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UMA SELEÇÃO DE CAPAS DE REVISTAS ARGENTINAS

Quinta-feira, 08.05.14

UMA SELEÇÃO DE CAPAS DE REVISTAS ARGENTINAS


















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publicado por duronaqueda às 16:22

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VALEN THE OUTCAST 2011-2012(capas)

Quinta-feira, 08.05.14
Valen T.O. - 01Valen T.O. - 02Valen T.O. - 03Valen T.O. - 04Valen T.O. - 05Valen T.O. - 06Valen T.O. - 07Valen T.O. - 08

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VALEN THE OUTCAST 2011-2012(capas)

Quinta-feira, 08.05.14
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VAMPIRELLA HITORICO E AS CAPAS DA REVISTA

Quinta-feira, 08.05.14

VAMPIRELLA   HITORICO E AS CAPAS DA REVISTA
Vampirella é uma personagem de banda desenhada criada por Forrest J. Ackerman em 1969, e que estreou na antiga editora norte-americana Warren, nas páginas de Creepy e Eerie e que posteriormente ganhou uma revista própria. Originalmente, ela é uma vampira extraterrestre de um planeta tendo dois sóis chamado Drakulon (ou Draculon). Apesar de idealizador, Ackerman não a finalizou sozinho, tendo influência direta de outros nomes importantes como Trina Robbins e Frank Frazetta, que definiram a roupagem e o desenho original dela, respectivamente. Mas também teve outros artistas igualmente importantes como Tom Sutton, José Gonzales, Enrich, Sanjulian, Gonzalo Mayo e outros.

Vampirella no Brasil
No Brasil , infelizmente para os fãs , a morena de Drakulon quase nem existiu. As poucas aparições dela iniciaram se em 1973 numa revista da extinta editora Kultus, e era uma tradução direta da primeira revista solo da Vampirella, com poucas alterações como a “vampira de Dracuraria” quando o correto seria de "Drakulon"! Da segunda em diante, até a décima, as revistas foram publicadas pela editora Noblet, também extinta. O curioso é que sua numeração não tinha nada a ver com a numeração da original norte-americana, isso fez com que as edições ficassem confusas e está sem sentido. Isso porque apesar das histórias de cada edição ter começo e fim , o contexto geral do universo Vampirella mantido pela seqüência correta sumiu. Soma-se ainda que a publicação parou na décima e que resolveram colocar tiras “engraçadas” que na verdade eram grotescas, de mal gosto e que mais ridicularizava a personagem do que divertia. Mas recentemente ela teve algumas raras publicações, como a da editora Metal Pesado, que foram “Vampirella Edição Especial de 25 Aniversário” em Abril de 1998, dois anos depois do original, e “Vampirella Vs Pantha” em Agosto de 1998. Depois essa editora fechou.


Em Outubro de 1998, a editora Abril lançou o crossover especial “Mulher-Gato Vampirella”. E por último tivemos uma edição muito especial em 2001 de “Vampirella Lives” lançado numa única revista bem acabada pela editora Devir de nome “Vampirella Vive”, apesar do original ser de 1996/1997. Um pouco antes dessa revista, a Devir lançou também numa tiragem limitada uma revista dela em estilo mangá, desenhada por Kevin Lau, que posteriormente criou uma outra versão futurística da Vampirella com o nome de Vampi. Definitivamente o Brasil não é o melhor lugar para ser fã dela, mais mesmo assim, comparado com os anos 70, não é difícil saber sobre o atual universo dessa morena, principalmente com o advento da internet e aquisições dos originais importados pelas revistarias especializadas. Em meados de 1995 e 1996, com a febre dos “cards”, tivemos por aqui comercializadas as duas coleções de cards da Vampirella. A terceira dela, chamada “Blood Lust” exclusiva do desenhista Joe Jusk, também pode ser encontrada nessa época.


 Um pouco mais da Vampirella original
Vampirella não foi criada por Forrest J. Ackerman ao acaso, ela foi feita por encomenda para James Warren, que animado com o sucesso de suas revistas como Creepy, Eery e outros, buscava publicar uma revista de uma garota moderna com super-poderes, uma espécie de bruxa, já que ele estava também influênciado pelo sucesso de Barbarella Sabendo disso Ackerman pediu para James Warren a oportunidade de criar a tal personagem.Também influênciado por Barbarella e até, segundo ele mesmo, por Cinderella, idealizou Vampirella e seu mundo, onde nos rios fluiam sangue...Até o momento, Ackerman nunca tinha escrito nenhuma história em sua vida. Aceitando a idéia James Warren procurava alguém que a representasse no papel. Sabendo disso, o grande desenhista Frank Frazetta suplicou a James Warren que o deixase encarregado deste trabalho. Frank Frazetta recebeu a caracterização da personagem direto de Trina Robins. Já o nome "Vampirella" foi criado por Ackerman e enviado para Jim Warren, que o colocou numa lista com mais cinco nomes sujestivos, onde as pessoas que visitavam a editora puderam dar seu voto.


Como o nome "Vampirella" foi o que mais agradou Jim Warren decidiu adotar o nome "Vampirella" definitivamente. Os super-poderes da Vampirella original eram se transformar num morcego, hipnotização, invisibilidade e uma certa força.
Algumas curiosidades: Na capa da primeira publicação de Vampirella da editora Kultus ela apareceu censurada, apresentando um traje a mais. Vampirella teve um filme de qualidade duvidosa em 1996 que quase ninguém viu. Forrest J. Ackerman já esteve no Brasil, e segundo ele mesmo aproveitou o vôo para idealizar Vampirella. Devido a um concurso de desenho realizado pela atual editora oficial da Vampirella , a Harris Comics, um desenhista campineiro quase teve honra de desenhar uma revista especial dela, mais infelizmente ele ficou em segundo lugar. E o mais interessante e que quase nenhum fã sabe, é que a Vampirella tinha uma irmã gêmea, chamada Draculina que teve apenas uma citação no esboço original, mas não teve desenvolvimento e a idéia foi esquecida e se perdeu no tempo.









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publicado por duronaqueda às 16:20

VAMPIRELLA HITORICO E AS CAPAS DA REVISTA

Quinta-feira, 08.05.14

VAMPIRELLA   HITORICO E AS CAPAS DA REVISTA
Vampirella é uma personagem de banda desenhada criada por Forrest J. Ackerman em 1969, e que estreou na antiga editora norte-americana Warren, nas páginas de Creepy e Eerie e que posteriormente ganhou uma revista própria. Originalmente, ela é uma vampira extraterrestre de um planeta tendo dois sóis chamado Drakulon (ou Draculon). Apesar de idealizador, Ackerman não a finalizou sozinho, tendo influência direta de outros nomes importantes como Trina Robbins e Frank Frazetta, que definiram a roupagem e o desenho original dela, respectivamente. Mas também teve outros artistas igualmente importantes como Tom Sutton, José Gonzales, Enrich, Sanjulian, Gonzalo Mayo e outros.

Vampirella no Brasil
No Brasil , infelizmente para os fãs , a morena de Drakulon quase nem existiu. As poucas aparições dela iniciaram se em 1973 numa revista da extinta editora Kultus, e era uma tradução direta da primeira revista solo da Vampirella, com poucas alterações como a “vampira de Dracuraria” quando o correto seria de "Drakulon"! Da segunda em diante, até a décima, as revistas foram publicadas pela editora Noblet, também extinta. O curioso é que sua numeração não tinha nada a ver com a numeração da original norte-americana, isso fez com que as edições ficassem confusas e está sem sentido. Isso porque apesar das histórias de cada edição ter começo e fim , o contexto geral do universo Vampirella mantido pela seqüência correta sumiu. Soma-se ainda que a publicação parou na décima e que resolveram colocar tiras “engraçadas” que na verdade eram grotescas, de mal gosto e que mais ridicularizava a personagem do que divertia. Mas recentemente ela teve algumas raras publicações, como a da editora Metal Pesado, que foram “Vampirella Edição Especial de 25 Aniversário” em Abril de 1998, dois anos depois do original, e “Vampirella Vs Pantha” em Agosto de 1998. Depois essa editora fechou.


Em Outubro de 1998, a editora Abril lançou o crossover especial “Mulher-Gato Vampirella”. E por último tivemos uma edição muito especial em 2001 de “Vampirella Lives” lançado numa única revista bem acabada pela editora Devir de nome “Vampirella Vive”, apesar do original ser de 1996/1997. Um pouco antes dessa revista, a Devir lançou também numa tiragem limitada uma revista dela em estilo mangá, desenhada por Kevin Lau, que posteriormente criou uma outra versão futurística da Vampirella com o nome de Vampi. Definitivamente o Brasil não é o melhor lugar para ser fã dela, mais mesmo assim, comparado com os anos 70, não é difícil saber sobre o atual universo dessa morena, principalmente com o advento da internet e aquisições dos originais importados pelas revistarias especializadas. Em meados de 1995 e 1996, com a febre dos “cards”, tivemos por aqui comercializadas as duas coleções de cards da Vampirella. A terceira dela, chamada “Blood Lust” exclusiva do desenhista Joe Jusk, também pode ser encontrada nessa época.


 Um pouco mais da Vampirella original
Vampirella não foi criada por Forrest J. Ackerman ao acaso, ela foi feita por encomenda para James Warren, que animado com o sucesso de suas revistas como Creepy, Eery e outros, buscava publicar uma revista de uma garota moderna com super-poderes, uma espécie de bruxa, já que ele estava também influênciado pelo sucesso de Barbarella Sabendo disso Ackerman pediu para James Warren a oportunidade de criar a tal personagem.Também influênciado por Barbarella e até, segundo ele mesmo, por Cinderella, idealizou Vampirella e seu mundo, onde nos rios fluiam sangue...Até o momento, Ackerman nunca tinha escrito nenhuma história em sua vida. Aceitando a idéia James Warren procurava alguém que a representasse no papel. Sabendo disso, o grande desenhista Frank Frazetta suplicou a James Warren que o deixase encarregado deste trabalho. Frank Frazetta recebeu a caracterização da personagem direto de Trina Robins. Já o nome "Vampirella" foi criado por Ackerman e enviado para Jim Warren, que o colocou numa lista com mais cinco nomes sujestivos, onde as pessoas que visitavam a editora puderam dar seu voto.


Como o nome "Vampirella" foi o que mais agradou Jim Warren decidiu adotar o nome "Vampirella" definitivamente. Os super-poderes da Vampirella original eram se transformar num morcego, hipnotização, invisibilidade e uma certa força.
Algumas curiosidades: Na capa da primeira publicação de Vampirella da editora Kultus ela apareceu censurada, apresentando um traje a mais. Vampirella teve um filme de qualidade duvidosa em 1996 que quase ninguém viu. Forrest J. Ackerman já esteve no Brasil, e segundo ele mesmo aproveitou o vôo para idealizar Vampirella. Devido a um concurso de desenho realizado pela atual editora oficial da Vampirella , a Harris Comics, um desenhista campineiro quase teve honra de desenhar uma revista especial dela, mais infelizmente ele ficou em segundo lugar. E o mais interessante e que quase nenhum fã sabe, é que a Vampirella tinha uma irmã gêmea, chamada Draculina que teve apenas uma citação no esboço original, mas não teve desenvolvimento e a idéia foi esquecida e se perdeu no tempo.









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publicado por duronaqueda às 16:20

Vera Fischer

Quinta-feira, 08.05.14

      Vera Fischer
Vera Lúcia Fischer (Blumenau, 27 de novembro de 1951)  é uma atriz brasileira.
Uma das mais famosas atrizes do país, Vera foi Miss Brasil 1969, título que lhe deu projeção nacional.

   Biografia

Vera Fischer nasceu em uma família de origem alemã, na cidade de Blumenau, no Vale do Itajaí, Santa Catarina. Em recente autobiografia, Fischer declarou que seu pai era nazista e que a relação dos dois nunca foi boa. 
Iniciou a carreira como atriz fazendo pornochanchadas, depois passou a fazer telenovelas e outros filmes. No cinema, interpretou personagens de Rubem Fonseca, Plínio Marcos e Nelson Rodrigues.
Protagonizou dois ensaios para a revista Playboy, em agosto de 1982 e janeiro de 2000, sendo que nesse último ensaio fez fotos nua em Paris aos 48 anos clicada pelo renomado fotógrafo Bob Wolfenson.
É mãe de dois filhos: A atriz Rafaela Fischer, nascida em 1979, que teve com Perry Salles, e Gabriel, nascido em 1993, filho de Felipe Camargo. 
Em 1º de setembro de 1993, aos 41 anos, foi capa da Revista Veja - com a chamada de capa O Furacão Loiro aos 40 - sobre o grande momento que vivia em sua carreira profissional na minissérie Agosto, na peça Desejo, de Eugene O'Neill e em Forever, filme sexo-cabeça de Walter Hugo Khouri.


Em 2000, ganhou o prêmio Melhores do Ano - Domingão do Faustão, na categoria Melhor Atriz, por sua atuação como a protagonista Helena, na novela Laços de Família, de Manoel Carlos. 
Apesar de ter feito inúmeros personagens importantes na Rede Globo como nas novelas Coração Alado, Brilhante, Mandala,Perigosas Peruas, Laços de Família, O Clone e Caminho das Índias e nas minisséries Riacho Doce, Desejo, Agosto e Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, a atriz se queixou recentemente, na mídia, da falta de bons convites e papéis para a TV: "Para eu voltar às novelas quero um personagem de verdade. Sou uma atriz." definiu.
Foi indicada quatro vezes ao Troféu Imprensa, na categoria Melhor Atriz como: Luiza Sampaio em Brilhante em 1981, Jocasta Silveira em Mandala em 1987, Helena em Laços de Família em 2000 e Ivete em O Clone em 2001. 
Vera Fischer foi internada por decisão própria, em julho de 2011, numa clínica de reabilitação para dependentes químicos, na Barra da Tijuca, pois ainda não se livrara do vício em drogas. Era é a terceira vez que se internava.

    Novelas
1977 - Espelho Mágico.... Diana Queiróz (Débora)
1978 - Sinal de Alerta.... Sulamita Montenegro
1979 - Os Gigantes.... Helena
1980 - Coração Alado.... Vívian
1981 - Brilhante.... Luiza Sampaio
1987 - Mandala.... Jocasta Silveira
1990 - Riacho Doce (minissérie).... Eduarda
1990 - Desejo (minissérie).... Ana de Assis
1992 - Perigosas Peruas.... Cidinha
1993 - Agosto (minissérie).... Alice
1994 - Pátria Minha.... Lídia Laport
1996 - O Rei do Gado.... Nena Mezenga (participação especial)
1998 - Você Decide.... Annie (episódio: Amor e Traição)
1998 - Pecado Capital.... Laura (participação especial)
2000 - Laços de Família.... Helena
2001 - O Clone.... Yvete
2003 - Agora É que São Elas.... Antônia
2004 - Senhora do Destino.... Vera Robinson (participação especial)
2005 - América.... Úrsula (participação especial)
2007 - Amazônia: De Gálvez a Chico Mendes.... Lola
2007 - Duas Caras.... Dolores (participação especial)
2008 - Casos e Acasos.... Vera
2009 - Caminho das Índias - Chiara
2010 - Afinal, o Que Querem as Mulheres?.... Celeste
2011 - Insensato Coração - Catarina Diniz

 Cinema

1972 - Sinal vermelho - As fêmeas
1973 - A Superfêmea - Eva
1973 - Anjo Loiro - Laura
1973 - As Delícias da Vida  
1974 - Essa Gostosa Brincadeira a Dois - Lígia
1974 - As Mulheres que Fazem Diferente
1974 - Macho e Fêmea - Juliano (mulher)
1975 - Intimidade - Tânia Velasco
1980 - Perdoa-me por me traíres - Judite
1981 - Bonitinha mas Ordinária ou Otto Lara Resende - Ritinha/Bonitinha
1981 - Eu te Amo - Barbara Bergman
1982 - Amor estranho amor - Anna
1982 - Dora Doralina - Dora
1984 - Amor Voraz - Anna
1984 - Quilombo - Ana de Ferro
1989 - Doida Demais - Letícia
1990 - O Quinto Macaco - Mrs. Watts
1991 - Forever - Per sempre (Itália)
1993 - Fala Baixo, Senão Eu Grito
1997 - Navalha na Carne - Neusa Suely
2002 - Xuxa e os Duendes 2 - No Caminho das Fadas - Rainha Dara

   Direção

Confidências (Peça teatral), (2007)
 Teatro

Negócios de Estado
Macbeth (1992) - Lady Macbeth
Desejo (1993) - Abbie
Gata em Teto de Zinco Quente (1998) - Maggie "A Gata" Pollitt
A Primeira Noite de um Homem (2004) - Mrs. Robinson
Porcelana Fina (2006) - Júlia

NOTICIAS SOBRE VERA FICHER Quase 40 anos depois, filme erótico de Vera Fischer será exibido em SP
O longa erótico, censurado em 1973, conta a história de uma jovem sensual que leva um recatado professor ao extremo delírio
Durante um tempo da história recente do país, a cultura passou por censura, e muitas das produções da época nunca foram exibidas ou reproduzidas em público.
Uma delas é o filme "Anjo Loiro", de 1973, estrelado por Vera Fischer. O longa, com a belíssima loira, foi censurado na época e nunca visto pelo publico até agora. Poderá ser visto até a próxima quarta-feira (25), em São Paulo.
O longa erótico conta a história de uma jovem sensual que leva um recatado professor ao extremo delírio. A bela moça é namorada do melhor aluno deste professor. E infinitas infidelidades dela levam o professor ao desespero. Assinado por Alfredo Sternheim, o filme foi proibido pela censura na época do lançamento. 
Além de Vera Fischer, o elenco também conta com Ewerton de Castro e Celia Helena. A exibição será na Cinemateca Brasileira, na Via Clementino, Zona Sul da capital paulista, às 19h. Vale lembrar que Vera Fischer estará na próxima novela das 21h da TV Globo, de Glória Perez, com título provisório de "Salve Jorge".
Quase 40 anos depois, filme erótico de Vera Fischser será exibido em São Paulo
atualizada em 7/8/2012
Vera Fischer sobre plástica: 'Quando a gente não gosta tem que tirar '
Atriz contou nesta segunda-feira, 6, que fez uma lipo e tirou culotes.
Vera Fischer contou na noite desta segunda-feira, 6, durante a reestreia da peça "A Partilha", na Zona Sul do Rio,  que passou por duas cirurgias plásticas estéticas: uma para diminuir os culotes e outra para firmar a barriga:
"Tirei barriga e culote. Estou me sentindo melhor. Quando a gente não gosta de uma coisa tem que tirar mesmo. Não doeu nada. Foi fácil, fácil", disse a atriz que está escalada para a próxima novela das 21h, "Salve Jorge"
Vera Fischer (Foto: Isac Luz/ EGO)
atualizada em 30/6/2012 Aos 60 anos, Vera Fischer voltou a desfilar em plena forma pelo calçadão carioca. Neste sábado, 30, a atriz caminhou sorridente pelo Leblon, na Zona Sul do Rio, e com a silhueta mais enxuta. Vera foi convidada, recentemente, para posar nua novamente para uma revista masculina e ficou de pensar na proposta.
Vera Fischer (Foto: Gil Rodrigues/ Photo Rio News)
Vera Fischer caminha no calçadão do Leblon, no Rio (Foto: Gil Rodrigues/ Photo Rio News)

 Vera Fischer (Foto: J.Humberto/ AgNews)
A atriz em versão mais enxuta (Foto: J.Humberto/ AgNews)

Vera Fischer caminha na orla carioca (Foto: J. Humberto/Ag News)
Vera Fischer com alguns quilinhos a mais, em abril de 2012 (Foto: J. Humberto/Ag News)


Vera Fischer (Foto: J.Humberto / AgNews)
1/7/2012  Vera Fischer esteve se exercitando na manhã deste domingo, 1º, na orla do Leblon, Zona Sul do Rio. Visivelmente mais magra, a atriz escolheu uma blusa transparente para praticar suas atividades físicas.
Vera Fischer 
http://www.jb.com.br/ 
Vera Fischer está empolgada com volta à TV

 
05/09 às 08h24
 
Quem conhece Vera Fischer de perto percebe que a atriz está empolgadíssima com sua volta à TV, na novela "Salve Jorge", depois de uma internação numa clínica de reabilitação em 2011.

Ela só fala no folhetim, tem feito caminhadas diárias para recuperar a forma, se submeteu a uma plástica e está compenetrada lendo o texto de sua personagem na trama de Glória Perez.

Vera será uma vilã daquelas, uma mafiosa russa e dona de uma boate onde acontece tráfico de mulheres. As gravações da atriz começam já na semana que vem. A trama estreia dia 22 de outubro, no lugar da bem-sucedida "Avenida Brasil".

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publicado por duronaqueda às 16:18

Victor Brecheret

Quinta-feira, 08.05.14

 Victor Brecheret
Victor Brecheret (Farnese, 22 de fevereiro de 1894 — São Paulo, 17 de dezembro de 1955) foi um escultor ítalo-brasileiro, considerado um dos mais importantes do país.  É responsável pela introdução do modernismo na escultura brasileira. Sua figura ficou marcada pela boina que costumava vestir, ressaltando uma imagem tradicional do "artista".

Nascido "Vittorio Breheret" (sem a letra 'c' no sobrenome) numa pequena localidade não distante de Roma, filho de Augusto Breheret e Paolina Nanni, esta última falecida quando o pequeno Vittorio tinha apenas seis anos de idade. Foi abrigado pela família do tio materno, Enrico Nanni, e com sua família emigrou para o Brasil ainda na infância.

No Brasil, tornou-se "Victor Brecheret" e já com mais de trinta anos de idade recorreu à Justiça para inscrever seu registro nascimento tardiamente no Registro Civil do Jardim América (município de São Paulo). Assim Brecheret consolidava a sua nacionalidade brasileira, embora tivesse nascido na Itália. Este tipo de "regularização" era muito comum entre imigrantes italianos na primeira metade do século XX no Brasil.


Trajetória
Ainda moço frequentou as aulas de entalhe em gesso e mármore do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, onde mais tarde viria a utilizar o ateliê e seus aprendizes para moldar suas obras. Amadureceu estudando na Europa, onde entrou em contato com as vanguardas artísticas que ocorriam nas décadas de 1910 e 1920. Trabalhou com o escultor italiano Arturo Dazzi, sendo influenciado pela estética de pós-impressionistas como Ivan Meštrovic, croata, e os franceses Auguste Rodin e Émile-Antoine Bourdelle.  Ligou-se a Emiliano Di Cavalcanti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti del Picchia quando voltou ao Brasil e com eles participou da introdução do pensamento vanguardista no Brasil.

Participou da Semana de Arte Moderna de 1922, expondo vinte esculturas no saguão e nos corredores do Teatro Municipal de São Paulo. A partir daí manteve paralelamente uma carreira na Europa e em seu país. Expôs no Salão dos Independentes de Paris e fundou a Sociedade Pró Arte Moderna.



Em 1920 ganhou um concurso internacional de maquetes para a construção de uma grande escultura em São Paulo (o futuro Monumento às Bandeiras). Em 1923 o governo do Estado de São Paulo encomendou-lhe a execução do Monumento às Bandeiras, projeto a que Brecheret viria a se dedicar nos vinte anos seguintes. O Monumento às Bandeiras foi a maior obra de Brecheret e demorou 33 anos para ser construído (1920—1953). 
Em 1951 foi premiado como o melhor escultor nacional na primeira Bienal de São Paulo..

Obra

Quando estudante do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, Brecheret foi essencialmente um artesão, executando obras de teor clássico e romântico.Na Europa, iniciou uma produção similar a de pós-impressionistas. Ao entrar em contato com as vanguardas em curso naquela época no continente europeu, passou a expressar sua obra com manifestações vindas do construtivismo, expressionismo e cubismo,  mas nunca chegando à abstração pura. Em sua fase mais madura, Victor procurou realizar experimentos estéticos que ligavam a escultura vernacular indígena brasileira com as experiências que desenvolveu na Europa.

Em sua produção destacam-se:

"Ídolo" (1921)
"Fauno" (1942)
"Depois do Banho" (1945)
"O Índio e Sasuapara" (1951)
"Monumento às Bandeiras" (1953)
"Monumento a Duque de Caxias" (1960)

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Vera Fischer

Quinta-feira, 08.05.14

      Vera Fischer
Vera Lúcia Fischer (Blumenau, 27 de novembro de 1951)  é uma atriz brasileira.
Uma das mais famosas atrizes do país, Vera foi Miss Brasil 1969, título que lhe deu projeção nacional.

   Biografia

Vera Fischer nasceu em uma família de origem alemã, na cidade de Blumenau, no Vale do Itajaí, Santa Catarina. Em recente autobiografia, Fischer declarou que seu pai era nazista e que a relação dos dois nunca foi boa. 
Iniciou a carreira como atriz fazendo pornochanchadas, depois passou a fazer telenovelas e outros filmes. No cinema, interpretou personagens de Rubem Fonseca, Plínio Marcos e Nelson Rodrigues.
Protagonizou dois ensaios para a revista Playboy, em agosto de 1982 e janeiro de 2000, sendo que nesse último ensaio fez fotos nua em Paris aos 48 anos clicada pelo renomado fotógrafo Bob Wolfenson.
É mãe de dois filhos: A atriz Rafaela Fischer, nascida em 1979, que teve com Perry Salles, e Gabriel, nascido em 1993, filho de Felipe Camargo. 
Em 1º de setembro de 1993, aos 41 anos, foi capa da Revista Veja - com a chamada de capa O Furacão Loiro aos 40 - sobre o grande momento que vivia em sua carreira profissional na minissérie Agosto, na peça Desejo, de Eugene O'Neill e em Forever, filme sexo-cabeça de Walter Hugo Khouri.


Em 2000, ganhou o prêmio Melhores do Ano - Domingão do Faustão, na categoria Melhor Atriz, por sua atuação como a protagonista Helena, na novela Laços de Família, de Manoel Carlos. 
Apesar de ter feito inúmeros personagens importantes na Rede Globo como nas novelas Coração Alado, Brilhante, Mandala,Perigosas Peruas, Laços de Família, O Clone e Caminho das Índias e nas minisséries Riacho Doce, Desejo, Agosto e Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, a atriz se queixou recentemente, na mídia, da falta de bons convites e papéis para a TV: "Para eu voltar às novelas quero um personagem de verdade. Sou uma atriz." definiu.
Foi indicada quatro vezes ao Troféu Imprensa, na categoria Melhor Atriz como: Luiza Sampaio em Brilhante em 1981, Jocasta Silveira em Mandala em 1987, Helena em Laços de Família em 2000 e Ivete em O Clone em 2001. 
Vera Fischer foi internada por decisão própria, em julho de 2011, numa clínica de reabilitação para dependentes químicos, na Barra da Tijuca, pois ainda não se livrara do vício em drogas. Era é a terceira vez que se internava.

    Novelas
1977 - Espelho Mágico.... Diana Queiróz (Débora)
1978 - Sinal de Alerta.... Sulamita Montenegro
1979 - Os Gigantes.... Helena
1980 - Coração Alado.... Vívian
1981 - Brilhante.... Luiza Sampaio
1987 - Mandala.... Jocasta Silveira
1990 - Riacho Doce (minissérie).... Eduarda
1990 - Desejo (minissérie).... Ana de Assis
1992 - Perigosas Peruas.... Cidinha
1993 - Agosto (minissérie).... Alice
1994 - Pátria Minha.... Lídia Laport
1996 - O Rei do Gado.... Nena Mezenga (participação especial)
1998 - Você Decide.... Annie (episódio: Amor e Traição)
1998 - Pecado Capital.... Laura (participação especial)
2000 - Laços de Família.... Helena
2001 - O Clone.... Yvete
2003 - Agora É que São Elas.... Antônia
2004 - Senhora do Destino.... Vera Robinson (participação especial)
2005 - América.... Úrsula (participação especial)
2007 - Amazônia: De Gálvez a Chico Mendes.... Lola
2007 - Duas Caras.... Dolores (participação especial)
2008 - Casos e Acasos.... Vera
2009 - Caminho das Índias - Chiara
2010 - Afinal, o Que Querem as Mulheres?.... Celeste
2011 - Insensato Coração - Catarina Diniz

 Cinema

1972 - Sinal vermelho - As fêmeas
1973 - A Superfêmea - Eva
1973 - Anjo Loiro - Laura
1973 - As Delícias da Vida  
1974 - Essa Gostosa Brincadeira a Dois - Lígia
1974 - As Mulheres que Fazem Diferente
1974 - Macho e Fêmea - Juliano (mulher)
1975 - Intimidade - Tânia Velasco
1980 - Perdoa-me por me traíres - Judite
1981 - Bonitinha mas Ordinária ou Otto Lara Resende - Ritinha/Bonitinha
1981 - Eu te Amo - Barbara Bergman
1982 - Amor estranho amor - Anna
1982 - Dora Doralina - Dora
1984 - Amor Voraz - Anna
1984 - Quilombo - Ana de Ferro
1989 - Doida Demais - Letícia
1990 - O Quinto Macaco - Mrs. Watts
1991 - Forever - Per sempre (Itália)
1993 - Fala Baixo, Senão Eu Grito
1997 - Navalha na Carne - Neusa Suely
2002 - Xuxa e os Duendes 2 - No Caminho das Fadas - Rainha Dara

   Direção

Confidências (Peça teatral), (2007)
 Teatro

Negócios de Estado
Macbeth (1992) - Lady Macbeth
Desejo (1993) - Abbie
Gata em Teto de Zinco Quente (1998) - Maggie "A Gata" Pollitt
A Primeira Noite de um Homem (2004) - Mrs. Robinson
Porcelana Fina (2006) - Júlia

NOTICIAS SOBRE VERA FICHER Quase 40 anos depois, filme erótico de Vera Fischer será exibido em SP
O longa erótico, censurado em 1973, conta a história de uma jovem sensual que leva um recatado professor ao extremo delírio
Durante um tempo da história recente do país, a cultura passou por censura, e muitas das produções da época nunca foram exibidas ou reproduzidas em público.
Uma delas é o filme "Anjo Loiro", de 1973, estrelado por Vera Fischer. O longa, com a belíssima loira, foi censurado na época e nunca visto pelo publico até agora. Poderá ser visto até a próxima quarta-feira (25), em São Paulo.
O longa erótico conta a história de uma jovem sensual que leva um recatado professor ao extremo delírio. A bela moça é namorada do melhor aluno deste professor. E infinitas infidelidades dela levam o professor ao desespero. Assinado por Alfredo Sternheim, o filme foi proibido pela censura na época do lançamento. 
Além de Vera Fischer, o elenco também conta com Ewerton de Castro e Celia Helena. A exibição será na Cinemateca Brasileira, na Via Clementino, Zona Sul da capital paulista, às 19h. Vale lembrar que Vera Fischer estará na próxima novela das 21h da TV Globo, de Glória Perez, com título provisório de "Salve Jorge".
Quase 40 anos depois, filme erótico de Vera Fischser será exibido em São Paulo
atualizada em 7/8/2012
Vera Fischer sobre plástica: 'Quando a gente não gosta tem que tirar '
Atriz contou nesta segunda-feira, 6, que fez uma lipo e tirou culotes.
Vera Fischer contou na noite desta segunda-feira, 6, durante a reestreia da peça "A Partilha", na Zona Sul do Rio,  que passou por duas cirurgias plásticas estéticas: uma para diminuir os culotes e outra para firmar a barriga:
"Tirei barriga e culote. Estou me sentindo melhor. Quando a gente não gosta de uma coisa tem que tirar mesmo. Não doeu nada. Foi fácil, fácil", disse a atriz que está escalada para a próxima novela das 21h, "Salve Jorge"
Vera Fischer (Foto: Isac Luz/ EGO)
atualizada em 30/6/2012 Aos 60 anos, Vera Fischer voltou a desfilar em plena forma pelo calçadão carioca. Neste sábado, 30, a atriz caminhou sorridente pelo Leblon, na Zona Sul do Rio, e com a silhueta mais enxuta. Vera foi convidada, recentemente, para posar nua novamente para uma revista masculina e ficou de pensar na proposta.
Vera Fischer (Foto: Gil Rodrigues/ Photo Rio News)
Vera Fischer caminha no calçadão do Leblon, no Rio (Foto: Gil Rodrigues/ Photo Rio News)

 Vera Fischer (Foto: J.Humberto/ AgNews)
A atriz em versão mais enxuta (Foto: J.Humberto/ AgNews)

Vera Fischer caminha na orla carioca (Foto: J. Humberto/Ag News)
Vera Fischer com alguns quilinhos a mais, em abril de 2012 (Foto: J. Humberto/Ag News)


Vera Fischer (Foto: J.Humberto / AgNews)
1/7/2012  Vera Fischer esteve se exercitando na manhã deste domingo, 1º, na orla do Leblon, Zona Sul do Rio. Visivelmente mais magra, a atriz escolheu uma blusa transparente para praticar suas atividades físicas.
Vera Fischer 
http://www.jb.com.br/ 
Vera Fischer está empolgada com volta à TV

 
05/09 às 08h24
 
Quem conhece Vera Fischer de perto percebe que a atriz está empolgadíssima com sua volta à TV, na novela "Salve Jorge", depois de uma internação numa clínica de reabilitação em 2011.

Ela só fala no folhetim, tem feito caminhadas diárias para recuperar a forma, se submeteu a uma plástica e está compenetrada lendo o texto de sua personagem na trama de Glória Perez.

Vera será uma vilã daquelas, uma mafiosa russa e dona de uma boate onde acontece tráfico de mulheres. As gravações da atriz começam já na semana que vem. A trama estreia dia 22 de outubro, no lugar da bem-sucedida "Avenida Brasil".

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publicado por duronaqueda às 16:18

Victor Brecheret

Quinta-feira, 08.05.14

 Victor Brecheret
Victor Brecheret (Farnese, 22 de fevereiro de 1894 — São Paulo, 17 de dezembro de 1955) foi um escultor ítalo-brasileiro, considerado um dos mais importantes do país.  É responsável pela introdução do modernismo na escultura brasileira. Sua figura ficou marcada pela boina que costumava vestir, ressaltando uma imagem tradicional do "artista".

Nascido "Vittorio Breheret" (sem a letra 'c' no sobrenome) numa pequena localidade não distante de Roma, filho de Augusto Breheret e Paolina Nanni, esta última falecida quando o pequeno Vittorio tinha apenas seis anos de idade. Foi abrigado pela família do tio materno, Enrico Nanni, e com sua família emigrou para o Brasil ainda na infância.

No Brasil, tornou-se "Victor Brecheret" e já com mais de trinta anos de idade recorreu à Justiça para inscrever seu registro nascimento tardiamente no Registro Civil do Jardim América (município de São Paulo). Assim Brecheret consolidava a sua nacionalidade brasileira, embora tivesse nascido na Itália. Este tipo de "regularização" era muito comum entre imigrantes italianos na primeira metade do século XX no Brasil.


Trajetória
Ainda moço frequentou as aulas de entalhe em gesso e mármore do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, onde mais tarde viria a utilizar o ateliê e seus aprendizes para moldar suas obras. Amadureceu estudando na Europa, onde entrou em contato com as vanguardas artísticas que ocorriam nas décadas de 1910 e 1920. Trabalhou com o escultor italiano Arturo Dazzi, sendo influenciado pela estética de pós-impressionistas como Ivan Meštrovic, croata, e os franceses Auguste Rodin e Émile-Antoine Bourdelle.  Ligou-se a Emiliano Di Cavalcanti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti del Picchia quando voltou ao Brasil e com eles participou da introdução do pensamento vanguardista no Brasil.

Participou da Semana de Arte Moderna de 1922, expondo vinte esculturas no saguão e nos corredores do Teatro Municipal de São Paulo. A partir daí manteve paralelamente uma carreira na Europa e em seu país. Expôs no Salão dos Independentes de Paris e fundou a Sociedade Pró Arte Moderna.



Em 1920 ganhou um concurso internacional de maquetes para a construção de uma grande escultura em São Paulo (o futuro Monumento às Bandeiras). Em 1923 o governo do Estado de São Paulo encomendou-lhe a execução do Monumento às Bandeiras, projeto a que Brecheret viria a se dedicar nos vinte anos seguintes. O Monumento às Bandeiras foi a maior obra de Brecheret e demorou 33 anos para ser construído (1920—1953). 
Em 1951 foi premiado como o melhor escultor nacional na primeira Bienal de São Paulo..

Obra

Quando estudante do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, Brecheret foi essencialmente um artesão, executando obras de teor clássico e romântico.Na Europa, iniciou uma produção similar a de pós-impressionistas. Ao entrar em contato com as vanguardas em curso naquela época no continente europeu, passou a expressar sua obra com manifestações vindas do construtivismo, expressionismo e cubismo,  mas nunca chegando à abstração pura. Em sua fase mais madura, Victor procurou realizar experimentos estéticos que ligavam a escultura vernacular indígena brasileira com as experiências que desenvolveu na Europa.

Em sua produção destacam-se:

"Ídolo" (1921)
"Fauno" (1942)
"Depois do Banho" (1945)
"O Índio e Sasuapara" (1951)
"Monumento às Bandeiras" (1953)
"Monumento a Duque de Caxias" (1960)

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publicado por duronaqueda às 16:18