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O JUDOKA(O HEROI BRASILEIRO DA EBAL)

Quarta-feira, 24.07.13
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 O JudokaO JUDOKA(O HEROI BRASILEIRO DA EBAL)
O Judoka foi o nome uma revista em quadrinhos da Editora EBAL publicada entre 1969 e 1973, incialmente a revista era estrelada pelo Mestre Judoca, personagem da Charlton Comics (atualmente pertencente a DC Comics), porém a revista original do Mestre Judoka da Charlton Comics foi cancelada nos EUA no sexto volume, a solução sugerida por Adolfo Aizen foi a criação de uma nova série de história em quadrinhos criada por Pedro Anísio e Eduardo Baron.
O Judoka, # 07 - 799x1158px
Semelhante ao que aconteceu no Reino Unido, quando a editora Fawcett Comics cancelou o Capitão Marvel, a editora britânica L. Miller & Sons,Ltd pediu ao quadrinista Mick Anglo que criasse o Marvelman (depois renomeado como Miracleman)
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O Judoka Brasileiro

A origem do Judoka é similar a do Mestre Judoca da Charlton, Carlos da Silva é um jovem que salva um senhor de ser atropelado por um caminhão, logo descobre que esse homem é o mestre em judô Minamoto, que em agradecimento decide lhe ensinar as técnicas do judô, Carlos se torna o Judoka, com o tempo Lúcia, namorada do herói também passou a treinar Judô e lutar a seu lado. Em maio de 1970, o Judoka e sua namorada Lúcia aparecem na edição especial da Epopéia, intitulada "Chamada Geral", a revista comemorátiva dos 25 anos da EBAL apresenta um crossover entre vários personagens publicados pela EBAL desde sua fundação, essa foi a única vez que Eugênio Colonnese desenhou esses personagens.
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Em 1973, O Judoka ganhou uma adaptação cinematográfica estrelada por Pedro Aguinaga (Carlos) e Elizângela (Lúcia).O nome Judoka foi usado em no título Dragão do Kung Fu (que traziam a frase O Judoka Apresenta O Dragão do Kung-Fu em formatinho)  , revista que trazia histórias das revista Richard Dragon, Kung Fu Fighter! da DC Comics  .Apesar disso, a personagem nunca mais teve histórias publicadas pela editora  .

ScreenHunter_01 Jul. 24 22.11 - 647x557pxScreenHunter_02 Jul. 24 22.11 - 390x545px

Após perdar a licença das histórias de Shang Chi, O Mestre do Kung Fu da Marvel Comics (que passaram a ser publicadas pela Bloch Editores), a EBAL usou a mesma estratégia usada com o Judoka, criou Kung Fu, uma personagem inspirado nas feições do ator David Carradine (estrela da série Kung Fu e que serviu de modelo para as feições de Shang Chi, depois mudadas para as feições do ator chines Bruce Lee)  e roupas similares as de Shang Chi  .Assim como o Judoka, após o término da revista homônima, Kung Fu não teve mais histórias publicadas

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Judoka pag 31 - 750x1116pxjudoka - 600x844px

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publicado por duronaqueda às 22:44

O JUDOKA(O HEROI BRASILEIRO DA EBAL)

Quarta-feira, 24.07.13
Judoka08 - 600x913px
 O JudokaO JUDOKA(O HEROI BRASILEIRO DA EBAL)
O Judoka foi o nome uma revista em quadrinhos da Editora EBAL publicada entre 1969 e 1973, incialmente a revista era estrelada pelo Mestre Judoca, personagem da Charlton Comics (atualmente pertencente a DC Comics), porém a revista original do Mestre Judoka da Charlton Comics foi cancelada nos EUA no sexto volume, a solução sugerida por Adolfo Aizen foi a criação de uma nova série de história em quadrinhos criada por Pedro Anísio e Eduardo Baron.
O Judoka, # 07 - 799x1158px
Semelhante ao que aconteceu no Reino Unido, quando a editora Fawcett Comics cancelou o Capitão Marvel, a editora britânica L. Miller & Sons,Ltd pediu ao quadrinista Mick Anglo que criasse o Marvelman (depois renomeado como Miracleman)
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O Judoka Brasileiro

A origem do Judoka é similar a do Mestre Judoca da Charlton, Carlos da Silva é um jovem que salva um senhor de ser atropelado por um caminhão, logo descobre que esse homem é o mestre em judô Minamoto, que em agradecimento decide lhe ensinar as técnicas do judô, Carlos se torna o Judoka, com o tempo Lúcia, namorada do herói também passou a treinar Judô e lutar a seu lado. Em maio de 1970, o Judoka e sua namorada Lúcia aparecem na edição especial da Epopéia, intitulada "Chamada Geral", a revista comemorátiva dos 25 anos da EBAL apresenta um crossover entre vários personagens publicados pela EBAL desde sua fundação, essa foi a única vez que Eugênio Colonnese desenhou esses personagens.
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Em 1973, O Judoka ganhou uma adaptação cinematográfica estrelada por Pedro Aguinaga (Carlos) e Elizângela (Lúcia).O nome Judoka foi usado em no título Dragão do Kung Fu (que traziam a frase O Judoka Apresenta O Dragão do Kung-Fu em formatinho)  , revista que trazia histórias das revista Richard Dragon, Kung Fu Fighter! da DC Comics  .Apesar disso, a personagem nunca mais teve histórias publicadas pela editora  .

ScreenHunter_01 Jul. 24 22.11 - 647x557pxScreenHunter_02 Jul. 24 22.11 - 390x545px

Após perdar a licença das histórias de Shang Chi, O Mestre do Kung Fu da Marvel Comics (que passaram a ser publicadas pela Bloch Editores), a EBAL usou a mesma estratégia usada com o Judoka, criou Kung Fu, uma personagem inspirado nas feições do ator David Carradine (estrela da série Kung Fu e que serviu de modelo para as feições de Shang Chi, depois mudadas para as feições do ator chines Bruce Lee)  e roupas similares as de Shang Chi  .Assim como o Judoka, após o término da revista homônima, Kung Fu não teve mais histórias publicadas

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publicado por duronaqueda às 22:44

JJnah Hex((historico Do Personagen)

Quarta-feira, 24.07.13
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 Jonah Hex
Jonah Hex é um personagem fictício de quadrinhos do gênero Western. Criado por John Albano e Tony DeZuniga, seus direitos pertencem a DC Comics. Ele apareceu pela primeira vez em All-Star Western #10, 1972.
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Jonah Woodson Hex é um pistoleiro caçador de recompensas. Do tipo anti-herói, sua face direita é assustadoramente deformada, o que o leva a se isolar do convívio das pessoas. Ele usa um uniforme dos soldados confederados (Guerra Civil Americana), o que o torna ainda um figura desagradável para seus conterrâneos nortistas que venceram a guerra.

Hex possui uma postura cínica, similar ao Pistoleiro sem nome, e sua roupa confederada lembra Josey Wales, ambos conhecidos personagens de filmes de Western interpretados por Clint Eastwood nos anos 60/70. O cowboy Wales, que surgiu no cinema em 1976, também lembra Hex por ter uma cicatriz no rosto, em decorrência de ter sido golpeado por uma espada de um vilão anti-sulista.
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Jonah é filho de prostituta, luta contra o alcoolismo e viajou por toda a América (inclusive Latina) e chegou até a China. Foi casado e teve um filho. Foi desfigurado por um chefe Apache, que usou uma machadinha em brasa para fazer em seu rosto "A marca do demônio". Isso foi uma punição por Jonah ter quebrado a Lei Apache e usado uma arma diferente da permitida(ele esfaqueou seu oponente em uma luta, quando a lei da tribo só permitia o uso da machadinha). Segundo o chefe que o condenara a tal deformidade, isso foi feito apenas em um lado de seu rosto para mostrar a todos que o encontrassem que ele era uma pessoa dúbia, metade boa e metade perversa. Em 1904 Jonah é morto durante um jogo de cartas (antes disso, ele foi transportado ao futuro para uma série de aventuras de ficção científica).
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 A Apresentação

As histórias originais eram sempre iniciadas por uma apresentação criada por John Albano:

"Ele foi herói para uns, vilão para outros. E por onde passava, as pessoas pronunciavam seu nome em murmúrios. Não tinha amigos, esse tal Jonah Hex... Mas possuia duas companhias constantes: Uma, era a própria Morte... A outra, o cheiro acre da fumaça das balas dos revóveres."
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 Vilões

Como vilões Hex enfrenta principalmente Quentin Turnbull. É o pai do melhor amigo de Hex, Jeb Turnbull. Quentin culpa o pistoleiro pela morte do filho na Guerra Civil. Ele é um ator que se denomina Camaleão, e usa seus disfarces para tentar se vingar de Hex.

Outro inimigo é El Papagayo, um bandido mexicano. Na primeira história, Hex, enganado pelo Camaleão, se infiltrou no bando do mexicano para prendê-lo. Depois disso os dois voltariam a se defrontar várias vezes.
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 Reformulação Pós-Crise Nas Infinitas Terras
Hex é enviado para um futuro pós-apocalíptico onde violentas gangues de motoqueiros se movem por desertos. Essa visão distópica foi inspirada série cinematográfica Mad Max.
Em sua primeira aventura, o pistoleiro toma o traje do líder de uma das gangues para se proteger de chuva ácida, algo frequente nessa época, deixando o antigo dono para morrer. Hex passa usar essa roupa (preta, com detalhes brancos e um capuz) e a "cavalgar" uma motocicleta.Esta nova série, chamada apenas de Hex, teve 18 números. Nunca foi mostrado como Jonah volta para o passado, mas na última edição publicada a máquina do tempo que o trouxe foi destruída. Apenas parte da série foi publicada no Brasil.
jonah_hex_motion_comic_dvd_by_bruno_sathler-d34jan9 - 900x614px
Cronologia
Algumas datas da história de Hex, colhidas em referências nas diversas aventuras:
1 de novembro de 1838: Jonah nasce
Junho de 1848: A mãe de Jonah foge com um vendedor
1853: Jonah salva o chefe de uma tribo de um puma. O chefe em gratidão adota Jonah como seu segundo filho.
1854: Jonah é traido por seu irmão e capturado por escravistas. Ao conseguir escapar, ele não retorna a tribo.
1859: Jonah fica noivo de Cassie Wainwright, mas ela morre num ataque de índios
1863: Jonah se rende as forças da União em Fort Charlotte.O pelotão de Jonah é capturado e massacrado durante uma tentativa de fuga (episódio similar mostrado em The Outlaw Josey Wales). Jonah é acusado de traição pelos companheiros.
1866: Jonah encontra seu irmão índio e o confronta em uma luta de machadinhas. Jonah mata seu irmão, mas é punido pelos outros índios que desfiguram sua face.
1875: Jonah casa com Mei Ling e promete deixar de ser um caçador de recompensas e pistoleiro.
1876: Nasce o filho de Jonah, Jason. Um mês depois Mei Ling pega Jason e deixa Jonah.
1904: Jonah é morto por George Barrow, que atira covardemente nele quando jogava cartas e limpava seus óculos, já com idade avançada.

Josh-Brollin-as-Jonah-Hex-dc-comics-6531461-470-838 - 470x838pxJonahHex - 400x600px

As Diversas Publicações
Jonah Hex apareceu em Crise das Infinitas Terras (revista #3, 1985), junto de outros personagens do Velho Oeste do universo DC (Escalpador, Bat Lash, Falcão da Noite).Depois disso, foi um dos que sofreram reformulação. Em um evento bizarro, ele foi transportado para o século XXI, uma era pós-apocalípticia do tipo Mad Max (algumas histórias foram publicadas pela Editora Abril no Brasil).Jonah Hex apareceu em três mini-séries do selo Vertigo durante os anos 90. Escritas por Joe R. Lansdale, que sempre desejou roteirizar o personagem, e desenhadas por Tim Truman. Elas tendiam para o western-horror; Nelas enfrenta zumbis e espíritos malignos. O visual do personagem foi um pouco alterado: Jonah parece mais com um marginal e andarilho, tem cabelos grandes e usa brincos e o uniforme de confederado ganhou detalhes amarelos.Em 2005 começa uma nova série de Jonah Hex, escrita por Justin Gray e Jimmy Palmiotti, com participação de Luke Ross. Jonah Hex continua a aparecer em várias revistas da DC Comics.
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Curiosidades

Jonah Hex pode ser um possivel antepassado de Bruce Wayne, muito foi especulado sobre o assunto e o mesmo fez uma apariçao na serie animada do homem-morcego, mas levando em consideraçao varias suposiçoes, quando foi assassinado segundo a cronologia o filho de hex teria 28 anos, idade suficiente para procurar o pai e quem sabe vingar a sua morte, por nao ser um pistoleiro Jason poderia ter fugido e mudado de sobrenome

jonah - 600x940pxJonah_Hex_by_Darwyn_Cooke_by_KevinJConley1 - 460x731px

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Lista de Publicações

Como protagonista:
All-Star Western (#10-11; 1972)
Weird Western Tales (#12-14, #16-38; 1972-1977)
Jonah Hex (Vol. 1 #1-92; 1977-1985)
Jonah Hex Spectacular (#1; 1978/Fall)
Hex (#1-18; 1985-1987) (série de ficção científica)
Secret Origins (Vol. 3 #21; 1987/12)
Jonah Hex: Two Gun Mojo (#1-5; 1993)
Jonah Hex: Riders of the Worm and Such (#1-5; 1995)
Jonah Hex: Shadows West (#1-3; 1999)
Jonah Hex (Vol. 2 #1-Present; 2005-Present)

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Como participante:
Batman (#237; 1971/12)
Justice League of America (#159, 160, 198, 199; 1978-1982)
Super Star Holiday Special: DC Special Series (Vol. 4 #21; 1980/Spring)
Comic Reader (#194; 1981/09)
Crisis on Infinite Earths (#3-5; 1985/06)
DC Challenge (#2-3, #11; 1985-1986)
Swamp Thing (#46; 1986/03)
Legion Of Super-Heroes (#23; 1986/06)
Swamp Thing (#85; 1989/04)
Time Masters (#2-3; 1990)
Justice League Europe Annual (#2; 1991/01)
Books of Magic (#4; 1991/02)
Armageddon: Alien Agenda (#3; 1992/01)
Zero Hour (#0; 1994/09)
Green Lantern (#195-196; 1995)
Kingdom Come (#4; 1997)
Unlimited Access (#1; 1997)
Generation Hex (#1; 1997/06)
Jonah Hex, fundido ao personagem Câmara (Jonothon Starsmore, da Geração X),aparece em Amalgam Comics Volume II (DC Comics/Marvel Comics). O resultado é Jono Hex, líder de um grupo de pistoleiros mutantes (na revista Generation Hex #01).
Superboy (#54-55, #71-75; 1998-2000)
Em 1998, uma mulher chamada Hex apareceu em Superboy.
Guns of the Dragon (#3; 1998/12)
The Kingdom (#2; 1998)
The Kents (#8, #10; 1998)
Wild Times: Deathblow (1999/08)
World's Funnest (2000)
Hawkman (#7; 2002/11)
Superman & Batman: Generations (Vol. 3 #8; 2003/10)
The Legion (#29; 2004/03)
Another Nail (#3; 2004/8)
Superman/Batman (#16; 2004/12)
Deadshot (#4; 2005/03)
Superman/Batman (#18; 2005/02)
Infinite Crisis (#6; 2006/04)
Uncle Sam and the Freedom Fighters (#3; 2006/11)
No Brasil as aventuras de Jonah Hex apareceram pela primeira vez na revista "Reis do Faroeste" da EBAL, que depois lançaria a revista própria do personagem, publicada até 1984.
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Adaptações

Ele apareceu em um episódio da série de desenhos animados de Batman: The Animated Series e em outro da Justice League Unlimited.
Foi lançado,em 2010 o filme "Jonah Hex", dirigido por Jimmy Hayward e contando no elenco com Josh Brolin (como Jonah Hex), John Malkovich (como Quentin Turnbull) e Megan Fox. No filme Jonah Hex quase morreu nas mãos de Quentin Turnbull mas retorna da quase morte para se vingar, usando sua incrivel habilidade com armas de fogo e dotado de poderes sobrenaturais.
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publicado por duronaqueda às 18:41

JJnah Hex((historico Do Personagen)

Quarta-feira, 24.07.13
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 Jonah Hex
Jonah Hex é um personagem fictício de quadrinhos do gênero Western. Criado por John Albano e Tony DeZuniga, seus direitos pertencem a DC Comics. Ele apareceu pela primeira vez em All-Star Western #10, 1972.
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Jonah Woodson Hex é um pistoleiro caçador de recompensas. Do tipo anti-herói, sua face direita é assustadoramente deformada, o que o leva a se isolar do convívio das pessoas. Ele usa um uniforme dos soldados confederados (Guerra Civil Americana), o que o torna ainda um figura desagradável para seus conterrâneos nortistas que venceram a guerra.

Hex possui uma postura cínica, similar ao Pistoleiro sem nome, e sua roupa confederada lembra Josey Wales, ambos conhecidos personagens de filmes de Western interpretados por Clint Eastwood nos anos 60/70. O cowboy Wales, que surgiu no cinema em 1976, também lembra Hex por ter uma cicatriz no rosto, em decorrência de ter sido golpeado por uma espada de um vilão anti-sulista.
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Jonah é filho de prostituta, luta contra o alcoolismo e viajou por toda a América (inclusive Latina) e chegou até a China. Foi casado e teve um filho. Foi desfigurado por um chefe Apache, que usou uma machadinha em brasa para fazer em seu rosto "A marca do demônio". Isso foi uma punição por Jonah ter quebrado a Lei Apache e usado uma arma diferente da permitida(ele esfaqueou seu oponente em uma luta, quando a lei da tribo só permitia o uso da machadinha). Segundo o chefe que o condenara a tal deformidade, isso foi feito apenas em um lado de seu rosto para mostrar a todos que o encontrassem que ele era uma pessoa dúbia, metade boa e metade perversa. Em 1904 Jonah é morto durante um jogo de cartas (antes disso, ele foi transportado ao futuro para uma série de aventuras de ficção científica).
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 A Apresentação

As histórias originais eram sempre iniciadas por uma apresentação criada por John Albano:

"Ele foi herói para uns, vilão para outros. E por onde passava, as pessoas pronunciavam seu nome em murmúrios. Não tinha amigos, esse tal Jonah Hex... Mas possuia duas companhias constantes: Uma, era a própria Morte... A outra, o cheiro acre da fumaça das balas dos revóveres."
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 Vilões

Como vilões Hex enfrenta principalmente Quentin Turnbull. É o pai do melhor amigo de Hex, Jeb Turnbull. Quentin culpa o pistoleiro pela morte do filho na Guerra Civil. Ele é um ator que se denomina Camaleão, e usa seus disfarces para tentar se vingar de Hex.

Outro inimigo é El Papagayo, um bandido mexicano. Na primeira história, Hex, enganado pelo Camaleão, se infiltrou no bando do mexicano para prendê-lo. Depois disso os dois voltariam a se defrontar várias vezes.
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 Reformulação Pós-Crise Nas Infinitas Terras
Hex é enviado para um futuro pós-apocalíptico onde violentas gangues de motoqueiros se movem por desertos. Essa visão distópica foi inspirada série cinematográfica Mad Max.
Em sua primeira aventura, o pistoleiro toma o traje do líder de uma das gangues para se proteger de chuva ácida, algo frequente nessa época, deixando o antigo dono para morrer. Hex passa usar essa roupa (preta, com detalhes brancos e um capuz) e a "cavalgar" uma motocicleta.Esta nova série, chamada apenas de Hex, teve 18 números. Nunca foi mostrado como Jonah volta para o passado, mas na última edição publicada a máquina do tempo que o trouxe foi destruída. Apenas parte da série foi publicada no Brasil.
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Cronologia
Algumas datas da história de Hex, colhidas em referências nas diversas aventuras:
1 de novembro de 1838: Jonah nasce
Junho de 1848: A mãe de Jonah foge com um vendedor
1853: Jonah salva o chefe de uma tribo de um puma. O chefe em gratidão adota Jonah como seu segundo filho.
1854: Jonah é traido por seu irmão e capturado por escravistas. Ao conseguir escapar, ele não retorna a tribo.
1859: Jonah fica noivo de Cassie Wainwright, mas ela morre num ataque de índios
1863: Jonah se rende as forças da União em Fort Charlotte.O pelotão de Jonah é capturado e massacrado durante uma tentativa de fuga (episódio similar mostrado em The Outlaw Josey Wales). Jonah é acusado de traição pelos companheiros.
1866: Jonah encontra seu irmão índio e o confronta em uma luta de machadinhas. Jonah mata seu irmão, mas é punido pelos outros índios que desfiguram sua face.
1875: Jonah casa com Mei Ling e promete deixar de ser um caçador de recompensas e pistoleiro.
1876: Nasce o filho de Jonah, Jason. Um mês depois Mei Ling pega Jason e deixa Jonah.
1904: Jonah é morto por George Barrow, que atira covardemente nele quando jogava cartas e limpava seus óculos, já com idade avançada.

Josh-Brollin-as-Jonah-Hex-dc-comics-6531461-470-838 - 470x838pxJonahHex - 400x600px

As Diversas Publicações
Jonah Hex apareceu em Crise das Infinitas Terras (revista #3, 1985), junto de outros personagens do Velho Oeste do universo DC (Escalpador, Bat Lash, Falcão da Noite).Depois disso, foi um dos que sofreram reformulação. Em um evento bizarro, ele foi transportado para o século XXI, uma era pós-apocalípticia do tipo Mad Max (algumas histórias foram publicadas pela Editora Abril no Brasil).Jonah Hex apareceu em três mini-séries do selo Vertigo durante os anos 90. Escritas por Joe R. Lansdale, que sempre desejou roteirizar o personagem, e desenhadas por Tim Truman. Elas tendiam para o western-horror; Nelas enfrenta zumbis e espíritos malignos. O visual do personagem foi um pouco alterado: Jonah parece mais com um marginal e andarilho, tem cabelos grandes e usa brincos e o uniforme de confederado ganhou detalhes amarelos.Em 2005 começa uma nova série de Jonah Hex, escrita por Justin Gray e Jimmy Palmiotti, com participação de Luke Ross. Jonah Hex continua a aparecer em várias revistas da DC Comics.
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Curiosidades

Jonah Hex pode ser um possivel antepassado de Bruce Wayne, muito foi especulado sobre o assunto e o mesmo fez uma apariçao na serie animada do homem-morcego, mas levando em consideraçao varias suposiçoes, quando foi assassinado segundo a cronologia o filho de hex teria 28 anos, idade suficiente para procurar o pai e quem sabe vingar a sua morte, por nao ser um pistoleiro Jason poderia ter fugido e mudado de sobrenome

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Lista de Publicações

Como protagonista:
All-Star Western (#10-11; 1972)
Weird Western Tales (#12-14, #16-38; 1972-1977)
Jonah Hex (Vol. 1 #1-92; 1977-1985)
Jonah Hex Spectacular (#1; 1978/Fall)
Hex (#1-18; 1985-1987) (série de ficção científica)
Secret Origins (Vol. 3 #21; 1987/12)
Jonah Hex: Two Gun Mojo (#1-5; 1993)
Jonah Hex: Riders of the Worm and Such (#1-5; 1995)
Jonah Hex: Shadows West (#1-3; 1999)
Jonah Hex (Vol. 2 #1-Present; 2005-Present)

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Como participante:
Batman (#237; 1971/12)
Justice League of America (#159, 160, 198, 199; 1978-1982)
Super Star Holiday Special: DC Special Series (Vol. 4 #21; 1980/Spring)
Comic Reader (#194; 1981/09)
Crisis on Infinite Earths (#3-5; 1985/06)
DC Challenge (#2-3, #11; 1985-1986)
Swamp Thing (#46; 1986/03)
Legion Of Super-Heroes (#23; 1986/06)
Swamp Thing (#85; 1989/04)
Time Masters (#2-3; 1990)
Justice League Europe Annual (#2; 1991/01)
Books of Magic (#4; 1991/02)
Armageddon: Alien Agenda (#3; 1992/01)
Zero Hour (#0; 1994/09)
Green Lantern (#195-196; 1995)
Kingdom Come (#4; 1997)
Unlimited Access (#1; 1997)
Generation Hex (#1; 1997/06)
Jonah Hex, fundido ao personagem Câmara (Jonothon Starsmore, da Geração X),aparece em Amalgam Comics Volume II (DC Comics/Marvel Comics). O resultado é Jono Hex, líder de um grupo de pistoleiros mutantes (na revista Generation Hex #01).
Superboy (#54-55, #71-75; 1998-2000)
Em 1998, uma mulher chamada Hex apareceu em Superboy.
Guns of the Dragon (#3; 1998/12)
The Kingdom (#2; 1998)
The Kents (#8, #10; 1998)
Wild Times: Deathblow (1999/08)
World's Funnest (2000)
Hawkman (#7; 2002/11)
Superman & Batman: Generations (Vol. 3 #8; 2003/10)
The Legion (#29; 2004/03)
Another Nail (#3; 2004/8)
Superman/Batman (#16; 2004/12)
Deadshot (#4; 2005/03)
Superman/Batman (#18; 2005/02)
Infinite Crisis (#6; 2006/04)
Uncle Sam and the Freedom Fighters (#3; 2006/11)
No Brasil as aventuras de Jonah Hex apareceram pela primeira vez na revista "Reis do Faroeste" da EBAL, que depois lançaria a revista própria do personagem, publicada até 1984.
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Adaptações

Ele apareceu em um episódio da série de desenhos animados de Batman: The Animated Series e em outro da Justice League Unlimited.
Foi lançado,em 2010 o filme "Jonah Hex", dirigido por Jimmy Hayward e contando no elenco com Josh Brolin (como Jonah Hex), John Malkovich (como Quentin Turnbull) e Megan Fox. No filme Jonah Hex quase morreu nas mãos de Quentin Turnbull mas retorna da quase morte para se vingar, usando sua incrivel habilidade com armas de fogo e dotado de poderes sobrenaturais.
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publicado por duronaqueda às 18:41

Howard, o Pato (Howard the Duck no original)O Historico e As Capas

Quarta-feira, 24.07.13

Howard, o Pato
Howard, o Pato (Howard the Duck no original) é um personagem de HQs criado por Steve Gerber para a editora Marvel Comics.Sua série mostra as desventuras de um pato humanóide de péssimo temperamento que está preso num mundo dominado por humanos. As histórias de Howard são geralmente paródias de filmes de ficção científica e fantasia, contando com um texto afiado e combinando experimentações bastante em metalinguagem. Em 1986, a Lucas Arts Films produziu um filme sobre o personagem.


Publicação 

A década de 1970 foi na verdade uma grande transição da alegria colorida, das revoluções (sexual, feminista, étnica…), do psicodelismo da década de 1960 para os decadentes anos 80, no qual tais revoluções perderam seus sentidos. Como o "irmão do meio", os "70" ainda conservavam muito da psicodelia da década anterior, agora readaptada a um novo contexto social e oferecida para o consumo. Um ambiente além da transparência política, afinal é de um mundo pós-Vietnã que estamos falando. É claro que tais mudanças sociais, cedo ou tarde, acabariam se manifestando nos quadrinhos. Foi exatamente isto que aconteceu


 Personagem 

Criado por Steve Gerber para ser coadjuvante em uma série de histórias apresentadas na revista Homem-Coisa, Howard era uma espécie de versão adulta do Pato Donald. Até o típico mau humor do amigo do Mickey Mouse estava presente em seus diálogos e suas breves aparições acabaram por chamar a atenção dos fãs, o que resultou no lançamento de sua própria revista em janeiro de 1976, com direito a uma participação especial do Homem-Aranha.Howard é oriundo de outra realidade. Sua passagem para a dimensão dos heróis Marvel se deu literalmente por um acidente de percurso. Recrutado pelo mago Dakimh para ajudá-lo a derrotar um inimigo, acabou caindo em um abismo interdimensional e foi parar em Cleveland, onde tenta desesperadamente se tornar um herói e assim ganhar um emprego na polícia, a partir daí começam as aventuras do personagem.


O escritor e criador de Howard, Steve Gerber, tenta a todo momento demonstrar o quanto o personagem é diferente do meio que o circunda, desde a aparência física ao modo de pensar, fazendo com que tudo passe a ser estranho aos olhos do Pato e, conseqüentemente, ao dos leitores. Ainda se aproveitando deste ponto de vista diferenciado, o escritor destila uma série de comentários/críticas sobre a realidade social norte-americana da década de 1970. Assim assuntos como religião e política eram criticados através de situações esdrúxulas, mais ou menos como os Simpsons fazem hoje em dia.


Um dos grandes charmes da série original do personagem (principal fonte de sua fama) eram os vilões, pois Gerber usava e abusava de sua criatividade na hora de elaborá-los. Assim o público foi brindado com verdadeiras pérolas como Pro-Rata, o mago financeiro (sátira ao empresários de Wall Street) ou o Reverendo John Moon Yuc (uma sátira ao reverendo Moon e sua Igreja da Unificação). De todos, o que mais se destacou foi o famigerado Dr. Bong uma espécie de cópia do Dr. Destino, porém com o diferencial: utilizar uma máscara em forma de sino que também era usado como arma.Da mesma maneira que o Homem-Aranha tinha Mary Jane e Superman, Lois Lane, Howard tinha Beverly, uma jovem ruiva apresentada aos leitores já na primeira edição da série mensal. Gerber sempre tomou um certo cuidado com a relação de ambos os personagens e por vezes até insinua que algo mais entre os dois do que simples amizade. Bervely inclusive é a razão do ódio de Dr. Bong por Howard, Bong é apaixonado pela companheira de Howard, chegando a obrigá-la a se casar com ele para salvar a vida do Pato em uma das edições da revista.


Gerber criava roteiros rápidos e dinâmicos, geralmente se prendendo a histórias curtas e auto-suficientes, ou seja, não espalhava a conclusão por diversos números da revista. É claro que fez algumas concessões em relação a isto, como no caso do já citado casamento de Beverly e Dr. Bong ou na candidatura de Howard à presidência do EUA, arco este que contou com a participação dos Defensores (na época constituídos por Falcão Noturno, Dr. Estranho, Valquiria e Hulk). Mas mesmo assim as histórias de Howard não tinham um eixo central, como por exemplo a dos X-Men, as coisas apenas aconteciam com os personagens de forma bastante semelhante ao formato da série de TV Seinfeld. Se isto não bastasse a revista ainda contava como desenhista regular, ninguém menos que Gene Colan.


O roteiro desafiador e a narrativa original de Howard não tardaram a conquistar uma gama de fãs dotando-o de certa notoriedade. Tendo em vista este cenário, Steve Gerber entrou na justiça contra a Marvel exigindo os direitos do personagem, alegando algumas violações legais por parte da editora. O processo se arrastou através dos anos e Gerber, decepcionado com o tratamento que vinha recebendo, resolve abandonar a revista na edição de número 29. Bill Mantlo assume seu posto e tenta dar continuidade à revista, no entanto as vendas já não eram tão satisfatórias quanto as de outrora e os editores da Marvel resolvem descontinuar a revista na edição 31.Ainda assim o personagem possuía uma legião de fãs sedentos por novas histórias. Percebendo isto, meses mais tarde é lançado Howard the Duck em formato magazine (igual ao das primeiras Paninis), em preto e branco e de peridiocidade bimestral. Nesta revista o roteirista Bill Mantlo resolveu apostar em uma abordagem mais aventureira para o personagem deixando a paródia social em segundo plano, o que não parece ter agradado aos fãs de Howard. A revista durou apenas nove edições.


O fim da revista bimestral do personagem o colocou na geladeira por quase dois anos até que a revista Bizarre Adventures #34 trouxe uma curta historia do personagem escrita por Steven Grant, onde um deprimido Howard prestes a cometer suicido acaba sendo salvo por um anjo. Após a historia o personagem caía novamente no limbo editorial da Marvel, e ali teria continuado se não fosse por Hollywood.
Impulsionado pela exposição do filme, a Marvel resolveu dar mais uma chance ao personagem ressucitando a sua antiga revista mensal - até a antiga numeração foi mantida - agora sob a batuta de Steven Grant. O retorno do público foi muito aquém do esperado e no segundo número o escritor foi substituído por Christopher Stager e Val Mayerik, outro fracasso retumbante. Logo a revista do personagem foi cancelada em definitivo no número 33.


Outras mídias 

Em 1986 chegava aos cinemas americanos Howard the Duck, produzido por George Lucas e dirigido por Willard Huyck (Indiana Jones). O filme conseguiu ser unanimidade entre a critica o público em geral: todos o odiaram, embora hoje em dia exista uma pequena legião de pessoas que cultuem este filme. Esta foi a primeira aparição do personagem por estas bandas (excetuando-se uma breve aparição em uma história do Coisa), tanto que diversas pessoas não sabiam que se tratava de um personagem de quadrinhos.


Status 

As primeiras histórias de Howard serviram de inspiração para toda uma geração de artistas, principalmente no meio underground. Um dos casos mais perceptíveis deste fato foi a reformulação do Byrne da Mulher-Hulk, onde as referências a série original do pato eram tantas que, quando o Byrne resolveu deixar a revista, os editores da Marvel resolveram chamar Steve Gerber para o seu lugar. O escritor aproveitou a oportunidade para tirar sua criação máxima do ostracismo editorial e trouxe Howard para um arco de história. O roteiro, um confronto entre a dupla e a raça conhecida como os críticos, uma espécie de vigias que criticam os eventos que observam. Desnecessário dizer que os fãs do personagem adoraram.


Nos anos 90, Howard ganhou status de cult e tinha algumas aparições esporádicas como em Spider-Man Team-up. Mas o que fez com que seu nome voltasse a circular foi uma aparição na revista Geração X, em que o personagem aparecia como um motorista de caminhão, tudo isto graças a uma intervenção do desenhista Chris Bachalo, fã declarado do personagem. O sucesso foi tanto que mais tarde o personagem estreou uma minissérie ao lado de Franklin Richards e Homem-Coisa intitulada Daydreamers. Após isso o personagem só voltou recentemente em outra minissérie do selo Max, escrita por Steve Gerber. A história contida na revista ignorava qualquer coisa publicada após o número 29 da revista mensal do personagem (segundo o próprio escritor) e foi considerado como um dos materiais mais perturbadores lançados pela Marvel. A série recebeu algumas criticas muito boas, porém não teve um retorno de público suficiente para justificar uma nova revista mensal.


Conflitos 

O fato de Howard passar uma boa parte da minissérie do selo MAX transformado em outras espécies não é um mero exercício de criatividade do autor, e sim a decorrência de um problema legal com a Disney, pois havia um contrato que impunha transformações no personagem a fim de eliminar semelhanças com o Pato Donald. Todavia, Gerber não gostou nem um pouco do visual permitido e resolveu transformar o personagem.
Na edição número 2 da revista bimestral, a equipe criativa de Howard é obrigada a mudar o visual do personagem (cumprindo o contrato assinado com a Disney), assim surge Wally Sidney (Sim, uma paródia de Walt Disney), que obriga o personagem a usar calças.
O visual rato da série MAX foi inspirado por outra publicação de Gerber e Gene Colan, Stewart o rato.
Em 1985, Gerber foi chamado pela Marvel para voltar a escrever uma revista mensal de Howard. Apesar de aceitar o convite, intervenções editoriais fizeram com que ele desistisse da idéia. Segundo consta, o escritor pretendia fazer uma grande paródia com os maiores crossovers da época, como Crise nas Infinitas Terras. Também estava em seus planos mostrar sua própria versão do Duckworld com personagens como Duck Strange e outros. O roteiro do que seria o primeiro número desta série se encontra disponível no site do autor.


Gerber parece ser fixado por patos. Além de Howard, ele criou (em conjunto com Jack Kirby) o Destroyer Duck para a editora Eclipse e Leonard the Duck para a editora Image.
Ainda sobre Destroyer Duck, ele foi uma criação de Gerber para levantar fundos para bancar sua batalha legal contra a Marvel.
O arco de Mulher-Hulk escrito por Gerber que conta com a participação de Howard foi desenhado por um jovem e, na época, desconhecido chamado Brian Hitch.
Além dos já citados encontros com Homem-Aranha, Mulher-Hulk e Defensores, o personagem já teve encontros com o Son of Satan, Gambit, Coisa e até mesmo com a banda de rock Kiss. Também devemos citar a "fusão" do personagem com o Lobo no mega-cross DC vs Marvel.
Na serie X-Men: Animated Series pode se ver Howard em uma camiseta usada pelo Fera na saga da fenix pt.2.
Em marvel zombies vs. army of the darknesshoward pode ser visto mordendo Ash Willians (da serie uma noite alucinante) nas edições #2-3
Na minissérie "Deadpool mata o universo Marvel", Howard aparece assado e servido em uma bandeja.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 15:31

Howard, o Pato (Howard the Duck no original)O Historico e As Capas

Quarta-feira, 24.07.13

Howard, o Pato
Howard, o Pato (Howard the Duck no original) é um personagem de HQs criado por Steve Gerber para a editora Marvel Comics.Sua série mostra as desventuras de um pato humanóide de péssimo temperamento que está preso num mundo dominado por humanos. As histórias de Howard são geralmente paródias de filmes de ficção científica e fantasia, contando com um texto afiado e combinando experimentações bastante em metalinguagem. Em 1986, a Lucas Arts Films produziu um filme sobre o personagem.


Publicação 

A década de 1970 foi na verdade uma grande transição da alegria colorida, das revoluções (sexual, feminista, étnica…), do psicodelismo da década de 1960 para os decadentes anos 80, no qual tais revoluções perderam seus sentidos. Como o "irmão do meio", os "70" ainda conservavam muito da psicodelia da década anterior, agora readaptada a um novo contexto social e oferecida para o consumo. Um ambiente além da transparência política, afinal é de um mundo pós-Vietnã que estamos falando. É claro que tais mudanças sociais, cedo ou tarde, acabariam se manifestando nos quadrinhos. Foi exatamente isto que aconteceu


 Personagem 

Criado por Steve Gerber para ser coadjuvante em uma série de histórias apresentadas na revista Homem-Coisa, Howard era uma espécie de versão adulta do Pato Donald. Até o típico mau humor do amigo do Mickey Mouse estava presente em seus diálogos e suas breves aparições acabaram por chamar a atenção dos fãs, o que resultou no lançamento de sua própria revista em janeiro de 1976, com direito a uma participação especial do Homem-Aranha.Howard é oriundo de outra realidade. Sua passagem para a dimensão dos heróis Marvel se deu literalmente por um acidente de percurso. Recrutado pelo mago Dakimh para ajudá-lo a derrotar um inimigo, acabou caindo em um abismo interdimensional e foi parar em Cleveland, onde tenta desesperadamente se tornar um herói e assim ganhar um emprego na polícia, a partir daí começam as aventuras do personagem.


O escritor e criador de Howard, Steve Gerber, tenta a todo momento demonstrar o quanto o personagem é diferente do meio que o circunda, desde a aparência física ao modo de pensar, fazendo com que tudo passe a ser estranho aos olhos do Pato e, conseqüentemente, ao dos leitores. Ainda se aproveitando deste ponto de vista diferenciado, o escritor destila uma série de comentários/críticas sobre a realidade social norte-americana da década de 1970. Assim assuntos como religião e política eram criticados através de situações esdrúxulas, mais ou menos como os Simpsons fazem hoje em dia.


Um dos grandes charmes da série original do personagem (principal fonte de sua fama) eram os vilões, pois Gerber usava e abusava de sua criatividade na hora de elaborá-los. Assim o público foi brindado com verdadeiras pérolas como Pro-Rata, o mago financeiro (sátira ao empresários de Wall Street) ou o Reverendo John Moon Yuc (uma sátira ao reverendo Moon e sua Igreja da Unificação). De todos, o que mais se destacou foi o famigerado Dr. Bong uma espécie de cópia do Dr. Destino, porém com o diferencial: utilizar uma máscara em forma de sino que também era usado como arma.Da mesma maneira que o Homem-Aranha tinha Mary Jane e Superman, Lois Lane, Howard tinha Beverly, uma jovem ruiva apresentada aos leitores já na primeira edição da série mensal. Gerber sempre tomou um certo cuidado com a relação de ambos os personagens e por vezes até insinua que algo mais entre os dois do que simples amizade. Bervely inclusive é a razão do ódio de Dr. Bong por Howard, Bong é apaixonado pela companheira de Howard, chegando a obrigá-la a se casar com ele para salvar a vida do Pato em uma das edições da revista.


Gerber criava roteiros rápidos e dinâmicos, geralmente se prendendo a histórias curtas e auto-suficientes, ou seja, não espalhava a conclusão por diversos números da revista. É claro que fez algumas concessões em relação a isto, como no caso do já citado casamento de Beverly e Dr. Bong ou na candidatura de Howard à presidência do EUA, arco este que contou com a participação dos Defensores (na época constituídos por Falcão Noturno, Dr. Estranho, Valquiria e Hulk). Mas mesmo assim as histórias de Howard não tinham um eixo central, como por exemplo a dos X-Men, as coisas apenas aconteciam com os personagens de forma bastante semelhante ao formato da série de TV Seinfeld. Se isto não bastasse a revista ainda contava como desenhista regular, ninguém menos que Gene Colan.


O roteiro desafiador e a narrativa original de Howard não tardaram a conquistar uma gama de fãs dotando-o de certa notoriedade. Tendo em vista este cenário, Steve Gerber entrou na justiça contra a Marvel exigindo os direitos do personagem, alegando algumas violações legais por parte da editora. O processo se arrastou através dos anos e Gerber, decepcionado com o tratamento que vinha recebendo, resolve abandonar a revista na edição de número 29. Bill Mantlo assume seu posto e tenta dar continuidade à revista, no entanto as vendas já não eram tão satisfatórias quanto as de outrora e os editores da Marvel resolvem descontinuar a revista na edição 31.Ainda assim o personagem possuía uma legião de fãs sedentos por novas histórias. Percebendo isto, meses mais tarde é lançado Howard the Duck em formato magazine (igual ao das primeiras Paninis), em preto e branco e de peridiocidade bimestral. Nesta revista o roteirista Bill Mantlo resolveu apostar em uma abordagem mais aventureira para o personagem deixando a paródia social em segundo plano, o que não parece ter agradado aos fãs de Howard. A revista durou apenas nove edições.


O fim da revista bimestral do personagem o colocou na geladeira por quase dois anos até que a revista Bizarre Adventures #34 trouxe uma curta historia do personagem escrita por Steven Grant, onde um deprimido Howard prestes a cometer suicido acaba sendo salvo por um anjo. Após a historia o personagem caía novamente no limbo editorial da Marvel, e ali teria continuado se não fosse por Hollywood.
Impulsionado pela exposição do filme, a Marvel resolveu dar mais uma chance ao personagem ressucitando a sua antiga revista mensal - até a antiga numeração foi mantida - agora sob a batuta de Steven Grant. O retorno do público foi muito aquém do esperado e no segundo número o escritor foi substituído por Christopher Stager e Val Mayerik, outro fracasso retumbante. Logo a revista do personagem foi cancelada em definitivo no número 33.


Outras mídias 

Em 1986 chegava aos cinemas americanos Howard the Duck, produzido por George Lucas e dirigido por Willard Huyck (Indiana Jones). O filme conseguiu ser unanimidade entre a critica o público em geral: todos o odiaram, embora hoje em dia exista uma pequena legião de pessoas que cultuem este filme. Esta foi a primeira aparição do personagem por estas bandas (excetuando-se uma breve aparição em uma história do Coisa), tanto que diversas pessoas não sabiam que se tratava de um personagem de quadrinhos.


Status 

As primeiras histórias de Howard serviram de inspiração para toda uma geração de artistas, principalmente no meio underground. Um dos casos mais perceptíveis deste fato foi a reformulação do Byrne da Mulher-Hulk, onde as referências a série original do pato eram tantas que, quando o Byrne resolveu deixar a revista, os editores da Marvel resolveram chamar Steve Gerber para o seu lugar. O escritor aproveitou a oportunidade para tirar sua criação máxima do ostracismo editorial e trouxe Howard para um arco de história. O roteiro, um confronto entre a dupla e a raça conhecida como os críticos, uma espécie de vigias que criticam os eventos que observam. Desnecessário dizer que os fãs do personagem adoraram.


Nos anos 90, Howard ganhou status de cult e tinha algumas aparições esporádicas como em Spider-Man Team-up. Mas o que fez com que seu nome voltasse a circular foi uma aparição na revista Geração X, em que o personagem aparecia como um motorista de caminhão, tudo isto graças a uma intervenção do desenhista Chris Bachalo, fã declarado do personagem. O sucesso foi tanto que mais tarde o personagem estreou uma minissérie ao lado de Franklin Richards e Homem-Coisa intitulada Daydreamers. Após isso o personagem só voltou recentemente em outra minissérie do selo Max, escrita por Steve Gerber. A história contida na revista ignorava qualquer coisa publicada após o número 29 da revista mensal do personagem (segundo o próprio escritor) e foi considerado como um dos materiais mais perturbadores lançados pela Marvel. A série recebeu algumas criticas muito boas, porém não teve um retorno de público suficiente para justificar uma nova revista mensal.


Conflitos 

O fato de Howard passar uma boa parte da minissérie do selo MAX transformado em outras espécies não é um mero exercício de criatividade do autor, e sim a decorrência de um problema legal com a Disney, pois havia um contrato que impunha transformações no personagem a fim de eliminar semelhanças com o Pato Donald. Todavia, Gerber não gostou nem um pouco do visual permitido e resolveu transformar o personagem.
Na edição número 2 da revista bimestral, a equipe criativa de Howard é obrigada a mudar o visual do personagem (cumprindo o contrato assinado com a Disney), assim surge Wally Sidney (Sim, uma paródia de Walt Disney), que obriga o personagem a usar calças.
O visual rato da série MAX foi inspirado por outra publicação de Gerber e Gene Colan, Stewart o rato.
Em 1985, Gerber foi chamado pela Marvel para voltar a escrever uma revista mensal de Howard. Apesar de aceitar o convite, intervenções editoriais fizeram com que ele desistisse da idéia. Segundo consta, o escritor pretendia fazer uma grande paródia com os maiores crossovers da época, como Crise nas Infinitas Terras. Também estava em seus planos mostrar sua própria versão do Duckworld com personagens como Duck Strange e outros. O roteiro do que seria o primeiro número desta série se encontra disponível no site do autor.


Gerber parece ser fixado por patos. Além de Howard, ele criou (em conjunto com Jack Kirby) o Destroyer Duck para a editora Eclipse e Leonard the Duck para a editora Image.
Ainda sobre Destroyer Duck, ele foi uma criação de Gerber para levantar fundos para bancar sua batalha legal contra a Marvel.
O arco de Mulher-Hulk escrito por Gerber que conta com a participação de Howard foi desenhado por um jovem e, na época, desconhecido chamado Brian Hitch.
Além dos já citados encontros com Homem-Aranha, Mulher-Hulk e Defensores, o personagem já teve encontros com o Son of Satan, Gambit, Coisa e até mesmo com a banda de rock Kiss. Também devemos citar a "fusão" do personagem com o Lobo no mega-cross DC vs Marvel.
Na serie X-Men: Animated Series pode se ver Howard em uma camiseta usada pelo Fera na saga da fenix pt.2.
Em marvel zombies vs. army of the darknesshoward pode ser visto mordendo Ash Willians (da serie uma noite alucinante) nas edições #2-3
Na minissérie "Deadpool mata o universo Marvel", Howard aparece assado e servido em uma bandeja.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por duronaqueda às 15:31

BIOGRAFIA,ROBERTA MIRANDA(CANTORA)

Quarta-feira, 24.07.13

Roberta Miranda
Roberta Miranda, nome artístico de Maria Albuquerque Miranda, (João Pessoa, 28 de setembro de 1956) é uma cantora brasileira.

É a quinta cantora brasileira que mais vendeu discos, com 15 milhões de cópias, ficando atrás apenas de Xuxa, Maria Bethânia, Rita Lee e Gretchen. Entre seus maiores sucessos estão Majestade O Sabiá, Pimenta Malagueta, Vá Com Deus e Sol da Minha Vida. Esta última, do disco homônimo lançado no início da década de 1990, foi um sucesso radiofônico e de vendagem, cerca de 750 mil cópias.
BIOGRAFIA SITE OFICIAL
Sou de João Pessoa, na Paraíba, meus pais tinham três filhos homens e queriam uma menina. Depois de 17 anos eu nasci, Maria Miranda.
Quando completei oito anos, a família veio tentar a sorte em São Paulo. Meus irmãos se tornaram professores. Eu, concluído o curso colegial, pegava o violão e matava as aulas do cursinho. Queria ser cantora. Apanhei. Fui quase interna, pois eles sonhavam que a única filha fosse professora. Naquele tempo, violão, música e vida noturna não eram o ideal de uma família como a nossa, que migrou para a cidade mais rica do país. Acontece que eu tinha um sonho e uma determinação.Eu queria ser artista, compositora, cantora. Para isso, trabalhei arduamente por quatorze anos em bares e casas noturnas e me tornei Roberta Miranda.

Em São Miguel Paulista, para onde viemos, descobri que Hermeto Paschoal morava na mesma rua. Fugia para a casa dele e ficava quietinha vendo ele trabalhar. Mamãe ia me buscar, pedia desculpas por eu estar incomodando, mas ele me salvava sempre, dizendo que não atrapalhava em nada. Eu respirava fundo e seguia atrás do meu sonho. Aos 16 anos, comecei a cantar em bares e acabei sendo contratada para abrir os shows do Beco e do Jogral, em São Paulo, na época o reduto da Bossa Nova. Abri show para Fafá de Belém, Rosemary e quem mais estivesse sendo dirigido por Abelardo Figueiredo ou Augusto César Vanucci.Eu queria cantar, cantar e compor loucamente e, se possível, ser ouvida e entendida. Naturalmente, apareceu um empresário de conversa bonita, dizendo gostar das minhas composições e pensando torná-las conhecidas. Fiquei em êxtase, mas quando soube que o meu nome não seria citado mas que ganharia um bom dinheiro, objeto de extrema necessidade, o meu sonho falou mais alto: não e não. Quero o meu nome aparecendo.Continuei na minha vida de crooner, até que me aconselharam a ter cuidado com a noite, porque termina por criar alguns vícios perigosos para o canto. Parei por três anos. Enquanto isso trabalhava como maquiadora, assistente de estúdio, qualquer coisa que me permitisse comer e compor. Fiz 400 composições e bicos que me aproximavam dos artistas, das gravadoras, para oferecer as minhas músicas. Até que um dia mostrei "Majestade, o Sabiá", numa gravadora. Eles gostaram muito e resolveram gravar.

Rodrigues vendeu quase um milhão de discos. Ainda não havia chegado a vez da cantora Roberta Miranda, mas a compositora fora reconhecida. Era um começo, pensei. Finalmente, gravei o meu primeiro disco. Eu tinha tanta sede, tanta vontade de vencer que perguntei ao meu maestro, Nelson Oscar, quantos discos teria que vender para que a gravadora me desse a oportunidade de gravar o segundo disco. Ele falou: "Roberta, para você pagar todo os custos terá que vender 5.000 cópias". Eu pensei: "Vendo de porta em porta, vendo para minha família, vendo para os meus amigos", cheia de empolgação. De repente, lancei o disco que tem a música "São tantas coisas", como carro chefe. Viajei durante oito meses, por todo o Brasil divulgando o trabalho e um dia cheguei à fábrica da gravadora Continental e vi um caminhão carregado de discos. Eu, na maior simplicidade, cheia de curiosidade, comentei com o carregador: "Nossa, quantos discos!...Quantos têm aí? E ele respondeu que eram 100.000 cópias. "Quem é o artista?", Perguntei. "É tudo seu, Roberta Miranda"...Fiquei parada, levitando, sentindo o chão fugir.

Depois de tanto me degladiar com o machismo, o venci às custas do meu talento e do desafio de dizer uma frase de extrema simplicidade e de grandes implicações. Não é fácil dizer EU QUERO.
A mulher nasceu com todos os requisitos para ser vencedora. Só precisa tomar conhecimento do valor que representa a coragem de querer.
LOGO NO COMEÇO
Durante os 14 anos em que trabalhou como crooner nas casas noturnas de São Paulo, Roberta Miranda esperava a oportunidade de gravar. E foi conduzida por este sonho que ela impulsionou a sua carreira.Em sua história de vida nunca faltaram lutas e desafios, situações que ela soube administrar e transformá-las em conquistas marcantes.Roberta Miranda, portanto, deve ser considerada uma vencedora, a partir de seu estilo inconfundível e da busca incessante da qualidade em tudo o que faz.Seu público compreende este processo e é exatamente para os seus milhões de admiradores que a cantora e compositora continua a se mostrar inteira, procurando sempre se superar. Hoje, Roberta Miranda alcançou a marca de 17 milhões de discos vendidos.

OS PRIMEIROS SUCESSOS
"No camarim e em casa, ela compunha muito. Um dia uma estrela faltou, foi chamada às pressas, sabia o roteiro de cor e abafou num solo com Pedrinho Mattar. Tomou coragem e escreveu às gravadoras RCA e CBS, oferecendo-se como intérprete. A resposta da indústria do disco: já tem muita mulher cantando, passar bem, obrigado. Subiu as paredes. Foi trabalhar como assistente de estúdio. Levava mel, rapadura e paçoca para as duplas sertanejas, fazia a maquiagem dos artistas para as capas de discos." Carlos Arruda - O Estado de São Paulo (28/11/87).
86- Lança-se como cantora. Sai o primeiro disco intitulado Roberta Miranda. Em pouquíssimo tempo, as canções Meu Dengo, Chuva de Amor e São tantas coisas se tornam enorme sucesso. Resultado: mais de 800 mil cópias vendidas. Discos de Ouro e de Platina.
87- O segundo Roberta Miranda e o estouro de Vá com Deus, Esperança e Rei dos Reis resulta em quase um milhão de cópias vendidas. Roberta Miranda, carismática, conquista definitivamente o público, além de se tornar uma das compositoras mais requisitadas do Brasil.
88- Shows em São Paulo, capital e interior, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul e Pará. Foram 150 apresentações.
89- A popularidade lhe rende o título de RAINHA DA CANÇÃO SERTANEJA. Em seu novo Roberta Miranda, canta com o coração, mantendo a emoção à flor da pele, ao demonstrar maturidade de grande intérprete. Show no Anhembi dirigido por Ronaldo Bôscoli.

O TEMPO DA COLHEITA
90- O quarto disco da carreira, com destaque para as canções Marcas e Tudo em Você me Atrai. A música sertaneja já é considerada um fenômeno nacional. É o ano em que ela vai para Angola e cria o maior transtorno: as mulheres declaram greve de sexo aos seus parceiros, caso eles não comparecessem com os ingressos para o show de Roberta Miranda.
91 - Dirigida por Walter Lacet, estréia no Rio de Janeiro, no Canecão.
92- Um novo sucesso: SOL DA MINHA VIDA, primeiro disco que não leva o nome da cantora. No repertório, oito músicas de sua autoria, incluindo uma homenagem à terra natal (Tambaú), um bolero (Lição de vida) e uma regravação (Desespero de uma Noite). Já são seis anos de estrada e mais de cinco milhões de discos vendidos, representando 15 Discos de Platina.
93- Roberta Miranda chega ao sexto lançamento em sua carreira e conquista o coração dos portugueses, batendo a marca de mais de um milhão de cópias vendidas naquele país. O sucesso lhe rendeu um Disco de Platina duplo, sendo que naquela época Roberta ainda não havia se apresentado por lá. No Rio de Janeiro e São Paulo, show dirigido por Eduardo Dusek.
94 - Sucesso absoluto com mais um disco e a canção Vem pra Mim. Um ano difícil para Roberta.
95 - Chega às lojas o oitavo trabalho. A canção Mistério é um hit nas rádios.
96- Novo disco, onde se encontra o forró tradicional e a primeira gravação que Roberta faz de uma música de Roberto Carlos, Eu te Amo, te Amo, te Amo. Sucesso com Um minuto a Mais, balada romântica que conta a história de um amor relâmpago que entra na trilha sonora da novela "O Amor Está no Ar". No Rio de Janeiro, ela estréia um show dirigido por Waly Salomão. Shows em Portugal e nos Estados Unidos.
97- Lançamento de VIDA, décimo disco da carreira e primeiro pela PolyGram, além da sonhada gravação de Majestade, o Sabiá, música que a tornou conhecida no meio artístico, vendendo acima de 800.000 cópias na voz de Jair Rodrigues. O Disco de Ouro veio em tempo recorde: 140 mil cópias vendidas em dez dias. Roberta Miranda ocupa o posto de uma das cantoras mais bem-sucedidas do Brasil, com vendas sempre superiores a 400.000 cópias.

98- Uma trilha de amor que seguindo a tradição, inclui um forró, músicas suas, versões, um fado e um bolero. 1998 foi o ano de PAIXÃO, e do lançamento do site da cantora.
99 - Um ano muito especial na vida de Roberta, que realizou um antigo projeto de cantar com o rei Reginaldo Rossi e fez um disco - Caminhos - bem mais autoral do que os dois últimos. Retorna à Angola, para inicialmente para quatro apresentações, que se transformaram em seis shows em apenas uma semana, em Luanda. Ela está de bem com a vida, muito bem e com novas esperanças.
2000- Renovou o contrato com a Gravadora Universal e lançou o disco A Majestade, O Sabiá. O primeiro ao vivo, uma releitura de seus grandes sucessos e algumas boas novidades. Uma delas a música Um Dia De Domingo, de Sullivan e Massadas, um clássico da melhor música romântica, que voltou a frequentar as paradas de sucessos.
2001- O CD Histórias de Amor foi distribuído para as lojas em março. Roberta sorrindo na capa reforça o clima alegre das faixas, que vão do forró ao bolero mambo, sempre falando de amores, sedução, coisas da vida... Faz Amor Comigo, de Michael Sullivan e Carlos Colla, chega às rádios para confirmar o sucesso deste novo trabalho.
Em novembro deste ano lança o CD Tudo isto é Fado, com clássicos como Ai, Mouraria, Nem às paredes confesso e Só nós dois. Um presente de final de ano para os fãs daqui e do velho continente, e uma homenagem de Roberta a rainha do fado, Amália Rodrigues.

2002- Pele de Amor é lançado no finalzinho de Agosto. O disco é o décimo sexto registro de seu trabalho de compositora e intérprete, que comprova, mais uma vez, a experiência e a sabedoria, adquiridas ao longo dos dezesseis anos de sua carreira, incomparavelmente bem-sucedida. Ao mesmo tempo, ao viajar por cada uma de suas 13 faixas, Pele de Amor ainda mostra um pouco da sempre-menina Roberta, aquela que na adolescência, seguiu corajosa e determinada seu sonho de ser artista.
2004- É o ano de Alma Sertaneja. O esperado 17º disco da cantora é lançado em abril pelo selo da Maynard Music, gravadora criada por Marcos Maynard. O disco mescla a pureza da música da raiz sertaneja com o romantismo exacerbado em um total de 14 canções. Ainda antes do lançamento do disco, as rádios do país já executavam a balada Dois Em Um (Roberta Miranda), primeira faixa de trabalho, que fala do amor pleno, da entrega total.
2008 - SENHORA RAIZ OU DE COMO SE FAZ UMA DECLARAÇÃO DE AMOR (Texto de autoria de Bibi Ferreira)
Senhora Raiz vem confirmar o que todos nós sabemos: Roberta Miranda é dona de uma voz excepcionalmente bonita que, aliada a sua qualidade vocal, faz dela essa potência popular. Com mais de 20 anos de carreira, 20 discos gravados e mais de 16 milhões de discos vendidos é, sem dúvida nenhuma, a maior cantora de seu gênero na música brasileira. A explicação para o sucesso de Roberta? Elementar meu caro Watson, seu talento. Talento que ela utiliza a seu favor na hora da pesquisa do repertório, verdadeira garimpeira de tesouros, capaz de transitar entre uma guarânia, Meu Primeiro Amor (José Fortuna, H. Gimenez e Pinheiro Jr.), Tristeza do Jeca (Angelino de Oliveira) imenso sucesso popular do filme homônimo com Mazzaropi no papel título – os mais jovens podem até desconhecer o filme mas graças a regravações como essa jamais esquecerão a música – e Guacira, parceria do maestro e grande erudito, Hekel Tavares com Joracy Camargo. Roberta não faz por menos e convida ninguém menos que Maria Bethânia para cantar com ela. Para os que vão reclamar da ausência de músicas da própria Roberta, que além de cantar e encantar, ainda compõe, um momento supremo de delicadeza com A Majestade, o Sabiá, com certeza seu maior sucesso autoral no gênero e que não poderia ficar de fora. Mas as preocupações e o cuidado de Roberta, ultrapassam o conteúdo, ela quer cuidar também da forma, e embala para presente essas obras servindo-se de uma orquestra de músicos eruditos, que ela alia aos músicos sertanejos.

Sutileza e elegância garantidas. Artista que sou, impossível não me identificar com os versos de Viajante Solitário (Edinho da Matta/Cezar Meridional): “ Minha vida é viajar, sou o amor que alguém espera / Sou o portador da alegria... (...) / Sou o artista da estrada/ (...) passo e deixo uma saudade....sempre chora um coração...” Afinal, foi numa dessas inúmeras viagens que marcam a vida dos artistas que nossos caminhos se cruzaram....estávamos num aeroporto, indo não sei pra onde ou chegando de onde também não sei, quando Roberta se aproximou e me perguntou se poderia dirigi-la no show de lançamento do seu disco Pele de Amor. Convite inesperado, mas prontamente aceito. Como foi esse para escrever esse release. Ouvindo SENHORA RAIZ “meus pensamentos tomam forma e eu viajo” pensando nos muitos corações que hão de se emocionar com essa viagem, então não mais solitária, de Roberta Miranda ao mundo da legítima música sertaneja de raiz. Aquela que é tocada nas rodas de viola, por boiadeiros, caminhoneiros e lavradores. Mais do que uma declaração de amor que marca uma volta às suas origens de grande parte do povo desse nosso Brasil, aquele que normalmente deixamos à margem, e do qual Roberta Miranda é verdadeira representante, diria mesmo, porta-voz....E que voz!


AnoCDVendas
1986Roberta Miranda750.000
1987Volume 21.500.000
1989Volume 31.300.000
1990Volume 4500.000
1990Coletâneas
1992Sol da Minha Vida250.000
1993Volume 61.100.000
1994Volume 71.000.000
1995Volume 8100.000
1996Volume 9100.000
1997Vida250.000
1998Paixão100.000
1999Caminhos250.000
2000A Majestade, O Sabiá Ao Vivo250.000
2001Histórias de Amor100.000
2001Tudo Isto É Fado
2002Pele de Amor
2004Alma Sertaneja
2005Acústico Ao Vivo100.000
2008Senhora Raiz
2010Sorrir Faz a Vida Valer
2011Boleros

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publicado por duronaqueda às 11:57

INVICTUS HISTORICO E CAPAS

Quarta-feira, 24.07.13


INVICTOS EDITORA NOVA SAMPA(CAPAS)
TEVE HISTORIAS DOS SEGUINTEPERSONAGENS DA DCCOMICS.SUPERMAN,BATMAN,LIGA DA JUSTIÇA,SHAZAM,,FLASH,LEGIÃO DOS SUPER HEROIS,SUPERBOY
 



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publicado por duronaqueda às 00:26

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