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DO QUE E FEITO,SALSICHA,HAMBURGUER,STEAK

Sábado, 16.06.12
    
          O hambúrguer
O hambúrguer originou-se na culinária medieval entre os Tártaros que, numa prática popular, esmigalhavam a carne para poderem comer. No início do século XIV os Tártaros Russos introduziram o bife tártaro na Alemanha. Lá o povo passou a misturar temperos regionais, e o prato tornou-se comum na cidade de Hamburgo. Aproximadamente em 1880 foi levado por imigrantes aos Estados Unidos onde foi primeiramente chamado hamburg steak e depois, simplesmente, hamburg.
Nos dias de hoje o hambúrguer continua basicamente o mesmo, sendo feito em grandes frigoríficos com carne de baixo valor comercial e com teor de gordura agregado de 20% em média. Por isso os hambúrgueres industrializados, quando provados de forma isolada são insossos e gordurosos, não resistindo à degustação de pessoas esclarecidas e apreciadoras dos prazeres da mesa. É fato que as grandes redes de fast-food seguidamente sofrem ataques da mídia nacional e internacional pelo alto teor de gordura em seus produtos.
Salsicha
A salsicha, ou salchicha  é um produto de alimentação. É feita a partir de carne crua, gordura animal, ervas e especiarias e outros ingredientes.  Normalmente, a salsicha obtém seu formato por conta de sua embalagem comestível, historicamente feita dos intestinos de animais, e, mais modernamente, fabricada de forma sintética; devido a isto, são classificadas como produtos embutidos ou enchidos, não podendo alimentos como patê, por exemplo, serem confundidos com salsichas, pois, apesar de serem também feitos a partir de carne e temperos, não são embutidos.
No momento de sua fabricação, com o intuito de que se obtenha uma maior preservação da salsicha, ela pode ser curada ou até defumada. O preparo da salsicha é uma técnica antiga de preservação de alimento.
É conhecida como vina em Curitiba e arredores, termo que tem sua origem no alemão Wiener (lit. "vienense").
                                                       Classificação

As salsichas podem ser classificadas de diversas maneiras, por exemplo, pelo tipo de carne da qual ela é feita e outros ingredientes que ela contém, ou pela sua consistência. A classificação mais popular é pelo tipo de preparação; entretanto, até este tipo de classificação sofre de diferentes opiniões em cada região.
Uma classificação aparentemente bem aceitada entre os países cujo idioma é o inglês distingüe entre salsichas cozidas, salsichas frescas e salsichas secas:
Salsichas cozidas são feitas com carne fresca e depois cozidas. Devem ser comidas logo após o preparo ou refrigeradas para melhor conservação. Exemplos incluem braunschweiger e salsichas de fígado.
Salsichas cozidas e defumadas são cozidas e depois defumadas ou cozidas na fumaça. São consumidas frias ou quentes, mas precisam ser refrigeradas quando guardadas. Exemplos incluem a salsicha de hot dog, kielbasa e mortadela.
Salsichas frescas são feitas com carne que não foi previamente curada. Elas precisam ser refrigeradas e bem-cozidas ou assadas antes do consumo. Exemplos incluem boerewors, salsicha italiana e salsicha de carne crua.
Salsichas frescas e defumadas são salsichas feitas de carne fresca e depois defumadas. Elas devem ser refrigeradas e bem-cozidas ou assadas antes de serem comidas. Exemplos incluem mettwurst e salsicha romena.
Salsichas secas são feitas de carne fresca e depois são secas com, por exemplo, adição de sal. São geralmente consumidas frias e se mantém por um longo tempo. Exemplos incluem salame e droë wors.
Outros países, entretanto, usam diferentes sistemas de classificação. A Alemanha, por exemplo, que ostenta mais de 1200 tipos de salsicha, apresenta uma classificação entre salsichas cruas, salsichas pré-cozidas e salsichas cozidas.
Salsichas cruas são feitas com carne crua e não são cozidas. Elas são preservadas por fermentação de ácido lático, e podem ser secadas, curadas ou defumadas. A maior parte das salsichas cruas dura bastante tempo. Exemplos incluem cervelat, mettwurst e salame.
Salsichas pré-cozidas são feitas com carne cozida e podem incluir carne de órgãos crus. Elas podem ser aquecidas após terem sido ebutidas e irão durar apenas por alguns dias. Exemplos incluem saumagen e blutwurst.
Salsichas cozidas podem incluir água e emulsificantes e são sempre cozidas. Elas não duram por muito tempo. Exemplos incluem jagdwurst e weißwurst.
Certos países classificam as salsichas de acordo com a região na qual a salsicha foi originalmente produzida:
França: Montbéliard, Morteau, Strasbourg, Toulouse, ...
Alemanha: Frankfurt, Turíngia, Nuremberg, Pomerânia, ...
Áustria: Viena, ...
Itália: Merano, ...
Inglaterra: Cumberland, Chiltern, Lincolnshire, ...
Eslovênia: Kranjska (klobasa), ...
Espanha: botifarra catalana, chorizo riojano]], chorizo gallego]], chorizo de Teror, longaniza de Aragón, morcilla de Burgos, morcilla de Ronda, morcilla extremeña, morcilla dulce canaria, salchichón de Vic, fuet d'Olot, sobrasada mallorquina, botillo de León, longaniza de Valencia, farinato de Salamanca, ...
Polônia: kielbasa krakowska (estilo Kraków), toruńska (Toruń), żywiecka (Żywiec), bydgoska (Bydgoszcz), krotoszyńska (Krotoszyn), podwawelska (literalmente: "de debaixo de Wawel"), zielonogórska (Zielona Góra), rzeszowska (Rzeszów), śląska (Silésia), ...
Hungria: kolbász gyulai (por causa da cidade de Gyula), csabai (por causa da cidade de Békéscsaba)
Fórmula de fabricação de salsicha industrial

Fórmula:
Carne dianteiro bovino 40 Kg
Carne bovina industrial 25 Kg
Touchinho ou papada 25 Kg

Ingredientes:
- Sal refinado 2,3 Kg
- Proteína Texturizada de Soja 2,0 Kg
- Fécula de mandioca 2,0 Kg
- Água/Gelo 10 Kg
- especiarias, óleos e resinas  0,300Kg
- mistura de sais de cura para cozidos  0,350Kg
- mistura antioxidante para cozidos 0,250Kg
- estabilizante de gorduras (polifosfatos) 0,250Kg
- cochonilha e urucum hidrossolúvel 0,100Kg
- CARRAGENA 0,200Kg
- fumaças líquidas 0,030Kg   

PROCESSO DE FABRICAÇÃO:

Modo de Preparar
Utilizar carne congelada ou resfriada com temperatura entre -5º C a 2ºC.
Os blocos de carne congelada devem ser picados em picador mecânico de carne congelada.
Moer as carnes resfriadas e o toucinho (ou papada) em disco com furos de 4 mm diâmetro.
Colocar as carnes e o toucinho (após serem moídos) no Cutter e em seguida adicionar os ingredientes na seguinte ordem enquanto a carne é refinada:
Distribuir uniformemente o ADIFÓS sobre as carnes.
Colocar toda a água/gelo da formulação e o AT-20.
Distribuir uniformemente o sal refinado previamente misturado com o CURAG sobre a massa.
Distribuir uniformemente o TEMPEREX SHO-200, o SMOKEZ 1400 M e a CARRAGENA AQUAGEL XP sobre a massa.
Misturar até obter uma completa e homogênea absorção dos ingrdientes pela massa.
Por último, distribuir uniformemente a proteína de soja, o RED-FIX II e a fécula de mandioca. Refinar até obter uma massa fina e homogênea. Observação: a temperatura da massa refinada no Cutter não deverá ser superior a 8º C.
Transferir a massa para as embutideiras.


Embutimento:

Embutir em tripa natural (tripa de carneiro) previamente lavada, hidratada e higienizada ou tripa artificial (colágeno) . Tripas com 22 mm de diâmetro.
Torcer a tripa em forma de gomos de 9 a 12 cm de comprimento (equipamento mecânico de torção). Colocar os gomos em varas e estas em gaiolas para serem transportadas para as estufas de cozimento.

Observação:

Salsicha defumada por atomização de fumaça líquida natural:

Fazer uma aplicação de fumaça SMOKEZ 1820 AM após os 30 minutos iniciais de secagem. Atomizar o SMOKEZ 1820 AM por 5 minutos com a estufa desligada e chaminé fechada. Terminar o processo de cozimento. Este produto é comercializado sem a adição de corante natural.



Processo de Cozimento

Tempo Temperatura da Estufa Entrada ar/chaminé
30 min 65º C aberta
1 (uma) hora 85º C fechada

Terminar o processo e retirar as salsichas da estufa, quando a temperatura interna central do produto (ponto mais frio) atingir a temperatura de 68º C.
Dar um banho de água gelada nas salsichas por 5 minutos (choque térmico).



Coloração

As salsichas são colocadas em tanques com gelo/água (temperatura 2º C) para facilitar a retirada da tripa artificial pelo processo de depilagem.

As salsichas após a retirada da tripa são colocadas em contato com o RUBRORANGE R-56 corante natural de urucum (aproximadamente 2 minutos) e logo após passam por uma solução ácida (ácido fosfórico 1 %) para fixar o corante no produto por aproximadamente 1 minuto.
Deixar secar a superfície das salsichas antes de serem embaladas.



Armazenamento

A sala de embalagem deve ser climatizada ( temperatura de 10º C ).
As salsichas são embaladas em sacos plásticos fechados à vácuo, colocadas em caixas de papelão e armazenadas em câmara de congelamento.

                   Steak
steak

Este produto é feito principalmente com carne de frango mecanicamente separada, pele de frango e retalho do peito, e então é homogeneizado, modelado, empanado, pré-frito e cozido. A  composição do steak já é a mistura de algumas partes do frango, envolvendo a pele que é rica em gordura saturada.
O consumo excessivo destes produtos está diretamente associado ao aumento na incidência de obesidade e das demais doenças crônicas não transmissíveis associadas, hipertensão, doenças cardiovasculares, etc. Como tem crescido o número de pessoas com esse tipo de doença citado anteriormente, o interesse por informações sobre nutrição também tem se tornado maior e tem feito com que os consumidores prestem mais atenção nos rótulos buscando as informações nutricionais do produto. A maior preocupação é com relação as quantidades de ácidos graxos trans e lipídeos, bem como o valor energético. Neste contexto, as análises acuradas e reprodutíveis do perfil de ácidos graxos dos alimentos são de grande importância.
Em trabalho recente pesquisadores avaliaram a composição de ácidos graxos de cinco marcas de steak de frango comercializadas no Brasil e compararam seus resultados com os valores descritos no rótulo nutricional de alimentos.
Os resultados mostraram que os valores encontrados para proteína de todas as marcas estavam de acordo com o estabelecido pela legislação brasileira. Com relação aos lipídeos, treze ácidos graxos foram identificados nas marcas avaliadas, sendo os majoritários os ácidos oléico, linoléico e palmítico. A razão de ácidos graxos poli-insaturados/ saturados estava dentro dos valores considerados adequados para benefício da saúde humana, porém, as elevadas razões ômega-6/ômega-3 encontradas podem resultar em um desequilíbrio na ingestão destes ácidos graxos. Apenas duas amostras puderam ser consideradas livres de trans de acordo com a legislação brasileira, a qual preconiza como zero trans aqueles alimentos que contenham menos de 0,2 g de trans por porção. Além disso, outras duas marcas que relataram zero transcontinham teores acima do permitido pela legislação. Com relação aos demais macronutrientes a maioria das marcas subestimou os teores de lipídios e o valor energético, mas houve pequena variação no teor de proteína.
Os resultados para steak de frango mostram que a comparação entre os dados obtidos em laboratório e aqueles descritos na rotulagem ainda são divergentes principalmente com relação aos lipídeos totais, aos ácidos graxos trans e, por conseqüência, o valor calórico.
De qualquer maneira, os alimentos pre-prontos, industrializados, não devem ser consumidos com muita frequência. Eventualmente eles auxiliam as donas de casa a preparar mais rapidamente uma refeição, mas, sem dúvida nenhuma eles não podem ser classificados como alimentos saudáveis.
Esta observação tem um impacto direto em saúde pública e destaca a importância de métodos padronizados com a finalidade de informar corretamente os consumidores. 
Fontes:
TANAMATI AAC et al. Composição
centesimal e quantificação de ácidos graxos em steak empanado de frango. Cienc.
Tecnol. Aliment., 31: 178-83, 2011.
BRASIL.
Resolução RDC nº 360 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 23 dezembro
2003. Disponível em: http://e-legis.anvisa.gov.br / leisref / public / showAct.php?id=905
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MANUAL DO PENNIHA

Sábado, 16.06.12








































































































































































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peniha covers

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A HISTORIA DO PENINHA DISNEY

Sábado, 16.06.12
Peninha3Morcego Vermelho

Peninha (Disney)

Peninha  é um personagem do Universo Disney, cujo nome original é Fethry Duck. Criado por artistas estadunidenses, Dick Kinney e Al Hubbard, a primeira aventura publicada, contudo, foi na Itália, país em que é chamado de Paperoga, numa referência à ioga e que era uma das características iniciais do personagem, inspirado na cultura beat, com o cabelo grande e desalinhado escondido por uma touca. Nas aventuras de Peninha em que ele não aparece como jornalista ou funcionário de alguma empresa do Tio Patinhas, ou tenta algum emprego pelo qual geralmente é inepto como também fazia o seu primo Donald, foram exploradas como sátira essas temáticas das novidades ou alternativas comportamentais tais como dietas, ecologia e vida na natureza sobre o que ele lia em algum livro (geralmente manual) e imediatamente tentava aplicar em seu parentes, no gato de Donald (Ronrom) e mais tarde no caipira Urtigão, sempre com resultados cômicos e desastrosos. Tornou-se um personagem bastante popular na Europa e América do Sul, onde se produziram muitas das suas aventuras. Desde o início, as aventuras norteamericanas do Peninha destinaram-se ao mercado externo e não ao mercado interno.
Peninha já foi de tudo um pouco, vendedor, bombeiro, salva-vidas, mas na maioria das vezes é retratado como jornalista, do jornal A Patada, de propriedade do Tio Patinhas. Trabalha no jornal junto com seu primo Donald. Também é o tutor do Biquinho, seu sobrinho.     


O atrapalhado e avoado pato estreou numa história do seu primo Pato Donald, Fome para fortalecer, em agosto de 1964, na Itália. No Brasil, esta história foi publicada em 1965 (foi republicada como Dieta para fortalecer). Aliás, esta foi uma grande dúvida sanada graças a Internet, pois por muito tempo, acreditava-se que a primeira história do Peninha publicada no Brasil tinha sido O primo dinamite, em 1966. Isso porque a história O primo dinamite foi a primeira publicada nos Estados Unidos
O primeiro número da primeira revista mensal portuguesa de Walt Disney, intitulada Mickey e lançada em Abril de 1980, pela Editora Abril, contava com uma história na qual participava, ao lado de Donald, Tio Patinhas e Urtigão: Adivinhe quem vem jantar (Dunkin Kinds Ate Here), da autoria de Dick Kinney e Tony Strobl, publicada originalmente em 1969 e sendo uma das muitas histórias produzidas nos EUA destinadas a países estrangeiros.
No Brasil foram criados o super-herói Morcego Vermelho (sátira ao Batman), os alter-egos Pena Kid, Pena das Selvas (sátira ao Tarzan) e outros mais, além do seu sobrinho Biquinho.
De acordo com a Árvore Genealógica da Família Pato de Don Rosa, Peninha é filho de Patolfo (Eider, no original em inglês) e Patina Dora (Lulubelle Loon, no original em inglês), a prima do Pato Donald, e teve um irmão chamado de Zeca Pato (Abner Duck, no original em inglês). No entanto, como Peninha não foi criado por Carl Barks, que também nunca o usou em suas histórias, a princípio Rosa não havia incluído o personagem como da família, só o fazendo por pressão dos editores.
Nos EUA, em 2003 Peninha foi relançado, continuando a aparecer nos anos seguintes, com histórias inéditas e publicação do material dos anos 1960 de Kinney/Hubbard, nas revistas "Uncle Scrooge" (Tio Patinhas) e "Walt Disney's Comics and Stories".

Revista em quadrinhos

 
Peninha foi uma revista em quadrinhos brasileira (banda desenhada em Portugal) estrelada pelo Peninha e editada pela Editora Abril.
Teve duas séries. A primeira durou cinquenta e seis (56) edições e foi de Setembro de 1982 a Outubro de 1984,com periodicidade quinzenal. A segunda série durou dezenove (19) edições e foi de Setembro de 2004 a Janeiro de 2007, com periodicidade mensal .
A edição mundial de estréia do personagem foi na Itália, na revista Topolino #453, em 1964 .

     Primeira história brasileira
Aconteceu em 1968, na revista Zé Carioca #893 da Editora Abril. A história se chamava "Natal De Fechar O Comércio", dos artistas Waldyr Igayara de Souza e Izomar C. Guilherme.
"A Patada"
Peninha e Donald trabalham no jornal A Patada, cujo dono é o Tio Patinhas. O principal jornal concorrente é A Patranha, cujo dono é o Patacôncio, arqui-inimigo do Tio Patinhas.
Peninha e Donald são dois jornalistas, mas o que eles menos fazem é trabalhar, sempre dão um jeito de ludibriar o Tio Patinhas. E quando saem do jornal para fazer alguma matéria, sempre armam confusão. Por essas e outras vivem tendo descontos no salário. Numa época, por contenção de custos, o Tio Patinhas decidiu remover a coluna de horóscopo, que não dava lucro e adicionar uma seção de quadrinhos do jornal. Como o responsável pelo horóscpo era o Peninha, ele passou a ser o escritor e desenhista dos quadrinhos do jornal.
Peninha, sem idéia nenhuma em mente sobre o que escrever, resolve fazer quadrinhos sobre si mesmo, divagando, e sempre se colocando no papel de herói. É nessa época que surgem os spin-offs do Peninha. As histórias destes personagens fizeram tanto sucesso na época que nem comentava-se mais sobre o trabalho de escritor do Peninha, como introdução a elas; cada personagem tinha sua própria história, sem conexão com
"A Patada".              Spin-offs
As histórias contendo estes personagens foram criadas no Brasil, nos estúdios da Editora Abril, e depois ganharam o mundo, principalmente Itália, onde o personagem Peninha é adorado. Isto aconteceu no ano de 1974. Entre os criadores destes personagens spin off, temos os brasileiros dos quadrinhos, como Ivan Saidenberg e Carlos Edgard Herrero.
A maioria destes personagens teve somente uma história, porém alguns deles viraram um sucesso. Dentre esses personagens, temos:
Pena Kid, o caubói
Pena das Selvas (Sátira ao Tarzan)
Pena das Arábias
Pena das Cavernas
Pena Rubra, o viking
Pena Escarlate
Penado, o espírito que desanda. Sátira ao personagem Fantasma, o espírito que anda, de Lee Falk[6].
O Morcego Vermelho não se encaixa nesta série. Na verdade ele é um super-herói. É uma identidade secreta do Peninha e não faz parte da imaginação do mesmo. Também outro personagem criado no Brasil, na década de 1970, sátira ao Batman.
                                                               Edição Extra
Além da revista que tinha seu próprio nome, Peninha estreou mais doze edições da Edição Extra. Esta revista não possuía um tema específico, variando conforme a edição. O Morcego Vermelho estreou quatro edições.
                                                              Almanaque do Peninha
Foi o primeiro personagem Disney a ter um almanaque próprio no Brasil. Os almanaques continham exclusivamente histórias dos personagens, diferente das revistas, onde algumas histórias de outros personagens vinham em conjunto.
Teve três séries diferentes. A primeira, com duas (2) edições, uma em 1981 e a outra em 1982. A segunda edição teve nove (9) edições, que duraram de 1986 a 1993.
Na segunda edição da primeira série houve uma alteração no título, que foi Almanaque do Peninha e Biquinho, onde o Peninha dividia não só a capa como algumas histórias com seu sobrinho.
Em Dezembro de 2010, o personagem ganhou um novo almanaque contendo 80 páginas e 12 histórias
[editar]Série Ouro Disney
Esta série de cinco (5) edições trazia histórias bem diferentes das convencionais. Cinco personagens diferentes, um em cada edição, passava por algum fato que nunca aconteceu, somente em sonhos.
A edição número 5 mostra o Peninha como prefeito de Patópolis. O caos fica estabelecido na cidade.

A coleção completa era:
O casamento do Pato Donald (com a Margarida)
Pateta astro de Hollywood
Zé Carioca, o Zé cutivo
As bruxas também amam (Madame Min se casando com o Mancha Negra)
Peninha prefeito
Esta série foi publicada originalmente em 1987, depois republicada em 1997, pela Editora Abril

                                                                         Manuais Disney
Os manuais Disney são livros infantis com temas específicos em cada um e tendo algum personagem Disney relacionado a tal tema, como se fosse um anfitrião.
Lógico que existe o Manual do Peninha, onde o tema é jornalismo e sua história, pegando a deixa de "A Patada".
Os manuais foram editados duas vezes com este mesmo nome, na década de 1970 e em 1988, por duas editoras diferentes, mas com o mesmo conteúdo. Também foi usado o mesmo conteúdo dos manuais, porém com outro título, na Biblioteca do Escoteiro Mirim, de 1985. As edições variavam quanto ao volume, mas tinham uma média de vinte (20) manuais, em cada edição.  
           Fichas Disney
A Editora Abril resolveu adicionar algumas fichas de personagens Disney em suas revistas. Estas fichas continham algumas informações básicas sobre o personagem e na parte traseira, um esquema de como desenhar este personagem em poucos passos. Estas fichas acabaram virando uma febre e hoje são vendidas na internet. Itens bastante apreciados pelos colecionadores.
A ficha do Peninha saiu na revista do Zé Carioca #1879, de Abril de 1990. A ficha do Morcego Vermelho, saiu na revista Zé Carioca #1881, de Maio de 1990.

                                                                                 Moedas Disney
Em Agosto de 1977, a Editora Abril resolveu distribuir um brinde diferente em suas revistas, moedas comemorativas com os personagens Disney. Eram sete moedas no total e um dos personagens retratados era o Peninha. Os outros foram Pateta, Patacôncio, Zé Carioca, Vovó Donalda, Gastão e Tio Patinhas. Logicamente não tinham valor comercial nenhum. Também são itens muito procurados pelos colecionadores, porém muito mais raros, e consequentemente mais caros, do que as "fichas Disney".
                                                                         Animação

Apesar de ser extremamente popular e querido, tanto no Brasil, quanto em outros países, como a Itália, o personagem Peninha não está presente em nenhuma animação. Talvez isso ocorra pelo fato de não ser muito publicado nos Estados Unidos, de onde vem a maioria das animações.

  
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A HISTORIA DO PENINHA DISNEY

Sábado, 16.06.12
Peninha3Morcego Vermelho

Peninha (Disney)

Peninha  é um personagem do Universo Disney, cujo nome original é Fethry Duck. Criado por artistas estadunidenses, Dick Kinney e Al Hubbard, a primeira aventura publicada, contudo, foi na Itália, país em que é chamado de Paperoga, numa referência à ioga e que era uma das características iniciais do personagem, inspirado na cultura beat, com o cabelo grande e desalinhado escondido por uma touca. Nas aventuras de Peninha em que ele não aparece como jornalista ou funcionário de alguma empresa do Tio Patinhas, ou tenta algum emprego pelo qual geralmente é inepto como também fazia o seu primo Donald, foram exploradas como sátira essas temáticas das novidades ou alternativas comportamentais tais como dietas, ecologia e vida na natureza sobre o que ele lia em algum livro (geralmente manual) e imediatamente tentava aplicar em seu parentes, no gato de Donald (Ronrom) e mais tarde no caipira Urtigão, sempre com resultados cômicos e desastrosos. Tornou-se um personagem bastante popular na Europa e América do Sul, onde se produziram muitas das suas aventuras. Desde o início, as aventuras norteamericanas do Peninha destinaram-se ao mercado externo e não ao mercado interno.
Peninha já foi de tudo um pouco, vendedor, bombeiro, salva-vidas, mas na maioria das vezes é retratado como jornalista, do jornal A Patada, de propriedade do Tio Patinhas. Trabalha no jornal junto com seu primo Donald. Também é o tutor do Biquinho, seu sobrinho.     


O atrapalhado e avoado pato estreou numa história do seu primo Pato Donald, Fome para fortalecer, em agosto de 1964, na Itália. No Brasil, esta história foi publicada em 1965 (foi republicada como Dieta para fortalecer). Aliás, esta foi uma grande dúvida sanada graças a Internet, pois por muito tempo, acreditava-se que a primeira história do Peninha publicada no Brasil tinha sido O primo dinamite, em 1966. Isso porque a história O primo dinamite foi a primeira publicada nos Estados Unidos
O primeiro número da primeira revista mensal portuguesa de Walt Disney, intitulada Mickey e lançada em Abril de 1980, pela Editora Abril, contava com uma história na qual participava, ao lado de Donald, Tio Patinhas e Urtigão: Adivinhe quem vem jantar (Dunkin Kinds Ate Here), da autoria de Dick Kinney e Tony Strobl, publicada originalmente em 1969 e sendo uma das muitas histórias produzidas nos EUA destinadas a países estrangeiros.
No Brasil foram criados o super-herói Morcego Vermelho (sátira ao Batman), os alter-egos Pena Kid, Pena das Selvas (sátira ao Tarzan) e outros mais, além do seu sobrinho Biquinho.
De acordo com a Árvore Genealógica da Família Pato de Don Rosa, Peninha é filho de Patolfo (Eider, no original em inglês) e Patina Dora (Lulubelle Loon, no original em inglês), a prima do Pato Donald, e teve um irmão chamado de Zeca Pato (Abner Duck, no original em inglês). No entanto, como Peninha não foi criado por Carl Barks, que também nunca o usou em suas histórias, a princípio Rosa não havia incluído o personagem como da família, só o fazendo por pressão dos editores.
Nos EUA, em 2003 Peninha foi relançado, continuando a aparecer nos anos seguintes, com histórias inéditas e publicação do material dos anos 1960 de Kinney/Hubbard, nas revistas "Uncle Scrooge" (Tio Patinhas) e "Walt Disney's Comics and Stories".

Revista em quadrinhos

 
Peninha foi uma revista em quadrinhos brasileira (banda desenhada em Portugal) estrelada pelo Peninha e editada pela Editora Abril.
Teve duas séries. A primeira durou cinquenta e seis (56) edições e foi de Setembro de 1982 a Outubro de 1984,com periodicidade quinzenal. A segunda série durou dezenove (19) edições e foi de Setembro de 2004 a Janeiro de 2007, com periodicidade mensal .
A edição mundial de estréia do personagem foi na Itália, na revista Topolino #453, em 1964 .

     Primeira história brasileira
Aconteceu em 1968, na revista Zé Carioca #893 da Editora Abril. A história se chamava "Natal De Fechar O Comércio", dos artistas Waldyr Igayara de Souza e Izomar C. Guilherme.
"A Patada"
Peninha e Donald trabalham no jornal A Patada, cujo dono é o Tio Patinhas. O principal jornal concorrente é A Patranha, cujo dono é o Patacôncio, arqui-inimigo do Tio Patinhas.
Peninha e Donald são dois jornalistas, mas o que eles menos fazem é trabalhar, sempre dão um jeito de ludibriar o Tio Patinhas. E quando saem do jornal para fazer alguma matéria, sempre armam confusão. Por essas e outras vivem tendo descontos no salário. Numa época, por contenção de custos, o Tio Patinhas decidiu remover a coluna de horóscopo, que não dava lucro e adicionar uma seção de quadrinhos do jornal. Como o responsável pelo horóscpo era o Peninha, ele passou a ser o escritor e desenhista dos quadrinhos do jornal.
Peninha, sem idéia nenhuma em mente sobre o que escrever, resolve fazer quadrinhos sobre si mesmo, divagando, e sempre se colocando no papel de herói. É nessa época que surgem os spin-offs do Peninha. As histórias destes personagens fizeram tanto sucesso na época que nem comentava-se mais sobre o trabalho de escritor do Peninha, como introdução a elas; cada personagem tinha sua própria história, sem conexão com
"A Patada".              Spin-offs
As histórias contendo estes personagens foram criadas no Brasil, nos estúdios da Editora Abril, e depois ganharam o mundo, principalmente Itália, onde o personagem Peninha é adorado. Isto aconteceu no ano de 1974. Entre os criadores destes personagens spin off, temos os brasileiros dos quadrinhos, como Ivan Saidenberg e Carlos Edgard Herrero.
A maioria destes personagens teve somente uma história, porém alguns deles viraram um sucesso. Dentre esses personagens, temos:
Pena Kid, o caubói
Pena das Selvas (Sátira ao Tarzan)
Pena das Arábias
Pena das Cavernas
Pena Rubra, o viking
Pena Escarlate
Penado, o espírito que desanda. Sátira ao personagem Fantasma, o espírito que anda, de Lee Falk[6].
O Morcego Vermelho não se encaixa nesta série. Na verdade ele é um super-herói. É uma identidade secreta do Peninha e não faz parte da imaginação do mesmo. Também outro personagem criado no Brasil, na década de 1970, sátira ao Batman.
                                                               Edição Extra
Além da revista que tinha seu próprio nome, Peninha estreou mais doze edições da Edição Extra. Esta revista não possuía um tema específico, variando conforme a edição. O Morcego Vermelho estreou quatro edições.
                                                              Almanaque do Peninha
Foi o primeiro personagem Disney a ter um almanaque próprio no Brasil. Os almanaques continham exclusivamente histórias dos personagens, diferente das revistas, onde algumas histórias de outros personagens vinham em conjunto.
Teve três séries diferentes. A primeira, com duas (2) edições, uma em 1981 e a outra em 1982. A segunda edição teve nove (9) edições, que duraram de 1986 a 1993.
Na segunda edição da primeira série houve uma alteração no título, que foi Almanaque do Peninha e Biquinho, onde o Peninha dividia não só a capa como algumas histórias com seu sobrinho.
Em Dezembro de 2010, o personagem ganhou um novo almanaque contendo 80 páginas e 12 histórias
[editar]Série Ouro Disney
Esta série de cinco (5) edições trazia histórias bem diferentes das convencionais. Cinco personagens diferentes, um em cada edição, passava por algum fato que nunca aconteceu, somente em sonhos.
A edição número 5 mostra o Peninha como prefeito de Patópolis. O caos fica estabelecido na cidade.

A coleção completa era:
O casamento do Pato Donald (com a Margarida)
Pateta astro de Hollywood
Zé Carioca, o Zé cutivo
As bruxas também amam (Madame Min se casando com o Mancha Negra)
Peninha prefeito
Esta série foi publicada originalmente em 1987, depois republicada em 1997, pela Editora Abril

                                                                         Manuais Disney
Os manuais Disney são livros infantis com temas específicos em cada um e tendo algum personagem Disney relacionado a tal tema, como se fosse um anfitrião.
Lógico que existe o Manual do Peninha, onde o tema é jornalismo e sua história, pegando a deixa de "A Patada".
Os manuais foram editados duas vezes com este mesmo nome, na década de 1970 e em 1988, por duas editoras diferentes, mas com o mesmo conteúdo. Também foi usado o mesmo conteúdo dos manuais, porém com outro título, na Biblioteca do Escoteiro Mirim, de 1985. As edições variavam quanto ao volume, mas tinham uma média de vinte (20) manuais, em cada edição.  
           Fichas Disney
A Editora Abril resolveu adicionar algumas fichas de personagens Disney em suas revistas. Estas fichas continham algumas informações básicas sobre o personagem e na parte traseira, um esquema de como desenhar este personagem em poucos passos. Estas fichas acabaram virando uma febre e hoje são vendidas na internet. Itens bastante apreciados pelos colecionadores.
A ficha do Peninha saiu na revista do Zé Carioca #1879, de Abril de 1990. A ficha do Morcego Vermelho, saiu na revista Zé Carioca #1881, de Maio de 1990.

                                                                                 Moedas Disney
Em Agosto de 1977, a Editora Abril resolveu distribuir um brinde diferente em suas revistas, moedas comemorativas com os personagens Disney. Eram sete moedas no total e um dos personagens retratados era o Peninha. Os outros foram Pateta, Patacôncio, Zé Carioca, Vovó Donalda, Gastão e Tio Patinhas. Logicamente não tinham valor comercial nenhum. Também são itens muito procurados pelos colecionadores, porém muito mais raros, e consequentemente mais caros, do que as "fichas Disney".
                                                                         Animação

Apesar de ser extremamente popular e querido, tanto no Brasil, quanto em outros países, como a Itália, o personagem Peninha não está presente em nenhuma animação. Talvez isso ocorra pelo fato de não ser muito publicado nos Estados Unidos, de onde vem a maioria das animações.

  
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