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AQUAMAN 2011-2013(novos 52)CAPAS

Sexta-feira, 03.01.14
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AQUAMAN 2011-2013(novos 52)
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A HISTORIA DO APRESENTADOR FLAVIO CAVALCANTE

Sexta-feira, 03.01.14

                                                                                                                                                                                          Flávio Cavalcanti
Flávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti (Rio de Janeiro, 15 de janeiro de 1923 — São Paulo, 26 de maio de 1986) foi um jornalista, apresentador de rádio e televisão e compositor brasileiro.

Há 88 anos nascia (15/01/1923) na cidade do Rio de Janeiro aquele que mais tarde viria a ser um dos mais polêmicos apresentadores de televisão. Flávio Cavalcanti escreveu sua história na telinha ao longo de 31 anos de atividades, passando por diversas estações de televisão e promovendo sempre um show à parte em suas grandes e porque não dizer, infernais idéias.
Dentre tantos, podemos afirmar que Flávio Cavalcanti foi um dos que revolucionaram a televisão brasileira. No seu caso específico, em razão da maneira como se apresentava, tirando e colocando os óculos agressivamente, quebrando discos após criticá-los e prendendo a atenção do público com suas sérias explanações sobre diversos momentos da história do país.
Foi dele a idéia de lançar um programa com jurados, que depois seria copiada por muitos outros apresentadores como Silvio Santos, por exemplo, e a idéia se espalhou pelo país em programas locais de diversas emissoras.
Dessa idéia, muitos nomes ainda hoje em atividade estiveram presentes como jurados e aos poucos foram também ganhando a simpatia do público.
Dos programas que comandou, ficou a saudade de “Um Instante Maestro”, “A Grande Chance”, “Sua Majestade é a Lei” e “Programa Flávio Cavalcanti”.
É evidente que foi amado por muitos e odiado por outros, principalmente durante o regime militar quando teve até seu programa suspenso porque protegia a atriz Leila Diniz.
Além de radialista, jornalista e apresentador de televisão, Flávio Cavalcanti foi também compositor e suas canções foram interpretadas por artistas como Os Cariocas, Dolores Duran e Maysa.
Em seus programas, para chamar o intervalo comercial criou o famoso jargão “nossos comerciais, por favor!.
Dois livros reúnem a história da vida desse inesquecível apresentador. O primeiro, “Meu Flávio”, escrito por sua mulher, Belinha Cavalcanti e o outro, “Um Instante Maestro”, escrito pela jornalista Lea Penteado, que inclusive está disponível em versão digital no endereço: http://leapenteado.com/um-instante-maestro/

Flávio Cavalcanti faleceu em 26 de maio de 1986 e sua história jamais poderia ser contada em tão poucas linhas perante as suas tantas atividades que contribuíram para com o desenvolvimento da televisão brasileira. 



Carreira

1945 - Estreou como repórter no jornal carioca "A Manhã";
1951 - seu primeiro programa de rádio foi Discos Impossíveis - rádio Tupi;
1952 - assinou contrato com a rádio Mayrink Veiga, do Rio de Janeiro.
1955 - estréia o programa na TV Rio - Noite de Gala, lançando-o como repórter. Ficou "no ar" até 1966.
1955 - iniciou junto com Jacinto de Thornes, o programa Nós os Gatos.
1957 - foi lançado como apresentador da TV Tupi, do Rio de Janeiro, com o programa Um instante, Maestro!, em que ele quebrava discos após criticá-los. Torna-se famoso pela sua maneira de falar agressiva e de tirar e colocar os óculos.
1963 - Entrevistou o político fluminense Tenório Cavalcanti; e o presidente John F. Kennedy, na Casa Branca nos Estados Unidos;


1965 - lançado na TV Excelsior, o programa com o primeiro júri;
1966 - foram lançados dois programas A Grande Chance e Sua Majestade é a lei;
1968 - Em Portugal, na cidade de Lisboa foi realizado o programa A Grande Chance;
1970 - exibido aos domingos pela TV Tupi,do Rio de Janeiro, estréia o Programa Flávio Cavalcanti. Suspenso pela ditadura militar, porque Flávio protegia a atriz Leila Diniz, que tinha concedido uma entrevista ao jornal O Pasquim.
1976 - Foi reeditado o programa Um instante, maestro!, pela TVS - Canal 11 - Rio de Janeiro. Em 1978 voltou a fazer o programa de TV, na TV Tupi, no Rio.
1977 - contratado pela Rádio Mulher, de São Paulo.
1982 - TV Bandeirantes (Band), fez o programa Boa Noite, Brasil!
1983 - no SBT de São Paulo, apresentou o Programa Flávio Cavalcanti
1986 - programa Flávio Cavalcanti, último apresentado pelo apresentador


Composições

Mancha de Baton - gravada pelo conjunto musical e vocal Os Cariocas - 1951
Manias - (parceria feita com seu irmão Celso), gravada pela cantora Dolores Duran - 1952
Isso deu samba - gravada pela cantora Maysa


 Curiosidades

A expressão "fora de série", que faz parte do nosso vocabulário, teve sua origem no Programa Flávio Cavalcanti, que ia ao ar às 19h dos domingos na extinta TV Tupi, no início de 1971. Nesse programa ele criou um quadro chamado Fora de Série. Esse quadro apresentava pessoas que faziam algo inusitado. Podia ser uma invenção, um número circence, uma imitação, etc. O quadro fazia tanto sucesso, que a expressão "fora de série" ganhou uso cotidiano.
Dois episódios de sua vida aparecem em filmes brasileiros: a briga com o político fluminense Tenório Cavalcanti (O Homem da Capa Preta, 1986); e a ajuda que deu a atriz Leila Diniz, quando esta estava sendo perseguida pelas forças de repressão da ditadura militar (Leila Diniz, 1987).
Na cidade serrana de Petrópolis, RJ, há uma rua com o seu nome.
Em 1983, quando a banda Kiss veio ao Brasil, Flávio Cavalcanti divulgou em seu programa que os integrantes da banda matavam animais no palco e prometeu que os norte-americanos nunca se apresentariam no Brasil. Falhou duplamente, pois além de ter divulgado um boato como se fosse notícia, não conseguiu impedir que o Kiss se apresentasse, registrando o maior público de sua carreira.
Livros sobre a sua vida: Meu Flávio, escrito por sua mulher, Belinha Cavalcanti, e Um Instante Maestro, da jornalista Léa Penteado.
É citado na música "Tu És o M.D.C da Minha Vida" de Raul Seixas, na música "Nome Aos Bois" da banda Titãs (banda) e na música "O Adventista" da banda Camisa de Vênus.
No dia de sua morte, a TVS SBT ficou o dia inteiro fora do ar em sinal de luto, apenas rodando um slide informando sobre a morte do apresentador, no qual lamentava a perda de um profissional tão marcante na televisão brasileira. A emissora voltou ao ar depois das 16h, quando o corpo do apresentador havia sido sepultado.

museu da tv http://www.museudatv.com.br/biografias/Flavio%20Cavalcanti.htm
BIOGRAFIA DE FLÁVIO CAVALCANTI PARA O MUSEU DA TELEVISÃO BRASILEIRA

Seu nome é Flávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti. Ele nasceu no Rio de Janeiro a 15 de janeiro de 1923. Começou, aos 22 anos, a trabalhar no Banco do Brasil. Mas os mesmo tempo, estreou como repórter no jornal carioca “A Manhã”. Posteriormente foi funcionário da Alfândega do Rio de Janeiro, onde ficou até 1964. Seu pendor maior era pelo jornalismo e fez entrevistas memoráveis com o político fluminense Tenório Cavalcanti, o “Homem da Capa Preta”.

Esteve ainda nos Estados Unidos e entrevistou o presidente Kennedy, na casa Branca. Entrou para a televisão e tinha estilo tão marcante que registrou época, pois entre outras coisas criou o primeiro júri da televisão brasileira. Começou também a compor e influenciou muito nas tendências musicais. Artistas, que se tornaram consagrados, começaram com Flávio Cavalcanti. Seu estilo era contundente. Letras medíocres, músicas  fracas iam para o lixo. Literalmente. Ele quebrava discos e jogava fora.

Criou gestos marcantes, como a mão direita estendida para o alto, ao pedir o intervalo. O “tira bota” dos óculos também foi marcante. Seu primeiro programa foi “Discos Impossíveis”. Na Rádio Tupi.. Em 1951 compôs “Mancha de Baton”, que foi gravada pelo conjunto: “Os Cariocas”. Em 1952, na Rádio Mayrink Veiga do Rio de Janeiro, seu programa fazia sucesso. Dolores Duran gravou sua música “Manias”. Essa música, além de outras, Flávio fez em parceria com o irmão Celso. Em 1955, com Jacinto de Thormes, estreou o programa: “Nós, os Gatos”.

Em 1957, na TV TUPI, estreou seu programa definitivo: “Um Instante Maestro”. Em 1965 lançou na TV Excelsior o Júri, que muito marcou toda a programação brasileira. Em 1966 reeditou o mesmo programa e lançou mais dois: “A Grande Chance” e “Sua Majestade é a Lei”. Em 1968 realizou o programa: “ A Grande Chance”, em Portugal. Em 1970 lançou: “Programa Flávio Cavalcanti” na TV Tupi do Rio. Seu programa foi suspenso pela censura militar. Em 1976 reeditou “Um Instante, Maestro”, na TVS do Rio. Em 1977 esteve na Rádio Mulher, em São Paulo, com um programa diário.

Em 1978 novamente fez : “Programa Flávio Cavalcanti” na TV TUPI carioca. Em 1982 foi para a TV Bandeirantes de São Paulo, fazendo o programa “Boa Noite, Brasil”. Em 1983, no S.B.T de São Paulo fez o “Programa Flávio Cavalcanti”. Por seus programas passaram nomes consagrados, como: Oswaldo Sargentelli, Marisa Urban, Erlon Chaves, Márcia de Windsor, entre outros. Inteligente, brilhante, inquieto, como bem mostra sua biografia, o carioca Flávio Cavalcanti, porém, teve uma vida familiar tranqüila. Casou se com dona Belinha e teve três filhos, sendo o filho que levava seu nome, um executivo de telecomunicações.

Flávio Cavalcanti faleceu de enfarte, aos 16 de maio de 1986, após apresentar o programa “Flávio Cavalcanti”, em São Paulo.  Ele é um nome inesquecível na memória de todo o Brasil .



“Entra no ar via Embratel para todo o Brasil, pela Rede Tupi de Televisão, o Programa Flávio Cavalcanti”.
ASSIM COMEÇAVA O PROGRAMA
“Os nossos comerciais, por favor!”
.
ASIM PEDIA OS COMERCIAIS

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AQUAMAN 2011-2013(novos 52)CAPAS

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A HISTORIA DO APRESENTADOR FLAVIO CAVALCANTE

Sexta-feira, 03.01.14

                                                                                                                                                                                          Flávio Cavalcanti
Flávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti (Rio de Janeiro, 15 de janeiro de 1923 — São Paulo, 26 de maio de 1986) foi um jornalista, apresentador de rádio e televisão e compositor brasileiro.

Há 88 anos nascia (15/01/1923) na cidade do Rio de Janeiro aquele que mais tarde viria a ser um dos mais polêmicos apresentadores de televisão. Flávio Cavalcanti escreveu sua história na telinha ao longo de 31 anos de atividades, passando por diversas estações de televisão e promovendo sempre um show à parte em suas grandes e porque não dizer, infernais idéias.
Dentre tantos, podemos afirmar que Flávio Cavalcanti foi um dos que revolucionaram a televisão brasileira. No seu caso específico, em razão da maneira como se apresentava, tirando e colocando os óculos agressivamente, quebrando discos após criticá-los e prendendo a atenção do público com suas sérias explanações sobre diversos momentos da história do país.
Foi dele a idéia de lançar um programa com jurados, que depois seria copiada por muitos outros apresentadores como Silvio Santos, por exemplo, e a idéia se espalhou pelo país em programas locais de diversas emissoras.
Dessa idéia, muitos nomes ainda hoje em atividade estiveram presentes como jurados e aos poucos foram também ganhando a simpatia do público.
Dos programas que comandou, ficou a saudade de “Um Instante Maestro”, “A Grande Chance”, “Sua Majestade é a Lei” e “Programa Flávio Cavalcanti”.
É evidente que foi amado por muitos e odiado por outros, principalmente durante o regime militar quando teve até seu programa suspenso porque protegia a atriz Leila Diniz.
Além de radialista, jornalista e apresentador de televisão, Flávio Cavalcanti foi também compositor e suas canções foram interpretadas por artistas como Os Cariocas, Dolores Duran e Maysa.
Em seus programas, para chamar o intervalo comercial criou o famoso jargão “nossos comerciais, por favor!.
Dois livros reúnem a história da vida desse inesquecível apresentador. O primeiro, “Meu Flávio”, escrito por sua mulher, Belinha Cavalcanti e o outro, “Um Instante Maestro”, escrito pela jornalista Lea Penteado, que inclusive está disponível em versão digital no endereço: http://leapenteado.com/um-instante-maestro/

Flávio Cavalcanti faleceu em 26 de maio de 1986 e sua história jamais poderia ser contada em tão poucas linhas perante as suas tantas atividades que contribuíram para com o desenvolvimento da televisão brasileira. 



Carreira

1945 - Estreou como repórter no jornal carioca "A Manhã";
1951 - seu primeiro programa de rádio foi Discos Impossíveis - rádio Tupi;
1952 - assinou contrato com a rádio Mayrink Veiga, do Rio de Janeiro.
1955 - estréia o programa na TV Rio - Noite de Gala, lançando-o como repórter. Ficou "no ar" até 1966.
1955 - iniciou junto com Jacinto de Thornes, o programa Nós os Gatos.
1957 - foi lançado como apresentador da TV Tupi, do Rio de Janeiro, com o programa Um instante, Maestro!, em que ele quebrava discos após criticá-los. Torna-se famoso pela sua maneira de falar agressiva e de tirar e colocar os óculos.
1963 - Entrevistou o político fluminense Tenório Cavalcanti; e o presidente John F. Kennedy, na Casa Branca nos Estados Unidos;


1965 - lançado na TV Excelsior, o programa com o primeiro júri;
1966 - foram lançados dois programas A Grande Chance e Sua Majestade é a lei;
1968 - Em Portugal, na cidade de Lisboa foi realizado o programa A Grande Chance;
1970 - exibido aos domingos pela TV Tupi,do Rio de Janeiro, estréia o Programa Flávio Cavalcanti. Suspenso pela ditadura militar, porque Flávio protegia a atriz Leila Diniz, que tinha concedido uma entrevista ao jornal O Pasquim.
1976 - Foi reeditado o programa Um instante, maestro!, pela TVS - Canal 11 - Rio de Janeiro. Em 1978 voltou a fazer o programa de TV, na TV Tupi, no Rio.
1977 - contratado pela Rádio Mulher, de São Paulo.
1982 - TV Bandeirantes (Band), fez o programa Boa Noite, Brasil!
1983 - no SBT de São Paulo, apresentou o Programa Flávio Cavalcanti
1986 - programa Flávio Cavalcanti, último apresentado pelo apresentador


Composições

Mancha de Baton - gravada pelo conjunto musical e vocal Os Cariocas - 1951
Manias - (parceria feita com seu irmão Celso), gravada pela cantora Dolores Duran - 1952
Isso deu samba - gravada pela cantora Maysa


 Curiosidades

A expressão "fora de série", que faz parte do nosso vocabulário, teve sua origem no Programa Flávio Cavalcanti, que ia ao ar às 19h dos domingos na extinta TV Tupi, no início de 1971. Nesse programa ele criou um quadro chamado Fora de Série. Esse quadro apresentava pessoas que faziam algo inusitado. Podia ser uma invenção, um número circence, uma imitação, etc. O quadro fazia tanto sucesso, que a expressão "fora de série" ganhou uso cotidiano.
Dois episódios de sua vida aparecem em filmes brasileiros: a briga com o político fluminense Tenório Cavalcanti (O Homem da Capa Preta, 1986); e a ajuda que deu a atriz Leila Diniz, quando esta estava sendo perseguida pelas forças de repressão da ditadura militar (Leila Diniz, 1987).
Na cidade serrana de Petrópolis, RJ, há uma rua com o seu nome.
Em 1983, quando a banda Kiss veio ao Brasil, Flávio Cavalcanti divulgou em seu programa que os integrantes da banda matavam animais no palco e prometeu que os norte-americanos nunca se apresentariam no Brasil. Falhou duplamente, pois além de ter divulgado um boato como se fosse notícia, não conseguiu impedir que o Kiss se apresentasse, registrando o maior público de sua carreira.
Livros sobre a sua vida: Meu Flávio, escrito por sua mulher, Belinha Cavalcanti, e Um Instante Maestro, da jornalista Léa Penteado.
É citado na música "Tu És o M.D.C da Minha Vida" de Raul Seixas, na música "Nome Aos Bois" da banda Titãs (banda) e na música "O Adventista" da banda Camisa de Vênus.
No dia de sua morte, a TVS SBT ficou o dia inteiro fora do ar em sinal de luto, apenas rodando um slide informando sobre a morte do apresentador, no qual lamentava a perda de um profissional tão marcante na televisão brasileira. A emissora voltou ao ar depois das 16h, quando o corpo do apresentador havia sido sepultado.

museu da tv http://www.museudatv.com.br/biografias/Flavio%20Cavalcanti.htm
BIOGRAFIA DE FLÁVIO CAVALCANTI PARA O MUSEU DA TELEVISÃO BRASILEIRA

Seu nome é Flávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti. Ele nasceu no Rio de Janeiro a 15 de janeiro de 1923. Começou, aos 22 anos, a trabalhar no Banco do Brasil. Mas os mesmo tempo, estreou como repórter no jornal carioca “A Manhã”. Posteriormente foi funcionário da Alfândega do Rio de Janeiro, onde ficou até 1964. Seu pendor maior era pelo jornalismo e fez entrevistas memoráveis com o político fluminense Tenório Cavalcanti, o “Homem da Capa Preta”.

Esteve ainda nos Estados Unidos e entrevistou o presidente Kennedy, na casa Branca. Entrou para a televisão e tinha estilo tão marcante que registrou época, pois entre outras coisas criou o primeiro júri da televisão brasileira. Começou também a compor e influenciou muito nas tendências musicais. Artistas, que se tornaram consagrados, começaram com Flávio Cavalcanti. Seu estilo era contundente. Letras medíocres, músicas  fracas iam para o lixo. Literalmente. Ele quebrava discos e jogava fora.

Criou gestos marcantes, como a mão direita estendida para o alto, ao pedir o intervalo. O “tira bota” dos óculos também foi marcante. Seu primeiro programa foi “Discos Impossíveis”. Na Rádio Tupi.. Em 1951 compôs “Mancha de Baton”, que foi gravada pelo conjunto: “Os Cariocas”. Em 1952, na Rádio Mayrink Veiga do Rio de Janeiro, seu programa fazia sucesso. Dolores Duran gravou sua música “Manias”. Essa música, além de outras, Flávio fez em parceria com o irmão Celso. Em 1955, com Jacinto de Thormes, estreou o programa: “Nós, os Gatos”.

Em 1957, na TV TUPI, estreou seu programa definitivo: “Um Instante Maestro”. Em 1965 lançou na TV Excelsior o Júri, que muito marcou toda a programação brasileira. Em 1966 reeditou o mesmo programa e lançou mais dois: “A Grande Chance” e “Sua Majestade é a Lei”. Em 1968 realizou o programa: “ A Grande Chance”, em Portugal. Em 1970 lançou: “Programa Flávio Cavalcanti” na TV Tupi do Rio. Seu programa foi suspenso pela censura militar. Em 1976 reeditou “Um Instante, Maestro”, na TVS do Rio. Em 1977 esteve na Rádio Mulher, em São Paulo, com um programa diário.

Em 1978 novamente fez : “Programa Flávio Cavalcanti” na TV TUPI carioca. Em 1982 foi para a TV Bandeirantes de São Paulo, fazendo o programa “Boa Noite, Brasil”. Em 1983, no S.B.T de São Paulo fez o “Programa Flávio Cavalcanti”. Por seus programas passaram nomes consagrados, como: Oswaldo Sargentelli, Marisa Urban, Erlon Chaves, Márcia de Windsor, entre outros. Inteligente, brilhante, inquieto, como bem mostra sua biografia, o carioca Flávio Cavalcanti, porém, teve uma vida familiar tranqüila. Casou se com dona Belinha e teve três filhos, sendo o filho que levava seu nome, um executivo de telecomunicações.

Flávio Cavalcanti faleceu de enfarte, aos 16 de maio de 1986, após apresentar o programa “Flávio Cavalcanti”, em São Paulo.  Ele é um nome inesquecível na memória de todo o Brasil .



“Entra no ar via Embratel para todo o Brasil, pela Rede Tupi de Televisão, o Programa Flávio Cavalcanti”.
ASSIM COMEÇAVA O PROGRAMA
“Os nossos comerciais, por favor!”
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Ivã IV da Rússia(O TERRIVEL)

Sexta-feira, 03.01.14

Ivã IV da Rússia(O TERRIVEL)

Ivan IV (português brasileiro) ou Ivã IV (português europeu) (em russo: Иван IV Васильевич Грозный, Ivan Vassiliévitch Grozny, 25 de Agosto de 1530, Moscou  – † 18 de Março (calendário juliano) ou 28 de março de 1584 (calendário gregoriano), Moscou), grão-duque de Moscou desde os três anos de idade, foi o primeiro governante a utilizar o título de czar (césar, ou imperador) de todas as Rússias.

tradição russa, é conhecido como Ива́н Гро́зный (Ivan Grozny), traduzido eroneamente como Ivã, o Terrível enquanto o certo seria Ivã, o Formidável.
Ivan estendeu o seu domínio para o oriente, anexando em 1552 o Canato de Kazan e em 1556 o Canato de Astrakhan, para absorver a Sibéria. Estabeleceu relações comerciais com o Ocidente.

No entanto, a sua capacidade para uma boa governação ficou manchada pela excessiva crueldade. A sua polícia secreta, os Oprichniks, torturou e assassinou todos os suspeitos de traição, como o povo de Novgorod, acusado de rebelião. 
Ivã teve sete mulheres, uma das quais morreu em circunstâncias suspeitas. Num acesso de raiva Ivan matou acidentalmente o filho mais velho, Ivã Ivanovich, que era tão cruel como ele, e passou o resto da vida imerso em remorsos, misturados com actos de crueldade e violência. Em meio ao seu governo, os tártaros da Crimeia saquearam Moscou em 1571, apesar de tê-los vencido no ano seguinte na Batalha de Molodi. Morreu louco, em 1584.

O comportamento de Ivã IV pode ser explicado pela sua conturbada infância. Filho do Grão-Príncipe Vassili III de Moscou, ficou órfão aos oito anos de idade. Praticamente um refém dentro do próprio Kremlin, assistiu às brigas intermináveis entre as diversas facções dos boiardos. Era incentivado a assistir a sessões de tortura e execuções pelos nobres, que mantinham seus feudos independentes e tomavam o comércio como ponto principal de seus interesses, não unificando a Rússia.


Assustado durante todo esse período, Ivan passou a ler cada vez mais a Bíblia, especialmente o Velho Testamento, firmando-se como um obcecado cristão ortodoxo.[carece de fontes]. A revista História publicou que, se o comportamento de Ivan, o Terrível fosse comparado a pessoas atuais com o mesmo comportamento, Ivan seria classificado como louco.

Embora os boiardos acreditassem que tudo poderiam fazer, para surpresa geral, subitamente o menino Ivã manda que prendam o principal líder boiardo, o Princípe Chuiski, que é executado. Pouco após, anuncia sua coroação como czar. Os próprios nobres e o restante da Europa duvidavam da sua capacidade em fazê-lo, pois o título de Grão-Príncipe não lhe garantia o trono. Mas ele insistiu e se auto-coroou. Talvez o receio tenha sido o de que aquele poderia ser um velho sonho, o da unificação.

Tão logo foi coroado czar, anunciou a expropriação de bens de boiardos e da Igreja, clamando a si próprio o poder religioso. Logo criou uma tropa de elite, um exército profissional, os Streltsky, que ganharia cada vez mais poder próprio até sua extinção com a ascensão do czar Pedro, o Grande.
Do seu comportamento irregular, alternando períodos de mania (devoção religiosa associada à violência) com depressão e arrependimento, pode-se inferir um provável transtorno bipolar.

Após a conquista de Kazan, interpretada como vitória religiosa também, pois a cidade era muçulmana, e com a morte da primeira esposa, Anastasia Romanovna, aos 27 anos, recolhe-se a um mosteiro e volta a Moscou apenas atendendo ao chamamento de representantes dos nobres e da população - que, segundo uma interpretação corrente, prefeririam um tirano ao caos. Forma uma guarda pessoal, os Oprichnicky, que se vestiam de preto e cavalgavam animais também pretos, sendo a maioria deles constituída por criminosos que juraram lealdade eterna ao czar e com ele cometeram terríveis ações.

Ivã IV foi um homem cruel e provavelmente insano mentalmente, mas conseguiu unificar a Rússia, antes dividida em principados independentes. Criou uma força militar própria e conquistou terras até a Sibéria, expandindo o território russo até adquirir praticamente os seus contornos atuais. Também se tornou um autocrata, o primeiro de uma série, mas por ter ferido à morte seu filho mais velho e pela misteriosa morte do czarevich Dmitri, não deixou linhagem.

Curiosamente, a morte do pequeno Dmitri acabou por ser atribuída a Boris Godunov, que se tornou czar por algum tempo, e ao monge Grigory Otripiev, que deixou a Rússia e conquistou a simpatia dos poloneses, declarando-se o verdadeiro czarevich. O falso czarevich, com o apoio do exército polonês e pela confusão reinante na Rússia após a morte de Godunov, chegou mesmo a governar por um breve período no Kremlin, sendo substituído à força por um descendente dos Chuikis. . A catedral de São Basílio teve sua construção ordenada pelo Czar Ivan o Terrível para comemorar a conquista do Cantão de Kazan, e realizou entre 1555 à 1561, depois da construção ser terminada, mandou arrancar os olhos do arquiteto para que não pudesse construir outra coisa igual.

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BIOGRAFIA,GENE KELLY(dançarino, ator, cantor, diretor, produtor e coreógrafo)

Sexta-feira, 03.01.14
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Gene Kelly

Eugene "Gene" Curran Kelly (Pittsburgh, 23 de agosto de 1912 — Beverly Hills, 2 de fevereiro de 1996) foi um dançarino, ator, cantor, diretor, produtor e coreógrafo norte-americano.
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Iniciou bem cedo sua carreira na Broadway, com uma aparição no espetáculo "Leave It To Me", de Cole Porter, fazendo o papel de um esquimó, ao lado de Mary Martin.
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Ao lado de Fred Astaire, Kelly foi um dos expoentes enquanto os Musicais eram o estilo preferido de Hollywood. Foi ator, diretor, produtor e coreógrafo em várias peças e filmes, com passagem pela televisão norte-americana.
VEJA MAIS IMAGENS EM  O ARQUIVO DO MORTO-VIVO
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Seu trabalho mais conhecido, verdadeiro clássico dos musicais, é Cantando na chuva, do qual também foi diretor.
Gene Kelly é tema da música "Take Away My Pain" do álbum Falling Into Infinity da banda de heavy metal progressivo norte-americana Dream Theater.
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metal progressivo norte-americana Dream Theater.
Morte 

Faleceu em decorrência de um derrame cerebral, aos 83 anos de idade.
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