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ARLISON ARMITAGE,MULHER LINDA

Sábado, 21.09.13



















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publicado por duronaqueda às 18:55

ARLISON ARMITAGE,MULHER LINDA

Sábado, 21.09.13



















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ALI LANDY ,LINDA MULHER

Sábado, 21.09.13





























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ALI LANDY ,LINDA MULHER

Sábado, 21.09.13





























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ALEXIS CAPRI LINDA MULHER WALLPAPER

Sábado, 21.09.13







































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publicado por duronaqueda às 18:51

ALEXIS CAPRI LINDA MULHER WALLPAPER

Sábado, 21.09.13







































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SANTO EL ENMASCARADO DEL PLATA(EM CASTELIANO)

Sábado, 21.09.13
SANTO 20130921_001 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_002 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_003 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_004 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_005 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_006 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_007 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_008 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_009 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_010 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_011 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_012 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_013 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_014 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_015 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_016 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_017 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_018 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_019 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_020 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_021 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_022 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_023 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_024 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_025 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_026 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_027 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_028 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_029 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_030 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_031 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_032 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_033 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_034 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_035 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_036 a voz do desmanipulador

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SANTO EL ENMASCARADO DEL PLATA(EM CASTELIANO)

Sábado, 21.09.13
SANTO 20130921_001 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_002 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_003 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_004 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_005 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_006 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_007 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_008 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_009 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_010 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_011 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_012 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_013 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_014 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_015 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_016 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_017 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_018 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_019 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_020 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_021 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_022 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_023 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_024 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_025 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_026 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_027 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_028 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_029 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_030 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_031 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_032 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_033 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_034 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_035 a voz do desmanipuladorSANTO 20130921_036 a voz do desmanipulador

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FANTOMAS EM CASTELIANO(LEITURA ONLINE)

Sábado, 21.09.13
FANTOMAS EM CASTELIANO20130921_001 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_002 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_003 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_004 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_005 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_006 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_007 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_008 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_009 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_010 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_011 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_012 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_013 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_014 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_015 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_016 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_017 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_018 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_019 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_020 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_021 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_022 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_023 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_024 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_025 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_026 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_027 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_028 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_029 a voz do desmanipuladorFANTOMAS EM CASTELIANO20130921_030 a voz do desmanipulador

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FANTOMAS EM CASTELIANO(LEITURA ONLINE)

Sábado, 21.09.13
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AS AVENTURAS DE BETO CARRERO 02(REVISTA RARA)

Sábado, 21.09.13

AS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_001 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_002 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_003 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_004 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_005 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_006 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_007 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_008 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_009 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_010 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_011 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_012 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_013 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_014 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_015 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_016 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_017 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_018 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_019 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_020 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_021 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_022 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_023 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_024 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_025 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_026 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_027 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_028 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_029 a voz do desmanipulador

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AS AVENTURAS DE BETO CARRERO 02(REVISTA RARA)

Sábado, 21.09.13

AS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_001 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_002 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_003 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_004 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_005 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_006 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_007 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_008 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_009 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_010 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_011 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_012 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_013 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_014 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_015 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_016 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_017 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_018 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_019 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_020 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_021 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_022 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_023 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_024 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_025 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_026 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_027 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_028 a voz do desmanipuladorAS AVENTURAS DW BETO CARRERO 0220130921_029 a voz do desmanipulador

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publicado por duronaqueda às 18:27

A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO

Sábado, 21.09.13

A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO

(Lucas, capítulo 15º, versículos 11 a 32)

       Um certo homem tinha dois filhos, que com ele moravam no seu lar.
       Um dia, o mais moço disse ao seu pai:
       — Papai, dá-me a parte da tua riqueza que me pertence. Eu desejo correr mundo, viajar por outras terras, conhecer nova gente...
       O velho pai, diante desse pedido, repartiu com am­bos os seus haveres, dando a cada um a parte que lhes cabia, de sua fortuna.
       Alguns dias depois, o filho mais novo, juntando todas as coisas que lhe pertenciam, partiu para um país distante, muito longe de sua terra natal.
       Esse moço, infelizmente, não era ajuizado. Mal chegou ao país estrangeiro, começou a gastar, sem cuidado, todo o dinheiro que possuia. Durante mui­tos dias não fez senão desperdiçar tudo que tinha. Buscou a companhia de outros rapazes desajuizados e consumiu toda a sua fortuna em bebidas, teatros e passeios. Um dia, viu que a última moeda havia desaparecido e se achava na mais absoluta miséria.
       Foi nessa época que uma grande seca reduziu aquele país a uma situação tristíssima. Com a seca, veio a fome. Mesmo nos lares ricos havia falta de pão. A miséria se estendeu, desoladora...
       O pobre rapaz, então, buscou um homem daquele país, contou-lhe sua desgraça e pediu-lhe a esmola de um emprego qualquer, mesmo que fosse o pior servi­ço. E o homem desconhecido o enviou para seus cam­pos a fim de guardar porcos. Os porcos se alimen­tavam de alfarrobas, que são frutos de uma árvore chamada alfarrobeira; mas, nem mesmo desses fru­tos davam ao pobre moço. Os porcos se alimenta­vam melhor do que ele!
Foi então que o moço começou a pensar no que havia feito com seu bondoso pai, tão amigo, tão com­preensivo, tão carinhoso... Refletiu muito... Como fora mau e ingrato para com seu paizinho! Como fora também ingrato para com Deus, desrespeitando o Seu Mandamento, que manda honrar os pais ter­renos... Sofrendo a conseqüência de seu pecado, o pobre rapaz arrependeu-se sinceramente de sua in­gratidão e de seus dias vividos no erro e no vício...
E pensou, então, entre lágrimas:
— Na casa de meu pai há muitos trabalhadores e todos vivem felizes pelo trabalho honesto. Vivem com abundância de pão e tranqüilidade... E eu, aqui, morrendo de fome!... Não, não continuarei aqui. Voltarei para minha casa, procurarei meu pai e lhe direi: “Meu pai, pequei contra o Céu e perante ti; não sou mais digno de ser chamado teu filho. Quero ser um simples empregado de tua casa ...
E o moço, como pensou, assim fez.
Abandonando o país estrangeiro, regressou àsua pátria e ao seu lar. Foi longa, difícil e triste a volta, pois ele não mais dispunha de dinheiro para as despesas de viagem. Passou muitas necessidades, sofreu fome e frio, dormiu nas estradas e nas flores­tas... Nunca abandonou, porém, a idéia de que vol­tar para casa era seu primeiro dever.
Finalmente, chegou ao seu antigo lar. Antes, porém, de atingir sua casa, seu velho pai o avistou de longe e ficou ainda mais compadecido, ao ver o filho naquele estado de grande miséria. Seu coração pa­terno, que nunca esquecera o filho ingrato, era todo piedoso. O bondoso pai correu, então, ao encontro do moço. E abraçando-o fortemente, beijou-o com imenso carinho.
Nesse momento, com lágrimas nos olhos, o filho disse ao seu pai compassivo:
— Meu pai, pequei contra o Céu e perante ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho. Quero ser um empregado de tua casa...
O  bondoso pai, porém, que nunca deixou de amar seu filho, disse aos empregados da casa:
— Depressa! Tragam a melhor roupa para meu filho, preparem uma refeição para ele. Tragam-lhe calçado novo! Comamos todos juntos e alegremo­-nos, porque este meu filho estava perdido e foi acha­do, estava morto e reviveu!
E todos os servos e empregados da casa atende­ram imediatamente o velho pai e houve imensa ale­gria naquele grande lar.
O  filho mais velho, porém, não estava em casa.
Achava-se trabalhando no campo. Quando voltou e viu aquela grande movimentação no interior da casa e ouviu as belas canções que os músicos acompanha­vam com seus instrumentos, chamou um dos servos e perguntou o que era aquilo.
O  servo respondeu:
— Foi teu irmão que chegou. Teu pai, de tão alegre e feliz, mandou que preparássemos uma ceia e uma festa, porque o jovem voltou são e salvo.
O  filho mais velho, cheio de ciúme, revoltou-se contra a bondade de seu pai e não quis entrar em casa.
Em vão, o velho pai chamou-o. Mas, ele lhe res­pondeu:
— Meu pai, há muitos anos que te sirvo, sem nunca te desobedecer e nunca preparaste uma ceia para mim e meus amigos. Mas, para meu irmão, que gastou teu dinheiro nas orgias, em terra estrangeira, tu lhe preparas uma grande festa...
O bondoso pai, querendo vencer a revolta do filho, desviá-lo do seu ciúme e incliná-lo à bondade e ao perdão, disse-lhe:
— Meu filho, tu estás sempre comigo e tudo que émeu é teu também. Mas, é justo que nos alegremos com a volta de teu irmão, que é também meu filho como tu. Lembra-te de que ele estava perdido e foi achado. Estava morto e reviveu para nosso amor e para nosso lar.

*

Querida criança: certamente você entendeu tudo que o Senhor nos quer ensinar com a Parábola do Filho Pródigo.
Deus é como o Bondoso Pai da história. Deus é bom, supremamente bom e está sempre disposto a receber Seus filhos arrependidos. É preciso, contudo, que o arrependimento seja verdadeiro como o do fi­lho caçula da história.
Percebeu como foi triste para o moço abandonar seu pai e seu lar? Viu como ele sofreu no país estran­geiro, onde nem mesmo teve as alfarrobas que os porcos comiam?
Assim acontece também com as almas que aban­donam os retos caminhos de Deus. Sofrem muito, pois quem se afasta do dever e da virtude conhecerá, mais cedo ou mais tarde, as dores do remorso e as tristezas da vida.
Arrependendo-se sinceramente, no entanto, Deus o escuta e usa de bondade a alma arrependida, como o pai da parábola, que é um símbolo de nosso Pai do Céu.
Que você se conserve no bom caminho, meu fi­lho. Mas se sentir que pecou contra Deus ou contra os homens, arrependa-se com a mesma humildade do filho pródigo. Nunca imite o filho mais velho da história, que era ciumento e orgulhoso e não teve compaixão do próprio irmão arrependido.
Deus é nosso Pai Compassivo e Eternamente Amigo. Não nos ausentemos nunca de Seu Amor. Mas, se errarmos, corramos para Ele, na estrada da oração sincera, com o coração arrependido e disposto a não errar mais. Ele nos ouvirá e virá ao nosso encontro, porque não há ninguém tão bom quanto Deus. Nem há quem nos ame tanto quanto Ele.


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publicado por duronaqueda às 17:46

A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO

Sábado, 21.09.13

A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO

(Lucas, capítulo 15º, versículos 11 a 32)

       Um certo homem tinha dois filhos, que com ele moravam no seu lar.
       Um dia, o mais moço disse ao seu pai:
       — Papai, dá-me a parte da tua riqueza que me pertence. Eu desejo correr mundo, viajar por outras terras, conhecer nova gente...
       O velho pai, diante desse pedido, repartiu com am­bos os seus haveres, dando a cada um a parte que lhes cabia, de sua fortuna.
       Alguns dias depois, o filho mais novo, juntando todas as coisas que lhe pertenciam, partiu para um país distante, muito longe de sua terra natal.
       Esse moço, infelizmente, não era ajuizado. Mal chegou ao país estrangeiro, começou a gastar, sem cuidado, todo o dinheiro que possuia. Durante mui­tos dias não fez senão desperdiçar tudo que tinha. Buscou a companhia de outros rapazes desajuizados e consumiu toda a sua fortuna em bebidas, teatros e passeios. Um dia, viu que a última moeda havia desaparecido e se achava na mais absoluta miséria.
       Foi nessa época que uma grande seca reduziu aquele país a uma situação tristíssima. Com a seca, veio a fome. Mesmo nos lares ricos havia falta de pão. A miséria se estendeu, desoladora...
       O pobre rapaz, então, buscou um homem daquele país, contou-lhe sua desgraça e pediu-lhe a esmola de um emprego qualquer, mesmo que fosse o pior servi­ço. E o homem desconhecido o enviou para seus cam­pos a fim de guardar porcos. Os porcos se alimen­tavam de alfarrobas, que são frutos de uma árvore chamada alfarrobeira; mas, nem mesmo desses fru­tos davam ao pobre moço. Os porcos se alimenta­vam melhor do que ele!
Foi então que o moço começou a pensar no que havia feito com seu bondoso pai, tão amigo, tão com­preensivo, tão carinhoso... Refletiu muito... Como fora mau e ingrato para com seu paizinho! Como fora também ingrato para com Deus, desrespeitando o Seu Mandamento, que manda honrar os pais ter­renos... Sofrendo a conseqüência de seu pecado, o pobre rapaz arrependeu-se sinceramente de sua in­gratidão e de seus dias vividos no erro e no vício...
E pensou, então, entre lágrimas:
— Na casa de meu pai há muitos trabalhadores e todos vivem felizes pelo trabalho honesto. Vivem com abundância de pão e tranqüilidade... E eu, aqui, morrendo de fome!... Não, não continuarei aqui. Voltarei para minha casa, procurarei meu pai e lhe direi: “Meu pai, pequei contra o Céu e perante ti; não sou mais digno de ser chamado teu filho. Quero ser um simples empregado de tua casa ...
E o moço, como pensou, assim fez.
Abandonando o país estrangeiro, regressou àsua pátria e ao seu lar. Foi longa, difícil e triste a volta, pois ele não mais dispunha de dinheiro para as despesas de viagem. Passou muitas necessidades, sofreu fome e frio, dormiu nas estradas e nas flores­tas... Nunca abandonou, porém, a idéia de que vol­tar para casa era seu primeiro dever.
Finalmente, chegou ao seu antigo lar. Antes, porém, de atingir sua casa, seu velho pai o avistou de longe e ficou ainda mais compadecido, ao ver o filho naquele estado de grande miséria. Seu coração pa­terno, que nunca esquecera o filho ingrato, era todo piedoso. O bondoso pai correu, então, ao encontro do moço. E abraçando-o fortemente, beijou-o com imenso carinho.
Nesse momento, com lágrimas nos olhos, o filho disse ao seu pai compassivo:
— Meu pai, pequei contra o Céu e perante ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho. Quero ser um empregado de tua casa...
O  bondoso pai, porém, que nunca deixou de amar seu filho, disse aos empregados da casa:
— Depressa! Tragam a melhor roupa para meu filho, preparem uma refeição para ele. Tragam-lhe calçado novo! Comamos todos juntos e alegremo­-nos, porque este meu filho estava perdido e foi acha­do, estava morto e reviveu!
E todos os servos e empregados da casa atende­ram imediatamente o velho pai e houve imensa ale­gria naquele grande lar.
O  filho mais velho, porém, não estava em casa.
Achava-se trabalhando no campo. Quando voltou e viu aquela grande movimentação no interior da casa e ouviu as belas canções que os músicos acompanha­vam com seus instrumentos, chamou um dos servos e perguntou o que era aquilo.
O  servo respondeu:
— Foi teu irmão que chegou. Teu pai, de tão alegre e feliz, mandou que preparássemos uma ceia e uma festa, porque o jovem voltou são e salvo.
O  filho mais velho, cheio de ciúme, revoltou-se contra a bondade de seu pai e não quis entrar em casa.
Em vão, o velho pai chamou-o. Mas, ele lhe res­pondeu:
— Meu pai, há muitos anos que te sirvo, sem nunca te desobedecer e nunca preparaste uma ceia para mim e meus amigos. Mas, para meu irmão, que gastou teu dinheiro nas orgias, em terra estrangeira, tu lhe preparas uma grande festa...
O bondoso pai, querendo vencer a revolta do filho, desviá-lo do seu ciúme e incliná-lo à bondade e ao perdão, disse-lhe:
— Meu filho, tu estás sempre comigo e tudo que émeu é teu também. Mas, é justo que nos alegremos com a volta de teu irmão, que é também meu filho como tu. Lembra-te de que ele estava perdido e foi achado. Estava morto e reviveu para nosso amor e para nosso lar.

*

Querida criança: certamente você entendeu tudo que o Senhor nos quer ensinar com a Parábola do Filho Pródigo.
Deus é como o Bondoso Pai da história. Deus é bom, supremamente bom e está sempre disposto a receber Seus filhos arrependidos. É preciso, contudo, que o arrependimento seja verdadeiro como o do fi­lho caçula da história.
Percebeu como foi triste para o moço abandonar seu pai e seu lar? Viu como ele sofreu no país estran­geiro, onde nem mesmo teve as alfarrobas que os porcos comiam?
Assim acontece também com as almas que aban­donam os retos caminhos de Deus. Sofrem muito, pois quem se afasta do dever e da virtude conhecerá, mais cedo ou mais tarde, as dores do remorso e as tristezas da vida.
Arrependendo-se sinceramente, no entanto, Deus o escuta e usa de bondade a alma arrependida, como o pai da parábola, que é um símbolo de nosso Pai do Céu.
Que você se conserve no bom caminho, meu fi­lho. Mas se sentir que pecou contra Deus ou contra os homens, arrependa-se com a mesma humildade do filho pródigo. Nunca imite o filho mais velho da história, que era ciumento e orgulhoso e não teve compaixão do próprio irmão arrependido.
Deus é nosso Pai Compassivo e Eternamente Amigo. Não nos ausentemos nunca de Seu Amor. Mas, se errarmos, corramos para Ele, na estrada da oração sincera, com o coração arrependido e disposto a não errar mais. Ele nos ouvirá e virá ao nosso encontro, porque não há ninguém tão bom quanto Deus. Nem há quem nos ame tanto quanto Ele.


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A PARÁBOLA DO FARISEU E DO PUBLICANO

Sábado, 21.09.13

A PARÁBOLA DO FARISEU E DO PUBLICANO

(Lucas, capítulo 18º, versículos 9 a 14)

Um dia, dois homens subiram as escadarias do Templo de Salomão para fazer suas preces.
Um deles era um fariseu e outro era um publi­cano.
Antes de contar a história desses dois homens, explicaremos alguma coisa a você.
Os fariseus eram homens religiosos, que viviam no tempo de Jesus. Eram muito orguLhosos e se con­sideravam perfeitos por cumprirem as determinações da sua religião. Gostavam de discutir sobre assuntos espirituais. Consideravam suas interpretações como as únicas certas. Eram vaidosos pela antigüidade de sua seita religiosa. Tratavam os partidários das outras crenças com ódio e desprezo. Achavam que “religião” era somente a prática de cerimônias nas suas igrejas (que eram chamadas sinagogas; templo só havia um, o de Salomão, em Jerusalém). Eram, quase sempre, cheios de vícios e erros, mas, fingiam por palavras e atitudes que eram corretos e santos.
Os publicanos eram os cobradores de impostos. No tempo de Jesus, a Palestina pertencia ao Império Romano. Por isso, os judeus pagavam impostos ao Imperador. Os pubLicanos eram, em geral, judeus que exerciam essa profissão: cobravam impostos de seus compatriotas em favor do Império de Roma. Aproveitavam-se, muitas vezes, da sua função para impor multas desonestas, roubando o povo. Por isso, eram geralmente odiados e tidos como ladrões.

*

Voltemos, agora, à nossa história.
Um fariseu e um publicano subiram ao Templo para orar.
O fariseu fazia sua oração, dizendo:
— Ó meu Deus, eu Te agradeço muito, porque não sou semelhante aos outros homens, que são la­drões e injustos. Agradeço-te porque não sou como este publicano indigno que está ali adiante... Ó Se­nhor, todas as segundas e quintas-feiras eu jejuo, recordando a subida de Moisés ao Monte Sinai e sua descida com as Tábulas da Lei. Dou o dizimo(*) de tudo quanto ganho nos meus negócios...
O publicano estava a alguma distância do fari­seu. Não tinha coragem nem de levantar os olhos ao Céu, pois estava profundamente arrependido dos fur­tos que cometia ao cobrar os impostos. Também ora­va, mas, sua prece era muito diferente da oração do fariseu orgulhoso.
Dizia o publicano na sua prece: — Ó Deus, tem misericórdia de mim, que sou um miserável pecador!

*

Que foi que aconteceu depois dessas duas ora­ções?
Preste atenção, filhinho: Deus ouve todas as pre­ces que nós Lhe fazemos. Mas, nem a todas Ele responde. A prece do, fariseu era uma declaração de orgulho; nem merecia ser chamada prece. Deus não atende aos orgulhosos.
A oração do publicano é o grito de uma alma arrependida de seus pecados. E é justamente isso que Deus deseja: que nós reconheçamos nossos erros e nos emendemos, buscando o caminho do bem. Por isso (é Jesus quem diz no Evangelho), Deus atendeu à oração do publicano e o justificou, isto é, deu-lhe novas forças para que ele se corrigisse e caminhasse honestamente na vida.
Encerrando a Parábola, disse Jesus: “Todo a­quele que se exalta (isto é, que se torna orgulhoso) será humilhado; mas, o que se humilha, será exal­tado”.

*

Entendeu bem, meu filho, o significado espiri­tual da Parábola do Fariseu e do Publicano?
O fariseu não teve sua oração atendida por Deus por causa do orgulho e dureza de coração. Em lugar de suplicar as benções de Deus para sua alma, ele, cheio de orgulho, desprezou os outros, considerando-se muito digno. Demonstrou ignorar a Sabedoria de Deus, pois apresentou ao Pai Celestial uma lista das coisas que fazia, como se Deus não soubesse de tudo que acontece.
O publicano, ao contrário, foi humilde e sincero. Reconheceu, diante de Deus, que era um pecador e pediu perdão de suas faltas e culpas. Por isso, foi ouvido por Deus, que Lhe deu novas forças espiri­tuais.
Que você, filhinho, nunca proceda como o fari­seu da Parábola. Nunca se considere superior aos seus companheiros. Não se julgue melhor que seus irmãozinhos, nem mais inteligente que seus colegas. Nunca pense que você é mais puro ou mais digno que seus companheiros da Escola de Evangelho. Nunca fale de suas vitórias, nem de valores que você julgue possuir: o fariseu é que fez isso.
Não pense também nas boas coisas que você já realizou. Pense no bem que você ainda pode e deve fazer. Para que você nunca se orgulhe de nada que sabe ou possui, olhe o exemplo dos Grandes Missio­nários de Deus que passaram pelo mundo. Veja como a sua vida é pobrezinha em comparação com a deles. Não fique desanimado com isso. Você deve imitá-los, mas não se considere justo nem perfeito ainda.
Convém, que você, diante de Deus, com a humil­dade do publicano, conte ao Pai do Céu, com toda a sinceridade, suas faltas, seus defeitos e seus pecados. Faça tudo isso em oração. Honestamente e sincera-mente. E Deus olhará para você com o mesmo amor com que abençoou o publicano. Dará a você novas forças, novos pensamentos, novas bênçãos. E você há de ser uma criança realmente bondosa, sincera, humilde, obediente — uma alma verdadeiramente cristã!
(*) Dízimo — quer dizer “a décima parte”. Era a contri­buição da décima parte das colheitas ou rendimentos, que os judeus pagavam.
(Lucas, capítulo 18º, versículos 9 a 14)

Um dia, dois homens subiram as escadarias do Templo de Salomão para fazer suas preces.
Um deles era um fariseu e outro era um publi­cano.
Antes de contar a história desses dois homens, explicaremos alguma coisa a você.
Os fariseus eram homens religiosos, que viviam no tempo de Jesus. Eram muito orguLhosos e se con­sideravam perfeitos por cumprirem as determinações da sua religião. Gostavam de discutir sobre assuntos espirituais. Consideravam suas interpretações como as únicas certas. Eram vaidosos pela antigüidade de sua seita religiosa. Tratavam os partidários das outras crenças com ódio e desprezo. Achavam que “religião” era somente a prática de cerimônias nas suas igrejas (que eram chamadas sinagogas; templo só havia um, o de Salomão, em Jerusalém). Eram, quase sempre, cheios de vícios e erros, mas, fingiam por palavras e atitudes que eram corretos e santos.
Os publicanos eram os cobradores de impostos. No tempo de Jesus, a Palestina pertencia ao Império Romano. Por isso, os judeus pagavam impostos ao Imperador. Os pubLicanos eram, em geral, judeus que exerciam essa profissão: cobravam impostos de seus compatriotas em favor do Império de Roma. Aproveitavam-se, muitas vezes, da sua função para impor multas desonestas, roubando o povo. Por isso, eram geralmente odiados e tidos como ladrões.

*

Voltemos, agora, à nossa história.
Um fariseu e um publicano subiram ao Templo para orar.
O fariseu fazia sua oração, dizendo:
— Ó meu Deus, eu Te agradeço muito, porque não sou semelhante aos outros homens, que são la­drões e injustos. Agradeço-te porque não sou como este publicano indigno que está ali adiante... Ó Se­nhor, todas as segundas e quintas-feiras eu jejuo, recordando a subida de Moisés ao Monte Sinai e sua descida com as Tábulas da Lei. Dou o dizimo(*) de tudo quanto ganho nos meus negócios...
O publicano estava a alguma distância do fari­seu. Não tinha coragem nem de levantar os olhos ao Céu, pois estava profundamente arrependido dos fur­tos que cometia ao cobrar os impostos. Também ora­va, mas, sua prece era muito diferente da oração do fariseu orgulhoso.
Dizia o publicano na sua prece: — Ó Deus, tem misericórdia de mim, que sou um miserável pecador!


Que foi que aconteceu depois dessas duas ora­ções?
Preste atenção, filhinho: Deus ouve todas as pre­ces que nós Lhe fazemos. Mas, nem a todas Ele responde. A prece do, fariseu era uma declaração de orgulho; nem merecia ser chamada prece. Deus não atende aos orgulhosos.
A oração do publicano é o grito de uma alma arrependida de seus pecados. E é justamente isso que Deus deseja: que nós reconheçamos nossos erros e nos emendemos, buscando o caminho do bem. Por isso (é Jesus quem diz no Evangelho), Deus atendeu à oração do publicano e o justificou, isto é, deu-lhe novas forças para que ele se corrigisse e caminhasse honestamente na vida.
Encerrando a Parábola, disse Jesus: “Todo a­quele que se exalta (isto é, que se torna orgulhoso) será humilhado; mas, o que se humilha, será exal­tado”.

*

Entendeu bem, meu filho, o significado espiri­tual da Parábola do Fariseu e do Publicano?
O fariseu não teve sua oração atendida por Deus por causa do orgulho e dureza de coração. Em lugar de suplicar as benções de Deus para sua alma, ele, cheio de orgulho, desprezou os outros, considerando-se muito digno. Demonstrou ignorar a Sabedoria de Deus, pois apresentou ao Pai Celestial uma lista das coisas que fazia, como se Deus não soubesse de tudo que acontece.
O publicano, ao contrário, foi humilde e sincero. Reconheceu, diante de Deus, que era um pecador e pediu perdão de suas faltas e culpas. Por isso, foi ouvido por Deus, que Lhe deu novas forças espiri­tuais.
Que você, filhinho, nunca proceda como o fari­seu da Parábola. Nunca se considere superior aos seus companheiros. Não se julgue melhor que seus irmãozinhos, nem mais inteligente que seus colegas. Nunca pense que você é mais puro ou mais digno que seus companheiros da Escola de Evangelho. Nunca fale de suas vitórias, nem de valores que você julgue possuir: o fariseu é que fez isso.
Não pense também nas boas coisas que você já realizou. Pense no bem que você ainda pode e deve fazer. Para que você nunca se orgulhe de nada que sabe ou possui, olhe o exemplo dos Grandes Missio­nários de Deus que passaram pelo mundo. Veja como a sua vida é pobrezinha em comparação com a deles. Não fique desanimado com isso. Você deve imitá-los, mas não se considere justo nem perfeito ainda.
Convém, que você, diante de Deus, com a humil­dade do publicano, conte ao Pai do Céu, com toda a sinceridade, suas faltas, seus defeitos e seus pecados. Faça tudo isso em oração. Honestamente e sincera-mente. E Deus olhará para você com o mesmo amor com que abençoou o publicano. Dará a você novas forças, novos pensamentos, novas bênçãos. E você há de ser uma criança realmente bondosa, sincera, humilde, obediente — uma alma verdadeiramente cristã!

(*) Dízimo — quer dizer “a décima parte”. Era a contri­buição da décima parte das colheitas ou rendimentos, que os judeus pagavam.

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A PARÁBOLA DO FARISEU E DO PUBLICANO

Sábado, 21.09.13

A PARÁBOLA DO FARISEU E DO PUBLICANO

(Lucas, capítulo 18º, versículos 9 a 14)

Um dia, dois homens subiram as escadarias do Templo de Salomão para fazer suas preces.
Um deles era um fariseu e outro era um publi­cano.
Antes de contar a história desses dois homens, explicaremos alguma coisa a você.
Os fariseus eram homens religiosos, que viviam no tempo de Jesus. Eram muito orguLhosos e se con­sideravam perfeitos por cumprirem as determinações da sua religião. Gostavam de discutir sobre assuntos espirituais. Consideravam suas interpretações como as únicas certas. Eram vaidosos pela antigüidade de sua seita religiosa. Tratavam os partidários das outras crenças com ódio e desprezo. Achavam que “religião” era somente a prática de cerimônias nas suas igrejas (que eram chamadas sinagogas; templo só havia um, o de Salomão, em Jerusalém). Eram, quase sempre, cheios de vícios e erros, mas, fingiam por palavras e atitudes que eram corretos e santos.
Os publicanos eram os cobradores de impostos. No tempo de Jesus, a Palestina pertencia ao Império Romano. Por isso, os judeus pagavam impostos ao Imperador. Os pubLicanos eram, em geral, judeus que exerciam essa profissão: cobravam impostos de seus compatriotas em favor do Império de Roma. Aproveitavam-se, muitas vezes, da sua função para impor multas desonestas, roubando o povo. Por isso, eram geralmente odiados e tidos como ladrões.

*

Voltemos, agora, à nossa história.
Um fariseu e um publicano subiram ao Templo para orar.
O fariseu fazia sua oração, dizendo:
— Ó meu Deus, eu Te agradeço muito, porque não sou semelhante aos outros homens, que são la­drões e injustos. Agradeço-te porque não sou como este publicano indigno que está ali adiante... Ó Se­nhor, todas as segundas e quintas-feiras eu jejuo, recordando a subida de Moisés ao Monte Sinai e sua descida com as Tábulas da Lei. Dou o dizimo(*) de tudo quanto ganho nos meus negócios...
O publicano estava a alguma distância do fari­seu. Não tinha coragem nem de levantar os olhos ao Céu, pois estava profundamente arrependido dos fur­tos que cometia ao cobrar os impostos. Também ora­va, mas, sua prece era muito diferente da oração do fariseu orgulhoso.
Dizia o publicano na sua prece: — Ó Deus, tem misericórdia de mim, que sou um miserável pecador!

*

Que foi que aconteceu depois dessas duas ora­ções?
Preste atenção, filhinho: Deus ouve todas as pre­ces que nós Lhe fazemos. Mas, nem a todas Ele responde. A prece do, fariseu era uma declaração de orgulho; nem merecia ser chamada prece. Deus não atende aos orgulhosos.
A oração do publicano é o grito de uma alma arrependida de seus pecados. E é justamente isso que Deus deseja: que nós reconheçamos nossos erros e nos emendemos, buscando o caminho do bem. Por isso (é Jesus quem diz no Evangelho), Deus atendeu à oração do publicano e o justificou, isto é, deu-lhe novas forças para que ele se corrigisse e caminhasse honestamente na vida.
Encerrando a Parábola, disse Jesus: “Todo a­quele que se exalta (isto é, que se torna orgulhoso) será humilhado; mas, o que se humilha, será exal­tado”.

*

Entendeu bem, meu filho, o significado espiri­tual da Parábola do Fariseu e do Publicano?
O fariseu não teve sua oração atendida por Deus por causa do orgulho e dureza de coração. Em lugar de suplicar as benções de Deus para sua alma, ele, cheio de orgulho, desprezou os outros, considerando-se muito digno. Demonstrou ignorar a Sabedoria de Deus, pois apresentou ao Pai Celestial uma lista das coisas que fazia, como se Deus não soubesse de tudo que acontece.
O publicano, ao contrário, foi humilde e sincero. Reconheceu, diante de Deus, que era um pecador e pediu perdão de suas faltas e culpas. Por isso, foi ouvido por Deus, que Lhe deu novas forças espiri­tuais.
Que você, filhinho, nunca proceda como o fari­seu da Parábola. Nunca se considere superior aos seus companheiros. Não se julgue melhor que seus irmãozinhos, nem mais inteligente que seus colegas. Nunca pense que você é mais puro ou mais digno que seus companheiros da Escola de Evangelho. Nunca fale de suas vitórias, nem de valores que você julgue possuir: o fariseu é que fez isso.
Não pense também nas boas coisas que você já realizou. Pense no bem que você ainda pode e deve fazer. Para que você nunca se orgulhe de nada que sabe ou possui, olhe o exemplo dos Grandes Missio­nários de Deus que passaram pelo mundo. Veja como a sua vida é pobrezinha em comparação com a deles. Não fique desanimado com isso. Você deve imitá-los, mas não se considere justo nem perfeito ainda.
Convém, que você, diante de Deus, com a humil­dade do publicano, conte ao Pai do Céu, com toda a sinceridade, suas faltas, seus defeitos e seus pecados. Faça tudo isso em oração. Honestamente e sincera-mente. E Deus olhará para você com o mesmo amor com que abençoou o publicano. Dará a você novas forças, novos pensamentos, novas bênçãos. E você há de ser uma criança realmente bondosa, sincera, humilde, obediente — uma alma verdadeiramente cristã!
(*) Dízimo — quer dizer “a décima parte”. Era a contri­buição da décima parte das colheitas ou rendimentos, que os judeus pagavam.
(Lucas, capítulo 18º, versículos 9 a 14)

Um dia, dois homens subiram as escadarias do Templo de Salomão para fazer suas preces.
Um deles era um fariseu e outro era um publi­cano.
Antes de contar a história desses dois homens, explicaremos alguma coisa a você.
Os fariseus eram homens religiosos, que viviam no tempo de Jesus. Eram muito orguLhosos e se con­sideravam perfeitos por cumprirem as determinações da sua religião. Gostavam de discutir sobre assuntos espirituais. Consideravam suas interpretações como as únicas certas. Eram vaidosos pela antigüidade de sua seita religiosa. Tratavam os partidários das outras crenças com ódio e desprezo. Achavam que “religião” era somente a prática de cerimônias nas suas igrejas (que eram chamadas sinagogas; templo só havia um, o de Salomão, em Jerusalém). Eram, quase sempre, cheios de vícios e erros, mas, fingiam por palavras e atitudes que eram corretos e santos.
Os publicanos eram os cobradores de impostos. No tempo de Jesus, a Palestina pertencia ao Império Romano. Por isso, os judeus pagavam impostos ao Imperador. Os pubLicanos eram, em geral, judeus que exerciam essa profissão: cobravam impostos de seus compatriotas em favor do Império de Roma. Aproveitavam-se, muitas vezes, da sua função para impor multas desonestas, roubando o povo. Por isso, eram geralmente odiados e tidos como ladrões.

*

Voltemos, agora, à nossa história.
Um fariseu e um publicano subiram ao Templo para orar.
O fariseu fazia sua oração, dizendo:
— Ó meu Deus, eu Te agradeço muito, porque não sou semelhante aos outros homens, que são la­drões e injustos. Agradeço-te porque não sou como este publicano indigno que está ali adiante... Ó Se­nhor, todas as segundas e quintas-feiras eu jejuo, recordando a subida de Moisés ao Monte Sinai e sua descida com as Tábulas da Lei. Dou o dizimo(*) de tudo quanto ganho nos meus negócios...
O publicano estava a alguma distância do fari­seu. Não tinha coragem nem de levantar os olhos ao Céu, pois estava profundamente arrependido dos fur­tos que cometia ao cobrar os impostos. Também ora­va, mas, sua prece era muito diferente da oração do fariseu orgulhoso.
Dizia o publicano na sua prece: — Ó Deus, tem misericórdia de mim, que sou um miserável pecador!


Que foi que aconteceu depois dessas duas ora­ções?
Preste atenção, filhinho: Deus ouve todas as pre­ces que nós Lhe fazemos. Mas, nem a todas Ele responde. A prece do, fariseu era uma declaração de orgulho; nem merecia ser chamada prece. Deus não atende aos orgulhosos.
A oração do publicano é o grito de uma alma arrependida de seus pecados. E é justamente isso que Deus deseja: que nós reconheçamos nossos erros e nos emendemos, buscando o caminho do bem. Por isso (é Jesus quem diz no Evangelho), Deus atendeu à oração do publicano e o justificou, isto é, deu-lhe novas forças para que ele se corrigisse e caminhasse honestamente na vida.
Encerrando a Parábola, disse Jesus: “Todo a­quele que se exalta (isto é, que se torna orgulhoso) será humilhado; mas, o que se humilha, será exal­tado”.

*

Entendeu bem, meu filho, o significado espiri­tual da Parábola do Fariseu e do Publicano?
O fariseu não teve sua oração atendida por Deus por causa do orgulho e dureza de coração. Em lugar de suplicar as benções de Deus para sua alma, ele, cheio de orgulho, desprezou os outros, considerando-se muito digno. Demonstrou ignorar a Sabedoria de Deus, pois apresentou ao Pai Celestial uma lista das coisas que fazia, como se Deus não soubesse de tudo que acontece.
O publicano, ao contrário, foi humilde e sincero. Reconheceu, diante de Deus, que era um pecador e pediu perdão de suas faltas e culpas. Por isso, foi ouvido por Deus, que Lhe deu novas forças espiri­tuais.
Que você, filhinho, nunca proceda como o fari­seu da Parábola. Nunca se considere superior aos seus companheiros. Não se julgue melhor que seus irmãozinhos, nem mais inteligente que seus colegas. Nunca pense que você é mais puro ou mais digno que seus companheiros da Escola de Evangelho. Nunca fale de suas vitórias, nem de valores que você julgue possuir: o fariseu é que fez isso.
Não pense também nas boas coisas que você já realizou. Pense no bem que você ainda pode e deve fazer. Para que você nunca se orgulhe de nada que sabe ou possui, olhe o exemplo dos Grandes Missio­nários de Deus que passaram pelo mundo. Veja como a sua vida é pobrezinha em comparação com a deles. Não fique desanimado com isso. Você deve imitá-los, mas não se considere justo nem perfeito ainda.
Convém, que você, diante de Deus, com a humil­dade do publicano, conte ao Pai do Céu, com toda a sinceridade, suas faltas, seus defeitos e seus pecados. Faça tudo isso em oração. Honestamente e sincera-mente. E Deus olhará para você com o mesmo amor com que abençoou o publicano. Dará a você novas forças, novos pensamentos, novas bênçãos. E você há de ser uma criança realmente bondosa, sincera, humilde, obediente — uma alma verdadeiramente cristã!

(*) Dízimo — quer dizer “a décima parte”. Era a contri­buição da décima parte das colheitas ou rendimentos, que os judeus pagavam.

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A PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPASSIVO

Sábado, 21.09.13

A PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPASSIVO

(Mateus, capítulo 18º, versículos 23 a 35)

Há muito tempo e muito longe daqui, havia um rei que governava um grande e rico país.
Esse rei tinha muitos ministros que se conside­ravam seus servos, tão grande era o poder de seu grande chefe.
Cada ministro exercia uma tarefa e uma função determinada no governo daquele país.
Um dia, o rei chamou os seus servidores (que eram os tesoureiros e oficiais de sua corte) para fazer contas com ele. Todos teriam que prestar contas ao monarca. Alguns haviam feito empréstimos e era chegada a hora de pagar suas dívidas ao rei.
Chegou, primeiramente, um importante servidor, que era uma espécie de tesoureiro do reino. Feito o balanço, foi verificado que ele devia ao rei a grande quantia de dez mil talentos. (O talento era uma moe­da antiga que valia mais ou menos vinte mil cru­zeiros). A dívida total do ministro era, pois, de DU­ZENTOS MILHÕES DE CRUZEIROS, que ele ha­via retirado do tesouro real para suas despesas extra­vagantes de homem pródigo.
Esse oficial gastara no jogo e no luxo essa quan­tia fabulosa e agora não tinha possibilidade de pa­gar sua dívida ao rei.
Naquele tempo, as leis dos países orientais orde­navam que fosse vendido, juntamente com sua espo­sa, seus filhos e seus bens, aquele que não pudesse pagar suas dívidas ou restituir seus roubos. Foi o que o rei fez, O seu ministro não tinha com que pagar o débito, O rei, então, ordenou que ele, sua esposa e seus filhos fossem vendidos para pagamento da dívida.
Ouvindo o julgamento do rei, o grande servidor ajoelhou-se diante dele e suplicou-lhe, entre lágrimas e lamentações:
— Senhor, tem piedade, tem paciência comigo. Eu trabalharei e te pagarei tudo.
O  soberano encheu-se de compaixão por aquele infeliz homem, que gastara loucamente seu dinheiro e agora estava reduzido à miséria. E perdoou-lhe a dívida.
O  tesoureiro saiu do palácio real com o-coração aliviado pelo perdão de seu senhor. Era agora um pobre, estava reduzido à miséria, mas, estava em liberdade e sentia-se feliz: tinha sua mulher, seus filhos e sua casa. Haveria de trabalhar para viver, trabalharia muito — pensou...
Não muito longe do palácio, encontrou, no en­tanto, um pobre servidor do rei, a quem, há muito tempo, ele emprestara a pequena quantia de cem denários, que em nossa moeda correspondem a cer­ca de TREZENTOS CRUZEIROS.
O  tesoureiro do rei estava na miséria... E ali estava, a poucos passos dele, alguém que lhe devia algum dinheiro...
Esquecendo-se do perdão do bondoso rei, que ti­vera compaixão dele, o tesoureiro avançou para o pobre homem e, segurando-o pela garganta, sem a menor piedade, foi-lhe gritando:
— Paga o que me deves... Paga-me os cem dená­rios, já, sem demora...
E, cruelmente, sufocava o pobre servidor do pa­lácio. Este conseguiu ajoelhar-se diante do tesoureiro e, chorando, sem forças, suplicou:
— Senhor, tem piedade, tem paciência comigo. Eu trabalharei e te pagarei tudo.
Mas, o tesoureiro era um homem duro de cora­ção e não atendeu ao pobre devedor. Esqueceu-se de que, momentos antes, ele estava na mesma situação, com uma dívida imensamente maior e fora perdoado pelo rei... Mandou prender o infeliz companheiro até que lhe pagasse a dívida.
Aconteceu, porém, uma coisa que o tesoureiro não esperava. Alguns oficiais da corte, que assis­tiram à cena do perdão do soberano, passavam pela rua justamente no momento em que o tesoureiro apertava a garganta do seu pobre devedor e este lhe suplicava inutilmente misericórdia.
Os oficiais ficaram profundamente tristes quan­do viram o pobre devedor ser levado para a prisão, por uma dívida tão pequena, por ordem de quem havia sido perdoado por uma dívida tão grande. E, imediatamente, voltaram à presença de Sua Majes­tade para contar-lhe tudo que viram e ouviram.
Então, o rei mandou que seus soldados fossem buscar o tesoureiro. Quando este chegou diante do trono, muito amedrontado e acovardado, o rei lhe disse:
— Servo malvado, eu perdoei a tua dívida porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, ter com­paixão de teu devedor como eu tive de ti? Mas, como és maldoso e não tiveste misericórdia de teu próximo, não mereces a liberdade. Irás para a prisão até paga­res tudo que me deves.

*

Termina Jesus a Parábola dizendo, numa adver­tência que não se deve esquecer: “Assim vos fará também meu Pai Celestial, se do coração não per­doardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas
Entendeu, querida criança, a Parábola do Cre­dor Incompassivo?
O rei representa Deus, que é o Rei do Universo. Ele nos tem perdoado uma dívida imensa. Nossa presença na Terra (nossa atual encarnação) signi­fica um aspecto do imenso perdão de Deus para co­nosco. Imensa era nossa dívida para com Deus (tal como a do tesoureiro), dívida representada pelas nossas muitas culpas e pecados através de muitas encarnações. Deus nos oferece, agora, o Seu Perdão através de nova oportunidade, nesta atual existên­cia, para nos corrigirmos e buscarmos a perfeição de nossos espíritos. Não se esqueça disso, filhinho.
       Lembremo-nos sempre do Perdão Divino, sobre­tudo quando formos ofendidos por alguém. Por maior que seja a ofensa que alguém nos faça (calúnia, per­seguição, intriga, brutalidade, etc.), lembremo-nos de que muito mais temos ofendido a Lei Divina com as nossas rebeldias, nesta vida atual e em nossas exis­tências passadas.
       Por maior que seja a maldade que alguém nos faça, saibamos perdoar-lhe essa dívida moral, recor­dando a parábola. Pensemos assim: qualquer ofen­sa, por maior que seja, não passa de cem denários (trezentos cruzeiros), se ela pudesse ser calculada em dinheiro. E pensemos também, filhinho, usando a mesma comparação, que nossa dívida para com Deus é infinitamente maior: é de dez mil talentos (DUZENTOS MILHÕES DE CRUZEIROS)!...
       Saibamos perdoar sempre, qualquer que seja a ofensa, que é sempre pequena comparada com as ofensas que temos feito à Divina Majestade de nosso Rei do Céu.
       Perdoemos sempre, querida criança, nunca es­quecendo as misericórdias de Deus. Ele sempre se­meou bênçãos auxiliadoras sobre nossos espíritos culpados, oferecendo-nos novas oportunidades de reparação e progresso. Imitemos nosso Pai do Céu e não o tesoureiro da Parábola. Entendeu tudo, filhi­nho?

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publicado por duronaqueda às 17:30

A PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPASSIVO

Sábado, 21.09.13

A PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPASSIVO

(Mateus, capítulo 18º, versículos 23 a 35)

Há muito tempo e muito longe daqui, havia um rei que governava um grande e rico país.
Esse rei tinha muitos ministros que se conside­ravam seus servos, tão grande era o poder de seu grande chefe.
Cada ministro exercia uma tarefa e uma função determinada no governo daquele país.
Um dia, o rei chamou os seus servidores (que eram os tesoureiros e oficiais de sua corte) para fazer contas com ele. Todos teriam que prestar contas ao monarca. Alguns haviam feito empréstimos e era chegada a hora de pagar suas dívidas ao rei.
Chegou, primeiramente, um importante servidor, que era uma espécie de tesoureiro do reino. Feito o balanço, foi verificado que ele devia ao rei a grande quantia de dez mil talentos. (O talento era uma moe­da antiga que valia mais ou menos vinte mil cru­zeiros). A dívida total do ministro era, pois, de DU­ZENTOS MILHÕES DE CRUZEIROS, que ele ha­via retirado do tesouro real para suas despesas extra­vagantes de homem pródigo.
Esse oficial gastara no jogo e no luxo essa quan­tia fabulosa e agora não tinha possibilidade de pa­gar sua dívida ao rei.
Naquele tempo, as leis dos países orientais orde­navam que fosse vendido, juntamente com sua espo­sa, seus filhos e seus bens, aquele que não pudesse pagar suas dívidas ou restituir seus roubos. Foi o que o rei fez, O seu ministro não tinha com que pagar o débito, O rei, então, ordenou que ele, sua esposa e seus filhos fossem vendidos para pagamento da dívida.
Ouvindo o julgamento do rei, o grande servidor ajoelhou-se diante dele e suplicou-lhe, entre lágrimas e lamentações:
— Senhor, tem piedade, tem paciência comigo. Eu trabalharei e te pagarei tudo.
O  soberano encheu-se de compaixão por aquele infeliz homem, que gastara loucamente seu dinheiro e agora estava reduzido à miséria. E perdoou-lhe a dívida.
O  tesoureiro saiu do palácio real com o-coração aliviado pelo perdão de seu senhor. Era agora um pobre, estava reduzido à miséria, mas, estava em liberdade e sentia-se feliz: tinha sua mulher, seus filhos e sua casa. Haveria de trabalhar para viver, trabalharia muito — pensou...
Não muito longe do palácio, encontrou, no en­tanto, um pobre servidor do rei, a quem, há muito tempo, ele emprestara a pequena quantia de cem denários, que em nossa moeda correspondem a cer­ca de TREZENTOS CRUZEIROS.
O  tesoureiro do rei estava na miséria... E ali estava, a poucos passos dele, alguém que lhe devia algum dinheiro...
Esquecendo-se do perdão do bondoso rei, que ti­vera compaixão dele, o tesoureiro avançou para o pobre homem e, segurando-o pela garganta, sem a menor piedade, foi-lhe gritando:
— Paga o que me deves... Paga-me os cem dená­rios, já, sem demora...
E, cruelmente, sufocava o pobre servidor do pa­lácio. Este conseguiu ajoelhar-se diante do tesoureiro e, chorando, sem forças, suplicou:
— Senhor, tem piedade, tem paciência comigo. Eu trabalharei e te pagarei tudo.
Mas, o tesoureiro era um homem duro de cora­ção e não atendeu ao pobre devedor. Esqueceu-se de que, momentos antes, ele estava na mesma situação, com uma dívida imensamente maior e fora perdoado pelo rei... Mandou prender o infeliz companheiro até que lhe pagasse a dívida.
Aconteceu, porém, uma coisa que o tesoureiro não esperava. Alguns oficiais da corte, que assis­tiram à cena do perdão do soberano, passavam pela rua justamente no momento em que o tesoureiro apertava a garganta do seu pobre devedor e este lhe suplicava inutilmente misericórdia.
Os oficiais ficaram profundamente tristes quan­do viram o pobre devedor ser levado para a prisão, por uma dívida tão pequena, por ordem de quem havia sido perdoado por uma dívida tão grande. E, imediatamente, voltaram à presença de Sua Majes­tade para contar-lhe tudo que viram e ouviram.
Então, o rei mandou que seus soldados fossem buscar o tesoureiro. Quando este chegou diante do trono, muito amedrontado e acovardado, o rei lhe disse:
— Servo malvado, eu perdoei a tua dívida porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, ter com­paixão de teu devedor como eu tive de ti? Mas, como és maldoso e não tiveste misericórdia de teu próximo, não mereces a liberdade. Irás para a prisão até paga­res tudo que me deves.

*

Termina Jesus a Parábola dizendo, numa adver­tência que não se deve esquecer: “Assim vos fará também meu Pai Celestial, se do coração não per­doardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas
Entendeu, querida criança, a Parábola do Cre­dor Incompassivo?
O rei representa Deus, que é o Rei do Universo. Ele nos tem perdoado uma dívida imensa. Nossa presença na Terra (nossa atual encarnação) signi­fica um aspecto do imenso perdão de Deus para co­nosco. Imensa era nossa dívida para com Deus (tal como a do tesoureiro), dívida representada pelas nossas muitas culpas e pecados através de muitas encarnações. Deus nos oferece, agora, o Seu Perdão através de nova oportunidade, nesta atual existên­cia, para nos corrigirmos e buscarmos a perfeição de nossos espíritos. Não se esqueça disso, filhinho.
       Lembremo-nos sempre do Perdão Divino, sobre­tudo quando formos ofendidos por alguém. Por maior que seja a ofensa que alguém nos faça (calúnia, per­seguição, intriga, brutalidade, etc.), lembremo-nos de que muito mais temos ofendido a Lei Divina com as nossas rebeldias, nesta vida atual e em nossas exis­tências passadas.
       Por maior que seja a maldade que alguém nos faça, saibamos perdoar-lhe essa dívida moral, recor­dando a parábola. Pensemos assim: qualquer ofen­sa, por maior que seja, não passa de cem denários (trezentos cruzeiros), se ela pudesse ser calculada em dinheiro. E pensemos também, filhinho, usando a mesma comparação, que nossa dívida para com Deus é infinitamente maior: é de dez mil talentos (DUZENTOS MILHÕES DE CRUZEIROS)!...
       Saibamos perdoar sempre, qualquer que seja a ofensa, que é sempre pequena comparada com as ofensas que temos feito à Divina Majestade de nosso Rei do Céu.
       Perdoemos sempre, querida criança, nunca es­quecendo as misericórdias de Deus. Ele sempre se­meou bênçãos auxiliadoras sobre nossos espíritos culpados, oferecendo-nos novas oportunidades de reparação e progresso. Imitemos nosso Pai do Céu e não o tesoureiro da Parábola. Entendeu tudo, filhi­nho?

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publicado por duronaqueda às 17:30

A HISTORIA DOS CHINELOS HAVAIANAS(SANDALIAS)

Sábado, 21.09.13
Havaianas  A HISTORIA DOS CHINELOS HAVAIANAS(SANDALIAS)

Havaianas é uma marca brasileira de sandálias de borracha produzidas pela São Paulo Alpargatas, uma empresa do Grupo Camargo Corrêa.
A marca, que possui participação de 80% no mercado brasileiro de chinelos de borracha, comercializa cerca de 162 milhões de sandálias anualmente, dos quais 10% para mais de 80 países dos cinco continentes, podendo ser encontrada em mais de 200 mil pontos de venda. As exportações chegam a 22 milhões de pares (somente nos Estados Unidos está presente em 1.700 pontos de venda). A cada três brasileiros, dois em média consomem um par de "havaianas" por ano.
As vendas da sandália de borracha Havaianas, produto de sucesso da Alpargatas, já representam metade do faturamento da companhia, que no ano passado foi de R$ 1,6 bilhão. O investimento em marketing da marca, de 12% a 13% do faturamento, tem mantido a Havaianas em trajetória de crescimento. O percurso para a sandália ganhar status de marca fashion foi longo. Ele começou a ser traçado em 1994, quando a marca estava em crise, com queda de vendas.

 A empresa reagiu e lançou, com uma grande campanha de marketing, a Havainas Top, um novo modelo de sandálias de uma única cor. De 1994 a 2000 o produto foi aos poucos "sofisticado" pela empresa em campanhas e em muitos lançamentos. Foi quando modelos e celebridades começaram a desfilar com a sandália nos pés. As exportações aceleraram e a marca ganhou espaço em revistas e nas principais vitrines de moda no mundo.
História

A idéia para o produto foi inspirada nas Zori, sandálias japonesas feitas de palha de arroz ou madeira lascada e que são usadas com os kimonos. Em 8 de junho de 1962 foram lançadas as sandálias brasileiras feitas de borracha. O primeiro modelo é o mais tradicional: branco com tiras e laterais da base azuis. Não possuíam um atrativo visual, porém, eram demasiado baratas. Com o fator preço favorecendo o mercado, em menos de um ano a Vespasiano produzia mais de 13 mil pares por dia.
O grande público das Havaianas foi, durante trinta anos, uma classe financeiramente desfavorecida que a comprava em mercados de bairro. Assim, as Havaianas ficaram conhecidas como "chinelo de pobre". Tentando mudar esta idéia, a companhia lança em 1991 o modelo Havaianas Sky, com cores fortes e calcanhar mais alto, dando a idéia de que pertencia a um público de classe mais alta. Seu preço também é mais elevado que o das tradicionais. Para levar o lançamento ao público alvo, foram veiculadas propagandas de grande porte estreladas por artistas famosos. Em seguida a distribuição foi organizado de acordo com o público alvo.
Também foi criado um display vertical para facilitar a escolha do produto e do número. Este display substituiu as antigas bancadas com pares espalhados.
Após o sucesso da Sky, foram criados novos modelos como, por exemplo, a Havaianas Olimpic, lançada durante as Olimpíadas de Atlanta. Desde a seu aparecimento, as Havaianas evoluíram dos modelos simples de chinelo de enfiar no dedo, que continuam a ser um sucesso de vendas, para designs mais elaborados com aplicações e formatos variados. Recentemente foi lançado um modelo que inclui um salto alto.
No mundo
Em 1997 foi criado o departamento de comércio exterior das Havaianas com o objetivo de aumentar a exportação do produto. A primeira etapa foi a reorganização de toda a rede de distribuidores. Alguns eventos ocorreram para a divulgação da marca como na França, em 2004, em que as sandálias coloridas tipicamente brasileiras venderam três mil pares.
A distribuidora foi uma das que mais trabalharam o conceito da marca, fazendo parcerias com grandes lojas como Harrods e Galeries Lafayette.
Outro fator que culminou no sucesso da marca no exterior foi quando, em 2003, foram produzidos modelos sofisticados com os rubis, para os indicados ao Oscar[carece de fontes] e colocados em embalagens especiais com a foto de cada um imitando um espelho. Os calçados foram entregues aos indicados no dia seguinte à premiação do Oscar.
Nos últimos anos, o lucro gerado pela exportação das Havaianas quadruplicou e os países que mais compram são Austrália e Filipinas.
Campanhas publicitárias
ampanhas publicitárias de sucesso marcaram a história das Havaianas. O slogan mais conhecido do produto é "As legítimas", uma vez que, devido ao sucesso, muitas outras empresas lançaram produtos semelhantes para concorrer com as Havaianas. Esse slogan começa a ser veiculado em campanha publicitária de 1967 com Chico Anysio, como garoto propaganda.
Porém, o personagem Didi já havia sido garoto propaganda da marca, lançando o também famoso slogan "Ô psiti, não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras". Na década de 1990, Didi retorna à publicidade da marca com a campanha "Isso é amor antigo" divulgando a linha. Tom Jobim ficou tão marcado pela propaganda que muitos pensavam que ele poderia ser o dono da companhia.
Após a saída do compositor, entra a socialite Vera Loyolla divulgando o produto com o tema Todo mundo usa Havaianas que, depois, também foi divulgada com o ator Luiz Fernando Guimarães que flagrava personalidades usando Havaianas.
Nos últimos anos e até hoje, campanhas são estreladas por diversos artistas como Cláudia Abreu, Fábio Assunção, Daniela Cicarelli, Luana Piovani, Rodrigo Santoro, Fernanda Lima, Déborah Secco, Marcos Palmeira, Raí, Popó, Luma de Oliveira, Reynaldo Gianecchini e Alexandre Borges, entre outros. Todas mostrando sitcoms em que os artistas usam ou procuram Havaianas nas lojas.
Em 2009, foi lançada uma campanha que gerou muita polêmica, onde uma senhora "moderna" sugere à sua neta o ator Cauã Reymond para fazer sexo. Muitos telespectadores reclamaram e um processo chegou a ser aberto no Conar - conselho que rege a publicidade. A empresa fez uma nota, retirando a propaganda do ar, em respeito aos consumidores que não haviam gostado, mas publicando o vídeo no YouTube para aqueles que haviam gostado da propaganda,4 tornando-o rapidamente um "viral" com milhões de acessos.
Em 2010 a campanha veiculada com a atriz Fernanda Vasconcellos gerou polêmica na internet ao apresentar a atriz sem umbigo.5 O vídeo da campanha divulgado na internet, diferentemente da que fora divulgado na tv, mostra a atriz com a ausência do umbigo na região abdominal. Não ficou claro se esta foi uma ação como estratégia de marketing planejada pela empresa para o vídeo publicizado na internet, foi um erro do You Tube ao adicioná-lo ao site ou um erro da empresa produtora que criou vídeo.

Modelos de Havaianas vendidos no Brasil
 Nite - Sandálias especiais com desenhos no solado ou tiras que brilham no escuro. Ideais para baladas e casas noturnas.
Baby - Sandálias em tamanhos que vão do 17/18 ao 23/24, com feixe para prender ao calcanhar. Possuem variação Baby Pets, com bichinhos nas tirinhas, Baby Brasil, com estilo idêntico à Brasil normal e Baby Estampadas com estampas coloridas na base.
Brasil - Sandálias com a bandeira do Brasil pregada nas tirinhas e listras das cores da bandeira em torno da base.
Cartunistas - Para crianças, traz estampas de cartunistas famosos.
Estampadas - Linha com estampas coloridas na base de flores e borboletas. Possuem variações Alamoana, Butterfly, Floral, Flowers, Hibisco e Sunny. Todas com diferentes formas de flores e borboletas.
Flash - Possui diferentes formas de tiras e estampas. Variações Flash Hit, Flash Indian, Flash Urban, Flash Urban Fresh, Flash Way e Flash Way Etnics.
High - Modelos com saltos de até 6cm. Diferentes cores e estampas. Variações High Butterfly, High Camuflada, High Flowers, High Light, High Look, High Metalic e High Sun.
Ipê - Sandálias com estampas de bichos feitas em parceria com o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), em que 7% da venda líquida será destinada ao IPÊ. Possui a variação IPÊ Filhotes que, como o nome sugere, trás estampas de filhos e tamanhos menores para crianças.
Joy - Modelo feminino com salto pequeno de 3 cm. Não possuem estampas nem variação de modelos, apenas de cores. Todas trazem flores delicadas presas às tiras.
Kids - Modelos para crianças que trazem a linha Kids Pets, com bichinhos nas tiras.
Menina -Linha com modelos para meninas lançada em 2006. Vêm perfumadas e com muito cor-de-rosa e estampas de corações, flores e frutas. Variações: Kids Flores, Kids Lucky, Kids Stars e Kids Tropical, que vêm com uma bolsinha estampada.
Menino - Havaianas com temas de esportes radicais e aventura. Variações: Kids Radical e Kids Monsters.
Slim -Simples e com tiras mais finas. Possui duas variações, a Slim, lisa contando apenas com variação de cores, e a Slim Season, com tiras e estampa floral douradas.
Socks -Meia especial com espaço entre o dedo polegar e os outros para passar as tiras das Havaianas. Possui variações com estampas de todos os modelos das Havaianas.
Surf - Modelos simples de tiras pretas com estampas que lembram o mundo do Surf, como peixes, coqueiros, ondas, entre outros.
Top -Primeiro modelo diversificado lançado pela Havaianas. Possui calcanhar ligeiramente mais alto e cores vibrantes. São 13 diferentes cores, sem estampas.
Tradicional - Modelo original das Havaianas que faz sucesso até hoje. Foi por trinta anos o único modelo existente. Sua base, branca, não possui estampas. A variação de cores ocorre apenas nas tiras e na lateral da base.
Wave - Modelo com curvas e solado especial, que se adapta ao pé do usuário. Foi confeccionada em resposta ao modelo Anatômicas da marca Ipanema.
Curiosidades

Em 2006, 162 milhões de pares de Havaianas foram vendidos no mundo inteiro.
Em 2006, 10% da venda total de Havaianas é feita para mais de 80 países dos cinco continentes.8
Em média dois, em cada três brasileiros, consomem pelo menos um par de Havaianas por ano.9
No parque fabril de Campina Grande, único do mundo a produzir o produto, são produzidos 5 pares de Havaianas por segundo.
A Havaianas foi a quarta marca mais lembrada na América Latina em 2006.
2,4 bilhões de pares de Havaianas já foram fabricados e vendidos desde 1962.

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publicado por duronaqueda às 17:25

ESPICIAL SOBRE O DIA DA ARVORE

Sábado, 21.09.13

 Dia Mundial da Árvore

No hemisfério sul, o dia 21 de Setembro marca a chegada da primavera, estação onde a natureza parece recuperar toda a vida que estava adormecida pelos dias frios de inverno. O Brasil carrega fortes laços com a cultura indígena que deu origem a este país, um deles é o amor e respeito pelas árvores como representantes maiores da imensa riqueza natural que o Brasil possui.

No Brasil, há 30 anos, formalizou-se então o dia 21 de Setembro como o Dia da Árvore - o dia que marca um novo ciclo para o meio ambiente e o tempo para se reforçar os apelos para a conscientização de todos em favor do meio ambiente. De acordo com o Decreto Federal nº 55.795 de 24 de fevereiro de 1965, foi instituída em todo o território nacional, a Festa Anual das Árvores, em substituição ao chamado Dia da Árvore na época comemorado no dia 21 de setembro.

Conforme previsto no Art 3º, a Festa Anual das Árvores, em razão das diferentes características fisiográfico-climáticas do Brasil, será comemorada durante a última semana do mês de Março nos estados do Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia; Territórios Federais do Amapá, Roraima, Fernando de Noronha e Rondônia. Na semana com início no dia 21 de setembro, nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal"

Em algumas regiões do Brasil por força do costume, muitas pessoas não observam que não existe mais a comemoração do Dia da Arvore. O correto é observar qual a semana adequada para a comemoração da Festa Anual das Árvores, de acordo com a localização do estado, última semana do mês de março ou semana com início no dia 21 de setembro.
Portugal

Em Portugal, que se encontra no hemisfério Norte, o Dia da Árvore festeja-se no dia 21 de Março.

Até 2013, a mais velha árvore ainda viva do planeta era Methuselah (Matusalém), um pinheiro (Pinus longaeva) de 4.845 anos das White Mountains, na Califórnia. Contudo, neste ano um grupo de pesquisa anunciou a descoberta de uma planta de 5.062 anos, da mesma espécie e na mesma região. Mas ela não recebeu ainda um nome.

Dia da Árvore ganha homenagem com doodle do Google; veja curiosidades

Já o Guinness Book considera a árvore que mais viveu registrada como sendo Prometheus - também da mesma espécie e região. O pinheiro teria 5,2 mil anos. Prometheus tinha 5,1 m de diâmetro e sua idade foi descoberta pela contagem dos anéis do tronco. Ele foi cortado em 1963, segundo o Guinness.
O fóssil mais velho de uma árvore já datado tem cerca de 385 milhões de anos. Cientistas descobriram diversas partes da planta no Estado de Nova York. Eles estimam que teria cerca de 9 m de altura e seria parecido com as palmeiras
atuais.

Os pesquisadores acreditam que o surgimento das primeiras florestas mudou drasticamente a cara do planeta, criaram novos microambientes e armazenaram enormes quantidades de carbono. "O surgimento de florestas removeu uma grande quantidade de dióxido de carbono da atmosfera. Isso fez com que as temperaturas caíssem e o planeta ficasse muito similar às condições atuais", diz Christopher Berry, da Universidade de Cardiff, em Gales, líder do estudo que descobriu o fóssil.
"As árvores precederam os dinossauros em 140 milhões de anos", diz Ed Landing, do Museu do Estado de Nova York, membro do estudo. "Não havia nada voando, nem répteis ou anfíbios."As maiores árvores do mundo são as sequoias (Sequoia sempervirens), encontradas também na Califórnia. Elas podem chegar facilmente a 91 metros e, a mais alta conhecida, chamada de Hyperion, tem 115,7 metros. Os cientistas afirmam que as sequoias chegam a esse tamanho devido, parcialmente, às condições da região, com temperaturas amenas e muita chuva.






















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publicado por duronaqueda às 13:40

A Historia De Adriane Galisteu

Sábado, 21.09.13

Adriane Galisteu
Adriane Galisteu (São Paulo, 17 de abril de 1973 ) é uma modelo, atriz e apresentadora de televisão brasileira.

Biografia

Filha de Alberto e Emma Galisteu, Adriane teve uma infância difícil. Seu pai era álcoolatra e tal vício debilitou sua saúde, culminando em um infarto fulminante. Na época, Adriane tinha apenas quinze anos e precisou começar a trabalhar para ajudar no sustento de sua mãe e de seu irmão, portador do vírus da AIDS que viria a falecer em 1996.

Adriane atraiu a atenção da mídia através do seu namoro com o piloto brasileiro de Fórmula 1 Ayrton Senna, morto em trágico acidente em 1 de maio de 1994.  O relacionamento de Adriane e a família de Senna não era dos mais fáceis, levando-a a passar por situações de constrangimento no funeral do piloto, ao ser impedida de acompanhar o velório junto da família e amigos mais íntimos. Para se despedir de Senna, Adriane teve que entrar, como qualquer anônimo, na fila dos fãs.

Em 1998, Adriane se envolveu com o publicitário Roberto Justus. Após seis meses de namoro, os dois decidiram se casar. A união foi objeto de destaque na imprensa, mas acabou oito meses depois. Posteriormente, Adriane revelaria que seu casamento com o empresário foi "um ato impensado" e que "no dia do casamento, já sabia que não daria certo".


Ela teve ainda uma relação amorosa com o ator Dado Dolabella, sete anos mais novo, com início em meados de 2003. O relacionamento dos dois começou logo após o rompimento do namoro de Dolabella com a cantora Wanessa Camargo. Ironicamente, uma briga posterior de Dolabella com Wanessa foi a suposta razão para o fim do namoro do mesmo com Adriane, que já criticou a conduta de Dolabella publicamente em canais de mídia.

Em 2009, Adriane revelou estar namorando o empresário Alexandre Iódice, antigo conhecido de seus círculos sociais. Em dezembro de 2009 ela revelou estar grávida.

A apresentadora foi rainha de bateria das escolas de samba Portela, Rocinha e Tijuca, além de apresentar o Band Folia, o desfile das escolas de samba do grupo de acesso e das campeãs do Carnaval do Rio de Janeiro e, em 2012, a cobertura do Carnaval de Salvador.


                                             Carreira artística

Adriane  iniciou a sua carreira de modelo aos nove anos, fazendo um anúncio da rede de restaurantes McDonald's, e quando adolescente, em 1987, participou no conjunto Meia Soquete, um grupo no mesmo estilo de As Melindrosas.

Adriane posou para a edição brasileira da revista Playboy de agosto de 1995 e, desde então tem seguido carreira na televisão, ganhando espaço como apresentadora.

Em 1995 lançou o livro O Caminho das Borboletas, onde narra o período de seu relacionamento com Ayrton Senna.

Sua carreira na TV aberta iniciou-se na CNT em 1995, no programa Ponto G.  Teve rápidas passagens pela MTV Brasil  e pela então recém-inaugurada RedeTV!, onde apresentou o programa Superpop.  No ano 2000, Galisteu transferiu-se para a Rede Record onde comandou o É Show. Três anos depois, foi contratada pelo SBT para apresentar os programas Charme e Fora do Ar. Em 2008, Galisteu deixava o SBT, se transferindo para a Rede Bandeirantes, onde apresentou o Toda Sexta.  Em 2011, comandou o reality Projeto Fashion e atualmente apresenta diariamente o programa vespertido Muito+, na mesma emissora.

Galisteu desenvolve também uma carreira como atriz, tendo estreado na novela Xica da Silva, da Rede Manchete, em 1996. Todavia, embora sua atuação na novela tenha atraído o público, isso deu-se basicamente pelas cenas de nudez que o diretor Walter Avancini frequentemente incluía. Quando a obra foi reprisada, anos mais tarde, Galisteu declarou que não a assistia, pois tinha horror à novela, embora reconhecesse que ela foi importante para torná-la famosa. Estreou no teatro em 1999, com a peça Deus lhe Pague, sob a direção de Bibi Ferreira. Em seguida, participou de Dia das Mães. No cinema, atuou nos filmes Coisa de Mulher e Se Eu Fosse Você 2.

Televisão

PeríodoTítuloPersonagemNotas
Prenda MinhaMaria Clara LuzesAtriz
1995-1997Ponto GApresentadora
1996Xica da SilvaClara Caldeira Brant (Mãe d'Água)Atriz
1996Antônio Alves, TaxistaPatty (Patrícia)Atriz
1997Sai de BaixoClone do Caco AntibesAtriz
1998FascinaçãoNiveaAtriz
1998-1999Quiz MTVApresentadora
1999-2000SuperpopApresentadora
2000-2003É ShowApresentadora
2004-2008CharmeApresentadora
2005Fora do ArApresentadora
2009-2010Toda SextaApresentadora
2011Projeto FashionApresentadora
2012Muito+[8]Apresentadora

Cinema

AnoFilmePersonagem
2009Se Eu Fosse Você 2Marina
2005Coisa de MulherMayara

Teatro

Peça
Deus lhe Pague
Dia das Mães
O Rim
Nunca se Sábado
Às Favas com os Escrúpulos
Um casal aberto, ma no troppo


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publicado por duronaqueda às 13:19

A Historia De Adriane Galisteu

Sábado, 21.09.13

Adriane Galisteu
Adriane Galisteu (São Paulo, 17 de abril de 1973 ) é uma modelo, atriz e apresentadora de televisão brasileira.

Biografia

Filha de Alberto e Emma Galisteu, Adriane teve uma infância difícil. Seu pai era álcoolatra e tal vício debilitou sua saúde, culminando em um infarto fulminante. Na época, Adriane tinha apenas quinze anos e precisou começar a trabalhar para ajudar no sustento de sua mãe e de seu irmão, portador do vírus da AIDS que viria a falecer em 1996.

Adriane atraiu a atenção da mídia através do seu namoro com o piloto brasileiro de Fórmula 1 Ayrton Senna, morto em trágico acidente em 1 de maio de 1994.  O relacionamento de Adriane e a família de Senna não era dos mais fáceis, levando-a a passar por situações de constrangimento no funeral do piloto, ao ser impedida de acompanhar o velório junto da família e amigos mais íntimos. Para se despedir de Senna, Adriane teve que entrar, como qualquer anônimo, na fila dos fãs.

Em 1998, Adriane se envolveu com o publicitário Roberto Justus. Após seis meses de namoro, os dois decidiram se casar. A união foi objeto de destaque na imprensa, mas acabou oito meses depois. Posteriormente, Adriane revelaria que seu casamento com o empresário foi "um ato impensado" e que "no dia do casamento, já sabia que não daria certo".


Ela teve ainda uma relação amorosa com o ator Dado Dolabella, sete anos mais novo, com início em meados de 2003. O relacionamento dos dois começou logo após o rompimento do namoro de Dolabella com a cantora Wanessa Camargo. Ironicamente, uma briga posterior de Dolabella com Wanessa foi a suposta razão para o fim do namoro do mesmo com Adriane, que já criticou a conduta de Dolabella publicamente em canais de mídia.

Em 2009, Adriane revelou estar namorando o empresário Alexandre Iódice, antigo conhecido de seus círculos sociais. Em dezembro de 2009 ela revelou estar grávida.

A apresentadora foi rainha de bateria das escolas de samba Portela, Rocinha e Tijuca, além de apresentar o Band Folia, o desfile das escolas de samba do grupo de acesso e das campeãs do Carnaval do Rio de Janeiro e, em 2012, a cobertura do Carnaval de Salvador.


                                             Carreira artística

Adriane  iniciou a sua carreira de modelo aos nove anos, fazendo um anúncio da rede de restaurantes McDonald's, e quando adolescente, em 1987, participou no conjunto Meia Soquete, um grupo no mesmo estilo de As Melindrosas.

Adriane posou para a edição brasileira da revista Playboy de agosto de 1995 e, desde então tem seguido carreira na televisão, ganhando espaço como apresentadora.

Em 1995 lançou o livro O Caminho das Borboletas, onde narra o período de seu relacionamento com Ayrton Senna.

Sua carreira na TV aberta iniciou-se na CNT em 1995, no programa Ponto G.  Teve rápidas passagens pela MTV Brasil  e pela então recém-inaugurada RedeTV!, onde apresentou o programa Superpop.  No ano 2000, Galisteu transferiu-se para a Rede Record onde comandou o É Show. Três anos depois, foi contratada pelo SBT para apresentar os programas Charme e Fora do Ar. Em 2008, Galisteu deixava o SBT, se transferindo para a Rede Bandeirantes, onde apresentou o Toda Sexta.  Em 2011, comandou o reality Projeto Fashion e atualmente apresenta diariamente o programa vespertido Muito+, na mesma emissora.

Galisteu desenvolve também uma carreira como atriz, tendo estreado na novela Xica da Silva, da Rede Manchete, em 1996. Todavia, embora sua atuação na novela tenha atraído o público, isso deu-se basicamente pelas cenas de nudez que o diretor Walter Avancini frequentemente incluía. Quando a obra foi reprisada, anos mais tarde, Galisteu declarou que não a assistia, pois tinha horror à novela, embora reconhecesse que ela foi importante para torná-la famosa. Estreou no teatro em 1999, com a peça Deus lhe Pague, sob a direção de Bibi Ferreira. Em seguida, participou de Dia das Mães. No cinema, atuou nos filmes Coisa de Mulher e Se Eu Fosse Você 2.

Televisão

PeríodoTítuloPersonagemNotas
Prenda MinhaMaria Clara LuzesAtriz
1995-1997Ponto GApresentadora
1996Xica da SilvaClara Caldeira Brant (Mãe d'Água)Atriz
1996Antônio Alves, TaxistaPatty (Patrícia)Atriz
1997Sai de BaixoClone do Caco AntibesAtriz
1998FascinaçãoNiveaAtriz
1998-1999Quiz MTVApresentadora
1999-2000SuperpopApresentadora
2000-2003É ShowApresentadora
2004-2008CharmeApresentadora
2005Fora do ArApresentadora
2009-2010Toda SextaApresentadora
2011Projeto FashionApresentadora
2012Muito+[8]Apresentadora

Cinema

AnoFilmePersonagem
2009Se Eu Fosse Você 2Marina
2005Coisa de MulherMayara

Teatro

Peça
Deus lhe Pague
Dia das Mães
O Rim
Nunca se Sábado
Às Favas com os Escrúpulos
Um casal aberto, ma no troppo


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O DIA DA ARVORE EM IMAGEM

Sábado, 21.09.13


































































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O DIA DA ARVORE EM IMAGEM

Sábado, 21.09.13


































































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Gibi Mensal 181, 04.1956(leitura online gibi antigo de 1956)

Sábado, 21.09.13
Gibi Mensal 181, 04.195620130921_001 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_002 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_003 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_004 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_005 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_006 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_007 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_008 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_009 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_010 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_011 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_012 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_013 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_014 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_015 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_016 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_017 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_018 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_019 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_020 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_021 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_022 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_023 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_024 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_025 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_026 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_027 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_028 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_029 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_030 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_031 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_032 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_033 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_034 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_035 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_036 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_037 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_038 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_039 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_040 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_041 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_042 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_043 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_044 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_045 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_046 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_047 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_048 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_049 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_050 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_051 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_052 a voz do desmanipulador

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Gibi Mensal 181, 04.1956(leitura online gibi antigo de 1956)

Sábado, 21.09.13
Gibi Mensal 181, 04.195620130921_001 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_002 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_003 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_004 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_005 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_006 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_007 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_008 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_009 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_010 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_011 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_012 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_013 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_014 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_015 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_016 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_017 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_018 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_019 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_020 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_021 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_022 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_023 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_024 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_025 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_026 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_027 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_028 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_029 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_030 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_031 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_032 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_033 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_034 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_035 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_036 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_037 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_038 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_039 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_040 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_041 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_042 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_043 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_044 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_045 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_046 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_047 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_048 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_049 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_050 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_051 a voz do desmanipuladorGibi Mensal 181, 04.195620130921_052 a voz do desmanipulador

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DOS ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO(LEITURA ONLINE)

Sábado, 21.09.13
















DEUS POR FERNANDO PESSOA
Fernando Pessoa

Da Existência de DeusOs argumentos relativos ao problema da existência de Deus têm sido viciados, quando positivos, pela circunstância de frequentemente se querer demonstrar, não a simples existência de Deus, senão a existência de determinado Deus, isto é, dum Deus com determinados atributos. Demonstrar que o universo é efeito de uma causa é uma coisa; demonstrar que o universo é efeito de uma causa inteligente é outra coisa; demonstrar que o universo é efeito de uma causa inteligente e infinita é outra coisa ainda; demonstrar que o universo é efeito de uma causa inteligente, infinita e benévola outra coisa mais. Importa, pois, ao discutirmos o problema da existência de Deus, nos esclareçamos primeiro a nós mesmos sobre, primeiro, o que entendemos por Deus; segundo, até onde é possível uma demonstração.


O conceito de Deus, reduzido à sua abstração definidora, é o conceito de um criador inteligente do mundo. O ser interior ou exterior a esse mundo, o ser infinitamente inteligente ou não — são conceitos atributários. Com maior força o são os conceitos de bondade, e outros assim, que, como já notamos têm andado misturados com os fundamentais na discussão deste problema.
Demonstrar a existência de Deus é, pois, demonstrar,  que o universo aparente tem uma causa que não está nesse universo aparente como aparente   que essa causa é inteligente, isto é, conscientemente activa. Nada mais está substancialmente incluído na demonstração da existência de Deus, propriamente dita.
Reduzido assim o conteúdo do problema às suas proporções racionais, resta saber se existe no raciocínio humano o poder de chegar até ali, e, chegando até ali, de ir mais além, ainda que esse além não seja já parte do problema em si, tal como o devemos pôr.

Fernando Pessoa, in 'Ideias Filosóficas'

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DOS ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO(LEITURA ONLINE)

Sábado, 21.09.13
















DEUS POR FERNANDO PESSOA
Fernando Pessoa

Da Existência de DeusOs argumentos relativos ao problema da existência de Deus têm sido viciados, quando positivos, pela circunstância de frequentemente se querer demonstrar, não a simples existência de Deus, senão a existência de determinado Deus, isto é, dum Deus com determinados atributos. Demonstrar que o universo é efeito de uma causa é uma coisa; demonstrar que o universo é efeito de uma causa inteligente é outra coisa; demonstrar que o universo é efeito de uma causa inteligente e infinita é outra coisa ainda; demonstrar que o universo é efeito de uma causa inteligente, infinita e benévola outra coisa mais. Importa, pois, ao discutirmos o problema da existência de Deus, nos esclareçamos primeiro a nós mesmos sobre, primeiro, o que entendemos por Deus; segundo, até onde é possível uma demonstração.


O conceito de Deus, reduzido à sua abstração definidora, é o conceito de um criador inteligente do mundo. O ser interior ou exterior a esse mundo, o ser infinitamente inteligente ou não — são conceitos atributários. Com maior força o são os conceitos de bondade, e outros assim, que, como já notamos têm andado misturados com os fundamentais na discussão deste problema.
Demonstrar a existência de Deus é, pois, demonstrar,  que o universo aparente tem uma causa que não está nesse universo aparente como aparente   que essa causa é inteligente, isto é, conscientemente activa. Nada mais está substancialmente incluído na demonstração da existência de Deus, propriamente dita.
Reduzido assim o conteúdo do problema às suas proporções racionais, resta saber se existe no raciocínio humano o poder de chegar até ali, e, chegando até ali, de ir mais além, ainda que esse além não seja já parte do problema em si, tal como o devemos pôr.

Fernando Pessoa, in 'Ideias Filosóficas'

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DAS CAUSAS PRIMARIAS DO UNIVERSO(leitura online)

Sábado, 21.09.13



A AFIRMAÇÃO DA EXISTÊNCIA DE DEUS PROVADA PELAS OBRAS DA CRIAÇÃO
 
  Por Bocage

Bocage é um poeta muito maltratado. Esquece-se o seu melhor, que é a limpidez de intenções da sua última fase, a adesão sincera ao Cristianismo, o seu arrependimento alto e bom som proclamado: «Saiba morrer o que viver não soube!», «Rasga meus versos, crê na Eternidade!».
Ao seu soneto intitulado «A existência de Deus provada pelas obras da criação», acrescenta-se, como um complemento, o «Hino a Deus».
Os milhões de áureos lustres coruscantes
Que estão da azul abóbada pendendo:
O Sol e a que ilumina o trono horrendo
Dessa que amima os ávidos amantes:

As vastíssimas ondas arrogantes,
Serras de espuma contra os céus erguendo,
A leda fonte humilde o chão lambendo,
Lourejando as searas flutuantes:

O vil mosquito, a próvida formiga,
A rama chocalheira, o tronco mudo,
Tudo que há Deus a confessar me obriga:

E para crer num Braço, autor de tudo,
Que recompensa os bons, que os maus castiga,
Não só da fé, mas da razão me ajudo.














 Pelo Visconde de Azevedo
Do Visconde de Azevedo (21/1/1809-25/12/1876) escreveu Camilo que “tinha a singularidade fenomenal de ser sábio e rico”. Teve uma intervenção cultural variada e oportuna.
Escreveu uma fundamentada e longa carta para prefaciar o livro de Camilo A Divindade de Jesus, que saiu em 1865, ano da Questão Coimbrã, e que refutava principalmente Renan; publicou outra carta dirigida ao seu amigo Alexandre Herculano a refutar a argumentação que ele aduzira contra o encerramento das Conferências do Casino; foi da sua iniciativa o primeiro Congresso dos Escritores Católicos, de que foi orador de abertura; colaborou no Dicionário de Inocêncio; etc.
O seu livro Distracções Métricas foi colocado em linha pelo Google. Nele se encontra o soneto seguinte, escrito num período em que vários intelectuais portugueses se começavam a desviar não só da Igreja mas mesmo da crença em Deus.

A EXISTÊNCIA DE DEUS
Essa dos altos céus magnificência,
A terra, o ar, o fogo, o mar salgado,
O tempo inquieto e o espaço sossegado,
De um Criador proclamam a existência.

Em vão descrê e nega esta evidência
Filósofo atrevido e desvairado,
Que a si mesmo e a tudo o mais criado
Busca no cego acaso a prima essência!

Todos os seres, toda a natureza
Mostram Autor eterno e sábio e forte,
Que o vício odeia e que a virtude preza.

Mas a sempre infeliz humana sorte
Faz que somente a um Deus nega ou despreza
Quem deve inda viver além da morte
!

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DAS CAUSAS PRIMARIAS DO UNIVERSO(leitura online)

Sábado, 21.09.13



A AFIRMAÇÃO DA EXISTÊNCIA DE DEUS PROVADA PELAS OBRAS DA CRIAÇÃO
 
  Por Bocage

Bocage é um poeta muito maltratado. Esquece-se o seu melhor, que é a limpidez de intenções da sua última fase, a adesão sincera ao Cristianismo, o seu arrependimento alto e bom som proclamado: «Saiba morrer o que viver não soube!», «Rasga meus versos, crê na Eternidade!».
Ao seu soneto intitulado «A existência de Deus provada pelas obras da criação», acrescenta-se, como um complemento, o «Hino a Deus».
Os milhões de áureos lustres coruscantes
Que estão da azul abóbada pendendo:
O Sol e a que ilumina o trono horrendo
Dessa que amima os ávidos amantes:

As vastíssimas ondas arrogantes,
Serras de espuma contra os céus erguendo,
A leda fonte humilde o chão lambendo,
Lourejando as searas flutuantes:

O vil mosquito, a próvida formiga,
A rama chocalheira, o tronco mudo,
Tudo que há Deus a confessar me obriga:

E para crer num Braço, autor de tudo,
Que recompensa os bons, que os maus castiga,
Não só da fé, mas da razão me ajudo.














 Pelo Visconde de Azevedo
Do Visconde de Azevedo (21/1/1809-25/12/1876) escreveu Camilo que “tinha a singularidade fenomenal de ser sábio e rico”. Teve uma intervenção cultural variada e oportuna.
Escreveu uma fundamentada e longa carta para prefaciar o livro de Camilo A Divindade de Jesus, que saiu em 1865, ano da Questão Coimbrã, e que refutava principalmente Renan; publicou outra carta dirigida ao seu amigo Alexandre Herculano a refutar a argumentação que ele aduzira contra o encerramento das Conferências do Casino; foi da sua iniciativa o primeiro Congresso dos Escritores Católicos, de que foi orador de abertura; colaborou no Dicionário de Inocêncio; etc.
O seu livro Distracções Métricas foi colocado em linha pelo Google. Nele se encontra o soneto seguinte, escrito num período em que vários intelectuais portugueses se começavam a desviar não só da Igreja mas mesmo da crença em Deus.

A EXISTÊNCIA DE DEUS
Essa dos altos céus magnificência,
A terra, o ar, o fogo, o mar salgado,
O tempo inquieto e o espaço sossegado,
De um Criador proclamam a existência.

Em vão descrê e nega esta evidência
Filósofo atrevido e desvairado,
Que a si mesmo e a tudo o mais criado
Busca no cego acaso a prima essência!

Todos os seres, toda a natureza
Mostram Autor eterno e sábio e forte,
Que o vício odeia e que a virtude preza.

Mas a sempre infeliz humana sorte
Faz que somente a um Deus nega ou despreza
Quem deve inda viver além da morte
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