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AMILTON FERNANDES(ATOR)

Sábado, 01.02.14
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Amilton Fernandes
Amilton Fernandes (Pelotas, 27 de abril de 1919 — Rio de Janeiro, 8 de abril de 1968) foi um ator brasileiro.
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Amilton Fernandes foi o primeiro ator brasileiro a alcançar grande popularidade como galã em uma telenovela, graças a sua atuação como Albertinho Limonta em O Direito de Nascer, de 1964, na extinta Rede Tupi.
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Faleceu prematuramente em um acidente de automóvel, no decorrer da produção da telenovela Sangue e Areia, onde era o grande vilão da trama.
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No dia 29 de janeiro de 1968, Amílton sofreu um acidente automobilístico na esquina da Rua São Francisco Xavier com Avenida Heitor Beltrão no bairro do Maracanã, zona norte do Rio de Janeiro.
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Como era Hemofílico, o ator ficou internado por setenta dias passando por seis operações vindo a falecer posteriormente. Quando morreu Amílton vivia o vilão Dom Ricardo na novela da Rede Globo, Sangue e Areia, de Janete Clair. O roteiro da novela teve que ser todo refeito e seu personagem desapareceu da trama.
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Carreira artística

 Na televisão
1958 - Suspeita
1959 - Fim de Semana no Campo
1959 - Doce Lar Teperman
1959 - Adolescência
1959 - A Ponte de Waterloo
1962 - A Noite Eterna
1962 - A Estranha Clementine
1963 - As Chaves do Reino
1963 - Moulin Rouge, a Vida de Tolouse Lautrec .... Rachau
1963 - A Sublime Aventura
1964 - Alma Cigana .... capitão Fernando
1964 - O Segredo de Laura .... Cláudio
1964 - Quem Casa com Maria? .... Paulo
1964 - O Direito de Nascer .... Albertinho Limonta
1965 - O Preço de uma Vida .... André
1966 - O Sheik de Agadir .... Maurice Dummont
1967 - A Rainha Louca .... Xavier
1967 - Sangue e Areia .... Ricardo
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No cinema
1962 - O Vendedor de Linguiças
1965 - Quatro Brasileiros em Paris
1966 - As Cariocas
1967 - Adorável Trapalhão
1968 - Edu, Coração de Ouro
1968 - Juventude e Ternura
8 005

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publicado por duronaqueda às 16:17

A HISTORIA DAS FRENETICAS

Sábado, 01.02.14


As Frenéticas
As Frenéticas, grupo musical feminino formado por seis vocalistas, que surgiu em 1976, no Rio de Janeiro, no auge do sucesso das discotecas.

História

Em 5 de agosto de 1976, o compositor e produtor musical Nelson Motta inaugurou num shopping no bairro da Gávea, Rio de Janeiro, a discoteca Frenetic Dancing Days, que se tornou a febre das noites cariocas.

Para servir as poucas mesas no espaço ocupado por uma enorme pista de dança, Motta teve a ideia de contratar garçonetes que, vestidas de malhas colantes, com saltos altíssimos e maquiagem carregada, fariam o atendimento, mas com uma inovação: no meio da noite, subiriam de surpresa ao palco, cantariam três ou quatro músicas, antes de voltar a servir.


 leiloca

Sandra Pêra, que era cunhada de Motta, casado com sua irmã, a atriz Marília Pêra, se interessou pela colocação e trouxe para o grupo as amigas Regina Chaves, Leiloca e Lidoka, que fizeram parte do conjunto Dzi Croquettes, e a cantora Dhu Moraes, a Nega Dudu. Completou o sexteto, indicada pelo DJ da discoteca, a mulata Edyr de Castro, que tinha participado do elenco do musical Hair. Foi selecionado um repertório de cinco músicas e o grupo ensaiou com o músico Roberto de Carvalho, que então começava a namorar a roqueira Rita Lee.


lidoka

Mas o sucesso das Frenéticas, como foram chamadas para associá-las ao nome da discoteca, foi tão grande, que milhares de freqüentadores entusiasmados exigiam que elas cantassem cada vez mais. Passaram a fazer shows de mais de uma hora e deixaram de ser garçonetes.


Edyr Duque

O público foi capturado por uma combinação inusitada de humor picante, erotismo nas roupas e na letra das músicas, ritmo contagiante e uma performance esfuziante no palco. No seu primeiro sucesso, Perigosa, o refrão "dentro de mim" repetido inúmeras vezes entre gemidos lúbricos e gritinhos histéricos, deu o tom de suas apresentações. Com o fechamento da Frenetic Dancing Days, passaram a apresentar-se no Teatro Rival, atraindo um público mais diversificado.


SANDRA PERA

As Frenéticas foram as primeiras contratadas da gravadora Warner, que recém se instalava no Brasil. O primeiro compacto, , "A felicidade bate a sua porta" de Gonzaguinha ,foi muito executado nas rádios. Em seguida, o primeiro LP "Frenéticas" vendeu 150 mil cópias rapidamente e recebeu um Disco de Ouro.No final dos anos 70 conseguiram o feito inédito de emplacar o tema de abertura de duas novelas da Rede Globo, Dancin' Days e Feijão Maravilha. Depois vieram mais três discos pela Warner.


REGINA

REGINA E EDUARDO DUZEK

Em 1982, Sandra Pêra e Regina Chaves saem do grupo e o quarteto remanescente assina contrato com a gravadora Top Tape. Mas o único álbum lançado por este selo não fez sucesso e o grupo se desfez em 1984.No entanto, o sexteto voltou a se reunir em 1992 para gravar o tema de abertura da novela Perigosas Peruas, da Rede Globo, e duas músicas inéditas para uma coletânea de seus sucessos lançada em CD. Até então, a discografia do grupo era constituída apenas de LPs de vinil. Outra coletânea em CD foi lançada em 1999.


                   Volta com nova formação

Por iniciativa de Lidoka, as Frenéticas voltaram em 1998 com nova formação. Do grupo original ficaram Lidoka, Edir e Dulcilene com uma particularidade: as três, aconselhadas por uma numeróloga, mudaram seus nomes artísticos respectivamente para Lidia Lagys, Edyr Duqui e Dhu Moraes.As demais integrantes do grupo original não quiseram retornar, preferindo continuar nas atividades que ainda em 2006 exercem: Regina, como produtora do humorista Chico Anysio; Leiloca como astróloga e atriz; Sandra, como diretora de teatro. As vagas foram preenchidas por Gabriela Pinheiro, Cláudia Borioni e Liane Maya.

Ao recusar o convite, Leiloca deixou registradas em seu sítio na Internet suas razôes: ela só participaria desta volta frenética, se houvesse uma infra-estrutura à altura : um show com um diretor bacana; um patrocinador; assessoria de imprensa; enfim , o básico.
As razões de Leiloca parecem ter se confirmado, o retorno das Frenéticas passou quase despercebido do grande público. Seu único disco gravado até agora só foi lançado três anos depois do retorno e não fez sucesso. Os fãs continuam preferindo suas músicas antigas.

Para sobreviver, Edyr e Dhu têm que manter paralelamente suas carreiras como atrizes.na TV. Edyr atuou em novelas e viveu a escrava alforriada Ruth em Sinhá Moça. Dhu foi a Tia Nastácia do Sítio do Picapau Amarelo dos anos 2000.Em julho de 2006, para comemorar os 30 anos das Frenéticas, o grupo se apresentou em São Paulo junto com o grupo franco-americano Santa Esmeralda, do sucesso "Don't Let Me Be Misunderstood".

No dia 1º de Abril de 2011, a história do grupo foi contada no especial Por Toda a Minha Vida da TV Globo.

Três integrantes do grupo, Leilóca e Sandra como elas mesmas e Dhu como Valda, fizeram uma aparição na novela Cheias de Charme.

 Discografia

 ]Álbuns em Estudio
1977 - Frenéticas
1978 - Caia na Gandaia
1979 - Soltas na Vida
1980 - Babando Lamartine
1983 - Diabo a 4
2001 - Pra Salvar a Terra
2011 - Caia na Gandaia - (reedição de luxo)
   Coletâneas
1992 - As Mais Gostosas das Frenéticas
1999 - Sempre Frenéticas
          

Singles

AnoSingleParadasÁlbum
BRA
1977"Perigosa"1Frenéticas
"Vingativa"5
"Tudo bem, tudo bom??? Ou mesmo até..."1
"A Felicidade Bate à sua Porta"7
1978"Cantores de Radio"26
"Dancin' Days"1Caia na Gandaia
"O preto que satisfaz (Feijão maravilha)"1
"Crisi Darling"11
1979"Vesúvio"8
"É que Nesta Encarnação eu Nasci Manga"9Soltas na Vida
"Ai, Se Eles me Pegam Agora"24
"Baby Face"31
1980"Canção pra inglês Ver"4Babando Lamartine
1981"Aí! Hein!"8
"O Teu Cabelo não Nega"19
1983"Você Escolheu Errado o Seu Super-Herói"6Diabo 4
"A Todo Vapor"9
1984"Saco cheio de Noel"50
1992"Perigosas Peruas"1As Mais Gostosas das Frenéticas
"Lefudez Vouz"35
"Oh Boy"
2001"Larga esse Controle"Pra Salvar o Mundo

Trilhas Sonoras

AnoCançãoNovela/Filme/Série
1978"Dancin' Days"Dancin' Days
1979"O Preto que Satisfaz"Feijão Maravilha
1992"Perigosas Peruas"Perigosas Peruas
2001"Dancin' Days"A Partilha
2008"Dancin' Days"Queridos Amigos

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publicado por duronaqueda às 11:00

A HISTORIA DAS FRENETICAS

Sábado, 01.02.14


As Frenéticas
As Frenéticas, grupo musical feminino formado por seis vocalistas, que surgiu em 1976, no Rio de Janeiro, no auge do sucesso das discotecas.

História

Em 5 de agosto de 1976, o compositor e produtor musical Nelson Motta inaugurou num shopping no bairro da Gávea, Rio de Janeiro, a discoteca Frenetic Dancing Days, que se tornou a febre das noites cariocas.

Para servir as poucas mesas no espaço ocupado por uma enorme pista de dança, Motta teve a ideia de contratar garçonetes que, vestidas de malhas colantes, com saltos altíssimos e maquiagem carregada, fariam o atendimento, mas com uma inovação: no meio da noite, subiriam de surpresa ao palco, cantariam três ou quatro músicas, antes de voltar a servir.


 leiloca

Sandra Pêra, que era cunhada de Motta, casado com sua irmã, a atriz Marília Pêra, se interessou pela colocação e trouxe para o grupo as amigas Regina Chaves, Leiloca e Lidoka, que fizeram parte do conjunto Dzi Croquettes, e a cantora Dhu Moraes, a Nega Dudu. Completou o sexteto, indicada pelo DJ da discoteca, a mulata Edyr de Castro, que tinha participado do elenco do musical Hair. Foi selecionado um repertório de cinco músicas e o grupo ensaiou com o músico Roberto de Carvalho, que então começava a namorar a roqueira Rita Lee.


lidoka

Mas o sucesso das Frenéticas, como foram chamadas para associá-las ao nome da discoteca, foi tão grande, que milhares de freqüentadores entusiasmados exigiam que elas cantassem cada vez mais. Passaram a fazer shows de mais de uma hora e deixaram de ser garçonetes.


Edyr Duque

O público foi capturado por uma combinação inusitada de humor picante, erotismo nas roupas e na letra das músicas, ritmo contagiante e uma performance esfuziante no palco. No seu primeiro sucesso, Perigosa, o refrão "dentro de mim" repetido inúmeras vezes entre gemidos lúbricos e gritinhos histéricos, deu o tom de suas apresentações. Com o fechamento da Frenetic Dancing Days, passaram a apresentar-se no Teatro Rival, atraindo um público mais diversificado.


SANDRA PERA

As Frenéticas foram as primeiras contratadas da gravadora Warner, que recém se instalava no Brasil. O primeiro compacto, , "A felicidade bate a sua porta" de Gonzaguinha ,foi muito executado nas rádios. Em seguida, o primeiro LP "Frenéticas" vendeu 150 mil cópias rapidamente e recebeu um Disco de Ouro.No final dos anos 70 conseguiram o feito inédito de emplacar o tema de abertura de duas novelas da Rede Globo, Dancin' Days e Feijão Maravilha. Depois vieram mais três discos pela Warner.


REGINA

REGINA E EDUARDO DUZEK

Em 1982, Sandra Pêra e Regina Chaves saem do grupo e o quarteto remanescente assina contrato com a gravadora Top Tape. Mas o único álbum lançado por este selo não fez sucesso e o grupo se desfez em 1984.No entanto, o sexteto voltou a se reunir em 1992 para gravar o tema de abertura da novela Perigosas Peruas, da Rede Globo, e duas músicas inéditas para uma coletânea de seus sucessos lançada em CD. Até então, a discografia do grupo era constituída apenas de LPs de vinil. Outra coletânea em CD foi lançada em 1999.


                   Volta com nova formação

Por iniciativa de Lidoka, as Frenéticas voltaram em 1998 com nova formação. Do grupo original ficaram Lidoka, Edir e Dulcilene com uma particularidade: as três, aconselhadas por uma numeróloga, mudaram seus nomes artísticos respectivamente para Lidia Lagys, Edyr Duqui e Dhu Moraes.As demais integrantes do grupo original não quiseram retornar, preferindo continuar nas atividades que ainda em 2006 exercem: Regina, como produtora do humorista Chico Anysio; Leiloca como astróloga e atriz; Sandra, como diretora de teatro. As vagas foram preenchidas por Gabriela Pinheiro, Cláudia Borioni e Liane Maya.

Ao recusar o convite, Leiloca deixou registradas em seu sítio na Internet suas razôes: ela só participaria desta volta frenética, se houvesse uma infra-estrutura à altura : um show com um diretor bacana; um patrocinador; assessoria de imprensa; enfim , o básico.
As razões de Leiloca parecem ter se confirmado, o retorno das Frenéticas passou quase despercebido do grande público. Seu único disco gravado até agora só foi lançado três anos depois do retorno e não fez sucesso. Os fãs continuam preferindo suas músicas antigas.

Para sobreviver, Edyr e Dhu têm que manter paralelamente suas carreiras como atrizes.na TV. Edyr atuou em novelas e viveu a escrava alforriada Ruth em Sinhá Moça. Dhu foi a Tia Nastácia do Sítio do Picapau Amarelo dos anos 2000.Em julho de 2006, para comemorar os 30 anos das Frenéticas, o grupo se apresentou em São Paulo junto com o grupo franco-americano Santa Esmeralda, do sucesso "Don't Let Me Be Misunderstood".

No dia 1º de Abril de 2011, a história do grupo foi contada no especial Por Toda a Minha Vida da TV Globo.

Três integrantes do grupo, Leilóca e Sandra como elas mesmas e Dhu como Valda, fizeram uma aparição na novela Cheias de Charme.

 Discografia

 ]Álbuns em Estudio
1977 - Frenéticas
1978 - Caia na Gandaia
1979 - Soltas na Vida
1980 - Babando Lamartine
1983 - Diabo a 4
2001 - Pra Salvar a Terra
2011 - Caia na Gandaia - (reedição de luxo)
   Coletâneas
1992 - As Mais Gostosas das Frenéticas
1999 - Sempre Frenéticas
          

Singles

AnoSingleParadasÁlbum
BRA
1977"Perigosa"1Frenéticas
"Vingativa"5
"Tudo bem, tudo bom??? Ou mesmo até..."1
"A Felicidade Bate à sua Porta"7
1978"Cantores de Radio"26
"Dancin' Days"1Caia na Gandaia
"O preto que satisfaz (Feijão maravilha)"1
"Crisi Darling"11
1979"Vesúvio"8
"É que Nesta Encarnação eu Nasci Manga"9Soltas na Vida
"Ai, Se Eles me Pegam Agora"24
"Baby Face"31
1980"Canção pra inglês Ver"4Babando Lamartine
1981"Aí! Hein!"8
"O Teu Cabelo não Nega"19
1983"Você Escolheu Errado o Seu Super-Herói"6Diabo 4
"A Todo Vapor"9
1984"Saco cheio de Noel"50
1992"Perigosas Peruas"1As Mais Gostosas das Frenéticas
"Lefudez Vouz"35
"Oh Boy"
2001"Larga esse Controle"Pra Salvar o Mundo

Trilhas Sonoras

AnoCançãoNovela/Filme/Série
1978"Dancin' Days"Dancin' Days
1979"O Preto que Satisfaz"Feijão Maravilha
1992"Perigosas Peruas"Perigosas Peruas
2001"Dancin' Days"A Partilha
2008"Dancin' Days"Queridos Amigos

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SERIE NOSSO LAR===013 REENCARNAÇAO parte 08

Sábado, 01.02.14

SERIE NOSSO LAR===013 REENCARNAÇAO parte 08
Cap 13 – Reencarnação – (seguramente o mais importante de todo o livro) - Após comentários sobre o perdão e o sexo, descreve a sublimidade que é a reencarnação de um Espírito, a partir da obra-prima que é a fecundação. É focalizada a interessantíssima questão das “fecundações físicas” e das “fecundações psíquicas”, aquela, nascendo das uniões físicas, no domínio das formas, e esta, das uniões espirituais, nos resplandecentes domínios da alma. Somos informados que o corpo perispiritual, que dá forma aos elementos celulares, está fortemente radicado no sangue(!).
NOTA: Raramente se encontrará na literatura espírita fonte igual de ensinamentos sobre a programação da existência terrena, que afinal de contas, não passa de uma etapa da bênção maior que é a vida !





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publicado por duronaqueda às 09:47

SERIE NOSSO LAR===013 REENCARNAÇAO parte 07

Sábado, 01.02.14

SERIE NOSSO LAR===013 REENCARNAÇAO parte 07
Cap 13 – Reencarnação – (seguramente o mais importante de todo o livro) - Após comentários sobre o perdão e o sexo, descreve a sublimidade que é a reencarnação de um Espírito, a partir da obra-prima que é a fecundação. É focalizada a interessantíssima questão das “fecundações físicas” e das “fecundações psíquicas”, aquela, nascendo das uniões físicas, no domínio das formas, e esta, das uniões espirituais, nos resplandecentes domínios da alma. Somos informados que o corpo perispiritual, que dá forma aos elementos celulares, está fortemente radicado no sangue(!).
NOTA: Raramente se encontrará na literatura espírita fonte igual de ensinamentos sobre a programação da existência terrena, que afinal de contas, não passa de uma etapa da bênção maior que é a vida !





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SERIE NOSSO LAR===013 REENCARNAÇAO parte 06

Sábado, 01.02.14

SERIE NOSSO LAR===013 REENCARNAÇAO parte 06
Cap 13 – Reencarnação – (seguramente o mais importante de todo o livro) - Após comentários sobre o perdão e o sexo, descreve a sublimidade que é a reencarnação de um Espírito, a partir da obra-prima que é a fecundação. É focalizada a interessantíssima questão das “fecundações físicas” e das “fecundações psíquicas”, aquela, nascendo das uniões físicas, no domínio das formas, e esta, das uniões espirituais, nos resplandecentes domínios da alma. Somos informados que o corpo perispiritual, que dá forma aos elementos celulares, está fortemente radicado no sangue(!).
NOTA: Raramente se encontrará na literatura espírita fonte igual de ensinamentos sobre a programação da existência terrena, que afinal de contas, não passa de uma etapa da bênção maior que é a vida !




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SERIE NOSSO LAR===013 REENCARNAÇAO parte 05

Sábado, 01.02.14

SERIE NOSSO LAR===013 REENCARNAÇAO parte 05
Cap 13 – Reencarnação – (seguramente o mais importante de todo o livro) - Após comentários sobre o perdão e o sexo, descreve a sublimidade que é a reencarnação de um Espírito, a partir da obra-prima que é a fecundação. É focalizada a interessantíssima questão das “fecundações físicas” e das “fecundações psíquicas”, aquela, nascendo das uniões físicas, no domínio das formas, e esta, das uniões espirituais, nos resplandecentes domínios da alma. Somos informados que o corpo perispiritual, que dá forma aos elementos celulares, está fortemente radicado no sangue(!).
NOTA: Raramente se encontrará na literatura espírita fonte igual de ensinamentos sobre a programação da existência terrena, que afinal de contas, não passa de uma etapa da bênção maior que é a vida !




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publicado por duronaqueda às 09:39

JACKSON DO PANDEIRO(MUSICO)

Sábado, 01.02.14

 Jackson do Pandeiro
Jackson do Pandeiro, nome artístico de José Gomes Filho (Alagoa Grande, 31 de agosto de 1919 – Brasília, 10 de julho de 1982), foi um cantor e compositor de forró e samba, assim como de seus diversos subgêneros, a citar: baião, xote, xaxado, coco, arrastapé, quadrilha, marcha, frevo, dentre outros. Também conhecido como O Rei do Ritmo.

 Biografia

Paraibano de Alagoa Grande, Jackson nasceu em 31 de agosto de 1919, com o nome de José Gomes Filho. Ele era filho de uma cantadora de coco, Flora Mourão, que lhe deu o seu primeiro instrumento: o pandeiro.
Seu nome artístico nasceu de um apelido que ele mesmo se dava: Jack, inspirado em um mocinho de filmes de faroeste, Jack Perry.  A transformação para Jackson foi uma sugestão de um diretor de programa de rádio. Dizia que ficaria mais sonoro e causaria mais efeito quando fosse ser anunciado.
Somente em 1953, já com trinta e cinco anos, Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: "Sebastiana", de Rosil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: "Forró em Limoeiro", rojão composto por Edgar Ferreira.

Foi na rádio pernambucana que ele conheceu Almira Castilho de Albuquerque,  com quem se casou em 1956, vivendo com ela até 1967. Depois de doze anos de convivência, Jackson e Almira se separaram e ele se casou com a baiana Neuza Flores dos Anjos, de quem também se separou pouco antes de falecer.
No Rio de Janeiro, já trabalhando na Rádio Nacional, Jackson alcançou grande sucesso com "O Canto da Ema", "Chiclete com Banana" e "Um a Um". Os críticos ficavam abismados com a facilidade de Jackson em cantar os mais diversos gêneros musicais: baião, coco, samba-coco, rojão, além de marchinhas de carnaval.

O fato de ter tocado tanto tempo nos cabarés aprimorou sua capacidade jazzística. Também é famosa a sua maneira de dividir a música, e diz-se que o próprio João Gilberto aprendeu a dividir com ele.   Muitos o consideram o maior ritmista da história da Música Popular Brasileira e, ao lado de Luiz Gonzaga, foi um dos principais responsáveis pela nacionalização de canções nascidas entre o povo nordestino. Sua discografia compreende mais de 30 álbuns lançados no formato LP. Desde sua primeira gravação, "Forró em Limoeiro", em 1953, até o último álbum, "Isso é que é Forró!", de 1981, foram 29 anos de carreira artística, tendo passado por inúmeras gravadoras.

Morte

Durante excursão empreendida pelo país, Jackson do Pandeiro que era diabético desde os anos 60, morreu aos 62 anos, no dia 10 de julho de 1982, na cidade de Brasília, em decorrência de complicações de embolia pulmonar e cerebral. Ele tinha participado de um show na cidade uma semana antes e no dia seguinte passou mal no aeroporto antes de embarcar para o Rio de Janeiro.


Ele ficou internado na Casa de Saúde Santa Lúcia. Foi enterrado em 11 de julho de 1982 no Cemitério do Cajú na cidade do Rio de Janeiro com a presença de músicos e compositores populares, sem a presença de nenhum medalhão da MPB. Hoje seus restos mortais se encontram na sua terra natal (Alagoa Grande) localizado não no cemitério local, mais sim em um memorial preparado em sua homenagem pelo povo alagoagrandense.

    Costumo sempre dizer que o Gonzagão é o Pelé da música e o Jackson, o Garrincha.    
— Alceu Valença


Sucessos

A mulher do Aníbal, Genival Macedo e Nestor de Paula (1954)
Cabo Tenório, Rosil Cavalcanti (1954)
Cantiga do sapo, Buco do Pandeiro e Jackson do Pandeiro (1959)
Casaca-de-couro, Ruy de Moraes e Silva (1959)
Chiclete com Banana, Almira Castilho e Gordurinha (1959)
Chuchu beleza, João Silva e Raymundo Evangelista (1973)
Coco do Norte, Rosil Cavalcanti (1955)
Como tem Zé na Paraíba, Catulo de Paula e Manezinho Araújo (1962)
Cremilda, Edgar Ferreira (1955)
Cumpadre João, Jackson do Pandeiro e Rosil Cavalcanti (1958)
Dezessete na corrente, Edgar Ferreira e Manoel Firmino Alves (1958)
Ele disse, Edgar Ferreira (1956)
Falso toureiro, José Gomes e Heleno Clemente (1956)
Forró de Surubim, Antônio Barros e José Batista (1959)
Forró em Caruaru, Zé Dantas (1955)
Forró em Limoeiro, Edgar Ferreira (1953)
Lágrima, Jackson do Pandeiro, José Garcia e Sebastião Nunes (1959)
Rosa, Ruy de Moraes e Silva (1956)
Sebastiana, Rosil Cavalcanti (1953)
Sina de cigarra, Delmiro Ramos e Jackson do Pandeiro (1972)
Um a um, Edgar Ferreira (1954)
Velho gagá, Almira Castilho e Paulo Gracindo (1961)
Vou gargalhar, Edgar Ferreira (1954)
Xote de Copacabana, Jackson do Pandeiro (1954)

Discografia

1955: Jackson do Pandeiro
1956: Forró do Jackson
1957: Jackson e Almira - Os Donos do Ritmo
1958: Forró do Jackson
1959: Jackson do Pandeiro
1960: Sua Majestade - o Rei do Ritmo
1960: Cantando de Norte a Sul
1961: Ritmo, Melodia e a Personalidade de Jackson do Pandeiro
1961: Mais Ritmo
1962: A Alegria da Casa
1962: ...É Batucada!
1963: Forró do Zé Lagoa
1964: Tem Jabaculê
1964: Coisas Nossas
1965: ...E Vamos Nós!
1966: O Cabra da Peste
1967: A Braza do Norte
1970: Aqui Tô Eu
1971: O Dono do Forró
1972: Sina de Cigarra
1973: Tem Mulher, Tô Lá
1974: Nossas Raízes
1975: A Tuba da Muié
1976: É Sucesso
1977: Um Nordestino Alegre
1978: Alegria Minha Gente
1980: São João Autêntico de Jackson do Pandeiro
1981: Isso é que é Forró!

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publicado por duronaqueda às 07:36