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Andy Kubert BIOGRAFIA (COMICS)

Quinta-feira, 26.07.12
 
             Andy Kubert

Andrew "Andy" Kubert é um americano de quadrinhos artista , filho de Joe Kubert , e irmão de Adam Kubert , ambos os quais também são artistas. Ele é graduado e um instrutor do segundo ano aulas na Escola Kubert , fundada por seu pai (que também leciona lá).

Início da vida

Kubert cresceu em Dover, New Jersey e formou-se a Joe Kubert Escola , operado em Dover por seu pai.  


    Carreira

Enquanto Kubert começou a DC Comics , desenhando Adam Strange eo Batman vs Predator crossover, ele é mais conhecido por seu trabalho na Marvel Comics , especificamente da empresa X-Men títulos. Um artista cobertura ocasional em Uncanny X-Men (o desenho da aparência primeira capa do personagem Gambit ) e X-Men Classic, Kubert mais tarde serviu como um preenchimento desenhista para Uncanny X-Men # 279-280 e # 288 antes de se tornar o desenhista regular em X-Men vol. 2 (começando com # 14), na sequência de Jim Lee 's partida da Marvel para formar Image Comics .
Tanto Adam como seu irmão, Andy, assinou contratos de exclusividade para trabalhar para a DC Comics em 2005. De acordo com o editor Mike Marts DC, Andy está trabalhando em um projeto ultra-secreto envolvendo Batman , depois de deixar funções que ilustram o título mensal de corrente artista Tony Daniel . 

Kubert foi anunciado estar a fazer as capas para Batman: Cacofonia ., uma minissérie 3 questão a ser lançada em novembro de 2008   Andy também será ilustrando a história de dois questão Batman por Neil Gaiman , intitulado " Whatever Happened to Caped o Crusader? " Isto irá reunir Gaiman e Kubert, que já trabalharam juntos na série de Marvel 1602 . 
Enquanto seu irmão Adam voltou à Marvel Comics após seu contrato de três anos com a DC, Dan DiDio confirmou que segue 'O que aconteceu com o Caped Crusader? " Andy tem mais dois projetos do Batman nas obras, uma das quais ele está escrevendo a si mesmo.  Ele contribuiu com coberturas para o Blackest Night: Batman mini-série,   , bem como variante cobre Blackest para questões da noite de Lanterna Verde.  
The Kubert School 
Dan DiDio, em seguida, confirmou Andy estava trabalhando em duas histórias da DC, um com Batman, enquanto as outras características do DCU.  Estes dois projectos foram revelados como o primeiro, Andy, com sua tinta pai Joe, tirando as duas primeiras edições de DC Universe legados, uma série edição 10 narra a história do Universo DC, o primeiro dos quais saiu em maio de 2010, o segundo a chegar em junho.   Paralelamente, Andy contribuiu para Batman # 700, em parceria novamente com Grant Morrison para contar outro conto de Damian Wayne como Batman no futuro, como parte da edição de aniversário de grandes dimensões. 
Em 2011, ele ilustrou a minissérie DC " Flashpoint "
Ensino
Kubert, junto com seu irmão Adam, ensina em seu negócio de família e alma mater, a Escola Kubert. 

                                                                Bibliografia

 

 
Trabalho Comics inclui:
Adam Strange
Batman vs Predator
Motoqueiro Fantasma
X-Men
O Incrível Hulk
Ka-Zar
Capitão América
Thor
Ultimate X-Men
Origem: A Verdadeira História de Wolverine
Marvel 1602
Homem de Ferro final
Batman : Batman & Filho
Batman: O tempo eo Batman
Batman: O que aconteceu com o Batman?
Flashpoint
Action Comics

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publicado por duronaqueda às 22:12

Adriano O Monstro de Passo Fundo serial killer

Quinta-feira, 26.07.12



O Monstro de Passo Fundo
Entre os meses de março de 2003 a janeiro de 2004, surgiram na cidade de Passo Fundo, RS, boatos de que um assassino serial estaria agindo pela cidade. Mês a mês, em casos até então tratados como isolados, outro e mais outro menino era morto e violentado em algum ponto da periferia da cidade. A cada novo crime, aquilo que parecia boato ganhava contornos de realidade. Novos relatos chegavam de outras cidades da região, espalhando temor na população. Dez meses se passaram, com um total de 14 meninos assassinados ou desaparecidos na região. A polícia insistia que não havia ligação entre os casos. O medo transformou-se em revolta no fatídico 6 de janeiro de 2004, quando um paranaense de nome Adriano da Silva foi preso, assumindo a autoria de 12 homicídios, seis na cidade e outros seis em Soledade, Lagoa Vermelha e Sananduva (mais tarde, mudou o depoimento e assumiu oito crimes). Terminava ali a saga de sangue e dor espalhados pelo Monstro de Passo Fundo, um psicopata doentio e terrível, que escolhia suas vítimas, sempre meninos com idade entre 8 e 13 anos, entre a população pobre das periferias das cidades por onde andou.



As várias versões do Monstro

Na primeira versão apresentada, Adriano confessava o assassinato de 12, dos 14 meninos encontrados mortos na região norte do estado do Rio grande do Sul naquela época. O depoimento provocou alvoroço nas autoridades policiais da cidade, já que o criminoso confessava crimes até então atribuídos a outras pessoas. “A polícia de toda a região está sendo surpreendida, pois Adriano assumiu a autoria de crimes considerados esclarecidos, com inquéritos policiais encerrados e com pessoas já indiciadas”, dizia o jornal “O NACIONAL”, de Passo Fundo, em uma de suas edições. Prova disto é que a prisão de Adriano trouxe a Passo Fundo o delegado João Paulo Martins, então chefe do Departamento Estadual de Investigações Criminais. Foi ele quem concedeu a primeira entrevista coletiva, quando contou detalhes do depoimento do maníaco. Adriano disse à polícia que era procurado desde 2001, quando teria escapado de uma cadeia no Paraná, onde cumpria pena de 27 anos pela morte de um taxista. Desde então, circulou pelo interior gaúcho sob nomes falsos e vivendo de bicos.
Com frieza e sem demonstrar, em nenhum momento, arrependimento, confessou os crimes. Ele dizia apenas que o autor dos crimes não era ele, mas outro homem que estava dentro de seu corpo. Disse que teria cometido o primeiro da série de crimes contra meninos em agosto de 2002. A vítima escolhida foi Éderson Leite, 12 anos, que vendia rifas na cidade de Lagoa Vermelha. Depois, passou por Soledade, onde matou o menino Douglas de Oliveira Hass, 10 anos, cujo corpo foi escondido sob a churrasqueira de uma casa abandonada e encontrado apenas após a confissão do assassino. Outras três crianças foram mortas naquela cidade na época, mas os crimes foram atribuídos a traficantes.
Com o cerco apertando contra ele em Soledade, Adriano mudou-se para Passo Fundo, onde teria chegado no início de 2003, quando passou a frequentar locais como o Parque da Gare, onde se alimentava e dormia com moradores de rua. Mais tarde, alugou uma casa no bairro Santa Marta, região em que aconteceram quatro, dos seis crimes cometidos pelo maníaco na cidade.

As falhas de investigação policial são responsáveis por alguns assassinatos do Monstro                              




Adriano da Silva, matou várias crianças sem ser importunado. A polícia, na verdade, nunca descobriu o assassino. Ele só foi preso porque o avô de uma das crianças, policial militar aposentado, investigou por conta própria, localizou o matador e o levou à delegacia local.  Mesmo assim a polícia da cidade gaúcha foi preconceituosa. É o mínimo que se pode dizer de cada um dos integrantes da força policial de Passo Fundo. Ao serem confrontados com o então suspeito, liberaram-no. Detalhe: o criminoso estava sem documentos. A família, revoltada com o tratamento dispensado ao caso, começou a reclamar. Os policiais, então, passaram a espalhar pela cidade que o avô do menino desaparecido era 'louco e tomava Gardenal', além de outras bobagens. 
Incompetente. Nada qualifica melhor o delegado Márcio Zachello, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) do Rio Grande do Sul. A Revista ÉPOCA abordou este assunto, na edição número 292, apontando que o principal suspeito era Adriano da Silva - até porque ele havia sumido da cidade depois de ter sido liberado na delegacia, momento a partir do qual os crimes cessaram. O delegado minimizou a suspeita e justificou o comportamento do monstro à editora Eliane Brum, autora da reportagem: 'Ele só não apareceu porque ficou com medo ao ser ameaçado pela família do menino'.
Arrogante. A pecha cai muito bem ao secretário de Segurança do Paraná, Luiz Fernando Ferreira Delazari. 

Adriano da Silva era foragido da prisão de União da Vitória, PR, condenado a 27 anos de detenção por matar um taxista a facadas, mas seus dados não estavam no Infoseg, o cadastro nacional que lista 7,5 milhões de criminosos, pois a Secretaria de Segurança resolvera, por conta própria, limpar seu banco de dados. A justificativa: para o governo paranaense era que o sistema nacional apresentavaa problemas e o melhor seria deixar seus dados à parte. Se o Infoseg é pior do que o sistema paranaense, não se sabe. Mas fica muito claro que, por conta dessa atitude, uma investigação foi atrasada e um assassino ficou solto por muito mais tempo que deveria.
Omisso. Assim se pode tachar o comportamento do diretor-geral da Polícia Federal, delegado Paulo Lacerda, no caso. Assassinatos em série não devem ser deixados na mão de policiais do interior, sem recursos humanos ou de perícia, cometendo uma trapalhada atrás da outra. A necessidade de ter a PF envolvida a fundo nessas situações fica ainda mais evidente quando se lembra que a polícia de Passo Fundo prendeu um representante comercial e apontou sete adolescentes como responsáveis por dois dos assassinatos.
O maníaco contou aos delegados que só atacava meninos de origem humilde, geralmente encontrados nas ruas, e empregava a mesma técnica para matá-los: atraía os adolescentes até locais desertos com a promessa de que ganhariam dinheiro em troca de pequenos serviços.
Chegando ao local escolhido, geralmente os nocauteava com golpes de muay thai, uma das paixões do assassino serial. Com as vítimas inconscientes, Adriano as estrangulava com pedaços de corda.
Em pelo menos três, dos doze casos atribuídos a ele, manteve relações sexuais com o cadáver da vítima. A mente criminosa e perversa o traía, já que com isso Adriano estava deixando no corpo dos meninos a prova que a polícia precisava para prendê-lo, o próprio DNA. 
Em certo depoimento, quando perguntado por um delegado sobre porque agir com tamanha brutalidade, Adriano teria respondido que sentia “uma vontade íntima, um vício de matar”.
Fonte: Jornal O NACIONAL e Revista ÉPOC

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publicado por duronaqueda às 21:55

DIOGUINHO O BANDOLEIRO DO BRASIL

Quinta-feira, 26.07.12

        Dioguinho
Diogo da Rocha Figueira (1863 — 1897) foi um criminoso brasileiro atuante no interior de São Paulo no final do século XIX. A ele foram atribuídos mais de 50 assassinatos praticados entre 1894 e 1897. Escondido no extremo oeste do estado, foi perseguido por uma força-tarefa do governo, sendo dado como morto em 1897 após um tiroteio com as autoridades, nas margens do Rio Mojiguaçu. O cadáver, no entanto, jamais foi recuperado.
Seus feitos foram exaustivamente explorados pela imprensa da época, sendo posteriormente tema de diversos livros, como Dioguinho, publicado em 1901 por João Rodrigues Guião, Dioguinho, narrativas de um cúmplice de dialecto, publicado em 1903 por Antonio de Godoi Moreira e Costa, e Dioguinho, o matador dos punhos de renda, do jornalista João Garcia, publicado em 2002.

Dioguinho a historia do criminoso

Nasceu em Botucatu dia 9 (nove) de Outubro de 1863, aprendeu as primeiras letras na Escola Botucatuense. Era um garoto inteligente, mas, briguento, participava de muitas brigas na saída e fora da escola.

Dioguinho com 15 (quinze) anos de idade foi trabalhar com engenheiro e mestres agrimensores que faziam serviços para a estrada de ferro sorocabana, que estava chegando a região de Botucatu, isso por volta de 1878, aprendeu a profissão de agrimensor.

Dioguinho com 18 (dezoito) anos, casou-se na cidade de Itatinga com a jovem Antônia de Mello, moça de boa formação. Dioguinho foi trabalhar com o seu concunhado Antônio Canrardelli, que na época tinha uma fábrica de candeias (lamparinas).Dioguinho era bom agrimensor, foi convidado para trabalhar para fazendeiros de café na região de Tatuí.

O Primeiro Crime

Com 20 (vinte) anos Dioguinho mudou-se para Tatuí com a sua esposa e seu irmão mais novo João Dabney e Silva (Joãozinho); Um dia ao chegar do trabalho, encontrou Joãozinho chorando, Dioguinho perguntou ao irmão o que tinha acontecido, o garoto contou que o gerente de um circo estava na cidade; onde tinha assistido ao espetáculo, o tratou mal, dando-lhe ainda um tapa no rosto.

Ao saber disso, imediatamente Dioguinho foi acertar as contas com o gerente do circo, levando o garoto (Joãozinho), ao chegar lá, o gerente confirmou o que fizera; Dizendo que o garoto queria entrar de graça por meio ludibrioso, pois fora mal-criado e atrevido havendo discussão.
Dioguinho pegou o chicote que levara consigo e açoitou-o, este tentou pegar uma arma, não teve tempo; Dioguinho foi mais rápido e fincou-lhe uma faca no peito, matando-o na hora (este foi seu primeiro crime), foi processado e a justiça aceitou como legítima defesa
.

O Segundo Crime

O segundo crime do Dioguinho, o pivô da história foi sua sobrinha, ela contou-lhe que era apaixonada por um rapaz, mas este depois de tê-la seduzida, não quis mais casar com ela e sumira. Ao ouvir a história, Dioguinho investigando o paradeiro do rapaz, descobriu que estava morando na casa de parentes, na vila denominada “Passe Três”, distrito de Tatuí, hoje a cidade chama-se Cesário Lange.

Dioguinho para lá se dirigiu, encontrado-o em um bar; Aguardou a saída do rapaz, já era noite. O rapaz caminhou sozinho na noite, num lugar mais escuro e ermo, Dioguinho montado a cavalo alcançou o rapaz, chegando próximo, agrediu-o com um porrete que levava para a ocasião. Deu-lhe uma cacetada na cabeça. O rapaz caiu desfalecido e recebeu outras tantas cacetadas.


Montou em seu cavalo e foi embora, voltando para Tatuí. Por este processo também foi absolvido. Vaidoso e gênio explosivo era capaz de cometer atos de violência quando aborrecido
O Terceiro Crime


O terceiro crime foi cometido por motivo fútil, ele comprara uma palheta (chapéu), que era a última moda na época. Foi estreá-la em um baile no clube localizado em Tatuí, deixando o bonito chapéu sobre uma cadeira e foi dançar.

Distraído um desconhecido não se deu conta e sentou-se sobre a palheta. Dioguinho observando a atitude do desconhecido, abandonou o seu par e investiu para cima do moço, quando então teve uma pequena discusão e sem perguntar, com um só golpe cravou-lhe o punhal no peito até o cabo. O desconhecido morreu ali mesmo. Por este crime também não foi condenado. A sua absolvição foi muito discutida pela opinião pública, e sua fama de valente em Tatuí.

Como entendia bastante de agrimensura, resolveu mudar de cidade. São Simão naquela época já era o maior produtor de café, e seu campo de trabalho era especial, veio para cá, infiltrou-se com os coronéis e barões do café, veio sozinho e achou serviço dentre os mesmos. Era social, gostava de receber visitas, de ir a festas, sabendo agradar e apreciava fotografias.Vaidoso, julgava talvez que ser criminoso era glória.


Muito agregado aos coronéis, trouxe sua mulher, seus irmãos Theofilo, Afonso e Virgílio, homens corretos e de bem, José Olegário e Silva (conhecido por José Diogo) e Joãozinho, (este dois últimos) eram companheiros de crimes.

Teve também uma irmã “Constância”. A família montou o Hotel dos Viajantes, sito (na época) esquina da rua Marechal Deodoro, com Conselheiro Antônio Prado; Dioguinho foi residir com sua mulher na rua atual Rui Barbosa.

Dioguinho foi tão intimo dos coronéis do café, por incrível que pareça, apesar de sua vida agitada de criminoso com seu bando, foi em 1884 nomeado a exercer o cargo de Oficial de Justiça, apregoando os réus nas audiências, fazendo delinqüências e intimações. Matava por sadismo ou a mando de coronéis para ganhar dinheiro e fama, fez muitos assassinatos, segundo pesquisa, mais de cem, em toda São Simão e região.


Em todo assassinato feito foi processado, saindo ileso, nunca condenado. Em um dos processos, quando perguntado pelo juiz quantas pessoas havia matado, respondia somente vinte e quatro pessoas.

O Desaparecimento

Todo Estado já tinha conhecimento do famoso bandido “Diogo da Rocha Figueira – Dioguinho”, mas nada de providência pelas autoridades. Sua última e de seu bando foi o caso da Balbina, mulher muito bonita, mandona, mulher que nunca foi sua, mudou-lhe talvez a sorte e o destino. Isso foi no mês de março 1887.

Balbina, namoradeira, tinha um caso com Marciliano Pereira Machado (Marciliano fogueteiro). O comerciante Manuel Ferreira, de ciúmes da mulher pediu ao famoso bandoleiro que resolvesse a questão. No dia seguinte Marciliano estava desembarcando na “Estação do Cerrado”; Ao sair da estação foi seguido pelos bandidos e Dioguinho, que deram tiros nas costas de Marciliano. Balbina, foi judiada pelos bandidos; No outro dia fugiu para Casa Branca, onde tinham parentes, que aconselharam-na a ir a São Paulo dar parte no departamento especializado.

Foram ordenados ao delegado de polícia, Dr. Antônio de Godoy Moreira Costa, que com sua equipe vieram para são Simão e Cravinhos atrás do bandido, assessorados pelo Coronel Pedro França Pinto.


Dioguinho procurado em São Simão e região, já estava escondido nas margens do rio Mogi Guaçu. A patrulha que já sabia onde o bandido escondia ficou de plantão ao entardecer, esperando Dioguinho e Joãozinho, buscar a correspondência.

A patrulha ficou escondida do outro lado do rio, em Santa Eudóxia (São Carlos), aguardando á chegada dos dois bandidos. Isso aconteceu dia 1 de Maio de 1897 ao entardecer.

Quando chegaram no local, “Joãozinho” estava remando a canoa, mas não chegaram muito perto do barranco, quando a patrulha atirou, matando só Joãozinho que caiu no rio e o Dioguinho pulou da canoa junto com seu cachorro caçador de perdiz, que sempre o acompanhava. Era noitinha do outro dia, quando acharam o corpo do Joãozinho que foi enterrado do lado de São Simão, e o Dioguinho ninguém teve mais noticias.

Historiadores atestam que ele continuou vivo aparecendo em diversos lugares do Brasil. Nos relatórios policiais atestam que também o Dioguinho morreu mas nunca encontraram o corpo.


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publicado por duronaqueda às 08:44