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biografia Vera Fischer

Quarta-feira, 12.09.12

      Vera Fischer
Vera Lúcia Fischer (Blumenau, 27 de novembro de 1951)  é uma atriz brasileira.
Uma das mais famosas atrizes do país, Vera foi Miss Brasil 1969, título que lhe deu projeção nacional.

   Biografia

Vera Fischer nasceu em uma família de origem alemã, na cidade de Blumenau, no Vale do Itajaí, Santa Catarina. Em recente autobiografia, Fischer declarou que seu pai era nazista e que a relação dos dois nunca foi boa. 
Iniciou a carreira como atriz fazendo pornochanchadas, depois passou a fazer telenovelas e outros filmes. No cinema, interpretou personagens de Rubem Fonseca, Plínio Marcos e Nelson Rodrigues.
Protagonizou dois ensaios para a revista Playboy, em agosto de 1982 e janeiro de 2000, sendo que nesse último ensaio fez fotos nua em Paris aos 48 anos clicada pelo renomado fotógrafo Bob Wolfenson.
É mãe de dois filhos: A atriz Rafaela Fischer, nascida em 1979, que teve com Perry Salles, e Gabriel, nascido em 1993, filho de Felipe Camargo. 
Em 1º de setembro de 1993, aos 41 anos, foi capa da Revista Veja - com a chamada de capa O Furacão Loiro aos 40 - sobre o grande momento que vivia em sua carreira profissional na minissérie Agosto, na peça Desejo, de Eugene O'Neill e em Forever, filme sexo-cabeça de Walter Hugo Khouri.


Em 2000, ganhou o prêmio Melhores do Ano - Domingão do Faustão, na categoria Melhor Atriz, por sua atuação como a protagonista Helena, na novela Laços de Família, de Manoel Carlos. 
Apesar de ter feito inúmeros personagens importantes na Rede Globo como nas novelas Coração Alado, Brilhante, Mandala,Perigosas Peruas, Laços de Família, O Clone e Caminho das Índias e nas minisséries Riacho Doce, Desejo, Agosto e Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, a atriz se queixou recentemente, na mídia, da falta de bons convites e papéis para a TV: "Para eu voltar às novelas quero um personagem de verdade. Sou uma atriz." definiu.
Foi indicada quatro vezes ao Troféu Imprensa, na categoria Melhor Atriz como: Luiza Sampaio em Brilhante em 1981, Jocasta Silveira em Mandala em 1987, Helena em Laços de Família em 2000 e Ivete em O Clone em 2001. 
Vera Fischer foi internada por decisão própria, em julho de 2011, numa clínica de reabilitação para dependentes químicos, na Barra da Tijuca, pois ainda não se livrara do vício em drogas. Era é a terceira vez que se internava.

    Novelas
1977 - Espelho Mágico.... Diana Queiróz (Débora)
1978 - Sinal de Alerta.... Sulamita Montenegro
1979 - Os Gigantes.... Helena
1980 - Coração Alado.... Vívian
1981 - Brilhante.... Luiza Sampaio
1987 - Mandala.... Jocasta Silveira
1990 - Riacho Doce (minissérie).... Eduarda
1990 - Desejo (minissérie).... Ana de Assis
1992 - Perigosas Peruas.... Cidinha
1993 - Agosto (minissérie).... Alice
1994 - Pátria Minha.... Lídia Laport
1996 - O Rei do Gado.... Nena Mezenga (participação especial)
1998 - Você Decide.... Annie (episódio: Amor e Traição)
1998 - Pecado Capital.... Laura (participação especial)
2000 - Laços de Família.... Helena
2001 - O Clone.... Yvete
2003 - Agora É que São Elas.... Antônia
2004 - Senhora do Destino.... Vera Robinson (participação especial)
2005 - América.... Úrsula (participação especial)
2007 - Amazônia: De Gálvez a Chico Mendes.... Lola
2007 - Duas Caras.... Dolores (participação especial)
2008 - Casos e Acasos.... Vera
2009 - Caminho das Índias - Chiara
2010 - Afinal, o Que Querem as Mulheres?.... Celeste
2011 - Insensato Coração - Catarina Diniz

 Cinema

1972 - Sinal vermelho - As fêmeas
1973 - A Superfêmea - Eva
1973 - Anjo Loiro - Laura
1973 - As Delícias da Vida  
1974 - Essa Gostosa Brincadeira a Dois - Lígia
1974 - As Mulheres que Fazem Diferente
1974 - Macho e Fêmea - Juliano (mulher)
1975 - Intimidade - Tânia Velasco
1980 - Perdoa-me por me traíres - Judite
1981 - Bonitinha mas Ordinária ou Otto Lara Resende - Ritinha/Bonitinha
1981 - Eu te Amo - Barbara Bergman
1982 - Amor estranho amor - Anna
1982 - Dora Doralina - Dora
1984 - Amor Voraz - Anna
1984 - Quilombo - Ana de Ferro
1989 - Doida Demais - Letícia
1990 - O Quinto Macaco - Mrs. Watts
1991 - Forever - Per sempre (Itália)
1993 - Fala Baixo, Senão Eu Grito
1997 - Navalha na Carne - Neusa Suely
2002 - Xuxa e os Duendes 2 - No Caminho das Fadas - Rainha Dara

   Direção

Confidências (Peça teatral), (2007)
 Teatro

Negócios de Estado
Macbeth (1992) - Lady Macbeth
Desejo (1993) - Abbie
Gata em Teto de Zinco Quente (1998) - Maggie "A Gata" Pollitt
A Primeira Noite de um Homem (2004) - Mrs. Robinson
Porcelana Fina (2006) - Júlia

NOTICIAS SOBRE VERA FICHER Quase 40 anos depois, filme erótico de Vera Fischer será exibido em SP
O longa erótico, censurado em 1973, conta a história de uma jovem sensual que leva um recatado professor ao extremo delírio
Durante um tempo da história recente do país, a cultura passou por censura, e muitas das produções da época nunca foram exibidas ou reproduzidas em público.
Uma delas é o filme "Anjo Loiro", de 1973, estrelado por Vera Fischer. O longa, com a belíssima loira, foi censurado na época e nunca visto pelo publico até agora. Poderá ser visto até a próxima quarta-feira (25), em São Paulo.
O longa erótico conta a história de uma jovem sensual que leva um recatado professor ao extremo delírio. A bela moça é namorada do melhor aluno deste professor. E infinitas infidelidades dela levam o professor ao desespero. Assinado por Alfredo Sternheim, o filme foi proibido pela censura na época do lançamento. 
Além de Vera Fischer, o elenco também conta com Ewerton de Castro e Celia Helena. A exibição será na Cinemateca Brasileira, na Via Clementino, Zona Sul da capital paulista, às 19h. Vale lembrar que Vera Fischer estará na próxima novela das 21h da TV Globo, de Glória Perez, com título provisório de "Salve Jorge".
Quase 40 anos depois, filme erótico de Vera Fischser será exibido em São Paulo
atualizada em 7/8/2012
Vera Fischer sobre plástica: 'Quando a gente não gosta tem que tirar '
Atriz contou nesta segunda-feira, 6, que fez uma lipo e tirou culotes.
Vera Fischer contou na noite desta segunda-feira, 6, durante a reestreia da peça "A Partilha", na Zona Sul do Rio,  que passou por duas cirurgias plásticas estéticas: uma para diminuir os culotes e outra para firmar a barriga:
"Tirei barriga e culote. Estou me sentindo melhor. Quando a gente não gosta de uma coisa tem que tirar mesmo. Não doeu nada. Foi fácil, fácil", disse a atriz que está escalada para a próxima novela das 21h, "Salve Jorge"
Vera Fischer (Foto: Isac Luz/ EGO)
atualizada em 30/6/2012 Aos 60 anos, Vera Fischer voltou a desfilar em plena forma pelo calçadão carioca. Neste sábado, 30, a atriz caminhou sorridente pelo Leblon, na Zona Sul do Rio, e com a silhueta mais enxuta. Vera foi convidada, recentemente, para posar nua novamente para uma revista masculina e ficou de pensar na proposta.
Vera Fischer (Foto: Gil Rodrigues/ Photo Rio News)
Vera Fischer caminha no calçadão do Leblon, no Rio (Foto: Gil Rodrigues/ Photo Rio News)

 Vera Fischer (Foto: J.Humberto/ AgNews)
A atriz em versão mais enxuta (Foto: J.Humberto/ AgNews)

Vera Fischer caminha na orla carioca (Foto: J. Humberto/Ag News)
Vera Fischer com alguns quilinhos a mais, em abril de 2012 (Foto: J. Humberto/Ag News)


Vera Fischer (Foto: J.Humberto / AgNews)
1/7/2012  Vera Fischer esteve se exercitando na manhã deste domingo, 1º, na orla do Leblon, Zona Sul do Rio. Visivelmente mais magra, a atriz escolheu uma blusa transparente para praticar suas atividades físicas.
Vera Fischer 
http://www.jb.com.br/ 
Vera Fischer está empolgada com volta à TV


05/09 às 08h24

Quem conhece Vera Fischer de perto percebe que a atriz está empolgadíssima com sua volta à TV, na novela "Salve Jorge", depois de uma internação numa clínica de reabilitação em 2011.

Ela só fala no folhetim, tem feito caminhadas diárias para recuperar a forma, se submeteu a uma plástica e está compenetrada lendo o texto de sua personagem na trama de Glória Perez.

Vera será uma vilã daquelas, uma mafiosa russa e dona de uma boate onde acontece tráfico de mulheres. As gravações da atriz começam já na semana que vem. A trama estreia dia 22 de outubro, no lugar da bem-sucedida "Avenida Brasil".

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publicado por duronaqueda às 21:18

biografia Nílton Santos(jogador de bola)

Quarta-feira, 12.09.12

  Nílton Santos
ílton dos Santos, mais conhecido como Nílton Santos (Rio de Janeiro, 16 de maio de 1925), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como lateral-esquerdo.
Integrou o plantel da seleção brasileira nos campeonatos mundiais de 1950, 1954, 1958 e 1962, tendo sido bicampeão nos dois últimos.
Foi chamado de "A Enciclopédia" por causa dos conhecimentos sobre o futebol. Considerado o maior lateral-esquerdo de todos os tempos, foi o precursor em arriscar subidas ao ataque através da lateral do campo. Revolucionou a posição de lateral-esquerdo, utilizando-se de sua versatilidade ao defender e atacar, inclusive marcando gols, numa época do futebol onde apenas tinha a função defensiva.
Já era craque jogando futebol na praia. Quando cumpria serviço militar foi descoberto por um oficial da Aeronáutica. Levado para jogar no Botafogo em 1948, somente deixou General Severiano em 1964 quando abandonou os gramados. Vestiu apenas duas camisas ao longo de sua carreira: a do Botafogo e da seleção brasileira. Sua estréia com a camisa do clube da estrela solitária aconteceu contra o América Mineiro. No campeonato carioca de 1948, disputou seu primeiro jogo contra o Canto do Rio em Caio Martins. O Botafogo venceu de 4 a 2. O Alvinegro de General Severiano foi o campeão carioca de 1948. Obs: no primeiro jogo do carioca contra o São cristóvão quem atuou pela equipe principal foi Nílton Barbosa
.
Nilton Santos: a enciclopédia do futebol
          Seleção Brasileira
Nílton estreou na seleção no sul-americano de 1949, a competição foi realizada no Brasil que acabou campeão. Participou da Copa do Mundo de 1950 onde foi vice-campeão. Ainda foi campeão com a seleção do pan-americano de 1952, bi campeão mundial em 1958 na Suécia e 1962 no Chile. Atuou em 75 partidas oficiais e 10 não oficiais. Sua despedida da seleção ocorreu na final da Copa de 1962. Marcou dois gols com a camisa da seleção .
Na Seleção Brasileira de futebol, Nílton foi um jogador chave na defesa durante os campeonatos mundiais em que participou e ficou famoso internacionalmente por marcar um gol magnífico no torneio de 1958, quando o Brasil jogou com a Áustria. Trazendo a bola do campo de defesa e driblando o time adversário inteiro (e deixando doido o técnico Vicente Feola), finalizou com um ótimo chute.
Outra jogada sua sempre lembrada é a do penalti que cometeu no jogo contra a Espanha na Copa do Mundo de 1962, considerado a partida mais difícil daquela campanha. O árbitro marcou a falta, mas quando chegou perto para conferir o lance, colocou a bola fora da área, pois não percebeu que Nílton Santos, sem se desesperar e gesticular os braços como fariam outros jogadores, matreiramente havia dado um passo e saido da área, enganando o árbitro
.

Em pé: Ernani, Cacá, Florindo, Nilton Santos, Pampolini e Ronald; agachados: Garrincha, Tião Macalé, Paulinho Valentim, Quarentinha e Amarildo.


                                                                                                                         Botafogo

Nílton Santos atuou sua carreira toda no Botafogo. Onde conquistou por quatro vezes o campeonato estadual (1948, 1957, 1961 e 1962), além do Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1962 e 1964 e do Torneio Internacional de Paris em 1963 - além de vários outros títulos internacionais. Nílton Santos participou de 718 partidas pelo clube sendo o recordista e marcou onze gols entre 1948 e 1964
.


eleção Brasileira de 1956

Em pé: Djalma Santos, Bellini, Zózimo, Nilton Santos, Gylmar e Roberto Belangero. Agachados: Garrincha, Evaristo, Índio, Didi, Joel Martins e Mário Américo (massagista).

Títulos
 Torneio Roberto Gomes Pedrosa: 1962, 1964
 x  Copa dos Campeões Interestaduais Rio-SP: 1962
 Campeonato Carioca: 1948,1957,1961,1962
 Torneio Início: 1961, 1962 e 1963
 Torneio Municipal de Futebol do Rio de Janeiro: 1951
Torneios Internacionais
 Intercontinental de Clubes: 1963
 6º Torneio Pentagonal do México: 1958
 Torneio Internacional da Colômbia: 1960
 Torneio Internacional da Costa Rica: 1961
 6º Torneio Pentagonal do México: 1962
 Torneio Jubileu de Ouro da Associação de Futebol de La Paz: 1964
 Torneio interclubes do Suriname: 1964
 Torneio Governador Magalhães Pinto: 1964
 Torneio Triangular de Porto Alegre: 1951
 Torneio Quadrangular do Rio de Janeiro: 1954


 Seleção Brasileira
 Copa do Mundo: 1958,1962
 Campeonato Sul-americano: 1949
 Taça Oswaldo Cruz: 1950, 1955, 1956, 1958, 1961, 1962
 Copa Rio Branco: 1950
 Campeonato Pan-americano: 1952
 Taça Bernardo O'Higgins: 1955, 1959, 1961
 Taça do Atlântico: 1956, 1960

Vida como ex-jogador

Depois que parou de jogar, Nílton Santos se especializou em contar passagens divertidas da vida de Garrincha, seu "compadre" e amigo íntimo de muitos anos. Ele dizia, por exemplo, que na sua frente Garrincha, um contumaz alcoólatra, nunca havia tomado um gole, pedindo sempre um "copo de água" quando o via.
Nílton Santos escreveu “Minha Bola, Minha Vida”, livro que conta sua história através dos campos do mundo. Ele também foi homenageado no Cantinho da Saudade em dezembro de 1999, no Museu dos Esportes Edvaldo Alves de Santa Rosa – Dida, que fica localizado no Estádio Rei Pelé em Maceió.
Nílton Santos faz parte do FIFA 100. E foi homenageado no Prêmio Craque do Brasileirão de 2007.  Foi eleito pela IFFHS, o 9º maior jogador brasileiro do século, o 28º da América do sul, e o maior lateral esquerdo de todos os tempos pela Federação internacional de futebol
.


Seleção Brasileira com a camisa do Najá, em 1958
Em pé: Carlos Alberto Cavalheiro, Djalma Santos, Bellini, Nilton Santos, Zito e Formiga. Agachados: Garrincha, Didi, Vavá, Dida e Zagalo

Seleção da América do Sul de Todos os Tempos

Foi escolhido ainda para integrar a seleção da América do Sul de todos os tempos. A enquete foi realizada com cronistas esportivos de todo o mundo.
Seleção da América do Sul
JogadorPaís
Fillol Argentina
Carlos Alberto Torres Brasil
Figueroa Chile
Daniel Passarella Argentina
Nílton Santos Brasil
Maradona Argentina
Di Stéfano Argentina
Rivelino Brasil
Didi Brasil
Garrincha Brasil
Pelé Brasil

Nilton Santos - A Enciclopédia do Futebol

Brasil 3 x 0 Portugal, no Pacaembu em 1957
Da esquerda para a direita, massagista, Mario Américo, Tite, Garrincha, Pagão, Del Vecchio, Zito, Jadir, Paulinho, Nilton Santos, Paulo e Didi. Foto enviada por Walter Roberto Peres

Nilton Santos - A Enciclopédia do Futebol
Nílton Santos visita o CT do Botafogo, em 2011. Foto: Site oficial

noticias sobre nilton santos 
http://extra.globo.com/esporte/botafogo/zagallo-lamenta-situacao-de-nilton-santos-cbf-poderia-arrecadar-material-para-um-museu-de-jogadores-4954198.html


Zagallo lamenta situação de Nilton Santos: ‘a CBF poderia arrecadar o material para um museu de jogadores


De importância fundamental para a história do futebol brasileiro (e mundial), a geração gloriosa que, junto com Nilton Santos, ganhou as primeiras Copas do Mundo do país se ressente que o ídolo do Botafogo, com sérios problemas de saúde, passe por problemas financeiros que impeçam uma melhor qualidade de vida aos 87 anos. A começar por Zagallo, hoje com 80 anos, que dividiu com o lateral-esquerdo por anos a Amarelinha e a camisa alvinegra.
— Infelizmente, a situação (do Nilton Santos) está assim. Naquela época, os jogadores não ganhavam dinheiro como agora, em que qualquer garoto consegue uma fortuna. É até ruim falar isso, mas não podemos fugir da realidade. Por tudo que representa, o Nilton Santos merece a ajuda — afirmou o "Velho Lobo".
A necessidade de vender relíquias da seleção revoltou outros campeões do mundo e ícones de General Severiano, como o atacante Jairzinho, que se pôs à disposição para ajudar o amigo e criticou a CBF.
— Temos que reverenciar a Enciclopédia. Talvez pedir ao Eike (Batista, homem mais rico do Brasil), que é botafoguense — sugeriu o Furacão: — Pelo que conheço, nunca fizeram nada pelos ídolos. Talvez o novo presidente (José Maria Marin) reconheça o dever da CBF. Fomos nós que mostramos o Brasil ao mundo.
Revolta com a CBF
Companheiro de Nilton Santos no Alvinegro por cinco anos, Amarildo ecoou as reclamações de Jairzinho:
— Isso é uma vergonha para o futebol brasileiro. Um dos melhores laterais do mundo. Eles não deveriam deixar isso acontecer. É uma covardia, uma falta de respeito. Os clubes e as entidades também deveriam tomar a iniciativa, porque outros também precisam.
Bicampeão do mundo com a "Enciclopédia" em 1958 e 62, Zito disse que vai procurar Marin para cobrar resposta da CBF em relação às dificuldades do amigo.
— Não sabia que a situação estava assim. Tenho ótima relação com o Marin, ligarei amanhã (hoje) para falar sobre isso. Não é possível que a CBF não assuma essa retaguarda. Até porque, se não ajudar, levarão chumbo — assegurou.
Camisa, faixa, troféu e bola das Copas de 58 e 62, guardadas por Nilton Santos, são colocadas à venda para ajudá-lo
Drama de Nilton Santos: amigo põe à venda relíquias do ídolo das Copas de 58 e 62 para ajudá-lo

Uma mala preta nos fundos de um escritório de propaganda em Copacabana guarda um tesouro do futebol brasileiro e revela um drama. Nela, há uma camisa da seleção, usada na final da Copa do Mundo de 1958, e relíquias do Mundial de 1962. O material era de Nilton Santos. O ex-craque o deu de presente ao amigo Damasio Deziderio, que hoje busca comprador para dar um destino digno à coleção e um suporte financeiro ao ídolo, eternizado como a Enciclopédia do Futebol.
O presente foi uma retribuição a uma das grandes emoções da vida do craque. Por ideia de Damasio, Nilton foi homenageado pela escola de samba Vila Isabel em 2002.
— Ele chegou aqui com uma mala e dizendo que tinha um presente para mim. Pensei que fosse um aipim ou até uma cachacinha que ele gosta muito. Quando eu vi, não acreditei. Tinha o acervo completo das Copas do Mundo de 1958 e 1962, incluindo a camisa e a chuteira da final contra a Suécia. É claro que não aceitei, apesar de sua insistência — diz um emocionado Damasio.
 
Camisa, faixa, troféu e bola das Copas de 58 e 62, guardadas por Nilton Santos, são colocadas à venda para ajudá-lo Foto: Rodrigo Stafford / Extra
Camisa, faixa, troféu e bola das Copas de 58 e 62, guardadas por Nilton Santos, são colocadas à venda para ajudá-lo

que todo dinheiro ficaria com ele.
Algumas multinacionais foram contactadas, mas alegaram falta de verba. Damásio procurou a CBF que alegou não ter dinheiro para a aquisição, embora tenha registrado em seu balanço de 2011 um lucro de R$ 73 milhões. Procurado, o assessor de imprensa da CBF, Rodrigo Paiva deu outra versão:
— Nunca ouvimos sobre esse acervo. Estamos tomando conhecimento agora. Nunca foi oferecido nada para a CBF, mas temos muito interesse neste material. Temos um departamento de memória.
Damásio faz questão de deixar claro sua intenção em relação às relíquias.
— O que nós queremos é um reconhecimento. A própria Célia (esposa de Nilton) já disse que não quer leilão para não desmerecer o que ele fez em campo. O valor é incalculável. Queremos dar uma velhice digna ao Nilton. É o mínimo que podemos fazer. Se não conseguir vender com ele vivo, boto fogo em tudo na Cinelândia — exagera Damásio, garantindo já ter recusado proposta de R$ 250 mil pela camisa da final de 1958: — Não vou desfigurar. Só vendo o pacote inteiro
.
Nilton Santos - A Enciclopédia do Futebol
Com Loco Abreu
O ídolo do passado, Nílton Santos, e o atacante que fazia a diferença em 2011, Loco Abreu. Foto: Site oficia


http://espn.estadao.com.br/noticia/258205_ACERVO%20DE%20RELIQUIAS%20DE%20NILTON%20SANTOS%20E%20COLOCADO%20A%20VENDA
21/05/201219h27
Acervo de relíquias de Nilton Santos é colocado à venda

Internado há cinco anos numa clínica da zona sul do Rio, o bicampeão mundial Nilton Santos convive com o Mal de Alzheimer. Sua mulher, Maria Célia, também luta contra uma doença séria - sofre de câncer - e praticamente não sai de casa. Disposto a ajudá-los, Damásio Desidério, amigo do ex-atleta da seleção e do Botafogo, resolveu colocar à venda o acervo daquele que é conhecido até hoje como a Enciclopédia do Futebol, cognome criado pelo locutor Waldir Amaral.

Agasalhos, chuteiras e as camisas das finais da Copa de 1958 e de 1962, utilizadas por Nilton Santos, integram uma lista de quase duas dezenas de peças de valor histórico em poder de Desidério. Ele ganhou de Nilton Santos todo o material em 2002, no ano que foi o autor de um enredo na Vila Isabel sobre a vida do ex-jogador - era o diretor de carnaval da escola de samba.

"O Nilton se emocionou com a homenagem e me deu de presente essa relíquia toda. Agora, vejo que o casal está em dificuldade e decidi vender tudo. Minha intenção é que eles possam ter um pouco mais de tranquilidade", explicou Desidério.

Por telefone, Maria Célia disse que vive à base de remédios caros e com ajuda de enfermeiras e acompanhantes. "Tenho câncer no cérebro, não sei quanto tempo me resta. Essa ideia de vender o acervo dele nos ajudaria, sim. Eu, por exemplo, não tenho plano de saúde", contou.

Com a voz firme, embora acusando cansaço, Maria Célia manifestou gratidão ao Botafogo. "Durante todos esses anos, o clube esteve presente nas despesas do Nilton. Não faltou sequer uma vez. Está lhe dando uma velhice digna", revelou a mulher do craque.

Para a mulher de Nilton Santos, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) poderia adquirir o acervo. "Faz sentido, você não acha? No dia em que ganhou a Copa de 1958, ainda na Suécia, Nilton ouviu dos nossos dirigentes que na volta ao Brasil seria recompensado. Ele espera por isso há 54 anos", lembrou.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a CBF se disse disposta a conversar com Desidério sobre o assunto. O dono do acervo não quer estipular preço. "Falaram em R$ 2 milhões. Mas isso tem de ser bem avaliado", declarou.

Apesar de debilitada por causa do câncer, Maria Célia ainda consegue alguns contatos com Nilton Santos. Lamenta que a doença dele esteja cada vez mais acentuada. Mas revela como é possível trazê-lo de volta à realidade. "É só falar baixinho com ele sobre coisas do Botafogo (único clube em que atuou, de 1948 a 1964). Aí ele dá um sorriso, olha feliz pra gente e entende tudo", afirmou.
Nilton Santos - A Enciclopédia do Futebol
NILTON SANTOS

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publicado por duronaqueda às 21:12

BIOGRAFIA OSMAR PRADO ATOR

Quarta-feira, 12.09.12

        Osmar Prado
Osmar Prado, nome artístico de Osmar do Amaral Barbosa, (São Paulo, 18 de agosto de 1947) é um ator e escritor brasileiro.

     Biografia

Iniciou sua carreira de ator aos 10 anos de idade, integrando o elenco infantil da telenovela David Copperfield, exibida pela extinta TV Paulista. Interpretou diversos papéis na emissora, onde permaneceu por oito anos. Nessa época, além da televisão, realizou também trabalhos no teatro com o ator Sérgio Cardoso.
Em 1965, teve uma passagem pela recém inaugurada TV Globo, onde participou da novela Ilusões Perdidas. Em 1968, assinou contrato com a TV Excelsior para atuar na novela Os Estranhos. Na mesma emissora, ainda integrou o elenco de outras duas novelas, A Muralha e Dez Vidas.
Assinou seu primeiro contrato com a TV Globo, em 1969, para trabalhar na novela Verão Vermelho. Devido ao seu bom desempenho, foi escalado para atuar em Assim na Terra como no Céu, de 1970. Em 1971, participou de O Cafona, na qual interpretou Cacá, um jovem cineasta que, junto com os amigos Rogério e Julinho, desejava fazer o filme mais radical do cinema brasileiro. Os personagens faziam uma referência bem-humorada aos diretores Cacá Diegues, Rogério Sganzerla e Júlio Bressane. Ainda nesse ano, participou da novela Bandeira 2, quando viveu o jogador de futebol Mingo.

Em seguida, protagonizou sua primeira novela, Bicho do Mato, em que viveu o caipira Juba. A partir de 1973, passou a integrar o elenco fixo do seriado A Grande Família, onde despontou como o estudante politizado Júnior, terceiro filho do casal Lineu e Nenê – na época, interpretados por Jorge Dória e Eloísa Mafalda - que não foi reproduzido na versão atual do seriado.
Em 1975, com a morte do autor da série, voltou a fazer novelas, atuando em duas produções. Primeiro em Senhora, em que interpretou o advogado Torquato Ribeiro; e depois em Helena, cuja trama foi protagonizada por ele, juntamente com a atriz Lúcia Alves. Depois, em 1976, esteve presente na primeira versão da novela Anjo Mau, cuja babá Nice fora vivida pela atriz Suzana Vieira. Coube a Osmar encarnar Getúlio, marido da personagem Stela, vivida por Pepita Rodrigues, patrões da babá Nice. Posteriormente, como Eupídio Morungaba, participou da novela Nina.
Em 1978, interpretou o Edu da novela Te Contei?, que vivia um triângulo amoroso com as personagens Shana, de Maria Cláudia, e Sabrina, de Wanda Stephânia. Em seguida, em Pai Herói, viveu o marginal Pepo. Em 1980, na novela Chega Mais, interpretou o cantor Amaro da Bahia, que formava par romântico com a personagem de Renata Sorrah. Depois, no papel de Alfredo, integrou o elenco de O Amor É Nosso.
Após quase 15 anos de contrato com a TV Globo, deixou temporariamente a emissora em 1982, para se dedicar mais ao teatro. Nos palcos, atuou nas montagens de Barrela e Gente Fina É a Mesma Coisa. Também nesse ano, teve uma passagem pela TV Cultura de São Paulo, onde protagonizou a minissérie Seu Quequé.

Em 1983, foi convidado a integrar o elenco do seriado Mário Fofoca, no papel do corretor Donato Freitas, cujo escritório era vizinho ao do detetive Mário Fofoca, e servia de contraponto às situações vividas pelo protagonista. Ainda nesse ano, viveu o Joãozito em Voltei pra Você e fez uma participação especial em Champagne.
Em 1984, participou de sua primeira minissérie na Globo, Meu Destino É Pecar. Depois, transferiu-se para a extinta Rede Manchete, onde atuou nas minisséries Viver a Vida e Tudo em Cima. Antes disso, ainda em 1984, fez a sua estréia no cinema, atuando no filme Aguenta, Coração.
Em 1986, de volta à TV Globo, participou de sua primeira novela das oito, Roda de Fogo, e interpretou um de seus personagens mais carismáticos na televisão, o Tabaco. No ano seguinte, trabalhou em Mandala, sendo que para viver a personagem se viu obrigado a raspar a cabeça, pois o papel seria de um monge budista. Em 1988, interpretou um dos personagens principais de Vida Nova, o italiano Pietro. Também nesse ano, voltou a trabalhar numa minissérie, O Pagador de Promessas, vivendo o padre Elói.
Em 1990, participou de Riacho Doce, como o pescador Neco. Em 1992, atuou na novela Pedra sobre Pedra, na qual viveu mais um personagem de grande repercussão junto ao público, o Sérgio Cabeleira, que assustava os habitantes da cidade de Resplendor em noites de lua cheia.
Em 1993, interpretou aquele que talvez seja seu maior sucesso na televisão, o Tião Galinha, um personagem exótico que carregava as crendices e fábulas do universo popular na novela Renascer. O papel lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante da Associação Paulista de Críticos de Arte.

Apesar do sucesso obtido pelo personagem, deixou a TV Globo ainda durante as gravações de Renascer. Transferiu-se para o SBT, que reorganizava seu núcleo de dramaturgia com a novela Éramos Seis. Ainda no SBT, integrou o elenco do remake de Sangue do Meu Sangue.
Voltou a trabalhar na TV Globo em 1998, convidado para interpretar o prefeito Barnabé de Barros, na novela Meu Bem Querer. Dois anos depois, participou da novela Esplendor, no papel de Rodolfo Bernardes.
Em 2001, esteve presente no elenco da premiada minissérie Os Maias, no papel de Tomás de Alencar. Ainda em 2001, na novela O Clone, interpretou Lobato, um advogado de classe média, ex-dependente químico, que luta para se manter longe do álcool e da cocaína. Em seguida, atuou em Chocolate com Pimenta, na pele do caipira Margarido. Posteriormente, no ano de 2004, filmou o longa Olga, na pele do presidente      Getúlio Vargas.
Depois, em 2005, integrou o elenco das duas jornadas da premiada minissérie Hoje É Dia de Maria. Em 2006, participou da minissérie JK e do remake da novela Sinhá Moça, no papel do dominador Barão de Araruna. No ano seguinte, atuou na minissérie Amazônia, de Galvez a Chico Mendes e na novela Eterna Magia. Em 2008, participou do remake de Ciranda de Pedra, como o empresário Cícero Cassini, homem rico, descendente de italianos, sócio do grande vilão da história, Natércio.
Em 2009, integrou o elenco da novela Caminho das Índias, no papel do chefe de família Manu, da casta dos comerciantes. Casado com Kochi, Manu é o pai da protagonista Maya e do jovem Komal.
É primo de primeiro grau de Dalcio Prado e de terceiro grau de Arthur Prado Pires. Participa do Movimento Humanos Direitos. 

(O ator Osmar Prado voltou em cena na novela Amor Eterno Amor, no capítulo desta quarta-feira (11/04) e, pelo visto, movimentará a trama, que andava bem parada até então. Seu personagem, Virgílio, havia aparecido apenas no início da história, na primeira fase. Ele é o pai de criação do protagonista Carlos (Gabriel Braga Nunes), um homem mau e ambicioso que explorava o dom do filho de amansar feras, quando este era criança Com a morte da mãe de criação, Carlos conseguiu fugir do pai cruel. Tentando juntar as peças de seu passado nebuloso, Carlos, já adulto, reencontrou Virgílio, que não via desde a infância.

E eis que surge Osmar Prado numa interpretação irretocável, como o homem simplório que tenta se aproximar do filho. A caracterização perfeita mostra um Virgílio velho e marcado pela passagem do tempo. A cena em que ele tenta se explicar com Carlos e convencê-lo de suas boas intenções chegou a ser tocante. E percebemos as nuances do personagem na despedida com Carlos, quando, sozinho, Virgílio mostra sua verdadeira face, revelando ao público que suas intenções não são tão boas assim.

A autora, Elizabeth Jhin, tem aí a oportunidade de dar um gás em Amor Eterno Amor. Explorar o talento de Osmar Prado e as possibilidades desse bom entrecho é uma chance de alavancar o interesse do público pela novela, que vem sofrendo de um marasmo letárgico. Osmar Prado é um daqueles atores perfeitos para criação de tipos inusitados, da mesma categoria de Lima Duarte,Tony Ramos e outros poucos.)

Carreira

 Na televisão
Novelas
1957 - David Copperfield
1961 - As Grandes Esperanças
1961 - Mateus Falcone
1961 - A Herdeira de Ferleac
1963 - A Loja de Antiguidades
1964 - Tortura d'Alma
1965 - Ilusões Perdidas
1968 - A Muralha
1969 - Os Estranhos
1969 - Dez Vidas
1970 - Verão Vermelho .... Bebeto
1970 - Assim na terra como no céu .... Mariozinho
1971 - O Cafona .... Cacá
1971 - Bandeira 2 .... Mingo
1972 - Bicho do Mato .... Juba
1973 - A Grande Família .... Júnior
1975 - Senhora .... Torquato Ribeiro
1975 - Helena .... Estácio
1976 - Caso Especial, Quem era Shirley Temple?

1976 - Anjo Mau .... Getulio
1977 - Nina .... Morungaba
1977 - Os Trapalhões
1978 - Te Contei? .... Edu
1979 - Pai Herói .... Pepo
1980 - Chega Mais .... Amaro/Ted Lover
1981 - O Amor é Nosso .... Alfredo
1982 - Seu Quequé .... Seu Quequé
1983 - Voltei pra Você .... Joãozito
1983 - Elas por Elas.... Donato Freitas
1983 - Champagne .... Amigo de Nil
1984 - Meu destino é pecar .... Marcelo
1984 - Viver a Vida ..... Henrique
1985 - Tudo em Cima .... Osvaldinho
1986 - Roda de Fogo .... Tabaco
1987 - Mandala .... Gérson
1988 - O Pagador de Promessas .... Padre Eloy
1988 - Vida Nova .... Pietro
1990 - Riacho Doce .... Neco de Lourenço
1991 - Caso Especial, Os Homens Querem Paz
1992 - Pedra Sobre Pedra .... Sérgio Cabeleira

1993 - Renascer .... Tião Galinha
1993 - A Justiça dos Homens (SBT)
1994 - Você Decide, Cigarra ou Formiga
1994 - Éramos Seis .... Zeca (SBT)
1995 - Sangue do Meu Sangue .... Clóvis (SBT)
1996 - Brava Gente .... Bira (SBT)
1998 - Teleteatro (SBT)
1998 - Meu Bem Querer .... Barnabé de Barros
1999 - Você Decide, Um Outro Em Meu Lugar
1999 - Você Decide, Gol de Placa
2000 - Você Decide, Um Casamento Aberto
2000 - Esplendor .... Rodolfo
2001 - Os Maias .... Tomás de Alencar
2001 - O Clone .... Lobato

2002 - Esperança .... Jacobino
2003 - Chocolate com Pimenta .... Margarido da Silva
2005 - Hoje é Dia de Maria .... Pai
2005 - Hoje é Dia de Maria - 2ª Jornada .... Dr. Copélius
2005 - Clara e o Chuveiro do Tempo .... Napoleão Bonaparte
2006 - Sinhá Moça .... Barão de Araruna (Coronel José Ferreira)
2007 - Amazônia, de Galvez a Chico Mendes .... Gianne
2007 - Eterna Magia .... Joaquim O'Neill
2008 - Ciranda de Pedra .... Cícero Cassini
2009 - Caminho das Índias .... Manu Meetha
2010 - Na Forma da Lei.... Newton Lopez
2010 - Afinal, o Que Querem as Mulheres?.... Dr. Klein / Amâncio Flores
2011 - Amor em quatro atos.... Marcos
2011 - Cordel Encantado.... Delegado Batoré
2012 - Amor Eterno Amor.... Vírgilio

 Cinema
1984 - Aguenta, Coração .... Ricardo
1989 - O Grande Mentecapto
1990 - Boca de Ouro .... Leonardo
1993 - Era Uma Vez no Tibet ....
1996 - Cassiopéia.... Leonardo (voz)
2001 - A Hora Marcada .... Peçanha
2003 - Desmundo .... Francisco de Albuquerque
2004 - Olga .... Getúlio Vargas

 Prêmios

Troféu Imprensa
Melhor ator por Renascer (1993)
Melhor ator por Sangue do Meu Sangue (1995)

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publicado por duronaqueda às 00:38

A HISTORIA DO VIDEO CASSETE

Quarta-feira, 12.09.12

      Video cassete
O gravador de vídeo cassete, videocassete (português brasileiro) ou cassete de vídeo (português europeu), também conhecido pela sua sigla inglesa VCR (Video Cassette Recorder), foi um aparelho eletrônico capaz de gravar e reproduzir imagens que são registradas em fitas magnéticas acondicionadas em caixas plásticas (cassetes) para facilitar o manuseio. Ele é o sucessor do gravador de videoteipe (VTR, na sigla em inglês), que utilizava fitas magnéticas em carretéis plásticos. Inicialmente os videocassetes eram dirigidos ao mercado amador, mas com o tempo a tecnologia foi aperfeiçoada e usada para fins profissionais.

Dependendo das características físicas da caixa e da fita bem como das especificações técnicas de gravação e reprodução da imagem, foram definidos diferentes "formatos" de videocassetes como o U-Matic, Betamax, VHS, Betacam, S-VHS e outros
.

História
Primeiros aparelhos

O primeiro Vídeocassete desenvolvido foi U-matic da Sony, introduzido comercialmente em setembro de 1971. Até o final da década de 1970, a gravação em meio magnético era feita com videotapes (videoteipes), fitas magnéticas de 1 ou 2 polegadas de largura acondicionadas em carretéis. Os equipamentos eram caros e pesados e seu uso para o mercado amador praticamente inexistia. Usou-se então para o vídeo o conceito de "cassete" desenvolvido pela Philips nos anos 60 para as fitas de áudio, onde os carretéis das fitas para gravadores de áudio foram colocados em uma caixinha plástica. Do mesmo modo a fita de vídeo foi montada em uma caixa com uma tampa retrátil que permitiria sua colocação no gravador de maneira mais rápida e prática (sem precisar passar ao redor da cabeça de leitura ou por polias) além de ser protegida do contato com as mãos.

As primeiras máquinas não tinham os sintonizadores de televisão ou timers (relógios para gravação), mas logo vislumbrou-se que o potencial do mercado seria o de se gravar em casa a programação da televisão, o que fez com que os aparelhos fossem desenvolvidos neste sentido.

Por volta de 1980 existiam três formatos competindo, cada um com um diferente formato de fita cassete fisicamente incompatível.


                                                                                                                                                BETAMAX

Por volta de 1980 existiam três formatos competindo, cada um com um diferente formato de fita cassete fisicamente incompatível.
Os formatos Betamax e VHS
A primeira empresa a ter sucesso comercial em lançar um gravador de videocassete foi a Sony. A Sony criou o formato conhecido como Betamax lançando-o no mercado dos EUA em Novembro de 1975. A novidade estava em usar uma fita de 1/2 polegada de largura que ao ser extraida do cassete envolvia as cabeças de gravação e leitura de uma maneira que a troca de informação fosse maior, com consequente reflexo na qualidade da imagem. O Betamax possuia originalmente um tempo de gravação de 1 hora por fita que após a chegada de concorrentes passou a 2 horas por fita.

Por causa de uma política de exclusividade da Sony o Betamax foi franqueado para poucas empresas entre elas a Sanyo e a NEC.

Em 1976 surgiu um formato concorrente lançado pela JVC conhecido como Video Home System, o VHS, também com fitas de 1/2 polegada que logo foi franqueado para outras empresas como a Matsushita (Panasonic), Sharp, Zenith, RCA, o que acelerou sua difusão pelo mundo. O VHS possuía um tempo de gravação de duas horas.

Durante vários anos estes dois formatos concorreram pela preferência do consumidor. O formato VHS aos poucos prevaleceu a ponto de ao longo dos anos a Sony ficar isolada como única fabricante de aparelhos Betamax até que ela própria encerrou a fabricação deste tipo de aparelho e adotou o padrão VHS.

VHS
Há várias razões para o fracasso do formato Betamax:

    Suposição I: O VHS prevaleceu porque, desde sua introdução contava com o dobro de tempo de gravação, dado que o formato Betamax no início estava limitado a uma hora de gravação; mas logo foi aperfeiçoado com a velocidade Beta II que permitia duas horas de gravação.
    Suposição II: O êxito do VHS é deu-se pela sua rápida adoção pelo mercado pornográfico. A grande disponibilidade de pornografia neste formato impulsionou sua difusão, refletindo uma tradição que mostra que a pornografia é também um combustível para a consolidação de novos formatos (a Internet é um exemplo óbvio disso).
    Suposição III: A JVC e a Sony usaram diferentes tipos de difusão para suas tecnologias, a JVC licenciou rapidamente sua tecnologia VHS a outras companhias que inundaram o mercado com dezenas de marcas diferentes (Zenith, RCA, SHARP, Philco, GE, Sears,Thomson etc.) criando uma massa crítica de publicidade+marketing+revendas que em muito superou a Sony e as 2 ou 3 companhias que foram licenciadas por ela para produzir os equipamentos Betamax.
    Difusão no Brasil: Os primeiros gravadores de videocassete eram em NTSC o que não permitia a gravação em cores das transmissões brasileiras, os técnicos de televisão brasileiros descobriram uma forma de trocar o cristal que determinava a frequência do sinal de cor dos aparelhos VHS para um padrão intermediário entre o NTSC e o PAL-M, sem a linha de retardo do PAL-M, o N-linha, que resultava na gravação e reprodução das cores dos programas de televisão. Assim ao se comprar um gravador de videocassete a preferência foi para os VHS pois podiam ser adaptados mais facilmente.


 Philips Video 2000
Um terceiro formato, Video 2000, ou V2000 (vendido também como "Video Compact Cassette") foi desenvolvido e introduzido pela Philips em 1978, e foi vendido apenas na Europa. A Grundig desenvolveu e vendeu seus próprios modelos baseados no formato V2000. Os modelos de V2000 contavam com cabeças de posicionamento piezoeléctricas para ajustar dinamicamente o tracking da fita. As fitas cassetes de V2000 tinham dois lados, e como os cassetes tinham que ser virados quando chegavam na metade do tempo de gravação. Eram usados níveis de proteção da gravação que poderiam ser mudados pelo usuário ao invés dos pinos quebráveis das fitas VHS/Betamax. A fita de meia polegada usada continha duas faixas paralelas de um quarto de polegada, uma para cada lado. Tinha um tempo de gravação de 4 horas por lado. Os últimos modelos produzidos pela Philips em 1985 foram considerados por muitos como superiores a qualquer outra coisa no mercado da época, mas a má reputação adquirida pelas características limitadas, pouca credibilidade dos primeiros modelos, e pelo mercado agora dominado pelo VHS/Betamax, garantiram vendas limitadas antes do sistema ser abandonado logo depois.

Video 2000

Video 2000 - The other home video system

Outros formatos

Diversos outros formatos foram propostos por fabricantes e acabaram esquecidos devido ao fracasso comercial:
                               
                                                       VCR
O formato VCR (não confundir com o nome genérico do videocassete em inglês) foi lançado pela Philips em 1970 e se restringiu ao mercado europeu. Usava cassetes quadrados e fita de 1.3 cm, que permitia uma hora de gravação. O primeiro modelo, disponível no Reino Unido em 1972, era equipado com um timer primitivo que usava mostradores rotatórios. Custando aproximadamente £600, era caro e o por razões de mercado o formato não se tornou popular no

uso caseiro.
Avco Cartrivision

O sistema Avco Cartrivision, uma combinação de televisão e VCR da Cartridge Television Inc. que era vendido por US$1,350, foi o primeiro VCR a pré-gravar fitas de filmes populares disponíveis para locação. Assim como o VCR da Philips, o cassete era quadrado, no entanto gravava 114 minutos. Isso devia-se a forma primitiva de compressão de vídeo que gravava cada terço do vídeo e o reproduzia de volta três vezes. Foi abandonado treze meses depois, após péssimas vendas. Tempo depois, descobriu-se que fitas de Cartivision que haviam sido armazenadas em um armazém se desintegraram.
V-CORD

Formato proposto pela Sanyo e adotado também pela Toshiba. Foi lançado em 1974 nos EUA.
VX

Formato criado pela Matsushita, foi lançado no mercado dos EUA em 1974 sob a marca Quasar.
AKAI

Formato proposto pela empresa japonesa Akai.
LVR

Formato proposto pelas empresas alemãs Basf e Eumig para uso principalmente em câmeras de vídeo. Não foi lançado comercialmente.

Sony U-Matic
O Sony U-matic, introduzido em Tóquio em Setembro de 1971, foi o primeiro formato comercial de videocassete do mundo. Seus cassetes, usavam fitas de 3/4 de polegada (1,9 cm) e tinham um tempo de reprodução de 60 minutos, depois estendido a 90 minutos com fitas mais finas. A Sony também lançou diversas máquinas neste formato, tanto para uso doméstico (com sintonizador e timer) quanto para uso profissional. O U-matic, com sua fácil utilização e boa qualidade permitiu sua difusão no meio profissional especialmente na área do jornalismo televisivo. Com a introdução de gravadores portateis (os primeiros pesavam quase 10 quilos) que usavam fitas menores com 20 minutos de duração o U-Matic foi o principal impulsionador do jornalismo eletrônico onde as câmeras de vídeo passaram a substituir as de cinema na captação de notícias para televisão. A edição eletrônica das imagens (montagem) passou a ser padrão com estes equipamentos.

Com o aperfeiçoamento do U-Matic como formato profissional e consequente redução de custos, os VCRs U-matic foram largamente usados por escolas, empresas e institições, desenvolvendo-se então um mercado até então incipiente da "produção independente" em vídeo tanto com fins empresariais e educacionais como para fins televisivos. Seu uso continuou até início dos anos 90, quando outro formato da Sony, o formato Betacam, com qualidade equivalente ao videoteipe de uma ou duas polegadas, passou a ser usado pela emissoras de televisão e por produtoras.

Sony U-Matic
Derivados do VHS e Betamax
VHS-C
Lançado em 1976, o VHS compacto é totalmente compatível com o VHS, sendo basicamente uma fita VHS embalada num cassete de tamanho menor, commenor duração (20 min. na velocidade padrão) porém mais conveniente para uso em câmeras de vídeo. Este tipo de fita pode ser usado num videocassete comum usando-se um adaptador;

S-VHS

Lançado em 1987. No Super VHS o tamanho, a disposição física da fita e a velocidade são iguais ao VHS, sendo que a diferença fica no processamento de imagem e na frequência de gravação dos sinais que permitem uma qualidade de imagem superior, menor "ruído" nas cores e maior resolução. Fitas de melhor qualidade eram vendidas com a etiqueta Super VHS para responder melhor ás características de gravação aperfeiçoadas, porém as fitas comuns VHS também serviam. Os aparelhos de VCR S-VHS são totalmente compatíveis com o formato VHS, porém o contrário não é verdadeiro, ou seja, uma fita gravada em S-VHS não pode ser reproduzida em um aparelho VHS

S-VHS
D-VHS
Lançado em 2001, no Digital VHS, apesar de manter as características físicas do VHS tinha a informação é gravada em formato digital como ocorre nos DVD. O D-VHS é capaz de gravar imagens de HDTV, High Definition Television. Como os aparelhos usam um mecanismo herdado do VHS eles são capazes de reproduzir fitas gravadas neste formato antigo. Comercialmente este formato quase não teve sucesso fora do Japão.

Video-8

A Sony, após o fracasso do Betamax, lançou em 1984 um novo formato conhecido como Video-8. Este formato usa um cassete de pequeno formato com uma fita de 8mm de largura, menor que um o VHS-C, teve relativo sucesso para uso em câmeras de vídeo. Em 1989 a empresa lançou um aperfeiçoamento do Vídeo-8 conhecido como Hi-8. Este formato tem uma resolução de imagem equivalente ao do S-VHS. em 1998 lançou o D8 ou Digital 8 que alcança 500 linhas em sistema digital e que virou um concorrente pro Mini-DV quando foi criado em 2001.


Videocassete no Brasil
O mercado de VCRs no Brasil começa no início da década de 1980. Os primeiros aparelhos eram importados (legal ou ilegalmente) e por se tratarem de equipamentos feitos para o mercado americano funcionavam no padrão de cores NTSC, o que resultava no Brasil na gravação e reprodução de imagens apenas preto e branco. Assim para funcionarem corretamente com padrão de televisão em cores adotado localmente, o PAL-M, necessitavam de uma adaptação. Pensando nisto a SONY para atender o mercado que começava, passou então a importar do Panamá aparelhos no formato Betamax já adaptados para o sistema brasileiro. Nesta época os VHS que chegavam ao país eram praticamente todos contrabandeados a um preço muito menor. Adaptados em oficinas de manutenção de equipamentos eletrônicos funcionavam bem, o que facilitou sua difusão.
Naquela época, o mercado de fitas pré-gravadas era baseado apenas em fitas importadas ou trazidas informalmente. Logo a maneira de se conseguir filmes e programas era filiar-se a um “vídeo-clube” onde a condição de entrada para os novos sócios era o fornecimento de fitas de vídeo pré-gravadas que integrariam o acervo do clube para serem "emprestadas" a outros sócios. Não havia cobrança de aluguel, mas sim de uma "taxa de manutenção", o conceito era disponibilizar fitas passando ao largo da legislação de direitos autorais que restringia a locação. Não havia uma oferta de filmes ou programas em Português, assim pequenas empresas legendavam ilegalmente os filmes ou mesmo pirateavam cópias legendadas dos cinemas. Com o início da produção de aparelhos VHS e Betamax no Brasil e consequente expansão do mercado, os estúdios de cinema e distribuidoras passaram as oferecer fitas legendadas ou dubladas em Português as quais vieram acompanhadas de uma pressão pela legalização do setor. Isto implicava em acabar com o "empréstimo de fitas", com as versões ilegais e com o contrabando. Começou então uma pesada fiscalização, que juntamente com a abertura da economia brasileira, levaram a uma transformação dos vídeo-clubes em locadoras de fitas compradas legalmente.
 

O primeiro aparelho de VCR fabricado no Brasil foi no formato VHS lançado em 1982 pela Sharp. Cerca de um ano depois a Philco lançou um VHS seu e logo outros fabricantes entraram no mercado com este formato. A exceção foi a Sony que produziu em Manus seu Betamax. Por conta dos fatores citados acima na (vide acima "Os formatos Betamax e VHS") o Betamax foi superado pelo VHS, que se tornou o formato padrão de vídeo do mercado brasileiro até o meados de 2002 quando começou a ser superado pelo DVD.
Panorama atual

Atualmente, os VCRs perderam seu mercado para a tecnologia dos DVD graváveis, nos formatos DVD-R, DVD+R, DVD-RW, DVD+RW, DVD+R DL ou DVD-RAM. O preço destes aparelhos têm baixado cada vez mais e esta nova onda tecnológica determinou a substituição dos aparelhos com fita. Os sintonizadores de TV a cabo com disco rígido embutido, conhecidos como DVR permitem horas de gravação, acesso não linear e efeitos (replay, câmera lenta) e começam a se difundir fechando de vez o ciclo da fita gravada. Na atualidade, já não se encontram em venda praticamente em nenhum país do mundo leitores VCR, tendo sido substituídos pelos leitores/gravadores de DVD e pelos de Blu-Ray , tendo desaparecido também as videocassetes, substituídas pelos DVDs e Blu-Ray, havendo apenas em segunda mão ou em leilões pela Internet.

                                                                           O FIM

Em outubro de 2008 a Distribution Video & Audio, a última grande distribuidora de fitas VHS dos Estados Unidos, anunciou que entregou o último lote do seu produto. Conforme afirmou seu presidente, “ele está morto, é isso, este é o último Natal, sem dúvida. Eu fui o último a continuar comprando VHS e o último a continuar vendendo, e chega. Qualquer coisa que tenha sobrado no estoque, nós daremos ou jogaremos fora.”, acrescenta ainda ao final "é uma tecnologia morta (...) em três anos tudo será blu-ray" O último filme de Hollywood lançado em VHS foi "Uma história de violência" em 2006. 

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