Cairo em 1904 a partir da comunicação astral com uma entidade chamada Aiwass); o resto é um mistura de The Book of Lies (escrito por Crowley em 1913) com William Blake, Nietzsche e o Tao Teh King" e que "seu Livro parece-me ainda melhor e mais profundo do que quando o li pela primeira vez." Estas declarações de Crowley sobre Spare são muito interessantes porque mostram que o primeiro considerava o segundo como seu aluno de ocultismo, além de o ter em alta consideração por ter o mesmo baseado suas teorias na mesma tradição oculta que Crowley ensinava, embora de uma forma um tanto diversa.
Seis ou sete anos antes da publicação de The Focus of Life, Spare publicou em edição do autor seu livro The Book of Pleasure (Self-Love), The Psychology of Ecstasy. Ambos eram e ainda são muito difíceis de se conseguir. Além disto, eles são igualmente difíceis de se entender, a não ser que se tenha a chave do sistema oculto proposto por eles.
Enquanto identificado com sua bruxaria, Spare usava o nome iniciático (motto) de Zos vel Thanatos, ou simplesmente Zos. Este indica a natureza de sua preocupação maior, sua obsessão primária: o corpo e a morte. 'Zos' era definido por ele como "o corpo considerado como um todo" e nisto ele incluía corpo, mente e alma; o corpo era o alambique de sua bruxaria. Seu outro símbolo chave, 'Kia', representa o "Eu Atmosférico", o Eu Cósmico ou Eu Superior, que utiliza 'Zos' como seu campo de manifestação.
O culto de Zos e Kia envolve a interação polarizada da energia sexual em suas correntes positiva e negativa, simbolizada antropomòrficamente pela mão e pelo olho. Estes são os intrumentos mágicos utilizados pelo feiticeiro para invocar as energias primais latentes em seu inconsciente. A mão e o olho, Zos e Kia, 'Toque-Total' e 'Visão-Total', são os instrumentos mágicos do Id, o desejo primal ou obsessão inata que Zos está sempre buscando para corporificá-la em carne. O sistema de Spare assemelha-se a algumas técnicas dos iógues hindus e a certas práticas da escola Ch'an (Zen) do Budismo chinês (o budismo puro praticado durante a dinastia T'ang), embora existam diferenças importantes. O objetivo da meditação é abolir as transformações do princípio pensante (v. a definição de Yoga de Patanjali - Sutras de Yoga, 1, 2), de modo que a mente individual atinja o estado não-conceitual e se dissolva na Consciência indiferenciada. No Culto de Zos Kia, o corpo (Zos) se torna sensível a todos os impulsos da onda cósmica, de modo a "ser todo sensação" para realizar todas as coisas simultâneamente em carne 'agora'. Esta pode ter sido a explicação mágica da doutrina do Cristo carnalizado ("...este é o meu Corpo; tomai e comei dele todos...") que os últimos Gnósticos, por não a compreenderem adequadamente, denunciaram como uma perversão da Gnose genuína.
Nem sempre Spare definiu claramente os termos por ele criados; entretanto, ele sabia exatamente o que quis dizer com eles. Infelizmente, a gramática não era o seu forte e muito do que parece obscuro em seus escritos se deve a esta dificuldade. O Culto de Zos Kia parece postular uma interpretação literal (isto é, física) da identidade entre Samsara e Nirvana (samsara = existência fenomenal ou objetiva; sua contraparte é nirvana, que é a subjetivação da existência e, portanto, sua negação fenomenal ou objetiva). Por outro lado, os termos 'corpo', ou 'carne', podem denotar o 'corpo adamantino' (ou dharma-kaya, uma expressão budista que é sinônimo de "Nada"; o neti-neti dos budistas, ou o 'nem isto, nem aquilo' no sistema de Spare) e sua realização como o universo inteiro, neste exato momento e sensorialmente. O símbolo histórico supremo deste conceito é a imagem de Yab-Yum do Budismo Tântrico. Ela representa o nada (Kia) ensaiando sua união abençoada com o corpo (Zos). No Culto de Zos Kia, isto é realizável através da carne, enquanto no Budismo Ch'an (Zen) esta união é mental. Assim, tanto no Zen quanto no Zos o objetivo é o mesmo, embora os meios variem.
O sistema de Spare também sugere uma nova obeah, uma ciência de atavismos ressurgentes, uma magia primal baseada na obsessão e no êxtase. O subconsciente, impregnado por um símbolo do desejo, é energizado pelos êxtases reverberantes na suposição de que a profundeza primal, o Vazio, responda a antigas nostalgias revivendo suas 'crenças' obsessivas originais. O "Alfabeto do Desejo" (onde cada letra representa um princípio sexual, um impulso dinâmico) foi desenvolvido por Spare para sonorizar gràficamente estes atavismos e, quando o florescimento do símbolo acontece, a explosão de êxtase é a realização de Zos.
Em seu livro "Anotações sobre Letras Sagradas" Spare diz que: "as letras sagradas preservam a crença do Ego, de modo que a crença retorne contìnuamente ao subconsciente até romper a resistência. Seu significado escapa à razão, embora seja compreendido pela emoção. Cada letra, em seu aspecto pictórico, se relaciona a um princípio Sexual... Vinte e duas letras que correspondem a uma causa primeira. Cada uma delas análoga a uma idéia de desejo, formando uma cosmogonia simbólica."
Estas vinte e duas letras, embora não sejam dadas consecutivamente nem inteiramente em quaisquer dos escritos de Spare, sem dúvida se equiparam de alguma forma com as vinte e duas cartas do Tarot, ou Livro de Thoth de Aleister Crowley e aos vinte e dois caminhos da Árvore Cabalística da Vida; elas são, de fato, as chaves primitivas da magia. Também existe uma possível afinidade com as onze posições lunares de poder refletidas, ou dobradas, nas noites claras ou escuras do ciclo lunar. O conhecimento secreto destas vinte e duas zonas de poder celestial e sua relação com o ciclo mensal da mulher formam uma parte vital da antiga Tradição Draconiana sobre a qual o Culto de Zos Kia se baseia.

senhor desmanipulador

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publicado por duronaqueda às 19:15

HISTORIAS DAS HISTORIAS EM EM QUADRINHOS NO BRASIL

Quinta-feira, 03.05.12
INTRODUÇAOAs histórias em quadrinhos no Brasil foram publicadas inicialmente no século XIX, adotando um estilo satírico conhecido como cartuns, charges ou caricaturas e que depois se estabeleceria com as populares tiras. A edição de revistas próprias de histórias em quadrinhos no país começou no início do século XX. Mas, apesar do Brasil contar com grandes artistas durante a história, a influência estrangeira sempre foi muito grande nessa área, com o mercado editoral dominado pelas publicações de quadrinhos americanos, europeus e japoneses.

História
                                                                                angelo agostine um pioneiro do quadrinho
 Século XIX
 Precursores e primeiros passos (1837 - 1895)
 Manuel de Araújo PIONEIRO
As histórias em quadrinhos no Brasil começaram a ser publicadas no século XIX. Em 1837, circulou o primeiro desenho em formato de charge, de autoria de Manuel de Araújo Porto-Alegre, que foi produzida através do processo de litografia e vendida em papel avulso. O autor criaria mais tarde, em 1844, uma revista de humor político.
No final da década de 1860, Angelo Agostini continuou a tradição de introduzir nas publicações jornalísticas e populares brasileiras, desenhos com temas de sátira política e social. Entre seus personagens populares, desenhados como protagonistas de histórias em quadrinhos propriamente ditas, estavam o "Nhô Quim" (1869) e "Zé Caipora" (1883). Agostini publicou nas revistas Vida Fluminense, O Malho e Don Quixote.

Século XX                                                  
 O Tico-Tico (1905 - 1957)                      

Lançada em 11 de outubro de 1905, a revista O Tico-Tico é considerada a primeira revista em quadrinhos do país, concebida pelo desenhista Renato de Castro, tendo o projeto sido apresentado a Luiz Bartolomeu de Souza, proprietário da revista O Malho (onde Angelo Agostini trabalhou, após o encerramento de Don Quixote) ; após aprovada, a revista teve a participação de Angelo Agostini, que criou o logotipo e ilustrou algumas histórias da revista . O formato de O Tico Tico foi inspirado na revista infantil francesa La Semaine de Suzette; a personagem Suzette foi publicada na revista brasileira com o nome de Felismina ; Bécassine, outra personagem da revista , foi chamada de Chiquita . Tico-Tico é considerada a primeira revista em quadrinhos no Brasil, e teve a colaboração de artistas de renome como J. Carlos (responsável pelas mudanças gráficas da revista em 1922), Max Yantok e Alfredo Storni .
     
 
O personagem de maior sucesso da revista era Chiquinho (publicado entre 1905 e 1958) , considerado por muitos anos como uma criação brasileira até que, na década de 1950 , um grupo de cartunistas alegou que este era, na verdade, uma cópia do americano Buster Brown de Richard Felton Outcault (algo parecido aconteceu na Holanda, onde Buster Brown serviu de inspiração para criação de Sjors van de Rebellenclub)[9]. Durante a época da Primeira Guerra Mundial , o Chiquinho também teve inspiração nas histórias de Little Nemo in Slumberland . Também figuraram na revista Reco-Reco, Bolão e Azeitona de Luiz Sá, Lamparina de J. Carlos, Kaximbown de Max Yantok, Max Muller de A. Rocha entre outros .
Em 1930, alguns personagens das tiras americanas foram publicados na revista como Mickey Mouse (chamado de Ratinho Curioso), Krazy Kat, (chamado de Gato Maluco) e Gato Félix. J.Carlos foi o primeiro desenhista brasileiro a desenhar personagens da Disney nas páginas de O Tico-Tico .
A revista foi perdendo popularidade na década de 1930, na medida em que surgiram os suplementos de quadrinhos publicados em jornais e diversas revistas em quadrinhos surgidas nessa época; na década de 1950 investiu no humor gráfico, publicando cartuns de artistas como Bosc, Sempé e Jean Giraud (que anos mais tarde ficaria conhecido como Moebius). A revista foi publicada até 1957 (após isso O Malho publicou edições especiais com o título "O Tico-Tico Aprsenta" até 1977) , e nos últimos quadrinhos de sua existência voltou a ter o foco educativo de outrora

Os suplementos de jornais e o surgimento das editoras (1929 - 1959)                            

Em Setembro de 1929, o jornal A Gazeta cria um suplemento de quadrinhos no formato tabloide, baseado nos Suplementos dominicais de quadrinhos americanos; no mês seguinte, a Casa Editorial Vecchi (uma editora de origem italiana)  lançou a revista Mundo Infantil, porém o sucesso dos suplementos se deu em 1934 com a criação do Suplemento Infantil de Adolfo Aizen. Aizen trabalhava nos jornaisO Globo e nas revistas O Malho e O Tico-Tico; após viajar para os Estados Unidos, conheceu os suplementos de quadrinhos e, ao voltar ao Brasil, conheceu Arroxelas Galvão, representante da King Features Syndicate. Galvão tentará, desde 1930, vender tiras para os jornais brasileiros; a exceção foi o jornal Diário de Notícias que publicava as tiras de Popeye (que foi rebatizado como Brocoió). Aizen negociou com Galvão e assim foi o responsável por publicar pela primeira vez as tiras de aventura de Flash Gordon. Publicado inicialmente pelo jornal A Nação (após ser recusado por Roberto Marinho, do jornal O Globo, onde Aizen trabalhava; na época Marinho alegou que o custo dos suplementos de quadrinhos seria muito alto), lançado em março do mesmo, a primeira edição teve capa de J. Carlos (assim como O Tico-Tico, o Suplemento Infantil misturava tiras estrangeiras e brasileiras, desenhadas por artistas como Monteiro Filho) e após quinze edições, pela recém formada editora de Aizen, a Grande Consórcio de Suplementos Nacionais. Sendo um judeu nascido na Rússia, Aizen não poderia ter uma empresa no Brasil - segundo lei vigente na época, apenas nascidos em solo brasileiro poderiam ter tal privilégio, o jornalista havia forjado uma certidão de nascimento em que declarava ser bahiano, pois havia morado na Bahia durante a adolescência. Em 1936, o casal Helena Ferraz de Abreu e Maurício Ferraz cria um suplemento diário de quadrinhos para ser publicado em vários jornais do pais , em 1937, o tabloide publicou pela primeira vez no país as tiras de O Fantasma de Lee Falk  também foram publicados no suplemento João Tymbira Em Redor do Brasil e uma adaptação de O Guarani de José de Alencar, ambos escritos e desenhados por Francisco Acquarone ambos publicados em 1938, ano em que o jornal seria cancelado . Acquarone é mais conhecido pelo trabalhos de pintura e por livros de história da arte .
Em 1937, Roberto Marinho entra em contato com Aizen (com quem não falava há três anos) e lhe propõe uma parceria: ambos distribuiriam suplementos de quadrinhos (impressos nas gráficas do O Globo) em vários jornais do país. Aizen recusou a ideia, e em junho do mesmo ano, Marinho lança O Globo Juvenil, suplemento dirigido por Djalma Sampaio, auxiliado por Antonio Callado e Nelson Rodrigues, Rodrigues chegou até mesmo a roteirizar uma adaptações de O Fantasma de Canterville de Oscar Wilde,publicado em 1938 e O Mágico de Oz de L. Frank Baum em 1941, ambos desenhados por Alceu Penna, Franciso Acquarone, passa ser um dos desenhista do tabloide. No mesmo ano, Aizen cria a revista Mírim; uma novidade da revista foi a utilização do formato comic book ou meio-tabloide e o jornal A Gazetinha começa a publicar o arco de história de A Garra Cinzenta, de Francisco Armond e Renato Silva, uma série com forte influência dos pulps de mistério e ficção científica. no mesmo ano de 2007, Renato Silva havia iniciado sua carreira nas histórias em quadrinhos, publicando nas páginas do Suplemento Juvenil , uma história um personagem surgido nos pulps, o detetive Nick Carter . A Garra Cinzenta foi publicada até 1939, totalizando 100 páginas , e posteriormente foi publicada no mercado franco-belga, na revista Le Moustique com o título La Grife Grise; na época franceses e belgas achavam que a história fosse de origem mexicana[20]. Anos mais tarde, foi especulado que Helena de Ferraz fosse a verdadeira identidade de Francisco Armound, autor de A Garra Cinzenta, Helena e o marido algumas vezes assinaram no jornal usando o pseudônimo Álvaro Armando. Arnaldo Ferraz, o filho do casal, garante que a mãe nunca roteirizou histórias em quadrinhos, apenas traduziu as primeiras tiras do Fantasma, Renato Silva ficaria mais conhecido pelo cursos de de desenho publicados na série de livros A Arte de Desenhar .
Em 1939, O Globo lança O Gibi para concorrer com Mírim; no ano seguinte, Aizen publica O Lobinho (para evitar que Marinho usasse o nome O Globinho) no jornal A Noite (jornal que fora fundado por Irineu Marinho, pai de Roberto Marinho); na revista foi usado o formato standard[13]. Aizen não gostava do nome escolhido pelo concorrente (que era um termo pejorativo para garotos negros); o nome já havia sido usado por J. Carlos em personagem publicado nas páginas de O Tico-Tico (na época o personagem era grafado como Giby) em 1906 , e com o tempo, Gibi passou a ser usado como sinônimo de revistas em quadrinhos  (algo parecido aconteceu na Espanha, o termo tebeo surgiu do nome da revista TBO) . A revista Mirim deu origem à "Biblioteca Mirim", no formato 9 x 11 cm, uma coleção de 31 pequenos livros ilustrados (também chamados de "tijolinhos"), inspirados nos chamados Big Little Books americanos , o jornal de Marinho lança a "Coleção Gibi" nos mesmo moldes da Biblioteca Mirim .
Ainda em 1939, Galvão resolve aumentar o valor da licença dos personagens publicados da King Features; Roberto Marinho cobre o valor e passa publicá-los em O Globo Juvenil e O Gibi. Aizen, porém, resolve reunir as páginas de Flash Gordon em álbum de luxo no formato horizontal; o álbum vendeu bastante, chegando ao ponto de esgotar e exigir a produção de novas tiragens. Na última página de Flash Gordon, publicada no Suplemento Juvenil, Aizen escreveu:
“    O que estarão Flash Gordon outros vendo fora da caverna? Quem são esses estranhos personagens da neve? Veja a continuação no Globo Juvenil, futuramente.    ”
     
Adolfo Aizen   brasil america(ebal)

,
Embora os suplementos de O Globo tenham aumentado em número de leitores, isso não significou a derrocada dos títulos de Aizen. O jornalista resolveu negociar com syndicates menores, e começou a publicar Tarzan (personagem bastante popular graças aos filmes estrelados por Johnny Weissmuller, uma série de livros traduzidas por Monteiro Lobato para a Companhia Editora Nacional e iniciada no anterior , Terry e os piratas de Milton Caniff e Dick Tracy de Chester Gould .
Além de personagens de tiras, os suplementos também publicaram histórias de super-heróis americanos; da DC Comics foram publicados: Slam Bradley, criado por Jerry Siegel e Joe Shuster (que ficariam conhecidos por serem os criadores do Superman), foi publicado originalmente na primeira edição da revista Detective Comics, de março de 1937; no Brasil o personagem foi publicado na quarta edição de Mírim, lançada em maio do mesmo ano . Algo parecido havia acontecido com Flash Gordon, que foi publicado na terceira edição do Suplemento Infantil, no dia 28 de Março de 1934, apenas 80 dias depois da sua estreia nos jornais americanos . Superman foi publicado em A Gazetinha #445 (Dezembro de 1938) , Batman em O Lobinho #7 (Novembro de1940)  e da Timely Comics (uma das empresas que daria origem a Marvel Comics) foram publicados: Namor em Gibi Mensal #142 (Abril de 1940)  e Capitão América em O Guri # 73 (Junho de 1943) .

Em 1940, o jornalista Assis Chateaubriand, lança a revista "O Gury" (mais tarde teria a grafia alterada para "O Guri") com o subtítulo "O Filhote do Diário da Noite", para ser publicada no jornal Diário da Noite, embora tenha registrado o nome da publicação desde 1938. A revista era composta de várias publicações da editora americana Fiction House, que publicava revistas especificas para cada gênero: aventuras espaciais, aventuras nas selvas, lutas, e foi a primeira revista impressa em quatro cores. Chateaubriand havia adquirido modernas impressoras diretamente dos Estados Unidos, e a primeira edição era uma cópia exata da revista Planet Comics #1 da Fiction House; posteriormente, a revista publicou histórias da Fawcett, da King Features e da Timely Comics; o então adolescente Millôr Fernandes trabalhava como ajudante de arquivo na revista O Cruzeiro e, como muitos adolescentes dessa época, era leitor de histórias em quadrinhos (Millôr colecionava o Suplemento Juvenil de Adolfo Aizen) e acabaria sendo um colaborar da revista O Guri .
Em 1941, o grupo de comunicação de Chateaubriand cria a editora O Cruzeiro , nome retirado da principal revista do grupo, fundada em 1928 ; na revista O Cruzeiro surgem os cartuns de O Amigo da Onça de Péricles. Péricles também publicava em O Guri a tira Oliveira Trapalhão ; O Amigo da Onça também foi ilustrado por Carlos Estêvão, que desenhou o personagem  após a morte de Péricles (que cometera suicídio) . Em março de 1952, a editora O Cruzeiro lança uma nova versão da revista "O Guri", impressa em preto e branco, através do processo de rotogravura; na primeira edição foram publicados os heróis da Fox Feature Syndicate: Dagar, o rei do deserto, O Falcão dos sete mares e Rulah, a deusa da selva .

Alfredo Machado e Décio de Abreu criam o primeiro syndicate brasileiro, Distribuidora Record de Serviços de Imprensa; Machado havia trabalhado no Suplemento Juvenil como tradutor dos doze aos dezessete anos, e em 1939, inconformado com o baixo salário, mudara-se para O Globo Juvenil, de Roberto Marinho - por conta disso, Aizen e Machado ficaram sem se falar por nove anos. Em 1941, Machado viajou aos Estados, a fim de convencer que os três maiores syndicates, King Features, Associated Press e United Press, fossem representados pela Record; no entanto, as empresas alegaram já possuírem representantes no Brasil, e com isso a Record passou a representar pequenos syndicates e as editoras de quadrinhos Fawcett Comics e Timely Comics. A Record tinha entre seus clientes Aizen, Marinho e Chateaubriand. A empresa não apenas vendia as histórias em quadrinhos e passatempos, como também prestava serviços de tradução e editoração, como no caso da revista Vida Juvenil da editora Vida Doméstica lançada em 1949 . Em 1946, Luis Rosemberg cria um novo syndicate brasileiro e funda a Agência Periodista Latino-Americana (Apla). A Apla não apenas distribuía tiras estrangeiras; o desenhista haitiano André LeBlanc criou a tira Morena Flor, que foi distribuída não apenas no Brasil, mas também em outros países da América Latina e até mesmo nos Estados Unidos . Na década de 1960, 
a Record também se tornou uma editora .

Após 1942, Aizen passou a ter dificuldades financeiras, e logo vendeu sua editora para o governo Vargas, mas continuou prestando serviços para o jornal A Noite; em 1945, Aizen pede a João Alberto, diretor do jornal para que o ajude a conseguir um empréstimo no Banco do Brasil, e com um capital de dois milhões de cruzeiros, funda a Editora Brasil-America Ltda. (mais conhecida pela sigla EBAL), tendo como sócios o próprio João Alberto e Claudio Lins de Barros. Aizen lança a revista Seleções Coloridas, trazendo personagens da Walt Disney Company, e a revista foi publicada em parceria com a argentina "Editorial Abril" de Cesar Civita. Civita era um italkim (um judeu italiano) e, antes de ter a própria editora, foi funcionário da italiana Arnoldo Mondadori Editore, que publicava os quadrinhos Disney; a experiência na Itália lhe possibilitou conseguir a licença dos personagens Disney na América Latina, e a editora de Civita possuía uma impressora que possibilitava imprimir em quatro cores. Vale ressaltar que os personagens Disney já haviam sido publicados nas revistas O Tico-Tico, Suplemento Juvenil, O Globo Juvenil , O Lobinho, Mirim, Guri e Gibi, porém em Seleções Coloridas os leitores brasileiros puderam ler pela primeira vez as histórias produzidas por Carl Barks . A revista teve 17 edições e foi publicada até 1948. Em Julho de 1947, Aizen publica a primeira revista publicada apenas pela EBAL, O Heroi (grafada sem acento), que publicou os heróis das selvas da Fiction House, além de histórias de faroestes, e também é lançada a primeira revista Superman no país (o nome Superman, era usado apenas no título, dentro da revista era usada a grafia Super-Homem) ; no ano seguinte lança a revista Edição Maravilhosa, inspirada nas americanas Classics Illustrated e Classic Comics que traziam adaptações de livros em quadrinhos. Na época, os quadrinhos eram vistos como má influência por educadores e religiosos, e durante 23 edições, a revista publicou histórias produzidas nos Estados Unidos; na edição 24, Aizen encomendou a André LeBlanc uma adaptação de O Guarani. Para aproveitar o sucesso dos quadrinhos entre as crianças, foram criadas as revista Sesinho (1947) do Serviço Social da Indústria (o Sesi) e Nosso Amiguinho (década de 1950), da Casa Publicadora Brasileira  . Apesar de Seleções Coloridas serem impressas em cores, todas as publicações posteriores da EBAL eram em preto e branco; em 1951, uma edição especial da revista Superman foi publicada em cores , porém a editora só investiria em publicações coloridas na década de 1970 .

Em março de 1947, o ilustrador português Jayme Cortez resolveu se mudar para o Brasil. Cortez havia colaborado na revista portuguesa O Mosquito e no semanário feminino A Formiga. Ao chegar ao país, começa a produzir charges políticas para o jornal O Dia; em maio do mesmo ano, produz a tira semanal "A Caça dos Tubarões", publicada pelo Diário da Noite, e logo em seguida adapta o romance O Guarani, no formato de tiras diárias para o mesmo jornal; em 1949, passa a trabalhar em A Gazeta Juvenil do jornal A Gazeta, onde adapta O rajá de Pendjab de Coelho Neto .
Em 1949, o irmão de Cesar Civita, Victor se muda para o Brasil, e no ano seguinte resolve seguir os passos do irmão, fundando a Editora Primavera. Sua primeira publicação foi a revista em quadrinhos Raio Vermelho, uma revista no formato horizontal (21,5 x 28,5 cm) e composta por quadrinhos oriundos da Itália; em Junho do mesmo ano, já com o nome Editora Abril, publicou a revista O Pato Donald. Assim como Aizen, Victor também não poderia ser dono de uma empresa no país, e para burlar a lei brasileira, convida Giordano Rossi (um mineiro descendente de italianos) para ser seu sócio; Victor conhecera Rossi quando este era funcionário de um banco, e com uma pequena cota de ações, Rossi atuava como contador da editora . A revista O Pato Donald foi publicada inicialmente no formato americano, mas a partir da 22ª edição, publicada em março de 1952, passou a ser publicada em Formato Pato (também conhecido como formatinho) . O formato fora trazido da Itália: a revista Topolino (nome italiano do Mickey Mouse) da Montadori, era publicada desde 1932 no formato tabloide , porém em 1939, a editora resolve se basear no formato da revista Reader's Digest que também era publicada pela Mondadori . Nos Estados Unidos, o formato é conhecido como "digest size" .
Em Janeiro de 1950, a Casa Editorial Vecchi, lança a revista O Pequeno Xerife no formato de talão de cheque, outro formato importado da Itália; em julho do mesmo ano, O Globo também lançaria uma revista nesse formato, Júnior, que em sua 28ª edição publicaria, pela primeira vez no país, o cowboy Tex Willer, da Sergio Bonelli Editore .
Também em 1950, a "La Selva", distribuidora de jornais e revistas, torna-se uma editora. A empresa foi fundada em 1935, pelo italiano Vito Antonio La Selva, que chegara em São Paulo em 1925, logo se tornando jornaleiro de ruas, e oito anos depois, tornando-se dono de uma banca de jornal. Vito teve como sócio um outro italiano de sobrenome Pelegrini, e a distribuidora lançou duas revistas, "Bom Humor" e "Aventuras" (sendo Aventuras uma revista em quadrinhos). Em 1947, a sociedade com Pelegrini é desfeita e Vito passa a trabalhar com os filhos, e em março de 1950, a "La Selva" torna-se uma editora propriamente dita, com o lançamento da revista "Seleções de Rir Ilustrada". A editora não demoraria a investir em quadrinhos, comprando a revista "O Cômico Colegial", de Auro Teixeira, criada em 1949, que foi vendida pelo seu editor, em dificuldades financeiras. Para publicá-la, em julho de 1950, a La Selva adquire, através da Record, os direitos de publicação do personagem "The Black Terror" da Nedor Comics. A Record vendia personagens desconhecidos a menores preços a editoras pequenas, e em julho de 1950 lança a revista "O Terro Negro" como suplemento extra da revista O Cômico Colegial; a revista publicou heróis como o personagem título (que Reinaldo Oliveira e Jácomo La Selva pensaram ser de uma história de terror) e de outros heróis como Doc Strange e Homem-Maravilha; na edição seguinte, foi usada uma capa desenhada por Jayme Cortez, típica de histórias de terror, mostrando a personificação da morte acordando um perplexo rapaz. Apenas na 9º edição (Março de 1951), a revista deixou de trazer o nome da revista Cômico Colegial, trazendo apenas o nome O Terror Negro, chegando a fazer sucesso. Por não possuir, porém, mais histórias do personagem principal para publicar, Jácomo de Oliveira resolveu comprar direitos de quadrinhos de terror, como a revista Beyond, da editora Ace Publication. Em 1953,O Terror Negro passou a ser quinzenal, e surgem outras revistas do gênero Sobrenatural, tais como Contos de Terror, Frankenstein (no ano seguinte); as revistas eram todas compostas de matéria estrangeira, e os artistas brasileiros eram responsáveis apenas pelas capas . A editora também publicou as revistas infantis Capitão Radar, Bill Kid, Supermouse, Pato Dizzy, Seleções Juvenis, entre outras . Ainda em 1953, as revistas da La Selva passam a ser impressas nas gráficas da editora Abril. Selva e Civita se tornaram amigos por causa da origem italiana; Cláudio de Souza, que trabalhava na Abril, passou a colaborar na La Selva, editando as revistas policiais Emoção e Conto de Mistério e produzindo roteiros para os quadrinhos de "Arrelia e Pimentinha", "Fuzarca e Torresmo", "Oscarito e Grande Otelo", "Fred e Carequinha" e "Mazzaropi". Em 1951, Claudio havia sido indicado por Jerônymo Monteiro, primeiro editor da Abril, quando ela ainda se chamada Primavera , Claudio havia trabalhado com ele no suplemento A Gazeta Juvenil, era editor do suplemento, onde também publicaria histórias do personagem Dick Peter, personagem criado em 1937, criado para uma radionovela transmitida pela Rádio Tupi (uma outra empresa do grupo Diários Associados) , o personagem ainda seria publicado em O Cômico Colegial, sendo adaptado também para um teleteatro exibido pela TV Tupi , Monteiro também é reconhecido com um dos pioneiros da ficção científica brasileira . Na Abril, Souza ajudou a criar a Distribuidora Nacional de Publicações (DINAP) e as revistas Capricho, Cláudia e Placar, além de criar o Centro de Criação, responsável pela formação de roteiristas e desenhistas para a editora .

  zefiro
Os quadrinhos de terror da editora foram bastante criticados pelo jornalista Carlos Lacerda, que afirmava que tais revistas eram má influência para as crianças; tal pensamento também existia nos Estados Unidos, sobretudo após a publicação do livro Seduction of the Innocent, do psicólogo alemão Frederic Whertam em 1954. Whertam não criticava apenas as revistas de terror, e também não era o único psiquiatra a defender a tese de que os quadrinhos eram nocivos - desde o início da década de 1950, o Senado americano, já havia criado uma subcomissão para estudar a má influência dos quadrinhos em crianças e adolescentes. O Senado americano convocou os artistas Walt Kelly, Milton Caniff e Joe Musial, representantes da National Cartoonists Society, e embora não tenha sido convidado, William Gaines da EC Comics (principal editora de quadrinhos terror, muitos deles chegaram a ser publicados pela La Selva), e o próprio Whertam também compareceu. No dia seguinte ao depoimento, vários jornais publicaram matérias não favoráveis sobre Gaines; em setembro do mesmo foi criada a Comic Magazine Association of America, e no mês seguinte, a entidade criou o Comics Code Authority, um código de autocensura; boa parte do código foi inspirado em códigos já existentes nas editoras DC e Archie Comics (principal editora da entidade). Na verdade, esta não foi a primeira tentativa de se criar um código de autocensura; em 1948, a Association of Comics Magazine Publishers também tentara, porém não surtiu efeito. Em 1955, Adolfo Aizen e Alfredo Machado recebem um conjunto de nove livretos contendo todas as 41 regras do Comics Code Authority .
                                                                                carlos lacerda contra hq
Algumas das gráficas e colaboradores da La Selva se tornariam editoras, como a Bentivegna de Salvador Bentivegna e a Novo Mundo de Victor Chiodi, Orbis, Júpiter e Continental. Vito La Selva morre em 1967, a editora foi fechada em 1968, motivada por uma crise financeira e por brigas entre os filhos de Vito .
Em 1951, Miguel Penteado, Reinaldo de Oliveira, Álvaro de Moya, Jayme Cortez e Syllas Roberg organizam a Exposição Internacional de Histórias em Quadrinhos, onde foram expostas várias artes originais dos autores das tiras de jornal: Alex Raymond (Flash Gordon), Milton Caniff (Terry e os piratas e Steve Canyon), Hal Foster (Tarzan e Príncipe Valente) e Al Capp (Ferdinando) , no ano seguinte, os artistas criam a ADESP (Associação dos Desenhistas de São Paulo), uma das principais bandeiras da entidade era a nacionalização dos quadrinhos, ou seja, a criação de cotas para quadrinhos produzidos por artistas brasileiros .
Em 1952, Roberto Marinho resolveu criar uma editora, de início escolheu o nome Editora Globo para fazer alusão ao seu jornal, porém foi impedido, já que Livraria do Globo de Porto Alegre também atuava como editora, assim Marinho cria a Rio Gráfica Editora (mais conhecida pela sigla RGE) .
Na segunda metada da década de 1950, surgiram também os primeiros trabalhos independentes de Carlos Zéfiro, autor dos catecismos (quadrinhos eróticos); Zefiro era o pseudônimo do carioca Alcides Aguiar Caminha, cuja verdadeira identidade só seria revelada em 1991, pelo jornalista Juca Kfouri nas Revista Playboy .
A editora Continental foi fundada em 1959 por  

jaime cortez por Nei Lima.

   Miguel Penteado, José Sidekerskis, 
Victor Chiodi, Heli Otávio de Lacerda, Cláudio de Souza, Arthur de Oliveira e Jayme Cortez. Os quadrinhos da Continental eram totalmente produzidos no país, e passaram pela editora: Gedeone Malagola, Júlio Shimamoto, Flavio Colin, Gutemberg Monteiro, Nico Rosso, Paulo Hamasaki, Wilson Fernandes entre outros. A editora lançou alguns títulos licenciados: Capitão 7 (baseado em uma série de televisão da Rede Record, Capitão Estrela (um super-herói pertencente a Estrela , cujo seriado era exibido pela TV Tupi , O Vigilante Rodoviário (da TV Excelsior), desenhado por Flavio Colin, e Jet Jackson, um personagem surgido em um programa de rádios dos Estados Unidos com o nome de Captain Midnight; o personagem já havida sido adaptado para os quadrinhos pela editora Fawcettt, no Brasil, essas histórias foram publicadas na revista O Guri . A Continental também foi a primeira editora a publicar o cãozinho Bidu, de Mauricio de Sousa, que havia estreado em tiras diárias publicadas no jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo) no mesmo ano de fundação da editora . Quase dois anos depois de sua fundação, a editora teve que mudar de nome para Outubro, pois os proprietários descobriram que já havia uma empresa com o mesmo nome e que estava em processo de falência; o nome Outubro também gerou problemas jurídicos, pois ao fundar a editora Abril, Victor Civita, havia registrado todos os meses do ano. Em 1966, Miguel Penteado e Jayme Cortez saem da editora, Eli Lacerda e Manoel César Cassoli a assumem e a batizam de Taíka (nome da filha de Lacerda); Penteado e Luiz Vicente Neto fundam a GEP (Gráfica Editora Penteado)  .
Outras editoras passaram a publicar personagens licenciados; do rádio vieram As aventuras do Anjo , pela RGE (também desenhada por Flavio Colin e por Walmir Amaral) , Jerônimo, o Herói do Sertão e Capitão Atlas pela Garimar (este último também trazia histórias de Morena Flor de LeBlanc) ; a Garimar também publicou o Falcão Negro, uma espécie de Zorro medieval  , personagem de um seriado televisivo produzido e exibido pela TV Tupi, em São Paulo, que era interpretado por José Parisi, e no Rio de Janeiro por Gilberto Martinho (iniciada em 1957) 

RESUMO

O INÍCIO: A publicação de Hq – História em quadrinhos no Brasil começou no início do século XX, o estilo era predominantemente Comic`s (formato americano) os super heróis como X-Men, Mulher Maravilha, Thor. A tira foi um marco, apesar de não ter sido criado no Brasil foi reformulado e recebeu uma cara bem nacional, principalmente nos anos 60 com a rebeldia contra a ditadura. Na década de 80 houve os quadrinhos underground que ainda resiste até hoje com uma linguagem bem ácida e bem diferente da americana. Ainda no ano de 1960 foi publicado a revista O Pererê com texto e ilustrações de Ziraldo, o personagem principal era um Saci aventureiro. No mesmo ano também nasceu a tira com os personagens Graúna e Os Fradinhos do cartunista Henfil, nesse mesmo formato de tira que foi publicado por volta de 1959 as histórias da turma da Mônica de Maurício de Souza que acabou tendo revista própria, lançada primeiramente pela Editora Abril depois pela Editora Globo  1987, e em 2007 pela Editora Panini. Nos anos 60 o golpe militar e seu moralismo bateram de frente com os quadrinhos, em compensação inspirou publicações cheias de charges como O Pasquim que, embora perseguido pela censura, criticavam a ditadura.
EVOLUINDO: Apesar de existirem diversas revistas voltadas estritamente para a HQ nacional, como "Bundas" (já extinta), "Outra Coisa" (com informações sobre arte independente) e "Caô", pode-se considerar que o gênero ainda não conseguiu se firmar no Brasil.Na década de 90, a História em Quadrinhos no Brasil ganhou impulso com a realização da 1.a e 2.a Bienal de Quadrinhos do Rio de Janeiro em 1991 e 1993, e a 3.a em 1997 em Belo Horizonte. Estes eventos, realizado em grande número dos centros culturais da cidade, em cada versão contou com público de algumas dezenas de milhares de pessoas, com a presença de inúmeros quadrinistas internacionais e praticamente todos os grandes nomes nacionais, exposições cenografadas, debates, filmes, cursos, RPG e todos os tipos de atividades.
No fim da década de 1990 e começo do século XXI, surgiram na internet diversas histórias em quadrinhos brasileiras, ganhando destaque os Combo Rangers, criados por Fábio Yabu que tiveram três fases na internet (Combo Rangers, Combo Rangers Zero e Combo Rangers Revolution, que ficou incompleta), uma minissérie impressa e vendida nas bancas (Combo Rangers Revolution, Editora JBC, 2000, 3 edições), ganhando, posteriormente, uma revista mensal pela mesma JBC (12 edições, Agosto de 2001 a Julho de 2002) e, posteriormente, pela Panini Comics.
ATUALIZADE
Os Guerreiros da Tempestade formam um grupo de super-heróis legitimamente brasileiros criados por Anísio Serrazul e começaram a ser publicados pela ND Comics no início de 2005. Tendo como diretor comercial o também roteirista Fábio Azevedo, o título segue a linha estética dos comics americanos. As suas aventuras são as primeiras a estar presentes em todas as bancas do país.Tendo como arquinimigos seres do futuro que desejam roubar as riquezas naturais da Terra para reconstruí-la. Guerreiros da Tempestade vai virar longa-metragem de animação. Este será o 3º filme em animação produzido pela Diler & Associados, que já realizou Xuxinha e Guto Contra os Monstros do Espaço e o ainda inédito Turma da Mônica - Uma Aventura no Tempo. A previsão é que o filme chegue aos cinemas em 20CRACKER08. A iniciativa é um marco para a animação nacional, pois será a primeira produção do gênero super-herói produzida no Brasil.  


A única vertente dos quadrinhos da qual se pode dizer que desenvolveu-se um conjunto de características profundamente nacional é a tira. Apesar de não ser originária do Brasil, no país ela desenvolveu características diferenciadas. Sob a influência da rebeldia contra a ditadura durante os anos 60 e mais tarde de grandes nomes dos quadrinhos underground nos 80 (muitos dos quais ainda em atividade), a tira brasileira ganhou uma personalidade muito mais "ácida" e menos comportada do que a americana.
1960 à atualidade
Em 1960 começou a ser publicado a revista O Pererê com texto e ilustrações de Ziraldo (mesmo autor de
 O Menino Maluquinho). O personagem principal era um saci e não raro suas aventuras tinham um fundo ecológico ou educacional. Também na década de 60 o cartunista Henfil deu início a tradição do formato "tira" com seus personagens Graúna e Os Fradinhos.Foi nesse formato de tira que estrearam os personagens de Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica ainda no fim de 1959. Só mais tarde suas histórias passaram a ser publicadas em revistas, primeiro pela Editora Abril, depois (1987) pela Editora Globo e a partir de 2007 pela Editora Panini.


Nos anos 60 o golpe militar e seu moralismo bateram de frente com os quadrinhos, em compensação inspirou publicações cheias de charges como O Pasquim que, embora perseguido pela censura, criticavam a ditadura incansavelmente.

A revista Balão, fundado pelo Laerte e pelo Luiz Gê e publicada por alunos da USP e com a curta duração de dez números, revelou autores consagrados até hoje, como os irmãos Paulo e Chico Caruso, Xalberto, Sian e o incrível Guido (ou Gus), entre outros. Já Angeli, Glauco e Laerte vieram ajudar a estabelecer os quadrinhos underground no Brasil durante os anos 80 (aliás "overground", porque vendidos em banca; "underground" eram "O Balão" e outras dos anos setenta, vendidas de mão em mão). Esta turma representou o "pós-underground", desenhando para a Editora Circo em revistas como Circo e Chiclete com Banana. Juntos produziam as histórias de
 Los Três Amigos (sátira western com temáticas brasileiras) e separados renderam personagens como Rê Bordosa, Geraldão e Overman. Mais tarde juntou-se a "Los Três Amigos" o quadrinista gaúcho Adão Iturrusgarai. Estes quatro publicam até hoje na Folha de São Paulo e lançam álbuns por diversas editoras (mas principalmente pela Devir Livraria). A Folha também publica tiras de Caco Galhardo (Pescoçudos) e Fernando Gonsales) (Níquel Náusea). Nesse período, muitas publicações independentes (fanzines) começaram a circular, aproveitando o boom das HQs em meados dos anos 80. Uma dessas publicações de grande sucesso foi o fanzine SAGA, que inovou na época, ao trazer impressão em profissional e capas coloridas, coisa totalmente anormal, para um fanzine, que por regra era feito em copiadoras comuns. Seus membros continuam ativos, como Alexandre Jurkevicius e seu personagem Peralta, A. Librandi atua na área de promoção e Walter Junior continua ilustrando.


  

Em 2003, a Coleção Cabeça Oca, do goiano Christie Queiroz foi lançada (já são 8 volumes publicados). A série de tiras do personagem impulsionou novas publicações do setor como Ozzy, de Angeli.
 
Hoje em dia, do ponto de vista das grandes tiragens ha predominância das histórias em quadrinho da Turma da Mônica, que fazem sucesso em outros lugares do planeta, mas conta-se com uma nova geração de quadrinistas, muitos que se projetam no cenário internacional.
TURMA DA MONICA
Mauricio de Sousa (Santa Isabel, 27 de outubro de 1935) é um dos mais famosos cartunistas do Brasil, criador da "Turma da Mônica".
Os três primeiros livros da carreira de Mauricio de Sousa foram publicados pela Editora FTD: Piteco, Penadinho e O Astronauta.
Em 1959 cria tiras em quadrinhos com um cãozinho e seu dono, Bidu e Franjinha, surgindo os primeiros personagens conhecidos da era Mônica.
Na revistas Lostinho-Perdidinhos nos Quadrinhos e no 1º número da revista Saiba Mais,é revelado que a primeira criação do Mauricio foi o personagem "Capitão Pícolé"

Mauricio criou vários universos de personagens. Assim como a turma da Mônica, também podemos classificar esses universos como "turmas" de algum personagem.
Turma da Mônica - A turma original de crianças; A Turma da Mônica compreende um grupo de personagens de história em quadrinhos criado por Mauricio de Sousa. É o maior dos grupos (chamados de "turmas") de personagens criados por ele, possuindo ainda uma série de minigrupos, nos quais os personagens passam por várias peripécias cotidianas. O termo pode se referir também a todos os personagens já criados por Mauricio, mas que, a rigor, não fazem parte da "Turma da Mônica", tais como os personagens da Turma da Mata ou da Turma do Penadinho.
Turma do Chico Bento - Uma turma de crianças vivendo num meio rural, típico de cidades pequenas no interior do Brasil;
Turma do Piteco - Personagens adultos (mas histórias ainda infantis) numa pré-história estilizada (com homens caçando dinossauros para se alimentar, por exemplo);

Turma do Pelezinho 
- Uma outra turma de crianças com estorias sempre envolvendo o tema do Futebol com o personagem principal sendo o próprio Pelé, Edson Arantes do Nascimento. A revista circulou na década de 1970;


Turma da Tina - Adolescentes, envolvidos com faculdade, paqueras, etc.;

Turma do Bidu 
- Personagens são animais de estimação (cachorros, gatos, etc.), com uso pesado de meta-linguagem (Bidu constantemente se envolve em dialogos com o 'Desenhista' da estória);

Turma da Mata - Grupo de animais selvagens (africanos e brasileiros) antropomorfizados, vivendo num reino de um Leão.

Turma do Penadinho 
- Aventuras cômicas com personagens típicos de estórias de terror (como um fantasma, um vampiro, um lobisomem, uma múmia e a própria Morte), no cemitério onde moram.


Astronauta
 (1975)- Um aventureiro espacial solitário que utiliza uma nave redonda. Note que é um astronauta brasileiro, de um fictício órgão chamado Brasa.


Horácio
 (1963)-  Um pequeno dinossauro órfão, de grande coração. Diz-se que, através de Horácio, Mauricio expressa sua moral e ética.


Papa-Capim
 (1975)-  Um índio brasileiro ainda criança (curumim), vivendo numa taba provavelmente na Amazônia.

Nico Demo (1966) - Um garoto sarcástico e malvado, o contrário dos outros personagens.

Ronaldinho Gaúcho 
 - inspirado no também jogador de futebol Ronaldo de Assis Moreira. A revista foi lançada pelo cartunista em 28 de Dezembro de 2005, em Porto Alegre, em evento que contou com a presença do craque gaúcho. O personagem tem as cores da bandeira brasileira: amarelo (camisa), verde (calção), branco (meias) e azul (chuteira), como também, a exemplo do jogador na vida real, usa um pingente com a letra R.

Em breve pretendo criar um um blog onde estarei falando so de Historia em quadrinhos onde publicarei a historia das historias em quadrinos no brasil e tambem falarei de todos os quadrinhistas brasileiros que atuarao e ainda estao esta em atividade e com materias tambem sobre todos os super herois brasileiros tipo...............................






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publicado por duronaqueda às 19:04

MATERIA SOBRE PIRATARIA

Quinta-feira, 03.05.12

TIRANDO AS DÚVIDAS SÔBRE O TEMA: "PIRATARIA"

Download de filmes, CDs, dvds e livros para uso privado não é crime!
Apesar de fazer parte do cotidiano dos brasileiros de todas as classes sociais, a pirataria ainda é fonte de muitos erros, tabus e mistificações. Confundem-se atividades tão distintas quanto a clonagem em larga escala de produtos patenteados, para comércio não autorizado, com a simples cópia doméstica desses mesmos produtos para compartilhamento entre particulares.
Divulga-se ser crime toda utilização de obra intelectual sem expressa autorização do titular num país onde até o presidente da República confessa fazer uso de cópias piratas. Comparam-se cidadãos de bem a saqueadores sanguinários do século 18.
Os delatores fundamentam-se, invariavelmente, no Título III do Código Penal Brasileiro, Dos Crimes Contra a Propriedade Imaterial, artigo 184, que trata da violação dos direitos de autor e os que lhe são conexos.
São comuns assertivas do tipo “é proibida a reprodução parcial ou integral desta obra”, “este material não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído”, “pirataria é crime”, “denuncie a falsificação”. É proibido, ainda, “editar”, “adicionar”, “reduzir”, “exibir ou difundir publicamente”, “emitir ou transmitir por radiodifusão, internet, televisão a cabo, ou qualquer outro meio de comunicação já existente, ou que venha a ser criado”, bem como, “trocar”, “emprestar” etc., sempre “conforme o artigo 184 do Código Penal Brasileiro”.
Não é esta, todavia, a verdadeira redação do artigo. Omitem a expressão “com intuito de lucro”, enfatizada pelo legislador em todos os parágrafos (grifou-se):
§ 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.
§ 2o Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.
§ 3o Se a violação consistir no oferecimento ao público, mediante cabo, fibra ótica, satélite, ondas ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para recebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda, com intuito de lucro, direto ou indireto, sem autorização expressa, conforme o caso, do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor de fonograma, ou de quem os represente: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.
§ 4o O disposto nos §§ 1o, 2o e 3o não se aplica quando se tratar de exceção ou limitação ao direito de autor ou os que lhe são conexos, em conformidade com o previsto na Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, nem a cópia de obra intelectual ou fonograma, em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto.
Tanto o objeto da lei é “o intuito de lucro”, e não simplesmente a cópia não autorizada, que CDs, VCDs, DVDs ou VHSs mesmo originais não poderão ser exibidos ao público sem autorização expressa do titular do direito.
Se o comércio clandestino (camelôs, estabelecimentos comerciais e sites que vendem cópias não autorizadas) é conduta ilegal, porém o mesmo não se pode afirmar sobre cópias para uso privado e o download gratuito colocado à disposição na internet. Só é passível de punição:
Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente (art. 184, § 1º).
Contrario sensu, é permitida a cópia integral de obra intelectual, sem autorização do detentor do direito autoral, desde que não se vise lucro, seja direto, seja indireto, mas é proibida a cópia não autorizada, mesmo parcial, para fins lucrativos. Assim, não comete crime o indivíduo que compra discos e fitas “piratas”, ou faz cópia para uso próprio; ao passo que se o locador o fizer poderão configurar-se violação de direito autoral e concorrência desleal.
Pelo Princípio da Reserva Legal, segundo o qual não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia fixação legal], a cópia integral não constitui sequer contravenção. No Brasil, quem baixa arquivos pela internet ou adquire produtos piratas em lojas ou de vendedores ambulantes não comete qualquer ato ilícito, pois tais usuários e consumidores não têm intuito de lucro.
O parágrafo segundo do artigo supracitado reforça o caráter econômico do fato típico na cessão para terceiros:
§ 2º - Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.
E assim seguem os parágrafos subseqüentes. Todos repetem a expressão “com intuito de lucro direto e indireto”, expressão esta, como visto, que desaparece sempre que a lei é invocada na defesa dos interesses da Indústria.
Por conseguinte, mais coerente seria denominar-se pirata apenas as cópias feitas com intuito de lucro, direto ou indireto. Este último, diferentemente da interpretação apressada dos profanos no afã de imputar o consumidor, não é a economia obtida na compra de produtos ilegais. Ocorre lucro indireto, sim, quando gravações de shows são exibidas em lanchonetes e pizzarias, ou executa-se som ambiente em consultórios e clínicas, sem que tal reprodução, ainda que gratuita, fosse autorizada. A cópia não é vendida ou alugada ao consumidor, mas utilizada para promover um estabelecimento comercial ou agregar valor a uma marca ou produto.
A cópia adquirida por meios erroneamente considerados ilícitos para uso privado e sem intuito de lucro não pode ser considerada pirataria; sendo pirataria, então esta não é crime.
As campanhas anti-pirataria são cada vez mais intensas e agressivas e os meios de comunicação (muitos dos quais pertencentes aos mesmos grupos que detêm o monopólio sobre o comércio e distribuição de músicas e filmes) cumprem seu papel diário de manter a opinião pública desinformada.
Nenhum trecho de livro poderá ser reproduzido, transmitido ou arquivado em qualquer sistema ou banco de dados, sejam quais forem os meios empregados (eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros), salvo permissão por escrito, apregoam a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR) e as editoras. De fato, na quase totalidade das obras impressas, o leitor depara-se com avisos desse tipo:
Todos os direitos reservados, incluindo os de reprodução no todo ou em parte sob qualquer forma. Nenhuma parte desta obra poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios sem permissão escrita da Editora.
Novamente, não é o que a legislação estabelece. O artigo 46 da Lei dos Direitos Autorais impõe limites ao direito de autor e permite a reprodução, de pequenos trechos, sem consentimento prévio. E o parágrafo quarto, acrescentado pela Lei n° 10.695 ao artigo 184 do Código Penal Brasileiro, autoriza expressamente a cópia integral de obras intelectuais, ficando dispensada, pois, a “expressa autorização do titular”:
Não constitui crime “quando se tratar de exceção ou limitação ao direito de autor ou os que lhe são conexos” nem “a cópia em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto”.
Ao mesmo tempo em que fatos são distorcidos, são omitidas as inúmeras vantagens de livros e revistas digitalizados, como seu baixo custo de produção e armazenamento, a enorme facilidade de consulta que o formato proporciona e seus benefícios ecológicos.
Seguindo a cartilha da administração Bush, órgãos como a Federação dos Editores de Videograma (Fevip) e o Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP) foram ainda mais longe ao associar todos os piratas às quadrilhas de crime organizado e ao terrorismo internacional. Também essas entidades ignoram, olvidam ou omitem que o lucro seja fator determinante para tipificação da conduta ilícita.
O ápice, até o momento, dessa verdadeira Cruzada antipirataria foi atingido com a campanha mundial da Associação de Defesa da Propriedade Intelectual (Adepi) divulgada maciçamente nas salas de cinema, fitas e DVDs (inclusive “piratas”). Embalado por uma trilha sonora agitada, o video clip intercala diversas cenas de furto com as seguintes legendas: “Você não roubaria um carro”. “Você não roubaria uma bolsa”. “Você não roubaria um celular”. Sempre inquieta, a câmera flagra diversos furtos simulados, finalizando com atores furtando uma locadora e comprando filmes de um camelô, imagens que antecedem a acintosa pergunta: “Por que você roubaria um filme?”. O silogismo é barato e a conclusão, estapafúrdia: “Comprar filme pirata é roubar. Roubar é crime. Pirataria é crime!”.
Repita-se: comprar filme pirata é conduta atípica. E mesmo se fosse crime, não seria “roubo”. As cenas da própria campanha, conforme dito, são simulações pífias de furtos, não de roubos. Na definição do Código Penal Brasileiro, em seu artigo 157, roubar é subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça, violência ou outro meio que reduza a possibilidade de resistência da vítima.
A premissa “comprar filme pirata é roubar” é despida de qualquer sentido e de fundamentação legal, tratando-se de propaganda falsa, caluniosa e abusiva, sujeita a sanções do Conar[5] e persecução criminal. Veja-se os arts. 138 e 37 do Código Penal e do Código de Proteção e Defesa do Consumidor, respectivamente:
Calúnia: Art. 138 - Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: pena - detenção, de seis meses a dois anos, e multa. § 1º - Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.
Art. 37 - É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva. § 1° É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa.
Portanto, se houver crime é o perpetrado pela abominável campanha, que por sua vez vem somar-se a outros embustes, como o criado pela União Brasileira de Vídeo (UBV), de que produtos piratas danificariam os aparelhos, quando na verdade quem os danifica é a própria indústria ao instalar códigos de segurança que tentam impedir cópias.
Além de travas como a video guard, instaladas pelos titulares do direito de reprodução dito “exclusivo”, manifestamente danificarem a integridade física dos aparelhos, afrontam o art. 184 supracitado. Quem adquire um produto tem o direito de fazer uma cópia de segurança (backup), até porque ainda não se sabe qual a vida útil desses produtos.[6] Os fabricantes que, sob qualquer pretexto, obstam o exercício desse direito cometem ato ilícito.
Ademais, se quem compra produtos piratas estaria sendo “enganado”, “lesado”, é vítima, não “ladrão”. E se gravações de discos e fitas caseiros de fato provocassem danos, os mesmos seriam causados pelas mídias virgens legalmente vendidas pelas gigantes Sony, Basf, Samsung, Philips etc. e utilizadas pela população, nela incluídos os “piratas”.
Na guerra contra os piratas vale tudo: intimidação, propaganda agressiva e incitação a delações, táticas coercitivas típicas de regimes autoritários. Outro episódio audacioso, senão ilegal, foi recentemente protagonizado pela maior empresa de softwares do mundo, que em 2005 lançou o WGA, sigla para Windows Genuine Advantage, programa que monitora a autenticidade do sistema operacional Windows.
Por esse sistema de checagem de veracidade via internet, a Microsoft entra no computador do usuário, coleta informações como quem produziu a máquina, o número de série do disco rígido e a identificação do sistema Windows. Se a cópia do Windows for ilegal, o usuário passa a receber alertas diários, sempre que liga sua máquina. Assim, a empresa faz um check up diário de suas máquinas. Essa abertura de comunicações tem alarmado os usuários, que dizem ser uma quebra nos padrões de privacidade e confiança. O assessor de mídia da Microsoft, Jim Desler, insiste que checagem de pirataria não é espionagem.
Se isso não é espionagem, o que é espionagem, então? O WGA não é outra coisa senão um spyware, programas que se instalam no computador a fim de coletar dados do usuário, como senhas e arquivos. Não à toa, o fabricante responde a ações federais nos EUA, acusado de violar leis de software.
O compartilhamento de arquivos entre internautas, sem fins lucrativos, ainda não é crime no Brasil, mas pode vir a se tornar, dados o poderoso lobby e as pressões políticas e econômicas internacionais, principalmente dos EUA e Reino Unido, onde usuários já são julgados por downloads não autorizados.
No Brasil, anualmente, a pirataria causaria prejuízo aos cofres públicos na ordem de R$ 160 bilhões, e a União dos Fiscais da Receita (Unafisco) calcula que o fim da pirataria representaria a criação de até 2 milhões de empregos no país. Não se sabe a metodologia adotada e que permitiu chegar-se a esses resultados. Afinal, a base de cálculo é o que o comércio ilegal arrecada ou o preço do produto original cuja venda teria sido prejudicada? Ora, o simples fato de um comprador optar por um produto inferior não significa que ele pagaria dez vezes mais pela marca original, caso não tivesse opção. Portanto, o que os piratas lucram não é necessariamente o que a indústria perde. Os respectivos públicos são de classes bem distintas.
Mas se depender de entidades como a Adepi, em breve o desavisado que exercer sua liberdade de escolher um produto acessível poderá ser preso em flagrante, acusado de receptação, simplesmente por usar a imitação de alguma grife famosa ou por vestir a réplica da camisa oficial de seu clube preferido.
Mas em que pesem as falsificações de ambas as partes, é inegável a necessidade de tutela dos direitos autorais. São evidentes, entre outros, tanto o dano causado pela usurpação de um nome em cópias de má qualidade quanto o que sofre o autor cuja obra é fielmente reproduzida, mas sem que lhe seja dado o devido crédito.
A verdadeira pirataria moderna, enfim, precisa mesmo ser combatida. Mas que o seja dentro dos limites éticos e legais. O download gratuito de livros virtuais nada mais é que uma nova versão do sagrado, universal — e lícito — empréstimo de livros e revistas, de forma mais rápida, econômica e segura, multiplicando exponencial e democraticamente o acesso à cultura e a difusão do conhecimento.
É princípio fundamental no direito que o interesse público ou social deva prevalecer sobre o interesse particular. E, de resto, a propriedade, intelectual inclusive, “deve cumprir sua função social” (art. 5°, XXIII, da Constituição da República).
 O princípio “nullum crimen nulla poena sine lege” é cláusula pétrea da nossa Constituição (art. 5°, inciso XXXIX; c/c o § 4º, inciso IV, do art. 60) e fundamento do Código Penal Brasileiro (art. 1°).
 O lucro indireto também é bastante comum no comércio de computadores. O empresário incrementa suas vendas instalando programas sem a devida licença do fabricante. Essa instalação não tem qualquer ônus para o cliente, mas sem dúvida ajuda a empresa na conclusão dos negócios.
Na verdade, o comércio não é fator determinante. Basta o intuito (o dolo), independentemente de lucro.
Simplificou-se a redação original do artigo porque, além de pouco fluente, apresenta uma ambigüidade no verbo haver: “Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência”. O pronome oblíquo pode se referir tanto à pessoa quanto à coisa móvel.
Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária. “Organização não-governamental que visa impedir que a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas.”
“O prazo de validade do disco DVD é indeterminado desde que observados os seguintes cuidados: Armazenar em local seco, livre de poeira, não expor ao sol, não riscar, não dobrar, não engordurar, não manter a uma temperatura superior a 55ºC, ou umidade acima de 60gr/m3 e segurar o disco pela lateral e furo central.”


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publicado por duronaqueda às 18:52

BIOGRAFIA ROBERTINHO DE RECIFE (MUSICO DE ROCK )

Quinta-feira, 03.05.12

Robertinho de Recife




 Robertinho de Recife, por vezes chamado de Robertinho do Recife, nome artístitico de Roberto Cavalcanti Albuquerque   (1965, Recife, Pernambuco, Brasil), é um guitarrista, compositor, produtor musical, instrumentista e arranjador musical, que já tocou com nomes como Andy Summers, Peter Tosh, John Lee Hooker, Raimundo Fagner, Elba Ramalho, Lulu Santos e Yahoo.  Robertinho de Recife

Carreira Musical

Considerado por muitos como um dos grandes guitarristas do Brasil, sua trajetória no universo da música popular consagra-o como profissional de múltiplos talentos e iniciativas.

No final dos anos 1960, acompanhou alguns ídolos da Jovem Guarda, como Rosemary e Jerry Adriani. Tocou em bandas pop nos Estados Unidos e também em transatlânticos em cruzeiros pela costa brasileira, sendo solicitado em modalidades como o blues, o jazz e o country.

No período em que foi músico de estúdio, tocava estilos radicalmente diversos ao acompanhar artistas como Jane Duboc, Cauby Peixoto, The Fevers e Hermeto Pascoal. Outras modalidades que também tocou incluem o heavy metal e a música infantil. Na ocasião do lançamento de seu disco "Rapsódia Rock", em 1990, apresentava-se vestido de Mozart. 

Em 26 de abril de 1985, Robertinho, juntamente com sua banda, o MetalMania, abriu um show para a banda norte-americana Quiet Riot em São Paulo. O mesmo ocorreu no Rio de Janeiro e em Porto Alegre.

Em 1988, Robertinho fundou o grupo musical Yahoo,  porém deixou a banda um ano e meio após sua fundação, em 1989.  A banda ficou bastante conhecida por fazer versões de grandes sucessos internacionais com letras em português.

Robertinho de Recife teve o auge de sua carreira nos anos 70 e 80 e depois se dedicou a acompanhar artistas como Xuxa, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Raimundo Fagner.

Havia optado uma vez por deixar a carreira musical de lado, negando um convite para integrar o grupo americano Chicago, mas foi resgatado do ostracismo pelo cantor Fagner na década de 1980. Agora, é mais conhecido pelo trabalho de produtor. Robertinho, por enquanto, só toca em suas próprias produções, e tem produzido álbuns de muitos artistas que não têm recebido apoio de gravadoras e selos, e informa que só voltará "às luzes para glorificar a Deus por tudo que tem feito" por ele; porém, diz que existe alguma possibilidade de o vermos de volta em um trabalho próprio. 

Na atualidade, trabalha também como produtor musical em seu estúdio, o Special Discos, no Rio de Janeiro (um dos trabalhos mais recentes é o álbum "Flor da Paraíba", da cantora brasileira Elba Ramalho, lançado em 1998). 

Como guitarrista, Robertinho de Recife já participou em shows ou gravou com vários artistas internacionais, tais como: George Martin, Watchpocket, Stanley Clarke, Peter Tosh, Andy Summers (The Police), Deep Purple (quando este esteve no Brasil), Stewart Copeland (The Police), Quiet Riot (quando este esteve no Brasil), Steve Cropper, Miami Sound Machine, Phil Collen (Def Leppard), John Lee Hooker, Simon Kirke (Free), Bonnie Ratt, Arto Lindsay, Taj Mahal, Gilles Martin, Dr. John and the Night Tripper e Candy Shoes String.

Dentre os artistas nacionais com quem gravou destacam-se: Yahoo (no qual foi integrante-fundador), Xuxa, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Raimundo Fagner, Hermeto Pascoal, Sivuca, Elba Ramalho, Amelinha, Lenine, Luis Melodia, Dominguinhos, Zeca Baleiro, Luís Caldas, Frank Solari, Moraes Moreira, Orlando Morais, Lulu Santos, Martinho da Vila, Marisa Monte, Gal Costa, Tânia Alves, Pepeu Gomes, Wagner Tiso, José Augusto, Agnaldo Timóteo, Elimar Santos, Rosanna, entre outros. 

Algumas músicas: Metal Mania (1985), Seja o meu Céu (1981), O Elefante (1981), Papo de Guitarrista (1982), Noturno Nº 10 (1990), Transcendental (1992), Tutan-kamon (1993), Poliposition (1992), Mordida de Amor (1988, com Yahoo), Deslizes (1987, com Raimundo Fagner).

Discografia Solo

Rapsódia Rock (1990)
Metalmania (1985)
Robertinho do Mundo (1983)
Robertinho de Recife e Emilinha (1982)
Satisfação (1981)
Loucos Swings Tropicais (1979)
Robertinho no Passo (1978)
Jardim da Infância (1977)
NOTA: Em 1988, Robertinho de Recife gravou um disco com a banda Yahoo, da qual era o guitarrista. Sucessos como "Mordida de Amor" (cover da canção Love Bites, da banda norte-americana Def Leppard), levaram sua marca na guitarra.

curiosidades

Começou a tocar ainda menino, sendo logo apontado como guitarrista prodígio. Aos 12 anos, já considerado virtuose, apresentava-se tocando até com os pés. Ainda como aluno de seminário, estudou música sacra. 
Além do episódio do convite da banda Chicago para tocar com eles, foi chamado para tocar em várias bandas de destaque internacional como Watch Pocket e Quiet Riot. 
Foi genro de Emília Barreto Correia Lima , a Emília Lima, que foi eleita Miss Brasil 1955, representando o estado do Ceará, e foi uma das semifinalistas do Miss Universo desse ano.
É pai do ex-ator mirim Eduardo Caldas (Eduardo Caldas Cavalcanti de Albuquerque), que fez muito sucesso nos anos 1990 e hoje é roteirista e diretor, usando o nome Eduardo Albuquerque.

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publicado por duronaqueda às 18:25

SINAL ESPIRITA

Quinta-feira, 03.05.12
Quando a pessoa entrou no Espiritismo, é fácil verificar: basta perquirir um fichário ou escutar uma indicação. Entretanto, a fim de positivar se o Espiritismo entrou na pessoa, é indispensável que a própria criatura faça menção disso, através de manifestações evidentes.
Vejamos dez das inequívocas expressões do sinal espírita na individualidade, que sempre se representa pelo designativo "mais", nos domínios do bem:
mais serviço espontâneo e desinteressado aos semelhantes;
mais empenho no estudo;
mais noção de responsabilidade;
mais zelo na obrigação;
mais respeito pelos problemas dos outros;
mais devotamento à verdade;
mais cultivo de compaixão;
mais equilíbrio nas atitudes;
mais brandura na conversa;
mais exercício de paciência.

Ser espírita de nome, perante o mundo, decerto que já significa trazer legenda honrosa e encorajadora na personalidade, mas, para que a criatura seja espírita, à frente dos Bons Espíritos, é necessário apresentar o sinal espírita da renovação interior, que, ante a Vida Maior, tem a importância que se confere na Terra às prerrogativas de um passaporte ou ao valor de uma certidão.


ALBINO TEIXEIRA

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publicado por duronaqueda às 17:27

PENSE NISSO

Quinta-feira, 03.05.12

Se você considerasse as provações e as desvantagens do ofensor...Se experimentasse na própria pele o processo obsessivo do companheiro caído em tentação...Se você carregasse a sombra da ignorância, tanto quanto aquele que erra...Se sofresse a dificuldade do amigo que lhe não pode atender aos desejos...Se estivesse doente, qual a pessoa que procura ser agradável sem consegui-lo...Se você fosse uma das criaturas, cuja segurança depende do seu bom humor...Se conhecesse todas as necessidades de quem precisa da sua cooperação...Se percebesse em si mesmo o esgotamento daquele que serviu até o extremo cansaço e agora já não lhe pode ser útil...Se meditasse nas consequências de sua irritação ou de sua cólera...Se você refletisse na caridade da paz e da alegria, em favor dos outros, que lhe capitalizará, cada vez mais, a própria felicidade, certamente que você nunca perderia a paciência e saberia trazer no coração e nos lábios a boa palavra e o sorriso fraterno por bênçãos incessantes de Deus.

andre luis

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publicado por duronaqueda às 17:23

PACIENCIA E NOS

Quinta-feira, 03.05.12

Quando as dificuldades atingem o apogeu, induzindo os companheiros mais valorosos a desertarem da luta pelo estabelecimento das boas obras, e prossegues sob o peso da responsabilidade que elas acarretam, na convicção de que não nos cabe descrer da vitória final...Quando os problemas se multiplicam na estrada, pela invigilância dos próprios amigos, e te manténs, sem revolta, nas realizações edificantes a que te consagras...Quando a injúria te espanca o nome, procurando desmantelar-te o trabalho, e continuas fiel às obrigações que abraçaste, sem atrasar o serviço com justificações ociosas...Quando tentações e perturbações te ameaçam as horas, tumultuando-te os passos, e caminhas à frente, sem reclamações e sem queixas...Quando te é lícito largar aos ombros de outrem a carga de atribuições sacrificiais que te assinala a existência, e não te afastas do serviço a fazer, entendendo que nenhum esforço é demais em favor do próximo...Quando podes censurar e não censuras, exigir e não exiges...Então, terás levantado a fortaleza da paciência no reino da própria alma.Nem sempre passividade significa resignação construtiva.Raramente pode alguém demonstrar confor-midade, quando se encontre sob os constrangimentos da provação.Paciência, em verdade, é perseverar na edifi-cação do bem, a despeito das arremetidas do mal, e pros-seguir corajosamente cooperando com ela e junto dela, quando nos seja mais fácil desistir.


EMMANUEL

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publicado por duronaqueda às 17:20

O QUE E O ESPIRITISMO

Quinta-feira, 03.05.12

O que é espiritismo?




Existe uma confusão a respeito do que é Doutrina Espírita ou Espiritismo. Isto porque há pessoas que não sabem que as palavras espírita e espiritismo foram criadas em 1857 na França pelo codificador da doutrina espírita Allan Kardec (Hyppolite Leon Denizard Rivail). Somente deveriam utilizarem-se estes termos em locais ou grupos de pessoas que seguisem essa doutrina.
Assim, cultos ou religiões que de alguma forma têm em suas práticas a comunicação de Espíritos e a crença na reencarnação são confundidas com o Espiritismo.
Na verdade, embora mereçam todo o respeito, estas seitas são adeptas do espiritualismo ou esoterismo, e não do Espiritismo. Todos aqueles que acreditam na existência do Espírito são espiritualistas. Mas nem todos os espiritualistas são espíritas, praticantes do Espiritismo.
Para que uma casa religiosa seja espírita, ela deve seguir os ensinamentos contidos nas Obras Básicas da Doutrina Espírita ( Faça o download delas aqui ) e no Evangelho de Jesus. Geralmente, os locais espíritas recebem o nome de: Centro, Grupo, Casa, Sociedade, Instituição, Núcleo ou Lar Espírita. Deve ser legalmente constituído, de acordo com as leis vigentes no país em que está instalado. Mesmo ostentando este nome, quem os visita necessita estar atento para quais as atividades e as formas como as mesmas são praticadas por seus dirigentes e auxiliares
(veja o que um centro espírita faz).
Visando ajudar àqueles que não conhecem o Espiritismo, mostraremos abaixo o que se encontra e o que não deve ser encontrado em uma casa espírita verdadeira:
O que é encontrado em uma casa espírita:
Palestras: todo centro espírita tem o seu momento de esclarecimento doutrinário. As exposições geralmente são sobre a Codificação espírita e o Evangelho de Jesus, em uma ligação direta com nosso cotidiano. Não há nenhum ritual antes dos trabalhos, a não ser uma prece pedindo a proteção de Jesus e dos bons Espíritos (geralmente, a oração é feita em pensamento). Em algumas oportunidades, antes ou no final das palestras, alguns grupos fazem a apresentação de corais musicais, quase sempre formados por grupos de jovens. Porém, este tipo de procedimento não é aconselhável, sendo indicado que seja praticado em datas e horários diferentes dos trabalhos espirituais e de esclarecimento ao público, exatamente para se evitar confusões e mal-entendidos.
Trajes normais: os trabalhadores de uma casa espírita trajam-se normalmente, de forma simples. A discrição deve fazer parte dos que trabalham no local, pois ali estão para auxiliar as pessoas que buscam orientação para seus problemas materiais e espirituais.
Inexistência de rituais, amuletos e imagens: o verdadeiro centro espírita não pratica em suas atividades nenhum tipo de ritual. A Doutrina Espírita segue o que o Mestre Jesus ensinou: que Deus é Espírito, e deve ser adorado em espírito e verdade. Portanto, sem a necessidade de nada material para contatarmos com a espiritualidade.
Comunicação particular com os Espíritos: os grupos espíritas têm reuniões específicas e íntimas para que os trabalhadores da casa, aptos e preparados durante longos estudos para tal, possam comunicar-se com os Espíritos. E através deles, obter informações do mundo espiritual, orientações e mesmo ajudar no afastamento de perturbações espirituais que porventura estejam prejudicando alguém. Todo este cuidado baseia-se na orientação dos próprios Espíritos superiores (chamados de anjos na maioria das religões), responsáveis pela elaboração do Espiritismo, como também no alerta de João, o Evangelista, que em sua 1ª Epístola, capítulo IV, versículo 1, diz: "Amados, não creiais em todos os Espíritos, mas provai se os Espíritos são de Deus". Agindo assim, o centro espírita evita o máximo possível a influência de Espíritos zombeteiros e maldosos, que muitas vezes vêem neste contato com os encarnados a oportunidade de tecer comentários mentirosos e doutrinas esdrúxulas. A seriedade de reuniões fechadas os intimida, favorecendo a presença dos Espíritos esclarecidos. Há alguns tipos de trabalhos mediúnicos, principalmente de psicografia (escrita dos Espíritos através de médiuns), onde pessoas levam até lá o nome de entes desencarnados para tentarem a comunicação dos mesmos através da mediunidade, e ficam observando a manifestação. O médium Francisco Cândido Xavier, conhecido como Chico Xavier, da cidade mineira de Uberaba, é um destes exemplos. Porém, nestes casos, o Espírito não se comunica diretamente com seu parente. Apenas influencia o médium, que escreverá, de forma discreta e ordenada, a mensagem do além.

Desenvolvimento cauteloso da mediunidade: a Doutrina Espírita explica que todo ser vivo tem mediunidade, pois é através dela que os encarnados recebem influências boas e más do mundo espiritual, que servirão de ajuda ou aprendizado no decorrer de suas existências terrenas. São chamados de médiuns aqueles capazes de proporcionar a manifestação dos espíritos. O Espiritismo adverte que para poder ampliar esta ligação com o mundo espiritual, é necessário que o médium passe por uma série de preparativos. Anos de estudo, maturidade, modificação moral constante, vida regrada, abstendo-se dos vícios mais grosseiros, como o fumo e a bebida, são algumas das regras básicas para que o indivíduo possa vir a desenvolver sua mediunidade, e estão contidas em "O Livro dos Médiuns" . Os centros espíritas verdadeiros não aconselham a pessoa a trabalhar mediunicamente sem antes passar por este período e preparação . Muito menos diz que alguém "precisa" desenvolver a mediunidade. Ninguém é obrigado a nada, afirma a Doutrina. Todos têm seu livre-arbítrio, e mesmo que o ser tenha um canal mediúnico amplo, próprio para o desenvolvimento da mediunidade, e não quiser desenvolvê-lo, não há problema. Tudo o que é forçado é prejudicial ao homem.

Não há promessas de curas: o verdadeiro centro espírita não promete a cura para quem o procura. A Doutrina afirma que a cura de uma influência espiritual ou doença material depende de uma série de fatores, entre os quais a modificação moral do enfermo, sua necessidade, seus problemas relacionados com encarnações anteriores e acima de tudo, se há ou não a permissão de Deus para que haja a solução da dificuldade. Muitas vezes, o sofrimento é um período necessário para o ser refletir sobre sua existência, e o único que sabe quando é a hora disso terminar é o Criador.O que o centro espírita faz é um pronto-socorro aos necessitados de amparo e esclarecimento, é de todas as formas possíveis (orações, tratamentos espirituais, passes, orientações morais e materiais) tenta minimizar o sofrimento alheio, rogando a Jesus que se o Pai permitir, que interceda junto ao indivíduo.

Passes simples: o passe é um método utilizado dentro dos centros espíritas. Nada mais é do que a simples imposição das mãos de médiuns sobre a fronte de outras pessoas, transmitindo-lhes fluidos magnéticos e espirituais (energias positivas do próprio médium e de bons Espíritos), no intuito de fortalecer-lhes o corpo e a parte espiritual. Tem duração em média de 30 segundos a 01 minuto. Geralmente, é aplicado dentro de salas específicas, após a palestra, individual ou coletivamente, com o público sentado e o passista de pé. Apenas são feitas orações, em pensamento, pelos médiuns, rogando o amparo de Jesus àqueles que estão recebendo os fluidos. Os passistas não ficam incorporados pelos Espíritos, apenas recebem sua influência mental e fluídica.Importante: nunca há necessidade do passista tocar a pessoa que recebe o passe. Toques, apertos, carícias têm grandes possibilidades de serem mal-interpretados, gerando confusões, e por isso são dispensados no centro espírita.

Todo o serviço espiritual é gratuito: o verdadeiro centro espírita não cobra nenhuma orientação ou ajuda espiritual de seu público, nem condiciona o recebimento de curas ou salvação às doações. Dar de graça o que de graça receber, ensinou Jesus, em alusão aos conhecimentos espirituais. Não aceita dinheiro por serviços prestados mediunicamente. Seus dirigentes e trabalhadores têm profissões próprias, que lhes dão o sustento financeiro necessário para suas vidas. Quem sustenta materialmente a casa espírita são seus trabalhadores, através de doações mensais, destinadas ao pagamento de aluguéis, manutenção, divulgação doutrinária e aquisição de alimentos, roupas e demais objetos a serem distribuídos às famílias carentes ou instituições filantrópicas que sejam assistidas pelo grupo. Todo valor arrecadado será exposto em balanços mensais, para que tanto trabalhadores como frequentadores tenham acesso sobre onde é investido o dinheiro do centro espírita. Caso algum frequentador da casa queira doar algo ao núcleo, é preferível que a doação seja feita em gêneros alimentícios, roupas, materiais de construção e afins, que poderão ser destinados aos carentes ou mesmo utilizados na manutenção da casa. Se houver por algum motivo uma doação em dinheiro, o centro espírita deverá fornecer um recibo ao doador e inscrever esta doação no balanço mensal do grupo.
O que não é encontrado em casa espírita:

Explanações e orações ao som de músicas, batuques, atabaques: o Espiritismo não utiliza instrumentos musicais para exortar o público ou evocar Espíritos. Não há o uso de qualquer instrumento durante os trabalhos.
Trajes especiais: o Espiritismo não tem roupas especiais para os dias de trabalhos ou mesmo no dia-a-dia das seus adeptos. Enfeites, amuletos, colares, vestimentas com cores que significariam o bem (branca) ou o mal (negra, vermelha) não têm fundamento para o espírita.
Presença de rituais como: ajoelhar-se frente a algo ou alguém, beijar a mão ou louvar os responsáveis pela casa, benzer-se, sentar-se no chão ou ficar levantando e sentando durante os trabalhos, proferir determinadas palavras (mantras) para evocar os Espíritos. Nas sedes dos verdadeiros centros espíritas não são encontradas amuletos de sorte, figuras que afastam ou atraem maus Espíritos, incensos, velas e tudo o mais que seja material e que teoricamente serviria de ligação com o mundo espiritual. Animais para sacrifício: o local que possui este tipo de prática ou decoração não é espírita. O Espiritismo é contrário a qualquer tipo de sacrifício animal. Espíritos que pedem este tipo de atividade são Espíritos atrasados, ignorantes da Lei de Deus e muitas vezes maléficos, que podem prejudicar a vida de quem dá ouvidos aos seus baixos desejos.

Comunicação de Espíritos em público: a Doutrina Espírita é contrária a este tipo de manifestação, cercada geralmente de curiosidades e interesses materiais, ao invés do bom senso que deve permear toda comunicação espiritual. Há locais em que os médiuns recebem seus "guias" ou "Espíritos protetores", teoricamente responsáveis pelo funcionamento da casa, e orientam os consulentes sobre qualquer tipo de dúvida. Muitas vezes, as respostas dadas por este tipo de Espírito não têm base científica ou doutrinária alguma, seguindo apenas seu próprio conhecimento, que pode ser limitado. Em vários destes lugares em que há a manifestação pública, as entidades espirituais são servidas de fumo, bebida, comida, ingeridas pelo médium incorporado. Com isso, mostram a limitação destes Espíritos, ainda muito apegados aos vícios e prazeres materiais.

Desenvolvimento mediúnico forçado: se ao chegar em um ambiente espiritualista lhe afirmarem que sua mediunidade "precisa" ser desenvolvida, caso contrário você sofrerá as consequências materiais e espirituais; sua vida será um transtorno; que os Espíritos estão lhe chamando para o trabalho; que esta é a sua missão; com certeza este não é um local que segue a Doutrina Espírita. Há seitas e religiões afro-brasileiras que obrigam a pessoa a desenvolver-se mediunicamente e depois as ameaçam com terríveis problemas futuros se elas deixarem de "trabalhar". Isto gera angústia, medo e desespero nos envolvidos, que geralmente acabam vítimas de graves obsessões (influência maléfica persistente de um Espírito atrasado sobre outro ser). Cuidado!

Promessas de cura: qualquer lugar que prometa a cura de problemas espirituais ou materiais, sem levar em consideração os fatores já citados, não é um local espírita. Condicionar uma cura à frequência exclusiva naquele ambiente, ao pagamento de dinheiro ou bens materiais, ou mesmo à "força da casa" não tem base no Espiritismo e foge do bom senso que regula as leis de Deus. Estas, não podem ser modificadas de acordo com nossa vontade. Por isso, prometer algo que não depende apenas de nós mesmos beira a irresponsabilidade e pode levar a pessoa desesperada ao desequilíbrio total ou à descrença em Deus.
Passes com movimentos bruscos: locais em que os passes são aplicados com movimentos bruscos, utilizando objetos, baforadas de cigarro ou charuto, estalando-se os dedos, repetindo mantras e cânticos, tocando várias partes do corpo do receptor não são centros espíritas. Passistas que transmitem os passes incorporados por entidades, fazendo orientações ou conversando normalemente, não são médiuns espíritas.
Cobrança pela ajuda espiritual: todo local que cobra dinheiro, favores ou exige qualquer coisa ou favor material devido à ajuda espiritual prestada não é um centro espírita. A cobrança financeira é própria de pessoas que vivem da exploração da crença alheia, contrariando os ensinos de Jesus. Há seitas que pedem dinheiro aos seus assistidos afirmando que será usado para o feitio de trabalhos espirituais, como a compra de velas, comida, roupas e coisas do gênero. Isso não é Espiritismo. Espíritos que se prestam a fazer serviços espirituais em troca de coisas materiais são entidades atrasadas, que nada de bom podem trazer aos que os procuram. Não podemos comprar a paz de espírito e tranquilidade que buscamos, é isto que prega a Doutrina Espírita. Se não for esta a orientação do local, com certeza não é um ambiente espírita.


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Quinta-feira, 03.05.12

O Futuro e o Nada
Autor:
Allan Kardec

Fonte:
O Céu e o Inferno1. – Nós vivemos, pensamos, agimos, eis o que é positivo; nós morremos, e isso não é menos certo. Deixando a Terra, para onde vamos? Em que nos tornaremos? Seremos melhores ou piores? Seremos ou não seremos? Ser ou não ser, tal é a alternativa; é para sempre ou para nunca; é tudo ou nada: ou viveremos eternamente, ou tudo se acabará sem retorno. Vale bem a pena pensar nisso.


Todo homem experimenta a necessidade de viver, de gozar, de amar, de ser feliz. Dizei àquele que sabe que vai morrer que ele viverá ainda, que sua hora será retardada, dizei-lhe, sobretudo, que será mais feliz do que nunca fora, e seu coração vai palpitar de alegria. Mas, de que serviriam essas aspirações de felicidade, se um sopro pode fazê-las desvanecerem-se?
Há alguma coisa mais desesperadora do que esse pensamento da destruição absoluta? Afeições santas, inteligência, progresso, saber laboriosamente adquirido, tudo será aniquilado, tudo estará perdido! Qual a necessidade do esforço para se tornar melhor, da repressão para conter suas paixões, fatigar-se para adornar seu Espírito, se disso não se deve recolher nenhum fruto, sobretudo, com esse pensamento de que amanhã talvez isso não nos servirá para nada? Se assim fosse, a sorte do homem seria cem vezes pior do que a do animal, porque o animal vive inteiramente no presente, na satisfação dos seus apetites materiais, sem aspiração quanto ao futuro. Uma secreta intuição diz que isso não é possível.


2. – Pela crença em o nada, o homem concentra fortemente todos os seus pensamentos sobre a vida presente; não poderia, com efeito, logicamente se preocupar com o futuro que ele não espera. Essa preocupação exclusiva do presente conduz, naturalmente, a pensar em si antes de tudo; é, pois, o mais poderoso estímulo ao egoísmo, e o incrédulo é coerente consigo mesmo quando chega a esta conclusão: gozemos enquanto aqui estamos, gozemos o mais possível, porque depois de nós tudo estará terminado; gozemos depressa, porque não sabemos quanto isso durará; e a esse outro, também muito grave para a sociedade: gozemos, apesar de tudo; cada um por si; a felicidade, neste mundo, é do mais esperto.
Se o respeito humano retém alguns, que freio podem ter aqueles que nada temem? Eles dizem que a lei humana não alcança senão os inábeis; por isso aplicam seu gênio nos meios de a contornarem. Se há uma doutrina malsã e anti-social, seguramente, é a do nihilismo porque rompe os verdadeiros laços da solidariedade e da fraternidade, fundamentos das relações sociais.


3. – Suponhamos que, por uma circunstância qualquer, todo um povo adquirisse a certeza de que, em oito dias, em um mês, em um ano se se quer, ele será aniquilado, e nenhum indivíduo sobreviverá, que não restará marca nenhuma de si mesmo depois da morte; que fará durante este tempo? Trabalhará pelo seu melhoramento, pela sua instrução? Se entregará ao trabalho para viver? Respeitará os direitos,  os  bens,  a vida  dos  seus  semelhantes?  Submeter-se-á às leis, a uma autoridade, qualquer que seja, mesmo a mais legítima: a autoridade paterna? Terá para si um dever qualquer? Seguramente que não. Pois bem! O que não se alcança em massa, a doutrina do nihilismo o realiza, cada dia, isoladamente. Se as conseqüências disso não são tão desastrosas tanto poderiam ser, é primeiro porque, entre a maioria dos incrédulos, há mais de fanfarrice do que de verdadeira incredulidade, mais dúvida do que convicção, e porque têm mais medo do nada do que procuram aparentar: o título de espírito forte lisonjeia-lhes o amor-próprio; em segundo lugar, porque os incrédulos absolutos são uma ínfima minoria; sentem, malgrado eles, ascendência da opinião contrária e são mantidos por uma força material; mas, se a incredulidade absoluta se tornar um dia a opinião da maioria, a sociedade estará em dissolução. É ao que tende a propagação da doutrina do nihilismo. (1)


Quaisquer que sejam as conseqüências, se o nihilismo fosse uma verdade, seria preciso aceitá-lo, e não seriam nem sistemas contrários, nem o pensamento do mal que dele pudesse resultar, que poderiam fazer com que não o fosse. Ora, não se pode dissimular que o cepticismo, a dúvida, a indiferença, cada dia, ganham terreno, malgrado os esforços da religião; isto é positivo. Se a religião é impotente contra a incredulidade, é que lhe falta alguma coisa para combatê-la, de tal sorte que, se permanecer na imobilidade, em um tempo dado ela estará infalivelmente ultrapassada. O que lhe falta, neste século de positivismo, quando se quer compreender antes de crer, é a sanção de suas doutrinas pelos fatos positivos; é também a concordância de certas doutrinas com os dados positivos da ciência. Se ela diz branco e os fatos dizem negro, é preciso optar entre a evidência e a fé cega.


4. – É nesse estado de coisas que o Espiritismo vem opor um dique à invasão da incredulidade, não somente pelo raciocínio, não somente pela perspectiva de perigo que ela ocasiona, mas pelos fatos materiais, fazendo tocar o dedo e olhar a alma e a vida futura.


Cada um é livre, sem dúvida, em sua crença, em crer em alguma coisa ou de não crer em nada; mas aqueles que procuram fazer prevalecer, no espírito das massas, da juventude sobretudo, a negação do futuro, apoiando-se na autoridade do seu saber ou no ascendente da sua posição, semeiam na sociedade os germes da perturbação e da dissolução, e incorrem em uma grande responsabilidade.


5. – Há uma outra doutrina que nega ser materialista, porque admite a existência de um princípio inteligente fora da matéria, e é a da absorção no Todo Universal. Segundo esta doutrina, cada indíviduo assimila, ao nascer, uma parcela desse princípio, que constitui sua alma e lhe dá a vida, a inteligência e o sentimento. Na morte, essa alma retorna ao foco comum e se perde no infinito como uma gota d’água no Oceano.


Essa doutrina, sem dúvida, é um passo adiante sobre o materialismo puro, uma vez que admite alguma coisa, ao passo que a outra não admite nada, mas suas conseqüências são exatamente as mesmas. Que o homem seja mergulhado em o nada ou no reservatório comum, é a mesma coisa para ele; se, no primeiro caso, ele é aniquilado, no segundo perde sua individualidade; é, pois, como se ele não existisse mais; as relações sociais não estarão menos inteiramente rompidas. O essencial, para ele, é a conservação do seu eu; sem isso, que lhe importa ser ou não ser! O futuro, para ele, é sempre nulo, e a vida presente, a única coisa que lhe interessa e o preocupa. Do ponto de vista das suas conseqüências morais, essa doutrina é tão malsã, tão desesperadora, tão excitante do egoísmo quanto o materialismo propriamente dito.


6. – Por outro lado pode-se aí fazer a objeção seguinte: todas as gotas d´água tiradas do Oceano se assemelham e têm propriedades idênticas, como as partes de um mesmo todo; por que as almas, se são tiradas do grande oceano da inteligência universal se assemelham tão pouco? Por que o gênio ao lado da estupidez? As mais sublimes virtudes ao lado dos vícios os mais ignóbeis? A bondade, a doçura, a mansidão ao lado da maldade, da crueldade, da barbárie? Como as partes de um todo homogêneo podem ser tão diferentes umas das outras? Dir-se-á que é a educação que as modifica? Mas, então, de onde vêm as qualidades inatas, as inteligências precoces, os instintos bons e maus independentes de qualquer educação, e, freqüentemente, tão pouco em harmonia com os meios onde eles se desenvolvem?


A educação, sem nenhuma dúvida, modifica as qualidades intelectuais e morais da alma; mas aqui se apresenta uma outra dificuldade. Quem dá à alma a educação para fazê-la progredir? Outras almas que, pela sua origem comum, não devem ser mais avançadas. Por outro lado, a alma, reentrando no Todo Universal de onde havia saído, depois de ter progredido durante a vida, aí leva um elemento mais perfeito; de onde se segue que tudo deve, com o tempo, se encontrar profundamente modificado e melhorado. Como ocorre que daí saiam, incessantemente, almas ignorantes e perversas?


7. – Nessa doutrina, a fonte universal de inteligência que fornece as almas humanas é independente da Divindade; não é precisamente o panteísmo. O panteísmo propriamente dito dela difere em considerando o princípio universal de vida e de inteligência como constituindo a Divindade. Deus é, ao mesmo tempo, Espírito e matéria; todos os seres, todos os corpos da Natureza compõem a Divindade, da qual são as moléculas e os elementos constitutivos; Deus é o conjunto de todas as inteligências reunidas; cada indíviduo, sendo uma parte do todo, ele mesmo é Deus; nenhum ser superior e independente comanda o conjunto; o Universo é uma imensa república sem chefe, ou antes, onde cada um é chefe com poder absoluto.


8. – A esse sistema podem opor-se numerosas objeções, cujas principais são estas: a Divindade não podendo ser concebida sem o infinito das perfeições, pergunta-se: como um todo perfeito pode ser formado de partes tão imperfeitas e tendo necessidade de progredir? Cada parte estando sujeita à lei do progresso, disso resulta que Deus, ele mesmo, deve progredir; se progredir sem cessar deve ter sido, na origem dos tempos, muito imperfeito. Como um ser imperfeito, formado de vontades e de idéias tão divergentes, pôde conceber as leis tão harmoniosas, tão admiráveis de unidade, de sabedoria e de previdência que regem o Universo? Se todas as almas são porções da Divindade, todas concorreram para as leis da Natureza; como ocorre que elas murmurem, sem cessar, contra essas leis, se são obra sua? Uma teoria não pode ser aceita como verdadeira senão com a condição de satisfazer a razão e de dar conta de todos os fatos que ela abarca; se um só fato vier dar-lhe um desmentido, é que ela não está na verdade absoluta.


9. – Do ponto de vista moral, as conseqüências são também bastante ilógicas. É primeiro, para as almas, como no sistema precedente, a absorção num todo e a perda da individualidade. Se se admite, segundo a opinião de alguns panteístas, que elas conservam sua individualidade, Deus não tem mais vontade única; é um composto de miríades de vontades divergentes. Além disso, cada alma sendo parte integrante da Divindade, nenhuma é dominada por uma força superior; não incorre, por conseqüência, em nenhuma responsabilidade por seus atos bons ou maus; não tem nenhum interesse em fazer o bem e pode fazer o mal impunemente, uma vez que é senhora soberana.


10. – Além de que esses sistemas não satisfazem nem a razão nem a aspiração do homem, se tropeçam, como se vê, com dificuldades insuperáveis, porque são impotentes para resolverem todas as questões de fato que eles suscitam. O homem tem, pois, três alternativas: o nada, a absorção, ou a individualidade da alma antes e depois da morte. É para essa última crença que nos conduz, invencivelmente, a lógica; é aquela também que foi o fundo de todas as religiões desde que o mundo existe.


Se a lógica nos conduz à individualidade da alma, ela nos leva também a esta outra conseqüência: que a sorte de cada alma deve depender de suas qualidades pessoais, porque seria irracional admitir que a alma atrasada do selvagem e do homem perverso estivessem no mesmo nível que a do sábio e do homem de bem. Segundo a justiça, as almas devem ter a responsabilidade de seus atos; mas, para que sejam responsáveis, é preciso que estejam livres para escolher entre o bem e o mal; sem o livre arbítrio, há fatalidade, e com a fatalidade não poderia haver responsabilidade.


11. – Todas as religiões têm igualmente admitido o princípio da sorte feliz ou infeliz das almas depois da morte, ou, dito de outro modo, das penas e dos gozos futuros que se resumem na doutrina do céu e do inferno, que se encontra em toda parte. Mas, no que elas diferem essencialmente, é sobre a natureza dessas penas e desses gozos, e sobretudo sobre as condições que possam merecer umas e outros. Daí os pontos de fé contraditórios que deram nascimento aos diferentes cultos, e os deveres particulares impostos, por estes, para honrar a Deus, e por esse meio ganhar o céu e evitar o inferno.


12. – Todas as religiões deveram, em sua origem, estar em relação com o grau de adiantamento moral e  intelectual dos homens; estes, muito materiais ainda para compreenderem o mérito das coisas puramente espirituais, fizeram consistir a maioria dos deveres religiosos no cumprimento de formas exteriores. Durante um tempo, essas formas bastaram à sua razão; mais tarde, fazendo-se luz em seu Espírito, sentem o vazio que as formas deixam atrás de si, e se a religião não os satisfaz mais, abandonam a religião e se tornam filósofos.


13. – Se    a   religião,   apropriada   a  princípio aos conhecimento limitados dos homens, houvesse sempre seguido o movimento progressivo do espírito humano, não haveria incrédulos, porque está na natureza do homem ter necessidade de crer, e ele crerá se se der um alimento espiritual em  harmonia   com   as   suas   necessidades intelectuais. Ele quer saber de onde veio e para onde vai; se se lhe mostra um objetivo que não responde nem às suas aspirações nem à idéia que ele faz de Deus, nem aos dados positivos que lhe fornece a ciência; além disso, se se lhe impõem atingir condições que sua razão não lhe demonstre a utilidade, ele repele o todo; o materialismo e o panteísmo lhe parecem ainda mais racionais, porque neles se discute e raciocina; raciocina-se falso, é verdade, mas ele gosta ainda mais de raciocinar falso do que não raciocinar de todo.


Mas, que se lhe apresente um futuro em condições lógicas, dignas, em todo ponto, da grandeza, da justiça e da infinita bondade de Deus, e ele abandonará o materialismo e o panteísmo, dos quais sente o vazio em seu foro íntimo, e que não havia aceito senão por falta de coisa melhor. O Espiritismo dá mais, porque acolhe, com solicitude, todos aqueles atormentados pela incerteza dolorosa da dúvida e que não encontram, nem nas crenças nem nas filosofias vulgares, o que procuram; têm para si a lógica do raciocínio e a razão dos fatos e é por isso que o combatem inutilmente.


14. – O homem tem, instintivamente, a crença no futuro; mas, não tendo até hoje nenhuma base certa para defini-lo, sua imaginação produziu sistemas que conduziram à diversidade nas crenças. A Doutrina Espírita sobre o futuro, não sendo uma obra de imaginação mais ou menos engenhosamente concebida, mas o resultado da observação de fatos materiais que se desenrolam hoje sob os nossos olhos, ela unirá, como já faz agora, as opiniões divergentes ou superficiais, e conduzirá, pouco a pouco, e pela força das coisas, à unidade na crença sobre esse ponto, crença que não estará mais baseada sobre uma hipótese, mas sobre uma certeza. A unificação, feita no que concerne à sorte futura das almas, será o primeiro ponto de aproximação entre os diferentes cultos, um passo imenso para a tolerância religiosa primeiro, e, mais tarde, a fusão.


(1) Um jovem de 18 anos estava atacado por uma doença do coração, declarada incurável. A ciência havia dito: ele pode morrer em oito dias, como em dois anos, mas não passará disso. O jovem o sabia; logo deixa todo o estudo e se entrega aos excessos de todos os gêneros. Quando lhe ponderaram o quanto uma vida de desordem era perigosa na sua posição, ele respondeu: Que me importa, se não tenho senão dois anos para viver! De que me serviria fatigar meu espírito? Eu gozo o que me resta e quero me divertir até o fim. Eis a conseqüência lógica do nihilismo.

Se esse jovem fosse espírita, ele teria dito: a morte não destruirá senão o meu corpo, que deixarei como uma veste usada, mas meu Espírito viverá sempre. Serei, em minha vida futura, o que fiz de mim mesmo nesta; o que pude adquirir em qualidades morais e intelectuais não estará perdido, porque isso será igualmente aquisição para o meu adiantamento; toda imperfeição de que me despojar é um passo a mais para a felicidade; minha felicidade ou minha infelicidade futuras dependem da utilidade, ou da inutilidade, da minha existência presente. É, pois, do meu interesse aproveitar o pouco tempo que me resta, e evitar tudo o que poderia diminuir as minhas forças.

Qual dessas duas doutrinas é preferível?

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publicado por duronaqueda às 16:57

proverbios e ditados japoneses

Quinta-feira, 03.05.12

As grandes coisas se partem em pequenas. As coisas pequenas viram pó.
Ditado japonês
 
Uma única palavra gentil pode aquecer três meses de inverno.
Ditado japonês
 
Ao erguermos a vista não vemos fronteiras.
Ditado japonês
As dificuldades são como as montanhas. Elas só se aplainam quando avançamos sobre elas.
Ditado japonês
Meu celeiro foi destruído pelo fogo e agora posso ver a lua
Ditado Japonês
Pouco se aprende com a vitória, mas muito com a derrota.
Provérbio japonês
As dificuldades são como as montanhas. Elas só se aplainam quando avançamos sobre elas.
Provérbio japonês

Lutador é aquele que briga só pelo prazer de brigar,
O homem justo é aquele que briga porque é necessário"
Provérbio Japonês
A reputação de mil anos pode ser determinada pelo comportamento de uma única hora.
Provérbio Japonês

Ao erguemos a vista, não vemos fronteiras.
Provérbio japones.
Vença a si mesmo e terá vencido o seu próprio adversário.
Provérbio japonês
"Até a jornada de mil milhas começa com um pequeno passo.
Provérbio japonês
A vida dura uma geração, um bom NOME dura para sempre.
Provérbio japonês
Já que vai ser cachorro, seja um cachorro de um grande dono.
Provérbio Japonês
"A reputação de mil anos pode ser determinada na conduta de uma hora".
Provérbio Japonês
Meu celeiro foi destruído pelo fogo e agora posso ver a lua
Ditado Japonês


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publicado por duronaqueda às 16:36

MIGHT SAMSON

Quinta-feira, 03.05.12

Poderoso Samson

Origem: Wikipédia, a Enciclopédia livre
             

Poderoso Sansão era uma série de banda desenhada original de Gold Key Comics. Semelhante a outros títulos pós-apocalíptico como Kamandi, Knights atômicos ou similar, que foi criado na área em torno de Nova York, agora conhecido como "N'Yark", em uma Terra devastada por uma guerra nuclear.
Poderoso Sansão durou 32 edições entre 1964 e 1982. A primeira edição foi publicada em julho de 1964. O título foi cancelada com # 20 (1969). Questões 7-20 Cada um tinha uma história back-up com o de cabeça grande personagem de Tom Morrow. Poderoso Sansão foi trazido de volta em 1972 e durou até # 31 em 1976. As duas primeiras questões eram novas reimpressões; edição # 21 (reimpressão # 7), e edição # 22 (reimpressão # 2). Uma nova história final foi publicado em Champion Gold Key # 2 em 1978. # 32 (uma reedição do n º 3, mas com uma versão de linha-arte de capa do # 4), foi publicado sob o título "Comics Whitman" linha em 1982, e vendido em um saco com Turok # 130 e Dagar o Invincible # 18.
Poderoso Sansão foi criado pelo escritor Otto Binder e Frank Thorne artista. Artista Jack Sparling assumiu a obra com o # 8, e Binder e Sparling fez o título até # 20. Nas novas questões que começam com # 23, a arte era por José Delbo, e mais tarde por Jack Abel.
Sansão era um aventureiro bárbaro errante. Um mutante aparente, devido ao seu tamanho e força, mas quem fez apenas o bem. Na primeira edição, ele perde um olho a um liobear, que ele mata e peles (e cujo couro ele usaria). Ele é nutrido de volta para a saúde em Sharmaine, cujo pai Mindor tinha descoberto algum conhecimento do século 20 a partir de artefatos do passado.
Project Superpowers, um livro em quadrinhos de Alex Ross e Dynamite Entertainment anunciou, em 2007,  revivendo muitos golden-idade personagens de quadrinhos contará com um Sansão que é ostensivamente a idade de ouro Fox Features Sansão, embora o design visual parece ter sido inspirado pelo personagem chave de ouro.
Em 2010, a Dark Horse Comics começou a publicar a primeira de quatro arquivos de capa dura, cada reimpressão vários assuntos da série original em um lugar pela primeira vez.
Dezembro de 2010, Dark Horse Comics também começou uma nova re-imaginação da série Sansão Poderoso [3]. Entre os novos membros da equipe criativa da Marvel estão o ex-editor-chefe Jim Shooter servindo como escritor principal, e do artista incluem Patrick Olliffe. A primeira edição incluiu uma reimpressão bônus da edição 1964, número 1.
































                            

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publicado por duronaqueda às 09:36

MIGHT SAMSON

Quinta-feira, 03.05.12

Poderoso Samson

Origem: Wikipédia, a Enciclopédia livre
             

Poderoso Sansão era uma série de banda desenhada original de Gold Key Comics. Semelhante a outros títulos pós-apocalíptico como Kamandi, Knights atômicos ou similar, que foi criado na área em torno de Nova York, agora conhecido como "N'Yark", em uma Terra devastada por uma guerra nuclear.
Poderoso Sansão durou 32 edições entre 1964 e 1982. A primeira edição foi publicada em julho de 1964. O título foi cancelada com # 20 (1969). Questões 7-20 Cada um tinha uma história back-up com o de cabeça grande personagem de Tom Morrow. Poderoso Sansão foi trazido de volta em 1972 e durou até # 31 em 1976. As duas primeiras questões eram novas reimpressões; edição # 21 (reimpressão # 7), e edição # 22 (reimpressão # 2). Uma nova história final foi publicado em Champion Gold Key # 2 em 1978. # 32 (uma reedição do n º 3, mas com uma versão de linha-arte de capa do # 4), foi publicado sob o título "Comics Whitman" linha em 1982, e vendido em um saco com Turok # 130 e Dagar o Invincible # 18.
Poderoso Sansão foi criado pelo escritor Otto Binder e Frank Thorne artista. Artista Jack Sparling assumiu a obra com o # 8, e Binder e Sparling fez o título até # 20. Nas novas questões que começam com # 23, a arte era por José Delbo, e mais tarde por Jack Abel.
Sansão era um aventureiro bárbaro errante. Um mutante aparente, devido ao seu tamanho e força, mas quem fez apenas o bem. Na primeira edição, ele perde um olho a um liobear, que ele mata e peles (e cujo couro ele usaria). Ele é nutrido de volta para a saúde em Sharmaine, cujo pai Mindor tinha descoberto algum conhecimento do século 20 a partir de artefatos do passado.
Project Superpowers, um livro em quadrinhos de Alex Ross e Dynamite Entertainment anunciou, em 2007,  revivendo muitos golden-idade personagens de quadrinhos contará com um Sansão que é ostensivamente a idade de ouro Fox Features Sansão, embora o design visual parece ter sido inspirado pelo personagem chave de ouro.
Em 2010, a Dark Horse Comics começou a publicar a primeira de quatro arquivos de capa dura, cada reimpressão vários assuntos da série original em um lugar pela primeira vez.
Dezembro de 2010, Dark Horse Comics também começou uma nova re-imaginação da série Sansão Poderoso [3]. Entre os novos membros da equipe criativa da Marvel estão o ex-editor-chefe Jim Shooter servindo como escritor principal, e do artista incluem Patrick Olliffe. A primeira edição incluiu uma reimpressão bônus da edição 1964, número 1.
































                            

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MARS PATROL

Quinta-feira, 03.05.12

MARS PATROL




Mars Patrol Total War

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre


           Mars Patrol Total War foi um curta de ficção científica / guerra de quadrinhos da série publicada pela Gold Key Comics por 10 questões de julho de 1965 a agosto de 1969. As duas primeiras questões foram intitulado Guerra Total . O artista nos primeiros 3 questões foi Wally Wood , que provavelmente tinha uma mão na criação da série. Em 1966 a revista ganhou um Prêmio Alley de Melhor Título normal Adventure Group.



 Enredo e personagens



A história em quadrinhos contada de uma invasão de todas as nações da Terra por invasores desconhecidos que usavam o teletransporte para aparecer em diferentes destinos. Os invasores estavam vestidos em uniformes de cor púrpura com uma insígnia caranguejo preto em um círculo amarelo, e usaram armas semelhantes ao que foi então em uso no momento com cada um tendo uma visão nocturna dispositivo em seu capacete. Os invasores não fazem exigências, mas matar alguém (militar ou civil) em seu caminho e prefere se matar para não se renderem. Embora os invasores eram humanóides em aparência eram visivelmente sem pêlos, sem sobrancelhas com um problema com um médico legista dizendo que seus órgãos internos eram ligeiramente diferentes. Embora nunca afirmou claramente, a impressão é que eles podem ser invasores do espaço. Novos elementos do fundo invasores foram colocados em algumas histórias.Opondo-los é o MARS Patrol (Serviço de Salvamento Marítimo de Ataque) do United States Marine Corps . As equipes de combate MARS Patrol são uma combinação de comandos e pára-quedistas , e guerrilheiros . O foco principal é sobre uma equipe composta por Cy tenente Adams, líder e piloto de combate; Corporal Russ Stacey, especialista em armas e comando; sargento. Joe Stryker, demolições perito e pára-quedista, e sargento Ken Hiro, mergulhador e artista marcial hábil. A equipe também é etnicamente diversa, com dois euro-americanos, Adams e Stacy, Stryker um Africano-Americano e Hiro um asiático-americana. A equipe MARS usavam uniformes vestido verde apresentando boinas e Vandegrift casacos que foram arrumada com ouro Marine Corps insignia, fourragères e norte-americanos tipo Exército coloridos lenços . Durante suas missões de combate de cada um dos membros usavam um uniforme de combate de cor diferente, macacão de vôo ou terno molhado , conforme necessário; Adams em amarelo, Stryker em laranja, Hiro na luz verde, e Stacey em azul. Uma questão típica envolveria batalhas terrestres, marítimas e aéreas de combate na mesma história.Um problema dos quadrinhos caracterizou um invasor temporariamente capturados que falava Inglês e relacionado um pouco pequeno para seus captores sobre o mundo do invasor que estava acabando de matérias-primas e procurou-os da Terra e do invasor guerreiro ethos . Outra questão apresentava um invasor agente feminina disfarçada (também careca), que pode ter se apaixonado por Russ Stacey.Uma ampla gama de corrente (e possível próximo futuro) equipamento militar foi usado. Havia o Bronco OV-10 e F-104 Starfighter aeronaves, bem como veículos experimentais como o foguete Bell Belt , vôo Piasecki Jeep e um homem- gyrocopters , bem como invenções mais do que estranho, mas tecnicamente viável, como laser de tanques, aeronaves não tripuladas aérea veículo reconstrução drones, e VTOL jatos. Surpreendentemente as armas de infantaria pareceu um pouco desactualizado: submetralhadoras Thompson e BARES , água de jaqueta M1917 metralhadoras Browning , e do antigo M-9 Bazooka . Este foi posteriormente fixado na série com a introdução do "novo" M14 e M79 lançador de granadas . Em algumas questões dentro de uma ilustração da tampa traseira caracterizado reais armas novas e experimentais das Forças Armadas dos EUA.Não está claro o quanto o envolvimento Wally Wood teve com a criação da banda desenhada. Como ele seguiu este título com o seu fi-espião trabalho em agentes TROVÃO , que tinha muitos dos mesmos temas (invasor misterioso ameaçando a terra, uma equipe de especialistas sigla de oposição deles, etc), pode teve algum envolvimento com a série. Dark Horse Comics foi reimpresso nos primeiros 3 números em uma coleção de bolso o comércio no estilo de suas coleções de arquivos recentes. ISBN 1-59307-262-7 . Embora marcado como "volume 1", nenhum anúncio de quaisquer novas coleções foi feita.







                 

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MARS PATROL

Quinta-feira, 03.05.12

MARS PATROL




Mars Patrol Total War

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           Mars Patrol Total War foi um curta de ficção científica / guerra de quadrinhos da série publicada pela Gold Key Comics por 10 questões de julho de 1965 a agosto de 1969. As duas primeiras questões foram intitulado Guerra Total . O artista nos primeiros 3 questões foi Wally Wood , que provavelmente tinha uma mão na criação da série. Em 1966 a revista ganhou um Prêmio Alley de Melhor Título normal Adventure Group.



 Enredo e personagens



A história em quadrinhos contada de uma invasão de todas as nações da Terra por invasores desconhecidos que usavam o teletransporte para aparecer em diferentes destinos. Os invasores estavam vestidos em uniformes de cor púrpura com uma insígnia caranguejo preto em um círculo amarelo, e usaram armas semelhantes ao que foi então em uso no momento com cada um tendo uma visão nocturna dispositivo em seu capacete. Os invasores não fazem exigências, mas matar alguém (militar ou civil) em seu caminho e prefere se matar para não se renderem. Embora os invasores eram humanóides em aparência eram visivelmente sem pêlos, sem sobrancelhas com um problema com um médico legista dizendo que seus órgãos internos eram ligeiramente diferentes. Embora nunca afirmou claramente, a impressão é que eles podem ser invasores do espaço. Novos elementos do fundo invasores foram colocados em algumas histórias.Opondo-los é o MARS Patrol (Serviço de Salvamento Marítimo de Ataque) do United States Marine Corps . As equipes de combate MARS Patrol são uma combinação de comandos e pára-quedistas , e guerrilheiros . O foco principal é sobre uma equipe composta por Cy tenente Adams, líder e piloto de combate; Corporal Russ Stacey, especialista em armas e comando; sargento. Joe Stryker, demolições perito e pára-quedista, e sargento Ken Hiro, mergulhador e artista marcial hábil. A equipe também é etnicamente diversa, com dois euro-americanos, Adams e Stacy, Stryker um Africano-Americano e Hiro um asiático-americana. A equipe MARS usavam uniformes vestido verde apresentando boinas e Vandegrift casacos que foram arrumada com ouro Marine Corps insignia, fourragères e norte-americanos tipo Exército coloridos lenços . Durante suas missões de combate de cada um dos membros usavam um uniforme de combate de cor diferente, macacão de vôo ou terno molhado , conforme necessário; Adams em amarelo, Stryker em laranja, Hiro na luz verde, e Stacey em azul. Uma questão típica envolveria batalhas terrestres, marítimas e aéreas de combate na mesma história.Um problema dos quadrinhos caracterizou um invasor temporariamente capturados que falava Inglês e relacionado um pouco pequeno para seus captores sobre o mundo do invasor que estava acabando de matérias-primas e procurou-os da Terra e do invasor guerreiro ethos . Outra questão apresentava um invasor agente feminina disfarçada (também careca), que pode ter se apaixonado por Russ Stacey.Uma ampla gama de corrente (e possível próximo futuro) equipamento militar foi usado. Havia o Bronco OV-10 e F-104 Starfighter aeronaves, bem como veículos experimentais como o foguete Bell Belt , vôo Piasecki Jeep e um homem- gyrocopters , bem como invenções mais do que estranho, mas tecnicamente viável, como laser de tanques, aeronaves não tripuladas aérea veículo reconstrução drones, e VTOL jatos. Surpreendentemente as armas de infantaria pareceu um pouco desactualizado: submetralhadoras Thompson e BARES , água de jaqueta M1917 metralhadoras Browning , e do antigo M-9 Bazooka . Este foi posteriormente fixado na série com a introdução do "novo" M14 e M79 lançador de granadas . Em algumas questões dentro de uma ilustração da tampa traseira caracterizado reais armas novas e experimentais das Forças Armadas dos EUA.Não está claro o quanto o envolvimento Wally Wood teve com a criação da banda desenhada. Como ele seguiu este título com o seu fi-espião trabalho em agentes TROVÃO , que tinha muitos dos mesmos temas (invasor misterioso ameaçando a terra, uma equipe de especialistas sigla de oposição deles, etc), pode teve algum envolvimento com a série. Dark Horse Comics foi reimpresso nos primeiros 3 números em uma coleção de bolso o comércio no estilo de suas coleções de arquivos recentes. ISBN 1-59307-262-7 . Embora marcado como "volume 1", nenhum anúncio de quaisquer novas coleções foi feita.







                 

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MAGNUS ROBOT FIGHITER

Quinta-feira, 03.05.12

Magnus, Robot Lutador
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Magnus, Robot Lutador





Magnus, Robot Lutador é um fictício dos quadrinhos de super-herói criado pelo escritor / artista Russ Manning , em 1963, baseada principalmente em Tarzan . Magnus apareceu pela primeira vez em Magnus Robot Lutador 4000 AD # 1, publicada pela Gold Key Comics em fevereiro de 1963. O personagem foi posteriormente publicado pela Valiant Comics e Comics Acclaim na década de 1990, e foi reintroduzido por Dark Horse Comics em agosto de 2010. Em cada encarnação, Magnus é um ser humano que luta contra robôs desonestos no ano de 4000, embora alguns aspectos do conceito tenham variado com cada editora.


                  Descrição


Até o ano de 4000, a humanidade se tornou dependente de robôs. H8, o chefe de Pol-Rob do setor cívica dos norte-Am, um continente-spanning mega-cidade, foi danificado em um acidente de radiação. Ele procurou promover a dependência humana em robôs e, gradualmente, por impor um regime totalitário na área sob seu controle.Magnus foi levantada por um robô conhecido como 1A, um nome que implica que ele era o robô primeiro de seu tipo já fabricado. 1A parecia ser auto-consciente e possuem emoções . Um crente firme nas Três Leis da Robótica , 1A reconheceram a ameaça representada pela dependência dos seres humanos em robôs, em geral, e os desenvolvimentos em North Am devido a H8, em particular. Portanto, 1A treinados Magnus como um guerreiro para proteger os humanos contra os robôs desonestos, e os seres humanos que usaram robôs normais para fins malignos. Magnus foi treinado desde a infância por 1A em uma casa em mar de cúpula, usando técnicas avançadas, para se tornar um hábil artista marcial que poderia quebrar aço com as próprias mãos. Além disso, 1A equipados seu cargo com um dispositivo que permitiria a ele para "ouvir" as comunicações robô para robô de rádio.Namorada de Magnus foi nomeado Leeja. Robôs que serviram de polícia foram chamados de "Pol-Robs" (como em robôs policiais), que foram pintados de preto e branco, como carros de polícia da cidade. Todos os robôs tinham identificação de números pintados em seu peito e costas. Outros robôs, como taxistas, poderia ser nada mais do que um torso com os braços e cabeça conectada a um automóvel voador.


                           Definição


Tanto a chave de ouro e versões Valiant lugar em North Am, uma megalópole que englobava todo o continente norte-americano. A cidade é composto por vários "níveis". Os níveis mais elevados são preenchidos por indivíduos ricos, muitas vezes considerados como "soft" e complacentes. O nível mais baixo, o nível de Goph, é habitado por uma classe mais resistentes e menos escolarizados conhecido como "gophs."
Por AD 4000, a nação de Japão é o lar de 50 mil milhões de pessoas. As principais ilhas do Japão estão cobertos por uma estrutura única e contígua conhecida como host. Avó, um livre arbítrio rede electrónica, controla praticamente todos os aspectos da vida diária.
Além da North Am, a Terra também tem uma cidade no continente da Antártica , chamado Antarcto. A cidade é constituída por diversos cúpulas transparentes, dentro de cada das quais o clima é cuidadosamente controlada. A construção destes habitats se opôs, por medo de danos ecológicos ao sistema Antártica frágil. Como assim, não é a área conhecida como Himalhina, que aparentemente inclui pelo menos todos Índia e China .

 Personagens


Magnus, Robot Lutador
1A, o mentor robô livre arbítrio de Magnus e amante da avó (a quem ele chama de "Kimi").
Claiburne, Presidente da North Am
Leeja Clane, namorada sexy Magnus e futura esposa
Victor Zeramiah Clane, North Am senador e futuro presidente, pai de Leeja
Avó, cérebro-computador livre arbítrio do Japão e amante da 1A
H8, robô policial chefe, destruído pelo poder mental coletiva dos seres humanos que havia escravizado
Torque Magnus, filho de Magnus e Clane Leeja
Mekman, um gênio psicopata humano que quer ser um robô
Mimsey, o general das forças armadas norte-Am
Dr. Laszlo Noel, um fanático anti-robô que posteriores reformas e assistências Magnus contra Malev-6
The Outsiders, um grupo de quatro adolescentes inspirados por Magnus
Rai (Tohru Nakadai), o zagueiro do Japão
Slagger (Tark Mulko), um guerreiro goph
T-1, um renegado "pensar-rob" destruída por Magnus
Talpa ("Mole" em latim ), um robô renegado que visa escravizar a raça humana.
Tekla, robô "fêmea" (ex-serv-rob chamado W-23), líder da nação robô de Synchron
Timbuc Iorque, um major, depois coronel, em militares norte-Am
Xyrkol, brilhante, mas psicopata cientista estrangeiro que pretende governar North Am
Predator , no cruzamento: "Predator Vs Magnus Robot Fighter"
 Gold Key
 Série Original
A série original, intitulado Magnus, Robot Fighter, 4000 AD , estreou em 1963. Ela foi escrita e desenhada por Russ Manning , e como um aceno para as suas influências, incluído Isaac Asimov 's Três Leis da Robótica como uma citação no início da primeira edição. Durante a vigência do prazo original do título, Magnus lutou robôs, alienígenas invasores, piratas espaciais e outras ameaças. Ele se apaixonou por Leeja Clane, a filha de um dos senadores norte-Am do. Leeja desenvolvido limitado telepáticas habilidades após o treinamento por seres humanos M'Ree e outros que adquiriram como resultado de suas mentes serem ligados entre si enquanto estava preso em animação suspensa por H8. A série foi muito popular na década de 1960. À medida que os anos 70 se aproximou, as vendas começaram a declinar. A última edição (# 46) foi publicado em janeiro de 1977. No entanto, Manning completou apenas 21 questões, o resto eram reimpressões de edições anteriores ou novas histórias por outros (# 23-28).
O conceito original é uma inversão deliberada ou atualização do Tarzan mythos, a tirinhas sindicalizadas que Russ Manning já havia ilustrado. Quando Tarzan era um ser humano criado como um nobre selvagem criança selvagem por africanos grandes macacos que viram o mundo através de sua formação naturalista e oposição às regras e limites da civilização, Magnus era um ser humano criado por um robô benevolente chamado 1A, que viu a humanidade tornando-se cada vez mais decadente e complacente civilização humana condenado por sua dependência cada vez maior sobre robôs. Em um caso, o herói é um retrocesso a um tempo mais resistentes e mais naturalista. No outro, ele é uma criação da ciência enviado para levar a mensagem para o resto da humanidade que o homem deve controlar seu próprio destino e esculpir o seu próprio caminho, ao invés de se tornar pouco mais do que um rebanho de gado superalimentados cuidados por robôs. Em ambas as encarnações de Magnus, Robot Fighter, ele vive e opera de acordo com seu próprio conjunto de regras e por isso, é considerado um estranho e uma espécie de ameaça à ordem estabelecida das coisas.
No início dos anos 80, uma nova Magnus série de backup funcionou no novo Doctor Solar título em edições # 29-31. Esta deveria levar a um título Magnus novo, mas parou GK publicação logo em seguida. Supostamente, não havia trabalho concluído para duas novas questões Magnus (o que teria sido Magnus # 47, 48), mas nunca foram publicados.

Em 1991, Jim Shooter obtido os direitos para três personagens-chave: Ouro Doctor Solar, Man of the Atom , Turok, Son of Stone , e Magnus, Robot lutador . Ele pretendia usar os personagens para lançar sua linha de novo livro em quadrinhos, Valiant Comics. Vários meses depois, a empresa lançou Magnus, Robot lutador .
A série começou onde o original parou. Os artistas tomou muito cuidado para replicar a configuração e armadilhas das histórias originais. Mas, como a nova série progredia, começou a desviar-se do conceito original. O termo "Freewills" apareceu no longo Valiant, introduzindo o conceito de que os robôs desonestos vistos anteriormente não eram simplesmente o produto de avarias aleatórias, mas foram o resultado de um fenômeno comum que permitiu robôs para se tornar consciente. Enquanto alguns deles eram malévola, outros apenas queria ser livre. Foi também aprendeu que 1A também era um livre-arbítrio. Com a ajuda de Magnus, uma colônia de benevolentes Freewills foi estabelecido o chamado "Nação Steel." Ao mesmo tempo, Magnus tornou-se desgostoso com elite North Am. do. Ele viajou para os níveis mais baixos de North Am e fez amizade com um grupo de párias sociais conhecido como Gophs.
Como a série evoluiu, ele foi usado para introduzir outros heróis para o Universo Valiant. Na edição # 5, um japonês herói conhecido como Rai começou a aparecer no título de Magnus, e acabaria por seguir em frente em sua própria série. Na sexta edição, a versão futura do Solar fez sua estréia. A questão também introduziu os aliens de aranha , que se tornaram uma ameaça recorrente em todo o Universo Valiant. Na edição 12, os leitores modernos foram reintroduzidos Turok, Son of Stone.
Durante a Unidade de cruzamento , foi revelado que Magnus realmente nasceu durante o conflito Unidade. Ele era filho de um precursor chamado de torque e uma mulher chamada Kris Hathaway. Geomancer Geoff McHenry sentiu que alguém como Magnus era necessário no futuro, de modo Solar transportou o Magnus bebê para o futuro, onde ele foi pego pelo Solar do que período de tempo e entregue a 1A. Também foi revelado que a força de Magnus não era apenas devido ao seu treinamento em artes marciais, mas sim, era um prenúncio capacidade herdada de seu pai.
 A Guerra Malev
Logo após o cruzamento da Unidade, o futuro da Terra foi invadida por robôs alienígenas chamados Malevs dirigidas pelo cérebro gigante, introduzido na série original, que englobava o planeta da Malev 6. Esta invasão obrigou todos os heróis futuros para a banda juntos. Suas aventuras foram exibidos em um título de spin-off, Rai e da Força Futuro .
Após a Segunda Guerra Malev terminou, todos os títulos futuros saltou de vinte anos para a frente. Magnus se tornou o líder norte-Am. Casou-se com Leeja (seu interesse amoroso desde que a série original) e teve um filho, a quem ele chamou de Torque. Magnus passou o resto da série lutando contra várias ameaças. Durante o Efeito Chaos crossover, ele foi transportado para o século 20, mas ele acabou retornando para o futuro.
































                                         

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MAGNUS ROBOT FIGHITER

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Magnus, Robot Lutador
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Magnus, Robot Lutador





Magnus, Robot Lutador é um fictício dos quadrinhos de super-herói criado pelo escritor / artista Russ Manning , em 1963, baseada principalmente em Tarzan . Magnus apareceu pela primeira vez em Magnus Robot Lutador 4000 AD # 1, publicada pela Gold Key Comics em fevereiro de 1963. O personagem foi posteriormente publicado pela Valiant Comics e Comics Acclaim na década de 1990, e foi reintroduzido por Dark Horse Comics em agosto de 2010. Em cada encarnação, Magnus é um ser humano que luta contra robôs desonestos no ano de 4000, embora alguns aspectos do conceito tenham variado com cada editora.


                  Descrição


Até o ano de 4000, a humanidade se tornou dependente de robôs. H8, o chefe de Pol-Rob do setor cívica dos norte-Am, um continente-spanning mega-cidade, foi danificado em um acidente de radiação. Ele procurou promover a dependência humana em robôs e, gradualmente, por impor um regime totalitário na área sob seu controle.Magnus foi levantada por um robô conhecido como 1A, um nome que implica que ele era o robô primeiro de seu tipo já fabricado. 1A parecia ser auto-consciente e possuem emoções . Um crente firme nas Três Leis da Robótica , 1A reconheceram a ameaça representada pela dependência dos seres humanos em robôs, em geral, e os desenvolvimentos em North Am devido a H8, em particular. Portanto, 1A treinados Magnus como um guerreiro para proteger os humanos contra os robôs desonestos, e os seres humanos que usaram robôs normais para fins malignos. Magnus foi treinado desde a infância por 1A em uma casa em mar de cúpula, usando técnicas avançadas, para se tornar um hábil artista marcial que poderia quebrar aço com as próprias mãos. Além disso, 1A equipados seu cargo com um dispositivo que permitiria a ele para "ouvir" as comunicações robô para robô de rádio.Namorada de Magnus foi nomeado Leeja. Robôs que serviram de polícia foram chamados de "Pol-Robs" (como em robôs policiais), que foram pintados de preto e branco, como carros de polícia da cidade. Todos os robôs tinham identificação de números pintados em seu peito e costas. Outros robôs, como taxistas, poderia ser nada mais do que um torso com os braços e cabeça conectada a um automóvel voador.


                           Definição


Tanto a chave de ouro e versões Valiant lugar em North Am, uma megalópole que englobava todo o continente norte-americano. A cidade é composto por vários "níveis". Os níveis mais elevados são preenchidos por indivíduos ricos, muitas vezes considerados como "soft" e complacentes. O nível mais baixo, o nível de Goph, é habitado por uma classe mais resistentes e menos escolarizados conhecido como "gophs."
Por AD 4000, a nação de Japão é o lar de 50 mil milhões de pessoas. As principais ilhas do Japão estão cobertos por uma estrutura única e contígua conhecida como host. Avó, um livre arbítrio rede electrónica, controla praticamente todos os aspectos da vida diária.
Além da North Am, a Terra também tem uma cidade no continente da Antártica , chamado Antarcto. A cidade é constituída por diversos cúpulas transparentes, dentro de cada das quais o clima é cuidadosamente controlada. A construção destes habitats se opôs, por medo de danos ecológicos ao sistema Antártica frágil. Como assim, não é a área conhecida como Himalhina, que aparentemente inclui pelo menos todos Índia e China .

 Personagens


Magnus, Robot Lutador
1A, o mentor robô livre arbítrio de Magnus e amante da avó (a quem ele chama de "Kimi").
Claiburne, Presidente da North Am
Leeja Clane, namorada sexy Magnus e futura esposa
Victor Zeramiah Clane, North Am senador e futuro presidente, pai de Leeja
Avó, cérebro-computador livre arbítrio do Japão e amante da 1A
H8, robô policial chefe, destruído pelo poder mental coletiva dos seres humanos que havia escravizado
Torque Magnus, filho de Magnus e Clane Leeja
Mekman, um gênio psicopata humano que quer ser um robô
Mimsey, o general das forças armadas norte-Am
Dr. Laszlo Noel, um fanático anti-robô que posteriores reformas e assistências Magnus contra Malev-6
The Outsiders, um grupo de quatro adolescentes inspirados por Magnus
Rai (Tohru Nakadai), o zagueiro do Japão
Slagger (Tark Mulko), um guerreiro goph
T-1, um renegado "pensar-rob" destruída por Magnus
Talpa ("Mole" em latim ), um robô renegado que visa escravizar a raça humana.
Tekla, robô "fêmea" (ex-serv-rob chamado W-23), líder da nação robô de Synchron
Timbuc Iorque, um major, depois coronel, em militares norte-Am
Xyrkol, brilhante, mas psicopata cientista estrangeiro que pretende governar North Am
Predator , no cruzamento: "Predator Vs Magnus Robot Fighter"
 Gold Key
 Série Original
A série original, intitulado Magnus, Robot Fighter, 4000 AD , estreou em 1963. Ela foi escrita e desenhada por Russ Manning , e como um aceno para as suas influências, incluído Isaac Asimov 's Três Leis da Robótica como uma citação no início da primeira edição. Durante a vigência do prazo original do título, Magnus lutou robôs, alienígenas invasores, piratas espaciais e outras ameaças. Ele se apaixonou por Leeja Clane, a filha de um dos senadores norte-Am do. Leeja desenvolvido limitado telepáticas habilidades após o treinamento por seres humanos M'Ree e outros que adquiriram como resultado de suas mentes serem ligados entre si enquanto estava preso em animação suspensa por H8. A série foi muito popular na década de 1960. À medida que os anos 70 se aproximou, as vendas começaram a declinar. A última edição (# 46) foi publicado em janeiro de 1977. No entanto, Manning completou apenas 21 questões, o resto eram reimpressões de edições anteriores ou novas histórias por outros (# 23-28).
O conceito original é uma inversão deliberada ou atualização do Tarzan mythos, a tirinhas sindicalizadas que Russ Manning já havia ilustrado. Quando Tarzan era um ser humano criado como um nobre selvagem criança selvagem por africanos grandes macacos que viram o mundo através de sua formação naturalista e oposição às regras e limites da civilização, Magnus era um ser humano criado por um robô benevolente chamado 1A, que viu a humanidade tornando-se cada vez mais decadente e complacente civilização humana condenado por sua dependência cada vez maior sobre robôs. Em um caso, o herói é um retrocesso a um tempo mais resistentes e mais naturalista. No outro, ele é uma criação da ciência enviado para levar a mensagem para o resto da humanidade que o homem deve controlar seu próprio destino e esculpir o seu próprio caminho, ao invés de se tornar pouco mais do que um rebanho de gado superalimentados cuidados por robôs. Em ambas as encarnações de Magnus, Robot Fighter, ele vive e opera de acordo com seu próprio conjunto de regras e por isso, é considerado um estranho e uma espécie de ameaça à ordem estabelecida das coisas.
No início dos anos 80, uma nova Magnus série de backup funcionou no novo Doctor Solar título em edições # 29-31. Esta deveria levar a um título Magnus novo, mas parou GK publicação logo em seguida. Supostamente, não havia trabalho concluído para duas novas questões Magnus (o que teria sido Magnus # 47, 48), mas nunca foram publicados.

Em 1991, Jim Shooter obtido os direitos para três personagens-chave: Ouro Doctor Solar, Man of the Atom , Turok, Son of Stone , e Magnus, Robot lutador . Ele pretendia usar os personagens para lançar sua linha de novo livro em quadrinhos, Valiant Comics. Vários meses depois, a empresa lançou Magnus, Robot lutador .
A série começou onde o original parou. Os artistas tomou muito cuidado para replicar a configuração e armadilhas das histórias originais. Mas, como a nova série progredia, começou a desviar-se do conceito original. O termo "Freewills" apareceu no longo Valiant, introduzindo o conceito de que os robôs desonestos vistos anteriormente não eram simplesmente o produto de avarias aleatórias, mas foram o resultado de um fenômeno comum que permitiu robôs para se tornar consciente. Enquanto alguns deles eram malévola, outros apenas queria ser livre. Foi também aprendeu que 1A também era um livre-arbítrio. Com a ajuda de Magnus, uma colônia de benevolentes Freewills foi estabelecido o chamado "Nação Steel." Ao mesmo tempo, Magnus tornou-se desgostoso com elite North Am. do. Ele viajou para os níveis mais baixos de North Am e fez amizade com um grupo de párias sociais conhecido como Gophs.
Como a série evoluiu, ele foi usado para introduzir outros heróis para o Universo Valiant. Na edição # 5, um japonês herói conhecido como Rai começou a aparecer no título de Magnus, e acabaria por seguir em frente em sua própria série. Na sexta edição, a versão futura do Solar fez sua estréia. A questão também introduziu os aliens de aranha , que se tornaram uma ameaça recorrente em todo o Universo Valiant. Na edição 12, os leitores modernos foram reintroduzidos Turok, Son of Stone.
Durante a Unidade de cruzamento , foi revelado que Magnus realmente nasceu durante o conflito Unidade. Ele era filho de um precursor chamado de torque e uma mulher chamada Kris Hathaway. Geomancer Geoff McHenry sentiu que alguém como Magnus era necessário no futuro, de modo Solar transportou o Magnus bebê para o futuro, onde ele foi pego pelo Solar do que período de tempo e entregue a 1A. Também foi revelado que a força de Magnus não era apenas devido ao seu treinamento em artes marciais, mas sim, era um prenúncio capacidade herdada de seu pai.
 A Guerra Malev
Logo após o cruzamento da Unidade, o futuro da Terra foi invadida por robôs alienígenas chamados Malevs dirigidas pelo cérebro gigante, introduzido na série original, que englobava o planeta da Malev 6. Esta invasão obrigou todos os heróis futuros para a banda juntos. Suas aventuras foram exibidos em um título de spin-off, Rai e da Força Futuro .
Após a Segunda Guerra Malev terminou, todos os títulos futuros saltou de vinte anos para a frente. Magnus se tornou o líder norte-Am. Casou-se com Leeja (seu interesse amoroso desde que a série original) e teve um filho, a quem ele chamou de Torque. Magnus passou o resto da série lutando contra várias ameaças. Durante o Efeito Chaos crossover, ele foi transportado para o século 20, mas ele acabou retornando para o futuro.
































                                         

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publicado por duronaqueda às 09:18

LONE RANGER(gold key)

Quinta-feira, 03.05.12


LONE RANGER

     Quadrinhos

Alguns anos após a transmissão radiofônica de Lone Ranger, foi distribuído como tira de jornal pelo King Features Syndicate, órgão norte americano distribuidor de quadrinhos para os jornais , de 1938 a 1971. Inicialmente desenhado por Ed Kressy, foi substituído em 1939 por Charles Flanders (conhecido por suas ilustrações do Agente Secreto X-9, quando Alex Raymond parou de fazê-las), que se manteve até o final.
Em 1981, houve outra tira escrita por Cary Bates e desenhada por Russ Heath, que durou até 1984. Em 1948 a Dell Comics lançou a revista em quadrinhos, que teve 145 edições, com reproduções das tiras dos jornais, mas também com produção inédita. Em 1962 a Gold Key Comics continuaria com as revistas até 1977. Tonto teve sua revista própria em 1951, que durou 31 edições, assim como o cavalo Silver, lançado em 1952 com 34 edições. Foram ainda lançadas 3 (três) Anuais e uma adaptação do filme de 1956. No Brasil, estreiou no nº 232 de "O Globo Juvenil", em dezembro de 1938
Em 2010, a Dynamite Entertainment anunciou um crossover onde o Cavaleiro Solitário e o verdadeiro Zorro se encontrou intítulado The Lone Ranger: The Death of Zorro (O Cavaleiro Solitário: A Morte de Zorro)

e por falar em zorro por um erro estupido o caleiro solitario no brasil ficou conhecido como zorro






























                    

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LONE RANGER(gold key)

Quinta-feira, 03.05.12


LONE RANGER

     Quadrinhos

Alguns anos após a transmissão radiofônica de Lone Ranger, foi distribuído como tira de jornal pelo King Features Syndicate, órgão norte americano distribuidor de quadrinhos para os jornais , de 1938 a 1971. Inicialmente desenhado por Ed Kressy, foi substituído em 1939 por Charles Flanders (conhecido por suas ilustrações do Agente Secreto X-9, quando Alex Raymond parou de fazê-las), que se manteve até o final.
Em 1981, houve outra tira escrita por Cary Bates e desenhada por Russ Heath, que durou até 1984. Em 1948 a Dell Comics lançou a revista em quadrinhos, que teve 145 edições, com reproduções das tiras dos jornais, mas também com produção inédita. Em 1962 a Gold Key Comics continuaria com as revistas até 1977. Tonto teve sua revista própria em 1951, que durou 31 edições, assim como o cavalo Silver, lançado em 1952 com 34 edições. Foram ainda lançadas 3 (três) Anuais e uma adaptação do filme de 1956. No Brasil, estreiou no nº 232 de "O Globo Juvenil", em dezembro de 1938
Em 2010, a Dynamite Entertainment anunciou um crossover onde o Cavaleiro Solitário e o verdadeiro Zorro se encontrou intítulado The Lone Ranger: The Death of Zorro (O Cavaleiro Solitário: A Morte de Zorro)

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LITLLE BEAVER

Quinta-feira, 03.05.12

capas da revista






  

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publicado por duronaqueda às 08:52

LITLLE BEAVER

Quinta-feira, 03.05.12

capas da revista






  

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LAND OF THE GIATS

Quinta-feira, 03.05.12

Land of the Giants

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Land of the Giants (conhecido como Terra de Gigantes na versão traduzida) é uma série de televisão criada por Irwin Allen (Master of Disaster) nos anos 60.
A série mostrava uma tripulação de uma nave orbital chamada Spindrift, que durante uma viagem de Los Angeles até Londres, entra numa dobra espacial e cai num planeta onde todos são gigantes.
Este planeta é controlado por um Estado totalitário, tendo uma polícia à la KGB, controlando tudo e todos. O nome da polícia era SID (Special Investigation Department), cujo integrante era o sádico inspetor Kobik.
A tripulação, chamada pelos gigantes de "pequeninos", passam por diversas dificuldades, quando ocasionalmente um deles é pego por algum gigante. Criam alguns utensílios, usando barbantes como cordas, pregadeiras ou clips como ganchos. Constantemente defrontam-se com os animais gigantes, principalmente gatos.   

e estas sao capas da adapitaçao hq publicada pela gold key






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LAND OF THE GIATS

Quinta-feira, 03.05.12

Land of the Giants

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Land of the Giants (conhecido como Terra de Gigantes na versão traduzida) é uma série de televisão criada por Irwin Allen (Master of Disaster) nos anos 60.
A série mostrava uma tripulação de uma nave orbital chamada Spindrift, que durante uma viagem de Los Angeles até Londres, entra numa dobra espacial e cai num planeta onde todos são gigantes.
Este planeta é controlado por um Estado totalitário, tendo uma polícia à la KGB, controlando tudo e todos. O nome da polícia era SID (Special Investigation Department), cujo integrante era o sádico inspetor Kobik.
A tripulação, chamada pelos gigantes de "pequeninos", passam por diversas dificuldades, quando ocasionalmente um deles é pego por algum gigante. Criam alguns utensílios, usando barbantes como cordas, pregadeiras ou clips como ganchos. Constantemente defrontam-se com os animais gigantes, principalmente gatos.   

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LANCELOT LINK

Quinta-feira, 03.05.12

as capas de lancelot link 









                       

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LANCELOT LINK

Quinta-feira, 03.05.12

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KORAK O FILHO DE TARZAN

Quinta-feira, 03.05.12

korak o filho de tarzan













































                

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publicado por duronaqueda às 08:25

KORAK O FILHO DE TARZAN

Quinta-feira, 03.05.12

korak o filho de tarzan













































                

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Quinta-feira, 03.05.12

Kona, Monarch of Monster Ilha

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livreCapa para Kona, Monarch of Monster Isle# 5 Arte por Vic PrezioKona, Monarch of Monster Ilha é um fictício livro comic americano personagem que foi apresentado em sua série própria auto intitulado, publicado pela Dell Comicsna década de 1960.O personagem foi criado durante um período de transição para a Dell Comics. Até 1962 Dell tinha sido o editor do livro oficial de quadrinhos para Western Publishing , a licencer para Walt Disney , Hanna-Barbera e Warner Bros , entre outros. Essa relação terminou quando Ocidental tomou a decisão de iniciar a sua própria editora de quadrinhos, Gold Key Comics .Diante da perspectiva de perder os direitos de todas as séries que estavam publicando, a Dell iniciou uma campanha em larga escala em que várias séries e personagens foram criados. Este foi projetado para permitir que a Dell para sobreviver como uma empresa de passado o ponto de criação da Gold Key. Dos personagens criados durante esse período, Kona foi uma das criações de maior sucesso da Dell.

                          

História da publicação

Kona estreou em Four Color Comics # 1256 (datada de fevereiro de 1962) antes de sua própria auto intitulado série iniciada alguns meses depois com a edição # 2 (datada de Junho de 1962). Kona, monarca da ilha monstro seria executado a edição # 21 (datado de junho 1964 ). A série foi traçado por Don Segall, roteirizado e desenhado pelo grande Sam Glanzman . As histórias foram escritos por Paul S. Newman .

 ]Biografia Fictional do caráter


Kona salva a vida de Dr. Henry Todd, sua filha Maria e seus netos Mason e Lily após este grupo trava seu exército excedente dirigível sobre o pré-histórica do Pacíficoilha que Kona chama de lar. Amizade com eles, Kona torna-se seu protetor e salva-los de muitos animais e monstros enormes.Dr. Todd e sua família finalmente escapar da ilha, mas depois retornar para conseguir Kona. Após este Kona viaja o mundo com eles como seu protetor dos muitos monstros enormes que encontram.




















                                                                        

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Quinta-feira, 03.05.12

Kona, Monarch of Monster Ilha

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livreCapa para Kona, Monarch of Monster Isle# 5 Arte por Vic PrezioKona, Monarch of Monster Ilha é um fictício livro comic americano personagem que foi apresentado em sua série própria auto intitulado, publicado pela Dell Comicsna década de 1960.O personagem foi criado durante um período de transição para a Dell Comics. Até 1962 Dell tinha sido o editor do livro oficial de quadrinhos para Western Publishing , a licencer para Walt Disney , Hanna-Barbera e Warner Bros , entre outros. Essa relação terminou quando Ocidental tomou a decisão de iniciar a sua própria editora de quadrinhos, Gold Key Comics .Diante da perspectiva de perder os direitos de todas as séries que estavam publicando, a Dell iniciou uma campanha em larga escala em que várias séries e personagens foram criados. Este foi projetado para permitir que a Dell para sobreviver como uma empresa de passado o ponto de criação da Gold Key. Dos personagens criados durante esse período, Kona foi uma das criações de maior sucesso da Dell.

                          

História da publicação

Kona estreou em Four Color Comics # 1256 (datada de fevereiro de 1962) antes de sua própria auto intitulado série iniciada alguns meses depois com a edição # 2 (datada de Junho de 1962). Kona, monarca da ilha monstro seria executado a edição # 21 (datado de junho 1964 ). A série foi traçado por Don Segall, roteirizado e desenhado pelo grande Sam Glanzman . As histórias foram escritos por Paul S. Newman .

 ]Biografia Fictional do caráter


Kona salva a vida de Dr. Henry Todd, sua filha Maria e seus netos Mason e Lily após este grupo trava seu exército excedente dirigível sobre o pré-histórica do Pacíficoilha que Kona chama de lar. Amizade com eles, Kona torna-se seu protetor e salva-los de muitos animais e monstros enormes.Dr. Todd e sua família finalmente escapar da ilha, mas depois retornar para conseguir Kona. Após este Kona viaja o mundo com eles como seu protetor dos muitos monstros enormes que encontram.




















                                                                        

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