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THE WALKING DEAD 072LEITURA ONLINE

Quarta-feira, 05.09.12

























THE WALKING DEAD 072LEITURA ONLINETHE WALKING DEAD 071LEITURA ONLINE A VIDA ENTRE ELES  COM ESTE NUMERO TERMINA MAIS UMA SAGA MAS TUDO NAO ACABA AQUI AINDA VIRA MUITO ZUMBI POR AI

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PAULO AUTRAN(BIOGRAFIA) ATOR

Quarta-feira, 05.09.12

   Paulo Autran

Paulo Paquet Autran (Rio de Janeiro, 7 de setembro de 1922 — São Paulo, 12 de outubro de 2007  foi um ator brasileiro de teatro, cinema e televisão.

                 Biografia

Paulo Autran mudou-se cedo para São Paulo, onde passou a maior parte de sua vida e estudou no Colégio Marista Arquidiocesano de São Paulo. Depois estudou Direito na capital paulista por influência do pai - que era delegado de polícia - e formou-se na Faculdade de Direito do Largo São Francisco em 1945, inicialmente pensando em ser diplomata.
Desapontando na profissão de advogado, participou de algumas peças teatrais amadoras, tendo sido convidado a estrear profissionalmente com a peça Um Deus dormiu lá em casa, de Guilherme Figueiredo, com direção de Silveira Sampaio, em montagem do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). No começo relutou, afirmando não ser ator profissional. Entretanto, após receber o incentivo de sua amiga Tônia Carrero, aceitou o desafio. A peça, que estreou para o grande público no dia 13 de dezembro de 1949, no Teatro Copacabana, Rio de Janeiro, tornou-se um grande sucesso, rendendo inclusive alguns prêmios para o jovem ator. Posteriormente, "Um Deus..." foi novamente montada, dessa vez pela Companhia Tônia-Celi-Autran (CTCA), com direção de Adolfo Celi, em 1956.

Após seu primeiro êxito comercial, Autran resolveu largar a advocacia e passou a se dedicar exclusivamente à carreira artística, dando prioridade ao teatro, sua grande paixão. Chegou a atuar em alguns filmes e telenovelas, mas foi no palco que desenvolveu sua arte e se tornou conhecido, vindo a receber o epíteto de "O Senhor dos Palcos". No entanto, também teve memoráveis atuações na televisão e no cinema, em especial por sua participação em Terra em Transe, clássico de Glauber Rocha.
Ao longo de sua carreira, estabeleceu importantes parcerias, com diretores como Adolfo Celi, Zbigniew Ziembinski e Flávio Rangel, e atrizes, como Tônia Carrero .
Na televisão destacou-se em Guerra dos Sexos, em que contracenava ao lado de Fernanda Montenegro e protagonizou algumas cenas antológicas da teledramaturgia, e em Pai Herói, quando viveu o vilão carismático Bruno Baldaraci. Nos últimos anos fez apenas participações especiais, principalmente em minisséries, a última das quais - Um Só Coração -, em 2004.
Seu último personagem no cinema foi no filme O Passado, de Héctor Babenco.
Estreou seu 90º espetáculo em 2006, a peça O Avarento, de Molière, no Teatro Cultura Artística. Essa peça teve a sua temporada suspensa porque o ator apresentou problemas de saúde.

No ano anterior à sua morte, Paulo Autran passara por diversas internações, por conta de um câncer de pulmão. O tratamento (radioterapia e quimioterapia) não o impediu de seguir atuando em O Avarento - e nem de seguir fumando até quatro maços de cigarros por dia .
Faleceu aos 85 anos, depois de sofrer um enfisema pulmonar e por complicações decorrentes do câncer  . A pedido da família, a causa mortis não foi divulgada pela equipe médica que o acompanhava. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa de São Paulo e cremado no Crematório da Vila Alpina.
Desde 1999, Paulo Autran era casado com a atriz Karin Rodrigues.
Em 15 de julho de 2011, a Lei 12.449 o declarou Patrono do Teatro Brasileiro.

 Carreira artística
                             No teatro
1947 - Esquina Perigosa, de J. B. Priestley
1948 - A Noite de 16 de Janeiro, de Ayn Rand
1949 - Pif-Paf, de Abílio Pereira de Almeida
1949 - A Mulher do Próximo, de Abílio Pereira de Almeida
1949 - À Margem da Vida, de Tennessee Williams
1949 - Um Deus Dormiu Lá em Casa, de Guilherme Figueiredo
1950 - Helena Fechou a Pota, de Accioly Neto
1950 - Don Juan, de Guilherme Figueiredo
1950 - Se Não Chover, de Henrique Pongetti
1951 - Seis Personagens à Procura de um Autor, de Luigi Pirandello
1951 - Arsênico e Alfazema, de Joseph Kesselring
1951 - Ralé, de Máximo Gorki
1951 - O Grilo na Lareira, de Charles Dickens
1951 - A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho
1952 - Diálogo de Surdos, de Clô Prado
1952 - Para Onde a Terra Nasce, de Edgard da Rocha Miranda.

1952 - Antígone, de Sófocles (1º ato) e de Jean Anouilh (2º ato)
1953 - Treze à Mesa, de Marc-Gilbert Sauvajon
1953 - Na Terra Como No Céu, de Fritz Hochwälder
1953 - Assim É... Se Lhe Parece, de Luigi Pirandello
1953 - Uma Certa Cabana, de André Roussin
1954 - Mortos sem Sepultura, de Jean-Paul Sartre
1954 - Uma Mulher do Outro Mundo, de Noel Coward
1954 - E o Noroeste Soprou, de Edgard da Rocha Miranda
1954 - Leonor de Mendonça, de Gonçalves Dias
1955 - Santa Marta Fabril S. A., de Abílio Pereira de Almeida
1955 - Profundo Mar Azul, de Terence Rattigan
1955 - Inimigos Íntimos, de Pierre Barillet e J.P. Grédy
1956 - Otelo, de William Shakespeare
1956 - A Viúva Astuciosa, de Carlo Goldoni
1956 - Entre Quatro Paredes, de Jean-Paul Sartre


1957 - Frankel, de Antônio Callado
1957 - Esses Maridos, de George Axelrod
1957 - A Ilha das Cabras, de Ugo Betti
1957 - Natal na Praça, de Henry Ghéon
1957 - Negócios de Estado, de Louis Verneuil
1958 - Calúnia, de Lillian Hellman
1959 - Lisbela e o Prisioneiro, de Osman Lins
1959 - Olho Mecânico, de A.C. Carvalho
1959 - Seis Personagens à Procura de um Autor, de Luigi Pirandello
1960 - Dois na Gangorra, de William Gibson
1960 - Fim de Jogo, de Samuel Beckett
1960 - Hoje Comemos Rosas, de Walmir Ayala
1961 - Um Castelo na Suécia, de Françoise Sagan
1961 - Tiro e Queda, de Marcel Achard
1962 - My Fair Lady, de George Bernard Shaw, Frederick Loewe e Alan Jay Lerner
1964 - Depois da Queda, de Arthur Miller
1965 - Liberdade, Liberdade, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel
1966 - A Dama do Maxim's, de Georges Feydeau

1967 - Édipo Rei, de Sófocles
1968 - O Burguês Fidalgo, de Molière
1969 - Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto
1970 - Brasil e Cia., de de Armando Costa, Ferreira Gullar, Paulo Pontes e Oduvaldo Vianna Filho
1970 - Macbeth, de William Shakespeare
1971 - As Sabichonas, de Molière
1971 - Só porque Você Quer..., de Luigi Pirandello
1972 - Em Família, de Oduvaldo Vianna Filho
1972 - O Homem de La Mancha, de Dale Wasserman, baseado em Cervantes
1973 - Coriolano, de William Shakespeare
1974 - Dr. Knock, de Jules Romains
1975 - Equus, de Peter Shaffer
1976 - A Morte do Caixeiro Viajante, de Arthur Miller
1979 - Pato com Laranja, de William Douglas Home
1981 - O Homem Elefante, de Bernard Pomerance
1982 - Traições, de Harold Pinter
1983 - A Amante Inglesa, de Marguerite Duras
1984 - É Tudo a ROoubar, de Eduardo Dams e Carlos Coelho (em Portugal)

1985 - Tartufo, de Molière
1985 - Feliz Páscoa, de Jean Poiret
1987 - Tributo, de Bernard Slade
1988 - Solness, o Construtor, de Henrik Ibsen
1988 - Quadrante, texto e direção do próprio Autran
1989 - A Vida de Galileu, de Bertolt Brecht
1993 - O Céu Tem que Esperar, de Paul Osborn
1994 - A Tempestade, de William Shakespeare
1995 - As Regras do Jogo, de Noel Coward
1996 - Rei Lear, de William Shakespeare
1997 - Para Sempre, de Maria Adelaide Amaral
1999 - O Crime do Dr. Alvarenga, de Mauro Rasi
2000 - Visitando o Sr. Green, de Jeff Baron, com Cássio Scapin
2002 - Variações Enigmáticas, de Eric-Emmanuel Schmitt
2005 - Adivinhe quem Vem para Rezar, de Dib Carneiro Neto com Claudio Fontana
2006 - O Avarento, de Molière

      No cinema
1952 - Appassionata
1953 - Uma Pulga na Balança
1953 - Destino em Apuros
1954 - É Proibido Beijar
1967 - Terra em Transe
1987 - O País dos Tenentes
1988 - Fogo e Paixão
1999 - Oriundi
1999 - Tiradentes
2006 - A Máquina
2006 - O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias
2007 - O Passado

 Na televisão
1960 - Gabriela, Cravo e Canela .... Tonico Bastos
1979 - Pai Herói .... Bruno Baldaracci (Nuno)
1981 - Os Imigrantes .... Paco Valdez
1983 - Guerra dos Sexos .... Otávio (Bimbo) / Dominguinhos
1987 - Sassaricando .... Aparício Varella
1990 - Brasileiras e Brasileiros
1998 - Hilda Furacão (minissérie) .... padre Nelson
1999 - Você Decide (episódio O Tesouro da Juventude) .... Custódio
2004 - Um Só Coração (minissérie) .... ele próprio

    No rádio
1957 - Quadrante, programa de cinco minutos da Rádio MEC em que lia crônicas. de Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles e Dinah Silveira de Queiroz, uma para cada dia da semana. Ia ao ar às oito horas da noite, e era repetido no dia seguinte, ao meio-dia. Era um dos programas de maior audiência da emissora.
2007 - Quadrante, onde durante a programação da Rádio BandNews interpretava textos de renomados nomes da literatura em língua portuguesa.

   Alguns prêmios

1953 - Prêmio Saci de melhor intérprete por Antígone, Na Terra Como No Céu e Assim É...(Se Lhe Parece).
1964 - Prêmio APCT, de melhor ator por Depois da Queda, de Arthur Miller.
1982 - Prêmio Molière de melhor ator por Traições, de Harold Pinter.
1987 - Prêmio de melhor ator no Festival de Brasília pela interpretação no filme O País dos Tenentes
1988 - Prêmio Air France de melhor ator pela interpretação no filme O País dos Tenentes
1989 - Prêmio APETESP especial pelos 40 anos de profissão.
2000 - Prêmio APCA e Prêmio Shell de melhor ator de teatro por Visitando o Sr. Green, de Jeff Baron.

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publicado por duronaqueda às 11:28

PARALAMAS DO SUCESSO BANDA(BIOGRAFIA)

Quarta-feira, 05.09.12

        Os Paralamas do Sucesso
Os Paralamas do Sucesso (também conhecida somente por Paralamas) é uma banda de ska e pop rock, formada no Rio de Janeiro no final dos anos 70. Seus integrantes desde 1982 são Herbert Vianna (guitarra e vocal), Bi Ribeiro (baixo) e João Barone (bateria). No início a banda misturava rock com reggae, posteriormente passaram a agregar instrumentos de sopro e ritmos latinos. A banda faz parte do chamado quarteto sagrado do rock brasileiro, juntamente com o Barão Vermelho, Titãs e Legião Urbana.

 O começo (1977-1983)
Apesar dos Paralamas serem considerados parte da "Turma de Brasília", por terem vivido e criado amizade com as bandas locais, é uma banda formada no Rio. Herbert e Bi se conheceram crianças em Brasília, por serem vizinhos (o pai de Herbert era militar, e o de Bi, diplomata). Em 1977, Herbert foi para o Rio fazer o colégio militar, e reencontrou Bi, que foi fazer o 3º ano. Os dois resolveram formar uma banda, Herbert com sua guitarra Gibson e Bi um baixo comprado em uma viagem à Inglaterra. Aos dois depois se juntaria o baterista Vital. O grupo se separou em 1979 para fazerem o vestibular, e em 1981 se reuniram.
O grupo ensaiava em um sítio em Mendes, interior fluminense, e na casa da avó de Bi, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. Esses ensaios lhe renderam a música "Vovó Ondina é Gente Fina". O repertório não era sério (com canções como "Pinguins já não os vejo pois não está na estação", "Mandingas de Amor" e "Reis do 49"), e tentaram criar um nome no mesmo estilo, a primeira sugestão sendo "As Cadeirinhas da Vovó". O nome "Paralamas do Sucesso" foi invenção de Bi, e adotado porque todos acharam engraçado. Inicialmente, o grupo tinha dois cantores (Herbert só tocava), Ronel e Naldo, que saíram em 1982.
Em 1982, Vital faltou a uma apresentação na Universidade Rural do Rio e foi substituído por João Barone, que assumiu de vez o lugar na banda. Escreveram, tendo como "protagonista" seu ex-baterista, "Vital e sua Moto", e mandaram uma fita com essa e mais 3 músicas para Rádio Fluminense. "Vital" foi muito tocada durante o verão de 83, e os Paralamas tiveram a primeira grande apresentação, ao abrir para Lulu Santos no Circo Voador. Também assinariam contrato com a EMI, gravando o álbum Cinema Mudo (definido por Herbert como "manipulado pelo pessoal da gravadora"), e um sucesso moderado.

AQUI PARALAMAS E PITTY
Subida para a fama (1984-1990)
Em 1984, lançaram o álbum O Passo do Lui, que teve enorme sequência de sucessos ("Óculos", "Me Liga", "Meu Erro", "Romance Ideal", "Ska") e aclamação crítica, levando o grupo a tocar no Rock in Rio, no qual o show dos Paralamas foi considerado um dos melhores.
Depois de grande turnê, lançaram em 1986, Selvagem?, o mais politizado. O álbum contrapunha a "manipulação" desde sua capa (com o irmão de Bi no meio do mato apenas com uma camiseta em torno da cintura), e misturava novas influências, principalmente da MPB. Com sucessos como "Alagados", "A Novidade" (a primeira com participação de Gilberto Gil, e a segunda co-escrita com ele), "Melô do Marinheiro" e "Você" (de Tim Maia), Selvagem? vendeu 700.000 cópias e credenciou os Paralamas a tocar no cultuado Festival de Montreux, em 1987. O show no festival da cidade suíça viraria o primeiro disco ao vivo da banda, D. Nele, a novidade, em meio ao show com os sucessos já conhecidos, era a inclusão de um "4º paralama", o tecladista João Fera, que excursiona com a banda até hoje, como músico de apoio.

AQUI PARALAMAS E PITTY E ZE RAMALHO
Os Paralamas também fizeram turnê pela América do Sul, ganhando popularidade em Argentina, Uruguai, Chile e Venezuela.
O sucessor de Selvagem?, Bora-Bora (1988) acrescentou metais ao som da banda. O álbum mesclava faixas de cunho político-social como "O Beco" com as introspectivas "Quase Um Segundo" e "Uns Dias" (reflexo talvez do fim do relacionamento com a vocalista da banda Kid Abelha, Paula Toller). Bora-Bora é tão aclamado pela crítica quanto O Passo do Lui.
Big Bang (1989) seguia o mesmo estilo, tendo como hits a alegre "Perplexo" e a lírica "Lanterna dos Afogados". Seguiu-se a coletânea Arquivo, com uma regravação de "Vital" e a inédita "Caleidoscópio" (antes gravada por Dulce Quental, do grupo Sempre Livre).
 
     Sucesso, só na Argentina (1991-1994)
O começo da década de 1990 foi dedicado às experimentações. Os Grãos (1991), disco com enfoque nos teclados e menor apelo popular, não foi bem nas paradas (apesar de ter tido 2 sucessos, "Trac-Trac" - versão do argentino Fito Páez - e "Tendo a Lua") e nem vendeu muito, algo que também pode ser atribuído à grave crise econômica pela qual o Brasil passava. Após uma pequena pausa (na qual Herbert lançou seu primeiro disco solo), o trio retorna aos shows, que continuavam cheios, embora a banda passasse por fortes críticas da imprensa. No fim de 1993, a banda viaja para a Inglaterra, onde, sob a produção de Phil Manzanera, gravam Severino. O álbum, lançado em 1994, teve participação do guitarrista Brian May da banda inglesa Queen na música "El Vampiro Bajo El Sol". Este disco era ainda mais experimental, com arranjos muito elaborados, e foi ignorado pelas rádios e grande público, vendendo 55 mil cópias.
Mas se no Brasil os Paralamas estavam esquecidos, no resto da América eles eram ídolos. Paralamas (1992), coletânea de versões em espanhol e Dos Margaritas (a versão hispânica de Severino) estouraram principalmente na Argentina.

    Volta às paradas (1995-2000)
A despeito das fracas vendagens do CD, a turnê de Severino estava sendo muito bem sucedida, com o público recebendo sempre bem os Paralamas. Uma série de três shows, gravada no fim de 1994, viraria em 1995 o disco ao vivo Vamo Batê Lata. Vamo Batê Lata era acompanhado de um CD com 4 músicas inéditas, e o sucesso de "Uma Brasileira" (parceria de Herbert com Carlinhos Brown e participação de Djavan), "Saber Amar" e a controvertida Luís Inácio (300 Picaretas) (que criticava a política brasileira e os anões do orçamento) atraiu a atenção de público e imprensa de volta aos Paralamas. A volta às canções de fácil compreensão e ao formato pop colaborou definitivamente para o retorno ao sucesso de crítica e público, resultando na maior vendagem da carreira da banda (900 mil cópias).
Também começou aí a fase dos videoclipes superproduzidos, que levariam 11 VMB de 1995 a 1999, começando por Uma Brasileira, vencedor nas categorias Clipe Pop e Escolha da Audiência.
Nove Luas, de 1996 e Hey Na Na, de 1998 continuaram o caminho de êxito com faixas como Lourinha Bombril, La Bella Luna e Ela Disse Adeus (Nove Luas vendeu 250.000 cópias em um mês, enquanto Hey Na Na vendeu o mesmo em apenas uma semana).

Em 1999 a MTV Brasil chamou os Paralamas para gravar um Acústico MTV. O álbum, com canções menos conhecidas e as participações de Dado Villa-Lobos, ex-Legião Urbana, e da Banda Vitória Régia (que sempre acompanhou Tim Maia em seus shows), vendeu 500.000 cópias, ganhou o Grammy Latino e teve turnê de shows lotados.
Em 2000, lançaram uma segunda coletânea, Arquivo II, com músicas de todos os álbuns entre 1991 e 1998 (exceto Severino), uma regravação de "Mensagem de Amor" e a inédita "Aonde Quer Que Eu Vá", parceria de Herbert com Paulo Sérgio Valle (a dupla também escrevera sucessos para Ivete Sangalo).

      Um acidente, mas não o fim (2001-presente)

Em 4 de Fevereiro de 2001, um ultraleve pilotado por Herbert Vianna teve um acidente em Mangaratiba. A mulher de Herbert, Lucy, estava a bordo e morreu. Herbert fora resgatado e levado para a capital. As sequelas foram duras (Herbert fora entubado e acabara preso a uma cadeira de rodas), mas assim que Herbert mostrou que podia tocar, Bi e João resolveram voltar aos ensaios e gravar um disco cujas canções já estavam preparadas antes do acidente. Longo Caminho foi lançado em 2002. O som voltava ao principio, sem metais, em busca de um som mais "cru". Uma apresentação no programa Fantástico, da TV Globo, serviu como a reestreia da banda, pós-acidente. A volta às turnês teve muito êxito, com shows lotados, até pela curiosidade do público em saber das reais condições de Herbert e da ansiedade em ver a banda reunida novamente. Tudo isso, aliado aos novos sucessos radiofônicos ("O Calibre", "Seguindo Estrelas", "Cuide Bem do Seu Amor" - esta última incluída na trilha sonora da novela Sabor da Paixão), impulsionou as vendas de Longo Caminho, que chegaram a 300 mil cópias.
Paralamas do sucesso wallpaper
Aproveitando o caráter fortemente emocional e emocionado dos shows da turnê, a banda grava Uns Dias Ao Vivo (2004), cheio de participações especiais (Dado Villa-Lobos, Andreas Kisser, Edgard Scandurra, Djavan, Nando Reis, Paulo Miklos, George Israel e Roberto Frejat). O disco mostrou uma banda pesada como quase nunca havia se visto. Velhos sucessos, como "Meu Erro", ganhavam versões turbinadas. As novas músicas soavam ainda mais cruas. Além de tudo, a banda decidira fazer a primeira parte da apresentação num pequeno palco armado no meio da pista. A proximidade com o público colaborou para que o resultado final ficasse caloroso e captasse fielmente a emoção dos shows.
Em 2005, os Paralamas lançam Hoje, o primeiro com músicas totalmente inéditas. A recepção foi boa e músicas como "2A", "Na Pista" e "De Perto" fizeram sucesso, embora não tenham sido grandes hits. Embora o disco voltasse a trazer um som mais solar, com a volta do uso de metais, não esquecia a parte pesada que havia sido abordada em Longo Caminho, em canções como "220 Desencapado", "Ponto de Vista" - que contou com o auxílio de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura - e "Fora de Lugar". Ainda havia uma regravação de "Deus lhe Pague", de Chico Buarque, escolhida numa votação no site oficial da banda.
Paralalamas do sucesso
Formação

    Herbert Vianna - vocal e guitarra
    Bi Ribeiro - baixo
    João Barone - bateria e backing vocals

Ex-Integrantes

    Vital Dias - "Bateria"
    Demétrio Bezerra - trompete
    Senô Bezerra - "Trombone"
    Eduardo Lyra - "Percurssão"
    Mattos Nascimento - "trombone"

Membros não-oficiais

    João Fera (quarto paralama) - teclado, violão e backing vocals
    Monteiro Jr. (quinto paralama) - saxofone
    Bidu Cordeiro (sexto paralama) - trombone
Paralamas do sucesso papel de parede
Banda de apoio
Teclados

Em O Passo do Lui, os Paralamas tiveram como tecladista Jotinha (da banda de Roberto Carlos). Em 1987 , João Fera se tornou o "quarto paralama". Tocou em todos os álbuns seguintes, exceto Severino. Além disso, os Paralamas já tiveram dois argentinos em participações especiais, Fito Paez (autor de "Trac-Trac") e Charly Garcia.
Metais

Os Paralamas flertam com o sopro desde "Volúpia", em Cinema Mudo. "Ska", de O Passo do Lui, contava com Leo Gandelman no saxofone (no show de Montreux, George Israel, do Kid Abelha, tocou a música). Em Bora-Bora, tiveram pela primeira vez um trio de metais (sax, trompete e trombone). Em 2002, pouco depois da recuperação de Herbert e da volta aos shows, o trompetista Demétrio Bezerra decidiu abandonar o trabalho com a banda. Desde então, a formação desse setor de apoio à banda é Monteiro Jr. (sax) e Bidu Cordeiro (trombone).
Percussão

A necessidade de percussão no som dos Paralamas exigiu a entrada de Eduardo Lyra (o "quinto paralama"), presente de 1993 a 2007.
Concerto dos Paralamas do sucesso
Discografia

Todos lançados pela gravadora EMI.
Nacional
AnoÁlbumTipoVendas
1983Cinema MudoEstúdio90 mil
1984O Passo do LuiEstúdio250 mil
1986Selvagem?Estúdio750 mil
1987DAo Vivo170 mil
1988Bora-BoraEstúdio200 mil
1989Big BangEstúdio210 mil
1990ArquivoColetânea420 mil
1991Os GrãosEstúdio100 mil
1994SeverinoEstúdio55 mil
1995Vamo Batê LataAo Vivo / EPBônus900 mil
1996Nove LuasEstúdio600 mil (Disco de Platina)[2]
1998Hey Na NaEstúdio250 mil (Disco de Platina)[2]
1999Acústico MTVAo Vivo500 mil (Disco de Platina)[2]
2000Arquivo IIColetâneaSem dados
2002Longo CaminhoEstúdio300 mil (Disco de Platina)[2]
2004Uns Dias Ao VivoAo Vivo150 mil (Disco de Platina)[2]
2005HojeEstúdio100mil (Disco de Ouro)[2]
2007Rock in Rio 1985Ao VivoSem dados
2009Brasil AforaEstúdio
2010Arquivo IIIColetânea
2011Multishow Ao VivoAo Vivo

Estrangeira

  • Os Paralamas do Sucesso (1986) - coletânea portuguesa
  • Paralamas (1991) - dois álbuns distintos: uma coletânea latino-americana em espanhol e uma coletânea inglesa, com músicas em português e espanhol.
  • Dos Margaritas (1994) - versão argentina de Severino
  • Nueve Lunas (1996)- Nove Luas, com 7 faixas em espanhol
  • Hey Na Na (1998)- cinco faixas em espanhol
  • O Melhor 83-99 (2000) - coletânea portuguesa
  • Portrait (2000) - coletânea francesa

Outros

    * Pólvora (1997) - os 8 primeiros CDs remasterizados em uma lata, acompanhados de um livro. Tiragem de 5000 edições.
    * De A a Z - dois boxes com 3 CDs. Um lançado em 2002 (O Passo do Lui, Cinema Mudo e Selvagem?); outro em 2004 (Nove Luas, Hey Na Na e Bora-Bora)
    * Sempre Livre Mix - Titãs e Paralamas Juntos ao Vivo (1999) - Show com os Titãs.
    * Série Perfil (2006) - Coletânea com dois volumes.
    * Paralamas e Titãs Juntos e Ao Vivo (2008) - Show com os Titãs, gravado na Marina da Glória, Rio de Janeiro, em comemoração aos 25 anos de carreira de ambas as bandas.
    * Legião Urbana e Paralamas Juntos (2009)

Videografia

    * V, O Vídeo (1987)- videoclipes, entrevistas, primeiras apresentações e shows no Ibirapuera e Montreux.
    * Vamo Batê Lata (1995) - show do álbum (relançado em DVD em 2005)
    * Acústico MTV (1999)
    * Longo Caminho (2002) - documentário sobre a produção do disco.
    * Arquivo de Imagens (2003) - 16 videoclipes, com algumas ausências (como os clipes feitos para o Fantástico e "Busca Vida")
    * Uns Dias ao Vivo (2004)
    * Hoje (DVD) (2006)
    * Rock in Rio 1985 (2007)
    * Paralamas e Titãs Juntos e Ao Vivo (2008)
    * Legião Urbana e Paralamas Juntos (2009) - traz a íntegra do especial gravado no Teatro Fênix e exibido pela Rede Globo em 1988, em que as duas bandas se revezam no palco. Herbert Vianna e Renato Russo gravaram sozinhos a música Nada por mim, e as duas bandas gravaram juntas Ainda é cedo, do repertório da Legião Urbana.

Prêmios
Grammy Latino

    2000: Melhor álbum de rock brasileiro - Acústico MTV
    2001: Melho vídeo musical - Aonde Quer Que Eu Vá (Indicação)
    2001: Melhor música brasileira - A Lua Q Eu Te Dei Interpretado por Ivete Sangalo (Indicação)
    2003: Melhor álbum de rock brasileiro - Longo Caminho
    2003: Melhor música brasileira - Cuide Bem Do Seu Amor Interpretado por Os Paralamas do Sucesso (Indicação)
    2006: Melhor álbum de rock brasileiro - Hoje
    2007: Premio honorario da Academia do Grammy Latino
    2011: Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro - Multishow Ao Vivo Paralamas Brasil Afora (Indicado)

Prêmio Multishow de Música Brasileira

    1996: Melhor grupo
    1999: Melhor instrumentista (João Barone)
    2003: Melhor grupo
    2011: Melhor instrumentista (João Barone)

Video Music Brasil

São os maiores vencedores da história do VMB da MTV Brasil, com 15 prêmios.

    * 1995: "Uma Brasileira": Escolha da Audiência, Clipe Pop
    * 1996: "Loirinha Bombril": Clipe do Ano, Direção e Edição
    * 1997: "Busca Vida": Clipe do Ano
    * 1998: "Ela Disse Adeus": Clipe do Ano, Clipe Pop, Direção, Direção de Arte e Fotografia.
    * 1999: "Depois da Queda o Coice": Edição
    * 2008: João Barone: Baterista
    * 2008: Bi Ribeiro: Baixista
    * 2009: Melhor show

Troféu Imprensa

    * 1984: Revelação do ano
    * 1989: Melhor conjunto


Curiosidades

O anúncio do primeiro show oficial da banda era: "Western Club vergonhosamente apresenta Os Paralamas do Sucesso. Rock". 
    Os Paralamas do Sucesso são considerados os padrinhos da banda Legião Urbana. Bi Ribeiro, que era ex-aluno de inglês de Renato Russo, foi quem apresentou a banda a sua futura gravadora: a EMI 
    Pode-se observar, no encarte do álbum da Legião Urbana "Como É que Se Diz Eu Te Amo" uma homenagem a mulher de Herbert, Lucy Needham Vianna, com a inscrição "In memoriam Lucy Needham Vianna".
    A banda sofreu censura pela música "Luiz Inácio (300 Picaretas)" pelo então deputado federal Bonifácio Andrada (PPB-MG) 
    Herbert, Bi e Barone receberam, em abril de 2003 o título de Cidadão Honorário de Brasília, sendo recebidos pessoalmente pelo presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda que com a Câmara cheia, Herbert, ao som de seu violão, cantou trechos de "Luiz Inácio (300 picaretas)" (canção que em 1995 ocasionou polêmica no Congresso, motivando um processo contra a banda, que não foi levado adiante), "Alagados", "O Calibre", "Assaltaram a Gramática" e "Meu Erro". 
    A musica "O Calibre" fez parte da trilha sonora do filme Tropa de Elite 2: o Inimigo agora É Outro a musica tocou no inicio dos créditos.

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publicado por duronaqueda às 11:22