Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



UMA SELEÇÃO DE CAPAS DE REVISTAS ARGENTINAS

Terça-feira, 16.07.13

UMA SELEÇÃO DE CAPAS DE REVISTAS ARGENTINAS


















Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 22:57

UMA SELEÇÃO DE CAPAS DE REVISTAS ARGENTINAS

Terça-feira, 16.07.13

UMA SELEÇÃO DE CAPAS DE REVISTAS ARGENTINAS


















Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 22:57

Franz Kafka(Escritor de Ficção)

Terça-feira, 16.07.13

Franz Kafka
Franz Kafka (Praga, 3 de julho de 1883 — Klosterneuburg, 3 de junho de 1924) foi um dos maiores escritores de ficção do século XX. Kafka era de origem judaica, nasceu em Praga, Áustria-Hungria (atual República Checa), e escrevia em língua alemã.

O conjunto de seus textos— na maioria incompletos e publicados postumamente3 — situa-se entre os mais influentes da literatura ocidental. 
Em obras como a novela A Metamorfose (1915) e romances como O Processo (1925) e O Castelo (1926), retratam indivíduos preocupados com um pesadelo de um mundo impessoal e burocrático.

Família

Kafka nasceu em uma família judia pequeno-burguesa (similar a chamada classe média-alta de hoje) em Praga, capital da Boêmia. Seu pai, Hermann Kafka (1852–1931),5 foi descrito como um "grande empresário egoísta e arrogante" e por Kafka se considerava um "verdadeiro Kafka em força, saúde, apetite, a sonoridade da voz, eloquência, a auto-satisfação, presença de espírito e o conhecimento da natureza humana". Hermann era o quarto filho de Jacob Kafka, um abatedor kosher, e foi a Praga a partir de Osek, um judeu de língua checa, perto da aldeia Písek no sul da Boêmia. Depois de trabalhar como representante de vendas da viagem, ele se estabeleceu como varejista independente de homens e mulheres de bens de fantasia e acessórios, que empregam até 15 pessoas e usando uma gralha (Kavka em checo) como seu logotipo nos negócios. A mãe de Kafka, Julie (1856-1934), era filha de Jakob Löwy, um cervejeiro próspero em Podebrady e foi melhor educada que seu marido.

Franz era o mais velho de seis filhos. Ele tinha dois irmãos mais novos, Georg e Heinrich, que morreram com a idade de 15 meses e 6 meses, respectivamente, antes de Franz completar 7 anos, e três irmãs mais novas: Gabriele ("Elli") (1889-1944), Valerie ("Valli") (1890-1944) e Ottilie ("Ottla") (1892-1943).  Em dias úteis, os pais estavam ausentes em casa. A mãe de Franz ajudou a administrar os negócios do marido e trabalhou neles até 12 horas por dia. As crianças foram criadas em grande parte por uma série de governantas e funcionários. A relação de Kafka com seu pai foi gravemente perturbada, conforme explicado na carta ao seu pai, em que ele se queixou de ser profundamente afetado pelo exigente caráter autoritário deste.
Durante a Segunda Guerra Mundial, as irmãs de Kafka foram enviadas com suas famílias para o Gueto de Lodz e morreram ali em campos de extermínio. Ottla foi enviada para o campo de concentração de Theresienstadt e, em seguida, em 7 de outubro de 1943, para o campo de extermínio de Auschwitz, onde 1.267 crianças e 51 encarregados de educação, incluindo Ottla, morreram asfixiados com gás.
Kafka cresce sob as influências de três culturas: a judaica, a tcheca e a alemã. 

No ano de 1902 conhece Max Brod, seu grande amigo, a quem pedirá, em 1922, que destrua todas as suas obras após sua morte.Em 1903, Kafka tem sua primeira relação sexual, o que lhe deu insegurança por toda a sua vida. Nesse ano também, fez sua primeira visita a um sanatório. Teve vários casos amorosos mal resolvidos, uns por intervenção dos pais das moças, outros por desinteresse próprio. Entre 1914 e 1924, Kafka esteve três vezes perto do casamento. Desistiu sempre. Tentou primeiro por duas ocasiões com Felice Bauer, uma alemã com quem se correspondeu até 1917. A última vez foi com Julie Wohryzek, mais nova do que ele.Kafka falece no dia 3 de junho de 1924 no sanatório Kierling, perto de Klosterneuburg na Áustria. A causa oficial da sua morte foi insuficiência cardíaca, apesar de sofrer de tuberculose desde 1917.

 EducaçãoFicheiro:Kafka5jahre.jpg

Kafka aprendeu alemão como sua primeira língua, contudo era quase fluente em tcheco. Considerava-se incapaz nos estudos, tanto que em uma carta a Felice Bauer declarou que não acreditava que conseguiria concluir o ensino médio. No momento de escolher a carreira, optou pelo curso de Filosofia, no entanto foi impedido pelo seu pai, com quem não tinha uma relação de afetividade. Tendo de decidir entre Química e Direito, Franz opta pela faculdade de Química junto com seu grande amigo Max Brod. Permanece 15 dias no curso e desiste, entrando de vez para a faculdade de Direito, que será tema de boa parte de suas obras. Formado em Direito em 1906, trabalhou como advogado a princípio na companhia particular Assicurazioni Generali e depois na semiestatal Instituto de Seguros contra Acidentes do Trabalho. Solitário, com a vida afetiva marcada por irresoluções e frustrações, Kafka atingiu pouca fama com seus livros, na maioria editados postumamente. Mesmo assim era respeitado nos círculos de literatura que frequentava.


Obra
A Metamorfose (novela escrita em 1912 em uma noite em claro conforme descreve, e publicado em 1915) narra o caso de Gregor Samsa, que após acordar de um pesadelo, vê seu corpo transformado em um inseto daninho. Conforme a história se desenvolve o filho se vê inferiorizado com relação a figura paterna. Franz Kafka trata da condição humana, da humilhação, com uma linguagem rica em ironias e metáforas, e que se aprofunda nas relações de poder dentro do ambito familiar. Um conflito similar entre pai e filho ocorre em O Veredicto, nesta história dedicada a Felice Bauer, o pai exerce o papel de juiz diante do filho. Mas é em Carta ao Pai que a relação com seu pai é exposta de maneira chocante e em detalhes. A Carta ao Pai foi escrita em 1919, mas nunca chegou a ser enviada a seu pai, embora houvesse cogitado como revela em carta a Milena Jesenská. O Processo (1925) é um romance, que conta o caso de Josef K., ele se encontra envolto a um nebuloso processo sobre um crime que lhe é desconhecido. A condição humana e sua relação nesta obra, já ultrapassa a dimensão da família, e passa a englobar as relações de dominio do Estado sobre o indivíduo. Em O Castelo (1926), o agrimensor K. é convidado a exercer sua atividade a convite dos senhores de um castelo, mas ao lá chegar é recepcionado com espanto pelos aldeões, ao mesmo tempo em que o acesso ao castelo se torna mais e mais distante. Em A Construção, uma de suas ultimas obras, retrata o medo absurdo de uma criatura, e todas as precauções para manter sua vida preservada diante de um perigo que se aproxima de modo inevitável. 

O livro A Colônia Penal (1914) fala sobre uma máquina que tem o poder de executar sentenças. Trata-se de uma história absurda sobre uma Colônia que usa esta máquina para torturar e matar pessoas, sem que estas sequer saibam o porquê de sua morte. O livro é uma crítica aos sistemas despóticos de poder.9 Essas quatro obras-primas definem não apenas boa parte do que se conhece até hoje como "literatura moderna", mas o próprio carácter do século: kafkiano.Autor de várias colectâneas de contos, Kafka escreveu também a avassaladora Carta ao Pai (1919) e centenas de páginas de diários. Deixou inacabado o romance Amerika e mesmo alguns capítulos de O Processo - cujos capítulos foram escritos sem ordem cronológica da obra e há controvérsias se a edição oficial do livro é a definitiva - também ficaram inacabados.Kafka morreu num sanatório perto de Viena, onde se internou com tuberculose. Desde então, seu legado - resgatado pelo amigo Max Brod - exerce enorme influência na literatura mundial.

 Espólio

Em 2012, depois de anos de disputa, a colecção de documentos, que inclui inéditos e documentos pessoais de Franz Kafka e Max Brod vai ser entregue à Biblioteca Nacional de Israel. A decisão do tribunal de Tel Aviv obriga as filhas da antiga secretária de Brod a devolverem o espólio.
Tudo começou logo após a morte de Kafka em 1924, quando o amigo e testamenteiro literário Max Brod, também escritor, jornalista e compositor, não queimou manuscritos, diários e cartas e tudo o que restava, como era a última vontade do escritor.
Max Brod emigrou para a Palestina em 1939 fugindo à perseguição nazi, dando instruções a Esther Hoffe, secretária e amante, que quando morresse todos os documentos fossem depositados na Biblioteca Nacional de Jerusalém. O que nunca viria a acontecer.

Brod morreu em 1968 e Esther Hoffe não respeitou o pedido e ficou com o espólio.Em 1998 decidiu levar a leilão o manuscrito de O Processo, que viria a ser adquirido, pelo equivalente a cerca de milhão e meio de euros, pelo Ministério da Cultura alemão, ficando depositado na Biblioteca de Marbach am Neckar, uma pequena cidade no Sul do país, no estado de Baden-Württemberg, a uns 35 km de Estugarda.Esther, que morreu em 2007, decidiu deixar às filhas o espólio de Kafka. Após a morte da mãe, em 2007, Eva e Ruth quiseram fazer valer os direitos também sobre parte daquele patrimônio que entretanto foi descoberto no apartamento de Esther, em Tel Aviv.Foi nessa altura que o Estado de Israel decidiu intervir, reivindicando o espólio para a Biblioteca Nacional de Jerusalém. Soube-se então que outra parte do espólio estava depositado, desde há várias décadas e ainda por iniciativa de Max Brod, num banco na Suíça.

Estilo literário

A escrita de Kafka é marcada pelo seu tom despegado, imparcial, atenciosa ao menor detalhe, e abrange os temas da alienação e perseguição. Os seus trabalhos mais conhecidos são as pequenas histórias A Metamorfose, Um artista da fome e os romances O Processo, América e O Castelo. Os seus contos são julgados como verdadeiros e realistas, em contato com o homem do século XXI, pois os personagens kafkianos sofrem de conflitos existenciais, como o homem de hoje. No mundo kafkiano, os personagens não sabem que rumo podem tomar, não sabem dos objetivos da sua vida, questionam seriamente a existência e acabam sós, diante de uma situação que não planejaram, pois todos os acontecimentos se viraram contra eles, não lhes oferecendo a oportunidade de se aproveitar da situação e, muitas vezes, nem mesmo de sair dela. Por isso, a temática da solidão como fuga, a paranoia e os delírios de influência estão muito ligados à obra kafkiana, sendo comum a existência de personagens secundários que espiam, e conspiram contra o protagonista das histórias de Kafka (geralmente homens, à exceção de alguns contos onde aparecem animais e raros onde a personagem principal é uma mulher). No fundo, estes protagonistas não são mais que projecções do próprio Kafka, onde ele expõe os seus medos, a sua angústia perante o mundo, a sua solidão interior, sua problemática em lidar com a família e o círculo social.

Livros e contos 

Cenas de um Casamento no Campo (1907)
Considerações (1908)
Aeroplano em Brescia (1909)
Amerika (1910, 1927)
O Veredicto (1912)
A Metamorfose (1912, 1915)
A Sentença (1912, 1916)
Meditação (1913)
Contemplação: O Foguista (1913)
Diante da Lei (1914, 1915)
A Colônia Penal (1914, 1919)
O Processo (1914, 1925)
Um Relatório para a Academia (1917)
A Preocupação de um Pai de Família (1917)
A Muralha da China (1917, 1931)
Carta ao Pai (1919)
Um Médico Rural (1919)
Poseidon (1920)
Noites (1920)
Sobre a Questão das Leis (1920)
Primeiro Sofrimento (1921)
Cartas a Milena (1920, 1923)
Investigações de um Cão (1922)
Um Artista da Fome (1922, 1924)
O Castelo (1922, 1926)
Uma Pequena Mulher (1923)
A Construção (1923)
Josefina, a Cantora ou O Povo dos Ratos (1924)
Sonhos
Filmes inspirados em Kafka

The Trial - Orson Welles (1962)
The Castle - Rudolph Noelte (1968)
Informe para una academia - Carles Mira (1975)
The metamorphosis of Mr. Samsa - Caroline Leaf (1977)
Informe per a una acadèmia - Quim Masó (1989)
Kafka - Steven Soderbergh (1991)
The Metamorphosis of Franz Kafka - Carlos Atanes (1993)
Amerika - Vladimir Michalek (1994)
Das Schloss - Michael Haneke (1996)
La metamorfosis - Josefina Molina (1996)
The Trial - David Hugh Jones (1993)
Metamorfosis - Fran Estévez (2004)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 22:44

Marvel Spotlight(CAPAS E HISTORICO)

Terça-feira, 16.07.13

Marvel Spotlight
Marvel Spotlight es el nombre de varias series de comic book publicadas por Marvel Comics como un medio de probar nuevos personajes. La primera serie duró 33 números desde noviembre de 1971 a abril de 1977; la segunda, 11 desde julio de 1979 a marzo de 1981.
Muchos personajes de Marvel Comics que posteriormente obtuvieron su propia cabecera aparecieron por primera vez en la primera serie de Marvel Spotlight, incluyendo Ghost Rider, Spider-Woman, Werewolf by Night, y el Hijo de Satán.
En diciembre de 2005, la cabecera de Marvel Spotlight fue usada para series de revistas tamaño comic book, presentando habitualmente perfiles y entrevistas con creadores de Marvel (un guionista y un dibujante en cada número), o expondiendo proyectos especial de Marvel como The Dark Tower de Stephen King.
En julio de 2009, Marvel Spotlight retornó como una serie.




Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 19:41

Marvel Spotlight(CAPAS E HISTORICO)

Terça-feira, 16.07.13

Marvel Spotlight
Marvel Spotlight es el nombre de varias series de comic book publicadas por Marvel Comics como un medio de probar nuevos personajes. La primera serie duró 33 números desde noviembre de 1971 a abril de 1977; la segunda, 11 desde julio de 1979 a marzo de 1981.
Muchos personajes de Marvel Comics que posteriormente obtuvieron su propia cabecera aparecieron por primera vez en la primera serie de Marvel Spotlight, incluyendo Ghost Rider, Spider-Woman, Werewolf by Night, y el Hijo de Satán.
En diciembre de 2005, la cabecera de Marvel Spotlight fue usada para series de revistas tamaño comic book, presentando habitualmente perfiles y entrevistas con creadores de Marvel (un guionista y un dibujante en cada número), o expondiendo proyectos especial de Marvel como The Dark Tower de Stephen King.
En julio de 2009, Marvel Spotlight retornó como una serie.




Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 19:41

Pesadelo (revista em quadrinhos)(as capas )

Terça-feira, 16.07.13
pesadelo-edicoes-variadas-vecchi-1980-1982_MLB-F-3692875643_012013 - 911x723px
 Pesadelo (revista em quadrinhos)
Pesadelo ou PESADELO foi uma revista em quadrinhos da extinta editora carioca Vecchi que circulou nas bancas brasileiras no início da década de 1980.
pesadelo-ns-1-ao-11-coleco-completa-editora-vecchi-1980_MLB-F-226264225_921 - Cópia (2) - 1048x621px
Com temática terror, cada edição tinha, em média, 160 páginas de histórias, sendo todas em preto e branco. Ao todo foram lançadas em banca onze números, entre julho de 1980 a novembro de 1982.  Ota que trabalhava na Vecchi à época era o editor, permanecendo como um editor na Pesadelo até o número 10 (penúltimo número),  ele também exercicia o mesmo cargo na Spektro, revista carro-chefe de horror da casa.
Nos primeiros números Pesadelo publicou algum material estrangeiro das editoras estado-unidenses Charlton Publications e da Atlas Comics.A revista era publicada em formatinho. A Editora Vecchi entrou em processo de falência em 1982 decretando o fim de Pesadelo, Spektro e as demais revistas da editora, como Tex (que passou para outra editora, a RGE).
pesadelo-ns-1-ao-11-coleco-completa-editora-vecchi-1980_MLB-F-226264225_7618 - 1054x796px
Informações básicas 

Período de circulação comercial:
Periodicidade: indeterminada (atrasos era uma constante; às vezes a revista era mensal, às vezes bimestral, chegando até mesmo a ser por algumas vezes trimestral).
Preço: oscilava bastante devido à inflação.
Slogan(s): Cuidado! Você vai cair nas garras do Pesadelo (2)
Não há como escapar do Pesadelo (3)
Você nunca mais vai acordar depois do Pesadelo (4)
Prepara-se para entrar em mais um…Pesadelo (5)
Você está perdido! Chegou mais um…Pesadelo (6)
001 (11) - 580x873px
20130701-002 - 700x1036px
Proposta 
A revista pretendia atinjir um terror diferenciado, mais real, mais próximo do leitor. No primeiro número dizia no editorial da revista:De início, ela não se pretende uma nova revista de terror, mas sim uma revista com um novo terror - aquele tão comum em nossos dias e tão presente à nossa volta. Um terror psicológico, que nasce nos intrincados labirintos que é a mente e transborda em noites de sono profundo, caracterizando o que tão descontraidamente chamamos de paranóia.— Editor
O quadrinista mineiro Olendino (Mendes), um dos autores mais elogiados de PESADELO, afirmou ao prestigiado sítio de quadrinhos Universo HQ:
A idéia por trás da criação da Pesadelo era que se desenvolvesse nela um tipo de terror diferenciado, mais psicólogo e culturalmente engajado.    
— Olendino Mendes
20130701-003 - 700x1054px
20130701-004 - 700x980px
 Séries famosas 
Cadernos de um suicida: Mariana encotra em Santa Teresa um estranho caderno de um roteirista de HQs (presente nos números 7, ), com desenhos de Ofeliano de Almeida;
Jornalista Jonas Beltron (também presente em SPEKTRO), quadrinizada por Júlio Shimamoto (presente nos números 4, 7,)
Saga do Marciano, que visitou o planeta Terra a procura de "aventuras sexuais" e teve um filho, o qual se meteu em encrencas. Desenhado por Colin.
                                 Adaptações literárias 
Na 1ª edição houve uma adaptação, desenhada por Luiz Saidenberg de E.T.A. Hoffmann, O Homem da Areia de 1817.
20130701-005 - 700x964px
20130701-006 - 700x1000px
 Capas  

Pesadelo 1: César Lobo
Pesadelo 2: Elmano "Mano" Silva
Pesadelo 3:
Pesadelo 4:
Pesadelo 5:
Pesadelo 6:
Pesadelo 7:
Pesadelo 8: Júlio "Shima" Shimamoto
Pesadelo 9: Schiaffino
Pesadelo 10: Ofeliano
Pesadelo 11: Lobo
20130701-007 - 700x1003px
20130701-008 - 700x992px

                                     Autores 

Contava com trabalhos de autores prestigiados, tanto desenhistas quanto roteiristias, na meio de histórias em quadrinhos brasileiros, sobretudo no que diz respeito a quadrinhos de horror. Destaque para Shimamoto, Elmano Silva ("Mano"), Watson Portela, Flavio Colin, Luiz Saidenber, Mauro Mallet, E.C. Nickel, Fernando Bonini, Zenival, Vilachã, Olendino Mendes, César Lobo, Sayro Mallet, Ofeliano, Ivan Jaf entre outros.
Além de autores nacionais (a quase totalidade da revista era de autores brasileiros), a Pesadelo também publicou trabalhos de estranheiros, como do consagrado Steve Ditko,4 Ton Sutton, entre outros.
  Censura 

Apesar dos arstistas gozarem de liberdade arstística, ocorreu um fato recorrente em publicações na época, a chamada censura prévia
20130701-009 - 700x983px
20130701-010 - 700x989px
20130701-011 - 700x983px
pesadelo-ns-1-ao-11-coleco-completa-editora-vecchi-1980_MLB-F-226264225_921 - 1200x900px

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 19:36

Pesadelo (revista em quadrinhos)(as capas )

Terça-feira, 16.07.13
pesadelo-edicoes-variadas-vecchi-1980-1982_MLB-F-3692875643_012013 - 911x723px
 Pesadelo (revista em quadrinhos)
Pesadelo ou PESADELO foi uma revista em quadrinhos da extinta editora carioca Vecchi que circulou nas bancas brasileiras no início da década de 1980.
pesadelo-ns-1-ao-11-coleco-completa-editora-vecchi-1980_MLB-F-226264225_921 - Cópia (2) - 1048x621px
Com temática terror, cada edição tinha, em média, 160 páginas de histórias, sendo todas em preto e branco. Ao todo foram lançadas em banca onze números, entre julho de 1980 a novembro de 1982.  Ota que trabalhava na Vecchi à época era o editor, permanecendo como um editor na Pesadelo até o número 10 (penúltimo número),  ele também exercicia o mesmo cargo na Spektro, revista carro-chefe de horror da casa.
Nos primeiros números Pesadelo publicou algum material estrangeiro das editoras estado-unidenses Charlton Publications e da Atlas Comics.A revista era publicada em formatinho. A Editora Vecchi entrou em processo de falência em 1982 decretando o fim de Pesadelo, Spektro e as demais revistas da editora, como Tex (que passou para outra editora, a RGE).
pesadelo-ns-1-ao-11-coleco-completa-editora-vecchi-1980_MLB-F-226264225_7618 - 1054x796px
Informações básicas 

Período de circulação comercial:
Periodicidade: indeterminada (atrasos era uma constante; às vezes a revista era mensal, às vezes bimestral, chegando até mesmo a ser por algumas vezes trimestral).
Preço: oscilava bastante devido à inflação.
Slogan(s): Cuidado! Você vai cair nas garras do Pesadelo (2)
Não há como escapar do Pesadelo (3)
Você nunca mais vai acordar depois do Pesadelo (4)
Prepara-se para entrar em mais um…Pesadelo (5)
Você está perdido! Chegou mais um…Pesadelo (6)
001 (11) - 580x873px
20130701-002 - 700x1036px
Proposta 
A revista pretendia atinjir um terror diferenciado, mais real, mais próximo do leitor. No primeiro número dizia no editorial da revista:De início, ela não se pretende uma nova revista de terror, mas sim uma revista com um novo terror - aquele tão comum em nossos dias e tão presente à nossa volta. Um terror psicológico, que nasce nos intrincados labirintos que é a mente e transborda em noites de sono profundo, caracterizando o que tão descontraidamente chamamos de paranóia.— Editor
O quadrinista mineiro Olendino (Mendes), um dos autores mais elogiados de PESADELO, afirmou ao prestigiado sítio de quadrinhos Universo HQ:
A idéia por trás da criação da Pesadelo era que se desenvolvesse nela um tipo de terror diferenciado, mais psicólogo e culturalmente engajado.    
— Olendino Mendes
20130701-003 - 700x1054px
20130701-004 - 700x980px
 Séries famosas 
Cadernos de um suicida: Mariana encotra em Santa Teresa um estranho caderno de um roteirista de HQs (presente nos números 7, ), com desenhos de Ofeliano de Almeida;
Jornalista Jonas Beltron (também presente em SPEKTRO), quadrinizada por Júlio Shimamoto (presente nos números 4, 7,)
Saga do Marciano, que visitou o planeta Terra a procura de "aventuras sexuais" e teve um filho, o qual se meteu em encrencas. Desenhado por Colin.
                                 Adaptações literárias 
Na 1ª edição houve uma adaptação, desenhada por Luiz Saidenberg de E.T.A. Hoffmann, O Homem da Areia de 1817.
20130701-005 - 700x964px
20130701-006 - 700x1000px
 Capas  

Pesadelo 1: César Lobo
Pesadelo 2: Elmano "Mano" Silva
Pesadelo 3:
Pesadelo 4:
Pesadelo 5:
Pesadelo 6:
Pesadelo 7:
Pesadelo 8: Júlio "Shima" Shimamoto
Pesadelo 9: Schiaffino
Pesadelo 10: Ofeliano
Pesadelo 11: Lobo
20130701-007 - 700x1003px
20130701-008 - 700x992px

                                     Autores 

Contava com trabalhos de autores prestigiados, tanto desenhistas quanto roteiristias, na meio de histórias em quadrinhos brasileiros, sobretudo no que diz respeito a quadrinhos de horror. Destaque para Shimamoto, Elmano Silva ("Mano"), Watson Portela, Flavio Colin, Luiz Saidenber, Mauro Mallet, E.C. Nickel, Fernando Bonini, Zenival, Vilachã, Olendino Mendes, César Lobo, Sayro Mallet, Ofeliano, Ivan Jaf entre outros.
Além de autores nacionais (a quase totalidade da revista era de autores brasileiros), a Pesadelo também publicou trabalhos de estranheiros, como do consagrado Steve Ditko,4 Ton Sutton, entre outros.
  Censura 

Apesar dos arstistas gozarem de liberdade arstística, ocorreu um fato recorrente em publicações na época, a chamada censura prévia
20130701-009 - 700x983px
20130701-010 - 700x989px
20130701-011 - 700x983px
pesadelo-ns-1-ao-11-coleco-completa-editora-vecchi-1980_MLB-F-226264225_921 - 1200x900px

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 19:36

Abigail de Andrade( pintora)

Terça-feira, 16.07.13

Abigail de Andrade pintora
Abigail de Andrade (Vassouras, 1864 — Paris, ?) foi uma pintora e desenhista brasileira, premiada com a medalha de ouro por trabalhos expostos no Salão Imperial de 1884.

Biografia  

Levantou-se muito pouco sobre a vida dessa pintora fluminense.Sabe-se porém, que, aos 18 anos, em março de 1882, participou da primeira exposição organizada pela Sociedade Propagadora das Belas Artes, concorrendo na seção de desenhos com meia duzia de trabalhos, tendo a crítica louvado a excelente qualidade deles. Sabe-se que estudou no Liceu de Artes e Ofícios e que foi aluna de Angelo Agostini e de Joaquim José Insley Pacheco.

Na Exposição Geral de 1884 
Expôs na Exposição Geral de Belas Artes, no ano de 1884, numa época em que as mulheres eram estimuladas a procurar a pintura e o desenho apenas como amadoras e por puro passatempo. O famoso crítico de arte Gonzaga Duque escreveu que Abigail de Andrade, ao contrário das demais pintoras de seu tempo e enfrentando o preconceito existente contra as mulheres, fez da pintura a sua profissão.



Abigail de Andrade (1864-ca 1890)-'a corner of my studio (um canto do meu atelier)-oil on canvas-1884    Private collection

Nessa Exposição, a última, a maior e a mais brilhante que se realizou no Segundo Reinado, Abigail participou na seção de pintura, apresentando quatorze trabalhos: quatro óleos representando cenas do cotidiano, dois retratos, três cópias e cinco estudos de desenho. Apesar de estreante, Abigail de Andrade foi premiada com a "Primeira Medalha de Ouro", láurea que dividiu com Thomas Georg Driendl, Giovanni Battista Castagneto e Georg Grimm. Pelo renome de seus companheiros de premiação, jamais poderia ter exposto trabalhos medíocres. Dois óleos, dentre o total da obra apresentada destacavam-se e foram eles que geraram o cobiçado prêmio: Cesto de compras e Um canto do meu ateliê.

 Exposições Individuais 
No ano de 1886 promoveu duas exposições individuais no Rio de Janeiro. A primeira realizou-se na Casa Vicitas e a segunda na Casa Costrejean.

                                     Trágico romance e morte prematura 
A artista é também lembrada pelo trágico envolvimento amoroso com seu professor, Angelo Agostini,  homem casado e artista respeitado e influente na época. Foi um tremendo escândalo. Abigail engravidou deste em 1888 e, devido ao preconceito da sociedade, teve que refugiar-se com o professor em Paris, levando consigo a pequena Angelina Agostini, que viria a ser, também, uma artista consagrada. Na capital francesa, perdeu o segundo filho após o parto, e morreu logo a seguir.
                                                      Obra 
É diminuto o número de trabalhos atualmente conhecidos da pintora Abigail. Deve ter produzido muito pouco, sendo que seus trabalhos estão datados entre os anos de 1881 a 1889. Certamente não pintou mais do que cinquenta quadros, numa avaliação otimista, e como se sabe da existência de um número muito menor do que esta estimativa, pode-se considerar que outras obras estão perdidas ou incógnitas na casa de seus proprietários ou de pequenos colecionadores.
Ficheiro:Abigail de Andrade, 1888, Estrada do Mundo Novo com Pão de Açúcar ao Fundo.jpg
Em 1947, Carlos da Silva Araújo, em artigo publicado no Boletim de Belas Artes intitulado "Angelo Agostini e o Salão de 1884" reproduz o Cesto de Compras em desenho de Agostini e lamentava nunca ter deparado com o nome e a obra de Abigail em livros, catálogos ou revistas.
A revelação pública da obra de Abigail de Andrade só viria a acontecer em 1989 com o aparecimento do livro "150 Anos de Pintura no Brasil" que traz, em cores, a reprodução de três óleos da pintora pertencentes à famosa coleção do advogado carioca Sérgio Fadel.
A segunda surpresa estaria presente na original exposição Mulheres Pintoras promovida pela Sociarte - Sociedade dos Amigos da Arte de São Paulo em parceria com a Pinacoteca do Estado e realizada nos meses de agosto a outubro de 2004. Entre os trabalhos expostos, chamava a atenção um quadro pequeno, um óleo de 34 x 23 cm., assinado por Abigail, pertencente ao colecionador Francisco Asclépio Barroso Aguiar de Salvador. Denominava-se o quadrinho No Ateliê , datado de 1881. Este quadrinho não era o mesmo apresentado pela pintora, no Salão de 1884, com o título Um Canto do meu Ateliê apesar da quase identidade dos títulos de ambos.No mesmo ano de 2004, puderam os amadores das artes plásticas conhecer novas obras de Abigail de Andrade quando veio à luz um luxuoso volume de autoria de Alexei Bueno intitulado O Brasil do Século XIX na Coleção Fadel .


Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 19:30








comentários recentes




subscrever feeds