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Biografia Rosamaria Murtinho(Atriz)

Sábado, 04.05.13
Rosamaria Murtinho
Rosamaria Murtinho, cujo nome completo é Rosa Maria Pereira Murtinho, (Belém, 24 de outubro de 1935) é uma atriz brasileira.
Biografia

É descendente do político brasileiro Joaquim Murtinho. Seu pai, o engenheiro agrônomo carioca Frederico Murtinho Braga, teve que fazer um trabalho no Norte do Brasil, para o Instituto Agronômico do Norte, e então conheceu Maria do Carmo, filha do Dr. Enéas Calandrini Pinheiro, então diretor do instituto, e os dois se apaixonaram. Casaram-se e Rosamaria nasceu em Belém e veio para o Rio de Janeiro ainda bebê, aos 21 dias de idade, na então capital do país. Morou durante um ano nos Estados Unidos. Queria estudar Direito e para isso vinha se preparando, mas entrou para o teatro, arte pela qual se apaixonou e que a fez desistir de tudo o mais.
Seu irmão começou a fazer teatro amador com Paulo Francis, e Rosamaria ingressou no grupo "Studio 53". Uma das atrizes adoeceu e Rosamaria, a pedido de seu irmão e por sugestão de Paulo Francis, tomou o lugar dela, isso aos dezoito anos, num grupo amador, mas que levava o trabalho a sério. Um dia, Silveira Sampaio, que era dono do Teatro de Bolso, assistiu a uma apresentação do grupo e gostou de Rosamaria, convidando-a a participar de uma peça dele. Só aí ela ganhou seu primeiro salário.
Depois foi a vez de Sandro Polônio chamá-la para fazer teatro em São Paulo, mas os pais não permitiram. Porém, acompanhada pela mãe, Rosamaria foi para Portugal trabalhar. Ainda nem era atriz nacional, e já era atriz internacional.
Voltando ao Brasil, começou a trabalhar na televisão, ao mesmo tempo em que fazia teatro, com o Teatro dos Sete, que era de Fernanda Montenegro, Fernando Torres, Sérgio Britto e outros, por volta de 1955. Participou nessa época do programa "Câmera Um", de Jacy Campos, que montava todo o espetáculo usando apenas uma câmera.
 Depois Rosamaria foi do Rio para São Paulo, participando de grandes peças, dentre as quais O Canto da cotovia, A Rosa tatuada e Manequim. Foi numa dessas montagens que viria a conhecer o ator Mauro Mendonça, com quem se casou em 1959.
Dependendo de seus trabalhos e dos de Mauro em televisão e teatro, a vida de Rosamaria sempre esteve entre a "terra da garoa" e a "cidade maravilhosa". Trabalhou na TV Tupi e, contratada pela TV Excelsior, mudou-se para São Paulo, onde participou de telenovelas como A moça que veio de longe, A muralha, Sangue do meu sangue, Os estranhos, entre outras. Em 1972 estreou na Rede Globo, participando de O primeiro amor, e onde outras telenovelas de sucesso se seguiram.


                                  Rosamaria Murtinho          e Mauro Mendonça

No fim da década de 1980 foi trabalhar na TV Manchete, atuando em Kananga do Japão e Pantanal, voltando a seguir à Rede Globo. Sem deixar o teatro de lado, Rosamaria atuou em Ô Abre alas, que falava de Chiquinha Gonzaga.

É casada com Mauro Mendonça com quem tem três filhos homens, sendo que um deles, Mauro Mendonça Filho, é diretor da Rede Globo.
 Atuação na televisão

2012 - Guerra dos Sexos (2012) .... Mirelle Darrieux
2011 - Zorra Total .... Ela Mesma
2011 - O Astro .... Tia Magda
2008 - Toma Lá Dá Cá .... D. Cidalva
2007 - Sete Pecados .... Otília
2007 - Paraíso Tropical .... Dolores (participação especial)
2005 - Malhação .... Naná
2003 - Chocolate com Pimenta .... Margot Oliveira
2001 - As Filhas da Mãe .... italiana (participação afetiva)
2001 - Estrela-guia .... Carlota
1999 - Vila Madalena .... Margot
1999 - Chiquinha Gonzaga .... Princesa Isabel
1998 - Corpo Dourado .... Isabel
1996 - Salsa e Merengue .... Bárbara
1995 - A Próxima Vítima .... Romana Ferreto
1995 - As Pupilas do Senhor Reitor .... Ressureição
1994 - Memorial de Maria Moura .... Eufrásia
1991 - O Fantasma da Ópera .... Amália
1990 - Pantanal .... Zuleica
1989 - Kananga do Japão .... Josephine
1987 - Mandala .... Glória Lunardo
1986 - Cambalacho .... Ceci
1985 - Jogo do Amor .... Neide
1984 - Vereda tropical .... Bárbara
1983 - Eu Prometo .... Tarsila Serra Jardim
1981 - Jogo da vida .... Loreta Pires de Camargo
       
1980 - Chega Mais .... Léa
1979 - Pai Herói .... Valquíria
1977 - Nina .... Arlete
1975 - Pecado capital .... Eunice
1975 - Roque Santeiro .... Matilde Mendes de Oliveira
1975 - Cuca legal .... Kinu
1975 - Escalada .... Arlete
1974 - O espigão .... Helka Escobar
1973 - Carinhoso .... Ivone
1972 - O primeiro amor .... Paula
1969 - Sangue do meu sangue .... Viviane
1969 - Os estranhos .... Dionéia
1968 - O santo mestiço .... Isabel
1968 - A muralha .... Isabel
1967 - Paixão Proibida .... Maria Helena
1966 - O anjo e o vagabundo .... Geni
1966 - A inimiga .... Leonora
1966 - Somos Todos Irmãos .... Valéria
1965 - Ainda resta uma esperança
1965 - Pecado de Mulher
1965 - Eu quero você .... Natália
1964 - A moça que veio de longe .... Maria Aparecida
Atuação no cinema

1960 - Weit ist der Weg
1962 - O vigilante rodoviário
1983 - A longa noite do prazer
1988 - Natal da Portela
1988 - Primeiro de abril, Brasil
2003 - Didi, O Cupido Trapalhão  
2006 - O amigo invisível
2006 - O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili
2011 - Pegadas de Zila (curta)
ROSAMARIA MURTINHO
(Atriz)
1935-

Rosamaria Murtinho chama-se Rosamaria Murtinho Braga. Nasceu em Belém do Pará, em 24 de outubro de 1935. Seu pai, Frederico Murtinho Braga, era carioca, engenheiro agrônomo, que teve que fazer um trabalho no Norte do Brasil no Instituto Agronômico do Norte. E o diretor ali era o Dr. Enéas C.Pinheiro, pai de Maria do Carmo, com quem Frederico se casou. Rosamaria veio para o Rio com 21 dias. Ela sempre diz: “Não vim para o Rio. Me trouxeram”. Na então capital da República teve uma vida de praia, de passeios, na belíssima cidade que ficou sendo sua verdadeira cidade. Foi bandeirante, quando adolescente e para completar seus estudos, foi aos Estados Unidos, onde morou por um ano. Queria fazer advocacia, preparava-se para isso, mas entrou para o teatro, pelo qual se apaixonou e desistiu de tudo o mais. Seu irmão começou a fazer teatro amador com Paulo Francis, e Rosamaria ingressou no grupo “Studio 53”.
Uma das atrizes adoeceu e Rosamaria, a pedido do irmão, por sugestão de Paulo Francis, tomou o lugar. Estava com 18 anos. Era um grupo amador, mas que levava o trabalho a sério. Um dia Silveira Sampaio, que era dono do “Teatro de Bolso”, foi vê-los representar, e gostou da mocinha estreante, e a convidou para uma peça sua. Só aí teve o seu 1º salário. Depois foi a vez de Sandro Polônio chamá-la para fazer teatro em São Paulo. Mas aí os pais não deixaram: “Ir para S.Paulo sozinha?”. Só que o destino queria mais. Veio um outro convite, e Rosinha, acompanhada pela mãe, foi para Portugal trabalhar. Ainda nem era atriz nacional, e já era atriz internacional. Voltando, começou a fazer televisão, ao mesmo tempo que fazia teatro, com o “Teatro dos Sete”, que era de Fernanda Montenegro, Fernando Torres, Sergio Brito e outros. Isso por volta de 1955.
Uma das coisas que se lembra com prazer de ter feito, foi “Câmera Um”, de Jaci Campos, em que era montado todo um espetáculo, com uma câmera só. Depois Rosamaria foi para São Paulo, participando de grandes peças: “O canto da Cotovia”; “Manequim”; “Rosa Tatuada”, e inúmeras outras. Foi numa dessas peças que conheceu o ator Mauro Mendonça, com quem se casou em 1959. Sua vida era teatro e televisão. São Paulo e Rio de Janeiro, dependendo das peças, dos trabalhos para os quais ela e o marido eram convidados. Fez trabalhos na TV Tupi de ao Paulo e grandes coisas na TV Excelsior de S.Paulo, onde foi contratada, ao lado do marido, por um bom salário. Instalou-se então em São Paulo, e foi nessa época que fez as novelas: “A moça que veio de longe”; “A muralha”; “Sangue do meu sangue”; “Os estranhos”, e várias outras. Depois disso, foi para a TV Globo, onde fez várias novelas de sucesso, como: “Pecado Capital”; “O Espigão”; “Pai Herói”; “Chega mais”.

Participou também de seriados como: “Planeta dos Homens”; “Sitio do Pica-pau Amarelo”, e outros. Bem mais tarde voltou a S.Paulo e fez: “Kananga do Japão” e “Pantanal” para a TV Manchete. Voltou à Globo e fez sucesso em “A próxima vítima”, e “Vila Madalena”. Sem deixar o teatro, seu último trabalho foi “O Abre Alas”, com a história de Chiquinha Gonzaga, num grupo teatral de 22 pessoas, que viajaram São Paulo, Rio e Bahia. Rosamaria apaixonou-se tanto por esse trabalho, que pensou em adaptá-lo para um grupo menor e levá-lo para todo o Brasil. Seu casamento com Mauro Mendonça dura até hoje.
 Houve uma separação no meio, mas voltaram a se unir. O casal teve três filhos homens, os três artistas. E Rosamaria afirma que é feliz, pois tem não apenas um estúdio ou um palco, em sua casa. Tem também uma casa, um lar, sem o que ninguém pode ser feliz e equilibrada. Fez na vida o que quis, diz ela. Casou com quem quis, trabalhou no que quis. E acha que sua filosofia de vida se resume nesta frase: “Eu sou forte para triunfar. Nem os obstáculos, nem o medo podem me afetar”. Essa é Rosamaria Murtinho, jovial, bonita, alegre e bondosa sempre.

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publicado por duronaqueda às 19:28

Biografia Thomas Edison(inventor e cientista )

Sábado, 04.05.13

 Thomas Edison
Thomas Alva Edison (Milan, Ohio, 11 de Fevereiro de 1847 — West Orange, Nova Jérsei, 18 de Outubro de 1931)  foi um inventor, cientista e empresário dos Estados Unidos que desenvolveu muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros inventores a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção. 

Na sua vida, Thomas Edison registrou 2.332 patentes, . O fonógrafo foi uma de suas principais invenções. Outra foi o cinetógrafo, a primeira câmera cinematográfica bem-sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia. Edison também aperfeiçoou o telefone, inventado por Antonio Meucci,  em um aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever.  Trabalhou em projetos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de concreto.

Ficheiro:Fonograf 01 ubt.jpeg
O fonógrafo de Edison

Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente,  o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema.

Em 1969 foi incluído no Automotive Hall of Fame.

Ficheiro:Edison and phonograph edit2.jpg
Fotografia de Thomas Edison

Biografia

Thomas Alva Edison nasceu numa família de classe média, em 11 de fevereiro de 1847, em Milan Ohio, Estados Unidos. O pai, Samuel Edison, canadense de origens holandesas, usa a mão ao que pode: vende bugigangas, é marceneiro, carpinteiro, negociante de imóveis. A mãe, Nancy Eliot Edison, ex-professora canadense, tem a cargo sete crianças, das quais três faleceram ainda pequenas.  Thomas é o mais novo, e, por isso, sua mãe lhe dedica especial atenção.

Ficheiro:EdisonElectricCar1913.jpg
Thomas Edison inspecionando um carro elétrico em 1913.

Em 1853, a família mudou-se para Port Huron. Na escola, a única da cidadezinha, o rapaz tinha problemas. Seu professor, o padre Engle, dizia que ele "tem o bicho no corpo, que é um coça-bichinhos estúpido, que não pára de fazer perguntas e que lhe custa a aprender". Além disso, o garoto recusava-se a fazer as lições. Vão-se três meses de aulas e Thomas Edison deixa a classe. Nunca mais voltaria a frequentar uma escola. A mãe toma a seu cargo a educação do menino e ele, por seu lado, aprende o que mais lhe interessa. Acaba por devorar todos os livros da mãe com temas sobre ciência. Monta um laboratório de química no sótão e, de vez em quando, faz tremer a casa.

Ficheiro:Thomas Alva Edison using his dicatating machine.jpg
Thomas Edison usando o Telefone.


Arranja, entretanto, um emprego como ardina no comboio que faz a ligação entre Port Huron e Detroit. Vende jornais, sanduíches, doces e frutas dentro dos trens. O guarda da estação local deixa-o guardar os doces e os jornais num vagão vazio. Sobrava tempo para leituras e para experiências no laboratório que, sorrateiramente, Edison havia instalado num dos vagões (certa vez, o vagão pegou fogo devido às experiências que lá empreendera). Agravam-se os problemas que tem com os ouvidos e ele fica surdo.

Thomas aprendeu no código Morse e construiu telégrafos artesanais. Havia mais tarde de apelidar como "Dot" (ponto) a filha e "Dash" (traço) o filho. Frequentava um curso e tornanava-se telegrafista na terra natal. Mas, como não dispensa a companhia dos instrumentos, provoca outro acidente e quase faz explodir o gabinete.

Carreira

Durante cinco anos trabalhou por toda a parte. Aproveitou um emprego que tinha, à noite, para se entreter com as suas engenhocas. Para evitar surpresas (às vezes mete-se a dormir), inventa um sistema elétrico que envia de hora a hora um sinal aos vigilantes. Inventa também uma ratoeira elétrica para caçar os ratos no quarto da pensão.

Edison registrou seu primeiro invento - uma máquina de votar, pela qual ninguém se interessou - quando tinha 21 anos. Muda-se para Nova Iorque em 1869 para se estabelecer como inventor independente. Chega esfomeado e sem dinheiro. Dois anos mais tarde, inventou um indicador automático de cotações da bolsa de valores. Vendeu-o por 40 mil dólares e ainda assinou um contrato com a Western Union, situação que lhe permitiu estabelecer-se por conta própria em Newark, subúrbio de Nova York.

No Natal de 1871, casou-se com uma jovem de 16 anos, Mary Stilwell, uma de suas empregadas, que era perfuradora de fitas telegráficas. Ele a pediu em casamento batendo uma moeda em código morse. Diz-se que, terminada a cerimônia, o noivo esqueceu as núpcias, enfiou-se na oficina e de lá só voltaria de madrugada. Mary morreria doze anos depois, de febre tifóide. Edison se casaria mais uma vez, com Mina Miller.  Nos dois casamentos, teve seis filhos, três de cada um.

Em 1876, já famoso, a grandeza de seus recursos e a amplitude de suas atividades motivaram a construção de um verdadeiro centro de pesquisas em Menlo Park. Era quase uma cidade industrial, com oficinas, laboratórios, assistentes e técnicos capacitados. Nessa época, Edison chegou a propor-se a meta de produzir uma nova invenção a cada dez dias.  Não chegou a tanto, mas é verdade que, num certo período de quatro anos, conseguiu patentear 300 novos inventos, o que equivale praticamente a uma criação a cada cinco dias.


Thomas Edison, por volta dos 30 anos de idade.

Em 1877 inventou o fonógrafo. O aparelho consistia em um cilindro coberto com papel de alumínio. Uma ponta aguda era pressionada contra o cilindro. Conectados à ponta, ficavam um diafragma (um disco fino em um receptor onde as vibrações eram convertidas de sinais eletrônicos para sinais acústicos e vice-versa) e um grande bocal. O cilindro era girado manualmente conforme o operador ia falando no bocal (ou chifre). A voz fazia o diafragma vibrar. Conforme isso acontecia, a ponta aguda cortava uma linha no papel de alumínio. Quando a gravação estava completa, a ponta era substituída por uma agulha; a máquina desta vez produzia as palavras quando o cilindro era girado mais uma vez. Thomas Edison trabalhou nesse projeto em seu laboratório enquanto recitava a conhecida canção infantil "Maria tinha um carneirinho" (Mary had a little lamb), e reproduzia-a.

Em 1878, com 31 anos, propôs a si mesmo o desafio de obter luz a partir da energia elétrica. Outros pesquisadores já haviam tentado construir lâmpadas elétricas. Nernst e Swan, por exemplo, haviam obtido alguns resultados, mas seus dispositivos tinham vida bastante curta.

Edison tentou inicialmente utilizar filamentos metálicos. Foram necessários enormes investimentos e milhares de tentativas para descobrir o filamento ideal: um fio de algodão parcialmente carbonizado. Instalado num bulbo de vidro com vácuo, aquecia-se com a passagem da corrente elétrica até ficar incandescente, sem porém derreter, sublimar ou queimar. Em 1879, uma lâmpada assim construída brilhou por 48 horas contínuas e, nas comemorações do final de ano, uma rua inteira, próxima ao laboratório, foi iluminada para demonstração pública.

Edison ainda aperfeiçoou o telefone (com o microfone a carvão empregado até hoje), o fonógrafo, e muitas outras invenções. Em conjunto, essas realizações modificaram os hábitos de vida em todo o mundo e consagraram definitivamente a tecnologia. Thomas Alva Edison morreu a 18 de outubro de 1931. Encontra-se sepultado em Edison National Historic Site, West Orange, Condado de Essex, Nova Jersey nos Estados Unidos. 

Inventos
Em 1868 patenteia seu primeiro invento, um contador automático de votos. Dois anos depois, funda uma empresa em Newark, Nova Jersey. Inventa um equipamento electromecânico que transmite telegraficamente as cotações da bolsa de valores. Enriquece com a comercialização do aparelho e inventa outros dispositivos sem aplicações comerciais. Cria um aparelho que facilita as transmissões em código morse: uma pena elétrica que simplifica a duplicação em mimeógrafo. O microfone de carvão, outro invento, torna possível as transmissões telefônicas.

File:Edison bulb.jpg
Modelo de lâmpada de Thomas Edison primeiro sucesso de luz, usado em manifestação pública em Menlo Park, dezembro 1879

Muda-se para Menlo Park, Nova Jersey. Diversifica suas pesquisas, abordando as mais diversas tecnologias. Aplica-se na investigação em telefonia, aperfeiçoa o fonógrafo, cria a primeira lâmpada incandescente com filamento de carvão. Trabalha já com uma grande equipe de profissionais, constrói o primeiro dínamo de alta potência. Patenteia muitas invenções, como o gerador de alto vácuo para a fabricação de lâmpadas, o contador de electricidade, o regulador de corrente para máquinas de soldar elétricas.
Em outubro de 1879 a Edison Electric Light Company é já uma potência económica dominando a época da electricidade nos Estados Unidos. Patenteia a lâmpada incandescente de filamento fino de carvão a alto vácuo. O produto, devido à nova tecnologia, permite aumento substancial da vida útil do produto. Em 1883, após ter descoberto o efeito Édison, regista o primeiro dispositivo termiónico, um díodo termiônico ou válvula de Edison, precursora da válvula de rádio, ou válvula termiônica.


Thomas A. Edison Exposição Industries, seção Bateria Primária de 1915

A Edison General Electric é fundada em 1888. Será um dos maiores conglomerados industriais do planeta. Fabrica todos os tipos de dispositivos elétricos, como geradores, motores, gigantescas válvulas solenóides. A empresa transforma-se num dos maiores fabricantes multinacionais.

Durante a Primeira Guerra Mundial, a General Electric entra no campo de metalurgia naval, produzindo gigantescas máquinas e novos equipamentos para os navios construídos em diversos estaleiros americanos. A GE entra no ramo da indústria química, aperfeiçoando os métodos de fabrico de novos produtos e substâncias.


cinematografo

Edison é considerado um dos inventores mais prolíficos do seu tempo, registrando 2.332 patentes em seu nome. Esse número é discutivel, sendo que todos os inventos feitos pelos empregados da "Edison General Eletric" eram registrados em seu nome. A maioria desses inventos não é completamente original, mas as patentes compradas por Edison foram melhoradas e desenvolvidas pelos seus numerosos empregados. Edison tem sido criticado por não compartilhar os seus créditos.

File:Thomas Edison 1.jpg
Estátua do jovem Thomas Edison pelos trilhos em Port Huron, Michigan.

 Inventos cinematográficos

Thomas Edison teve um papel determinante no surto da indústria do cinema. São estes os aparelhos que inventou ou lançou no mercado:

Cinetógrafo (Kinetograph): máquina de filmar
Cinescópio ou Cinetoscópio (Kinetoscope): caixa com imagens filmadas vistas no seu interior
Cinefone (Kinetophone): versão do cinescópio com som síncrono gerado por um fonógrafo
Vitascópio (Vitascope): projector de filmes em tela
            Filmes de Thomas Edison

           Mudos
1895: The Execution of Mary Stuart
1896: Fatima's Coochee-Coochee Dance
1896: Blackton Sketches, No. 3
1896: Blackton Sketches, No. 2
1897: Butterfly Dance
1898: The Passion Play of Oberammergau
1903: Electrocuting an Elephant
1904: Parsifal
1910: Frankenstein or the Modern Prometheus
1911: Lucia di Lammermoor

          Sonoros

1913: Nursery Favorites
1913: A Minstrel Show
1913: The Irish Policeman
1913: Her Redemption
1913: Julius Caesar
1914: The Patchwork Girl of Oz


Além de ser responsável por algumas das mais importantes inovações da história moderna, Thomas Edison também foi quem deu o primeiro beijo do cinema, em 1896   SEGUE O LINK  YOU TUBE
THOMAS EDSON EM O BEIJO:  

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publicado por duronaqueda às 19:02