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the walking dead 93 leitura online

Segunda-feira, 17.09.12

























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publicado por duronaqueda às 22:12

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Segunda-feira, 17.09.12

























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the walking dead 92 leitura online

Segunda-feira, 17.09.12

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publicado por duronaqueda às 21:41

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Segunda-feira, 17.09.12

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the walking dead 91 um mundo maior leitura online

Segunda-feira, 17.09.12

the walking dead 91 um mundo maior  o coçeço de mais uma saga de muito medo terror ..............................


























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publicado por duronaqueda às 20:05

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Segunda-feira, 17.09.12

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publicado por duronaqueda às 20:05

PROMETHEA (PERSONAGEM)

Segunda-feira, 17.09.12
Promethea é uma série de revistas em quadrinhos estadunidense criada por Alan Moore, J. H. Williams III e Mick Gray, publicada por America’s Best Comics/WildStorm.
As revistas narram as aventuras de Sophie Bangs, uma estudante universitária em um universo alternativo, que vive numa Nova Iorque futurista no ano de 1999. Ela tem o corpo e mente possuidos pela entidade mística conhecida como Promethea, destinada a trazer o Apocalipse.
Originalmente a série teve 32 revistas, lançadas entre 1999 a 2005. Posteriormente foi republicada como cinco graphic novels e depois em um único volume. Moore trabalha com elementos da magia e do misticismo além de explorar a mitologia dos super-herois de ação, espiritualidade e crença na vida após a morte (em particular a Árvore da Vida da Cabala) e ficção científica. Promethea
 também se notabiliza pelos experimentalismo com estilos visuais e arte.
No século V D.C., uma turba fanática de cristãos invade o lar de um mago feiticeiro no Egito Helenista. Ele fala para sua filha Promethea fugir para o deserto, na esperança de que os antigos deuses a protejam.
Em seguida, a história salta para Nova Iorque do Século XX. Sophie Bangs tentava entrevistar a mulher escritora chamada Barbara Shelley para um trabalho universitário sobre "Promethea", personagem recorrente na literatura e cultura pop através dos séculos. Shelley se mostra hostil e alerta: "Você não deve procurar pelo folcolore. E, especialmente, não queira que o folclore procure por você" (tradução livre para "You don’t wanna go looking for folklore. And you especially don’t want folklore to come looking for you.").
Ao voltar para a rua, Sophie é emboscada e atacada por uma criatura chamada Smee. Quando está prestes a ser morta, é resgatada por Barbara que mostra seus poderes místicos e agora está vestida como Promethea. Ela conta que a causa do ataque foram as suspeitas de alguns inimigos dela que acreditam que Sophie se tornará a próxima Promethea (Barbara é a atual). Ainda segundo ela, Promethea é chamada ao mundo quando alguém usa a imaginação e a transforma em uma personagem real. Em novo ataque do Smee, Barbara é ferida mortalmente e pede a Sophie que escreva um poema sobre Promethea. Ela faz isso e confirma as suspeitas, transformando-se numa nova encarnação da heroína.
Na continuação da história, Sophie aprende mais sobre Promethea enquanto o hospital onde se encontra Barbara é atacado por demônios. Sophie é motivada a estudar mais sobre magia, misticismo e a Árvore da Vida com as esferas onde se encontram a falecida Barbara e o ex-marido Steve Shelly. Promethea fica prisioneira do demônio Asmodeus, além de reencontrar figuras como seu pai Juan (que morrera quando ela era pequena), o anjo da guarda de Barbara chamado Boo Boo e o pai de Promethea, que ela não via desde seu assassinato em 411 D.C. Barbara e Steve reencarnam como gêmeos (com Sophie terminando a história a cuidar deles). Sophie se torna alvo do FBI e a mãe dela pede que fuja (como o pai de Promethea fizera séculos antes).
Três anos se passam e Sophie, tendo parado de agir como Promethea, se esconde em Millennium City sobre o nome falso de Joey Estrada e com o novo namorado Carl. Contudo, após ser descoberta pelo FBI e Tom Strong, Sophie relutantemente volta a ser Promethea e continua com sua jornada até cumprir o destino profetizado, o de que trará
                                             
o fim do mundo.
Influências
A série foi criticada por funcionar como um veículo para as crenças religiosas de Moore e apreciada pela beleza e inovação da arte empregada. Moore reconhece o motivo das citadas críticas ao dizer: "there are 1000 comic books on the shelves that don’t contain a philosophy lecture and one that does. Isn’t there room for that one?" (Em tradução livre: "existem 1000 revistas de quadrinhos nas prateleiras sem nenhum conteudo filosófico. Será que não cabe na sala apenas uma?")[1] Aparecem nas histórias diversos paineis de propaganda que trazem críticas do autor às tendências atuais tais como o comercialismo e o materialismo, recurso que já havia sido utilizado na série Watchmen.
O título Promethea sugere uma versão feminista do mito de Prometeu.
Vultos reais que aparecem ao longo da história são Aleister Crowley, John Dee, Austin Osman Spare e John Kendrick Bangs (referenciado por Sophie Bangs).
 Personagens principais
Promethea
Promethea era uma menina cujo pai fora assassinado por fanáticos cristãos na cidade egípcia de Alexandria no ano de 411 D.C.. Após fugir da turba, fica sozinha no deserto até ser ajudada pelo deus Tot-Hermes, que a levam para Imateria, um plano de existência que seria o lar de toda a imaginação. Ela não é apenas uma menina, mas uma personagem de uma história de vida eterna. Promethea se manifesta no mundo real ao longo dos séculos, por meio da imaginação de uma grande quantidade de individuos, que conseguem incorporá-la e canalizar a energia dela.
Após o incidente com a menina em Alexandria, foram oito pessoas que incorporaram Promethea. Seis aparecem nas revistas e outras duas são referidas como uma cristã e uma muçulmana, que viveram na época das Cruzadas. Como só pode haver apenas uma Promethea ativa em cada momento da História, houve uma dúvida quando numa luta Grace Branagh foi incorporada por Stacia Vanderveer. Stacia, contudo, não era uma nona Promethea mas apenas um veículo para Grace Brannagh, uma mulher morta que fora uma das anteriores Prometheas.
[editar]Sophie Bangs/Joey Estrada
É a humana protagonista da série. Sophie incorpora Promethea após trabalhar na história da personagem para um jornal estudantil. A personalidade dela de início é tímida mas ao fim da história já está bem mais confiante. Ela é mais poderosa do que as Prometheas anteriores e a única que não morre durante sua existência como a heroína. Muda o nome para Joey quando esteve escondida em Millennium City, tentando fugir do FBI e de seus deveres como Promethea.
Barbara Shelley/Boo-Boo Ramirez
Esposa do escritor de quadrinhos Steven Shelley, Barbara se transformou na heroína quando o marido começou a usar características da personalidade dela em suas histórias sobre Promethea. Durante sua passagem para o Além-Vida Barbara encontra o anjo da guarda dela Boo-Boo (antigo apelido de Barbara) com a aparência de uma jovem, bonita e independente mulher - o que Barbara era. Depois ela encontra seu marido e se funde a Boo-Boo.
[editar]Stacia Vanderveer
A melhor amiga de Sophie. Stacia é uma extremamente cínica e sarcástica estudante universitária. Durante o ataque ao hospital, Sophie usa Stacia como um veículo para Grace Brannagh ajudá-la na luta. Na procura por Barbara do Além-Vida, Stacia/Grace são separadas e ambas se apaixonam. Reinvidicou usar o título de Promethea mas um tribunal de Imateria recusou. Após o Apocalipse, Stacia e a ex-agente do FBI, Ball, se tornam amantes mas ela continua a manter relações com Grace na Imateria.
Grace Brannagh 

Era uma ilustradora que escrevera e desenhara uma série de capas para revistas populares (pulps) de fantasia com aventuras de Promethea. Foi substituída por vários autores que usavam o pseudônimo de "Marto Neptura". Brannagh fora a melhor lutadora de todas as Prometheas. Ela incorpou a heroína nos anos de 1920–1939. Conforme a capa de uma das edições de Promethea, o estilo de Brannagh é comparável ao da ilustradora da revista Weird Tales Margaret Brundage.
Era uma ilustradora que escrevera e desenhara uma série de capas para revistas populares (pulps) de fantasia com aventuras de Promethea. Foi substituída por vários autores que usavam o pseudônimo de "Marto Neptura". Brannagh fora a melhor lutadora de todas as Prometheas. Ela incorpou a heroína nos anos de 1920–1939. Conforme a capa de uma das edições de Promethea, o estilo de Brannagh é comparável ao da ilustradora da revista Weird Tales Margaret Brundage.
Jack Fausto Jack Fausto é um mago que primeiro se aproxima de Sophie para se aproveitar da confusão dela em seus primeiros dias como Promethea. Ele surge como um jovem homem atraente mas essa aparência logo se revela um disfarce pois Jack é gordo, careca e curvado. Ele mais tarde ajuda Sophie com o conhecimento que ela precisa para a viagem no Além-Vida em busca de Barbara.
Coadjuvantes
 William ‘Bill’ Woolcott 
É o único homem que assume a identidade de Promethea. Bill Woolcott era um artista de quadrinhos homossexual que incorpora Promethea ao desenhá-la. Ele foi Promethea entre 1939–1969, e aparece como um dos "heróis da ciência" no Universo da ABC ao lado de Tom Strong. Bill/Promethea lembra a Mulher Maravilha da década de 1960. Bill levou um tiro na cabeça do amante de Promethea, o agente do FBI Dennis Drucker, quando este descobriu que ela mantinha o estranho vínculo com Bill. Drucker passou muitos anos internado num manicômio, torturado pela morte de Promethea, similar a Bill/Promethea que passa o tempo em Imateria se culpando por não ter revelado a verdade a ele. Os dois voltam a se reunir durante o Apocalipse.
Anna
O poeta Charlton Sennet, que viveu nos anos de 1770, projeta a imagem de Promethea em sua criada Anna, tornando-a sua amante imaginária. Promethea tem um filho, mas a criança se evapora ao nascer, não resistindo à realidade devido a sua origem psiquica e metafísica oriunda da mistura herdada de Charlton e Promethea. Ana morre ao dar a luz e Charlton fica sozinho (sua esposa o deixara após encontrá-lo na cama com Anna/Promethea).
Margaret Taylor Case É a artista contratada por William Randolph Hearst para desenhar a tira Little Margie in Misty Magic Land. Case inclui Promethea nos quadrinhos como um espírito benfeitor que ajuda a jovem protagonista em suas aventuras. Ela se transforma em Promethea e ajuda soldados nas batalhas que ocorreram entre 1900–1920. Little Margie e Case vivem em Imateria, interrompendo conversas "sérias" com observações infantis, num estilo inspirado no personagem Nemo das tiras Little Nemo in Slumberland. Margaret se suicidara durante a época que fora Promethea.
Cinco Convencidos
Os "Cinco Convencidos" (tradução livre para The Five Swell Guys) é uma equipe de "heróis da ciência" que age em Nova Iorque. Há algumas similaridades propositais entre essa equipe e o Quarteto Fantástico, como a plataforma voadora que usam e as personalidades dos membros da equipe. Eles aparecem na primeira aventura junto com Sophie Bangs na primeira revista e conhecem Promethea na terceira, quando um dos membros sofre um grave ferimento.
Gorila Chorão
O Gorila Chorão (tradução livre para "Weeping Gorilla Comix") é personagem de uma série de cartazes de propaganda que sempre aparece lacrimoso pronunciando uma frase reflexiva geralmente cínica ou de natureza autopiedosa. Como por exemplo, "Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas?", "Ela ficou com as crianças e a casa, eu peguei o carro", "Vamos lá, pergunte sobre o meu casamento", etc. Provavel crítica a uma tendência das piadas nos quadrinhos e filmes contemporâneos. . Ocasionalmente Moore usa o contrário do gorila, o otimista e sortudo Pato Chucklin, quer diz frases como "Eh Eh! Eu cai fora do negócio da internet bem a tempo!". Ambos os personagens apareceram na série Greyshirt: Indigo Sunset de Rick Veitch. Um cartaz do Gorila aparece na história "King Solomon Pines" de Tom Strong’s Terrific Tales #5 (roteiro de Leah Moore com desenhos de Sérgio Aragones). A minissérie Tesla Strong apresenta várias versões de Salomão, uma das quais lembra o Gorila Chorão

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publicado por duronaqueda às 13:08

LEONIDAS DA SILVA(JOGADOR)

Segunda-feira, 17.09.12

            Leônidas da Silva

Leônidas da Silva, o Diamante Negro, (Rio de Janeiro, 6 de setembro de 1913 — Cotia, 24 de janeiro de 2004) foi um futebolista brasileiro, considerado um dos mais importantes da primeira metade do século XX. Tetracampeão carioca pelo Botafogo, em 1935, primeiro campeonato oficial, no regime profissional, e pentacampeão paulista pelo São Paulo. Leônidas recebeu o crédito por ter inventado o Gol de Bicicleta. Ele mesmo se autoproclamava o inventor da plástica jogada.

ZIZINHO E LEONIDAS

         Biografia

Nascido em São Cristóvão, era filho de "Dona" Maria e do "Sr." Manoel Nunes da Silva e na infância era torcedor do Fluminense Football Clube Fluminense (FFC).
Conhecido como o "Diamante Negro" ou "Homem-Borracha", Leônidas da Silva começou sua carreira em 1923 no infantil do São Cristovão do Rio. Em 1929 passou a jogar pelo Sirio Libanês F.C., e no mesmo ano disputou o Campeonato da Liga Brasileira pelo Sul América F.C. sagrando-se campeão. Ainda em 1929 foi convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira, onde estreou fazendo dois gols.
Em 1931 passou a atuar pelo Bonsucesso F.C. onde ficou até o final de 1932, tendo sido convocado diversas vezes para a Seleção Carioca, onde conquistou o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais em 1931. No Bonsucesso, Leônidas também jogou Basquete, tendo conquistado campeonato desta modalidade esportiva.
Em 1933 foi jogar no Peñarol do Uruguai onde ajudou o clube a conquistar o vice-campeonato. No ano seguinte retornou ao Brasil para jogar pelo Vasco da Gama, o qual ajudou a ganhar o campeonato carioca de 1934.
A sua primeira competição importante com a camisa da seleção foi a Copa do Mundo, em 1934, na Itália. O Brasil fez uma péssima campanha, perdendo logo na estréia e sendo eliminado, mas Leônidas marcou o único gol do Brasil na competição.

Em 1935 mudou novamente de clube, indo atuar no Botafogo, onde conquistou o bicampeonato carioca, e em 1939, pelo Flamengo chegou ao tri-campeonato estadual, por 3 equipes diferentes. No Flamengo, foi um dos primeiros jogadores negros a jogar pelo clube.
Em 1938, foi artilheiro da Copa do Mundo com oito gols, incluindo três marcados contra a Polônia. O Brasil conseguiu a sua melhor participação em mundiais até então, ficando com a terceira colocação. Posteriormente, Lêonidas foi escolhido o melhor jogador do mundial.
Em 1942 transferiu-se para São Paulo e atuou no São Paulo Futebol Clube. Foi cinco vezes Campeão Paulista, tornando-se um dos maiores ídolos da história do São Paulo, sendo homenageado no museu do clube com uma réplica de uma bicicleta que ele executou.
Durante a década de 1940, devido a Segunda Guerra Mundial, os mundiais que seriam realizados em 1942 e 1946 foram cancelados, prejudicando enormemente jogadores como Leônidas, que não tiveram a oportunidade de se tornar conhecidos e reconhecidos mundialmente
.

Aqui encontro de ídolos do futebol: Leônidas da Silva, Pelé e Friedenreich ( os 2 últimos fizeram mais de 1000 gols na carreira)

 Após a carreira de futebolista
Depois de abandonar os gramados, em 1951, ainda continuou ligado ao esporte. Foi dirigente do São Paulo, logo depois virou comentarista esportivo, sendo considerado por muitos um comentarista direto, duro e polêmico. Chegou a ganhar sete Troféus Roquette Pinto. Sua carreira de radialista teve que ser interrompida em 1974 devido a doença do Mal de Alzheimer. Durante trinta anos ele viveu em uma casa para tratamento de idosos em São Paulo até morrer, em 24 de janeiro de 2004, por causa de complicações relacionadas à doença. A sua esposa e fiel companheira, Albertina Santos, foi quem cuidou dele até seus últimos dias. Todos os dias ela visitava o marido e passava o tempo com ele, cuidando do ex-craque. O tratamento foi mantido pelo São Paulo, último time que Leônidas defendeu como jogador. Foi enterrado no Cemitério da Paz, em São Paulo.
Graças ao trabalho de pessoas esforçadas o legado do "Diamante Negro" jamais será esquecido, mesmo o Brasil sendo considerado uma país que não dá atenção aos ídolos do passado. Foi lançada uma biografia do atleta e sua vida vai ser transformada em filme. Tudo para que os amantes do futebol não esqueçam desse que foi um dos maiores jogadores de todos os tempos. Alguns acham que isso ainda é pouco, já que Leônidas foi um dos maiores ídolos do Brasil, até o aparecimento de Pelé, no final dos anos 50. Alguns consideram Leônidas melhor que Pelé, porém é algo que ficará incerto, visto que os jogos ainda não eram televisionados na época em que Leônidas atuava como jogador
.

               A "bicicleta"

Leônidas recebeu o crédito por ter inventado a "bicicleta". Ele mesmo se autoproclamava o inventor da plástica jogada. Alguns afirmam ter sido criada por um outro jogador brasileiro, Petronilho de Brito, e que Leônidas apenas a teria aperfeiçoado.
A primeira vez que Leônidas executou essa jogada foi em 24 de abril de 1932, em uma partida entre "Bonsucesso" e "Carioca", com vitória do Bonsucesso por 5 X 2. Já pelo Flamengo, realizou a jogada somente uma vez, em 1939 contra o Independiente, da Argentina, que ficou muito famosa na época.
Pelo São Paulo ele realizou a jogada em duas oportunidades, a primeira em 14 de junho de 1942, contra o Palestra Itália, na derrota por 2 X 1. E a mais famosa de todas, em 13 de novembro de 1948, contra o Juventus, na goleada por 8 X 0. A jogada ficou imortalizada pela mais famosa foto do jogador.
Na Copa do Mundo de 1938 ele também realizou a jogada, para espanto dos torcedores, e o gol foi anulado pelo juiz que desconhecia a técnica.

     Diamante Negro
O apelido de "Diamante Negro" foi dado pelo jornalista francês Raymond Thourmagem, da revista Paris Match, maravilhado pela habilidade do brasileiro. Já o apelido de "Homem-Borracha", também dado pelo mesmo jornalista, foi devido a sua elasticidade.
Anos mais tarde a empresa Lacta homenageou-o, criando o chocolate "Diamante Negro", vendido até hoje. A empresa só pagou dois contos de réis à época (o equivalente a R$ 112 mil, aproximadamente), sendo que Leônidas nunca mais cobrou nada pelo uso da marca.

       Curiosidades
 
 
A derrota do Brasil na semifinal da Copa de 38, para a Itália, provocou controvérsias na época. Leônidas não atuou devido a uma lesão, porém, o técnico da seleção na época, Adhemar Pimenta, foi injustamente acusado de ter menosprezado a Itália, poupando Leônidas para a final. Na verdade, o matador não tinha condições de jogo, como ficou comprovado depois.
Ainda em consequência dessa derrota, o reserva de Leônidas, o jogador Niginho, declarou em 1958, que Leônidas teria forjado sua contusão para não atuar, devido a um suposto pagamento do ditador italiano, o fascista Benito Mussolini. Leônidas acabou processando-o por calúnia, e venceu nos tribunais.
Em 1942, em sua chegada a São Paulo, o atleta foi recebido por aproximadamente 10 mil pessoas na estação de trem da Luz.


 Clubes

São Cristóvão
Sírio Libanês
Bonsucesso
Peñarol (Uruguai)
Vasco da Gama
Botafogo
Flamengo
São Paulo
Seleção Brasileira

Títulos

Vasco da Gama
 Campeonato Carioca: (1934)
Botafogo
 Campeonato Carioca: (1935)
Flamengo
 (Campeonato Carioca: 1939)
 Taça João Vianna Seilir:1936
 Torneio Aberto do Rio de Janeiro:1936
 Taça da Paz:1937
Sao Paulo
 Campeonato Paulista: 1943,1945,1946,1948,1949
Sao Cristovao
 Campeonato Carioca de Futebol de Terceiro Quadros: 1929
Seleção Brasileira
 Copa Rio Branco: (1932)
 Copa Roca: (1945)

Noriega e o Diamante Negro
Luiz Noriega e Leônidas Da Silva, em uma das últimas fotos do "Diamante Negro" antes de ser internado em uma clínica de repouso com o mal de Alzheimer


Da esquerda pra direita: Leônidas da Silva, o Diamante Negro do futebol que eternizou o chute de bicicleta e até virou nome de chocolate, o inesquecível Arthur Friedenreich e Pelé, o Rei do futebol.
 Gols

Seleção Brasileira: 37 gols em 37 jogos
São Paulo: 140 gols em 211 jogos
Flamengo: 142 gols em 179 jogos

 

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publicado por duronaqueda às 13:04

BIOGRAFIA ODAIR JOSE (CANTOR)

Segunda-feira, 17.09.12

                Odair José
Biografia

Odair começou como crooner na adolescência até meados dos 17 anos quando começou a compor. Nos Anos 70 sua música teve influências da música caipira americana. Excursionou pelo country de raiz de Hank Williams e Johnny Cash em seus primeiros discos. Em 1972, sua música "Cristo quem é você", foi gravada pelo próprio Odair José, com arranjos de Zé Rodrix, tendo a participação do grupo Som Imaginário. Cinco anos depois, fez um ópera-rock na música "O Filho de José e Maria", chegando a ser rotulado como o "Bob Dylan Brasileiro".
A partir dos anos 70 se consagrou no estilo brega com forte apelo popular como "Uma Vida Só", conhecida popularmente pelo seu refrão, "pare de tomar a pílula", que foi censurada pelo governo brasileiro pelo suposto entendimento de que a canção fazia propaganda contrária à distribuição das tais pílulas para o controle de natalidade. Também de forte apelo popular, na canção "Deixa Essa Vergonha De Lado", Odair José deu seu total apoio à empregada doméstica, função que no início da década de 1970 não era legalizada, e a música de Odair ajudou em muito para que essa profissão fosse o que é hoje, por isso, Odair ficou com a alcunha de "o terror das empregadas", valendo lembrar, que na canção, Odair relata uma empregada que namora um rapaz, e, com vergonha, diz que aquela casa é a sua casa, que o garoto que leva para a escola é seu irmão, então, o moço pede para que a moça deixa a vergonha de lado, que, pelo fato de ela ser uma simples empregada, não modificará seu amor.

odair jose e a cantora diana

Odair José também emplacou sucessos tremendos como "Eu Vou Tirar Você Deste Lugar", "Eu, Você e a Praça", "Assim Sou Eu", "Na Minha Opinião", "A Noite Mais Linda Do Mundo", "Essa Noite Você Vai Ter Que Ser Minha", "Foi Tudo Culpa do Amor", "Sem Saída", entre outros grandes sucessos, além do grande hit "Cadê Você" composta e gravada por Odair José no início da década de 1970 e que estourou nas paradas em 1990 nas vozes de Leandro e Leonardo, sendo que esse hit foi também regravado por Roberta Miranda.
Odair conta uma curiosidade na época em que Leandro e Leonardo pretendiam gravar "Cadê Você", pois a dupla o encontrou e disse a ele que a canção faltava uma parte, sendo que Odair disse à dupla que estava certo, que a música era assim mesmo, daí, Leandro e Leonardo a gravou e a música se transformou em um de seus maiores sucessos.
Odair José foi casado com a Cantora Diana, com quem teve uma filha, Clarice, mas logo se separaram, após uma relação conturbada.
De volta à mídia desde o final da década de 1990, Odair José continua fazendo jus ao estilo musical que o trouxe as paradas de sucesso.
Foi tema em 2009 de um episódio de O Estranho Mundo de Zé do Caixão, um programa de entrevistas exibido pelo Canal Brasil, apresentado por José Mojica Marins.


noticia sobre odair jose
http://g1.globo.com/pop-arte/
Faço boleros, assim como Beatles e Roberto Carlos', afirma Odair José
Cantor diz que o brega não é vertente, muito menos seu estilo musical.
Produzido por Zeca Baleiro, ele lança ‘Praça Tiradentes’, seu 35° álbum.

Odair José tem um repertório de mais de 400 músicas lançadas, o suficiente, segundo ele, para uma estabilidade financeira que permite gravar apenas o que gosta - uma liberdade autoral que poucos artistas podem alegar honestamente que têm. Justamente por isso, ficou cinco anos sem produzir um disco de inéditas. Estimulado (e convencido) por Zeca Baleiro, músico e amigo, ele lançou neste mês "Praça Tiradentes", seu 35° álbum.
"Existe inspiração do compositor. Eu estou lançando um CD depois de cinco anos. Já gravei 34 discos e fiz mais de 400 músicas. Não preciso ficar recriando minha história", assevera ele.
 
Em 1970, Odair apimentou a dor de cotovelo, senso comum nas canções românticas, ao falar sobre anticoncepcional e prostitutas. É autor de sucessos como "Cadê você", que voltou a ser hit em 90 na voz da dupla Leandro e Leonardo. Por todos os feitos na cultura popular, foi chamado de “cantor das empregadas domésticas” e “Bob Dylan da Central do Brasil”. Nenhum dos codinomes o agrada.


Nunca entendi essa comparação. Bob tem letras fantásticas, está acima de 10 Chicos Buarques. Eu não tenho essa capacidade. Faço boleros, assim como os Beatles e o Roberto Carlos. Se Paul McCartney fosse brasileiro, também teria sido tachado de brega.”
Na visão do cantor, suas composições não alcançaram apenas um extrato social. Usou como matéria-prima os temas de uma época e se define como “cronista da realidade”. Para ele, difícil não é compor com requinte. “O complicado mesmo é fazer o povo sair cantando e não esquecer o que você produziu. Música elaborada é muito mais fácil de fazer.”
Embora não se incomode em ser reconhecido como um dos reis do brega, não acha que o adjetivo seja sinônimo de uma vertente musical. Na visão do cantor, ele e os demais foram jogados em um balaio sem sentido e preconceituoso. Intelectuais e críticos desqualificaram o trabalho que fazia por conta da penetração de suas canções na baixa renda.
“Brega é uma coisa mal feita, sem qualidade, e isso tenho certeza não faço. Já fui cantor das prostitutas, das empregadas. Eu apenas faço meu trabalho e sempre quero que seja bem feito. Minha música é simples, entendida e aceita por um público também simples. É muito mais difícil ser cantor de brega do que de bossa nova.“

Tabus
Sem formação específica, Odair aprendeu a ser músico e compositor sozinho, ou “na rua”, onde acredita ter sido formado. Ao cantar em bares e bordéis, conheceu e conviveu com todo tipo de público. Uma de suas canções mais famosas, “Vou tirar você deste lugar”, sucesso nos anos 70, conta a história do que via ao se apresentar em boates no Rio de Janeiro.

“Era comum, eu sabia de muitos casos de homens que se apaixonavam por prostitutas e sonhavam em se casar com elas, tirá-las dessa vida. Compus baseado no que eu via, ouvia enquanto trabalhava.”
Como a maioria dos cantores românticos, defende que é preciso sentir para escrever e tocar, mas nem sempre suas letras refletem um episódio pessoal. Ele afirma que tem um carinho muito especial pelas prostitutas e não nega que também tenha se envolvido com algumas durante a vida, mas garante que seu maior sucesso não é autobiográfico. (No vídeo, Odair comenta sobre seu processo de composição em entrevista ao programa Fantástico em outubro de 1975).
“Toquei em tudo quanto é boate no Rio. Naquela época não tive relação com nenhuma moça porque eu era apenas o cara do violão. Não tinha dinheiro para ficar com nenhuma delas. Posteriormente, sim.”

    Autobiografia 
Produzido pelo persuasivo Zeca Baleiro, quem convenceu Odair a lançar um novo disco de inéditas, o trabalho durou dois anos e apresenta duas parcerias entre os cantores – uma delas volta a falar sobre garotas de programa.
“Eu relutei em fazer a melodia dessa música, é a terceira vez que gravo sobre o tema, mas acabei fazendo pela amizade com o Zeca Baleiro, que já tinha escrito a canção.” A inspiração de Baleiro veio durante uma gravação no programa Altas Horas , na Rede Globo. Zeca e Odair foram os convidados, junto com Bruna Surfistinha.
“Assistindo ao Odair cantar 'Vou tirar você deste lugar', com a Bruna lá no programa, achei tudo muito interessante, irônico e acabei escrevendo, mas não fizemos a música para ela”, explica Zeca Baleiro, que define a produção como um disco “super rock and roll.”

“Praça Tiradentes”, nome do novo álbum, lançado no ínicio deste mês, é uma homenagem ao Rio, cidade onde Odair foi morar e tentar a vida como músico aos 17 anos. “É uma pequena biografia, conta minha história.” Com o produto ainda quente no mercado, espera conseguir licença para tocar as novidades nos shows, já que o público sempre clama pelos grandes sucessos.
Ele garante que grava, hoje, por prazer e apenas quando sente que tem algo a dizer. “Estou entre os 20 homens que mais fizeram dinheiro neste país. Gosto de fazer shows e ganho com isso, mas o que construí (direitos autorais) deixaria até meus netos com estabilidade. Só produzo quando tenho vontade. Há momentos em que quero ficar calado.”

     Discografia
 Álbuns de Estúdio
1970 - Odair José
1971 - Meu grande amor
1972 - Assim sou eu...
1973 - Odair José
1974 - Lembranças
1974 - Amantes
1975 - Odair
1976 - Histórias e Pensamentos
1977 - O filho de José e Maria
1978 - Coisas Simples
1979 - Odair José
1980 - Odair José
1981 - Viva e deixe viver
1982 - Só por amor
1983 - Fome de amor

1985 - Eu, você e o sofá
1986 - Odair José
1987 - Odair José
1989 - Odair José
1990 - Odair José
1992 - Odair José
1993 - Odair José
1994 - Odair José
1996 - As minhas canções
1998 - Lagrimas
2000 - Grandes Sucessos
2001 - Ao Vivo
2003 - Uma História
2004 - Passado Presente
2004 - 20 Super Sucessos
2006 - Só Pode Ser Amor
2012 - Praça Tiradentes

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